Casal Corno: Histórias de Traição III

Depois do que vivi na noite anterior com meus primeiros chifres, eu estava nas nuvens. Um ano atrás, eu nunca teria imaginado que minha primeira experiência como corno seria daquele jeito. Afinal, mesmo não tendo a honra de ver minha esposa sendo comida do jeito que o Eder comeu, tudo que ela me contou, o pouco que pude ver e o que pude provar foi simplesmente espetacular e incrível. No entanto, havia certas inquietações na minha cabeça. Em primeiro lugar, aquela afirmação de que foi a melhor foda da vida da minha mulher me agradava (afinal, é o que todos nós cornos aspiramos), mas ao mesmo tempo me assustava. Obviamente, por ser a primeira experiência, me sentia um pouco inseguro e ciumento. Não sabia o que pensar, se aquele fato colocaria meu casamento em risco. Definitivamente, não era algo com o qual me sentisse confortável.

Lembro muito bem daquele dia, era sábado (o primeiro dia de férias da minha esposa). Quando amanheceu, eu queria transar com minha esposa, ainda estava muito excitado pelo que aconteceu de madrugada, mas entre ela rindo e dizendo que ainda estava muito dolorida da tremenda foda que o Eder tinha dado nela, e nossos filhos não nos deixando continuar brincando, não deu para concretizar nada.


Ao meio-dia fomos almoçar com meus sogros, sendo franco, eu adorava ir, me dava bem com todos e a casa era muito confortável, parecia que seria um dia fantástico depois da minha primeira chifrada, embora eu ainda estivesse muito excitado por tudo que aconteceu; mas começaram a acontecer coisas que não gostei nada, minha esposa começou a trocar mensagens com alguém durante toda a estadia na casa dos pais dela, eu sentia o sangue ferver, não só estava com ciúmes, mas também muito irritado, principalmente porque nunca tinha visto minha esposa dar tanta atenção ao telefone e sorrir tanto com as coisas que lia, e era óbvio que quem ela estava falando era com o novo amigo dela, pois nunca antes ela tinha se comportado de forma tão irresponsável, e eu acreditava nisso porque tinha a impressão de que todo mundo percebia essa nova atitude da minha mulher, o que me parecia intolerável, achava que todos tinham percebido que minha mulher tinha me feito de corno com alguém e já tinha um amante.

De volta pra casa, já no fim da tarde, eu estava muito puto, então fiquei completamente sério. Obviamente, minha esposa percebeu, mas não quis fazer escândalo com as crianças no carro. Então, a gente teve que esperar não só chegar em casa, mas também as crianças dormirem pra poder conversar.

Eu reclamei com ela por ser tão óbvia e por me fazer sentir como um corno manso, sendo que era óbvio que ela tava me traindo. Sinceramente, ela nunca perdeu a compostura. Primeiro, me perguntou se eu tinha gostado do que a gente viveu no dia anterior. Eu disse que sim, e muito, mas que isso não justificava ela fazer o que fez, principalmente na frente da família dela. Ela, tranquilamente, me perguntou se eu queria repetir a experiência. Na verdade, na hora eu fiquei na dúvida, porque me sentia muito mal e magoado, mas também lembrava dos momentos incríveis que passei enquanto limpava a porra do amante da minha esposa e ela me contava tudo. Aí, a tesão falou mais alto e eu disse que sim.

Então, ela, com toda a naturalidade do mundo, me disse que eu tinha que entender que as pessoas não são consolos humanos, que não era justo usar elas só pro nosso prazer. Que se a gente começasse a fazer isso, eles iam perceber e seriam só experiências isoladas que não se repetiriam, além do mais, eles tinham sentimentos. Na real, os argumentos dela me pareceram muito interessantes e corretos, então eu me acalmei bastante. Mas falei que não gostava dela ficar trocando mensagem no meio de uma reunião de família, que isso era demais, muito óbvio. Ela me disse que eu via assim porque sabia perfeitamente o que tava rolando, mas os outros não, que provavelmente nem ligavam.

