Oi de novo, aos poucos vou escrevendo e lembrando de todas as coisas que já me aconteceram. Na medida do possível, tento dar todos os detalhes, já que escrevo essas minhas vivências nos meus momentos livres ou quando estou entediada, pra me distrair um pouco. E, aliás, meu papi Chuki não faz ideia de que estou escrevendo esses relatos, então tomara que ele não descubra, embora duvide muito que vá saber, porque ele tá muito ocupado com o trabalho e outras coisas mais. Então eu também continuo com as minhas coisas….
Como vocês já sabem, já passei um bom tempo assim desde que tinha aquela idade, satisfazendo os amigos do papi Chuki, e eu já tinha me acostumado a ficar com eles. Eles me faziam sentir bem e muito querida. Já tinha muito carinho e confiança neles, mais do que na minha mãe. Eles me compravam coisas, me davam dinheiro, me ajudavam com os deveres ou problemas da escola e muitas coisas assim. Além de transar com eles, já começava a sentir um prazer imenso quando ficava sozinha com eles, com exceção do seu Telmo, que por causa da distância eu quase não via e poucas vezes ficava com ele. Mas pra mim foi um alívio, porque com aquele pau enorme que ele tinha, era meio difícil satisfazê-lo, diferente dos outros.
O que vou contar agora aconteceu dois ou três meses antes do meu aniversário. Foi num sábado, lembro muito bem, porque naquele dia atendi três dos amigos do papi Chuki. A gente tava na casa do seu Ângelo, e além do meu papi, estavam o seu Daniel e o seu César. No total, eram quatro, mas só atendi os três amigos do meu papi. Como naquele dia eles estavam vendo futebol, ficaram na sala assistindo TV e tomando umas cervejas, enquanto um por um iam pro quarto ficar comigo — vocês já sabem pra quê…
Assim passaram aquelas duas horas que durou o futebol. Cada um repetiu duas vezes, só o seu Ângelo repetiu três vezes comigo no quarto. E eu já tava toda suja de porra pelo corpo, e mais ainda na minha buceta, o sêmen escorrendo pelas minhas pernas. O quarto já tinha um cheiro bem forte de porra. A gente ficou mais um tempo eles bebendo e Eu tava relaxando e também conversando com todo mundo, passei mais uma hora assim até que já estavam todos meio bêbados, então chamei minha mãe pra passar e nos buscar. A gente esperou um pouco enquanto Dom César me apalpava e me beijava, querendo me levar pro quarto, mas eu já não queria mais, tava meio irritada porque quando eles ficam bêbados, ficam meio sem educação. Agüentei aquilo até que minha mãe chegou, já meio brava porque já era tarde e reclamando com meu pai por estar me dando um mau exemplo. Aí subimos no carro: Dom Daniel, Dom César, meu pai, eu e minha mãe. Fomos em silêncio enquanto eles falavam um monte de besteira. No caminho, fomos deixando cada um na casa deles e, no fim, chegamos na nossa. Minha mãe, depois que deixou meu pai na sala, me disse que ia pra casa dos meus tios descontar a raiva que a gente tinha dado nela naquele dia. Então ela foi pra lá, e eu fui pro meu quarto, deitei um pouco na cama e tirei minha calcinha, que já tava toda dura de tanto gozo que saiu da minha buceta e tinha um cheiro horrível. Joguei aquela calcinha no lixo. Olhei minha buceta e ainda tava escorrendo gozo, então comecei a me preparar pra tomar um banho caprichado. Nisso, vejo meu pai Chuki entrar no meu quarto e me dizer que queria ficar comigo. Eu recusei, porque tava cansada e não agüentava estar tão suja, mas ele insistiu, me beijando e apalpando até que, cansada de tanta encheção de saco do meu pai, eu deixei, mas falei pra ele se apressar porque minha mãe não demorava pra voltar. Então, apressado, ele tirou a roupa, apagou a luz e a gente se meteu debaixo dos lençóis. Ele começou me beijando e me apalpando enquanto eu tava meio enojada porque a boca dele cheirava a bebida e cigarro. E ele, mais excitado e ofegante do que de costume, demorou uns 15 minutos ou mais até que me disse que queria gozar dentro da minha buceta e que eu abrisse minhas pernas. Eu, toda confiante, fiz isso: abri minhas pernas, a gente ficou de frente um pro outro e o pau dele tava na entrada da minha buceta, ele ficava cutucando, sentia a cabecinha do pau dele entre meus lábios da buceta, queria entrar mas eu não deixava, enquanto ele beijava meu pescoço e minha boca e eu só querendo que acabasse logo porque não aguentava o bafo dele.
