Mí premio mayor IV

(Cap IV) O dia chegou No caminho até o apartamento do nosso amigo venezuelano, ele ficava contando umas histórias cômicas que viveu quando chegou no país. Não sei se eram tão engraçadas assim, mas o jeito que ele contava, junto com o coquetel de álcool que já tínhamos na cabeça, fazia a gente rir pra caralho. Roger era uma pessoa muito carismática e correta, com aquele tom de voz tão característico do Caribe. Ele tinha uma sutileza invejável pra elogiar os atributos de uma mulher sem deixar ela desconfortável. Os elogios que ele fazia delicadamente pra minha esposa foram chamando a atenção dela. Dava a impressão de que a gente se conhecia há anos. Ela tava muito à vontade com a companhia, perguntava sobre o país dele, coisas pessoais, dava pra ver que ela tava bem atraída. Quando chegamos no prédio, ele nos convidou pra entrar e tomar algo enquanto esperávamos. Enquanto subíamos pro quarto andar, ele dizia que o lugar tava quase vazio porque a maioria era escritório que funcionava de segunda a sexta. Entramos no apartamento, era bem espaçoso, tava show de bola. Tinha uma sala com um sofá espetacular, a cozinha-americana num canto, à direita um quarto seguido pelo banheiro. A varanda dava pra uma rua bem movimentada, cheia de pedestres, principalmente no fim de semana. Dava pra ouvir todo tipo de barulho. Desde música ao vivo, carros, conversas, gargalhadas... até algum cachorro latindo. Era uma área central cheia de bares e pubs. Naquela altura, eu sentia que meu corpo ia explodir a qualquer momento de tanta excitação e nervosismo. Já tinham passado várias horas desde que saímos do hotel com um objetivo na minha cabeça. Até aquele momento, tudo tava acontecendo conforme a gente tinha planejado com Roger. Minha mulher, sem perceber, foi se tornando parte daquele roteiro montado e planejado muito tempo antes. Ecoa na minha cabeça a ideia de que, se continuasse assim, teria um final épico, de cinema. Em toda oportunidade que eu tinha, disfarçadamente, enquanto nosso amigo tava de costas ou em outro cômodo, eu provocava minha esposa. Beijava a pescoço, roçava os peitos dela ou passava a mão na bunda dela. Ela sorri nervosa, o rosto dela ficava vermelho, mas ela adora a adrenalina. Quando podia e se animava, tinha devolução: me pegava na pika ou encostava a bunda em mim. Roger colocou música e nos convidou pra umas cervejas. Enquanto ele se retirava pro quarto pra trocar de roupa, com a ideia de depois sair pra passear (uma desculpa). Ele nos deixou sozinhos na sala, enquanto ia falando... Rog - "Cuidado com o que vocês fazem!! Não comam na frente dos pobrezinhos.".... (se dirige pro quarto) Eu - "Fica tranquilo... vai se trocar, que eu esquento a comida e dá pros dois....hahaha!!! (enquanto aperto a raba da minha esposa) Ela - (rindo surpresa).."cê tá pensando que eu sou um prato de comida??" Eu - "Parece que sim!!.. ele tá com uma vontade danada de você, nem disfarça...olhou pros seus peitos a noite inteira!!!...., parece que vai te comer!!..hehe. Ela - (Sorriso nervoso) .."percebi, mas ele é um moleque..!! Eu - (haha) "siim ...claro que é.. sabe que lindo nessa idade comer uma coroa..é o sonho de todo cara..!!!!. cê confia no moleque... ele vai te dar uma foda, cê vai ver!!.??." Enquanto falava isso, percebia que ela tava comigo.. mas a mente dela viajava, ria meio nervosa e confusa. Chego mais perto dela, enquanto a gente se mexia com a música, encostando com força os peitos no meu peito. Os bicos dela estavam duros, marcados através do tecido do vestido. Sentia a respiração dela meio ofegante e nos olhos dela um olhar cheio de tesão. Ela me abraça pelo pescoço, com uma atitude de putaria, procurando minha boca. Enquanto a gente se fundia num beijo, vou passando minhas mãos na cintura dela, abraçando. Sentia com meus dedos, ao roçar o vestido, o relevo da cinta-liga e da calcinha fio dental, isso me deixava com muito mais tesão. Vou além e aumento a intensidade dos meus beijos, nossas línguas se fundiam nas nossas bocas. Percorria com beijos o pescoço dela, enquanto minhas mãos apertavam a bunda dela, empurrando ela contra meu corpo. Ela se entrega. levada pela paixão até que recupera a sanidade, lembrando onde estamos e que não estamos sozinhos. Meio envergonhada pela cena que estávamos fazendo, tenta ver se nosso amigo estava nos observando de algum canto do apartamento. Respirava ofegante, se arrepiando ao toque dos meus lábios. Não queria deixar ela pensar muito e insisti descendo pelo pescoço dela, dando beijos bem molhados, até perder minha boca entre os peitos. Fazia ela perder a cabeça, meus jogos enfraqueciam as defesas dela, ela perdia o controle, a excitação começava a dominar o corpo dela. Enquanto minhas mãos já acariciavam a bunda dela por baixo do vestido, eu a apertava mais contra meu corpo pra ela sentir como meu pau tava duro e quente. O vestido levantado deixava ver a raba dela seminua, mal coberta pelas tirinhas minúsculas da calcinha. Percebo que na penumbra do quarto, atrás da minha esposa, Roger nos olhava, pronto pra entrar em ação. Continuei descendo com beijos até os peitos, eles estavam prestes a explodir no decote do vestido. Tirei eles pra fora por cima do vestido e comecei a beijar, lamber com desespero, brinco com minha língua nos bicos dos peitos dela, mordisco eles. Ela respirava ofegante, me segurava pelo cabelo e apertava minha cabeça contra os seios dela. A luxúria dominava ela, fechava os olhos, perdia o olhar no teto, enquanto mordia os lábios. Curtia o perigo, isso a excitava, se sentia desejada, desinibida. Já não ligava mais pra onde estávamos, nem se preocupava em estar quase nua. Me agarra o pau por cima da calça e esfrega, aperta, quer arrancar ele. Sussurrei no ouvido dela... Eu - tô morrendo de vontade de te jogar no sofá e te dar uma boa chupada de buceta!!!... quero secar bem essa xereca com a língua!!... Molhar minha boca toda com esse suquinho!!! Ela - Mmmmm simmm que delíciaaaa..!! Tô com a buceta toda molhadinha!!! Eu - senta e eu chupo tudooooo... deixo ela sequinha.. (minha boca enchia d'água enquanto implorava) Ela - nãoooo cê tá Louco..!!???? E se o cara vem e nos pega assim!!!??
Eu - Dá nada, foda-se..!!....topa..?? Se o (Roger) aparecer, eu convido ele também....além disso, percebi que você gosta de mim, não se faz de sonsa!!!
Ela - Mmmm haha !!
Eu - Gostou do moreno???? .. dava pra ver na sua cara !!!..haha
Ela - hahaha..mentira (sorriu nervosa ..)

