Minha cunhada viciada em cu

Fui na casa do meu irmão passar as férias, mas ele teve que viajar a trabalho, então fiquei na casa dele com a minha cunhada, que sempre me chamou a atenção pelo corpo gostoso que tem, mas principalmente por uma bunda empinada, redonda e firme que ela sabe destacar com os vestidos e/ou leggings.

Sábado à noite, estava nevando (Bariloche) e eu queria sair pra tomar algo, mas tive que ficar.
- A neve e o frio estragaram seus planos? - me pergunta minha cunhada vestindo a jaqueta.
- Você vai sair mesmo assim? - falo surpreso, enquanto vejo como a calça jeans marca bem a parte da frente dela.
- Sim, a gente tá acostumada. Vou na casa de uma amiga mesmo, então a gente se vê depois. - Ela saiu e eu vi o espetáculo de bunda que ela tem.
- A gente se vê - falo, e me viro pra ver um filme. Depois de uma hora vendo o filme, fico curioso pra ver as calcinhas dela, então vou direto pro quarto dela revirar as fio-dental e calcinhas que ela usa. Fiquei louco vendo que ela tinha um monte de lingerie. Organizei tudo e voltei pra sala pra ver o filme, e bem na hora que eu tava voltando, ela entrou. Era a Anto, minha cunhada, que cruzou a porta e, ao me ver, fala:
- No final não tinha ninguém, então resolvi voltar - ela fala enquanto me olha desconfiada, e percebo que o olhar dela ia pro meu volume (que tava meio duro de tanto mexer nas calcinhas dela).
- Beleza, comeu? Acabei de pedir comida, a gente divide se quiser - falo enquanto disfarço e me acomodo no sofá.
- Fecha, vou trocar de roupa e já volto. - Ela foi pro quarto e eu ouvi ela arrumando as gavetas. Quando voltou, vi ela com uma regata e uma legging que marcava tudo.
- Afinal, você tinha namorada ou não? - ela fala enquanto cruza as pernas e sorri.
- Não, ninguém me dá bola, cunhada. É que com o trampo também não tenho muito tempo.
- Mas tempo pra uma coisa passageira e rápida você tem ou não? Desculpa se a pergunta te incomoda - ela fala piscando o olho.
- Não me incomoda, mas de vez em quando eu arrumo alguma coisa sim - falo sorrindo e sem parar de olhar pra ela. Olhar pra ela
— A verdade, cunhado, não sei como pode ser que não te dão bola. Você é bonito, tem trampo e ainda... — ela cala e continua — ainda... é gente boa, né?
— É, não sei se bonito, mas sou gente boa, falei me diminuindo, mas por que você hesitou em dizer gente boa? Não te pareço legal?
— Não ia falar isso. — faz um silêncio, e me diz: — Ia falar que você tem um belo pacote, digamos — e solta uma gargalhada, tapando a boca.

Desconcertado, fiquei olhando pra ela e falei:
— Como você chegou a essa conclusão? Ou que informação você tem? — falei sorrindo, meio sem graça.
— A Analia, sua ex, me escreveu pedindo ajuda pra te reconquistar e, entre conversa e conversa, me contou como você é bom de cama e a bela pica que você tem.
— Ah, é? — falei já animado — Bom, se estamos nesse clima de confiança, me atrevo a dizer que você tem uma bunda linda e que com certeza deve ficar muito gostosa naquelas calcinhas fio dental que você usa.
— É? — notei que você ficou de olho nas minhas calcinhas. Gostou?
— Me enlouqueceram. — falo me aproximando.
— Olha só, quer ver mais? — ela se levanta e abaixa a legging na minha frente, de costas, mostrando a bunda redonda e firme, com um fio dental que sumia entre as nádegas e que, ao se abaixar completamente, deixava ver a buceta coberta por aquela calcinha vermelha.
— Agora sim confirmo minha teoria: essa bunda é linda. — falo enquanto me levanto e passo a mão na bunda dela, encostando minha pica já dura e bem excitada. Ela começa a rebolgar na minha frente, tiro a pica da calça e começo a passar entre as nádegas dela, com as mãos guiando a cintura.
— Ai, sim, tava com vontade de sentir ela assim. — ela falava com voz de putinha. Ela se vira e começa a me chupar, molhava tudo com a boca e com as duas mãos segurava minhas pernas, sugando como se não houvesse amanhã. Sentei no sofá e comecei a aproveitar o boquete, olhando pra ela e segurando a cabeça dela, guiando a intensidade daquela mamada gostosa.
— Que lindo você chupa, cunhada, você é bem putinha.
— Mmmmm — gemeu — Sua putinha sou eu! — Ela se levanta e abaixa a calcinha. e sobe em cima de mim, e começa a montar na minha pica dura e me diz - me falaram que você comia gostoso, mas vou te comer eu. Começou a se mexer em cima de mim. Tirei a camiseta dela e os peitos dela ficaram expostos, eu chupava e mordia quando ela se aproximava.
Minhas mãos nas nádegas dela enquanto ela subia e descia com intensidade, deixava ela levar o ritmo, que de repente começou a ficar mais rápido, com um roçar do clitóris dela em mim, tão rápido e colado que o orgasmo chegou, sentir o corpo dela tremer e a buceta dela ficar mais molhada depois de ouvi-la soltar um gemido e alívio lá de dentro.
- Ai que pica linda, cunhadinho, adoro. ela dizia e me beijava na boca
- Buceta linda, apertada e muito quente eu dizia alternando entre beijos
- Gozou? não sinto porra, quer que eu chupe?
- Adoraria que você me comesse com seu cu
- mmmmm seus desejos são ordens, ela disse, se virou e apoiando o cu na ponta da minha pica dura e tesuda, começa a sentar devagar e gemendo baixinho com um pouco de dor.
- mmmm assim, cunhadinha, que paisagem linda você me dá! eu dizia enquanto segurava a cintura dela empurrando pra baixo. Assim que a cabeça da minha pica entrou, ela começou a subir e descer devagar, fazendo entrar por completo e começar a dar sentadas fortes e rápidas. Eu via ela curtir minha pica no cu dela e isso me enlouquecia, aguentei o máximo que pude, mas os movimentos dela, junto com a imagem das nádegas dela devorando minha pica, fizeram eu explodir dentro dela, e quando ela sentiu meu orgasmo, combinado com a agitação, ela continuou se mexendo por mais um minuto, o que espremeu minha pica e fez ela ter um segundo orgasmo cheio de líquido, misturando a porra que saía do cu dela com seus sucos vaginais.

Nus e sujos fomos pra cama, continuar curtindo uma noite cheia de sexo oral e orgasmos.

5 comentários - Minha cunhada viciada em cu

como le encanta la pija, es una bb, que ganas de hacerle el orto y que me saque toda la leche