Olá, amigos. Hoje tô com vontade de escrever. Conheci a Naty há mais de 30 anos, uma loira 👱♀️ de lábios bem carnudos e boca grande, mas o melhor, naquela idade em que a testosterona começa a despertar, eram os peitos que ela tinha, que aos 16 anos não eram normais — e aí vem a história 💘. Tudo começou com uns beijos nas esquinas da escola (ela era minha colega de classe). Até que chegou a vez da viagem de acampamento. Fomos pra Capitán Sarmiento, no camping municipal. Naquela época, era tudo mato e a gente acampava quase na entrada. Tinha piscina, pra quem conhece 😅. Chegamos, montamos as barracas e a noite caiu. Como sempre, fogueira, comida e um tempinho livre — quem queria dormir, dormia; senão, algum jogo. Bem, chegou meia-noite e a gente foi jogar vôlei, mas o que importava pra ela e pra mim era outra coisa: nos beijar. Então fomos pra trás de uma churrasqueira e nos beijamos como se fosse a última vez. O que eu valorizo nas mulheres é que SE ELA BEIJA BEM, FAZ BEM O LOVE — até hoje funciona pra mim. Ela beijava muito bem. Acontece que, entre um beijo e outro, eu sou muito mão pesada, ela dizia. E, deitado sobre as pernas dela, passei o braço pelo pescoço dela. Tava frio pra caralho e a gente tava cheio de roupa, mas eu me virei. E entre os beijos, tudo ficou mais intenso — meus lábios doíam de tanto beijar ela. E pelo pescoço começou tudo. Aí eu falei: "Tô morrendo de vontade de ir pra barraca e tirar toda a sua roupa, e beijar você toda." Ela respondeu: "Não dá. Vamos fazer o que der, mas aqui, que ninguém vem." Sempre aparecia um virgem pra encher o saco, mas a gente mandava ele pastar. Mão por cima da jaqueta e por baixo um moletom. Comecei a abaixar o zíper e enfiar mais a mão, e senti que não conseguia pegar com minha mãozinha — meu Deus. Ela tava no céu, se arqueava pra trás e me dava os dois, e eu não dava conta de um. Tava na minha, mas queria mais. Levantei o moletom e soltei o sutiã até chegar nos mamilos, macios, pequenos e durinhos. E não aguentei mais: fui com a boca chupá-los, já que os outros... tinham ido dormir, aproveitei. Ela deu um gemido, mas me disse: "não para, esquece". Ali estava eu, igual um bebê recém-nascido, com uma fome de peito. Chupava, passava a língua, e ela passava a língua no meu rosto, não sabia o que fazer. Até se mexia sentada, como se estivesse me dando a buceta de tão tesuda que tava. Naquele momento, o corpo pede mais e a gente nem percebe o amor que nos inunda. E aí a gente faz merda, mete e tchau. Assim, muitos dos nossos amigos tiveram filhos por causa desse tesão todo. Mas beleza, continuo. Passei a mão por cima da calça de moletão dela, e ela se mexia mais forte, como se fosse uma punheta. Tava a mil, gemendo como se a gente tivesse transando. Era lindo. Começando o caminho do sexo, aprendi muito com as coisas que rolaram com todas as minhas namoradas. E hoje, chupar os peitos de uma mulher e bater uma punheta pra ela é o maior prazer que você pode dar. Aconteceu comigo em vários casos, onde a mulher goza primeiro sem ser penetrada. É lindo. Nesse momento, penso na minha cunhada, que tem os mesmos peitos, e me imagino transando assim, desculpa. Foi assim que eu comi meus primeiros peitos com a Naty, a Tana. Fomos namorados por vários meses. Depois de uns anos, acho que dois, liguei pra ela e propus visitá-la. Eu tinha moto e fui até a casa dela. Os pais dela moravam lá, e uma irmã também. Tava calor, ela tava na piscina com o chimarrão. Me convidou, e quando vi ela, tava de biquíni laranja, não esqueço mais. Aqueles peitos estavam estourados, ela sempre linda. A gente tinha uns 18 anos. Tomamos uns mates, conversamos, já que a gente tinha terminado em colégios diferentes. E antes de eu ir, ela propôs sair pela garagem da casa, porque a gente tava molhado. Isso dava pros quartos, ou seja, os velhos estavam do outro lado. Ficamos mais um tempo até secar, e aí rolou umas risadas, a gente se aproximou e veio o beijo. A gente se comeu de boca igual da outra vez. Ela deixou a toalha cair, e eu tirei a camiseta. Já mais experiente no sexo, peguei uma camisinha e deixei no carro. que a gente tava se pegando, bem, como diz o Arjona, beijei até a sombra dela, que gostosa que ela era. Quando chupei os peitos dela, ela abriu a caminho e meteu a mão dentro da biquíni, tava molhada, escorrendo de tesão. Eu me agachei e comi aquele néctar meio salgado, delícia de mulher, e ela começou a gemer, gozou na minha boca. Na hora, não ia ficar na vontade, peguei a camisinha, coloquei e aí subi ela no capô e meti gostoso, ela se entregou toda pra mim e a gente ficou ali. Não sei quanto tempo durou, mas foi maravilhoso. Fui pra casa aliviado e feliz.
2 comentários - Naty, a gostosa peituda da sala.