Não quero me repetir com o que já contei antes, então agora vou narrar tudo de um jeito bem mais rápido, só vou parar nas situações mais quentes ou novas que rolaram; vocês vão ver que esse capítulo é mais de transição, digamos que esse vai ser o último capítulo do começo da minha galhada e da putaria da minha esposa. Por isso, pra entender esse relato por completo, precisam ler os 3 anteriores; acho que pros relatos que vêm depois não vai ser tão necessário, embora sempre vá rolar referência a situações e pessoas do passado.
http://www.poringa.net/posts/relatos/5172499/Historias-de-un-matrimonio-cornudo-I.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/5190724/Historias-de-un-matrimonio-cornudo-II.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/5207461/Historias-de-un-matrimonio-cornudo-III.html
Bom, essas férias da minha esposa começaram com tudo, eu levei minha primeira galhada nas mãos de um professor colega da minha mulher, e não só isso, no segundo encontro deles (que foi três dias depois do primeiro) minha esposa deu a virgindade anal pra ele, além de que o sexo com ele, nas próprias palavras da minha mulher, era "o melhor da vida dela".
Durante as três semanas que duraram as férias da minha esposa, ela transou com o Eder, o novo amigo dela, direto; eles se viam segunda, terça e quarta de cada semana, e em cada um desses dias ele usou os três buracos da minha mulher, e adorava esvaziar os ovos dele na bunda dela. O mais gostoso é que nessas três semanas eu limpei ela quase todo dia (exceto dois dias que o filho da puta gozou na boca dela); e como os dois adoravam sexo pesado, e quanto mais agressivo melhor, minha mulher sempre voltava dolorida, então nessas três semanas ela não deixou eu penetrar ela de jeito nenhum.
Voltando das férias já pra trabalhar foi ainda mais excitante, porque agora minha esposa via o amante dela todo dia, e claro que o cara não perdeu a oportunidade; o que eu não esperava é que minha mulher aceitasse tão fácil dar a bunda pra ele na escola ou em lugares públicos, lembro que sempre que eu tentava (mesmo de noite e no nosso carro de namorados) ela nunca aceitou porque ficava muito incomodada com a possibilidade de outros descobrirem, mas parecia que dar o melhor sexo da vida dela por três semanas tinha suas vantagens, desde o primeiro dia ela me contou (enquanto eu fazia sexo oral nela, porque adivinha, sim, ela chegou dolorida do trabalho) que o Eder foi procurar ela e seduzir na sala dos professores, na sala de aula dela e ela resistia, principalmente pelo medo de serem pegos, ela me contou que o amante disse pra ela não fazer cu doce, que já tinham contrato efetivo, que mesmo se fossem pegos, seria só fofoca, total que minha mulher me disse que ele foi tão insistente (que beijava o pescoço dela, massageava os ombros, elogiava) que ela começou a ficar molhada, embora ele tenha convencido quando o Eder pegou ela pelo pescoço e ordenou que ela afrouxasse a bunda; era um pouco depois do horário de saída e estavam no laboratório de informática, minha esposa já não aguentou mais, disse pra ele pelo menos fechar o laboratório e a festa começou, ele chupou ela, ela sentada na cadeira e ele de pé do lado; depois ele tirou a roupa dela (ela não usou saia, que era o que mais dava vergonha pra minha esposa), deitou ela na mesa, colocou as pernas dela nos ombros dele e assim começou a meter forte, do jeito que minha esposa gosta; finalmente ela estava tão excitada (ela disse que o fato de serem pegos a deixava ainda mais ligada) que pediu sozinha pra ele dar no cu, e o Eder não hesitou, virou ela de quatro na mesma mesa e ficou enrabando ela até gozar no cu dela. Terminaram encantados, embora tenham tido que se vestir rápido, por Os nervos.


Naturalmente, depois daquele primeiro dia tão "movimentado", eu tratei de garantir que minha esposa sempre tivesse roupas "adequadas" pra nova vida dela. Comprei várias minissaias (tipo A, lápis, evasê, midi) e tanguinhas fio dental; antes, minha esposa nem fodendo aceitaria usar minissaias praticamente todo dia, ainda mais tão curtas, e muito menos combinando com tanguinhas fio dental, mas a atitude do Eder convenceu ela, já que ela não sabia que dia (e pelo menos ele metia 3 vezes por semana) ele ia comer ela; e ela aceitava que usar minissaias tão curtas e tanguinhas fio dental ajudava pra caralho a dar a bunda pro amante sem precisar tirar quase nada.



