Esta foi minha primeira história, das minhas contas antigas. Espero que dessa vez não excluam nada.
Sou Carlos, um universitário de 22 anos, e quero contar o que aconteceu comigo desde 6 anos atrás, quando vim da minha cidadezinha para a Cidade do México estudar o ensino médio.
Mas primeiro queria me descrever: tenho altura mediana, 1,74, sou moreno, cabelo preto liso, corpo magro mas com músculos definidos por todo lado. Meu abdômen é o que mais curto, e minha boa digestão me impede de engordar. Além disso, quase sempre faço meia hora de abdominais e gosto de pegar pesado em trabalhos braçais. Resumindo, acho que sou bonito, claro porque todo mundo me fala isso, e embora não me considere um gato, já me chamaram assim. Me acho mais inteligente do que bonito, com bons modos e praticando valores como honestidade, gratidão e educação, que na roça, na minha opinião, são os melhores. Lá, a maioria é humilde, trabalhadora e educada. Isso ajuda quando falta o material e sobra o espiritual. Chega de mim, vamos falar das pessoas que me trouxeram pra morar na cidade.
Aos 16 anos, quando tinha acabado de sair do ensino fundamental, meus pais decidiram me mandar estudar aqui. Eles não tinham grana pra pagar aluguel e essas despesas escolares, mas graças a um irmão do meu pai que mora aqui e vai bem financeiramente. Ele é um empresário importante que sempre ajudou a família a progredir, porque quando era jovem, sendo o caçula, eles o apoiaram pra ele estudar uma faculdade, e por isso ele é eternamente grato. Resumindo, meus pais me mandaram morar com ele e a família dele: a esposa, o filho que já se virou sozinho e mora separado, e as filhas, ou seja, minhas primas. Meu primo tem 26 anos e Trabalha na empresa mais importante do meu tio. Quanto às minhas primas, a mais velha tem 24 anos e a mais nova 18. Minha tia tem 48 e meu tio 52. Ele negligencia muito a família por causa dos negócios e outras coisas.
Nessa casa, eu, minhas primas e minha tia cuidamos de tudo. Outro motivo de me trazerem pra morar aqui foi precisar de alguém pra fazer os serviços pesados. Então, a cada 15 dias eu ia pra minha casa, que fica em outro estado, e passava um dia e meio com minha família. O estado de onde eu sou fica longe dessa capital. Os trabalhos que eu fazia em casa também eram uma condição imposta pelo meu tio. Embora a família do meu tio tenha visitado a minha poucas vezes, ele mantém contato constante com meu pai.
E bem, vamos ao sexo. Desde que me lembro, vejo minha tia Miriam como uma gostosa do caralho. Ela é uma mulher que curte caras da minha idade, essa é a parafilia dela. Desde que comecei a me desenvolver como homem, ela foi mais carinhosa e afetuosa comigo do que com qualquer outro sobrinho. As coisas se encaixaram perfeitamente: ela uma mulher na casa dos quarenta e eu um moleque. Meus irmãos não estudaram e perderam a chance de conviver muito com a família do meu tio. Antes, a família dele era meio metida, mas as coisas mudaram depois que meu tio mandou elas fazerem terapia psicológica. Elas mudaram a forma de pensar e, há anos, ele e elas são pessoas melhores. Miriam é uma mulher gentil e generosa. Vale dizer que antes ela era gorda e cheia de problemas psicológicos. Mas ela mudou faz tempo, se tornando uma mulher incrível em todos os sentidos. Ela tem pele morena clara, uns peitões enormes, tamanho 38-C, e uma raba impressionante, tamanho 110. Claro, tem um pouco de celulite e flacidez, mas quando ela fica de quatro, não dá pra notar. Do mesmo jeito nas suas pernudas, uma pele linda e um rosto bonito que ainda parece 15 anos mais nova, porque não aparenta a idade, já que chegou aos 48 anos, com quase nenhuma ruga na pele. Mas também mudou na vida sexual dela, já que a menopausa e a mudança no estilo de vida coincidiram com a minha chegada na casa dela, bem na hora que os hormônios dela dispararam, transformando minha tia numa mulher cheia de tesão.
Minha prima Nely, de 24 anos, ainda não se formou na faculdade, herdou o corpo que minha tia tinha na juventude, puxou todos os dotes e sem ser curvilínea como minha tia é agora. Ela também é uma gostosa e muito criativa na cama, igual a mãe. Nunca teve um namorado que durasse mais de 3 meses, porque nunca achou alguém que não quisesse transar com ela nesses três meses de celibato, ou então os caras traíram ela. Enfim, isso não preocupa ela muito, porque diz que já vai ter tempo pra encontrar o amor verdadeiro. Ela é de pele branca e, como já falei, mais magra que minha tia. Assim como a mãe, ela malha e se alimenta bem pra manter a forma maravilhosa, embora viva mudando a cor do cabelo.
