Minhas aventuras sexuais com coroas - Cielo Yamile




Minhas aventuras sexuais com coroas - Cielo YamileCielo Riveros tinha ficado exausta depois da gozada deliciosa que tinha dado graças à amiga, mas essa última, depois de ter engolido tudo o que a companheira soltou, ainda tava com muita vontade de continuar. A loira sabia, sem dúvida nenhuma, que tinham a noite toda pra continuar se divertindo. Então, deixando um tempinho pra menina se recuperar, prendeu os cabelos loiros com um prendedor pequeno, deixando o rosto todo limpo, e depois se distraiu olhando a buceta bem de perto. Fez isso por uns três minutos pelo menos, até decidir que não podia deixar a Cielo Riveros perder o tesão assim tão fácil. Devagar, começou a subir na cama pra se posicionar agora totalmente nua, bem colada no corpo da colegial, amassando os peitos dourados e cônicos dela com os da amiga ardente, que eram bem maiores e mais redondos que os seus. Claudia começou de novo a lamber o pescoço dela e a esfregar com força o par de peitões.

A estudante gostosa lambia o pescoço, o rosto, o nariz, a orelha, pra depois as duas começarem a se beijar na boca com uma paixão intensa. A loira percebia que a amiga também tava pronta pra ir pra guerra de novo, porque a linguinha dela sincronizava perfeitamente com a sua.

As duas gatinhas, sempre se beijando na boca, deitadas de lado na cama e de frente uma pra outra, sentiram que as bucetas já estavam se roçando. Então, instintivamente, começaram a empurrar os quadris pra fazer as fendas femininas se esfregarem abertamente. Depois de alguns minutos nisso, na mesma posição, o par de meninas se remexia, investindo uma contra a outra, tudo isso entre beijos molhados e caras de tesão que eram de filmar. Mas dessa vez foi a Cielo Riveros que, querendo também ser ela a aproveitar o corpo dourado da Claudia, com movimentos bem femininos e delicados, sempre... Meneando a bunda fez com que elas se virassem na cama, agora era ela quem montava o corpo da loira.
Claudia, por sua vez e por reflexo, abriu suas belas coxas como se fosse ser penetrada por um pau, só que agora era a buceta da amiga que se acomodava sobre a dela. E no momento em que os pretinhos pentelhos de Cielo Riveros se juntaram e se enroscaram nos dourados pentelhos de Claudia, a antes tímida e recatada garota começou a se mexer como se estivesse metendo algo na amiga. Esta última só fechou os olhos e começou a rebolar, buscando a sincronia perfeita com os movimentos da coleguinha, enquanto agarrava e apertava os peitões dela, lambendo e chupando.
Ou seja, por mais difícil que seja de acreditar, agora era a nossa doce Cielo Riveros quem estava claramente comendo Claudia. As batidas do encosto da cama da loira contra a parede provavam isso: eram aceleradas e fortes. Toc…!!! Toc…!!! Toc!!! Toc!!!, ouvidas por causa dos empurrões firmes que a garota dava na amiga, misturados com gemidos ardentes de fêmeas no cio.
Os dois corpos brilhavam de suor. De vez em quando, era a loira quem montava no corpo de Cielo Riveros para dar o mesmo tratamento descrito antes. Elas também fizeram um delicioso 69, onde ficaram chupando a pussy uma da outra por pelo menos uns 40 minutos. E depois disso, ambas estavam de pernas cruzadas, com as bucetas bem coladas uma na outra, mexendo e esfregando ondulantemente, igualzinho na noite em que foram forçadas pelos velhos. Foi Claudia quem começou a temperar ainda mais aquela linda tesoura feminina que estavam fazendo:
— E… Isso… isso é m… ma… maravilhoso, Cielo Riveros…!!, nunca pensei que a gente fosse fazer de novo tão g… go… gostosoooo… te g… gus… gustaaaa…!!!???, - perguntou a loirinha gostosa pra amiga enquanto esfregava a buceta nela, com uma das pernas cruzadas por baixo da coxa da Cielo Riveros, que tava completamente aberta e dobrada sobre a cama, e se agarrando com os dois braços na outra coxa da mina. Essa outra coxa da Cielo Riveros tava levantada na vertical, com a panturrilha descansando no ombro macio da Claudia.

