— Dona Maria, a senhora quer que eu ajude em alguma coisa? — aproveitou a novinha pra falar com a sogra, na esperança de se livrar do velho Severiano. — Não, minha filha, não se preocupa! — a senhora respondeu, olhando de canto pro homem da casa. Claramente, a dona percebia a rejeição que aquela jovenzinha sentia pelo marido.
— Que horas o Rodrigo chega? — perguntou de novo Céu Riveros.
— Ele... ele chega logo... não se preocupa. — A pobre mulher se sentia podre por estar mentindo pra noiva do filho. Ela percebia de longe as sacanagens do Severiano, mas confiava que ele logo se cansaria das suas maldades e que, com outra mentira, despacharia a moça.
— Beleza! — cortou o velhote. — Agora que você já sabe que o Rodriguinho chega logo, vai tomar um copo com seu sogro postiço, kkkkk...!!! — O velho insistia em se fazer de simpático com a novinha.
Enquanto a senhora se retirava pra cozinha, seu Severiano, do jeito mais cerimonioso, tratou de abrir a garrafa. Depois de servir os dois copos e passar um pra Céu Riveros, estendeu o dele em sinal de brinde com a jovem contrariada.
— À sua saúde, novinha...!!! — disse o velhote, olhando pras pernas dela, depois pras tetas, e por último pro rosto.
A gostosona, que percebia como o velho olhava pra ela com cara de tesão, resolveu não dar brecha pra seu Seve acreditar em coisas que não iam rolar:
— Eu... eu não vou beber nada...! Vim pra ficar com o Rodrigo, e não pra beber vinho com o senhor...! — Céu Riveros falou com convicção, e o velho notou. Por isso, as veias das têmporas já começavam a pulsar de raiva ao ver que a garota se recusava a conversar e tomar vinho com ele. E, depois de olhar que a mulher estava lá na cozinha, de onde não podia vê-los, decidiu mudar um pouco de tática, já que essa de tentar ser educado com aquela novinha endiabrada não tava dando certo como ele queria.
— Vai...! Vai sim...! Lembra que nós dois já transamos… isso me dá certos direitos de fazer muitas coisas com você, tipo isso, por exemplo – o velhote disse isso baixinho, e com toda a propriedade do mundo, colocou uma das mãos peludas no meio da coxa da menina, por baixo da minissaia dela.
— Nããão…!, seu Seve… O senhor tá louco…! Não me toca…!! – reclamou Cielo Riveros na hora, olhando pra cozinha com medo de que a dona Maria saísse e pegasse o marido passando a mão nela na sala da própria casa.
Enquanto isso, o velho continuava falando bem pertinho do ouvido dela, aproveitando pra olhar de primeira fila aquele lindo par de peitões que tava pronto pra chupar assim que tivesse chance:
— Então bebe comigo, garota… que seja só um gole… se não quiser que eu te deixe pelada aqui mesmo e, além de comer suas tetas, te coma no tapete na frente da minha esposa…
— Tá… Tá bem…, mas vai ser só um gole e nada mais…! – junto com falar isso, a garota, como pôde, tirou a mão dele da perna dela com a própria mão.
— Assim… tá melhor, garota…, aliás, você tá muito gostosa com essa roupinha branca que vestiu! Parece um verdadeiro copinho de leite, uma delícia…!! Hehehehe…!!
Cielo Riveros, que não achava graça nenhuma nas palavras de elogio que o velhote tava dando, e só pra ele deixar ela em paz, pegou a taça que tinham servido e deu três goles no vinho, enquanto o velho, pra não continuar assustando ela, levantou do sofá onde estavam e foi sentar numa outra poltrona bem na frente dela, de onde ficou olhando fixamente, babando nela, pensando que daqui a pouco ia estar comendo ela. (Na frente da esposa pra ele, e na frente da mãe do namorado pra ela.)
Seu Seve tava era louco de tesão enquanto descia a garrafa de vinho, só se dedicava a devorar ela com os olhos já vermelhos, imaginando ela pelada e transando com ele.
Foi nessa hora que a boa senhora Maria deu aviso que a janta já tava servida, a menina de muito má vontade se levantou, achando que iam jantar sem esperar pelo amado dela, já que viu só três talheres postos na mesa, então rapidinho falou pro velhote o que ela tava pensando.
— Seu Severiano, acho que é melhor o senhor jantar com sua esposa enquanto eu espero o Rodrigo vendo televisão, ele tá chegando, né?
O velho, que segundo ele era de origem italiana, já tava cansando da atitude da Céu Riveros, claramente percebia que a garota desde que tinha chegado na casa dele tava rejeitando ele, fazendo questão de mostrar abertamente que não queria nada com ele. É que nossa menina, estando em sã consciência, era uma moça muito bem comportada, na personalidade certa dela não entrava esse negócio de ficar paquerando velho tarado, mesmo que no fundo ela soubesse que os dois já tinham transado, isso aconteceu de forma forçada e enganada, além disso ela tinha jurado que por nada nesse mundo ia dar brecha pro velho nojento confundir as coisas.
Mas por outro lado, seu Severiano, que tava muito irritado com o jeito que a estudante falava com ele, já tava quase na hora de puxar a cortina e falar abertamente pra garota que o Rodrigo não ia chegar e que ela depois da janta ia ter que ir dormir com ele no mesmo quarto de casal da casa. Ele tinha esperado tanto por essa oportunidade que não tava disposto a desperdiçar, até porque já tinha condicionado a mulher dele, que era a parte mais difícil do que espontaneamente veio na cabeça dele de repente, e se ela começasse a fazer escândalo, ele batia nela de novo e pronto.