Enquanto implorava, eu esfregava meus dedos por cima do tecido da calcinha fio dental. Ela tava muito molhada, impossível disfarçar o tesão que essa situação tava dando nela. Como não ouvi um NÃO firme, peguei meu celular, programei o alarme pra tocar em 120 minutos e falei..

Eu - "quero cobrar meu prêmio agora mesmo,...a partir de agora você tem que me obedecer em tudo,...da sua boca não pode sair a palavra NÃO..!!! "
Ela - "mmmmm que filho da puta haha...o que você quer que eu faça???" ...o que você vai me pedirrrrr!!!???
Eu - "a única coisa que quero é que você curta muito...meu prêmio é ver você gozar...te fazer feliz...!!!"

Ela só sorriu e mordeu os lábios de novo com cara de putinha enquanto continuava entregue ao prazer que meus dedos davam. Eu seguia com meus beijos percorrendo cada parte do corpo dela, enquanto na minha mente tentava entender se ela tava consciente do que eu tava falando.

Ela, em nenhum momento tentou me parar ou perguntar algo, continuou como se estivesse em transe, curtindo de verdade. Enfiei mais a mão entre as pernas dela, ela abriu um pouco mais, o que facilitou minhas intenções. Puxei pra o lado a calcinha fio dental minúscula dela e passei meus dedos devagar entre os lábios dela, roubando suspiros profundos de prazer.

Mal encostava a ponta dos meus dedos na buceta, fazia movimentos de baixo pra cima. Quando eu roçava o clitóris, o corpo dela dava uns solavancos, como se levasse choques.

Tava muito molhada, meus dedos estavam bem lubrificados, impossível esconder o tesão que ela tava. Eu a deixava com vontade, ela tava no auge, me pedia pra meter os dedos enquanto a gente se beijava.