A mina ouviu a pergunta da loira enquanto tava de costas na cama, com os dois braços esticados pros lados como se tivesse crucificada ali. Os peitões dela se mexiam em círculos, bem gostoso, por causa dos movimentos dos dois corpos, já que ela também tava se remexendo e esfregando a buceta contra a da Claudia, ao mesmo tempo que sentia na pélvis a força da amiga esfregando nela também. Na coxa levantada, sentia a amiga jovem se agarrando com mais força na hora que metia a buceta nela, admitindo pra si mesma que fazer coisas de menina com a loira agora também tava adorando. Então, sem dúvida nenhuma, deu a resposta:

Cielo Riveros — Siiiiiii…! Ahhhhh…!! Adoro, Clauuuuu…!!! Adoro fazer coisas de menina com você…!!! Ohhh…!!! Que de… delíciaaaa…!!! Que delíciaaaa… que isso é gostosoooo…!!! - admitiu, rebolando a buceta e com os olhinhos semi-cerrados, sempre olhando pra ela daquela posição, com a carinha branca cheia de tons rosados. Dava pra entender que naqueles momentos o tesão tava saindo até pelos poros da nossa tremenda gatinha de olhos verdes.

Mas não era só isso que a loira queria saber, além de querer deixar ainda mais gostosa a esfregação que tava rolando com a melhor amiga:

— Ahhhh Cielo Riveros…!! Queria saber…!!! Mmmmm…!!! Queria saber… qual de todas as pirocas que você já comeu foi a que você mais gostou…!!?? - perguntou a Claudia pra Cielo Riveros, como se entre elas já não existisse nenhum assunto proibido. E era assim mesmo. segundo a resposta da lasciva novinha.
—De todas as que eu comiiii…!? —perguntava agora Cielo Riveros com a mesma expressão no rosto já descrita.
—Sim, amiga…!!! De todas as que você comeuuuu…!!!! —o estômago da loira se revirava, nervoso e gostoso, ao perceber que a amiga estava pronta pra começar outra conversa cheia de putaria, enquanto esfregavam as xerecas uma na outra. Por isso, ela começou a esfregar a sua com ainda mais frenesi, já que assim conseguiria respostas melhores, pensava a aproveitadora. Enquanto isso, Cielo Riveros já começava a tirá-la da dúvida morbidosa:
—Eu gostei de t… to… tod… todas as picas e de todos os tamanhos, todassssss…!!!
Essa resposta desconcertou a loira a tal ponto que ela já estava quase vomitando de tesão. Como assim a putinha da amiga santarrona gostava de todas as rolas que já tinha levado? Ela pensava que tinha sido a própria Cielo Riveros quem, momentos antes, tinha garantido que todas as fodas que os 7 famosos deram nela foram forçadas, e agora, bem soltinha, respondia que adorava todas aquelas picas.
—Todassss…!!!??? Você tá me dizendo que todassss…!!!??? —a loira agora se remexia mais freneticamente, fazendo com que sons aquosos das bucetas febris ecoassem escandalosamente pelo quarto inteiro.
Cielo Riveros:
—Siiiiim, Clauuuu…!!! T… to… todasssss…!!!! Eu gostei de todassssss…!!!! Ohhhhh…!!! Ohhhhh…!!! —agora era a garota quem também colaborava com a loira, mexendo a buceta na mesma velocidade que a loira mexia a dela. Seus olhos estavam bem fechados, sinal claro do empenho que a colegial colocava naquilo. As duas xerecas quase nem se separavam mais, só se comprimiam em círculos, e quando se afastavam, uma grande quantidade de sucos escorria pelas duas entrepernas, fazendo sons aquosos e escandalosos.
—Ah, de verdade, eu acredito em você, amiga…!!! Mas a essa altura você já deve ter suas favoritas… vamos, quais são as rolas que você mais gostou, quero saber o nome dos donos??? — Claudia se mexia e se acomodava naquela posição tesuda de tesoura sem parar de perguntar putarias pra amiga do peito, a excitação já quase tomava conta dela.
— Mmmmm…!!! Foram todas uma delíciassss…!!! P… pe… mas…
— Mas o quêêê!!!??? — a loira sentia que um orgasmo avassalador já vinha vindo, dava um tesão doido fazer coisas de garota com a Cielo Riveros, mas esse tesão multiplicava por cem só de estar novamente arrancando intimidades putas da mais quietinha das amigas.
— Mas a… acho… acho… acho que são duasssss…!!! — a colegial deu a resposta com os olhinhos fechados e molhando os lábios com a língua, pra depois confirmar: — Sim, são duas as que eu mais gostoooo…!!!!
— Duas…!!??? E quais são essas duassss!!!??? — Claudia também fechava os olhos com força, tentando segurar pra não gozar, porque a conversa já tava mais que quente.
Cielo Riveros, depois de se concentrar e passar a língua de novo por todo o contorno dos lábios, deu o veredito pra loira enlouquecida, sempre rebolando rapidinho a buceta, principalmente quando sentia que a loira encostava a dela na sua:
Cielo Riveros — A do seu P… Pe… Pedro…!!! E a do seu S… Se… verianooooo…!!!! — confirmou finalmente…
Claudia não queria acreditar, achava que não tinha errado muito ao pensar que a amiga mantinha algum tipo de relação com o mecânico nojento que trabalhava na feira, mas aquilo dela também transar com o quase sogro e ainda por cima ele ser dono de uma das rolas favoritas dela deixava a loira à beira do desmaio, além de estar respirando pela boca porque as narinas estavam entupidas de tanto que a respiração acelerada passava das necessidades do corpo, mesmo assim a hiperventilada e ao mesmo tempo ardente loira continuava com suas sacanagens:
--Ahhhh… que delícia amigaaa…!! Mas escolhe só umaaa…!!! o mais gostoso que você encontrarrr…!!!!
Cielo Riveros tentava escolher um, mas não conseguia, ela realmente gostava dos dois paus apontados pra ela, então resolveu afirmar o que estava dizendo:
--Eu gosto dos dois Clauuuuu…!!! Como você não entende…!!!!???? Melhor continua se mexendoooo…!!!!, --Você sempre quer saber tudoooo!!!!-, respondeu de um jeito irritantemente gostoso, agora a mina rebolava suas curvas de forma mais alucinante, o corpo dela estava banhado em suor, ela também sentia que as convulsões de prazer já ameaçavam tomar conta do seu sistema, tanto neuronal quanto hormonal.
--Ok… Ok… minha Cielo Riveros…!!!!, -a loira se conformando pela metade e já quase entregue ao orgasmo iminente que já ia fazê-la explodir, mesmo assim ouviu que a amiga de infância não tinha terminado a conversa, a amiga queria matá-la de tesão, pensou a loira.
--Além disssoo…!!!
--Além dissso o queeee…!!!!!?????, -bufou a loira antes de sucumbir à luxúria…
--O fuck you do Juannnnn…!!!!, -murmurou a amiga tímida agora com as duas mãozinhas apertadas nos lábios por causa do que estava prestes a confessar pra Claudia,
--Que que tem esse fuck you nojento…!?
--Cielo Riveros -Ele… é o que melhor me comeu por trásssss…!!!! Ahhhhhh…!!!! já não aguento mais Clauuuuuu…! Acho que vou gozar gostosoooo…!!!!!, -a mina já começava a levantar a cintura da cama uns bons centímetros, sempre esfregando a pussy de Claudia.
--Nãooooooo…!!! Não, vai não… Me dizeee…!!! você gostou que aquele fuck you de merda te comeu pelo cuzãooooo…!!!!!, -a gostosa se agarrava com força na coxa de Cielo Riveros, cuidando pra que as duas bucetas ficassem bem comprimidas, as duas garotas sentiam o ossinho da pélvis uma da outra naquela esfregação delirante, mesmo assim continuavam se mexendo firme com medo de bater uma. Enquanto isso, Cielo Riveros reafirmava pra Claudia com palavras cruas e do jeito mais explícito possível outra das suas intimidades mais secretas:
Cielo Riveros --Siiiiiiiiiiiiiiii…!!! de verdade…!!! Ele é o melhor que já me comeu pelo c…u…zuuuu…!!!!, foi tão brutoooo…!!! Tão animalllll…!!!! E é tão feiooooo e nojentoooo…!!!!, adoro que ele tenha sido o primeiro a me bater enquanto me arrebentavaaaaa…!!!!, -nossa menina agora tava solta mesmo, e era verdade, embora quase todos aqueles velhos nojentos com quem ela tinha transado já tinham comido ela de cu e batido nela, ela não conseguia deixar de sentir uma certa sensação no corpo pela cock do fuck you, e por aquela bestialidade com que ele enfiou no cu dela por uma tarde inteira enquanto estavam trancados no quartinho dela no porão da escola, aquilo tinha sido o mais secreto na mente dela, e agora ela também tava confidenciando pra amiga com quem se revirava nua na cama, do mesmo jeito que se revirava com os outros velhos.
Isso já foi demais pra quente da Claudia, que já tava num estado excitante de delírio sexual, os lábios rosados da buceta dela se separaram só milímetros dos da Evelin e de um jeito misterioso começaram a tremer e a fechar e abrir de leve até que a loira não aguentou mais e soltou uma forte chuva de sucos vaginais que banharam a buceta da amiga, na imaginação dela estavam as imagens nítidas de ver o corno do Juan batendo na amiga e depois vendo ele comendo ela de cu brutalmente:
--Ai… Cielo Riveros…!!!! Ai minha Cielo Riveros…!!!! tô gozandooooo…!!!! Acho que tô gozandooooo…!!!!! Ahhhhhhyyyyyyyy…!!!!! –foi o grito que ela soltou no momento em que largou o primeiro jato, --Você me fez gozar com suas putarias amigaaaaaa…!!!! Ahhhhh…!!!! Ufffffff…!!!! Mmmmmm…!!!!!, -gemia a loira ao mesmo tempo que abria as comportas dos líquidos femininos com que banhava a buceta da amiga e parte da barriga dela, Esses jatos gostosos de líquidos saíam espirrados em forma de leque, exatamente como se estivesse apagando o fogo que existia na buceta da Cielo Riveros. Enquanto isso, a mente da nossa colegial retraída também sucumbiu diante de tanta putaria desenfreada:

- Cielo Riveros: Ai sim…!! Siiiiiiiiiiiii…!!! Siiiiiiiiiiii…!!! Eu também, Clauuuuu…!!!! Eu também vou gozar junto com vocêeeee…!!!!!

No momento da explosão orgásmica e de sucos de todo tipo, as duas gatinhas endireitaram seus corpos pra ficar sentadas na cama, mas sempre com suas pernonas cruzadas e se mexendo como endemoniadas. As duas se abraçavam forte desde a maciez de suas bundas, se atraindo uma contra a outra, enquanto eram tomadas por cãibras gostosas que as faziam se contorcer inteiras, que nasciam das duas bucetas molhadas que se recusavam a se separar e parar de se chupar, e tudo isso ao som da trilha sonora de putarias que gritavam uma pra outra.

- Vamos gozar juntas então, amigaaa…!!!!! Guaaaaa…!!!!! Tô sentindo outra, Cielo Riveros…!!!! Tô sentindo outraaaaa…!!!!! Sinto que minha buceta tá se desfazendoaaaa…!!!!! – uivava a estudante loira enquanto continuava gozando. – Lá vou euuuuu… Ahhhhhhh…!!!!! Ohhhhh…!!!!! Gostosa minha Cielo Riveros……!!!!! Gozeiiiiiii…!!!!! Gozeiiiiiiiiiiiiii de novo…!!!!! Ahhhhhh…!!!!! Deussss…!!!!! Deusssssss…!!!

Enquanto isso, a quietinha Cielo Riveros também não ficava atrás com seu próprio arsenal de safadezas:

Cielo Riveros: – Ahhhhhh…!!!! Ohhhhh…!!!! Mfffssssssssss…!!!! Isso, Clauuuu…!!!! Me dá seus caldosss…!!!! Mija em mim inteira se assim você quisersss…!!!! Me banha com seu mijo quentessss…!!!!! Ohhhhhh… Clauuuuuu…!!!!! Aí vão os meus, Clauuuuuu… Tomaaaaa…!!!!! Tomaaaaaaaaaaaa!!!!! – gritava ela, empurrando bruscamente sua buceta, fazendo-a bater na da Cláudia, enquanto sentia que ela se derretia e se fundia com a carne quente da amiga, diante dos fluidos quentes que ela também ia soltando enquanto ambas... Gozaram.
Com seus torsos escorregadios bem colados um no outro e com as quatro peitudonas se esfregando entre si, buscando se ajeitar, as gostosas e safadas meninas não pararam de se mexer, se beijar e gozar, entregues apenas às ondas de arrepios que as invadiam.
Foram muitas e longas horas em que, na sala vazia da casa da Cláudia, ouviam-se nitidamente, vindos do quarto da filha do casal daquela casa, sons de gemidos de corpos se roçando, suspiros e sussurros femininos ofegantes, gritos de jovens fêmeas que gozavam uma e outra vez, além dos barulhentos e aquosos choques de certas partes do corpo que estavam encharcadas, pelo que se ouvia, já que parecia que a cada impacto, água saltava daquelas partes singulares, sem mencionar os longos minutos de batida acelerada da cabeceira da cama da loirinha contra a parede durante a noite e em curtos intervalos de tempo, como qualquer um teria ouvido se estivesse sentado num dos sofás da sala. Mesmo quando já clareava com os primeiros raios da manhã, vistos pelas janelas da casa, do quarto da Cláudia vinha de novo o gemido da cama e aquela batida escandalosa dela contra a parede; obviamente tinham começado a trepar de novo, e tudo isso ao som dos gemidos das duas meninas mais cobiçadas fisicamente tanto na escola em que estudavam quanto no bairro onde cada uma morava.

