Mercedes e aquele verão ardente

Combinamos com a Mercedes, que assim que eu ficasse livre, arrumaria um tempo pra ir visitá-la e resolver o problema da limpeza da piscina, já que ela nunca conseguiu entender a bomba de esgoto. Mandei uma mensagem confirmando minha visita umas 2 da tarde, era quarta-feira, pleno verão, então dar um mergulho seria mais um prazer do que trabalho. Pedi pra ela deixar tudo à mão pra agilizar o trampo. Ela respondeu que sim, que não me preocupasse, que tava me esperando. Chego na casa dela, toco a campainha e ela demora uns segundos pra abrir, senti que as portas do céu se abriram... Um anjo peitudo e molhadinho de protetor solar se dignou a me receber.. — Ei, entra, tava te esperando, disse ela como quem não quer nada, se adiantando pra dentro, eu atrás dela, babando escondido com o rebolado daquelas cadeiras de escândalo. — Tá tudo pronto aqui, a paciente tá te esperando, eu tô aqui pra qualquer coisa que precisar, se sentando numa espreguiçadeira do lado. Foi inevitável enquanto preparava as coisas admirar o corpo dela, pra idade que tinha tava muito bem conservada, pele lisinha, peitões enfiados num biquíni apertado, cuja parte de baixo era pequena demais, a buceta dela parecia bem apertadinha... — Pronto, já tá tudo funcionando, só esperar agora, falei.. — Vem, senta aqui do lado e vamos conversar enquanto isso.. Aceitei o convite só pra apreciar ela de perto, tava uma gostosa. Conversamos sobre trabalho e coisas sem importância, ela me contou que o marido, por ser médico, quase nunca tava em casa e justo hoje tava de plantão. Só de ver os lábios dela se mexendo, já imaginava ela me chupando. Ela continuou falando de coisas sem importância, até que me pediu pra passar protetor nos ombros dela... Sei que é bem filme pornô, mas realmente aconteceu. Fiquei atrás dela e, mesmo odiando a consistência daquela porra, comecei a espalhar. Ela deixou os ombros moles, à minha mercê... E numa das minhas passadas pelos lados, ela fez um movimento errado O movimento fez minhas mãos ficarem segurando os peitos dela... Fiquei vermelho e pedi desculpas mil vezes, e ela dizia que estava tudo bem. Envergonhado pela situação, me preparei para me afastar, mas a maldita prendeu meus braços com as axilas... - Hummm, você está preso hahaha, o que vai fazer? Foi, ela estava brincando, então eu impulsionei minhas mãos para frente, dessa vez com as palmas bem abertas, segurando os dois peitos e fazendo pressão. Gemidos escapavam da putinha, ela gostava, estava esperando por isso. Abaixei o biquíni dela, deixando as tetas ao ar, enquanto as massageava com frenesi, ela gemia e rebolava o corpo, de repente o calor tinha aumentado. Ela tira minhas mãos e pede para irmos para dentro, ao que respondo sem hesitar, o que gerou um olhar safado da parte dela, ao me ver levantar completamente duro... Ela andava devagar na minha frente, se mexendo como uma deusa, mas sem me olhar, com certeza já sabia que eu estava fazendo uma radiografia na bunda dela. Assim que cruzamos a porta de correr, ela fechou, me apoiando contra o vidro, e começou a passar a mão na minha rola como uma desesperada. Desamarrei o cordão da bermuda e, num movimento rápido, minha cueca já estava nos joelhos e ela na minha frente, como uma loba faminta, soprando ar quente... Ela pegou no meu pau, levantou e deu um beijão nas minhas bolas, felizmente depiladas, enquanto com a outra mão me masturbava delicadamente... - Hummm, meu marido não tem esse brinquedo, dizia enquanto passava a língua de ponta a ponta e chupava os lados... A putinha estava no auge. Ela me olhava cada vez que enfiava na boca, como se buscasse aprovação, e encontrava na minha cara desfigurada de prazer. Ela parou de repente, me pegou pela mão e disse: - Vem, vamos para o quarto ficar mais confortáveis, sorrindo. Ao entrar, me empurrou na cama, tirou o biquíni e, num movimento rápido, sentou na minha cara. Coloquei as mãos na bunda linda dela e me preparei para ser comido enquanto ela devorava minha rola. Eu me agarrava com força na bunda dela. pernas enquanto ela esfregava a buceta molhada no meu rosto, apertava minha cabeça, me afundando no líquido viscoso dela, eu continuava chupando enlouquecido, só parava pra ver a silhueta dela