Vou contar pra vocês que, depois de tudo que aconteceu na história anterior, me deu na telha de colocar câmeras na casa da minha sogra pra ficar de olho nela e na minha cunhada, ver o que elas faziam. Sem dúvida, foi errado o que eu fiz, mas eu realmente precisava vê-las!
As câmeras captavam som e eu podia vê-las a todo momento, já que estavam ligadas no celular.
Uma tarde, eu estava no sofá vendo TV, quando o app me avisou de movimentos. Quando abri, era a Cata abrindo a porta, e dava pra ver o rapaz do supermercado, que vinha trazer uma entrega.
Entregador: Oi, tudo bem? Aqui está o pedido, são 700 reais.
Cata: Oi, beleza, já vou te pagar.
Enquanto ela vai pegar algo que parece ser a carteira, vejo que ela estava só de camiseta comprida, sem calça, sem short, nada. Com certeza por baixo estava só de fio dental.
Cata: Desculpa, você sabe que eu só tenho 500 reais aqui. Posso te pagar isso agora e daqui a pouco te pago o resto de outra forma?
Entregador: Desculpa, mas não posso, é ordem da empresa.
Cata: Poxa, mas é que não tenho mais mesmo, e não sei onde arrumar. Aceita débito?
Entregador: Não, desculpa, não aceitamos débito.
Cata: Ah, e então como a gente faz? Eu não tenho mais grana.
Entregador: Poxa, é que eu não posso deixar assim, senão me matam, né.
Cata: Ok, espera, vem aqui, entra e deixa eu procurar direito.
Entregador: Ok, beleza.
O cara entra, senta no sofá, enquanto a Catalina procura. Num momento, ela se abaixa e dá pra ver uma coisa que no celular eu não acreditava: ela estava sem nada por baixo!
O cara fica meio alucinado e leva a mão no volume.
Cata: Desculpa, você sabe que não tenho mais dinheiro, mas acho que posso te pagar de outro jeito, ou você me ajuda com o que falta.
Entregador: De que jeito? Não sei do que você tá falando.
Cata: Sei lá, deixa eu ver.
Nesse momento, ela se abaixa perto do sofá e puxa a calça do entregador de uma vez, enquanto olha nos olhos dele e pega no pau dele, que já tava bem duro.
Entregador: Calma, calma, não sei se isso é certo, moça.
Cata: Você Deixa fluir, gostosa, que pau você tem - enquanto leva aquele pau à boca, pra chupar rapidinho num ritmo acelerado
Delivery: Uau, mina, você nem sabe meu nome e já tá chupando meu pau inteiro
Cata: Tá gostando? Não importa como você se chama, preciso pagar essa compra, hehe
Ela se apoiava nos joelhos do cara, enquanto chupava tudo, babava tudo, olhava nos olhos dele, o cara não aguentava mais e eu também não, tava batendo uma punheta foda olhando pela câmera
Delivery: Mina, vou gozar, meu Deus!!
Cata: É? Quer me dar essa gozada?
Delivery: Ah, sim! Porra, não aguento mais
O cara fechava os olhos, como se não acreditasse no que tava acontecendo, o boquete era incrível, já sabemos a experiência que ela tem e o quanto adora chupar...
Cata: Vai me dar a gozada? Sim? - ggggghghhh, dava pra sentir a investida
Delivery: Não aguento mais! Tô gozandooo
Cata: Joga na minha cara!! Assim, tudo! Simmm, que delícia
O cara se contorcia enquanto jogava toda a gozada na bochecha dela, ela curtia muito, imagem incrível!
Delivery: Preciso ir, desculpa! Tá paga a diferença, né?
Cata: Haha, ainda bem, né?
Delivery: Desculpa, hehe, até mais!
O cara se veste rápido e vai embora. Ela sorria enquanto fechava a porta.
Quando entrou, sentou no sofá com carinha de feliz e com os dedos juntava a gozada e levava à boca!
Naquele momento, me fazendo de besta, eu não aguentava mais de tesão, mandei uma mensagem no WhatsApp
Eu: O que cê tá fazendo, Cata?
Cata: Oi, aqui vendo um negócio na TV, e você?
Eu: Aqui entediado em casa, o que me conta?
Cata: Nada, terminei de estudar e daqui a pouco vou dançar, mamãe não tá hoje à noite, tô te avisando por via das dúvidas, haha
Que filha da puta, queria guerra a mina, mas eu prometi não pecar.