(No dia seguinte)

Nossa sortuda colegial acordou toda nua e dolorida na cama da amiga. Ao abrir seus olhos verdes, a primeira coisa que viu foi a Cláudia já vestida; a loira estava de minissaia e com uma blusa branca primaveril enquanto alisava seus cabelos loiros. Foi nesse momento que a estudante gostosa, ao virar o rosto, percebeu que sua amiga tímida também já tinha acordado.

— Oi, Céu Riveros… que tal dormiu…!? — perguntou, dando-lhe os Últimos retoques no cabelo dela e se olhando de diferentes posições no espelho.
A gatinha, só de sentir o corpo nu e grudento, somado à umidade que tinha na cama, rapidamente clareou a mente e vieram as imagens das longas e intensas horas de sexo lésbico que tinha tido com a amiga de infância durante a noite toda. Então, como um raio, pegou um dos lençóis que estavam caídos ao lado da cama e se cobriu até o pescoço. O pudor e a vergonha voltaram a dominar sua personalidade tímida.

— Claudiaaaa…! Ehhh… que horas são? — foi a única coisa que conseguiu perguntar, sem nem conseguir olhar no rosto da amiga.

— São meio-dia…! — respondeu a loira, super de boa.

— Quêeee…!? Mas como já é tão tarde…!? — automaticamente, a gatinha preocupada começou a procurar onde tinha ficado a roupa dela. Viu a calcinha vermelha toda destruída e jogada no chão.

— E o que mais você quer? — a voz da amiga de novo chamou a atenção dela. — Pô… eu acho cedo pra hora que a gente dormiu. Se você não lembra, já tava clareando quando a gente fez pela última vez… — disse Claudia, olhando pra ela com um sorriso malicioso e safado, enquanto virava o corpo pra ficar de frente pra cama, pra Cielo Riveros não ter dúvida do que ela tava falando. E completou: — Porque… você lembra do que a gente fez ontem à noite, né?

Cielo Riveros queria muito que os alienígenas chegassem e levassem ela pra galáxia mais distante possível, já que a amiga tava lembrando na cara dela que elas tinham “transado”. Até que, sabendo que não podia negar o óbvio, respondeu:

— Ai, Clauuu…! Sim…, eu lembro…! Ma… mas por favor, não começa de novo, né…!? Que me dá vergonha…!! Além do mais, isso não vai acontecer de novo entre a gente… — disse a menina toda envergonhada, olhando pra qualquer canto do quarto.

