Ensino MédioVamos, filho da puta, aposto que você não consegue —disse Pedro—
Ah, você acha que é tão fácil? Como você é mais gostoso, é fácil pra você, quase nem te dão fora
Hahaha, mas se você é viadinho pra caralho, não é questão de ser bonito, é de ser mais ousado
Vamos ver, fala aí, parceiro
Nesse momento, Pedro se levantou e eu pude ver como Tânia, uma das mais gostosas da escola, começava a rir com ele, mesmo nunca tendo falado antes. Sempre tive uma certa inveja da confiança dele com as minas. Mas também não podia fazer muito além de aprender e ouvir as merdas que ele falava. Assim, em todas as festas, eu aprendia alguma coisa e, aos poucos, fui mudando meu jeito mais reservado e sério pra algo mais espontâneo, ganhando confiança. É verdade, eu levava mais fora do que o Pedro, mas minha sorte melhorou, sem dúvida.
Ainda mais depois que, numa sala, a gente entrou com um par de amigas que o Pedro tinha convencido. Aí começamos a esquentar os quatro, cada um com a sua mina. Eu já tinha metido a mão na Alejandra e o Pedro fazia o mesmo com a Sandra. Não eram as mais gostosas, mas eram uma delícia. Ali aprendi a masturbar, recurso que a Alejandra me ensinou: tocar os lábios dela, o clitóris, ela falava devagar, rápido, e eu ouvia os gemidos, muito gostosos. Depois, o Pedro mandou eu segui-lo e se ajoelhou, tirou a calcinha da Sandra. Eu fiz o mesmo, mas a Alejandra me parou, disse que não estava depilada. Eu ri e falei que não importava, arranquei a calcinha dela, abri seus lábios e pude saboreá-la pela primeira vez. Nunca vou esquecer aquele gosto de mar e o mel dela na minha boca. Os lábios dela eram carnudos e tinha muito pelo, que eu tirava de vez em quando. Ali, os gemidos dela aumentaram e a gente não parava. Uma coisa que me excitou muito foi que elas se seguraram pelas mãos, porque estavam deitadas uma do lado da outra e a gente de joelhos.
Eu tava muito duro e o Pedro falou: "Agora é a vez de vocês". E quando elas começaram a se ajoelhar, a gente ouviu alguém vindo pra sala e fomos interrompidos.
Foi assim que passamos o ensino médio. Mas nunca transamos, não queríamos estragar nossa amizade. vidas e também não conseguimos preservativos. Pedro até comeu a Tania, mas só nos dias dela. Algo que me dava nojo. Ele fazia isso pra não engravidar ela, na verdade ele me dizia que até fazia oral nela assim, mas eu não tinha coragem. Chegaram a me chupar inteira, ou eram muito inexperientes e mordiam pra caralho.
Só o Pedro tinha namorada. Eu nunca durava, era muito especial. Pedro saía com elas, comia e terminava. Não se falava nisso e, bom, pra ser um moleque muito novo e tarado, eu era bem chupão.
Ensino Médio
Não foi até o ensino médio que eu transei de verdade, não muitas parceiras, só três, mas nenhuma pra um relacionamento sério. Também não é que eu tava procurando o amor da minha vida, só tinha coisas que não me agradavam. Nessa época, Pedro tava em outra escola e a gente se separou, embora mantivéssemos contato, não era a mesma coisa e aos poucos cada um fez novos amigos.
