Verão Gostoso

Me chamo Beatriz, tenho 60 anos, casada, professora aposentada, com Raúl de 58 anos, engenheiro de profissão. Fomos, como todos os anos, passar um mês de férias em Mar del Plata. Faz 6 anos que não transamos por causa de um problema cardíaco dele, então ele não pode fazer esforço e tá medicado, então minha vida é bem tranquila.

Naquela manhã fomos pra praia, tava vazia, nos acomodamos, colocamos nossas cadeiras e dois guarda-sóis. Depois de um tempo já tinha bastante gente, nem percebemos. Um casal pediu se a gente podia olhar as coisas deles que estavam do nosso lado, e a gente topou. Passou um tempo, fui comprar umas facturas. Quando voltei, meu marido tava conversando, me apresentou a Analia, de 61 anos, e Federico, de 60. A manhã foi passando assim, eu me sentia desconfortável porque esse homem não parava de olhar pros meus peitos e pernas enquanto meu marido batia papo com a mulher dele. Eu tenho 1,75m de altura, cabelo castanho claro, olhos verdes, corpo muito bom pra minha idade, peitos grandes, quase 100 cm, com sardas pelo corpo, o que me torna uma mulher interessante. Esse senhor levantou do lugar dele e foi pra praia. Nessa hora apareceu um vendedor de roupas femininas, falei pro Raúl que ia dar uma olhada nas peças. Olhei pra praia e o vizinho ocasional tava entrando na água, ajeitou a sunga e eu juro que vi um volume enorme. Tava com meu celular na mão, discretamente tirei várias fotos dele sem ele perceber. Depois fui pro lado, olhei as fotos, não acreditei no que via. Pela primeira vez em muitos anos senti minha buceta molhada. Lembrei que meu marido tem um pau pequeno, então tive pouquíssimos orgasmos na vida. Pela primeira vez senti vontade de ser penetrada por outro homem. Voltei, sentei, perguntei se ele queria almoçar, ele disse que sim. Quando terminou, tomou alguns remédios e falou: "Vou dormir no apartamento, depois volto." "Tá bem, vou ficar aqui lendo um livro. O casal vizinho também estava terminando de almoçar. A mulher estava arrumando umas bolsas. O Federico se aproximou e me perguntou se eu podia cuidar das bolsas dele. Eu disse que sim. Ele também me entregou um papel, que segurei na mão. Eles foram caminhar. Esperei um pouco e abri a mensagem, que dizia: "Esse é meu número de celular. Gostaria de ter uma conversa com você." Pensei um pouco, olhei as fotos que tinha tirado, lembrei que uma vez meu marido me disse que, se eu precisasse transar, era só falar, que ele entenderia e procuraria alguém para me satisfazer. Olhei o número e salvei. Depois de um tempo, eles voltaram e sentaram nas cadeiras de praia. Ela cochilava, ele estava com o celular na mão. Eu olhava meu livro, mas de canto de olho observava a cena descrita antes. Decidi escrever para ele, perguntando "o que ele queria". Ele se surpreendeu ao ver minha mensagem, me olhou sorrindo e respondeu que a mulher dele tinha contado que meu marido estava muito doente, que ele se cuidava muito e que, ao menor esforço, podia morrer. "Te conto que eu também tenho meu próprio calvário com minha esposa. Ela está em tratamento neurológico há dez anos. Todas as noites, quando toma o remédio, dorme profundamente até o dia seguinte. Por isso, sempre saio à noite para caminhar. Te conto que nunca fui infiel, mas hoje, ao te ver, fiquei impressionado com sua beleza." Li com atenção e respondi: "É verdade. Às dez da noite ele dorme. Eu fico vendo filmes ou usando o computador até dar sono e vou deitar. Qual é seu plano? Ou ideia? Eu sou mulher de um homem só nesse momento. Não gostaria de ter uma relação paralela. Dizem que sempre tem uma primeira vez. Não sei o que te dizer." Depois ele me perguntou onde eu estava morando. Eu disse: "Vê aquele prédio azul que dá pra ver daqui, em frente à praia?" "Sim, vejo." "Eu moro a duas quadras dali. Mas o prédio em frente ao meu, o de mármore, o filho dele era proprietário lá. Ele ia vir daqui a dez dias, e ele estava... Cuidando, ele tinha as chaves, a gente podia conversar, beber algo, se eu gostava de dançar, aí a gente faria isso, porque ele sentia falta disso. — Pensei por um bom tempo, respondi que seria lindo, conversar, dançar e nada mais, se ele respeitasse isso, eu toparia a gente se ver. Nessa hora, entrou uma foto, ele tinha tirado sem eu perceber, assim que te vi, falei: que mulher gostosa, como eu queria saber como é a vida dela.Verão GostosoProcurei na pasta, mandei uma das fotos que tinha tirado dela, perguntando: "O que tem escondido aí?Chupada de pau