Ele começou a se mexer mais rápido e ficar mais agitado enquanto o pau dele tentava entrar na minha buceta, ficava mais bruto e eu mais irritada, e de repente sinto ele me agarrar com muita força, me segurou com os braços (um abraço bem apertado) pra eu não me mexer e o pau dele foi entrando aos poucos, eu sentia uma dor e ardor que comecei a chorar porque sentia a cabeça do pau dele raspando por dentro e me abrindo enquanto eu chorava de dor e pedia pro meu pai Chuki parar mas ele não parou e começou com o vai e vem bem devagar e cada vez foi fazendo mais rápido até que começou a gozar dentro da minha buceta, eu sentia o pau dele pulsando e o sêmen saindo quente dentro de mim e ardia enquanto ele, todo ofegante, ofegava e deu uns gritos, eu enquanto isso chorando quase imóvel porque ele me segurava com os braços e ainda por cima aguentando todo o peso do corpo dele em cima de mim. Finalmente ele parou de se mexer e senti o pau dele ficar menor até sair da minha buceta e meu pai saiu de cima de mim e eu, aliviada de tanto sofrimento, fiquei imóvel de cansaço e chorando, ficamos um tempo assim na cama, eu chorando e ele deitado do meu lado, o pau do pai Chuki não é muito grande, tem uns 13 ou 14 cm no máximo, mas doeu muito naquela noite, fiquei soluçando em silêncio até que ouvi uma porta abrir e fechar e eu e meu pai nos assustamos, eu o mais rápido possível me cobri com os lençóis da cama enquanto o pai Chuki, que estava nu e ainda bêbado, eu falei pra ele se esconder debaixo da cama e como as luzes estavam apagadas quase não dava pra ver nada, então ele fez isso, o pai Chuki se enfiou debaixo da cama enquanto se ouvia os sons de passos e a voz da minha mãe perguntando por Meu papi. Até que ele chegou no meu quarto e abriu a porta, eu fingi que tava dormindo e ela me perguntou, aí eu fiz que tinha acordado e minha mãe me perguntou cadê o papi Chuki, e eu respondi que ele foi na venda comprar umas pastilhas pra dor de cabeça, e ela saiu do meu quarto e fechou a porta. O susto foi tão grande que esqueci a dor que tava na minha buceta, rapidinho meu papi vestiu a calça e a camisa, e eu fui ver se minha mãe tava por perto e notei que ela tava fora de casa, aí falei pro papi Chuki sair o mais rápido possível, e ele saiu correndo pra garagem, e eu fui pro meu quarto e fiquei bem quietinha, em silêncio, esperando que nada de ruim acontecesse. E como não ouvi nada, acabei dormindo até a manhã seguinte, quando papi Chuki me acordou bem cedo, abriu minhas pernas e viu que tava cheio de sangue e gozo, e os lençóis manchados de sangue e porra, eu também me assustei, mas depois ele me explicou e disse que era normal por ser a primeira vez; então tudo que tava sujo e manchado a gente jogou no lixo, e depois disso ele mandou eu tomar banho porque não podia ficar toda suja e manchada de sangue, e principalmente não era só o gozo do papi Chuki que tava dentro da minha buceta, era também o gozo de três amigos dele. Passei a noite inteira cheia de porra, que quando toquei meus lábios da buceta eles tavam meio grudados, bem babados e com resto de sangue, me deu muito nojo.
E assim passou aquele dia normal, por sorte não deu nada errado e tudo voltou ao normal, enquanto eu tava com um pouco de desconforto, minha buceta doía um pouco, mas eu conseguia disfarçar bem.