Quase no final do ensino médio, conheci a Nancy. Ela mudou completamente meu panorama e eu descobri por que não conseguia ficar com uma mulher. Ela me ensinou o sexo mais selvagem. Me provocava, me pedia pra morder ela, dar tapa na cara dela e cuspir nela. Isso me deixava muito tesudo. Na verdade, no começo eu gozava muito rápido de tão excitado e fiquei assustado. Mas ela me trabalhava bem, dizia que era normal pela excitação. Aos poucos fomos transando mais pesado. Eu amarrava as mãos dela com meu cinto, dava tapas nela por minutos inteiros chamando ela de puta e ela gemia gostoso pra caralho. Dava pra ver ela se molhando sem eu ter penetrado ela. E quando eu penetrava, ela se apertava gostoso demais. Ela perdia o fôlego e eu metia muito forte. A Nancy era peitudona e magra, morena, cabelo cacheado e carinha de safada com lábios grossos. Ela era mais sexy do que bonita ou feia. Até que dava pro gasto. Mas isso sim, muito gostosa. A gente foi aumentando o nível e eu colocava prendedores nos mamilos dela. Às vezes comia ela com força de quatro enquanto puxava o cabelo dela e ela pedia pra eu dar tapa na bunda dela. De verdade, eu batia muito forte, ela ficava vermelha e uma vez ela pediu tanto que doía ela sentar nas aulas e tal, isso me deixava orgulhoso de um jeito idiota ou melhor, sexual. As nádegas dela ficaram bem roxas e os hematomas apareciam, os golpes fortes. Na real, essa era a nossa regra: nada em lugares visíveis e nem tão forte. Isso porque outra vez ela também me pedia pra chupar os peitos dela.
A gente se divertiu pra caralho até que, bom, acabamos nos separando e isso me doeu muito na faculdade. Passei mal pra cacete. A gente se via de vez em quando, mas parece que ela encontrou outra pessoa e eu, bom, eu não.
Aprendi aos poucos a ficar sozinho ou tentar que alguma mulher deixasse eu fazer isso. Algumas deixavam eu dar uns tapas na bunda, mas cuspir nelas, nada. Era uma decepção constante, mas pelo menos eu comia. Foi assim até que me reencontrei com o Pedro, que por acaso tava numa universidade perto. Aí conheci a namorada dele, a Katia. No começo não nos demos bem, e depois descobri que o Pedro tinha falado que eu era um idiota. Minha surpresa veio depois, quando a gente começou a se conhecer mais.
Deixo um gostinho e, se quiserem, também conto a história com ela.
Ah, você acha que é tão fácil? Como você é mais gostoso, é fácil pra você, quase nem te dão fora
Hahaha, mas se você é viadinho pra caralho, não é questão de ser bonito, é de ser mais ousado
Vamos ver, fala aí, parceiro
Nesse momento, Pedro se levantou e eu pude ver como Tânia, uma das mais gostosas da escola, começava a rir com ele, mesmo nunca tendo falado antes. Sempre tive uma certa inveja da confiança dele com as minas. Mas também não podia fazer muito além de aprender e ouvir as merdas que ele falava. Assim, em todas as festas, eu aprendia alguma coisa e, aos poucos, fui mudando meu jeito mais reservado e sério pra algo mais espontâneo, ganhando confiança. É verdade, eu levava mais fora do que o Pedro, mas minha sorte melhorou, sem dúvida.
Ainda mais depois que, numa sala, a gente entrou com um par de amigas que o Pedro tinha convencido. Aí começamos a esquentar os quatro, cada um com a sua mina. Eu já tinha metido a mão na Alejandra e o Pedro fazia o mesmo com a Sandra. Não eram as mais gostosas, mas eram uma delícia. Ali aprendi a masturbar, recurso que a Alejandra me ensinou: tocar os lábios dela, o clitóris, ela falava devagar, rápido, e eu ouvia os gemidos, muito gostosos. Depois, o Pedro mandou eu segui-lo e se ajoelhou, tirou a calcinha da Sandra. Eu fiz o mesmo, mas a Alejandra me parou, disse que não estava depilada. Eu ri e falei que não importava, arranquei a calcinha dela, abri seus lábios e pude saboreá-la pela primeira vez. Nunca vou esquecer aquele gosto de mar e o mel dela na minha boca. Os lábios dela eram carnudos e tinha muito pelo, que eu tirava de vez em quando. Ali, os gemidos dela aumentaram e a gente não parava. Uma coisa que me excitou muito foi que elas se seguraram pelas mãos, porque estavam deitadas uma do lado da outra e a gente de joelhos.
