Depois da experiência da noite anterior com meus primeiros chifres, eu estava nas nuvens. Um ano antes, jamais teria imaginado que minha primeira experiência como corno seria daquele jeito. Afinal, embora não tenha tido a honra de ver minha esposa sendo comida do jeito que o Eder comeu, tudo o que ela me contou, o pouco que pude ver e o que pude provar foi simplesmente espetacular e inacreditável. No entanto, certas preocupações rondavam minha cabeça. Primeiro, aquela afirmação de que era a melhor transa da vida da minha mulher me agradava (no fim das contas, é o que todo corno almeja), mas ao mesmo tempo me assustava. Obviamente, por ser a primeira experiência, eu me sentia meio inseguro e com ciúmes. Não sabia o que pensar: se aquilo colocasse meu casamento em risco, definitivamente não era algo com que me sentisse confortável. Lembro muito bem daquele dia: era sábado (o primeiro dia de férias da minha esposa). Quando amanheceu, eu queria transar com ela, ainda estava muito excitado com o que tinha acontecido de madrugada, mas entre minha esposa rindo e dizendo que ainda estava toda dolorida da trepada violenta que o Eder tinha dado nela, e nossos filhos não deixarem a gente continuar brincando, não deu pra concretizar nada.
Ao meio-dia fomos almoçar na casa dos meus sogros. Pra ser sincero, eu adorava ir lá, me dava bem com todo mundo e a casa era super confortável. O dia parecia que ia ser fantástico depois da minha primeira galhada, embora eu ainda estivesse muito excitado com tudo que tinha rolado. Mas começaram a acontecer umas coisas que não curti nada: minha esposa passou o tempo todo na casa dos pais trocando mensagem com alguém. Eu sentia o sangue ferver, não só de ciúmes, mas também de raiva, principalmente porque nunca tinha visto minha mulher dar tanta atenção ao celular e sorrir tanto com o que lia. Era óbvio que ela tava falando com o novo amigo dela, porque nunca antes ela tinha agido de um jeito tão irresponsável. E eu pensava assim porque tinha a impressão de que todo mundo tava percebendo essa nova atitude da minha mulher, o que era intolerável pra mim. Achava que todos já tinham sacado que minha esposa tinha me feito de corno e já tava com um amante.
De volta pra casa já no fim da tarde, eu tava puto pra caralho, por isso fiquei completamente sério. Obviamente minha esposa percebeu, mas não quis fazer barraco com as crianças no carro, então tivemos que esperar não só chegar em casa, mas as crianças dormirem pra poder conversar. Reclamei com ela por ser tão na cara, e por me fazer sentir um corno manso, sendo que a mulher dele tava claramente dando pra outro. Sinceramente, ela nunca perdeu a compostura. Primeiro me perguntou se eu tinha gostado do que a gente viveu no dia anterior. Falei que sim, e muito, mas que isso não justificava ela fazer o que fazia, ainda mais na frente da família dela. Ela, calma, me perguntou se eu queria repetir a experiência. Na real, naquele momento eu hesitei, porque me sentia muito mal e magoado, mas também lembrava dos momentos incríveis que passei enquanto limpava a buceta da minha esposa cheia de porra do amante dela e como ela me contava. Aí o tesão falou mais alto e eu disse que sim. Então ela, com toda a naturalidade do mundo, falou que eu precisava entender que as pessoas não são dildos humanos, que não era justo usar eles só pra prazer, que se a gente começasse a fazer isso, eles iam perceber e seriam só experiências isoladas que não se repetiriam, além de que eles têm sentimentos. Na real, os argumentos dela me pareceram muito interessantes e certos, então me acalmei bastante, mas falei que não gostava dela ficar trocando mensagem no meio da reunião de família, que isso era óbvio demais. Ela disse que eu via assim porque sabia exatamente o que tava rolando, mas os outros não, e que provavelmente ninguém tava nem aí. Depois ela falou: "E aí, quer que o Eder me escreva e eu não responda nada? Cê pensou o quê, que depois que eu fui transar com ele ele não ia me procurar? E o que cê quer que eu faça, deixo ele no vácuo e quando der vontade de te fazer de corno de novo, mando um 'ei, vamos transar' como se nada tivesse acontecido? Acho que as coisas não funcionam assim, né? Naquele momento, percebi tudo o que podia significar ser cuck e também entendi minha esposa. Era a primeira vez que eu realmente duvidava de tudo isso; mas o que me fez seguir em frente foi que minha esposa, ao me ver tão perturbado, de um jeito muito gentil e compreensiva, me perguntou se eu queria saber o que ela tinha conversado com o Eder, que era bem quente, e ela me disse isso com um sorriso cúmplice, que me deu uma puta confiança. Olhando pra trás, a conversa com o amigo dela não era nada demais: se ele tinha gostado, se queria repetir, onde ela estava, o que tava fazendo; minha esposa respondeu de um jeito muito educado e divertido, mas sim, comentou que tinha adorado a experiência, que claro que gostaria de repetir, que estava na casa dos pais dela e que tava comendo. O mais interessante foi quando ele perguntou sobre o marido, se não tinha dado problema, ela respondeu que não, de jeito nenhum, e ele disse: "mas você chegou toda despenteada e acabada, hehehe", ela, de um jeito enigmático, disse que sim, e que eu tinha visto e adorado. Ele não acreditou, queria saber mais, minha esposa só disse que podiam falar sobre isso na próxima vez que se vissem. Obviamente ele perguntou quando seria, e ela, com toda segurança e naturalidade, respondeu que teria que programar comigo, mas que era bem provável que pudessem se ver na segunda. Eu pensei que ele continuaria perguntando sobre mim, mas, surpreendentemente, ele perguntou se teria chance de provar ela pelo cu, e ela, entre risadas, respondeu que claro, e que tava ansiosa pela segunda. Incrivelmente, em vez de me irritar, ler aquela conversa me deixou mega excitado, principalmente porque minha esposa ficou me tocando a pica o tempo todo enquanto eu lia a conversa. Quando terminei, ela disse: "vejo que você gostou e muito da conversa", e quando eu tirei a pica pra finalmente penetrar