A fantasia da Vane e de lambuja (comi os dois)
Faz mais ou menos um ano que a Vanesa me procurou por causa de um conto meu que ela leu, que, segundo ela, fritou a cabeça dela e ela se acabava na punheta imaginando aquilo. Aí rapidinho a gente passou WhatsApp e conversou várias vezes, mas a logística tava contra a gente, ela é de Lanús e trabalha em Tigre, o namorado é de Pilar e trabalha em San Isidro, e eu sou da zona oeste, tudo com horários trocados, então várias vezes a gente só trocava ideia enquanto ela ia de Lanús pra Tigre, planejando o que a gente queria fazer nós três, e ela tinha a fantasia de ser estuprada, mas isso é muito complicado de armar, ainda mais com gente que não se conhece. A real é que desde dezembro a gente não se falava, e um dia o Hernán me mandou uma mensagem pelo site e a gente passou WhatsApp, como ele não tinha meu número, fez um trabalho de inteligência foda, não sabia meu nick, mas sabendo do conto, ele procurou e me contatou quinta-feira passada, ele tinha se mudado pra San Isidro e quinta, sexta e sábado ela dormia lá. Procurando aquele conto, ele viu também que eu tenho uns amigos que costumam topar umas festinhas que rolam de vez em quando e me contou que ela curte sexo pesado e queria surpreendê-la, que fosse com mais 2 amigos, que a gente entrasse e abusasse dela. OK, deixa eu ver o que posso fazer, a gente fala amanhã.
Na sexta-feira de manhã ele me mandou mensagens dizendo que na quinta, enquanto transavam, ela deu meu nome e falou que era algo que ficou pendente, então o Hernán me disse: hoje às 22h vou deixar ela amarrada na cama, entrem e façam o que quiserem, a única condição é não machucar ela. OK, hoje vou jogar e vejo quem recruto. A partir das 20h eles estariam juntos, então não íamos poder falar, mas dava pra trocar WhatsApp.
Na sexta à tarde começou a chover pra caralho, quase desisti de ir, tinha que sair de San Justo, onde jogo, até San Isidro com chuva, mas fazer o quê. Pra jogar não vieram uns que sempre se inscrevem, e outro foi com o filho e não podia escapar, então mandei mensagem: vou pra aí sozinho.
OK, avisa quando tiver a 10 minutos. minutos e quando você chegar, toca a campainha.
Foi assim, toquei a campainha e ele saiu, trocamos duas palavras e ele disse: "faz o que quiser com ela, nada de mimimi, ela tá amarrada, de quatro com os olhos vendados, já tô dando nela há um tempão."
Subimos pro apartamento e era tudo igual, era um loft, tinha uma cama grande com os lençóis bagunçados, música na TV, cheiro de sexo e cigarro, e num colchão no chão, de lado, estava ela exatamente como ele tinha descrito, a única diferença eram as marcas na bunda e nas costas, resultado do castigo que tinha levado, me deu uma ideia de como era a parada.
Enquanto eu me despia, ele deu uns tapas na bunda dela e com uma cordinha também castigava, fazendo ela sentir o rigor mas sem machucar.
Ao ver aquela cena, eu já tava duro, fico na frente dela, dou um tapa leve na cara que surpreende ela, ela sente o impacto e eu falo: "slut, abre a boca", dou outro e falo: "mais aberta". Quando ela abre, enfio a pica na boca dela até o fundo, até engasgar ela. Puxo ela pelos cabelos e fodo a boca dela com força, depois de um tempo assim, deito ela de barriga pra cima e sento na cara dela pra ela chupar minhas bolas, e nessa posição é mais fácil ela engolir tudo, e foi assim, ela chupou até se engasgar e se contorcer, eu tirava e colocava de novo, fiquei um bom tempo assim, depois fiz ela chupar meu cu enquanto dava tapas na buceta dela e o Hernán trazia champanhe.
Já tava querendo comer ela um pouquinho, então coloquei ela de quatro e meti de uma vez. Use a palavra: buceta vermelha dos tapas e escorrendo do fluxo dela enquanto o Hernán dava a pica dele pra ela chupar, e assim um bom tempo alternando metidas e tapas na bunda vermelha dela. Já era hora de fazer o cu dela, quando vou enfiar um dedo, ela me surpreende e fala que não, e quer quase gozar, então dei um tapa forte pra ela voltar na posição. Ela fala pro Hernán que não queria dar o cu hoje, e ele diz: "Você quis sexo pesado, agora aguenta". E eu falo: "Daqui não saio sem arrebentar bem esse seu cu, você escolhe: enfio o dedo ou a pica?" "O dedo", ela responde. "Me pede", eu falo, e ela: "Enfia o dedo no meu cu". Aí começo a enfiar o dedo, tiro bruscamente e dou um tapa, várias vezes, até que num momento tiro os dedos, dou uns tapas e depois entro com minha pica de uma vez enquanto montava ela por trás, puxava os cabelos dela, e assim ficamos mais um bom tempo. A coisa dava pra mais, então saí e o Hernán fala: "Quer conhecer quem tá te comendo?" "Sim", ela diz. Então ele tira a venda dos olhos dela, ela me vê, sorri meio envergonhada, e ele pergunta: "Sabe quem é?" "Não", ela fala. "É o Nico." "Mas se você não tem o telefone dele?" E ele diz: "Viu que fode todos os gostos? Você queria essa pica e agora tá comendo ela. Me deve uma, haha.