— Me escuta, garota…! — disse finalmente seu Severiano num tom ameaçador. — O melhor que você pode fazer, e que é bom pra todo mundo que mora nessa casa, é sentar na mesa e jantar comigo… olha que eu já tô perdendo a paciência.
A menina, da posição dela e por estar em pé quase na frente do velhote, sendo os dois quase da mesma altura A altura, ele viu que ela tinha as pupilas dos olhos cheias de veias vermelhas, como se estivessem rachadas e prestes a quebrar, situação que começou a lhe causar ainda mais medo.
— Pe… pe… mas e R… Ro… Rodrigo… ele vai chegar? — a menina fez a pergunta olhando para a sogra, que, com os olhos marejados, era testemunha de tudo que estava acontecendo, além de que Cielo Riveros já pressentia que algo estranho estava rolando naquela casa.
— Pelo amor de Deus, minha filha… — disse de repente a sogra de Cielo Riveros —, só senta e janta com a gente…
— Mas me responda, dona Maria… Rodrigo vai chegar? — a contrariada garota olhava alternadamente para a sogra e para o velhote, como se realmente estivesse exigindo que alguém desse uma boa explicação do que estava acontecendo ali, mas a única coisa que obteve como resposta foi um silêncio estranho.
A boa mulher, que num momento esteve prestes a contar a verdade para Cielo Riveros e dizer que o melhor que ela podia fazer era cair fora o mais rápido possível, foi fulminada por um olhar bestial do marido, e lembrando também que, se naquela casa não se fizesse o que Severiano queria, o mais certo era que o filho dela pagaria o pato, só respondeu:
— Sim, minha filha… ele vai chegar a qualquer momento… só senta na mesa e janta com a gente.
Cielo Riveros, que não estava nem um pouco convencida com a resposta da sogra, foi lentamente se sentando à mesa, vendo que o facínora do velhote fazia o mesmo com a cadeira dele, bem colada na dela, e quando dona Maria serviu os três pratos, o velho, com toda a autoridade que lhe cabia naquele lar, deu as instruções para a mulher:
— Você não, véia…! Tira seus talheres e seu prato e vai jantar na cozinha, ou simplesmente desaparece daqui, mas não muito longe. Se precisarmos de algo, a gente te chama e você vem nos atender, jejejeje… — exigia abusivamente seu Seve da esposa.
A pobre velhinha, que ainda pensava que toda aquela merda inventada pelo marido odioso era só para continuar humilhando ela. Ela e o filho dela, achava que o Severiano já tava passando dos limites, enquanto caminhava pra cozinha com o prato e os talheres, se perguntando o que ela podia fazer? Porque se tentasse botar ordem naquilo, o brutamontes do marido era capaz de bater nas duas juntas, e no dia seguinte o filho dela ainda pagava o pato. Então decidiu deixar as coisas rolarem, uma hora o homem ia cansar de tanto teatro.
Já a colegial, enquanto sentia na narina dela todo o bafo de vinho misturado com gases estomacais que saíam da bocarra do velho italiano enquanto ele berrava, ouvia incrédula as ordens despóticas que ele dava pra mulher, mandando ela comer na cozinha igual uma empregada. Ao mesmo tempo, se perguntava que horas o Rodrigo ia chegar? Mas a mente dela, por causa das circunstâncias anteriores, tava aos poucos avisando qual era a verdade: os olhos lacrimejantes da dona Maria quando foi buscá-la em casa; uma parte do rosto dela visivelmente inchada por causa de um tapa que devia ter levado; a garrafa de vinho pra dois, o jantar pra dois, o jeito arrogante que o velho nojento tava tratando as duas — tudo isso tinha um único significado pra garota contrariada: o Rodrigo simplesmente não ia chegar.
O velho já tinha quase devorado tudo que tava na mesa, e Cielo Riveros olhava de esguelha pra ele, sentindo os arrotos contínuos que ele soltava sonoramente de vez em quando enquanto engolia, e pressentindo também que a cada minuto a situação dela naquela casa ficava mais perigosa. Então, pra preservar a integridade dela e evitar que acontecesse uma desgraça ali, foi devagar empurrando o prato vazio pra trás, depois se levantou e avisou o velhote que ia embora (erro).
— Seu Severiano... já que o Rodrigo não chegou e o senhor já comeu quase todo o jantar, eu vou indo agora, tenho que fazer Muitas tarefas, sabe...?, e além disso...
—Senta, sua piranha...! —bramou seu Seve sem tirar os olhos do prato, mastigando um pedaço de frango assado. O velho continuou: —E não fala merda...!!, você não sai daqui até eu mandar...!!!
—Mas seu Seve... se o Rodrigo não está em casa, pra que quer que...
—Senta, eu disseeeee...!!!! —gritou agora o velho, levantando-se rapidamente e interceptando a decidida mãezona gostosa, a úlcera já latejando.
—Severiano...!, deixa a menina ir pra casa dela... já é tarde...!!
A boa senhora Maria, que estava vendo e ouvindo a situação da cozinha, saiu rapidamente pra ajudar Cielo Riveros, pensando errado que o marido ia recuar das intenções doentias, conforme ele tinha dito horas antes. Mas o velhote, enchendo o peito e inflando a barriga o máximo que podia, soltou um berro bestial que fez tanto Cielo Riveros quanto a velha congelarem de medo.