O filho da puta do Eder não só comeu minha mulher no laboratório, mas também em várias salas de aula e na sala dos professores, e quase todo dia trazia ela pra casa, e ela continuava chupando o pau dele, mesmo nem sendo de noite; sinceramente, eu tava adorando, todo dia via minha esposa se vestindo super sexy, quase uma puta; depois de dois meses que ela tinha voltado a trabalhar, minha mulher continuava nesse ritmo infernal com o Eder, e mesmo que as fodas quase nunca mais fossem no apartamento dele, ele ainda atendia ela na escola e no carro dele. Comecei a me preocupar, menos por estar quase 3 meses (2 de trabalho e praticamente 1 de férias) sem penetrar ela (só me deixava aliviar ela e limpar a bucetinha e o cuzinho dela, bem usadinhos), e mais porque tinha medo dela se apaixonar pelo amante; mas assim que comecei a pensar nisso, ela me deu uma alegria danada ao me contar que tinha contatado um ex-colega da faculdade (Armando) e outro do colégio (Darío) pelo face, e agora tava conversando com eles no whats, isso foi num sábado à noite em que, pra variar, eu tava chupando a buceta e o cu dela, perguntei por que ela tinha contatado eles, ela disse que sempre teve vontade, sentia que tinha uma tensão com eles, mas nunca tinha rolado nada; perguntei por que, e ela respondeu que porque eles eram os típicos gostosos que pegavam todo mundo e tinham fama de canalhas, e ela, de família boa e tal, não podia se dar ao luxo de andar com uns babacas desses; então eu falei, e agora que você é uma puta assumida, pode falar e dar em cima deles, ela me deu um tapa de começo e disse, não seja otário, mas depois ficou pensando e falou, na real é verdade, agora me sinto livre pra falar com eles, me mostrou as conversas e não eram muito animadas, até o final com o Darío que já tava pedindo fotos mais sensuais do que via no facebook. No mesmo dia, falei pra ela continuar trocando ideia com eles enquanto eu fazia meu trabalho oral, no começo ela não queria, mas ela acabou aceitando, foi uma experiência incrível, principalmente pra ela, me confessou depois que fantasiava com eles enquanto eu a atendia e claro que as conversas esquentaram; essa nova prática virou rotina (principalmente nos fins de semana que ela não via o Eder), ela começava a provocar os novos amigos enquanto eu fazia sexo oral nela, fui incentivando ela a ser ainda mais safada e a marcar de se encontrar com eles, mas sinceramente, enquanto esteve com o Eder, não teve coragem de marcar de vez, depois ela me confessaria que sentia que ali era a barreira entre ser só uma gostosa e ser uma puta completa: marcar de se encontrar com mais de um pra transar.

Enquanto minha esposa começava seus flertes com os ex-colegas de escola, as coisas foram esfriando com o Eder, principalmente porque ela me dizia que ele já não tava botando a mesma vontade, que já não era tão agressivo, que já não puxava ela pelo cabelo enquanto metia na boca dela, ou enquanto ela cavalgava no cu dele, mais ainda, ela me disse que já deixava ela por mais tempo sentando em cima, coisa que ela gostava, mas sem interação agressiva (que mordesse os peitos dela ou beliscasse, ou desse tapas na cara ou palmadas); além disso, o amante dela mudou, ficou mais ciumento e possessivo, começou a reclamar porque ela falava com outros professores (eu entendia perfeitamente, porque do jeito que ela já tava se vestindo pra "facilitar" o trabalho do Eder, imagino como os outros professores viam ela) e dizia que ela era a putinha dele (isso ela até começou a gostar, mas quando ele deu um tom possessivo nisso, minha esposa rejeitou), então, depois de um mês de ter começado os flertes com os ex-colegas e de começar a ter um sexo não tão bom com o Eder, e as crises de ciúmes dele (que o único de quem ele não tinha ciúmes era de mim, pra ser sincero, nunca soube por quê), ela mandou ele pro caralho; de uma vez, um dia depois de transar no carro dele e ele começar a reclamar pela enésima vez de um comportamento que ele achava inadequado, minha esposa meteu o pé e disse que nem eu, que sustentava ela, reclamava de nada, quem dirá ele, que fosse pra puta que pariu com o ciúme dele e as cenas possessivas, aí ela saiu do carro dele, entrou num café e me ligou pra eu ir buscá-la; obviamente o Eder seguiu ela pra tentar segurar, mas ela disse que já tinha me ligado e isso fez ele ir embora.
Ela bloqueou ele em todas as redes sociais e no WhatsApp, e não dava mais abertura pra nada na escola. Ela sempre tentava ficar acompanhada das amigas e tal; e como, na teoria, ela era casada e tava traindo o marido, o Eder não teve coragem de encarar ela de frente. Aos poucos, a coisa foi esfriando de vez.