Depois, ela me disse: "O que, você quer que o Eder me escreva e eu não responda nada? O que você pensou, que depois de eu ter transado com ele ele não ia me procurar? E o que você quer que eu faça, deixo no visto e quando a gente tiver na vontade de você ser corno de novo eu falo como se nada tivesse acontecido, 'ei, vamos transar'? Acho que as coisas não funcionam assim, né? Nesse momento, percebi tudo o que ser corno poderia implicar e também entendi minha esposa. Foi a primeira vez que realmente duvidei de tudo isso. Mas o que me fez seguir em frente foi que minha esposa, ao me ver tão perturbado, de maneira muito gentil e compreensiva, me perguntou se eu queria saber o que ela tinha conversado com o Eder, que era bem quente. Ela me disse isso com um sorriso de cumplicidade, o que me deu muita confiança.

Em retrospecto, a conversa com o amigo dela não era nada demais: se ela tinha gostado, se queria repetir, onde ela estava, o que estava fazendo. Minha esposa respondeu de um jeito muito gentil e divertido, mas sim, comentou que tinha adorado a experiência, que claro que gostaria de repetir, que estava na casa dos pais dela e que estava comendo. O mais interessante foi quando ele perguntou sobre o marido dela, se não tinha tido problemas. Ela respondeu que não, de jeito nenhum, e ele disse: "Mas você chegou toda desarrumada e acabada, hehehehe". Ela, de maneira enigmática, disse que sim, e que eu tinha visto e tinha adorado. Ele não conseguia acreditar, queria saber mais. Minha esposa só disse que poderiam conversar sobre isso na próxima vez que se vissem. Obviamente, ele perguntou quando seria, e ela, com toda segurança e naturalidade, respondeu que teria que combinar comigo, mas que era bem provável que pudessem se ver na segunda-feira.

Eu pensei que ele continuaria perguntando sobre mim, mas, surpreendentemente, ele perguntou se teria chance de experimentar ela pelo cuzinho. Ela, entre risadas, respondeu que claro, e que estava ansiosa pela segunda-feira. Incrivelmente, em vez de me irritar, ler essa conversa me deixou mega excitado, principalmente porque minha esposa ficou tocando meu pau o tempo todo enquanto eu lia a conversa dela. Quando terminei, ela disse: "Vejo que você gostou, e muito, da conversa". E quando tirei meu pau para finalmente penetrá-la, ela me perguntou: "O que você está fazendo?". Eu disse que finalmente queria comer minha mulher. Ela se... ela começou a rir e me disse: “Você não leu a conversa? Segunda-feira vou te fazer o favor de te colocar chifres de novo, por isso quero estar bem molhadinha pro Eder, ainda mais porque parece que finalmente vou entregar minha virgindade do tiny ass, amorzinho, então faça seu trabalho de corno e me deixa pronta com sua língua”. Ufa, isso me deixou com muito tesão, apesar de como ela me tratou, mas imediatamente obedeci, abri suas pernas e comecei a lamber sua bucetinha de novo. Perguntei se ainda estava dolorida e ela disse que quase não estava mais, mas repetiu que queria estar molhadinha pro amigo dela e então falou: “Sabe, esses dias quero que você prepare meu bum, quero que segunda eu chegue não só molhadinha, mas bem treinadinha no meu tiny ass”. Imediatamente ela se virou, deitou de bruços, abriu as pernas me convidando a comer seu bum, naturalmente obedeci na hora, e enquanto lambia o ânus da minha esposa ela pegou o celular e disse que ia confirmar com o Eder o encontro de segunda; isso me fez gozar na mesma hora, saber que enquanto eu comia o cu da minha mulher ela estava trocando mensagens com o fdp que me colocou chifres foi demais pra mim. Minha mulher nem percebeu que eu tinha ejaculado prematuramente, mas continuei com meu trabalho oral, e pra minha surpresa minha esposa começou a se excitar e a me dirigir, disse que enquanto eu comia seu tiny ass acariciasse seu clitóris suavemente e depois de um tempo chupasse meu dedo e penetrasse seu cu com ele, ela parecia sentir muito prazer, tanto que terminou a sessão com alguns dos meus dedos penetrando sua bunda enquanto eu acariciava seu clitóris com a outra mão e ela terminando num orgasmo escandaloso enquanto me dizia o quanto ia se divertir com seu novo amigo, que eu aproveitasse meus chifres porque ela ia me colocar muito, mas muito mesmo. Assim que ela terminou quis chupar minha cock, mas percebeu que eu tinha gozado e perguntou quando eu tinha terminado, quando contei, ela começou a rir dizendo o quanto eu era corno, que adorava que outro homem atendesse minha mulher como ela merecia, que não tinha jeito e só nos abraçamos enquanto ela me agradecia por todas as experiências que pôde viver e que eu devia ter contado antes que queria ser corno; que com muito prazer ela se sacrificava pelas minhas fantasias.