—Você cala a boca, sua velha desgraçada e intrometida...!!!! E vai pra cozinha agora, que é o único lugar que te cabe nessa casa...!!!! Sai daqui...!!!!!!!!! —Além de estar extremamente alterado, o velho era muito machista.
A senhora Maria, morrendo de medo, foi pegar os pratos e começou a lavá-los de forma neurótica, lembrando que ia apanhar de vara se não fizesse o que mandavam.
—E você, sua piranha...!!! —disse agora pra Cielo Riveros, com a voz um pouco mais baixa, mas tão alterado quanto antes. —Pra você ir sabendo... o viadinho que você tem de namorado não vai chegar até amanhã, então decidi que hoje à noite vamos dormir juntos...!!!! —ia dizendo, se aproximando perigosamente enquanto a desesperada novinha recuava.
A agora escandalizada colegial não acreditava no que os ouvidos acabavam de ouvir, ou seja, aquele velho era doido mesmo, como podia querer dormir com ela com a própria esposa em casa, e ainda por cima falar na cara dela. em voz alta e com a dona Maria ouvindo tudo.
Agora sim, todos os acontecimentos iam se encaixando na cabeça dela, pensando acertadamente que alguma coisa tinha rolado naquela casa antes da sogra ir buscá-la, era por isso que a velhinha tava tão alterada e com os hematomas visíveis no rosto, além de que por algum motivo agora também tinha tentado defendê-la. Quando a mente dela clareou mais ou menos o que tava rolando ali, uma raiva real e um ódio profundo por aquele velho abusador tomou conta dos sentidos dela, então ela se propôs firmemente a não dar o gosto que ele queria:
— Nããão…!! Seu Severianoooo…!! Eu… eu… não vou deitar com o senhorrr…!!! — falou no momento em que parou de recuar, levantando a mãozinha na direção do velho num claro sinal de PARE.
— Vai sim, sua putaaaaaa…!!! — rosnou o velho, ignorando o que ela dizia — Ou será que você achou que por ter sumido dessa casa a gente não ia transar de novo…!? — terminou falando bem alto.
A garota, ao perceber que o velho tava gritando que eles já tinham transado sem se importar com a presença da dona Maria na cozinha, baixou a guarda rapidamente, quase entrando em desespero só de imaginar o que a sogra podia pensar se ficasse com a ideia do que ela tinha feito com o marido dela.
— Seu Seveee… cala a booooca…!! A sua esposa tá na cozinhaaaa…!! — a garota agora falava quase num sussurro…, mexendo as mãozinhas desesperada.
— Vamos transar sim, garota…!!! — o velho continuava falando alto, com a única intenção de que a esposa ouvisse tudo da cozinha — E é melhor você colaborar, assim fica mais fácil aceitar… — junto com a última frase, seu Seve agarrou a garota e começou a levá-la pro quarto do casal, entre empurrões e tapas da menina apavorada, que ainda não acreditava no que tava acontecendo na própria casa do amado Rodrigo.
— E o que é que eu tenho que aceitarrr…!!?? — Me solta, seu Seveee…!!! O que o senhor tá fazendoooo…!!!?? Pra onde —Me levaaaa...!!?? —gritava a garota com total desespero no momento em que a levavam para o quarto de casal daquela casa.
—Você vai aceitar que o único macho que tem debaixo deste teto sou euuu...!!! Fica bem claro, sua putinha, além disso, decidi que a partir de hoje mesmo você passa a ser minha mulher oficial... hahaha...!!! Portanto, agora vou te levar pra camaaaa...!!!!
Quando Cielo Riveros se viu, de repente, metida no mesmo quarto em que aquele homem miserável já tinha estuprado ela uma vez, desesperada, ficou olhando pra ele com seus lindos olhos verdes bem abertos, analisando as pretensões absurdas do quase sogro. O velho literalmente estava dizendo que ia comer ela de novo, sem se importar com a presença da pobre esposa dele, que ele tratava pior que uma empregada. Mas ela tinha prometido a si mesma nunca mais deitar com ele, nem que tivesse gostado pra caralho no final da outra vez, e agora menos ainda, vendo o quão miserável e aproveitador ele era.
—E que olhar é esse de boba, garota? Ali está nossa cama, a partir de hoje vai ser nosso ninho de amor, hehehe. Vamos, tira essa roupinha e deita, tô esperando esse momento há mais de um mês, hahahaha!!
A garota, criando coragem e tentando não fazer escândalo por respeito àquela pobre mulher, respirou fundo e tentou fazer aquele velho maluco entrar na razão, já que ele ousava tomar decisões por ela.
—Seu Seve... por favor... já chegaaa... —atreveu-se a dizer erradamente Cielo Riveros, achando que talvez o tarado do sogro pudesse pensar com um pouco de juízo. —Eu não vou deitar com o senhor... Rodrigo é meu namorado, e o se...