— Kkkk… é, claro…!!! — Claudia, enquanto respondia, guardava as chaves de casa e o celular dela. da bolsa dela dela.
—De verdade…!! Eu não queria fazer issoooo…!!!! Por favor, acredita em mim… jurooooo!!!! —continuava gritando a mamasota, que agora estava deitada de lado na cama, se cobrindo firme até a altura dos peitos.
A loira, que mais ou menos calculava que Evelin começaria com suas coisas, também fez questão de dar suas opiniões (claro que de forma amigável):
—Como também não queria fazer com seu bando de namorados, né, Cielo Riveros? —agora a atraente e toda produzida Claudia fechava sua bolsa e olhava para Evelin um pouco mais séria.
Nossa menina não sabia onde se enfiar, lembrava muito bem das revelações íntimas que tinha feito há apenas algumas horas.
—Eu não menti pra você, Claudia…! —exclamou de repente Cielo Riveros. —Já te expliquei que em certas ocasiões não sei o que acontece comigo… De verdade…!!! E o de ontem à noite… o de ontem à noite… não devia ter acontecidoooo…!!!
—Bom… se você diz… que assim seja, jijiji… como a senhora mandar, minha capitã!! Jijijiji…!!! —Claudia, que já estava em estado normal, não parava de se surpreender com a grande diferença entre aquela garotinha da mesma idade que estava agora na cama cobrindo o corpo de forma pudica; ela não tinha nada a ver com a outra amazona poderosa e luxuriosa que não se cansava de ter orgasmos e falar putaria pesada na hora de transar com quem tinha se enrolado a noite inteira. As duas eram a mesma, pensava a jovem loira, mas como estava apressada pra ir encontrar o namorado, deixou essas reflexões pra outro momento.
—Clauuuu… já para!!! e não me enche!!! Clau… pra onde você vai tão apressada…?! —Evelin, no meio da conversa, tinha percebido que a amiga estava saindo.
—Ok… não liga pra mim, Cielo Riveros… jiji, Ahhhhh…! Claro… eu tô saindo agora, então se você quiser…
—Tá saindo…? e pra onde…? —cortou a menina, estranhando, já que ainda estava nua e na cama da amiga.
—Vou encontrar meu namorado, me Ligou meio desesperado pra me convidar pra casa dos pais dele, sei lá… um tio tá fazendo aniversário e essas coisas chatas pra que ele me convida…
—Entendo, me espera… e a gente vai junto… —a guria na hora sentou na cama, sempre escondendo os encantos com o lençol da Cláudia.
—Não, amiga, já tô bem atrasada, meus pais não chegam até a tarde, então toma um banho sossegada… Ahhhh…! Esqueci… na geladeira tem leite e sanduíches, tchau, minha Céu Riveros, e manda um abraço pro seu Rodrigo, kkkk…
Sem mais, a loira sumiu diante do olhar outra vez exaltado da guria ao lembrar de repente que tinha falhado de novo com o amado Rodrigo.
Nossa menina, assim que ficou sozinha, tomou um banho demorado no banheiro da amiga, não entendia por quê, mas estranhamente enquanto ensaboava o corpo não sentia culpa pelo que tinha rolado com a Cláudia, então resolveu pensar no que diria pro amado Rodrigo, já que ele ia ficar decepcionado com ela de novo.
Pensando em mil soluções pra sair do problema com o namorado, a menina de repente se viu vestida e recém-banhada, bebendo um copo de leite na cozinha da casa dos pais da Cláudia e pronta pra ir pra casa dela, claro que por razões de força maior nossa colegial tava sem calcinha, lembrando que a loira tinha rasgado ela na hora que tava tirando a roupa dela.
Pouco depois, a menina já tava chegando em casa, e notava que apesar de ser 1 hora da tarde naquele domingo não tava calor, já que enquanto caminhava pela calçada sentia um ventinho fresco entrando por baixo do vestido branco com florzinhas, arejando gostosamente a bucetinha dela e os pelinhos pretos dela. Misteriosamente, como já foi dito antes, e apesar de ter se mandado uma noite gostosa de sexo lésbico com a melhor amiga, a garota não sentia muito remorso, além de que, bem lá no fundo, reconhecia que o que fez com a Cláudia tinha sido muito, mas muito gostoso, porém, mesmo assim… A sensualidade deixava claro pra ela como tinha sido gratificante ter se revirado com a Claudia, mas ainda assim faltava alguma coisa, e essa coisa era simplesmente que ninguém tinha metido nela. Com esses pensamentos na cabecinha, a menina, sem nem perceber, já sentia falta de uma pica. Claro que o corpo dela ainda não pedia, mas era uma verdadeira bomba-relógio.

Com essas impressões íntimas, algumas ainda escondidas na mente, enquanto caminhava despreocupada pela calçada, ela viu que o boteco do seu Lucas estava fechado, e sem sinal dele nem de nenhum dos seus capangas. A mesma coisa com a turma dos maconheiros que geralmente ficava parada enfeitando a esquina da rua onde ela morava.

Tudo isso era bem tranquilizador pra menina, e lembrando que a mãe tinha dito que só voltaria às 7 da noite, ela pensou em chegar em casa e relaxar pra ficar pensando sossegada em como ia fazer com o Rodrigo.

Assim que girou a chave da porta de casa e entrou, meio desconcertada, percebeu que talvez a mãe não tivesse ido pro jantar com as amigas, porque todas as coisas dela estavam num dos sofás. Com certeza tinha preferido descansar, pensou ela alegremente, já que assim poderiam passar a tarde de domingo juntas.

Mas foi quando viu que a porta do quarto da mãe estava aberta e que a cama lá dentro estava toda bagunçada que ela soube que algo não estava certo, porque desde que se entendia por gente sempre viu aquela cama arrumada. A mãe tinha o costume de, ao acordar, não fazer nada sem antes arejar o quarto e refazer a cama.