Minha priminha Gaby, que agora tem 18 anos, tem um corpo que qualquer modelo ou boneca Barbie queria: uns peitos tamanho 92, cintura 65 e um rabo 95. Claro que ela quer estudar modelagem e é linda que nem a mãe. Também malha e cuida da alimentação, sendo morena como minha tia e mais alta, com 1,65 m. Ela sempre foi minha parceirinha de brincadeiras quando vinham na minha casa — brincadeiras de mão, claro.
Depois de 6 horas de viagem até chegar na casa dos meus tios, finalmente chego e bato na porta. Minha prima Gaby sai super feliz pra me abraçar, de pijama sem graça, me dando um beijo (aliás, bem perto da boca), e minha tia aparece num vestido rosa que vai até a metade das pernas, super decotado e sem sutiã por baixo. Me cumprimenta me abraçando com uma mão no meu... cintura e me dando um beijo na bochecha, depois foi até minha prima Nelly, que vinha vestida com uma blusa justa cinza e suas respectivas sandálias. Dava pra ver que ela não tava usando sutiã, porque o formato dos melões dela se adivinhava, como quando não se usa, e as bucetas tendem a cair um pouco dependendo da firmeza. Também dava pra ver os bicos dos peitos, e ela só tava usando um short calcinha transparente listrado de branco e preto, que por baixo dava pra ver perfeitamente uma tanga. Minha tia pediu pra gente ir pra sala conversar. E lá estávamos eu, minhas primas e minha tia. A mais animada com minha chegada era a Gaby, que tava igual criança com brinquedo novo. Minha tia também tava feliz conversando comigo, tão gostosa com aquele vestido decotado, os bicos marcados e as pernas cruzadas, que pareciam apetitosas. A Nelly não tava prestando muita atenção, porque tava vendo TV sem puxar muito assunto.
Minha tia me perguntou se eu tava com fome. A verdade é que a viagem tinha me esgotado e estressado, então não recusei a oferta de jantar. Fomos pra cozinha, e minhas primas decidiram ir fazer a lição da escola e descansar, já que era umas 9 da noite. Mesmo tentando disfarçar quando olhava pro corpo da minha tia, acho que em mais de uma vez ela me pegou.
Minha tia me levou pra cozinha e começou a esquentar a comida. Quando ela ficou de costas pra mim, pude ver que o vestido dela mal cobria a bunda. Claro, a gente continuava conversando, e quando ela me serviu, se abaixou o suficiente pra eu ver todo o esplendor do decotão dela, fingindo que tava olhando a comida que tava me servindo. Ela me olhava tão alegremente, mas não de um jeito alegre, e sim de um jeito provocante e safado. A gente continuava conversando, e nisso ela brincava com um talher debaixo da mesa. Ele caiu, ou melhor, ela deve ter derrubado de propósito, porque foi parar perto de mim. Ela me pediu pra pegar, então eu me abaixei pra catar. Mas debaixo da mesa, pude me deliciar com a vista das... Lindas pernas, que ela depois separava pra mudar de posição e cruzar as pernas pro outro lado, e eu pude ver a calcinha transparente dela, onde dava pra ver a rachinha depilada.
E como eu já desconfiava há anos que minha tia ficava muito carinhosa comigo, me animei naquele momento a começar os jogos sexuais que ela, com seus atos, estava sugerindo. Me levantei e falei pra minha tia:
— Mmmmmmm, que delícia, tia, que delícia que tá (fazendo uma pausa) a comida. Jijijiji — ela ria e ficava vermelha, mudando o rosto pra um jeito mais provocante, se apoiando na mesa pra empinar mais os peitos e dizia:
— Claro, meu querido, vai ser assim todas as vezes que você quiser comer aqui nessa casa, que eu, com muito carinho, vou te alimentar, lindo, jii.
A gente continuou conversando até eu terminar de comer, e então minha tia pegou o prato pra lavar. Teve que pegar o sabão de um armário embaixo, me dando uma visão da bunda redonda dela debaixo do vestido curto e da tanga. Imediatamente comecei a ter uma ereção que provocou tudo o que aconteceu, junto com esse último momento.
Minha tia terminou de lavar e me disse que ia me mostrar o quarto onde eu devia dormir. Ajeitei a pica na cueca sem ela perceber e me levantei, seguindo ela. No corredor, ela caminhava com uma escova na mão e fez a mesma coisa de novo: jogou no chão. Eu, me fazendo de besta, claro que vi como ela colocou a bunda toda pro ar na minha frente. Tropecei nela, enfiando minha pica ereta na bunda dela e segurando na cintura dela pra não derrubar, e falei:
— Desculpa, tia, tava olhando os quadros na parede (retratos dela, da família, minha tia e tal) e não vi que a senhora se abaixou.
— Não, não se preocupa, querido, foi um acidente.
Ela passou a mão no meu peito, descendo devagar, e se virou pra continuar andando, mas tocou no meu pau com um apertão bem leve e seguiu até o quarto. Fiquei impressionado em ver como o quarto era, com banheiro, computador e televisão, tudo muito arrumado, ela disse. - filho, por favor, quero que você me dê uma massagem. Espero que não se importe se eu tirar o vestido de cima.
Continua...
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