O velhote cortou ela na hora. Agora sim, já estava puto com a atitude pouco cooperativa daquela gostosa. Então, sem se importar que a porta do quarto estivesse escancarada e com a presença da esposa bem perto, ele ia tratar de deixar bem claro pra aquela garota qual era o lugar dela naquela casa. Mas primeiro... ia começar como ele já desejava, então sem medir as consequências decidiu que simplesmente ia estuprá-la. Junto com isso, começou a gritar seus propósitos indecentes enquanto tirava a roupa. Cielo Riveros ficou aterrorizada:
— Claro que vai fazer, sua putaaaaa, e vai fazer porque a partir de hoje eu sou o único macho da sua vida… hahaha!! Você vai ser minha mulherrrr…!! minha fêmeaaaa…!!! minha putaaaa…!!!! — com essa última frase, o velhote abriu a própria camisa com força, escancarada, sem nem desabotoar os botões, que voaram longe em direções diferentes. — Amanhã mesmo quero que você mande o cock pro seu namoradinho e diga que você é mulher demais pra um pobre viadinho como ele… hahaha…!!!! — Vou te estuprar, sua putinhhaaaa…!!! — Vou meter o cock em todos os seus buraquinhosss… você vai verrrrrrr…!!!! — O garanhão italiano, já com a barriga peluda enorme de fora e depois de desafivelar o cinto, começou a abaixar o zíper da calça para tirá-la, enquanto continuava gritando: — Vou te dar cock até você desmaiar, aí vou enfiar todo o meu ranho bem fundo na sua puta, te engravidando uma e outra vez… — Cielo Riveros, horrorizada e enojada ao máximo, via agora o mastodonte obeso começando a tirar a cueca na frente dela, sem dar trégua no bombardeio de putaria. — Você vai me dar pelo menos uns 5 moleques… Vou meter isso até nas suas orelhas, hahaha!!!! — dizia ele, balançando a ferramenta ereta diante da jovem atordoada, que estava paralisada e sem saber o que fazer diante da situação insana que vivia. Cielo Riveros ainda via o velho se masturbando da forma mais sem vergonha imaginável, e foi o velho enlouquecido que a fez voltar à realidade da forma mais assustadora que uma mulher pode experimentar nessas circunstâncias:
— Ouviu, sua puta nojenta???!!!! — dizendo isso, ele se jogou rapidamente sobre ela e, num único movimento, a imobilizou ela por trás, passando o braço no pescoço dela e começando ele mesmo a tirar a roupa dela.
— Não, seu Seveee…!!! o que cê tá fazendo…!!! — era o que a menina conseguia dizer com as duas mãozinhas no braço que a imobilizava, os olhinhos dela estavam bem fechados e ela sentia o ar começando a faltar nos pulmões.
— O que eu tô fazendo…!? Tô te pelando pra depois te estuprar, pra ver se você perde a vontade de ficar enchendo o saco de novo, hahahaha…!!!
— Não, seu Seveeee…!! não me estupraaaa…!! sua esposa tá aíiiii…!!! — era o que ela mal conseguia falar.
A menina não tava consciente do que dizia, ou seja, qualquer um de nós entenderia perfeitamente que, na cabeça dela, seu Seve podia estuprá-la se estivessem sozinhos, mas vamos entender a situação difícil que a colegial tava passando, obviamente os neurônios dela estavam mais que bagunçados.
— Vou te estuprar sim, sua piranhaaa…!!! mas isso vai ser só no começo…!!! depois que eu enfiar meu cock dentro da sua pussy, por razões óbvias, vai ser você mesma que vai começar a rebolar com essa pussy enfiada nele… já vai ver, hahahaha… ou será que já esqueceu como foi gostoso da outra vez…?, hahahaha…!!!
Cielo Riveros
— Nãããoooo…!!! O senhor me estuprouuu…!!! O senhor me estuprouuuuuu…!!!! — dentro do desespero dela, a mamasota aterrorizada percebia que o velho já tava quase gritando pros quatro ventos que eles já tinham transado, então ela tratava de fazer com que a dona Maria ficasse sabendo que o que rolou entre eles foi produto de um estupro, pra evitar que a sogra pensasse mal dela, lembrando que a menina se importa muito em proteger a reputação dela.
A dona Maria, por sua vez, que inevitavelmente tinha ouvido da cozinha tudo que rolava no próprio quarto de casal dela, de repente caiu na real de que entre eles tinha rolado alguma coisa, pelo que ela mesma ouvia, mas nunca imaginou que o animal do marido dela teria sido capaz de ousar estuprar a jovem noiva do o filho dela, então criando coragem, se propôs a ir novamente socorrer a pobre novinha antes que ela fosse estuprada de novo.
— Severianoooo…!!! já larga ela…!!! — a dona com as mãos cheias de espuma de detergente e com um prato pela metade lavado, da porta do quarto, via a cena cruel de observar o marido completamente pelado enquanto segurava a garota imobilizada pelo pescoço por trás, a imagem era de louco.
Seu Severiano, que tava sob efeito do álcool por ter bebido a garrafa de vinho sozinho, com cara de neurótico e maldade, virou a cara pra onde a esposa tava pra ameaçar ela de novo de forma bestial:
— Cala a boca, desgraçadaaaaaa!!!! E vai pra outra parte onde não incomoda…!!!!, e nem pense em chamar a polícia ou avisar os vizinhos porque você já sabe o que vai acontecer além de eu te encher de porrada… hahahaha…!!!!
A pobre velha, só de ver a cara de desequilibrado do marido, soube que ele não ia soltar a jovem, então teve que se retirar intimidada de novo, agora pro sofá, onde sem saber o que fazer, simplesmente começou a chorar pelo que tava rolando no que era supostamente o lar dela. Ela sabia o que ia acontecer se intercedesse pela menina, as consequências cairiam no filho dela, pensava entre soluços e com as duas mãos cheias de espuma no rosto, o prato tava no chão.
Enquanto isso, no quarto que continuava com a porta totalmente aberta, o velho com só três puxões arrancou a saia da novinha apavorada pra automaticamente jogar ela na cama. Cielo Riveros rapidamente se deslizou pro encosto da cama, ficando meio deitada e com as duas coxas bem juntas e dobradas como se tivesse protegendo aquela parte do corpo que tavam prestes a invadir de novo.