Casal Corno: Histórias de Traição III



No domingo de manhã, eu queria penetrá-la, mas a resposta dela foi a mesma: ela queria ficar gostosa para o Eder. Começamos a fazer um 69 (com ela pedindo dedo no cu para ir treinando), mas não conseguimos terminar porque as crianças acordaram. Durante quase o dia todo, ela ficou trocando mensagens com o Eder, o que já não me incomodava tanto, mas, para ser sincero, ainda me dava muito ciúme. Já à noite, tivemos outra sessão de sexo oral e treino de cu. Era muito excitante tudo o que ela me dizia: que um macho gostoso como o Eder certamente conseguiria desvirginar a bunda dela, que eu fosse me acostumando com meus chifres, já que ela me faria o favor de colocá-los muito e com frequência. O melhor daquela noite foi que conseguimos concluir nosso 69. Eu gozei na boca dela, enquanto ela também gozou com dois dedos meus no seu cu e inundou minha boca com seu néctar. Embora ela não tenha engolido minha porra, imediatamente passou para minha boca para que eu engolisse, enquanto me dizia que essa era a tarefa de um bom corno: engolir toda a porra que ela recebesse. Se eu não tivesse gozado antes, só com essas palavras eu teria gozado.

Na segunda-feira de manhã, eu queria dar outra sessão de sexo oral nela, mas ela simplesmente recusou, dizendo que seria um dia muito corrido. Perguntei por quê, e ela me contou que tinha lido numa página da internet como se preparar para ser desvirginada pelo cu, que tinha que tomar banho várias vezes e sei lá o quê. Além disso, ela estava nervosa pelo segundo encontro com o Eder, agora sem álcool no meio. Ela comentou que o amigo tinha convidado ela para almoçar, e lá ela planejava contar tudo sobre nosso casamento, pois não queria que houvesse segredos, nem do Eder em relação ao nosso casamento, nem de nós em relação a ele. Queria que tudo fosse bem, sem mentiras de nenhum tipo, e isso me tranquilizou muito. Mas assim que terminamos o café da manhã, ela me mandou comprar um bom lubrificante na farmácia. Eu adorei e disse a ela que gostava de ajudá-la a se preparar para o encontro. Ela começou a rir e disse que era tarefa de um bom corno preparar sua mulher para os machos. Minha esposa demorou quase 3 horas no banheiro, e a verdade é que saiu bem simples: calça jeans justa na cintura, blusa de alcinhas com decote. O mais sexy era que dava para ver os fios da calcinha fio-dental por cima da calça, e umas botas marrons bem normais. Ela saiu na hora do almoço (o Eder passou para buscá-la em casa) e só voltou muitas horas depois. Fiquei o tempo todo nervoso e, na verdade, com um pouco de ciúmes, pois não sabia se o amigo ia desvirginar o cu dela ou não (devo esclarecer nesse ponto que minha esposa sempre esteve não só disposta, mas curiosa sobre penetração anal desde que éramos namorados, mas devo confessar que nunca consegui fazer. Quando tentávamos, no começo muito mais que no final, eu lubrificava bem, tentávamos no banho ou com lubrificante, eu estava completamente duro e ereto, mas ao tentar, nunca conseguia nem abrir um pouquinho o buraquinho dela. Depois disso, a frustração me dominava, eu ficava desesperado e ela também, então de tanto em... a gente tentava tanto, mas já sem esperar nada), quando finalmente chegou já era noite e eu tinha colocado as crianças para dormir, mas não estava tão tarde, então não tive coragem de sair na rua. No entanto, imaginei que ela se despediu de novo do Eder, porque depois de ouvir o carro dele chegando, ela demorou um pouco para ir embora. Supus, sem errar, que minha mulher foi lá "agradecer" de novo pela foda que ele deu nela, chupando ela no carro como nunca fez comigo.