ela, ela perguntou: "o que você tá fazendo?" Eu disse que finalmente queria comer minha mulher; ela Ela começou a rir e me disse: “Você não leu a conversa? Segunda-feira vou te fazer o favor de te chifrar de novo, então quero estar bem gostosa pro Eder, ainda mais porque parece que finalmente vou perder a virgindade da minha tiny ass, amorzinho, então faz seu trabalho de cuckold e me faz gozar com sua língua”. Ufa, isso me excitou demais, apesar de como ela me tratou, mas obedeci na hora, abri as pernas dela e comecei a lamber a bucetinha dela de novo, perguntei se ainda estava dolorida e ela disse que quase não, mas repetiu que queria estar gostosa pro amigo dela e então falou: “Sabe o quê? Esses dias quero que você prepare meu cu, quero na segunda-feira não só chegar gostosa, mas bem treinadinha da minha tiny ass”. E na hora ela virou, deitou de bruços, abriu as pernas me convidando pra comer o cu dela, naturalmente obedeci na hora, e enquanto eu lambia o ânus da minha esposa, ela pegou o celular e disse que ia confirmar com o Eder o encontro de segunda-feira; isso me fez gozar na hora, saber que enquanto eu tava comendo o cu da minha mulher ela tava trocando mensagem com o filho da puta que tinha me chifrado foi demais pra mim. Minha mulher nem percebeu que eu tinha gozado prematuramente, mas continuei com meu trabalho oral, e pra minha surpresa minha esposa começou a ficar excitada e a me dar ordens, disse que enquanto eu comia a tiny ass dela, eu acariciasse o clitóris dela suavemente e depois de um tempo chupasse meu dedo e penetrasse o cu dela com ele, parecia dar muito prazer a ela, tanto que terminou a sessão com dois dos meus dedos enfiados no rabo dela enquanto eu acariciava o clitóris com a outra mão e ela gozando num orgasmo escandaloso enquanto me dizia como ia se divertir com o novo amigo dela, que eu aproveitasse meus chifres porque ela ia me chifrar muito, mas muito frequentemente. Assim que ela terminou, quis chupar minha pica, mas percebeu que eu tinha gozado e me perguntou quando foi que eu tinha terminado, quando eu contei, ela começou a rir. dizendo o quanto corno eu era, que puta merda, eu adorava que outro macho cuidasse direito da minha mulher, que não tinha jeito e só nos abraçamos enquanto ela me agradecia por todas as experiências que tinha vivido e por eu ter me animado antes a contar que queria ser corno; que com muito prazer ela se sacrificava pelas minhas fantasias.

Domingo de manhã eu queria meter nela, mas a resposta foi a mesma: ela queria estar gostosa pro Eder. Começamos um 69 (ela pedindo dedo no cu pra ir treinando), mas não conseguimos terminar porque as crianças acordaram. Durante quase o dia inteiro ela ficou trocando mensagem com o Eder, coisa que já não me incomodava tanto, embora, pra ser sincero, ainda me dava muito ciúme. Já de noite, tivemos outra sessão de sexo oral e treino de cu. Era muito quente tudo o que ela me dizia: que com certeza um macho tão gostoso como o Eder ia conseguir desvirginar a bunda dela, que eu fosse me acostumando com os meus chifres porque ela ia me fazer o favor de me enfeitar muito e com frequência. O melhor daquela noite é que conseguimos terminar nosso 69: gozei na boca dela enquanto ela também gozou com dois dedos meus no cu dela, inundando minha boca com o néctar dela. Embora ela não tenha engolido meu leite, na hora ela passou pra minha boca pra eu engolir, enquanto me dizia que essa era a tarefa de um bom corno: engolir todo o leite que ela recebesse. Se eu já não tivesse gozado, só com essas palavras teria conseguido.
Na segunda-feira de manhã, eu queria dar mais uma sessão de sexo oral nela, mas ela simplesmente recusou, dizendo que o dia ia ser bem corrido. Perguntei por quê, e ela disse que tinha lido numa página na internet como se preparar para ser desvirginada pelo cu, que tinha que se lavar muito e não sei mais o quê. Além disso, estava nervosa por causa do segundo encontro com o Eder, agora sem álcool no meio. Ela me contou que o amigo a tinha convidado pra almoçar, e lá ela planejava contar tudo sobre o nosso casamento, porque não queria que houvesse segredos, nem da parte do Eder em relação ao nosso casamento, nem da nossa parte pra ele. Ela queria que tudo fosse bem, sem mentiras de nenhum tipo, e isso me tranquilizou pra caralho. Só que, assim que terminamos de tomar café, ela me mandou comprar um bom lubrificante na farmácia. Isso me deixou feliz pra cacete, e eu falei pra ela que adorava ajudar a prepará-la pro encontro. Ela começou a rir e disse que era dever de um bom cuck preparar a mulher pros seus machos. Minha esposa passou quase 3 horas no banheiro, e a verdade é que saiu bem normalzinha: calça jeans justa na cintura, blusa de alças com decote, o mais sexy era que dava pra ver os fios da calcinha fio dental por cima da calça, e umas botas marrons bem normais. Ela foi na hora do almoço (o Eder passou pra buscá-la em casa) e não voltou até umas horas depois. Fiquei nervoso o tempo todo e, pra ser sincero, com um pouco de ciúme, porque não sabia se o amigo ia desvirginar o cu dela ou não (preciso deixar claro aqui que minha esposa sempre foi não só disposta, mas curiosa sobre penetração anal desde que éramos namorados, mas tenho que confessar que nunca consegui fazer. A gente tentava, no começo bem mais do que no fim, eu lubrificava ela direitinho, tentávamos no banho ou com lubrificante, eu achava que tava completamente duro e ereto, mas na hora de tentar nunca conseguia nem abrir um pouquinho o buraquinho dela. Depois disso, a frustração me pegava, eu ficava desesperado, e ela também, então de vez em quando... Tentamos tanto, mas já sem esperar nada), quando finalmente chegou já era noite e ela tinha colocado as crianças pra dormir, mas não era tão tarde, então não ousei sair na rua. No entanto, imaginei que ela foi se despedir do Eder de novo, porque depois de ouvir o carro dele chegar, demorou um pouco pra ir embora. Sem me enganar, supus que minha mulher foi "agradecer" de novo pela trepada que ele deu nela, chupando a pica dele no carro como nunca fez comigo.