Naquele instante, fiz sinal pro Roger. Ele se aproximava devagar, sem que ela esposa se deu conta, pelas costas dela. Enquanto beijava o corpo dela, repetia que a amava, que estava sob meu controle, que era meu prêmio e que ia aproveitar sem culpa. Aqueles segundos anteriores foram eternos. O jovem moreno está a centímetros, o corpo dele quase roçava as costas da minha esposa, foi um dos momentos mais intensos, de maior adrenalina. Uma mistura de excitação e medo. Não sabia qual seria a reação dela. Meus jogos tinham ido longe demais, mas meu maior desejo era vê-la gozar sem pudor, era só sexo, queria que ela aproveitasse ao máximo. Enquanto eu a beijava, ele apoiou as mãos no quadril dela. Ficou um instante, esperando alguma reação, e em seguida beijou o pescoço dela na altura da nuca. Foi um instante com uma carga atômica de adrenalina, pensava que tudo explodia para o mal ou ela curtia ao máximo. O corpo dela acusou o momento em que outras mãos se apoiaram. Ela parou de me beijar, com os olhos fechados foi como processando a informação que os sentidos dela captavam. Em nenhum momento tentou sair do meio, nem virar o corpo para entender o que estava rolando. Eu enquanto isso dava beijos suaves, do jeito que enlouquecem ela, tentando desviar a atenção dela. Lentamente os músculos dela foram relaxando, como se o corpo dela fosse aceitando os fatos. Tímida, começou a me beijar enquanto eu sussurrava no ouvido dela e repetia que não tivesse medo, que aproveitasse, esse era meu maior desejo. Começava, lentamente, a curtir o fato de ser beijada por duas bocas, ser tocada por dois caras. Percorri o corpo dela, apertava os peitos dela, amassava, chupava, enquanto meus dedos brincavam na buceta dela. Me afastei para trás, queria curtir a imagem. Roger, aproveita a situação, passa as mãos por debaixo dos braços dela e agarra os peitos dela, enquanto a apoia por trás. Que cena mais gostosa, a palidez dos peitos da minha mulher sendo amassados por mãos escuras, enquanto ele beijava sutilmente as costas e o pescoço. Ela tenta manter a sanidade, mas as expressões no rosto dela A respiração entrecortada denunciava um corpo que não conseguia esconder a excitação. Não aguentava mais..!! queria dar prazer pra ela, comer ela, ver ela gozar até o talo. Me aproximo e solto o vestido pelos ombros dela, ele desliza pelo corpo até cair no chão. Agora nada mais a protegia de olhares estranhos. Passo a mão devagar pelo contorno do corpo dela, na cintura engancho os dedos na tira da tanga e vou descendo com cuidado, ela tava encharcada. Só as meias e o cinta-liga cobriam o corpo nu dela, que delícia. Totalmente submissa, sento ela na beirada do sofá, reclinada pra trás em cima de umas almofadas. Me ajoelho no tapete e abro as pernas dela devagar. Vou dando beijos suaves, centímetro por centímetro, na parte de dentro das coxas, dos joelhos até a beirada da buceta. Queria levar os desejos dela ao limite, sentir meus beijos tão perto da xota dela deixava ela agitada, se desesperava, me puxava pelos cabelos com força. Roger tava parado do lado dela, tinha tirado a cueca, com uma mão se masturbava e a outra brincava com os peitos da minha esposa. Ela, tentando processar o que tava rolando, tentava entender em que momento perdeu o controle e caiu nessa loucura. Mas era impossível pensar com clareza, o prazer que a gente tava dando deixava ela atordoada. Tava com a minha cabeça entre as pernas dela, e do lado um outro homem pelado apalpando os peitos dela, a excitação nublava o juízo dela. Enfio minhas mãos por baixo das