Enfiada no cu




Assim que ela entrou, eu soube que tinha se divertido muito. Ela vinha toda sorridente, mas completamente desarrumada e despenteada. Me beijou apaixonadamente na boca, com o gosto do pau do Eder que eu já começava a conhecer, e me levou quase correndo para o quarto, dizendo para eu me apressar porque ela tinha meu presentinho num lugar especial. Assim que chegamos no quarto, ela tirou a calça, a calcinha fio-dental e ficou de quatro. Estava linda. Ela me disse, ou melhor, me ordenou que começasse meu trabalho de bom corno lambendo e limpando seu cuzinho. Quase gozei na hora. Perguntei se finalmente tinham desvirgado a bunda dela. Ela só sorriu e disse: "Sim, amor, ele conseguiu romper meu cuzinho". Perguntei de novo se ela tinha gostado. Ela só fechou os olhos, apertou os lábios e fez um som tipo "mmmmhhhhh", abriu os olhos e falou: "Vai, amor, não fica de gracinha e vem fazer seu trabalho de corno, porque meu cuzinho tá ardendo".

Imediatamente me coloquei atrás dela, e quando ela abriu as nádegas, a imagem foi incrível. Minha excitação foi tanta que acabei gozando na minha calça, porque começou a sair um filete de porra branca e grossa do macho, além de sua bunda estar bem vermelhinha. Não hesitei nem um segundo e comecei a limpar com minha língua aquele banquete que minha mulher, com tanto esforço, tinha extraído para mim. Tentei fazer com cuidado, pois já tinha experiência de que, quando ela está dolorida, gosta de ser tratada bem. O sabor era muito forte e amargo, e a porra muito grossa, embora completamente branca. Mesmo a textura não sendo agradável, a excitação fazia com que fosse delicioso para mim, enquanto minha mulher me dizia coisas como: "Você gosta que outro macho tenha inaugurado meu cuzinho, safado?", "Limpa os restos do macho que desvirgou meu cuzinho", "Faz com cuidado porque ele acabou me dando muito forte", e coisas assim.

Depois que terminei com a porra do amigo dela, comecei a masturbar minha esposa com os dedos, e ela começou a gemer e gritar. Tanto foi sua excitação que ela acabou deitada de bruços, enquanto com dificuldade... eu comia a bucetinha e o bumbum dela até fazê-la gozar. Quando finalmente ela chegou ao orgasmo, minha surpresa foi enorme ao notar que meu pau estava completamente ereto, apesar de ter gozado na minha calça só de ver como o bumbum dela tinha ficado depois da foda que o amante dela deu. Então decidi experimentar também aquele buraquinho traseiro que tanto tinha resistido; peguei ela pela cintura e só inclinei um pouco, quando ela percebeu que eu estava começando a empurrar para penetrar, ela me empurrou e se jogou para frente, dizendo: “O que você tá fazendo, cara?” ao que sem hesitar respondi “eu também quero experimentar esse seu buraquinho tão sexy, amor”; ela começou a rir e me disse, “não, amorzinho, você teve oito anos para me desvirginar, e nunca conseguiu, é incrível que um cara com um pau maior e mais grosso que o seu tenha vindo e ele conseguiu, e de primeira ainda inaugurou meu cuzinho, então como um bom corno, você só vai ter que limpar e aliviar o que os machos de verdade usam”. Eu estava muito confuso, por um lado como minha esposa tinha falado e se comportado, me excitou muito, mas também me senti magoado. Sério que ela tinha que me humilhar assim? Eu sabia que muitos desses comportamentos estavam em todas as histórias e até nos áudios que eu tinha compartilhado com ela e continuava compartilhando, mas uma coisa era se excitar com isso e outra era a sua esposa dizer na sua cara, mas meu pau não podia negar o que queria, minha esposa começou a rir e me disse: “acho que seu amiguinho concorda”, porque até pulsava meu pau de tanta excitação.




sexo pesado




Então no final ela me disse pra fazer um jantar simples enquanto me contava tudo que tinha acontecido com o Eder, e que depois da janta eu ia ter que chupar de novo só a buceta dela pra fazer ela gozar do jeito que um corno faz, com a língua. Aceitei de má vontade, e enquanto preparava a janta (pra nós dois) e a gente comia, ela me contou o seguinte:

amor, fomos comer num lugar de petiscos com cerveja, pra falar a verdade eu tava bem nervosa, mas principalmente porque não sabia como ia reagir de estar com ele sem álcool no meio, ainda mais porque o Eder nunca me pareceu o mais gato dos meus colegas; mas foi bem legal, porque num contato normal e não de trabalho ele era muito divertido, principalmente eu percebi que ele era bem aberto, mesmo sendo meio tímido, por isso quando contei a realidade do nosso relacionamento e sua fantasia ele ficou muito surpreso

Mas especificamente, o que você disse, amor? Eu a interrompi.