Aí a gente se soltou e foi pra mesa tomar algo e fumar um cigarro. Foi aí que ela me deu o primeiro beijo e se apresentou, haha. A gente conversou um pouco sobre as experiências de todo mundo. Ela me contou que era bi e as coisas que faziam. A Vane não tinha terminado o cigarro e já tava chupando a nossa pica alternadamente, por iniciativa própria. Quando tava dura, levei ela de volta pro colchão, sentei e ela sentou em cima de mim, ficando de frente, cara a cara. Aí a gente se beijou e, enquanto ela subia e descia, eu apalpava os peitos dela e apertava os bicos cada vez mais forte, e ela não falava nada. Fiz isso até meus dedos cãibrar de tanto apertar, e ela reclamava, mas tava gostando. O Hernán se aproxima pra ela chupar ele, e eu me deito, puxo ela pra perto de mim, deixando a bunda da Vane pra ele, pronta pra uma dupla penetração. Aí a gente faz uma dupla vaginal nela. Depois de um tempo, ele tira da buceta e coloca no cu dela. Acho que ali ela gostou mais da dupla, e a gente ficou nessa por um bom tempo. O Hernán sai, e eu deito ela de barriga pra cima, com as perninhas no ombro, e continuo furando a bunda dela por um bom tempo. Ela quer ir ao banheiro, e a gente para. Voltamos com o Hernán pra mesa, o champanhe tinha acabado e a gente continuou com cerveja. A Vane volta do banheiro com uma camisetinha azul clara, acende outro cigarro e a gente continua conversando. Na conversa, comentei que sou ativo, e os olhinhos dela brilharam. Não lembro bem a expressão dela, mas minha resposta foi: "Se vocês dois quiserem me chupar, não tenho problema." Ela diz: "Eu gosto muito de ver dois caras transando, mas nada de frescura nem beijo, sexo pesado." E de novo ela se ajoelha e começa a chupar a pica dos dois. Num momento, ele se aproxima e, entre os dois, começam a me chupar. Eu filmo e tiro fotos com o celular deles. A Vane me diz: "Você come ele também?" E eu digo que sim, que ele fique de quatro e você em cima dele, e eu como vocês dois, um pouquinho cada um.
E foi assim: ele ficou de quatro, ela passou vaselina nele, me beijou, pegou na minha pica e apontou pro cu do Hernán. A gente continuou se beijando enquanto eu comia ele. Depois, ele ficou do jeito que eu pedi, e começou a parte que eu mais gosto: metia na Vane duas ou três vezes e depois metia no Hernán, e assim fui alternando umas 10 ou 15 vezes até que meus quadríceps ficaram duros que nem uma corda. Saí e fui no banheiro, caminhei um pouco pra relaxar. Quando voltei, ela tava deitada, então peguei ela de novo, perninhas no ombro, e continuei metendo na bunda enquanto apertava os peitos dela de novo, até que ela pediu pra eu gozar na cara dela. Aí tirei, me masturbei na cara dela até encher de porra, que ela espalhou tudo pelo rosto e pescoço. Fui no banheiro me lavar um pouco enquanto o Hernán comia ela e enchia a buceta dela de porra. Comecei a me vestir e a gente conversou mais um pouco. Antes, ela tinha me falado que não gostava de repetir com os caras, então eu falei: "Então, vou apagar teu número?" "Não sei, a gente vê o que rola", ela respondeu. Me agradeceu e disse que tinha se divertido pra caralho. Já era mais de uma da manhã. A Vane aguentou três horas com os dois, e ela já tinha ficado com o Hernán antes de eu chegar. Ela disse: "Ele é uma máquina, agora vai pegar eu e querer mais pica ainda, viu que foda!" Fui embora, e no dia seguinte o Hernán me mandou mensagem falando que eles tinham se divertido pra caralho, que foi mais do que esperavam, que a Vane tava feliz mas que tava xingando a gente porque os peitos dela tavam doendo.
