Historias de un matrimonio cornudo IV

Não quero me repetir com o que já contei antes, então agora vou narrar tudo de forma muito mais ágil, só vou parar nas situações mais quentes ou novas que aconteceram conosco; vocês vão ver que este capítulo é mais de transição, digamos que será o último capítulo do início dos meus chifres e da putaria da minha esposa. Então, para entender completamente essa história, é preciso ler os 3 anteriores, acho que para os relatos que virão não será tão necessário, embora sempre haja referências a situações e pessoas do passado.


http://www.poringa.net/posts/relatos/5172499/Historias-de-un-matrimonio-cornudo-I.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/5190724/Historias-de-un-matrimonio-cornudo-II.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/5207461/Historias-de-un-matrimonio-cornudo-III.html

Bom, então essas férias da minha esposa começaram com tudo, levei meus primeiros chifres pelas mãos de um professor colega da minha mulher, não só isso, no segundo encontro deles (que foi 3 dias depois do primeiro) minha esposa deu a virgindade anal pra ele, além de que o sexo com ele, nas próprias palavras da minha mulher, era "o melhor da vida dela".

Durante as três semanas que duraram as férias da minha esposa, ela transou com Eder, seu novo amigo, com muita frequência; eles se viram segunda, terça e quarta-feira de cada semana, e em cada um desses dias ele usou os três buracos da minha mulher, e adorava esvaziar as bolas na bunda dela. O mais gostoso é que nessas 3 semanas eu limpei ela quase todos os dias (exceto dois dias que o safado gozou na boca dela); e como os dois adoravam sexo duro, e quanto mais agressivo melhor, minha mulher sempre voltava dolorida, então nessas três semanas ela não deixou eu penetrar nela de jeito nenhum.

Voltar das férias e já entrar no trabalho foi ainda mais excitante, porque agora minha esposa via o amante dela todo dia, e claro que o cara não desperdiçou a oportunidade; o que eu não esperava é que minha mulher aceitasse tão fácil dar o bumbum na escola ou em lugares públicos, lembro que sempre que eu tentava (até de noite e no nosso carro de namoro) ela nunca aceitou porque ficava muito incomodada que outros pudessem descobrir, mas parecia que dar o melhor sexo da vida dela por três semanas tinha suas vantagens, desde o primeiro dia ela me contou (enquanto eu fazia sexo oral nela, porque adivinhem, sim, ela chegou dolorida do trabalho) que Eder foi buscá-la e seduzi-la na sala dos professores, na sala dela e ela resistia, principalmente por medo de serem pegos, me contou que o amante dela disse para ela não se fazer de difícil, que afinal já tinham contrato efetivo, que mesmo se fossem pegos, seriam só fofocas, no fim minha mulher me disse que ele foi tão insistente (beijava seu pescoço, massageava seus ombros, elogiava) que ela começou a ficar molhada, mas ele a convenceu quando Eder a pegou pelo pescoço e ordenou que ela relaxasse o bumbum; era um pouco depois do horário de saída e estavam no laboratório de informática, minha esposa já não conseguiu resistir, disse para ele pelo menos trancar o laboratório e começou a festa, que ele chupou ela, ela sentada na cadeira e ele em pé ao lado; depois a despiu (não usava saia, que era o que mais deixava minha esposa com receio), deitou-a na mesa, colocou as pernas da minha mulher nos ombros e assim começou a penetrá-la com força, bem do jeito que minha esposa gosta; finalmente ela estava tão excitada (me disse que a possibilidade de serem pegos a deixou ainda mais ligada) que por conta própria pediu para ele dar no cu, e Eder não hesitou, a colocou de quatro na mesma mesa e ficou enrabando até gozar no ânus dela. Terminaram encantados, mas tiveram que se vestir rapidamente, porque o nervosismo.