Penetracao ANALMandei outra foto, essa é a pica do meu marido, sim, é bem maior que isso.penetracao vaginalESTOU MUITO INTERESSADA, hoje ao ver seu corpo e aquele volume, minha buceta ficou bem molhada, me manda outra foto, isso é o que está escondido aí, olhei a foto, falei que lindo e grande que épau pequeno, te conto que uma das minhas amigas me ensinou a ver vídeos pornô, aprendi a me masturbar, porque sou uma mulher carente de sexo e ingênua. Como a gente se encontra? Meu marido, eu dou o jantar e a medicação pra ele às 21h30, e quinze minutos depois ele já tá dormindo profundamente; vou dar uma dose a mais pra ele dormir mais. E você? Ela janta às 21h, vê TV, toma a medicação e às 21h45 já tá dormindo. Então hoje à noite eu vou estar no hall do prédio onde meu filho mora às 22h. Você atravessa, eu abro a porta e a gente entra. O que acha? Qualquer problema, a gente se manda mensagem. — Tá bom, eu falei, combinado assim. Meu marido veio pra praia, passou a tarde, a gente foi pro apartamento, tomou banho, comecei a preparar o jantar, tava nervosa com o que ia fazer. Coloquei a medicação, dei pra ele, a gente comeu vendo TV. Daqui a pouco o Raul já tava com sono, eram 21h35, ajudei ele a deitar, dei um beijo nele, falei que mais tarde eu voltava. Quando eu tava me vestindo, mandei uma mensagem pro Federico: "às 22h eu tô lá como a gente combinou". "Já tô pronto, vem quando quiser", ele respondeu. Na hora marcada, atravessei a rua, ele tava me esperando na porta, abriu, entrei. A gente se olhou, deu um beijo no rosto, chegou no elevador, subiu pro 4º andar, desceu, entrou no apartamento. Tava preparado pra ocasião, com música suave, uma mesinha com copos e taças. Ele estendeu a mão, perguntou: "Dança?" Sim, a gente dançou meio tenso os dois. Quando começou uma nova música, ele me puxou pro corpo dele, colocou a mão direita mais firme na minha cintura, senti a parte íntima dele na minha. Levou a boca na minha orelha direita, falando que era um sonho estar com uma mulher tão gostosa, que meu aroma e minha pele eram especiais. Devagarzinho foi beijando meu rosto, pescoço. Falei que era uma situação que eu nunca tinha vivido antes, tava com um pouco de medo por ser inexperiente. Meus lábios procuraram os dele, nossas línguas se enrolaram, a gente ficou um tempão se acariciando. Minha buceta tava encharcada. meus fluidos, o pau grosso dele parecia que ia explodir, então falei: vamos sentar, tomar alguma coisa, e foi o que fizemos. perguntei onde era o quarto, ele me indicou, mandei ele esperar na porta, coloquei as luzes bem fracas, pedi pra ele olhar dali, comecei a me despir, até ficar totalmente pelada, falei "isso é o que tenho pra te oferecer".Verão Gostoso

Chupada de pauEla tirou a roupa rapidinho, finalmente pude ver ao vivo o que tanto queria: UM PAU GRANDE, pra ter umas sensações gostosas, continua...

2 comentários - Verão Gostoso

Me encantan las mujeres grandes, con buenos senos y el cuerpo con pecas, son mi debilidad, pues resisten los penes grandes y gruesos