Faz mais ou menos um ano que a Vanesa me procurou por causa de um conto meu que ela leu, que, segundo ela, fritou a cabeça dela e ela se acabava na punheta imaginando aquilo. Aí rapidinho a gente passou WhatsApp e conversou várias vezes, mas a logística tava contra a gente, ela é de Lanús e trabalha em Tigre, o namorado é de Pilar e trabalha em San Isidro, e eu sou da zona oeste, tudo com horários trocados, então várias vezes a gente só trocava ideia enquanto ela ia de Lanús pra Tigre, planejando o que a gente queria fazer nós três, e ela tinha a fantasia de ser estuprada, mas isso é muito complicado de armar, ainda mais com gente que não se conhece. A real é que desde dezembro a gente não se falava, e um dia o Hernán me mandou uma mensagem pelo site e a gente passou WhatsApp, como ele não tinha meu número, fez um trabalho de inteligência foda, não sabia meu nick, mas sabendo do conto, ele procurou e me contatou quinta-feira passada, ele tinha se mudado pra San Isidro e quinta, sexta e sábado ela dormia lá. Procurando aquele conto, ele viu também que eu tenho uns amigos que costumam topar umas festinhas que rolam de vez em quando e me contou que ela curte sexo pesado e queria surpreendê-la, que fosse com mais 2 amigos, que a gente entrasse e abusasse dela. OK, deixa eu ver o que posso fazer, a gente fala amanhã.
Na sexta-feira de manhã ele me mandou mensagens dizendo que na quinta, enquanto transavam, ela deu meu nome e falou que era algo que ficou pendente, então o Hernán me disse: hoje às 22h vou deixar ela amarrada na cama, entrem e façam o que quiserem, a única condição é não machucar ela. OK, hoje vou jogar e vejo quem recruto. A partir das 20h eles estariam juntos, então não íamos poder falar, mas dava pra trocar WhatsApp.
Na sexta à tarde começou a chover pra caralho, quase desisti de ir, tinha que sair de San Justo, onde jogo, até San Isidro com chuva, mas fazer o quê. Pra jogar não vieram uns que sempre se inscrevem, e outro foi com o filho e não podia escapar, então mandei mensagem: vou pra aí sozinho.
OK, avisa quando tiver a 10 minutos. minutos e quando você chegar, toca a campainha.
Foi assim, toquei a campainha e ele saiu, trocamos duas palavras e ele disse: "faz o que quiser com ela, nada de mimimi, ela tá amarrada, de quatro com os olhos vendados, já tô dando nela há um tempão."
Subimos pro apartamento e era tudo igual, era um loft, tinha uma cama grande com os lençóis bagunçados, música na TV, cheiro de sexo e cigarro, e num colchão no chão, de lado, estava ela exatamente como ele tinha descrito, a única diferença eram as marcas na bunda e nas costas, resultado do castigo que tinha levado, me deu uma ideia de como era a parada.
Enquanto eu me despia, ele deu uns tapas na bunda dela e com uma cordinha também castigava, fazendo ela sentir o rigor mas sem machucar.
Ao ver aquela cena, eu já tava duro, fico na frente dela, dou um tapa leve na cara que surpreende ela, ela sente o impacto e eu falo: "slut, abre a boca", dou outro e falo: "mais aberta". Quando ela abre, enfio a pica na boca dela até o fundo, até engasgar ela. Puxo ela pelos cabelos e fodo a boca dela com força, depois de um tempo assim, deito ela de barriga pra cima e sento na cara dela pra ela chupar minhas bolas, e nessa posição é mais fácil ela engolir tudo, e foi assim, ela chupou até se engasgar e se contorcer, eu tirava e colocava de novo, fiquei um bom tempo assim, depois fiz ela chupar meu cu enquanto dava tapas na buceta dela e o Hernán trazia champanhe.
Já tava querendo comer ela um pouquinho, então coloquei ela de quatro e meti de uma vez. Use a palavra: buceta vermelha dos tapas e escorrendo do fluxo dela enquanto o Hernán dava a pica dele pra ela chupar, e assim um bom tempo alternando metidas e tapas na bunda vermelha dela. Já era hora de fazer o cu dela, quando vou enfiar um dedo, ela me surpreende e fala que não, e quer quase gozar, então dei um tapa forte pra ela voltar na posição. Ela fala pro Hernán que não queria dar o cu hoje, e ele diz: "Você quis sexo pesado, agora aguenta". E eu falo: "Daqui não saio sem arrebentar bem esse seu cu, você escolhe: enfio o dedo ou a pica?" "O dedo", ela responde. "Me pede", eu falo, e ela: "Enfia o dedo no meu cu". Aí começo a enfiar o dedo, tiro bruscamente e dou um tapa, várias vezes, até que num momento tiro os dedos, dou uns tapas e depois entro com minha pica de uma vez enquanto montava ela por trás, puxava os cabelos dela, e assim ficamos mais um bom tempo. A coisa dava pra mais, então saí e o Hernán fala: "Quer conhecer quem tá te comendo?" "Sim", ela diz. Então ele tira a venda dos olhos dela, ela me vê, sorri meio envergonhada, e ele pergunta: "Sabe quem é?" "Não", ela fala. "É o Nico." "Mas se você não tem o telefone dele?" E ele diz: "Viu que fode todos os gostos? Você queria essa pica e agora tá comendo ela. Me deve uma, haha.