no espelho, especificamente pra ver ela devorar com maestria meu pau, da ponta até a base. Dava pra ouvir gemidos provocados pelo prazer da minha língua na buceta dela, mas rapidamente eram abafados pela minha barra de carne dura invadindo a garganta dela. Sem querer, a gente coordenou os movimentos, e aquele 69 soube a glória. Um grito rasgou o silêncio do quarto, seguido de umas pernas me espremendo, a putinha tava chegando ao orgasmo de novo e esse era ainda mais intenso... — Ai sim, adoro, continua lambendo não para — gritava a puta, enquanto todos os sucos dela passeavam na minha boca, néctar delicioso do qual não desperdicei uma gota... Entre espasmos, ela desabou completamente em cima do meu corpo, mas continuou me masturbando e beijando minhas bolas até se recompor, vencida mas sendo puta, pensei comigo. Ela deslizou pelo meu rosto, descendo pela minha barriga e se depositando no meu pau, pegou ele com uma das mãos e começou a enfiar, se movendo devagar pra adaptar a buceta dela ao meu tamanho. Depois de alguns segundos, já conseguia entrar e sair dela com facilidade... — Isso, buceta, assim, me fode, me come toda — dizia a putinha enquanto virava a cabeça pra me olhar e ao mesmo tempo fazia caretas no espelho, massageando os peitos... Aquele rabo lindo não parava de quicar no meu pau, me sentia no céu... — Isso, assim, me dá tudo, adoro, papai! Eu abria as nádegas dela, ela tirava quase tudo e enfiava de novo, sabia muito bem o que fazia... Num movimento estranho, ela se virou pra mim, sem tirar ele, ajeitou bem as pernas e começou a cavalgar de frente... Os peitos dela não paravam de pular com os movimentos enérgicos. — Uff, sim, papai, adoro como você abre minhas cadeiras, te sinto tão dentro... A adrenalina me fez bater seu corpo ao meu, e mover rapidamente minha pélvis, dessa vez controlando eu a penetração, coisa que mantive por vários minutos até que tudo culminou em outro intenso orgasmo. Os gritos dela quase me deixaram surdo, mas não importava, eu aguentei... Ela tremia em cima de mim, me chamava de filho da puta, entre gemidos... Dessa vez demorou um pouco mais pra se recompor, nossos genitais estavam uma bagunça, a putinha apesar da idade se molhava melhor que uma novinha... Ela deslizou mais uma vez até minha cara. — Prova, bebê, sente meu gosto — disse sorrindo, enquanto esfregava a buceta na minha boca faminta... Um sabor agridoce mas viciante tomou conta da minha língua, limpei ela por completo, deixei brilhando, ela não parava de gemer, acho que tava precisando de alguém que a devorasse tão intensamente. Ela saiu de cima, toda suada, feita uma porca, e se posicionou de quatro olhando no espelho. — Entra mais uma vez, papai, te desejo, bota de novo. Rapidamente me coloquei atrás dela, ela seguia cada um dos meus movimentos pelo reflexo, deslizei umas duas vezes meu pau na buceta encharcada dela até que a cabeça decidiu por conta própria invadir... — Uff, ai sim, vai, mete, papai, quero tudo... Não precisei que ela mandasse, segundos depois toda minha humanidade tava dentro da buceta dela. Minhas bolas batiam na bunda dela enquanto eu me movia rápido, a putinha fazia caretas, tava realmente gostando... Quando eu não me mexia, ela me empurrava com a bunda, enfiando tudo... Um tempo depois não aguentei mais — Ahh, vou gozar, vou gozar... Num movimento rápido, ela já tava com a cara na frente do meu pau e a boca pronta pra receber minha carga... O tiro saiu sozinho, não precisei de masturbação, e foi parar inteiro na boca dela, ela não fez cara de nojo, pelo contrário, tinha olhos de gratidão... — Hummm, que gostoso, papai, adoro, você se esvaziou completo, é um montão — disse depois de engolir, porque sim, não derramou uma gota. Ela deu mais umas sacudidas, uma chupada forte na cabeça pra sugar o resto. última gota, e depois disso ela se jogou de barriga pra cima na cama com cara de satisfeita... E NO FINAL, QUEM TERMINOU EXAUSTO AQUI FOI VOCÊ, ACHO QUE A GENTE TEM QUE RENEGOCIAR O PAGAMENTO, SORRINDO COM A SENSAÇÃO DE DEVER CUMPRIDO... Aquele verão seria mágico, espero que o marido dela nunca tenha reparado na quantidade de vezes que eu limpei a piscina, e na mulher dele naquela temporada..

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