pernas dela, levanto até a altura dos meus ombros e abro o máximo que consegui. Deixo a buceta dela bem aberta, tava depiladinha, encharcada de fluidos, totalmente à disposição da minha boca. Encosto só a ponta da língua e percorro cada dobra dos lábios dela. O néctar da excitação dela era abundante e gostoso, lambia cada gota. Brincava com o clitóris dela, enquanto arrancava suspiros. Ela queria que eu penetrasse, que comesse ela com a língua, tanta brincadeira deixava ela desesperada. Roger pega a mão direita da minha esposa, apoia no peito dele e a guia, em forma descendente, até o abdômen dela. Ela adora sentir os músculos definidos dele, continua descendo a mão até o pedaço de carne ereto que pendia entre as pernas dele. Minha esposa, presa no estado de excitação, agarrou a pica dele e começou a masturbá-lo devagar. Os dedos dela percorrem, estudando a morfologia de uma pica diferente da única que ela conheceu e curtiu na vida; o cérebro dela se dividia entre o prazer que entrava naquele instante pela buceta dela e a informação que chegava da mão direita. O resultado de tanto erotismo a fazia se entregar totalmente a ser satisfeita por dois homens. Com dois dedos, fui penetrando ela, deslizam com muita facilidade, enquanto brincava com minha língua dando círculos ao redor do cu dela. Minha esposa se estremecia de prazer, em tanta desesperação levou o corpo dela pro lado e meteu a pica do Roger na boca. Era desconfortável chupar, pelo tamanho do membro e a camisinha, era difícil abocanhar tanta carne nos lábios dela, mas ela metia o que dava e masturbava ao mesmo tempo. Que imagem, os dedos pequenos dela faziam contraste com a pele escura do pau, parecia engasgar, mas não soltava. Ela tava curtindo, os buracos dela estavam sendo estimulados, ela gemia cada vez mais forte.. Ela - aiiii me come... !! .. por favorrr me come que não aguentooo maaais !! ... Quero que você me coma... Eu - mmm que putinha !!! Tá gostosinha ?? ... que pica você quer que te coma ???..... Ela - qualquer umaaaa, mas mete logooo e explodiu!! Não aguentava mais, apoiei a pica na entrada dos lábios dela e meti até as bolas de uma vez, ela deu um suspiro forte de prazer. Segui de forma selvagem, com força, dando meus impulsos, a batida das minhas bolas e as nádegas marcavam o ritmo frenético das investidas. Enquanto observo ela curtindo, ela tinha a mão direita brincando com a tranca escura do Roger, dando umas mamadas quando minhas investidas deixavam, e a mão esquerda se Acariciar os peitos dela. Minha pika tava pulsando, quase gozando. Me segurei, saí e troquei de lugar com o Roger. Agora eu, do lado dela, recebia as brincadeiras daquela boca safada. Ela pegou na minha pika e começou a chupar com toda maestria, enfiava até a garganta... brincava com a ponta da língua. Me conhece perfeitamente e se aproveita das minhas fraquezas. Tava difícil manter o controle do corpo pra não encher a boca dela de porra. O moreno, enquanto isso, esfregava a pika na buceta dela, como se fosse dando pinceladas. Tinha uma pika escura, um pouco mais comprida que a minha, mas bem mais grossa. Tava deixando ela louca com esse jogo, até que encaixou a pika entre os lábios e meteu. Devagar, foi enterrando e preenchendo a buceta da minha esposa, dando tempo pra ela se acostumar com um pedaço de carne diferente. Ela, à medida que entrava, soltava suspiros de dor e prazer ao mesmo tempo, e aos poucos aumentava o ritmo. Minha esposa tava sendo comida por outra pika, que provocava sensações novas, diferentes, tocava outros pontos de estímulo. Ela