Eu tava muito duro e o Pedro falou: "Agora é a vez de vocês". E quando elas começaram a se ajoelhar, a gente ouviu alguém vindo pra sala e fomos interrompidos.
Foi assim que passamos o ensino médio. Mas nunca transamos, não queríamos estragar nossa amizade. vidas e também não conseguimos preservativos. Pedro até comeu a Tania, mas só nos dias dela. Algo que me dava nojo. Ele fazia isso pra não engravidar ela, na verdade ele me dizia que até fazia oral nela assim, mas eu não tinha coragem. Chegaram a me chupar inteira, ou eram muito inexperientes e mordiam pra caralho.
Só o Pedro tinha namorada. Eu nunca durava, era muito especial. Pedro saía com elas, comia e terminava. Não se falava nisso e, bom, pra ser um moleque muito novo e tarado, eu era bem chupão.
Ensino Médio
Não foi até o ensino médio que eu transei de verdade, não muitas parceiras, só três, mas nenhuma pra um relacionamento sério. Também não é que eu tava procurando o amor da minha vida, só tinha coisas que não me agradavam. Nessa época, Pedro tava em outra escola e a gente se separou, embora mantivéssemos contato, não era a mesma coisa e aos poucos cada um fez novos amigos.
Quase no final do ensino médio, conheci a Nancy. Ela mudou completamente meu panorama e eu descobri por que não conseguia ficar com uma mulher. Ela me ensinou o sexo mais selvagem. Me provocava, me pedia pra morder ela, dar tapa na cara dela e cuspir nela. Isso me deixava muito tesudo. Na verdade, no começo eu gozava muito rápido de tão excitado e fiquei assustado. Mas ela me trabalhava bem, dizia que era normal pela excitação. Aos poucos fomos transando mais pesado. Eu amarrava as mãos dela com meu cinto, dava tapas nela por minutos inteiros chamando ela de puta e ela gemia gostoso pra caralho. Dava pra ver ela se molhando sem eu ter penetrado ela. E quando eu penetrava, ela se apertava gostoso demais. Ela perdia o fôlego e eu metia muito forte. A Nancy era peitudona e magra, morena, cabelo cacheado e carinha de safada com lábios grossos. Ela era mais sexy do que bonita ou feia. Até que dava pro gasto. Mas isso sim, muito gostosa. A gente foi aumentando o nível e eu colocava prendedores nos mamilos dela. Às vezes comia ela com força de quatro enquanto puxava o cabelo dela e ela pedia pra eu dar tapa na bunda dela. De verdade, eu batia muito forte, ela ficava vermelha e uma vez ela pediu tanto que doía ela sentar nas aulas e tal, isso me deixava orgulhoso de um jeito idiota ou melhor, sexual. As nádegas dela ficaram bem roxas e os hematomas apareciam, os golpes fortes. Na real, essa era a nossa regra: nada em lugares visíveis e nem tão forte. Isso porque outra vez ela também me pedia pra chupar os peitos dela.
A gente se divertiu pra caralho até que, bom, acabamos nos separando e isso me doeu muito na faculdade. Passei mal pra cacete. A gente se via de vez em quando, mas parece que ela encontrou outra pessoa e eu, bom, eu não.
Aprendi aos poucos a ficar sozinho ou tentar que alguma mulher deixasse eu fazer isso. Algumas deixavam eu dar uns tapas na bunda, mas cuspir nelas, nada. Era uma decepção constante, mas pelo menos eu comia. Foi assim até que me reencontrei com o Pedro, que por acaso tava numa universidade perto. Aí conheci a namorada dele, a Katia. No começo não nos demos bem, e depois descobri que o Pedro tinha falado que eu era um idiota. Minha surpresa veio depois, quando a gente começou a se conhecer mais.
Deixo um gostinho e, se quiserem, também conto a história com ela.
2 comentários - A gostosa do Pedro