Pois é, amor, você sabia de tudo, na verdade tudo isso era sua fantasia e como a conversa tinha sido num tom de brincadeira, eu disse que você tinha comprovado totalmente na noite anterior. Ele ficou muito surpreso que você me recebeu, não contei tudo que fizemos, mas dei a entender que depois que cheguei, tivemos nossa própria sessão de sexo. Naturalmente ele ficou cheio de dúvidas, até me perguntou se você gostava de homens, eu ri muito com isso, disse que nada a ver, mas que sua maior fantasia era me ver transando com outro. A verdade é que aí ele me disse que não acreditava que teria coragem pra tanto, principalmente porque ele era bem tímido e que daria muita vergonha estar na presença do meu próprio marido.

Quando já estávamos há um bom tempo conversando sobre tudo isso, ele me perguntou quais eram os limites ou regras do nosso relacionamento, e como não tínhamos estabelecido nenhuma, eu disse que ele só precisava te avisar toda vez que fosse transar com ele. Continuamos bebendo e ele falou que você era maluco, como você podia fazer uma coisa dessas, mas que, na real, ele não desperdiçaria uma oportunidade assim; e ele destacou que seria muito complicado fazer isso na sua frente. Eu disse que não tinha problema, e a partir daquele momento, já com a cerveja e a comida, ficamos com tesão e começamos a nos beijar, e ele já foi me apalpando ali mesmo no restaurante.

Isso me deu mais uma pontada de ciúmes e tesão, já que eles não tinham ido muito longe, então qualquer um dos nossos conhecidos (vizinhos, e até familiares, porque moramos perto de uns tios dela) poderia ter visto; mas, de novo, o tesão falou mais alto e não disse nada. Perguntei se ele beijava bem e se ela gostava de pegar pesado com ele.

Ah, amor (e pela primeira vez a vi corada), a verdade é que já beijei melhores, mas o jeito que ela me toca enquanto me beija é muito bom e excitante; enquanto nos beijávamos, ela me perguntou se eu tinha falado com você sobre aquele pequeno detalhe da minha virgindade anal, respondi que claro e que você não tinha problemas em ceder a primeira vez pelo cuzinho da sua esposa se isso a deixasse muito feliz, ufa, isso deixou ela muito, mas muito excitada, tanto que me disse para pagarmos e irmos para o apartamento dela; então aceitei porque também estava muito, mas muito excitada

Você estava mesmo tão ansiosa pra eu tirar sua virgindade da bunda? Perguntei ainda incrédulo com o que estava ouvindo.

Claro, amor, sabe que desde que éramos namorados eu sempre tive muita curiosidade de fazer por ali, mas nunca tinha dado certo. Foi algo que eu falei pra ele, que tomasse cuidado porque a gente já tinha tentado várias vezes, mas simplesmente não entrava. Ele começou a rir e me disse pra não me preocupar, que já tinha desvirginado o cu de uma ex-namorada e tinha penetrado o cuzinho de outras mulheres que já não eram mais virgens, então ele esperava saber o que estava fazendo. E a gente foi embora depois de pagar a conta.

Naquele ponto eu já estava muito excitado e minha esposa percebeu. A sorte é que já tínhamos terminado de jantar, e ela disse para irmos para o quarto, que queria me contar o resto enquanto eu dava prazer oral nela. Então, ao subir para o nosso quarto, ela se despiu completamente (mais uma vez tinha marcas de chupões e hematomas, então imaginei que tinha sido um sexo bem selvagem de novo). Assim que ficou nua, deitou de costas, abriu as pernas e disse: "Olha, amor, como ele deixou minha buceta, bem aberta para um corno manso como você. Vem aqui e chupa". Imediatamente me despi e fui para a ação (ou melhor, língua na ação, hehe).