tava adorando, cada estocada era gemido de prazer abafado pela minha pika, enquanto me chupava com desespero. Ver ela gozar daquele jeito era exatamente o que eu tinha imaginado nas minhas fantasias. As estocadas contínuas do moreno fizeram o corpo dela se tensionar, começar a tremer, e aí vieram gritos de prazer com jorros fortes de fluidos — ela tava tendo um orgasmo de cinema. Toda a tesão acumulada naqueles dias... ver como ela tava curtindo... o filme que eu tava vivendo naquele momento... foi um combo que me fez não conseguir controlar a vontade de explodir. Avisei que ia gozar, mas ela, longe de aliviar, agarrou minha pika com mais vontade até os jorros começarem a encher a boca dela. Parecia que saíam litros e litros de porra. Não dava tempo dela sugar tudo, fios de porra escorriam pelo canto dos lábios, mas com uma atitude de puta, ela limpava e engolia até a última gota. enquanto as investidas do venezuelano continuavam. Sentei ao lado dela, recuperando minhas energias, e curti vendo como ela gozava. Enquanto me olhava nos olhos, dava pra ver como ela tava curtindo tudo que estavam fazendo com ela. Gotas de suor escorriam pelo corpo dela por causa do vai e vem que tavam dando. Os peitos dela pareciam dois sinos balançando, denunciando com o bamboleio as investidas do Roger. Ela tava exausta e desconfortável na posição que tava, então se levantou, virou e se ajeitou de joelhos, tipo de quatro. Ele ficou atrás, deu mais umas pinceladas com a pica, apoiou a ponta nos lábios e meteu. Agora tava entrando bem fundo nas entranhas dela, ela deu um suspiro longo enquanto os músculos da buceta iam se acostumando. Ela passou a mão por baixo da barriga e começou a se estimular o clitóris. Tava gozando igual uma louca, as nádegas vibravam a cada batida da pelve do Roger quando ele penetrava. De novo, ela tensionou o corpo e vieram os tremores... outro orgasmo intenso, ela gritou igual uma louca de prazer, o Roger não parou, aumentou ainda mais o ritmo das investidas. Apertou com força as nádegas da minha esposa, dava pra ver que ele tava perto de gozar. Ela segurou ele e, numa atitude bem de puta, pediu pra ele gozar nas costas dela. Rapidinho ele tirou a camisinha, apoiou a pica entre as nádegas da minha mulher e, com um movimento de quadril, esfregou até inchar e explodir nas costas dela. Um primeiro jorro longo caiu, alcançando quase toda a extensão das costas, outros mais curtos caíram mais perto das nádegas... Os movimentos dele foram perdendo intensidade, até que ele ficou exausto em cima do quadril dela, tentando recuperar as forças. Fiquei observando ela feliz enquanto pensava na puta que tinha se libertado de dentro dela. O jeito que vi ela gozar me deixava satisfeito, tinha certeza que ela tinha curtido cada segundo de prazer que recebeu. O Roger foi pro banheiro. Eu fiquei junto dela, enquanto ela lentamente se levantava. Grandes manchas molhadas no tecido. que protegia o sofá davam evidência clara dos orgasmos intensos que ela tinha tido. Entre beijos e carícias, perguntei:
Eu: Tá bem??... Gostou??
Ela: (estica a mão até o tecido que cobria o sofá e responde) ...o que cê acha?? Viu??? Acho que curti um pouquinho, hehe... amei demais!!
Eu: (olho o celular e só faltavam 49 min pro alarme) ...ainda falta meia hora... o que a gente faz??... Vamos embora??... Continuamos??
Ela: ...óbviooo... continuamos..!!! ...o trato era por 2 horas, ainda te sobram uns minutos e eu não gosto de ficar devendo por aposta.. (com um sorriso perverso).

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