Tudo foi muito rápido, porque o desconcerto, a mentira, o nervosismo e o proibido invadiram a mente e o corpo da nossa novamente aflita menininha. No momento em que viu a cama da mãe toda desfeita, ouviu risadas e uma conversa vindo de dentro do banheiro, situação que fez com que automaticamente
inspecionasse mais de perto o quarto em questão e foi quando viu que na
cadeira que estava aos pés da cama pendurado nela um grosso cinto preto
com coldre da mesma cor.
O revólver antigo e enferrujado e o grosso cassetete de
comando que estavam ali pendurados indicaram pela metade o que estava acontecendo
dentro de sua casa, seus olhos já tinham dado com o resto do uniforme do
nojento e corrupto policial que estava espalhado em diferentes pontos do
quarto, caindo na conta também que com as janelas fechadas o forte cheiro
de sexo invadia tudo, e já sem tempo de reação foi quando se
abriu a porta do banheiro onde cruamente a garota viu todas as suas dúvidas
sumirem.
Com seus lindos olhos verdes viu sua mãe descalça e
envolta apenas em uma toalha de banho normal, nem era daquelas
grandes que a cobrissem um pouco mais pensou Cielo Riveros
para si mesma, além disso era óbvio que
debaixo da toalha não tinha nada vestido, mas o mais perturbador para nossa
alterada colegial é que ela vinha saindo com o cabelo molhado, sorrindo e de mãos dadas
com o corpo grotesco e moreno do inigualável sargento Eustaquio
Sinforoso que estava todo sorridente e com o torso nu, ele estava
apenas coberto da cintura para baixo também com uma mísera toalha, seu corpo
escuro e barrigudo, embora muito largo de peito, e com sua tremenda barriga peluda escura
contrastavam com o branco e ainda bem formado corpo de sua mãe.
A pobre senhora Isabel quase morreu de um infarto
quando viu sua filha de 18 anos parada na porta do seu quarto e
vendo-a sair do banheiro quase nua e de mãos dadas com um homem que
não era seu pai, seu lindo sorriso de milf (Milf que ainda está muito gostosa pra dar)
automaticamente se apagou do seu rosto dando lugar a uma expressão marcada de
horror, logicamente e de forma acertada pensou que sua filha já tinha claro que
ela (a senhora Isabel) e o sargento tinham transado aproveitando que ela (Cielo Riveros) tinha ido passar a noite na casa de uma amiga.
— Cielo Riveros…!!!! M…Mi…Mija, mas o que cê tá fazendo aqui a essa hora…!?, se era pra você só chegar às 7 da noiteeeee…!!!! — perguntou ela, gaguejando, enquanto soltava rapidamente a mão do policial de bigode preto e comprido, estilo mexicano.
— Cheguei mais cedo… — foi tudo que a menina decepcionada conseguiu balbuciar, baixando os olhos pro chão. De relance, viu a mãe fazendo sinal pro sargento entrar no quarto dela.

A menina nem percebeu quando o estômago encheu de nó de tristeza, sem falar nos rios de lágrima que escorriam pela carinha dela. Eram lágrimas de desilusão, porque a mãe dela, a própria mãe, era quem tava se jogando sozinha do pedestal alto onde ela a colocava solenemente, por causa da retidão e da abnegação. A partir daquele dia, pra Cielo Riveros, a mãe passava a ser só mais uma mortal, comum e qualquer.