Passaram uns dias até que papi Chuki entrou no meu quarto, eu tava me arrumando pra ir pra escola e ele começou a me apalpar e falar que queria me comer igual daquela vez, eu recusei porque já tava banhadinha e pronta pra ir pra escola, e ele começou a insistir, e com o medo daquela primeira vez que doeu muito, eu falei que não. Não, mas ele continuou insistindo, puxou minha calcinha pra baixo, tirou o pau dele e começou a meter. Eu senti a cabecinha do pau dele raspando dentro de mim e doendo. Comecei a chorar de novo e pedi pra ele parar, que tava me machucando, mas ele não parou e continuou me penetrando. Quando o pau dele tava todo dentro de mim, ele começou a meter e tirar, eu tava de quatro, tipo posição de cachorrinho, enquanto ele me machucava com o pau dele. Lá dentro da minha buceta, eu sentia o pau dele raspando e rasgando, me fazendo gemer de dor, porque ele meteu sem lubrificante, e isso dói pra caralho, é como se tivesse arranhando por dentro. Mas ele continuou na dele até começar a meter mais rápido e gozar dentro de mim de novo. Senti o esperma dele outra vez e o pau dele pulsando a cada gozada. Ficamos os dois parados um tempinho, até que senti o pau dele ficar mole e sair da minha buceta. Me virei pra ver o pau dele, tava todo babado, escorrendo esperma. Levantei minha saia e vi que minha buceta também tava escorrendo esperma, mas sem sangue, só sentia uma ardidinha. Papi Chuki saiu do meu quarto e falou que ia me esperar no carro. Aí coloquei minha calcinha, saí do quarto, tomei café da manhã, me despedi da minha mãe e entrei no carro do meu papi Chuki, e fomos pra escola. Por sorte, não encontramos nenhum dos amigos dele naquele dia, então foi uma sorte pra mim, porque já tava bem cheia de esperma na buceta, e tive que aguentar o dia inteiro assim.
Assim os dias foram passando, papi Chuki me comia dia sim, dia não, mas já não doía mais como nas primeiras vezes, ou doía quando ele não usava lubrificante. Enquanto isso, o resto dos amigos dele não sabia que eu já não era mais virgem. Assim passaram uns meses, só papi Chuki me comia, ele era o único que me penetrava por completo, e os amigos dele só ficavam me apalpando, só isso. Já era uma expert e aguentava tudo que ele fazia. Papi Chuki e eu fazíamos muitas posições, e a que eu mais gostava era... Gostava quando ele me comia de quatro e sentir como o pau dele pulsava dentro da minha buceta quando gozava. Muitas vezes eu ficava excitada só de pensar em fazer com os amigos dele, mas o papai Chuki dizia que ainda não era hora, então ficamos em silêncio por uns meses.
Papai Chuki tem um ditado…
Pai que se preze diz “depois de mim ……… com qualquer um”.
Bom, foi assim minha primeira vez. Espero que tenham gostado. Eu não gostei tanto, mas meu papai Chuki adorou pra caralho, por causa do quanto minha buceta era apertada. Naqueles meses que fiquei dando pra ele, ele não queria me dividir com mais ninguém, por isso não contamos pros amigos dele, porque com eles iam abrir bem minha buceta, e meu papai gostava dela bem apertadinha.
Como vocês já sabem, já passei um bom tempo assim desde que tinha aquela idade, satisfazendo os amigos do papi Chuki, e eu já tinha me acostumado a ficar com eles. Eles me faziam sentir bem e muito querida. Já tinha muito carinho e confiança neles, mais do que na minha mãe. Eles me compravam coisas, me davam dinheiro, me ajudavam com os deveres ou problemas da escola e muitas coisas assim. Além de transar com eles, já começava a sentir um prazer imenso quando ficava sozinha com eles, com exceção do seu Telmo, que por causa da distância eu quase não via e poucas vezes ficava com ele. Mas pra mim foi um alívio, porque com aquele pau enorme que ele tinha, era meio difícil satisfazê-lo, diferente dos outros.
