De dominante a putinha!

Conheci ela num app domingo passado e depois de dois dias de conversa, ela me passou o número do celular e seguimos no WhatsApp. Convidei ela pra tomar um café da manhã, já que moramos relativamente perto. A gente falou de tudo e, como sempre acontece, mesmo sem querer, acaba falando de sexo. Ela me contou absolutamente tudo. O nome dela é Valéria, tem 53 anos, não é nenhuma bombshell nem uma desbocada, é uma fofa comum da vida. Separada há muitos anos, três filhos adultos — dois morando fora do país e o outro aqui. Na parte sexual, se mostrou uma fofa dominante e, como diz o ditado, sempre tem um mais louco que você. Então apostei que ela não conseguiria me dominar. Combinamos de nos ver ontem, quarta-feira. Saí do trabalho, avisei minha mulher que ia tomar um café com os caras e depois pra casa. Cheguei no apartamento, toquei o interfone e ela disse: "Sobe pro segundo, vou deixar a porta aberta." Assim que entrei, vi ela parada com o chimarrão na mão, legging preta e uma jaqueta vinho. A única coisa que consegui reparar foi uma xereca carnuda e uma raba de dar inveja. Os peitos não marcavam muito, mas pareciam bonitos. Tomamos uns mates e, partiu pro que interessa! Cheguei perto e roubei um beijo — mais que suficiente pra começar o jogo. Percebi que na hora ela assumiu o controle da situação, me empurrando contra a parede pra tirar minha camisa e calça. Eu deixei ela fazer, sentindo que já não tinha tanta força nos pulsos. Esse foi o erro dela. Num movimento só, agarrei as mãos dela, levei até a cintura dela e tomei o controle. Encostei ela na parede e falei no ouvido: "Se mexer, fodeu. Um tapa, ouviu?" Foi como se ela tivesse virado a chave e se transformado numa submisso. Puxei a legging dela pra baixo e ela tava de calcinha fio dental rosa de renda, que sumia no fundo da bunda grande dela. Comecei a beijar e dar mordidinhas. Ela tentou tirar a calcinha e o tapa ecoou pela sala toda. "O que eu te falei?" E mais um. Com a mão direita, segurei os pulsos dela contra a cintura e com a esquerda peguei o clitóris dela e mandei ela abrir as pernas pra eu chupar. usa a palavra: buceta, juro que não pensei que ela tivesse uma buceta tão linda, automaticamente percebi que ela nunca teve parto normal! Do jeito que estava, me deliciei com os sucos dela por um tempo, enquanto ela continuava imóvel! Levantei e falei: como você se comporta bem, putinha! Ela me encarou e estava pegando fogo, e disse: se me soltar, te estupro aqui mesmo. Foi um segundo, afrouxei os pulsos dela, ela se virou e me agarrou pela pica para começar um boquete simplesmente incrível. Caminhei para trás uns passos para me sentar no sofá, nisso ela ainda estava de camiseta e sutiã, que quis tirar e ela recusou, disse: a camiseta não! Respondi que não tivesse vergonha de se mostrar como é, que fosse livre, e tirei a camiseta junto com o sutiã. Um par de peitos muito bem cuidados, com mamilos escuros. Ela quis voltar a me chupar, mas eu a parei e pedi que me beijasse, e assim ela fez. Aí aproveitei para começar a fazer carícias nas costas dela, na barriga e nos peitos. Notei que ela estava desconfortável, então parei tudo e repeti: se você tem vergonha de ficar nua, não vai dar certo. Ela disse: eu sei, mas não me sinto confortável com meu corpo! Para de encher o saco! Você é uma gatinha linda, e essas coisas que te envergonham são marcas da vida que você tem que carregar com orgulho, e para sua informação, todo mundo tem quilos a mais e estrias! Então seja livre. Parece que ela ouviu cada palavra, porque daí em diante ela mudou o chip e se soltou. Sentei de novo no sofá e ela montou em mim por 2 segundos a seco, e depois colocou uma camisinha. Eu sou saudável e fiz vasectomia, mas é melhor ter segurança. Ela ofereceu os peitos para eu chupar e dizia: mais forte, mais forte, e cada sugada era um gemido. Testei apertando forte as nádegas, as investidas que ela dava eram tremendas! E quando dei um tapa daqueles com vontade, que deixa a palma marcada, acho que foi coincidência, mas ela teve um orgasmo tão intenso que dava para sentir o coração pulando no peito! Ela nunca parou de cavalgar, eu apertava as bundinhas e dava tapas. Gemiava, se molhava inteira e mais um orgasmo. Num certo momento, solto a mão da bunda dela e sem querer machuquei o cuzinho, ela deu um grito de dor e prazer que me desconfigurou e eu gozei. Peço desculpas por ter machucado e por ter gozado dentro, ela fala que não tem problema, que estava tudo bem. Falo: "deixa eu ver se não te machuquei". "Não tem nada, não se preocupa." Peguei ela pela mão e coloquei no sofá: "só uma vez tenho que te falar as coisas, abre essa buceta, puta, vai!" Com a unha do dedo indicador machuquei ela e, sem que ela percebesse, passei a língua e ela quase engoliu! "Não, o cu não, Abel, porque eu me perco, você não sai mais daqui!" Outra lambida e ela grunhe. Eu, nem lerdo nem preguiçoso, mandei ela jogar o torso no sofá e tirei as mãos dela de entre as pernas, passei a língua na bunda e a gostosa tinha se transformado de novo, que eu mal conseguia segurar ela. Num momento em que me levanto pra meter o pau, tive que soltar ela e com meio pau dentro do cu ela quis se virar. Joguei meus 100 quilos de amor em cima, ela não aguentou aquilo e eu retomei o controle, coloquei os braços dela nas costas. Num momento, subo no sofá e ela mesma pediu: "pisa na minha cabeça". Não sei como fiz, mas me posicionei pra colocar meu pé como ela queria e, enquanto eu tava enfiando no cu dela, ela pede pra eu soltar pra ela bater uma siririca. Aí me segurei na cintura dela com as mãos e coloquei mais peso na cabeça dela! Os gritos abafados que essa gostosa deu, por favor! Ainda consigo ouvir na minha cabeça, era um orgasmo atrás do outro e, quando não aguentei mais, soltei dois jatos fervendo bem dentro do cu dela! Nós desabamos no chão e ficamos lá uns minutos. Ela acende um cigarro e vai pro banheiro, me chama pra ir atrás: "agora vou te lavar eu, porque hoje eu sou submisso". Nos vestimos e ela me acompanha até a porta, me dá um beijo no rosto e fala no meu ouvido: "já vou ter minha revanche!

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