A gente foi se pegando no carro, mas ele não deixou eu chupar ele de novo, disse que queria guardar tudo pra foda. Eu tava quase explodindo de tesão, mas aguentei. Assim que chegamos no apê dele, ele começou bem agressivo de novo, me pegou pelo pescoço e começou a me dar tapa, me chamando de vadia, puta fácil. Eu já conhecia a dinâmica, então respondi na mesma moeda, e assim, entre brincadeiras e tapas, chegamos no quarto enquanto a gente se despia. Ele me pegou pelos pulsos por trás enquanto me xingava, dizendo que ia me arrebentar, que eu era uma vadia com fome de pica e coisas assim. Ele me imobilizou, então tive que dizer que tudo bem, que faria tudo que ele quisesse. Ele acabou me ordenando deitar de costas com a cabeça na beirada da cama, então apontou a rola dele pra minha boca e começou uma enfiada e puxada brutal enquanto batia nos meus peitos. Eu sentia que ia engasgar porque as bolas dele tampavam meu nariz, mas de novo, eu tava me molhando como nunca por aquele tratamento tão brutal. Depois disso, ele me ordenou cavalgar nele como a vadia safada que eu era. Eu já sabia como ele gostava, então tentei fazer ainda mais forte se possível, mas ele tava adorando e nem uma vez a pica escapou, diferente de você, corno. Ele me segurou por muito tempo enquanto eu sentava naquela rola enorme, tentei aguentar o máximo que pude, mas não foi muito mais que da outra vez. De novo, ele disse que eu tinha que aprender a cavalgar como a vadia rabuda fácil que eu era e me deu uns tapas. Daí ele disse que agora sim vinha o prato principal. Eu me inclinei pra ficar de quatro, mas ele disse que não era assim, que ele ia fazer diferente. Então eu falei que na minha bolsa tinha lubrificante que meu marido tinha comprado. Ele nem pareceu ouvir, mas foi buscar enquanto me dizia pra deitar de costas e abrir as pernas. Fiquei esperando assim. Quando ele voltou, disse que ia começar bem devagar pra eu ir me acostumando. Eu tava nervosa, porque, bem, ele tinha um pau maior que o seu. então ele começou a passar lubrificante na minha bundinha, enquanto com um dedo massageava a entrada do meu cu e com a outra mão me masturbava, a verdade é que eu me sentia no céu, a excitação era enorme, principalmente pela masturbação incrível que ele fazia, porque era devagar, acariciando meu interior, e olha que eu tinha acabado de chegar ao orgasmo montada nele; aos poucos ele foi enfiando um, dois e três dedos na minha bundinha sem parar de me masturbar, eu gemia e gemia enquanto ele me dizia que eu ia gostar muito, que ele ia fazer com cuidado para não doer; assim que ele tira os dedos coloca a cabeça do pau na minha bundinha, e empurra bem devagarinho, graças ao lubrificante que ele passou bastante enquanto enfiava os dedos, a verdade é que eu sentia como se estivesse dormente, quase não sentia nada além do prazer enorme que ele me dava com os dedos na minha buceta; ele me dizia, assim, gata, assim, rainha, devagarinho minha rola vai entrando no seu cu, a única vez que doeu foi quando a cabeça toda entrou, senti como se estivesse rasgando, como se algo se rompesse dentro de mim, mas com a maestria dos dedos dele na minha buceta, a verdade é que essa dor durou bem pouco, quando ele percebeu, Eder me disse, você vai ver, é o mais incômodo que você vai sentir, e esperou até que eu estivesse gemendo de prazer de novo, então ele continuou enfiando, mas bem devagarinho, a rola dele, depois de um tempo que me pareceu eterno por causa dos nervos e porque eu estava toda dura e desconfortável, ele disse, olha, rainha, já sentiu minhas bolas nas suas nádegas? Sua bunda já engoliu toda minha rola, vou parar até seu cu se acostumar e depois vou começar a te comer devagarinho, e me beijou (isso me deixou super ciumento, mas eu estava muito ocupado lambendo a xoxota dela, mas acho que até uma lágrima escapou) de um jeito muito terno e gentil, me surpreendeu que ele tivesse a capacidade de ser um selvagem e no momento seguinte me fazer sentir tão bem enquanto desvirginava minha bundinha; de novo foi um tempo que me pareceu eterno, ele continuava me masturbando, então aos poucos Aos poucos o desconforto foi passando, deixando só lugar para o prazer. Assim que fechei os olhos, Eder começou com um movimento bem lento mas firme, metendo e sacando o pau dentro do meu cuzinho. Foi progressivo, muito, mas muito lento no começo. Se em algum momento eu gritava de dor, porque às vezes doía, mas era tipo uma pontada, ele parava e me beijava de novo. Foi muito bom, ele me fez sentir muito cuidada e até achei fofo. No fim, as penetrações dele foram ficando bem profundas. Quando ele percebeu que eu só gemía e até pedia mais, aí mudou de novo. Ele disse: "Agora sim, sua putinha de cu arrombado, acabou o cuidado do desvirginar. Agora vou te comer o cu como a vadia que você é". Depois me colocou de quatro e aí sim destruiu meu cuzinho. Ele falava que sempre sonhou em me comer o cu, que minhas nádegas pareciam muito sexy engolindo o pau dele, que estava bem apertadinho. Eu sentia prazer e dor ao mesmo tempo, mas muito mais prazer que dor. Nunca tinha sentido tanto prazer, e menos ainda combinado com uma dor tão intensa. Era uma sensação nova, mas muito gostosa, tanto que acabei gemendo, gritando e pedindo mais. Ele ficou metendo no meu cuzinho por muito tempo, quase desmaiei entre o prazer e a dor. Quando, de repente, Eder começou a gritar e a me dar palmadas como um louco. No final, só senti ele se esvaziar completamente dentro do meu cuzinho.