Assim que ela entrou, eu soube que tinha se divertido pra caralho. Ela veio toda sorrindo, mas completamente despenteada e bagunçada, me beijou apaixonadamente na boca com o gosto de cock do Eder que eu já tava começando a conhecer e me levou pro quarto quase correndo, dizendo pra eu me apressar que ela tinha meu presentinho num lugar especial. Quando chegamos no quarto, ela tirou a calça, a calcinha fio dental e ficou de quatro, tava linda demais. Ela falou, na verdade mandou eu começar meu trabalho de bom cuck lambendo e limpando a tiny ass dela. Quase gozei, perguntei se finalmente tinham desvirginado o cu dela, ela só sorriu e disse: "sim, love, ele conseguiu arrombar minha tiny ass". Perguntei de novo se ela tinha gostado, ela só fechou os olhos, apertou os lábios e fez um som tipo "mmmmhhhhh", abriu os olhos e falou: "anda logo, love, não fica de viadagem e vem fazer seu trabalho de cuck que minha tiny ass tá ardendo". Na hora me coloquei atrás dela e quando ela abriu as nádegas, a imagem foi incrível e, sinceramente, fiquei tão excitado que gozei na minha calça, porque começou a sair um gotão de cum de male, branco e grosso, além do cu dela estar bem vermelhinho. Não hesitei nem um segundo e comecei a limpar com minha língua aquela delícia que minha mulher, com tanto esforço, tinha espremido pra mim. Tentei fazer com cuidado porque já tinha experiência de que quando ela chega dolorida, gosta que eu trate bem. O gosto era bem forte e amargo, e o cum bem grosso, embora completamente branco; mesmo a textura não sendo agradável, a excitação fazia com que fosse delicioso pra mim, enquanto minha mulher falava coisas tipo: "cê gosta que outro filho da puta tenha inaugurado minha tiny ass, guy?", "limpa os restos do male que desvirginou minha tiny ass", "faz com cuidado porque ele acabou metendo bem forte", e umas paradas assim. Depois que terminei com o cum do amigo dela, comecei a masturbar minha esposa com os dedos e ela começou a gemer e gritar, tanta foi a excitação que ela acabou deitada de barriga pra baixo enquanto eu, com dificuldade... Eu chupava a bucetinha dela e o cuzinho até ela gozar. Quando ela finalmente chegou ao orgasmo, minha surpresa foi enorme ao perceber que meu pau estava completamente duro, mesmo tendo gozado nas minhas calças só de ver como o cuzinho dela tinha ficado depois da foda que o amante deu nela. Então decidi experimentar aquele buraquinho traseiro que sempre resistiu a mim; peguei ela pela cintura e inclinei só um pouco, quando ela percebeu que eu começava a empurrar pra penetrar, ela me empurrou e se jogou pra frente, dizendo: "O que você tá fazendo, cara?" e eu, sem hesitar, respondi: "Eu também quero provar esse buraquinho sexy seu, amor"; ela começou a rir e disse: "Não, meu docinho, você teve oito anos pra me desvirginar e nunca conseguiu, é inacreditável que tivesse que vir um cara com um pau maior e mais grosso que o seu e ele conseguiu, logo de primeira, inaugurar minha bundinha apertada. Então, como um bom cuck, só vai te tocar limpar e aliviar o que os caras de verdade usam." Fiquei muito confuso; por um lado, como minha esposa falou e agiu, me excitou pra caralho, mas também me senti magoado. Será que ela precisava me humilhar assim? Sabia que muitas dessas atitudes estavam em todos os contos e até nos áudios que eu compartilhava com ela e continuava compartilhando, mas uma coisa era se excitar com aquilo, outra era sua esposa falar na sua cara. Mas meu pau não podia negar o que queria; minha esposa começou a rir e disse: "Acho que seu amiguinho concordou", porque meu pau até pulsava de excitação.

Total que no final ela me disse pra fazer um jantar simples pra ela enquanto me contava tudo que tinha rolado com o Eder, e que no fim da janta eu ia descer de novo pra lamber só a buceta dela, fazendo ela gozar do jeito que um corno faz: com a língua. Aceitei de má vontade, enquanto preparava a janta (pra nós dois) e comíamos, ela me contou o seguinte:
Amor, fomos comer num lugar de petiscos com cerveja, verdade que tava bem nervosa, mas principalmente porque não sabia como ia reagir de ficar com ele sem álcool no meio, ainda mais que o Eder nunca tinha me parecido o mais gato dos meus colegas; mas foi bem legal, porque num papo normal e não de trabalho ele era muito divertido, principalmente percebi que era bem aberto, embora meio tímido, por isso que assim que contei a real do nosso relacionamento e sua fantasia ele ficou bem surpreso.