O velho olhava pra ela com o olhar ardente e cheio de desejo, sem acreditar nem ele mesmo que já quase tinha ela pronta, os olhos vermelhos dele praticamente já devoravam ela, chamando muita atenção o quanto ela era gostosa. que se via a mamasota só de calcinha branca, com a blusa justinha que fazia aqueles peitões enormes dela saltarem aos olhos, e ainda calçando seus tênis de salto, a menina tinha escolhido sabendo que com eles a figura dela ficava ainda mais imponente do que já era, conforme ensinado pela Cláudia uns dois anos atrás.
Na posição descrita, Cielo Riveros só se protegia, cobrindo os peitos com um braço e a bucetinha com a outra mão, já quase se entregando ao seu triste e injusto destino, se perguntando de novo por que essas coisas aconteciam com ela, se ela fazia todas as tarefas e estudava muito, além de que, desde pequenininha, sempre tentava se comportar bem com todo mundo, enquanto o exaltado e tarado do seu Severiano, peladão como estava e pouco se fodendo pro bom comportamento daquela garota, não parava de bater uma punheta desenfreada no pau, olhando pra ela e percorrendo cada centímetro do corpo dela, uma e outra vez.
— Jejeje!! Você tá uma delícia assim, sua piranha gostosa, mas já tá na hora de a gente começar a se divertir de verdade, não acha?
Cielo Riveros, que não conseguia pensar direito ao saber que a porta do quarto onde iam estuprá-la estava aberta e que a sogra talvez ouvisse tudo, só balançou a cabeça negando da cama, olhando de esguelha pra ele, com a cara de quem ia desabar no choro a qualquer momento. O velho continuou com suas intenções nojentas:
— Já te falei, sua putinha, hoje à noite você vai ser minha mulher de verdade, vamos fazer como marido e mulher de verdade, então, por favor… vou falar só uma vez: tira a calcinha e libera esses peitões… agoraaaaaaaa…!!!
A colegial ficou olhando diretamente pra cara nojenta dele, apavorada com o que aquele homem vil e depravado, que não tinha respeito pela própria casa nem pela família, tava propondo. Via ele, enorme, obeso e peludo, com os pelos grisalhos e emaranhados do peito… e os ombros dele tavam sebosos, então ela se perguntava como tinha sido capaz de confessar pra Cláudia que aquele espantalho disforme tava entre os favoritos na hora de transar com alguém, e pra completar ainda falar que o pau dele era um dos melhores que ela já tinha provado, tudo por culpa do corpo dela que, quando fazia ela se sentir gostosa, empurrava ela a fazer e falar todo tipo de putaria.
O negócio é que naquele momento, vendo ele de outra perspectiva, pra agora sensata garota, aquele velho era o mais nojento e detestável possível, e o que ele pretendia fazer agora na mesma casa onde morava o amado dela e bem na cara da sogra era tão abominável quanto desesperador, o que fez ela se levantar rapidamente da cama e tentar de novo, de forma altiva, não deixar que fizessem isso com ela outra vez:
— Seu Severiano…! Agora sim que eu não vou fazer isso com o senhor! — disse ela, toda corajosa e cheia de arrogância.
O velho ficou olhando pra ela fascinado, nem tinha prestado atenção no que a garota dizia com aquela arrogância irritada, só se deliciava com aquela imagem celestial que tinha diante do olhar nojento dele, aquelas pernudas formidáveis e bem proporcionadas em relação ao resto do corpo deixavam ele louco, a blusinha branca um pouco levantada mostrando o umbiguinho dela e um pouco mais, com aqueles peitões que subiam e desciam por causa da respiração agitada da garota, sem falar que, ainda de sapato de salto, faziam aquele corpo parecer ainda mais estiloso do que já era naturalmente.
Nisso, aos poucos ele se tocou das últimas palavras que a menina tinha dito.
— Kkkk!! Então você não quer fazer? — disse ele de repente, rindo, o mamute italiano pelado. — Ué…! Isso a gente vai ver agora mesmo!!, já vai ver se a gente vai fazer ou não…!!
Cielo Riveros viu ele abrir um armário antigo com desenhos ultrapassados, de onde tirou de dentro um cinto grosso de couro, e depois viu ele vir na direção dela com a vara mais dura que o normal. Antes, caindo na real que por besta, naquele exato momento iam encher ela de porrada, e além disso, só de ver a cara sinistra e bochechuda dele com as sobrancelhas franzidas como se estivesse puto pra caralho, ela se arrependeu do que tinha dito. De novo, a vontade de mijar atacou o estômago dela por causa do que com toda certeza ia rolar.
A colegial, mal viu o cinto vindo na direção dela pelos ares, só conseguiu se cobrir desesperadamente o rosto, sentindo o primeiro chicote nos ombros e nas costas. Não soube em que momento se viu encurralada e agachada contra o muro pra receber o mesmo tratamento mais duas vezes, até que de repente se sentiu puxada com força pelos cabelos, obrigada a se levantar. A menina tava sendo sacudida igualzinho uma boneca de pano, enquanto o aproveitador do Severiano não perdeu tempo em deixar ela pelada.
O mais fácil foram as calcinhas brancas dela, que o velhote, pegando primeiro de um lado do quadril, puxou até a metade de uma das coxas, depois o outro lado, mesma operação, até que em três ziguezagues de cada lado do corpo curvilíneo, foi a própria garota que, por reflexo, acabou tirando elas com os pés ainda calçados. Preferia ficar nua a continuar apanhando.