cuck

chifres


Casal Corno: Histórias de Traição III

Depois que ela terminou de me contar, eu quase gozei na hora, mas me segurei. Ainda faltava um pouco para ela acabar, então ela pegou minha cabeça e foi me dizendo coisas como "assim, corno de merda", "você gosta que sua mulher volte não só bem fodida, mas recém desvirginada da bunda", "me faz gozar com a língua, cara", e coisas assim; ela teve um orgasmo escandaloso; no final não aguentei e perguntei se ela tinha chupado ele no carro vindo pra cá, como na sexta passada, ao que ela respondeu.

Claro, amor, ele conseguiu desvirginar meu cuzinho da melhor forma possível, me fez gozar com a coisa dele no meu buraquinho. Além disso, não seja bobo, ele te faz o favor não só de comer sua mulher, mas ainda por cima traz ela de volta pra casa. Ele já sabe tudo sobre a gente, não teria problema nenhum se, quando acabasse, eu te chamasse pra me buscar no apartamento dele. Então ele merece isso e muito mais, até você devia agradecer.

Depois de tanta excitação, acabamos pegando no sono.

Continua. . .

6 comentários - Casal Corno: Histórias de Traição III

Muy buen relato amigo de lo más excitante que he leído y me hizo poner en tu lugar yo estoy atrás de mí primeros cuernos y la verdad que me ayuda mucho tu relato
Ojalá puedas lograr tu fantasía, es delicioso.
Exitante y morboso lo relatado. Me siento un poco triste por vos, ahora que se libero en lo sexual cumpliendo con tu fantacia hecha realidad no te deja cogerte via conchita y culito solo sexo oral de los dos augugeritos y llega al orgasmo. Entiendo un poco por que lo hace pero no lo acepto. Es mi opinion. Es de los dos. Todo eso tiene que estar hablado de antemano aunque recien empieza en el mundo cuckold y milf. Van puntos
Muchas gracias por tus comentarios, mira, poco a poco se irá viendo en los relatos la tendencia que vamos teniendo, al principio me sacó mucho de onda, pero la verdad es que siempre mi excitación hablaba por mí; cada que me decía algo así yo me excitaba aún más de lo que estaba, igual y se "contaminó" de lo que le di a leer respecto al cuckold, pero sinceramente era delicioso.
Pufff, muy caliente, amigo, felicidades, ya eres todo un cornudo. Mi historia fué diferente pero igual de caliente y ahora soy feliz con una esposa puta que le da las nalgas a quien sea. Siempre con mi permiso.