Mas, especificamente, o que você disse pra ela, amor? Eu a interrompi.
Bom, a real, amor, é que você já sabia de tudo, que na verdade isso tudo era sua fantasia, e como a comida tinha sido num tom de brincadeira, eu falei pra ele que você tinha provado completamente na noite anterior. Ele ficou muito surpreso que você me recebeu, não contei tudo que a gente fez, mas deixei claro que depois que cheguei, a gente teve nossa própria sessão de sexo. Naturalmente, ele tinha muitas dúvidas, até me perguntou se você gostava de homens. Eu ri pra caralho com isso, falei que de jeito nenhum, mas que sua maior fantasia era me ver transando com outro. A real é que aí ele me disse que não acreditava que teria coragem pra tanto, principalmente porque era bem tímido e que morreria de vergonha de estar na presença do meu próprio marido.
Quando já tínhamos conversado bastante sobre tudo isso, ele me perguntou quais eram os limites ou as regras da nossa relação, e como não colocamos nenhuma, eu disse que só tinha que avisar você toda vez que fosse transar com ele. Continuamos bebendo e ele disse que você era louco, que como podia fazer isso, mas que na verdade não ia desperdiçar uma oportunidade dessas. E ele reforçou que seria muito complicado fazer isso na sua frente, eu disse que não tinha problema, e a partir daquele momento, já com a cerveja e a comida, ficamos com tesão e começamos a nos beijar, e ele a passar a mão em mim ali mesmo no restaurante.
Essa última parte me deu outra mordida de ciúmes e tesão, porque eles não tinham ido muito longe, então qualquer conhecido nosso (vizinhos, e até parentes, já que moramos bem perto de uns tios dela) podia ter visto; mas de novo o tesão falou mais alto e não falei nada. Perguntei se ele beijava bem e se ela gostava de amassar com ele.
Hay love (e pela primeira vez a vi corada), a verdade é que já beijei bocas melhores, mas o jeito que ela me toca enquanto me beija é muito bom e excitante; enquanto a gente se beijava, ela me perguntou se eu tinha falado contigo sobre aquele detalhezinho da minha virgindade anal, respondi que sim e que você não tinha problema em ceder a primeira vez pela bunda pequena da sua esposa se isso a deixasse muito feliz, uf, isso deixou ele muito, mas muito excitado, tanto que ele disse pra gente pagar e ir pro apartamento dele; então aceitei porque também estava muito, mas muito excitada.
Você tava mesmo muito ansiosa pra eu te desvirginar o cu? Perguntei, ainda incrédulo com o que tava ouvindo.
Claro, amor, sabe que desde que a gente era namorado eu sempre tive uma puta curiosidade de fazer isso por aí, mas nunca tinha dado certo. Falei pra ele tomar cuidado porque a gente já tinha tentado várias vezes, mas simplesmente não rolava. Ele começou a rir e disse pra eu não me preocupar, que já tinha desvirginado a bunda de uma ex-namorada dele e metido no cuzinho de outras minas que já eram desvirgadas, então ele sabia o que tava fazendo. Aí a gente foi embora depois de pagar a conta.
Nesse ponto eu já tava muito excitado e minha esposa percebeu, a boa notícia é que a gente tinha terminado de jantar, e ela falou pra subirmos, que o resto ela queria me contar enquanto eu dava prazer oral nela. Então, quando subimos pro nosso quarto, ela tirou toda a roupa (de novo tava cheia de marcas de chupão e hematomas, então imaginei que foi mais um sexo bem pesado), assim que ficou pelada, se deitou de barriga pra cima, abriu as pernas e disse: “olha, amor, como ele deixou minha buceta, bem aberta pra um marido cuck e corno como você, vem e chupa”. Na hora eu me despi e fui direto pro trabalho (bem, língua no trabalho, hehe).