O que vou contar agora aconteceu dois ou três meses antes do meu aniversário. Foi num sábado, lembro muito bem, porque naquele dia atendi três dos amigos do papi Chuki. A gente tava na casa do seu Ângelo, e além do meu papi, estavam o seu Daniel e o seu César. No total, eram quatro, mas só atendi os três amigos do meu papi. Como naquele dia eles estavam vendo futebol, ficaram na sala assistindo TV e tomando umas cervejas, enquanto um por um iam pro quarto ficar comigo — vocês já sabem pra quê…
Assim passaram aquelas duas horas que durou o futebol. Cada um repetiu duas vezes, só o seu Ângelo repetiu três vezes comigo no quarto. E eu já tava toda suja de porra pelo corpo, e mais ainda na minha buceta, o sêmen escorrendo pelas minhas pernas. O quarto já tinha um cheiro bem forte de porra. A gente ficou mais um tempo eles bebendo e Eu tava relaxando e também conversando com todo mundo, passei mais uma hora assim até que já estavam todos meio bêbados, então chamei minha mãe pra passar e nos buscar. A gente esperou um pouco enquanto Dom César me apalpava e me beijava, querendo me levar pro quarto, mas eu já não queria mais, tava meio irritada porque quando eles ficam bêbados, ficam meio sem educação. Agüentei aquilo até que minha mãe chegou, já meio brava porque já era tarde e reclamando com meu pai por estar me dando um mau exemplo. Aí subimos no carro: Dom Daniel, Dom César, meu pai, eu e minha mãe. Fomos em silêncio enquanto eles falavam um monte de besteira. No caminho, fomos deixando cada um na casa deles e, no fim, chegamos na nossa. Minha mãe, depois que deixou meu pai na sala, me disse que ia pra casa dos meus tios descontar a raiva que a gente tinha dado nela naquele dia. Então ela foi pra lá, e eu fui pro meu quarto, deitei um pouco na cama e tirei minha calcinha, que já tava toda dura de tanto gozo que saiu da minha buceta e tinha um cheiro horrível. Joguei aquela calcinha no lixo. Olhei minha buceta e ainda tava escorrendo gozo, então comecei a me preparar pra tomar um banho caprichado. Nisso, vejo meu pai Chuki entrar no meu quarto e me dizer que queria ficar comigo. Eu recusei, porque tava cansada e não agüentava estar tão suja, mas ele insistiu, me beijando e apalpando até que, cansada de tanta encheção de saco do meu pai, eu deixei, mas falei pra ele se apressar porque minha mãe não demorava pra voltar. Então, apressado, ele tirou a roupa, apagou a luz e a gente se meteu debaixo dos lençóis. Ele começou me beijando e me apalpando enquanto eu tava meio enojada porque a boca dele cheirava a bebida e cigarro. E ele, mais excitado e ofegante do que de costume, demorou uns 15 minutos ou mais até que me disse que queria gozar dentro da minha buceta e que eu abrisse minhas pernas. Eu, toda confiante, fiz isso: abri minhas pernas, a gente ficou de frente um pro outro e o pau dele tava na entrada da minha buceta, ele ficava cutucando, sentia a cabecinha do pau dele entre meus lábios da buceta, queria entrar mas eu não deixava, enquanto ele beijava meu pescoço e minha boca e eu só querendo que acabasse logo porque não aguentava o bafo dele.
Ele começou a se mexer mais rápido e ficar mais agitado enquanto o pau dele tentava entrar na minha buceta, ficava mais bruto e eu mais irritada, e de repente sinto ele me agarrar com muita força, me segurou com os braços (um abraço bem apertado) pra eu não me mexer e o pau dele foi entrando aos poucos, eu sentia uma dor e ardor que comecei a chorar porque sentia a cabeça do pau dele raspando por dentro e me abrindo enquanto eu chorava de dor e pedia pro meu pai Chuki parar mas ele não parou e começou com o vai e vem bem devagar e cada vez foi fazendo mais rápido até que começou a gozar dentro da minha buceta, eu sentia o pau dele pulsando e o sêmen saindo quente dentro de mim e ardia enquanto ele, todo ofegante, ofegava e deu uns gritos, eu enquanto isso chorando quase imóvel porque ele me segurava com os braços e ainda por cima aguentando todo o peso do corpo dele em cima de mim. Finalmente ele parou de se mexer e senti o pau dele ficar menor até sair da minha buceta e meu pai saiu de cima de mim e eu, aliviada de tanto sofrimento, fiquei imóvel de cansaço e chorando, ficamos um tempo assim na cama, eu chorando e ele deitado do meu lado, o pau do pai Chuki não é muito grande, tem uns 13 ou 14 cm no máximo, mas doeu muito naquela noite, fiquei soluçando em silêncio até que ouvi uma porta abrir e fechar e eu e meu pai nos assustamos, eu o mais rápido possível me cobri com os lençóis da cama enquanto o pai Chuki, que estava nu e ainda bêbado, eu falei pra ele se esconder debaixo da cama e como as luzes estavam apagadas quase não dava pra ver nada, então ele fez isso, o pai Chuki se enfiou debaixo da cama enquanto se ouvia os sons de passos e a voz da minha mãe perguntando por Meu papi. Até que ele chegou no meu quarto e abriu a porta, eu fingi que tava dormindo e ela me perguntou, aí eu fiz que tinha acordado e minha mãe me perguntou cadê o papi Chuki, e eu respondi que ele foi na venda comprar umas pastilhas pra dor de cabeça, e ela saiu do meu quarto e fechou a porta. O susto foi tão grande que esqueci a dor que tava na minha buceta, rapidinho meu papi vestiu a calça e a camisa, e eu fui ver se minha mãe tava por perto e notei que ela tava fora de casa, aí falei pro papi Chuki sair o mais rápido possível, e ele saiu correndo pra garagem, e eu fui pro meu quarto e fiquei bem quietinha, em silêncio, esperando que nada de ruim acontecesse. E como não ouvi nada, acabei dormindo até a manhã seguinte, quando papi Chuki me acordou bem cedo, abriu minhas pernas e viu que tava cheio de sangue e gozo, e os lençóis manchados de sangue e porra, eu também me assustei, mas depois ele me explicou e disse que era normal por ser a primeira vez; então tudo que tava sujo e manchado a gente jogou no lixo, e depois disso ele mandou eu tomar banho porque não podia ficar toda suja e manchada de sangue, e principalmente não era só o gozo do papi Chuki que tava dentro da minha buceta, era também o gozo de três amigos dele. Passei a noite inteira cheia de porra, que quando toquei meus lábios da buceta eles tavam meio grudados, bem babados e com resto de sangue, me deu muito nojo.