Assim que a porta do quarto que tinha sido dos pais se fechou, com o sargento da polícia quase pelado entrando lá dentro, a dona Isabel falou rápido com a filha:
— Minha Cielo Riveros… nós duas precisamos ter uma conversa. Deixa eu me vestir e te explico tudo…! — disse a contrariada dona Isabel, que agora segurava a toalha com uma mão fechada na altura dos peitos pra ela não cair.
— Não se preocupa… eu entendo tudo…! — a menina, enquanto falava isso, limpava as lágrimas do rosto com uma das mãozinhas.
— Não, filha… a gente precisa conversar as duas…! — insistia a bela mãe, sem saber que merda fazer diante de uma situação tão comprometedora em que a filha tinha pegado ela.
— Não, mãe… eu não quero mais falar com a senhora… Sniffsss…!! Vo… você mentiu pra mim!!! — disse a filha bem-comportada, que deu meia-volta pra ir pro quarto dela.
— Filhaaaa…! Pelo amor de Deus, vamos conversar…!!! Me perdoa… eu devia ter te contado… e ia te contar… hacerrrrr…!!!, -tentava explicar Isabel pra sua filha gostosa.
--Nãããooo…! Não quero ouvir issooo…!! Snifsssss…!! Por enquanto, a única coisa que quero é ficar sozinha… Sniffsss…!!!!, -a neném angustiada e muito magoada já tava indo pro quarto dela.
-- Meu anjo Riveros… pra onde você tá indooo…?, pelo amor de Deus, me perdoa aiiii…!!!!
Naturalmente, a colegial tava se mandando pro quarto dela como eu falei antes, mas nessas situações, mesmo quem cometeu o erro, nesse caso a mãe da Cielo Riveros, enxergando o óbvio do que tá rolando, ainda fica só perguntando um monte de merda sem sentido.
--Me diz… pra onde cê vai, minha filhaaa…???!!!, -continuava bufando a mãe gostosa da Cielo Riveros até que testemunhou o sonoro Plaffffff…!!!!!, que ecoou pela casa toda quando a pirralha magoada fechou o quarto dela com um baita dum portão.
Enquanto isso, o seu Eustaquio Sinforoso se vestia rapidinho e morrendo de rir no antigo quarto de casal daquela casa.
O sem-vergonha do policial tinha trabalhado quase um mês inteiro pra conquistar aquela mulher boa até conseguir deitar com ela na base de mentiras e presentes baratos, dizendo que ele tava passando por um momento muito ruim no casamento dele e que a separação já era quase certa e mais um monte de coisas, sendo que a verdade era bem diferente, já que ele era casado com uma mulher enorme, gorda e muito mal-humorada, capaz de bater nele e até de cortar a pica dele se ele ousasse largar ela e os 7 filhos, mas o velho safado aproveitava os horários e os turnos do trabalho dele, que geralmente eram à noite, pra fazer das suas com toda mina que ele pudesse tirar proveito, e agora tava totalmente dedicado a viciar e detonar o lar da pirralha que ele mesmo tinha pego em umas andanças estranhas com um mecânico, além de saber que, tendo carta aberta pra chegar naquela casa na hora que quisesse, ia se esbaldar com aquelas duas mulheres vulneráveis e gostosas todas as vezes que pudesse.
No momento em que o policial gordo e moreno, com muito esforço e encolhendo a barriga, terminava de fechar seu grosso cinto preto de regulamento, entrou no quarto uma desesperada mulher de 39 anos que só conseguiu se sentar na cama, tentando cobrir o corpo com a mísera toalha que vestia. Sem perceber, ela cruzou uma de suas bem torneadas coxas brancas sobre a outra. O que a cobria com a pequena toalha era o mínimo; o sarado sargento olhava fixamente para aquele rosto atraente de mulher madura, adornado por umas tímidas rugas que se viam na altura dos olhos, e com um ou outro fio de cabelo branco. O velhote estava prestes a se jogar em cima dela para meter mais uma fervida, porque o que mais excitava o policial corrupto era saber que, a essa altura, já tinha comido as duas, e estava longe de querer parar de fazê-lo com ambas, mas sabia que precisava ser prudente para tirar o máximo proveito daquela situação tão gostosa.
— O que aconteceu lá fora? A garota percebeu alguma coisa? — perguntou ele de forma irritada, como que disfarçando a pergunta zombeteira.
Mas a dona Isabel não estava para perceber esses detalhes; embora há pouco estivesse pronta para preparar um almoço gostoso e farto para depois passarem a tarde juntos, agora a situação mudava bruscamente:
— Seu Eustaquio, pelo amor de Deus, me desculpe pela falta de consideração que vou ter com o senhor, mas acho que o melhor por agora é o senhor ir embora…
— Não se preocupa, meu amor, você sabe que eu só quero o melhor pra você e sua filha, hehehe…
— Eu sei… eu sei, seu Eustaquio… e me perdoe por estar pedindo pro senhor ir embora…
— Fica tranquila, minha filha, já tô indo pra você resolver essa situação… Lembra do que a gente conversou ontem à noite? Daqui a pouco quero ter as chaves de casa pra vir ficar com você todas as vezes que eu quiser e também pra dar umas voltinhas quando você estiver em O trabalho, assim vou cuidar da sua menina pra não acontecer nada de ruim com ela, hehehehe...
— Não se preocupe, seu Eustaquio… eu sei das suas boas intenções, e também sei que, quando eu explicar tudo pra minha Cielo Riveros, ela também vai entender…
— O… O senhor… é a imagem paternal perfeita que ela precisa.
(— Claro que sou, como vou comer as duas juntas, meu Deus… Vou fazer um irmãozinho pra essa Cielo Riveros com esse pedaço enorme de gostosa que tem de mãe, e nela mesma vou fazer uns netinhos com a potranca sem-vergonha da filha dela, que família bonita vou deixar antes de me aposentar, hehehehe…)
Com esses planos pra elas, o velho fardado começou suas palavras de despedida:
— Bom, se é assim, então já vou indo, a gente se vê logo, lindeza… — nisso, o policial largo e tarado finalmente foi embora, dando por encerrada a visita àquela casa com um portão alto e forte.
E assim foi a tarde daquele domingo na casa da nossa colegial, com ela trancada chorando no quarto, e com a mãe dela batendo na porta a cada 10 minutos pra tentar explicar que ela e o bom sargento Sinforoso tinham um caso.

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