Ficamos nos pegando no carro, mas ele não deixou eu chupar ele de novo, disse que queria guardar tudo pra foda, eu tava explodindo de tesão, mas segurei. Assim que chegamos no apê dele, ele já começou agressivo de novo, me pegou pelo pescoço e começou a me dar tapas, me chamando de puta de buceta fácil. Eu já sabia a dinâmica, então respondi também, e assim entre brincadeiras e porradas chegamos no quarto dele enquanto íamos tirando a roupa. Ele me segurou pelos pulsos, mas por trás, enquanto me xingava, dizendo que ia me arrebentar, que eu era uma puta faminta de pica e um monte de coisa assim. Ele me imobilizou, então tive que falar que já tava bom, que faria tudo que ele quisesse. Ele acabou mandando eu deitar de barriga pra cima com a cabeça na borda da cama, aí apontou a pica enorme dele pra minha boca e começou uma metida e tirada brutal enquanto me batia nos peitos. Eu sentia que tava me afogando porque as bolas dele tampavam meu nariz, mas de novo eu tava me molhando como nunca por causa desse tratamento tão bruto. Depois disso, ele mandou eu cavalgar ele como a puta rabuda que eu era. Eu já sabia como ele gostava, então tentei fazer ainda mais forte se pudesse, mas ele tava adorando e nem uma vez a pica saiu, diferente de você, corno. Ele me deixou um tempão sentando naquela vara enorme dele, tentei aguentar o máximo que pude, mesmo que não tenha sido muito mais que da outra vez. De novo ele falou que eu tinha que aprender a montar como a puta de rabo fácil que eu era e me deu uns tapas. Daí ele falou que agora vinha o prato principal. Eu me inclinei pra ficar de quatro, mas ele disse que não, que ele ia fazer diferente. Aí eu falei que na minha bolsa tinha lubrificante que meu marido tinha comprado. Ele meio que não ouviu, mas foi pegar enquanto me mandava deitar de barriga pra cima e abrir as pernas. Fiquei esperando ele. Quando ele chegou, falou que ia fazer bem devagar no começo pra eu ir me acostumando. Eu tava nervosa, porque sim, ele tinha um pau maior que o seu. então ele começou a passar lubrificante na minha bucetinha apertada, enquanto com um dedo massageava a entrada do meu cu e com a outra mão me masturbava, verdade seja dita, eu tava no céu, era uma excitação danada, principalmente por causa da masturbação tão foda que ele fazia, porque era devagar, acariciando meu interior, e olha que eu tinha acabado de gozar montada nele; aos poucos foi enfiando um, dois e três dedos na minha bucetinha apertada sem parar de me masturbar, eu gemia e gemia enquanto ele dizia que eu ia gostar pra caralho, que ia fazer com cuidado pra não doer; assim que tira os dedos, coloca a cabeça do pau na minha bucetinha apertada, e empurra bem devagarinho, graças ao tanto de lubrificante que ele passou enquanto enfiava os dedos, a verdade é que eu sentia meio adormecida, quase não sentia nada além do prazer do caralho que ele me dava com os dedos na minha buceta; ele falava, assim gostosa, assim rainha, devagarinho vai entrando meu pau no teu cu, a única vez que doeu foi quando a cabeça inteira entrou, senti como se tivesse rasgando, como se algo se partisse dentro de mim, mas com a habilidade dos dedos dele na minha buceta, essa dor durou muito pouco, quando ele percebeu, Eder falou, já vai ver, é a parte mais chata que você vai sentir, e esperou até eu gemer de prazer de novo, aí continuou enfiando bem devagarinho o pau dele, depois de um tempo que pareceu eterno por causa do nervosismo e porque eu me sentia meio dura e desconfortável, ele disse, olha rainha, já sentiu minhas bolas nas tuas nádegas? Teu cu já engoliu meu pau inteiro, vou parar até teu cu se acostumar e depois vou começar a te comer devagarinho, e me beijou (isso me deixou super com ciúmes, mas eu tava muito ocupado lambendo a bucetinha dela, mas acho que até uma lágrima escorreu) de um jeito muito carinhoso e gentil, me surpreendeu ele ter a capacidade de ser um selvagem e no momento seguinte me fazer sentir tão bem enquanto desvirginava minha bucetinha apertada; de novo foi um intervalo que pareceu eterno, ele continuava me masturbando, então aos poucos Aos poucos, o desconforto foi passando, deixando só espaço pro prazer. Assim que fechei os olhos, o Eder começou com um movimento bem lento, mas firme, enfiando e tirando o pau dentro da minha bucetinha apertada. Foi progressivo, muito, mas muito lento no começo. Se em algum momento eu gritava de dor — porque às vezes doía, mas era tipo uma pontada — ele parava e me beijava de novo. Ele era muito bom nisso, me fez sentir super cuidada, até achei fofo. No fim, as penetrações foram ficando bem profundas. Quando ele percebeu que eu só gemia e já pedia mais, aí mudou de novo. Ele falou: "Agora sim, sua putinha de cu arrombado, acabou o cuidado da desvirginação. Agora vou te foder no cu como a vadia que você é." Depois me colocou de quatro e aí sim ele destruiu minha bucetinha apertada. Ele dizia que sempre sonhou em me comer no cu, que minhas nádegas eram muito gostosas engolindo o pau dele, que eu era bem apertadinha. Eu sentia prazer e dor ao mesmo tempo, mas muito mais prazer do que dor. Nunca tinha sentido tanto prazer, ainda mais combinado com uma dor tão intensa. Era uma sensação nova, mas muito gostosa, tanto que acabei gemendo, gritando e pedindo mais. Ele me comeu no cu por muito tempo, quase desmaiei entre o prazer e a dor. De repente, o Eder começou a gritar e a me dar tapas na bunda como um louco. Só senti no final ele se esvaziando completamente dentro da minha bucetinha apertada.



Depois que ela terminou de me contar, quase gozei na hora, mas me segurei, ainda faltava um tempinho pra ela terminar, então ela pegou na minha cabeça e foi me falando coisas tipo “assim, seu cuck de merda”, “você gosta que sua mulher volte não só bem comida, mas recém-desvirginada pela Booty”, “me faz gozar com a língua, viado”, e um monte de coisa assim; ela gozou num orgasmo escandaloso; no final, não consegui me segurar e perguntei se ela tinha chupado a buceta dela no carro na volta, igual na sexta passada, e ela respondeu.
Claro, amor, ele desvirginou minha bucetinha do melhor jeito possível, me fez gozar com a vara dele no meu cuzinho. Além disso, não se faz de besta, cara. Ele te faz um favor não só de comer a sua mulher, mas ainda de trazer ela de volta pra casa. Ele já sabe de tudo entre a gente, não teria problema nenhum se quando ele terminasse comigo eu te ligasse pra você vir me buscar no apê dele. Então ele merece isso e mais. Até você devia agradecer ele.
Depois de tanta excitação, a gente caiu no sono.
Continua...
