A Casa das Putas [Capítulo I]

Vou contar pra vocês que, depois de tudo que rolou na história anterior, me deu na telha de colocar câmeras na casa da minha sogra pra ficar de olho nela e na minha cunhada, ver o que elas aprontavam. Sem dúvida, foi errado o que fiz, mas eu precisava MESMO ver elas!

As câmeras captavam som e eu podia ver elas a qualquer hora, porque estavam ligadas no celular.

Uma tarde, eu tava no sofá vendo TV, quando o aplicativo me avisou de movimento. Quando abri, era a Cata abrindo a porta, e lá estava o moleque do supermercado, trazendo uma entrega.

Entregador: Opa, tudo bem? Aqui tá o pedido, são 700 reais.
Cata: Oi, beleza, já te pago.

Enquanto ela vai pegar o que parece ser a carteira, vejo que ela tava só de camisetona comprida, sem calça, sem short, nada. Aposto que por baixo tava só de fio dental.

Cata: Desculpa, cê sabe que eu só tenho 500 reais? Dá pra te pagar isso agora e daqui a pouco te acerto o resto?
Entregador: Desculpa, mas não posso, é ordem da empresa.
Cata: Poxa, mas é que não tenho mais mesmo, e não sei onde arrumar. Aceita débito?
Entregador: Não, desculpa, não aceitamos débito.
Cata: Ah, e então como a gente faz? Eu não tenho mais grana.
Entregador: Pô, é que não dá pra deixar assim, senão me matam, né.
Cata: Ok, espera, vem aqui, entra e deixa eu procurar direito.
Entregador: Beleza, então.

O cara entra, senta no sofá, enquanto a Catalina procura. Num momento, ela se abaixa e eu vejo uma coisa no celular que não dava pra acreditar: ela tava sem nada por baixo!

O moleque fica meio alucinado e leva a mão no volume.

Cata: Desculpa, sabe que não tenho mais dinheiro, mas acho que posso te pagar de outro jeito, ou você me ajuda com o que falta.
Entregador: Que jeito? Não sei do que cê tá falando.
Cata: Sei lá, deixa eu ver.

Nessa hora, ela se abaixa perto do sofá e puxa a calça do entregador de uma vez, enquanto olha nos olhos dele e pega no pau dele, que já tava bem duro.

Entregador: Calma, calma, não sei se isso é certo, mina.
Cata: Você... deixa rolar, cê tem uma rola gostosa - enquanto leva aquela rola na boca, pra chupar ela rapidinho num ritmo acelerado
Delivery: Porra, mina, cê nem sabe meu nome e já tá chupando minha rola toda
Cata: Tá gostando? não importa como cê se chama, preciso pagar essa compra, hein

Ela se apoiava nos joelhos do cara, enquanto chupava tudo, babava toda, olhava nos olhos dele, o cara não aguentava mais e eu também não, tava batendo uma punheta do caralho olhando pela câmera

Delivery: mina, vou gozar, deus!!
Cata: É? quer me dar a gozada?
Delivery: Ah, sim! puta merda, não aguento mais

O cara fechava os olhos, como se não pudesse acreditar no que tava acontecendo, o boquete era incrível, já sabemos a experiência que ela tem e o quanto adora chupar...

Cata: Vai me dar a gozada? siiiim? - ggggghghhh, dava pra ouvir a investida
Delivery: Não aguento mais! vou gozar
Cata: Joga na minha carinha!! assim tudinho! siiiim, que delícia

O cara se contorcia enquanto jogava toda a gozada na bochecha dela, ela curtia pra caralho, imagem incrível!
Delivery: Tenho que ir, desculpa! tá paga a diferença, né?
Cata: Haha, ainda bem, né?
Delivery: Desculpa, hein, até mais!

O cara se veste rápido e vai embora. Ela sorria enquanto fechava a porta.
Quando entrou, sentou no sofá com carinha de satisfeita e com os dedos juntava a gozada e levava pra boca!

Naquele momento, e me fazendo de besta, eu não aguentava mais de tesão, mandei uma mensagem no WhatsApp

Eu: O que cê tá fazendo, Cata?
Cata: Oi, aqui vendo alguma coisa na TV, e você?
Eu: Aqui entediado em casa, o que me conta?
Cata: Nada, terminei de estudar e daqui a pouco vou dançar, mamãe não tá hoje à noite, te aviso por via das dúvidas, haha

Que filha da puta, queria guerra a mina, mas eu prometi não pecar.

Eu: ahhh, então se diverte
Cata: Valeu, obrigada, isso com certeza, haha

Terminei a conversa, terminei a punheta, a mina é realmente descomunal, tão puta quanto a mãe.

CONTINUA...

1 comentários - A Casa das Putas [Capítulo I]

muy bueno! hace rato esperaba que retomes las historias!