Aí a gente se soltou e foi pra mesa tomar algo e fumar um cigarro. Foi aí que ela me deu o primeiro beijo e se apresentou, haha. A gente conversou um pouco sobre as experiências de todo mundo. Ela me contou que era bi e as coisas que faziam. A Vane não tinha terminado o cigarro e já tava chupando a nossa pica alternadamente, por iniciativa própria. Quando tava dura, levei ela de volta pro colchão, sentei e ela sentou em cima de mim, ficando de frente, cara a cara. Aí a gente se beijou e, enquanto ela subia e descia, eu apalpava os peitos dela e apertava os bicos cada vez mais forte, e ela não falava nada. Fiz isso até meus dedos cãibrar de tanto apertar, e ela reclamava, mas tava gostando. O Hernán se aproxima pra ela chupar ele, e eu me deito, puxo ela pra perto de mim, deixando a bunda da Vane pra ele, pronta pra uma dupla penetração. Aí a gente faz uma dupla vaginal nela. Depois de um tempo, ele tira da buceta e coloca no cu dela. Acho que ali ela gostou mais da dupla, e a gente ficou nessa por um bom tempo. O Hernán sai, e eu deito ela de barriga pra cima, com as perninhas no ombro, e continuo furando a bunda dela por um bom tempo. Ela quer ir ao banheiro, e a gente para. Voltamos com o Hernán pra mesa, o champanhe tinha acabado e a gente continuou com cerveja. A Vane volta do banheiro com uma camisetinha azul clara, acende outro cigarro e a gente continua conversando. Na conversa, comentei que sou ativo, e os olhinhos dela brilharam. Não lembro bem a expressão dela, mas minha resposta foi: "Se vocês dois quiserem me chupar, não tenho problema." Ela diz: "Eu gosto muito de ver dois caras transando, mas nada de frescura nem beijo, sexo pesado." E de novo ela se ajoelha e começa a chupar a pica dos dois. Num momento, ele se aproxima e, entre os dois, começam a me chupar. Eu filmo e tiro fotos com o celular deles. A Vane me diz: "Você come ele também?" E eu digo que sim, que ele fique de quatro e você em cima dele, e eu como vocês dois, um pouquinho cada um.
E foi assim: ele ficou de quatro, ela passou vaselina nele, me beijou, pegou na minha pica e apontou pro cu do Hernán. A gente continuou se beijando enquanto eu comia ele. Depois, ele ficou do jeito que eu pedi, e começou a parte que eu mais gosto: metia na Vane duas ou três vezes e depois metia no Hernán, e assim fui alternando umas 10 ou 15 vezes até que meus quadríceps ficaram duros que nem uma corda. Saí e fui no banheiro, caminhei um pouco pra relaxar. Quando voltei, ela tava deitada, então peguei ela de novo, perninhas no ombro, e continuei metendo na bunda enquanto apertava os peitos dela de novo, até que ela pediu pra eu gozar na cara dela. Aí tirei, me masturbei na cara dela até encher de porra, que ela espalhou tudo pelo rosto e pescoço. Fui no banheiro me lavar um pouco enquanto o Hernán comia ela e enchia a buceta dela de porra. Comecei a me vestir e a gente conversou mais um pouco. Antes, ela tinha me falado que não gostava de repetir com os caras, então eu falei: "Então, vou apagar teu número?" "Não sei, a gente vê o que rola", ela respondeu. Me agradeceu e disse que tinha se divertido pra caralho. Já era mais de uma da manhã. A Vane aguentou três horas com os dois, e ela já tinha ficado com o Hernán antes de eu chegar. Ela disse: "Ele é uma máquina, agora vai pegar eu e querer mais pica ainda, viu que foda!" Fui embora, e no dia seguinte o Hernán me mandou mensagem falando que eles tinham se divertido pra caralho, que foi mais do que esperavam, que a Vane tava feliz mas que tava xingando a gente porque os peitos dela tavam doendo.
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