Uns dias depois de ter terminado com o Eder, finalmente ela deixou eu meter nela, claro que primeiro chupei a bucetinha dela e o cuzinho, pra ver se ela deixava eu entrar por trás. Ela começou a me perguntar se eu queria que ela me fizesse o favor de me colocar uns chifres com os ex-colegas dela, eu disse que sim; ela perguntou com qual, eu disse com os dois, ao mesmo tempo. Ela só começou a rir e falou que era uma pena que eles não se conhecessem. Quando finalmente eu meti nela (de papai e mamãe), tentei controlar minha respiração, já com a experiência de quanto tempo durava com o Eder, me sentia na obrigação de melhorar como amante. Ela começou a perceber que não eram mais os típicos 2 minutos, quando de repente ela aproxima a boca do meu ouvido e diz: "amor, viu por que tenho que encontrar uns caras de verdade? Já não sinto mais seu pintinho". Ufa, em vez de me irritar, isso me excitou pra caralho, tanto que naturalmente não consegui me controlar e gozei na hora. Minha esposa, assim que parei de gemer e de empurrar, me pegou pela cabeça e me puxou pra baixo pra limpar ela, enquanto gemia e me dizia: "assim, corno, assim, seu merda, aprende qual é o seu lugar, limpando a porra que os homens de verdade deixam, com paus de verdade, não uns putinhos como você". Ufa, eu continuava mega excitado. Mas quando ela terminou num orgasmo escandaloso (teve que tapar a boca pra não acordar as crianças com os gritos), já mais calmos e a frio, perguntei se ela realmente pensava o que tinha me dito (a verdade é que tava muito preocupado). Ela começou a rir, me abraçou e disse: "bobinho, claro que eu sentia você, não igual ao Eder que metia mais forte, mas a verdade é que tava com muita vontade de te falar uma coisa assim. Nos contos que eu li, sempre falam essas coisas pro corno e ele gosta, e pela sua reação acho que você também gosta". E começou a acariciar meu peito, me dizendo que nunca me deixaria, que eu era o amor da vida dela, mas que eu precisava entender que agora eu era o corno dela, e que ela gostava de ser a puta dos outros e ser tratada assim, mas adorava ter alguém. com quem ela era dominante e que, na verdade, nunca tinha sentido tanto prazer quanto quando limpava porra de macho dela e que ainda fazia o sexo oral muito melhor quando me humilhava falando isso ou quando, de fato, limpava a porra.

O bom é que isso abriu a porta pra várias experiências novas que vou contando aos poucos. Continua...
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Bom, essas férias da minha esposa começaram com tudo, eu levei minha primeira galhada nas mãos de um professor colega da minha mulher, e não só isso, no segundo encontro deles (que foi três dias depois do primeiro) minha esposa deu a virgindade anal pra ele, além de que o sexo com ele, nas próprias palavras da minha mulher, era "o melhor da vida dela".
Durante as três semanas que duraram as férias da minha esposa, ela transou com o Eder, o novo amigo dela, direto; eles se viam segunda, terça e quarta de cada semana, e em cada um desses dias ele usou os três buracos da minha mulher, e adorava esvaziar os ovos dele na bunda dela. O mais gostoso é que nessas três semanas eu limpei ela quase todo dia (exceto dois dias que o filho da puta gozou na boca dela); e como os dois adoravam sexo pesado, e quanto mais agressivo melhor, minha mulher sempre voltava dolorida, então nessas três semanas ela não deixou eu penetrar ela de jeito nenhum.