Depois foi a vez da blusa branca dela, onde agora a menina, bem cooperativa, levantou os braços pra que o Seve não tivesse tanto trabalho pra tirar. Pra finalizar, ela mesma, com as duas mãos trêmulas, levou o sutiã pra trás das costas e terminou tirando, deixando cair ali mesmo onde tava parada, como se mostrasse pro seu Sevito que agora sim ela ia se comportar.
Por sua vez, o velho Severiano, que tinha se excitado ainda mais só pelo fato de ter batido nela, também tava completamente fora de si. De novo, pegou ela com violência pelos cabelos, colocando ela de frente pra ele, nua do jeito que tava, pra depois avisar:
— E isso é pra você nunca mais esquecer quem manda. Esse que manda nessa casa aqui...!!! -nisso, o velho puto tomou impulso e...
--Plaffffffff...!!! -retumbou a porrada mais forte que a mina já tinha levado desde que os velhos comiam ela, que fez ela cair no assoalho de madeira do quarto que ainda cheirava a cera. (Já que a dona Maria encerava todo dia.)
Cielo Riveros, pelada e jogada no chão, não acreditava que o padrasto do Rodrigo tava batendo nela. A mina tava com o torso meio curvado e os dois antebraços apoiados nas tábuas de madeira, o cabelo preto sedoso cobrindo a carinha toda. E mesmo apavorada com aquele tratamento, ela ainda não tava chorando.
O impiedoso Severiano, que não tinha certeza se queria continuar batendo ou comer ela de uma vez por todas, só de olhar aquele corpo jovem e esbelto de deusa pelada, escolheu a segunda opção. Claro que se ela fizesse escândalo de novo, não ia ter jeito senão voltar pra primeira (cê entendeu, né?).
--Agora vou te ensinar a se comportar como minha mulher, sua putinha de merda...!! Ou você quer que eu continue batendo, sua cadela nojenta...??!! -falou finalmente o velho enfurecido, que já começava a se masturbar a rola como se tivesse se dando força pra penetração que já tava chegando.
--Nãoooo, seu Severianoooo...!! Pelo amor de Deus, não me bate mais...!! -a vozinha dela era chorosa.
A mina, só de imaginar aquele cinto grosso de couro rasgando a carne da bunda dela, tava prestes a desatar a chorar de medo ali mesmo, jogada no chão e ainda com os saltozinhos dela.
--Ok, se é assim, me prova com um boquete bem dado, e bota muita vontade, porque senão você já sabe o que vai acontecer -o velho falou isso por último, se posicionando bem na frente onde a garota tava caída, além de puxar ela bruscamente pelos cabelos pra deixar ela de joelhos na frente dele.
Cielo Riveros não queria por nada nesse mundo chupar a rola do seu Severiano, mas estranhamente também não queria que ele batesse nela de novo. na frente da sogra dela, ela tinha que tomar uma decisão rápida. A situação dela era tão confusa que nem ela mesma sabia quando foi que, com os olhinhos cheios de lágrimas, começou a passar a mão no rosto pra tirar os cabelos que cobriam ele, e com muito pesar, com a outra mão, pegou a pica que agora mandavam ela chupar.
E lá estava de novo a nossa gostosona da mãe, ajoelhada e pelada diante da imagem grotesca do velho Severiano, que olhava pra baixo esperando ela começar a ação de chupar.
Por parte dela, a novinha, apesar do nojo profundo que sentia agora daquela ferramenta nojenta de carne, ao ver ela toda oleosa e com veias inflamadas coloridas que pulsavam de cima pra baixo por causa da excitação do dono, e que na base dela tinha uma selva espessa de pelos grossos e pretos, contra a vontade dela foi abrindo a boquinha inocente e fresca.
Cielo Riveros foi enfiando ela devagar, quase até a metade do comprimento, e assim, com o rostinho bonito se desfigurando devagar pelo choro, começou a meter ela na boca, como foi dito antes, enquanto lágrimas grossas de dor e tristeza da alma rolavam pelas bochechas dela, a única preocupação dela, mesmo chorando, era deixar o sogro contente.
Dom Severiano, ao sentir a pica sendo deliciosamente comprimida pela boca doce e fresca da Evelin, se sentiu no sétimo céu, era a primeira vez na vida dele que uma mina tão gostosa como a Cielo Riveros chupava ele chorando, isso deixou ele louco de tesão, mas que boca deliciosa e língua a garota tinha, ele pensava enquanto olhava a chorona Cielo Riveros continuar chupando ele.