Eu: ahhh, então se diverte
Cata: Valeu, com certeza, haha
Terminei a conversa, terminei a punheta, a mina é realmente descomunal, tão puta quanto a mãe.
CONTINUA...
As câmeras captavam som e eu podia vê-las a todo momento, já que estavam ligadas no celular.
Uma tarde, eu estava no sofá vendo TV, quando o app me avisou de movimentos. Quando abri, era a Cata abrindo a porta, e dava pra ver o rapaz do supermercado, que vinha trazer uma entrega.
Entregador: Oi, tudo bem? Aqui está o pedido, são 700 reais.
Cata: Oi, beleza, já vou te pagar.
Enquanto ela vai pegar algo que parece ser a carteira, vejo que ela estava só de camiseta comprida, sem calça, sem short, nada. Com certeza por baixo estava só de fio dental.
Cata: Desculpa, você sabe que eu só tenho 500 reais aqui. Posso te pagar isso agora e daqui a pouco te pago o resto de outra forma?
Entregador: Desculpa, mas não posso, é ordem da empresa.
Cata: Poxa, mas é que não tenho mais mesmo, e não sei onde arrumar. Aceita débito?
Entregador: Não, desculpa, não aceitamos débito.
Cata: Ah, e então como a gente faz? Eu não tenho mais grana.
Entregador: Poxa, é que eu não posso deixar assim, senão me matam, né.
Cata: Ok, espera, vem aqui, entra e deixa eu procurar direito.
Entregador: Ok, beleza.
O cara entra, senta no sofá, enquanto a Catalina procura. Num momento, ela se abaixa e dá pra ver uma coisa que no celular eu não acreditava: ela estava sem nada por baixo!
O cara fica meio alucinado e leva a mão no volume.
Cata: Desculpa, você sabe que não tenho mais dinheiro, mas acho que posso te pagar de outro jeito, ou você me ajuda com o que falta.
Entregador: De que jeito? Não sei do que você tá falando.
Cata: Sei lá, deixa eu ver.
Nesse momento, ela se abaixa perto do sofá e puxa a calça do entregador de uma vez, enquanto olha nos olhos dele e pega no pau dele, que já tava bem duro.
Entregador: Calma, calma, não sei se isso é certo, moça.
Cata: Você Deixa fluir, gostosa, que pau você tem - enquanto leva aquele pau à boca, pra chupar rapidinho num ritmo acelerado
Delivery: Uau, mina, você nem sabe meu nome e já tá chupando meu pau inteiro
Cata: Tá gostando? Não importa como você se chama, preciso pagar essa compra, hehe
Ela se apoiava nos joelhos do cara, enquanto chupava tudo, babava tudo, olhava nos olhos dele, o cara não aguentava mais e eu também não, tava batendo uma punheta foda olhando pela câmera
Delivery: Mina, vou gozar, meu Deus!!
Cata: É? Quer me dar essa gozada?
Delivery: Ah, sim! Porra, não aguento mais
O cara fechava os olhos, como se não acreditasse no que tava acontecendo, o boquete era incrível, já sabemos a experiência que ela tem e o quanto adora chupar...
Cata: Vai me dar a gozada? Sim? - ggggghghhh, dava pra sentir a investida
Delivery: Não aguento mais! Tô gozandooo
Cata: Joga na minha cara!! Assim, tudo! Simmm, que delícia
O cara se contorcia enquanto jogava toda a gozada na bochecha dela, ela curtia muito, imagem incrível!
Delivery: Preciso ir, desculpa! Tá paga a diferença, né?
Cata: Haha, ainda bem, né?
Delivery: Desculpa, hehe, até mais!
O cara se veste rápido e vai embora. Ela sorria enquanto fechava a porta.
Quando entrou, sentou no sofá com carinha de feliz e com os dedos juntava a gozada e levava à boca!
Naquele momento, me fazendo de besta, eu não aguentava mais de tesão, mandei uma mensagem no WhatsApp
Eu: O que cê tá fazendo, Cata?
Cata: Oi, aqui vendo um negócio na TV, e você?
Eu: Aqui entediado em casa, o que me conta?
Cata: Nada, terminei de estudar e daqui a pouco vou dançar, mamãe não tá hoje à noite, tô te avisando por via das dúvidas, haha
Que filha da puta, queria guerra a mina, mas eu prometi não pecar.
Eu: ahhh, então se diverte
Cata: Valeu, com certeza, haha
Terminei a conversa, terminei a punheta, a mina é realmente descomunal, tão puta quanto a mãe.
CONTINUA...
1 comentários - A Casa das Putas [Capítulo I]