Voltando das férias já pra trabalhar foi ainda mais excitante, porque agora minha esposa via o amante dela todo dia, e claro que o cara não perdeu a oportunidade; o que eu não esperava é que minha mulher aceitasse tão fácil dar a bunda pra ele na escola ou em lugares públicos, lembro que sempre que eu tentava (mesmo de noite e no nosso carro de namorados) ela nunca aceitou porque ficava muito incomodada com a possibilidade de outros descobrirem, mas parecia que dar o melhor sexo da vida dela por três semanas tinha suas vantagens, desde o primeiro dia ela me contou (enquanto eu fazia sexo oral nela, porque adivinha, sim, ela chegou dolorida do trabalho) que o Eder foi procurar ela e seduzir na sala dos professores, na sala de aula dela e ela resistia, principalmente pelo medo de serem pegos, ela me contou que o amante disse pra ela não fazer cu doce, que já tinham contrato efetivo, que mesmo se fossem pegos, seria só fofoca, total que minha mulher me disse que ele foi tão insistente (que beijava o pescoço dela, massageava os ombros, elogiava) que ela começou a ficar molhada, embora ele tenha convencido quando o Eder pegou ela pelo pescoço e ordenou que ela afrouxasse a bunda; era um pouco depois do horário de saída e estavam no laboratório de informática, minha esposa já não aguentou mais, disse pra ele pelo menos fechar o laboratório e a festa começou, ele chupou ela, ela sentada na cadeira e ele de pé do lado; depois ele tirou a roupa dela (ela não usou saia, que era o que mais dava vergonha pra minha esposa), deitou ela na mesa, colocou as pernas dela nos ombros dele e assim começou a meter forte, do jeito que minha esposa gosta; finalmente ela estava tão excitada (ela disse que o fato de serem pegos a deixava ainda mais ligada) que pediu sozinha pra ele dar no cu, e o Eder não hesitou, virou ela de quatro na mesma mesa e ficou enrabando ela até gozar no cu dela. Terminaram encantados, embora tenham tido que se vestir rápido, por Os nervos.


Naturalmente, depois daquele primeiro dia tão "movimentado", eu tratei de garantir que minha esposa sempre tivesse roupas "adequadas" pra nova vida dela. Comprei várias minissaias (tipo A, lápis, evasê, midi) e tanguinhas fio dental; antes, minha esposa nem fodendo aceitaria usar minissaias praticamente todo dia, ainda mais tão curtas, e muito menos combinando com tanguinhas fio dental, mas a atitude do Eder convenceu ela, já que ela não sabia que dia (e pelo menos ele metia 3 vezes por semana) ele ia comer ela; e ela aceitava que usar minissaias tão curtas e tanguinhas fio dental ajudava pra caralho a dar a bunda pro amante sem precisar tirar quase nada.



O filho da puta do Eder não só comeu minha mulher no laboratório, mas também em várias salas de aula e na sala dos professores, e quase todo dia trazia ela pra casa, e ela continuava chupando o pau dele, mesmo nem sendo de noite; sinceramente, eu tava adorando, todo dia via minha esposa se vestindo super sexy, quase uma puta; depois de dois meses que ela tinha voltado a trabalhar, minha mulher continuava nesse ritmo infernal com o Eder, e mesmo que as fodas quase nunca mais fossem no apartamento dele, ele ainda atendia ela na escola e no carro dele. Comecei a me preocupar, menos por estar quase 3 meses (2 de trabalho e praticamente 1 de férias) sem penetrar ela (só me deixava aliviar ela e limpar a bucetinha e o cuzinho dela, bem usadinhos), e mais porque tinha medo dela se apaixonar pelo amante; mas assim que comecei a pensar nisso, ela me deu uma alegria danada ao me contar que tinha contatado um ex-colega da faculdade (Armando) e outro do colégio (Darío) pelo face, e agora tava conversando com eles no whats, isso foi num sábado à noite em que, pra variar, eu tava chupando a buceta e o cu dela, perguntei por que ela tinha contatado eles, ela disse que sempre teve vontade, sentia que tinha uma tensão com eles, mas nunca tinha rolado nada; perguntei por que, e ela respondeu que porque eles eram os típicos gostosos que pegavam todo mundo e tinham fama de canalhas, e ela, de família boa e tal, não podia se dar ao luxo de andar com uns babacas desses; então eu falei, e agora que você é uma puta assumida, pode falar e dar em cima deles, ela me deu um tapa de começo e disse, não seja otário, mas depois ficou pensando e falou, na real é verdade, agora me sinto livre pra falar com eles, me mostrou as conversas e não eram muito animadas, até o final com o Darío que já tava pedindo fotos mais sensuais do que via no facebook. No mesmo dia, falei pra ela continuar trocando ideia com eles enquanto eu fazia meu trabalho oral, no começo ela não queria, mas ela acabou aceitando, foi uma experiência incrível, principalmente pra ela, me confessou depois que fantasiava com eles enquanto eu a atendia e claro que as conversas esquentaram; essa nova prática virou rotina (principalmente nos fins de semana que ela não via o Eder), ela começava a provocar os novos amigos enquanto eu fazia sexo oral nela, fui incentivando ela a ser ainda mais safada e a marcar de se encontrar com eles, mas sinceramente, enquanto esteve com o Eder, não teve coragem de marcar de vez, depois ela me confessaria que sentia que ali era a barreira entre ser só uma gostosa e ser uma puta completa: marcar de se encontrar com mais de um pra transar.

