Saí com minha mulher pra um parque perto de casa dar uma volta numa sexta à noite com um drink na mão. A gente tava caminhando e viu um cara sentado sozinho na penumbra. Eu fiz uma piada pra minha mulher: "Será que a gente pega ele e assalta pra tirar tudo?" Ela respondeu: "Deixamos ele pelado no meio do parque." "Que vontade de tirar tudo dele você tem, sua safada", falei eu, já meio alterado pela bebida. "A gente propõe um ménage de quebra", ela disse em tom de brincadeira. "Vou lá e falo", respondi eu. Ela me olhou com um olhar desafiador, inclinando a cabeça e me encarando. Aí eu me adiantei um pouco e me aproximei do cara que tava lá sozinho. Por dentro, pensava: "Que porra eu tô fazendo?", mas já tava lá, tinha que falar alguma coisa. "Minha namorada quer transar com você, topa?" Senti um frio de nervosismo descendo da nuca até as costas. "Hã?" Não sei se ele não tinha entendido ou tava processando o que eu tinha acabado de falar. "Ela quer transar com você, achou você bonito e tal...", falei. Era um cara magro, uns 19 ou 20 anos, no máximo. Eu tenho 38, minha mulher 32. A gente era mais velho, então ele deve ter se sentido meio intimidado. "Transar? Onde?", respondeu o cara. "A gente tem nossa casa aqui pertinho, se quiser vem, a gente também tem bebida", falei. Minha mulher atrás, não sei se tava entendendo a conversa que eu tava tendo com o cara. Voltamos os três caminhando, conversas básicas até chegar em casa. Minha mulher disse pra ele: "Você vai ter que tomar um banho, querido." Eu acompanhei ele até o banheiro. Lá, o cara tirou a camiseta e minha mulher abaixou a calça dele junto com a cueca, deixando uma grande ereção à mostra. Ela também tirou a roupa e ficou completamente nua na frente dele. Ela empurrou ele pra debaixo do chuveiro, pegou na pica dele, puxou o prepúcio e começou a ensaboar a cabeça dele, e também a bunda e o resto do corpo. Eu sentado numa cadeira só olhava, com a pica dura. Depois saímos do banheiro e ela levou ele. num quarto de hóspedes. Jogou ele na cama e se deitou por cima. O cara já não aguentava mais, até ofegante ele tava. Eu sentei de lado pra ver como a coisa ia. Ela desceu até a piroca do moleque e começou a chupar, quando tirava da boca dava pra ver toda a baba escorrendo e ela metia de novo. Até que fez um gesto estranho, o cara parecia se contorcer na cama, da boca da minha mulher caía umas gotas de porra, ele tinha gozado antes do tempo. Ela acabou engolindo tudo. Aí eu levantei, tirei minha piroca e enfiei na buceta dela, que já tava de quatro em cima do cara que agonizava. Ela deixou a cara cair no peito dele enquanto eu metia. Escorria fluxo da buceta dela também enquanto eu comia, e o cu dela parecia se abrir. Terminei gozando tudo dentro, ela caiu completamente em cima do cara, esmagando ele de vez. Ele nem sabia onde tava, e dela escorria meu leite pela vagina.
1 comentários - O cara do parque