E claro, a novinha, ao chorar, sem querer querendo, envolvia com a língua uma grande parte do tronco e toda a cabeça da pica, fazendo com que o Seve quase enlouquecesse de tesão, já que o velho tinha esperado tanto pra sentir de novo as delícias que qualquer parte do corpo daquela mulher tão especial provocava. Chamaca, então, sem esperar mais e sem se importar com os gemidos abafados da menina enquanto ela choramingava com o pau na boca, agarrou ela firmemente pelos cabelos e começou ele mesmo a comandar o trabalho de chupação, movendo aceleradamente com suas duas mãos peludas a cabeça de Cielo Riveros, bem como se estivesse metendo na boca dela. Cielo Riveros aguentava a foda bucal com firmeza, era muita carne de pau que enfiavam e tiravam lá dentro da boca dela, então já estava babando uma quantidade enorme de saliva, que escorria pelos cantos dos lábios e caía em grossos gotões pelo queixo até chegar nos peitos, os olhos dela estavam nublados de lágrimas que não eram só do choro, mas a maioria era por falta de ar e pela grande pressão do pau que comprimia com ar os órgãos oculares dela, os olhinhos da chamaca aumentavam e diminuíam a cada investida de carne de pau que enfiavam violentamente na boca dela. Lá fora do quarto, e ainda sentada na sala de estar, a dona Maria, à beira da loucura, ficou ouvindo o pedido degenerado que o marido fazia pra menina que ele conseguiu levar pro quarto, e agora era testemunha auditiva dos imundos gemidos de prazer que ele soltava e dos escandalosos sons bucais que Cielo Riveros fazia, com toda certeza chupando à força o pau do marido enquanto chorava abafado. Enquanto isso, dentro do quarto, Cielo Riveros já estava toda engasgada, o velho perfurava a boca dela até além da garganta. Das narinas dela saíam expelidos os líquidos pré-seminais transparentes que o dom Severiano soltava pelo pau e que vinham dos dois grandes testículos. O odioso e tarado sogro de Cielo Riveros, alheio a tudo isso, só gozava metendo na boca dela com os olhos fechados e com a boca nojenta aberta, o bigode grosso tremelicando por causa das caretas de prazer. que inconscientemente fazia.
—Que gostoso é te comer pela boca, putaaaaa…!! —dizia o velho excitado, agora olhando para baixo e sem parar de mover a cabeça da vítima de forma violenta e acelerada, nem se importava que a esposa estava ouvindo tudo do outro lado da parede.
A menina, por sua vez, aguentava a cachorra oral bestial que estava levando da melhor forma que podia, sem sequer ousar pensar no que a sogra poderia estar pensando sobre o que ela estava fazendo com o marido dela.
Cada um nas suas próprias ideias, de repente seu Seve tirou o pau da boca dela de uma vez, deixando Cielo Riveros ajoelhada, com dois grossos e escandalosos fios de baba misturada com sêmen pendurados nas narinas, e outros ainda mais abundantes escorrendo devagar pelo queixo, pelos peitos e pela barriga.
Estando nesse estado tão indecente, a menina, de novo e de surpresa, sentiu que o quase sogro a agarrava violentamente pelo braço, colocando-a de pé para, mais uma vez, se posicionar atrás dela, encaixando a rola ereta bem no meio daquelas nádegas lisas e empinadas que ela tinha, sentindo ao lado do ouvido a voz desesperada e quente dele, que dizia:
—Bem, garota de rabão grande, agora vamos trepar na minha cama de casal, e não quero alvoroço da sua parte nem nada parecido, só vai se deitar de costas e abrir as pernas… eu cuido do resto… vamos esperar seu namorado comendo a noite toda, jejejej, não é maravilhoso o que pensei pra esperar aquele putinho? —Seu Seve, enquanto dizia essas barbaridades pra jovem vítima, apalpava ela toda, rapidamente se encarregou de espalhar por todo o corpo dela os líquidos que encharcavam Cielo Riveros. Fez isso com os do rostinho, continuou com os que banhavam os peitões brilhantes e durinhos, mexendo-os em círculos e pra todos os lados, eles estavam bem escorregadios.
Cielo Riveros, que mal se recuperava do tratamento selvagem anterior, ouvia as atrocidades que o sogro ia dizendo enquanto a apalpava, até que de novo sentiu que a empurravam violentamente, caindo de costas na cama, ficando exatamente como dom Severiano queria. Foi aí que Cielo Riveros soube que não teria mais escapatória, o quase sogro ia comer ela, e esse maluco mental estava se encarregando de deixar bem claro.
— Então, gatinha — dizia o velhote enquanto se ajoelhava na cama, se posicionando aos pés da garota —, agora quero que assim que eu meter a pica, você comece a foder como uma puta no cio, e também quero que você se esforce pra caralho e me faça sentir gostoso, porque se eu ver que você não faz, juro que te levo toda pelada até a mesma farmácia onde o viadinho que você tem como namorado tá trabalhando e te como bem na frente dele, jogada na calçada, hahahaha, tá claro, putinha…!!!???
Cielo Riveros, que ficou quase em estado de choque ao se imaginar sendo estuprada pelo quase sogro, jogada na mesma calçada onde ficava a farmácia em que o namorado trabalhava, não teve outra opção senão balançar a carinha afirmativamente. Claramente, ela estava admitindo ao velhote que ia fazer ele se sentir gostoso como ele exigia.
— Fala alto, vagabunda…!!! Quero ouvir da sua própria boca…!!! Pra não sobrar dúvida do que vamos fazer aqui na cama, senão pode dar margem a mal-entendidos, hahahaha…!!!! — zombava o sinistro quase sogro, olhando para a porta completamente aberta do quarto de casal.
— Sim, dom Severianoooo…!!! Eu não quero que o senhor me estupre na rua e na frente do Rodrigooo, snifff!!! Por favor, vou fazer tudo o que o senhor quiser!!! Mas não faça isso na frente do Rodrigoooo…!!! snifff…!!! Snifff…!!! Buaaaaa!!! Buaaaaaa…!!! Sniffff…!!! Snifffff…!!! — chorava desconsoladamente a garota, sabendo que a pobrezinha da sogra estava ouvindo tudo o que ela dizia. --Hahahahahaha!! Assim tá melhor, lindura. Lembra do que te falei antes? A partir de hoje, você é a mulher desta casa, ou seja, MINHA MULHERRRR!!, minha fêmeaaa!! Vou te engravidar, sua putinhaaaa!! Você vai ser só minha…!!! Já vai ver…!!! Vou te comer todas as vezes que eu quiser, hahahahaha!!