Enquanto minha esposa começava seus flertes com os ex-colegas de escola, as coisas foram esfriando com o Eder, principalmente porque ela me dizia que ele já não tava botando a mesma vontade, que já não era tão agressivo, que já não puxava ela pelo cabelo enquanto metia na boca dela, ou enquanto ela cavalgava no cu dele, mais ainda, ela me disse que já deixava ela por mais tempo sentando em cima, coisa que ela gostava, mas sem interação agressiva (que mordesse os peitos dela ou beliscasse, ou desse tapas na cara ou palmadas); além disso, o amante dela mudou, ficou mais ciumento e possessivo, começou a reclamar porque ela falava com outros professores (eu entendia perfeitamente, porque do jeito que ela já tava se vestindo pra "facilitar" o trabalho do Eder, imagino como os outros professores viam ela) e dizia que ela era a putinha dele (isso ela até começou a gostar, mas quando ele deu um tom possessivo nisso, minha esposa rejeitou), então, depois de um mês de ter começado os flertes com os ex-colegas e de começar a ter um sexo não tão bom com o Eder, e as crises de ciúmes dele (que o único de quem ele não tinha ciúmes era de mim, pra ser sincero, nunca soube por quê), ela mandou ele pro caralho; de uma vez, um dia depois de transar no carro dele e ele começar a reclamar pela enésima vez de um comportamento que ele achava inadequado, minha esposa meteu o pé e disse que nem eu, que sustentava ela, reclamava de nada, quem dirá ele, que fosse pra puta que pariu com o ciúme dele e as cenas possessivas, aí ela saiu do carro dele, entrou num café e me ligou pra eu ir buscá-la; obviamente o Eder seguiu ela pra tentar segurar, mas ela disse que já tinha me ligado e isso fez ele ir embora.
Ela bloqueou ele em todas as redes sociais e no WhatsApp, e não dava mais abertura pra nada na escola. Ela sempre tentava ficar acompanhada das amigas e tal; e como, na teoria, ela era casada e tava traindo o marido, o Eder não teve coragem de encarar ela de frente. Aos poucos, a coisa foi esfriando de vez.
Uns dias depois de ter terminado com o Eder, finalmente ela deixou eu meter nela, claro que primeiro chupei a bucetinha dela e o cuzinho, pra ver se ela deixava eu entrar por trás. Ela começou a me perguntar se eu queria que ela me fizesse o favor de me colocar uns chifres com os ex-colegas dela, eu disse que sim; ela perguntou com qual, eu disse com os dois, ao mesmo tempo. Ela só começou a rir e falou que era uma pena que eles não se conhecessem. Quando finalmente eu meti nela (de papai e mamãe), tentei controlar minha respiração, já com a experiência de quanto tempo durava com o Eder, me sentia na obrigação de melhorar como amante. Ela começou a perceber que não eram mais os típicos 2 minutos, quando de repente ela aproxima a boca do meu ouvido e diz: "amor, viu por que tenho que encontrar uns caras de verdade? Já não sinto mais seu pintinho". Ufa, em vez de me irritar, isso me excitou pra caralho, tanto que naturalmente não consegui me controlar e gozei na hora. Minha esposa, assim que parei de gemer e de empurrar, me pegou pela cabeça e me puxou pra baixo pra limpar ela, enquanto gemia e me dizia: "assim, corno, assim, seu merda, aprende qual é o seu lugar, limpando a porra que os homens de verdade deixam, com paus de verdade, não uns putinhos como você". Ufa, eu continuava mega excitado. Mas quando ela terminou num orgasmo escandaloso (teve que tapar a boca pra não acordar as crianças com os gritos), já mais calmos e a frio, perguntei se ela realmente pensava o que tinha me dito (a verdade é que tava muito preocupado). Ela começou a rir, me abraçou e disse: "bobinho, claro que eu sentia você, não igual ao Eder que metia mais forte, mas a verdade é que tava com muita vontade de te falar uma coisa assim. Nos contos que eu li, sempre falam essas coisas pro corno e ele gosta, e pela sua reação acho que você também gosta". E começou a acariciar meu peito, me dizendo que nunca me deixaria, que eu era o amor da vida dela, mas que eu precisava entender que agora eu era o corno dela, e que ela gostava de ser a puta dos outros e ser tratada assim, mas adorava ter alguém. com quem ela era dominante e que, na verdade, nunca tinha sentido tanto prazer quanto quando limpava porra de macho dela e que ainda fazia o sexo oral muito melhor quando me humilhava falando isso ou quando, de fato, limpava a porra.

O bom é que isso abriu a porta pra várias experiências novas que vou contando aos poucos. Continua...
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