Ao meio-dia fomos almoçar na casa dos meus sogros. Pra ser sincero, eu adorava ir lá, me dava bem com todo mundo e a casa era super confortável. O dia parecia que ia ser fantástico depois da minha primeira galhada, embora eu ainda estivesse muito excitado com tudo que tinha rolado. Mas começaram a acontecer umas coisas que não curti nada: minha esposa passou o tempo todo na casa dos pais trocando mensagem com alguém. Eu sentia o sangue ferver, não só de ciúmes, mas também de raiva, principalmente porque nunca tinha visto minha mulher dar tanta atenção ao celular e sorrir tanto com o que lia. Era óbvio que ela tava falando com o novo amigo dela, porque nunca antes ela tinha agido de um jeito tão irresponsável. E eu pensava assim porque tinha a impressão de que todo mundo tava percebendo essa nova atitude da minha mulher, o que era intolerável pra mim. Achava que todos já tinham sacado que minha esposa tinha me feito de corno e já tava com um amante.
De volta pra casa já no fim da tarde, eu tava puto pra caralho, por isso fiquei completamente sério. Obviamente minha esposa percebeu, mas não quis fazer barraco com as crianças no carro, então tivemos que esperar não só chegar em casa, mas as crianças dormirem pra poder conversar. Reclamei com ela por ser tão na cara, e por me fazer sentir um corno manso, sendo que a mulher dele tava claramente dando pra outro. Sinceramente, ela nunca perdeu a compostura. Primeiro me perguntou se eu tinha gostado do que a gente viveu no dia anterior. Falei que sim, e muito, mas que isso não justificava ela fazer o que fazia, ainda mais na frente da família dela. Ela, calma, me perguntou se eu queria repetir a experiência. Na real, naquele momento eu hesitei, porque me sentia muito mal e magoado, mas também lembrava dos momentos incríveis que passei enquanto limpava a buceta da minha esposa cheia de porra do amante dela e como ela me contava. Aí o tesão falou mais alto e eu disse que sim. Então ela, com toda a naturalidade do mundo, falou que eu precisava entender que as pessoas não são dildos humanos, que não era justo usar eles só pra prazer, que se a gente começasse a fazer isso, eles iam perceber e seriam só experiências isoladas que não se repetiriam, além de que eles têm sentimentos. Na real, os argumentos dela me pareceram muito interessantes e certos, então me acalmei bastante, mas falei que não gostava dela ficar trocando mensagem no meio da reunião de família, que isso era óbvio demais. Ela disse que eu via assim porque sabia exatamente o que tava rolando, mas os outros não, e que provavelmente ninguém tava nem aí. Depois ela falou: "E aí, quer que o Eder me escreva e eu não responda nada? Cê pensou o quê, que depois que eu fui transar com ele ele não ia me procurar? E o que cê quer que eu faça, deixo ele no vácuo e quando der vontade de te fazer de corno de novo, mando um 'ei, vamos transar' como se nada tivesse acontecido? Acho que as coisas não funcionam assim, né? Naquele momento, percebi tudo o que podia significar ser cuck e também entendi minha esposa. Era a primeira vez que eu realmente duvidava de tudo isso; mas o que me fez seguir em frente foi que minha esposa, ao me ver tão perturbado, de um jeito muito gentil e compreensiva, me perguntou se eu queria saber o que ela tinha conversado com o Eder, que era bem quente, e ela me disse isso com um sorriso cúmplice, que me deu uma puta confiança. Olhando pra trás, a conversa com o amigo dela não era nada demais: se ele tinha gostado, se queria repetir, onde ela estava, o que tava fazendo; minha esposa respondeu de um jeito muito educado e divertido, mas sim, comentou que tinha adorado a experiência, que claro que gostaria de repetir, que estava na casa dos pais dela e que tava comendo. O mais interessante foi quando ele perguntou sobre o marido, se não tinha dado problema, ela respondeu que não, de jeito nenhum, e ele disse: "mas você chegou toda despenteada e acabada, hehehe", ela, de um jeito enigmático, disse que sim, e que eu tinha visto e adorado. Ele não acreditou, queria saber mais, minha esposa só disse que podiam falar sobre isso na próxima vez que se vissem. Obviamente ele perguntou quando seria, e ela, com toda segurança e naturalidade, respondeu que teria que programar comigo, mas que era bem provável que pudessem se ver na segunda. Eu pensei que ele continuaria perguntando sobre mim, mas, surpreendentemente, ele perguntou se teria chance de provar ela pelo cu, e ela, entre risadas, respondeu que claro, e que tava ansiosa pela segunda. Incrivelmente, em vez de me irritar, ler aquela conversa me deixou mega excitado, principalmente porque minha esposa ficou me tocando a pica o tempo todo enquanto eu lia a conversa. Quando terminei, ela disse: "vejo que você gostou e muito da conversa", e quando eu tirei a pica pra finalmente penetrar ela, ela perguntou: "o que você tá fazendo?" Eu disse que finalmente queria comer minha mulher; ela Ela começou a rir e me disse: “Você não leu a conversa? Segunda-feira vou te fazer o favor de te chifrar de novo, então quero estar bem gostosa pro Eder, ainda mais porque parece que finalmente vou perder a virgindade da minha tiny ass, amorzinho, então faz seu trabalho de cuckold e me faz gozar com sua língua”. Ufa, isso me excitou demais, apesar de como ela me tratou, mas obedeci na hora, abri as pernas dela e comecei a lamber a bucetinha dela de novo, perguntei se ainda estava dolorida e ela disse que quase não, mas