E assim passou aquele dia normal, por sorte não deu nada errado e tudo voltou ao normal, enquanto eu tava com um pouco de desconforto, minha buceta doía um pouco, mas eu conseguia disfarçar bem.
Passaram uns dias até que papi Chuki entrou no meu quarto, eu tava me arrumando pra ir pra escola e ele começou a me apalpar e falar que queria me comer igual daquela vez, eu recusei porque já tava banhadinha e pronta pra ir pra escola, e ele começou a insistir, e com o medo daquela primeira vez que doeu muito, eu falei que não. Não, mas ele continuou insistindo, puxou minha calcinha pra baixo, tirou o pau dele e começou a meter. Eu senti a cabecinha do pau dele raspando dentro de mim e doendo. Comecei a chorar de novo e pedi pra ele parar, que tava me machucando, mas ele não parou e continuou me penetrando. Quando o pau dele tava todo dentro de mim, ele começou a meter e tirar, eu tava de quatro, tipo posição de cachorrinho, enquanto ele me machucava com o pau dele. Lá dentro da minha buceta, eu sentia o pau dele raspando e rasgando, me fazendo gemer de dor, porque ele meteu sem lubrificante, e isso dói pra caralho, é como se tivesse arranhando por dentro. Mas ele continuou na dele até começar a meter mais rápido e gozar dentro de mim de novo. Senti o esperma dele outra vez e o pau dele pulsando a cada gozada. Ficamos os dois parados um tempinho, até que senti o pau dele ficar mole e sair da minha buceta. Me virei pra ver o pau dele, tava todo babado, escorrendo esperma. Levantei minha saia e vi que minha buceta também tava escorrendo esperma, mas sem sangue, só sentia uma ardidinha. Papi Chuki saiu do meu quarto e falou que ia me esperar no carro. Aí coloquei minha calcinha, saí do quarto, tomei café da manhã, me despedi da minha mãe e entrei no carro do meu papi Chuki, e fomos pra escola. Por sorte, não encontramos nenhum dos amigos dele naquele dia, então foi uma sorte pra mim, porque já tava bem cheia de esperma na buceta, e tive que aguentar o dia inteiro assim.
Assim os dias foram passando, papi Chuki me comia dia sim, dia não, mas já não doía mais como nas primeiras vezes, ou doía quando ele não usava lubrificante. Enquanto isso, o resto dos amigos dele não sabia que eu já não era mais virgem. Assim passaram uns meses, só papi Chuki me comia, ele era o único que me penetrava por completo, e os amigos dele só ficavam me apalpando, só isso. Já era uma expert e aguentava tudo que ele fazia. Papi Chuki e eu fazíamos muitas posições, e a que eu mais gostava era... Gostava quando ele me comia de quatro e sentir como o pau dele pulsava dentro da minha buceta quando gozava. Muitas vezes eu ficava excitada só de pensar em fazer com os amigos dele, mas o papai Chuki dizia que ainda não era hora, então ficamos em silêncio por uns meses.
Papai Chuki tem um ditado…
Pai que se preze diz “depois de mim ……… com qualquer um”.
Bom, foi assim minha primeira vez. Espero que tenham gostado. Eu não gostei tanto, mas meu papai Chuki adorou pra caralho, por causa do quanto minha buceta era apertada. Naqueles meses que fiquei dando pra ele, ele não queria me dividir com mais ninguém, por isso não contamos pros amigos dele, porque com eles iam abrir bem minha buceta, e meu papai gostava dela bem apertadinha.
3 comentários - Sou o brinquedo sexual do meu padrasto (parte…5)