Historias de un matrimonio cornudo IV

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Naturalmente, depois daquele primeiro dia tão "atarefado", me certifiquei de que minha esposa sempre tivesse roupas "adequadas" para sua nova vida. Comprei várias minissaias (tipo A, lápis, evasê, midi) e calcinhas fio-dental. Antes, minha esposa nem de brincadeira teria aceitado usar minissaias praticamente todo dia, principalmente tão curtas, e muito menos combinando com fio-dental. Mas a atitude do Eder a convenceu, já que ela não sabia em que dia (e pelo menos ele dava pica nela 3 vezes por semana) ele iria comer ela. E ela aceitava que usar minissaias tão curtas e fio-dental ajudava muito a dar o bumbum para o amante sem precisar tirar praticamente nada.
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O filho da puta do Eder não só comeu minha mulher no laboratório, como também em várias salas de aula e na sala dos professores, e quase todo dia ele a trazia pra casa e ela continuava chupando ele, mesmo não sendo nem de noite; sinceramente, eu estava adorando, todo dia via minha esposa se vestindo super sexy, beirando a putaria; depois de dois meses de ter voltado a trabalhar, minha esposa continuava com esse ritmo endiabrado com o Eder, e mesmo que as transas quase nunca fossem mais no apartamento dele, ele ainda a atendia na escola e no carro. Comecei a me preocupar, mais do que por estar quase 3 meses (2 de trabalho e praticamente um de férias) sem penetrar ela (só me dava permissão de descer pra aliviar e limpar sua bucetinha e cuzinho bem usados), porque me dava medo dela se apegar ao amante; mas assim que comecei a pensar nisso, ela me deu uma grande alegria ao me contar que entrou em contato com um ex-colega dela da faculdade (Armando) e outro do ensino médio (Darío) pelo Facebook e que agora conversava com eles pelo WhatsApp, isso ela me contou num sábado à noite em que, para variar, eu estava comendo sua bucetinha e o cuzinho, perguntei por que ela tinha entrado em contato com eles, ela disse que sempre teve vontade deles, e sentia que havia tensão com eles, mas que nunca tinha rolado nada; perguntei por que, e ela respondeu que porque eram os típicos gatos que ficavam com todas e que tinham fama de babacas, e ela, de família tradicional e tal, não podia se dar ao luxo de ficar com caras tão escrotos; então eu disse, e agora que você já é toda uma putinha, pode conversar e flertar com eles, ela me deu um tapa no começo e disse, não seja idiota, mas depois ficou pensando e falou, na verdade é, agora me sinto livre pra falar com eles, ela me mostrou as conversas e não eram muito interessantes, até o final com o Darío que já pedia fotos mais sensuais do que via no Facebook. Nesse mesmo dia eu disse pra ela conversar com eles enquanto eu continuava com meu trabalho oral, no começo ela não queria, mas ela acabou aceitando, foi uma experiência incrível, principalmente para ela, depois ela me confessou que fantasiava com eles enquanto eu a atendia e, claro, as conversas esquentaram; essa nova prática virou rotina (principalmente nos finais de semana que ela não via o Eder), ela começou a provocar os novos amigos enquanto eu fazia sexo oral nela, fui incentivando ela a ser ainda mais safada e a marcar encontro com eles, mas sinceramente, enquanto esteve com o Eder, ela não teve coragem de marcar nada formalmente, só depois ela me confessaria que sentia que, para ela, ali estava a barreira entre ser uma verdadeira puta: marcar com mais de um só para transar.

Historias de un matrimonio cornudo IV


Enquanto minha esposa começava seus flertes com os ex-colegas de escola, as coisas foram esfriando com o Eder, principalmente porque ela me dizia que ele já não estava com a mesma vontade, que não era mais tão agressivo, que já não puxava mais o cabelo dela enquanto enfiava na boca dela, ou enquanto ela cavalgava ele pelo cu, aliás, ela me disse que agora ele a deixava por mais tempo fazendo os sentados, coisa que ela gostava, mas só se houvesse interação agressiva (que mordesse os peitos dela ou os apertasse, ou desse tapa no rosto ou na bunda); além disso, seu amante mudou, ficou mais ciumento e possessivo, começou a reclamar porque ela falava com outros professores (eu entendia perfeitamente, porque já que ela se vestia para "facilitar" o trabalho do Eder, imagino como os outros professores a viam) e dizia que ela era sua putinha (isso no início ela até gostou, mas quando ele deu um tom possessivo, minha esposa rejeitou), então, um mês depois de começar os flertes com os ex-colegas e de começar a ter um sexo não tão bom com o Eder, e suas crises de ciúmes (o único de quem ele não tinha ciúmes era de mim, na verdade nunca soube por quê), ela mandou ele para a puta que pariu; simplesmente disse um dia, depois de transar no carro dele e ele começar a reclamar pela enésima vez sobre um comportamento que ele considerava inapropriado, minha esposa simplesmente disse que nem quem a sustentava (ou seja, eu) reclamava de nada, muito menos ele, que fosse para a merda com seus ciúmes e suas cenas possessivas, então saiu do carro dele, entrou num café e me ligou para ir buscá-la; obviamente o Eder a seguiu para tentar detê-la, mas ela disse que já tinha me chamado e isso fez ele ir embora.