repetiu que queria estar gostosa pro amigo dela e então falou: “Sabe o quê? Esses dias quero que você prepare meu cu, quero na segunda-feira não só chegar gostosa, mas bem treinadinha da minha tiny ass”. E na hora ela virou, deitou de bruços, abriu as pernas me convidando pra comer o cu dela, naturalmente obedeci na hora, e enquanto eu lambia o ânus da minha esposa, ela pegou o celular e disse que ia confirmar com o Eder o encontro de segunda-feira; isso me fez gozar na hora, saber que enquanto eu tava comendo o cu da minha mulher ela tava trocando mensagem com o filho da puta que tinha me chifrado foi demais pra mim. Minha mulher nem percebeu que eu tinha gozado prematuramente, mas continuei com meu trabalho oral, e pra minha surpresa minha esposa começou a ficar excitada e a me dar ordens, disse que enquanto eu comia a tiny ass dela, eu acariciasse o clitóris dela suavemente e depois de um tempo chupasse meu dedo e penetrasse o cu dela com ele, parecia dar muito prazer a ela, tanto que terminou a sessão com dois dos meus dedos enfiados no rabo dela enquanto eu acariciava o clitóris com a outra mão e ela gozando num orgasmo escandaloso enquanto me dizia como ia se divertir com o novo amigo dela, que eu aproveitasse meus chifres porque ela ia me chifrar muito, mas muito frequentemente. Assim que ela terminou, quis chupar minha pica, mas percebeu que eu tinha gozado e me perguntou quando foi que eu tinha terminado, quando eu contei, ela começou a rir. dizendo o quanto corno eu era, que puta merda, eu adorava que outro macho cuidasse direito da minha mulher, que não tinha jeito e só nos abraçamos enquanto ela me agradecia por todas as experiências que tinha vivido e por eu ter me animado antes a contar que queria ser corno; que com muito prazer ela se sacrificava pelas minhas fantasias.

Domingo de manhã eu queria meter nela, mas a resposta foi a mesma: ela queria estar gostosa pro Eder. Começamos um 69 (ela pedindo dedo no cu pra ir treinando), mas não conseguimos terminar porque as crianças acordaram. Durante quase o dia inteiro ela ficou trocando mensagem com o Eder, coisa que já não me incomodava tanto, embora, pra ser sincero, ainda me dava muito ciúme. Já de noite, tivemos outra sessão de sexo oral e treino de cu. Era muito quente tudo o que ela me dizia: que com certeza um macho tão gostoso como o Eder ia conseguir desvirginar a bunda dela, que eu fosse me acostumando com os meus chifres porque ela ia me fazer o favor de me enfeitar muito e com frequência. O melhor daquela noite é que conseguimos terminar nosso 69: gozei na boca dela enquanto ela também gozou com dois dedos meus no cu dela, inundando minha boca com o néctar dela. Embora ela não tenha engolido meu leite, na hora ela passou pra minha boca pra eu engolir, enquanto me dizia que essa era a tarefa de um bom corno: engolir todo o leite que ela recebesse. Se eu já não tivesse gozado, só com essas palavras teria conseguido.
Na segunda-feira de manhã, eu queria dar mais uma sessão de sexo oral nela, mas ela simplesmente recusou, dizendo que o dia ia ser bem corrido. Perguntei por quê, e ela disse que tinha lido numa página na internet como se preparar para ser desvirginada pelo cu, que tinha que se lavar muito e não sei mais o quê. Além disso, estava nervosa por causa do segundo encontro com o Eder, agora sem álcool no meio. Ela me contou que o amigo a tinha convidado pra almoçar, e lá ela planejava contar tudo sobre o nosso casamento, porque não queria que houvesse segredos, nem da parte do Eder em relação ao nosso casamento, nem da nossa parte pra ele. Ela queria que tudo fosse bem, sem mentiras de nenhum tipo, e isso me tranquilizou pra caralho. Só que, assim que terminamos de tomar café, ela me mandou comprar um bom lubrificante na farmácia. Isso me deixou feliz pra cacete, e eu falei pra ela que adorava ajudar a prepará-la pro encontro. Ela começou a rir e disse que era dever de um bom cuck preparar a mulher pros seus machos. Minha esposa passou quase 3 horas no banheiro, e a verdade é que saiu bem normalzinha: calça jeans justa na cintura, blusa de alças com decote, o mais sexy era que dava pra ver os fios da calcinha fio dental por cima da calça, e umas botas marrons bem normais. Ela foi na hora do almoço (o Eder passou pra buscá-la em casa) e não voltou até umas horas depois. Fiquei nervoso o tempo todo e, pra ser sincero, com um pouco de ciúme, porque não sabia se o amigo ia desvirginar o cu dela ou não (preciso deixar claro aqui que minha esposa sempre foi não só disposta, mas curiosa sobre penetração anal desde que éramos namorados, mas tenho que confessar que nunca consegui fazer. A gente tentava, no começo bem mais do que no fim, eu lubrificava ela direitinho, tentávamos no banho ou com lubrificante, eu achava que tava completamente duro e ereto, mas na hora de tentar nunca conseguia nem abrir um pouquinho o buraquinho dela. Depois disso, a frustração me pegava, eu ficava desesperado, e ela também, então de vez em quando... Tentamos tanto, mas já sem esperar nada), quando finalmente chegou já era noite e ela tinha colocado as crianças pra dormir, mas não era tão tarde, então não ousei sair na rua. No entanto, imaginei que ela foi se despedir do Eder de novo, porque depois de ouvir o carro dele chegar, demorou um pouco pra ir embora. Sem me enganar, supus que minha mulher foi "agradecer" de novo pela trepada que ele deu nela, chupando a pica dele no carro como nunca fez comigo.