Dom Severiano ainda não conseguia acreditar. Naquela mesma manhã, nem imaginava como o dia terminaria. Finalmente, ia acolher de novo aquela criatura linda, de medidas anatômicas suculentas, que seu enteado tinha trazido estupidamente pra casa.
Enquanto o velho excitado, com suas mãos peludas, abria de par em par aquelas duas pernonas de pele lisa e brilhante, ele se entregava a admirar e se embriagar naquelas curvas endemoniadas e diabólicas de mulher que quase o enlouqueceram no dia em que a viu entrar pela primeira vez em sua casa, de mãos dadas com o idiota do Rodrigo.
Agora, seu olhar ardente estava fixo naquela preciosa e tenra fresta de carne, mal sombreada pelos poucos pelinhos pretos que a guria tinha naquela parte do corpo. O velhote já se preparava para tomar o que a jovem possuía no meio das pernas e que, obrigatoriamente, estava lhe mostrando cruamente naqueles momentos delirantes.
A garota, quase enlouquecida, viu e sentiu o velho Severiano se jogar sobre seu corpo para novamente fazer dela sua mulher, como tanto repetira durante aquela tarde e início da noite. A cada movimento que Dom Seve fazia para se acomodar em cima dela, a cama rangia escandalosamente. A guria, mais uma vez com o rostinho banhado em lágrimas, só aguentava o peso daquele corpo obeso, olhando para a porta aberta.
--Já já, garota, estamos a minutos de você se entregar pra mim. Vamos começar com uns beijinhos gostosos daqueles que você sabe dar -- dizia o tal Satanás, enquanto apertava os peitos macios dela contra seu peito peludo, abraçando-a por baixo dos ombros e buscando com seu focinho fedendo a vinho barato os lábios vermelhos dela. Fechados.
A dona Maria tinha ouvido tudo, desde o boquete forçado até a proposta indecente que o marido fez praquela pobre novinha que tava se sacrificando sexualmente pra que o besta do marido não humilhasse o filho dela como tinha ameaçado. A boa senhora pensava e tinha certeza de que a gostosa namorada do filho era tão vítima do Severiano quanto ela e o filho.
Voltando ao quarto do casal, Céu Riveros não sabia o que fazer. Seu Severiano só se preocupava em apertar o pau contra a pélvis quase depilada dela, enquanto tentava enfiar a língua entre os lábios vermelhos e apertados que ela se recusava a abrir. A novinha tava longe de querer se entregar de boa pro quase sogro.
Vendo que a garota tava disposta a deixar rolar, mesmo se recusando a beijá-lo, seu Severiano decidiu que já era hora de possuí-la. E, por ele, já queria meter tudo que pudesse. A novinha, namorada do enteado, deixava ele louco desde que a conheceu.
De repente, o velho sentiu uma necessidade animal instintiva de comer ela de qualquer jeito. Tava vidrado num universo de desejos safados, então, sem esperar mais nada, enfiou a mão entre os dois corpos, pegou o pau e posicionou a cabeça descoberta bem na entrada daquela buceta esplendorosa. Mas a novinha assustada, se adiantando pra não ser penetrada, tentou cruzar as pernudas instintivamente. O velho, sem dar opção, abriu elas de novo rápido, empurrando o apêndice e enfiando a ponta da vara no começo daquele refúgio gostoso tão desejado, pra depois avisar, com a cara quase colada na dela:
— Agora vou te foder, piranhaaa...! Então, quando receber, aguenta do melhor jeito que puderrr...!!! — disse o homem odioso, enquanto se ajeitava de novo sobre as coxas abertas dela.
A escandalizada Céu Riveros ouvia, quase sem conseguir respirar por causa do peso do velho tremendo. Suas mãozinhas nervosas se agarravam nos lençóis da cama e, às vezes, pousavam nas laterais da barriga enorme e mole que a comprimia contra o colchão. Com repulsa, ela via as bochechas do rosto dele a centímetros dos seus olhos, e também a quantidade de suor escorrendo pelo pescoço daquele porco, que já estava a segundos de estuprá-la.
Cielo Riveros, sentindo que seu Seve já começava a pressionar o pau dele para meter, começou a chorar de medo, de raiva e de impotência por tudo que estava acontecendo. O quase sogro dela ia foder ela de novo, simplesmente porque ele tinha decidido.
E assim, com as pernas lindas bem abertas e aquele animal em cima dela, ele não esperou mais nada e empurrou com uma força descomunal para dentro da buceta da colegial decepcionada, que percebia que estavam metendo nela à força de novo, sem que ela conseguisse evitar.
Cielo Riveros — Ahhhhhhh…!!!!, Nãooooo…!!!, por… fa…vorrrrrr!!!!, Seu Seveeee…!!!! não faz isso comigo!!!! — foi tudo que ela conseguiu gritar, mas já era tarde. O quase sogro estava totalmente enfiado nela, olhando com cara de prazer raivoso.
— Arggghhh…!!!, não lembrava como sua buceta era apertada, sua vadiazinha nojenta!!!! — foi a primeira coisa que seu Seve disse, bem em cima da carinha dela, por onde agora caíam lágrimas ainda mais abundantes do que antes, enquanto ele dava outra estocada bestial de pau para que ela não esquecesse que era ele quem estava comendo ela de novo.
Cielo Riveros também chorava pela dor intensa na buceta dela. O velho era um animal, tinha metido sem nem lubrificar antes, sem nem cuspir na xota antes de enfiar. Os rios de lágrimas brotavam dos olhos verdes lindos dela, molhando o rostinho todo.
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