Ela bloqueou o ex dela de todas as redes sociais e WhatsApp e não deu mais abertura pra ele na escola, ela sempre tentava ficar acompanhada das amigas e tal; e como teoricamente ela era casada e tava me traindo, o Eder não teve coragem de encarar ela diretamente, aos poucos a coisa foi esfriando completamente.

Alguns dias depois de terminar com Eder, finalmente ela me deixou penetrar. Claro que primeiro lambi a bucetinha e o cuzinho dela, pra ver se ganhava permissão pra entrar por trás. Ela começou a me perguntar se eu queria que ela me fizesse o favor de colocar chifres com os ex-colegas dela. Eu disse que sim. Ela perguntou com qual, e eu falei: "com os dois, e ao mesmo tempo". Ela só começou a rir e disse: "que pena que eles não se conhecem". Quando finalmente a penetrei (de missionário), tentei controlar minha respiração. Com a experiência de quanto eu durava com Eder, me sentia na obrigação de melhorar como amante. Ela começou a perceber que não eram mais os típicos dois minutos, quando então aproximou a boca do meu ouvido e sussurrou: "Amor, tá vendo por que eu preciso encontrar machos de verdade? Já não sinto seu pintinho". Uff, em vez de me irritar, isso me deixou com um tesão absurdo, tanto que naturalmente não consegui me controlar e gozei na hora. Minha esposa, assim que parei de gemer e empurrar, pegou minha cabeça e me puxou pra baixo pra me fazer limpar ela, enquanto gemia e dizia: "Isso, corno, isso, seu bostinha. Aprende qual é o seu lugar: limpando a porra que homens de verdade, com paus de verdade, deixam em mim. Não putinhos como você". Uff, continuei mega excitado. Mas quando ela terminou num orgasmo escandaloso (teve que tampar a boca pra os gritos não acordarem as crianças), já mais calmos e com a cabeça fria, perguntei se ela realmente pensava o que tinha me dito (na verdade, estava muito preocupado). Ela começou a rir, me abraçou e disse: "Bobinho, claro que senti você. Não como o Eder, que era mais forte, mas a verdade é que eu estava com muita vontade de te dizer uma coisa dessas. Nos contos que leio, sempre falam assim com o corno e ele adora. Pela sua reação, acho que você também gostou". E começou a acariciar meu peito, me dizendo que nunca me deixaria, que eu era o amor da vida dela, mas que eu precisava entender que agora era o corno dela, e que ela adorava ser a putinha de outros e ser tratada assim, mas amava ter alguém... com quem ela estivesse, ela era dominante e que na verdade nunca tinha sentido tanto prazer como quando limpava porra de macho e que ainda fazia muito melhor o sexo oral quando me humilhava dizendo isso ou quando realmente limpava porra.
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O bom é que isso abriu a porta para muitas experiências novas que vou contando aos poucos. Continua. . .

2 comentários - Historias de un matrimonio cornudo IV

Por lo menos te dejo que la cogieras por lo menos en misionero. Por un momento pence que se estaba enamorando de edar por como la trataba y la cogia por tener unapene mas grande pero me alegro por vos que todavia te ama. En momento de calentura dicen muchas cosa que te pueden herir pero siempre va estar con vos. Y que te deje coger con ella por que el placer es de los dos. Van puntos
Muchas gracias por los comentarios, pero verás que mucho es el "rol" que nos gusta tomar, ella con sus machos y conmigo.