Assim que ela entrou, eu soube que tinha se divertido pra caralho. Ela veio toda sorrindo, mas completamente despenteada e bagunçada, me beijou apaixonadamente na boca com o gosto de cock do Eder que eu já tava começando a conhecer e me levou pro quarto quase correndo, dizendo pra eu me apressar que ela tinha meu presentinho num lugar especial. Quando chegamos no quarto, ela tirou a calça, a calcinha fio dental e ficou de quatro, tava linda demais. Ela falou, na verdade mandou eu começar meu trabalho de bom cuck lambendo e limpando a tiny ass dela. Quase gozei, perguntei se finalmente tinham desvirginado o cu dela, ela só sorriu e disse: "sim, love, ele conseguiu arrombar minha tiny ass". Perguntei de novo se ela tinha gostado, ela só fechou os olhos, apertou os lábios e fez um som tipo "mmmmhhhhh", abriu os olhos e falou: "anda logo, love, não fica de viadagem e vem fazer seu trabalho de cuck que minha tiny ass tá ardendo". Na hora me coloquei atrás dela e quando ela abriu as nádegas, a imagem foi incrível e, sinceramente, fiquei tão excitado que gozei na minha calça, porque começou a sair um gotão de cum de male, branco e grosso, além do cu dela estar bem vermelhinho. Não hesitei nem um segundo e comecei a limpar com minha língua aquela delícia que minha mulher, com tanto esforço, tinha espremido pra mim. Tentei fazer com cuidado porque já tinha experiência de que quando ela chega dolorida, gosta que eu trate bem. O gosto era bem forte e amargo, e o cum bem grosso, embora completamente branco; mesmo a textura não sendo agradável, a excitação fazia com que fosse delicioso pra mim, enquanto minha mulher falava coisas tipo: "cê gosta que outro filho da puta tenha inaugurado minha tiny ass, guy?", "limpa os restos do male que desvirginou minha tiny ass", "faz com cuidado porque ele acabou metendo bem forte", e umas paradas assim. Depois que terminei com o cum do amigo dela, comecei a masturbar minha esposa com os dedos e ela começou a gemer e gritar, tanta foi a excitação que ela acabou deitada de barriga pra baixo enquanto eu, com dificuldade... Eu chupava a bucetinha dela e o cuzinho até ela gozar. Quando ela finalmente chegou ao orgasmo, minha surpresa foi enorme ao perceber que meu pau estava completamente duro, mesmo tendo gozado nas minhas calças só de ver como o cuzinho dela tinha ficado depois da foda que o amante deu nela. Então decidi experimentar aquele buraquinho traseiro que sempre resistiu a mim; peguei ela pela cintura e inclinei só um pouco, quando ela percebeu que eu começava a empurrar pra penetrar, ela me empurrou e se jogou pra frente, dizendo: "O que você tá fazendo, cara?" e eu, sem hesitar, respondi: "Eu também quero provar esse buraquinho sexy seu, amor"; ela começou a rir e disse: "Não, meu docinho, você teve oito anos pra me desvirginar e nunca conseguiu, é inacreditável que tivesse que vir um cara com um pau maior e mais grosso que o seu e ele conseguiu, logo de primeira, inaugurar minha bundinha apertada. Então, como um bom cuck, só vai te tocar limpar e aliviar o que os caras de verdade usam." Fiquei muito confuso; por um lado, como minha esposa falou e agiu, me excitou pra caralho, mas também me senti magoado. Será que ela precisava me humilhar assim? Sabia que muitas dessas atitudes estavam em todos os contos e até nos áudios que eu compartilhava com ela e continuava compartilhando, mas uma coisa era se excitar com aquilo, outra era sua esposa falar na sua cara. Mas meu pau não podia negar o que queria; minha esposa começou a rir e disse: "Acho que seu amiguinho concordou", porque meu pau até pulsava de excitação.

Total que no final ela me disse pra fazer um jantar simples pra ela enquanto me contava tudo que tinha rolado com o Eder, e que no fim da janta eu ia descer de novo pra lamber só a buceta dela, fazendo ela gozar do jeito que um corno faz: com a língua. Aceitei de má vontade, enquanto preparava a janta (pra nós dois) e comíamos, ela me contou o seguinte:
Amor, fomos comer num lugar de petiscos com cerveja, verdade que tava bem nervosa, mas principalmente porque não sabia como ia reagir de ficar com ele sem álcool no meio, ainda mais que o Eder nunca tinha me parecido o mais gato dos meus colegas; mas foi bem legal, porque num papo normal e não de trabalho ele era muito divertido, principalmente percebi que era bem aberto, embora meio tímido, por isso que assim que contei a real do nosso relacionamento e sua fantasia ele ficou bem surpreso.
Mas, especificamente, o que você disse pra ela, amor? Eu a interrompi.
Bom, a real, amor, é que você já sabia de tudo, que na verdade isso tudo era sua fantasia, e como a comida tinha sido num tom de brincadeira, eu falei pra ele que você tinha provado completamente na noite anterior. Ele ficou muito surpreso que você me recebeu, não contei tudo que a gente fez, mas deixei claro que depois que cheguei, a gente teve nossa própria sessão de sexo. Naturalmente, ele tinha muitas dúvidas, até me perguntou se você gostava de homens. Eu ri pra caralho com isso, falei que de jeito nenhum, mas que sua maior fantasia era me ver transando com outro. A real é que aí ele me disse que não acreditava que teria coragem pra tanto, principalmente porque era bem tímido e que morreria de vergonha de estar na presença do meu próprio marido.
Quando já tínhamos conversado bastante sobre tudo isso, ele me perguntou quais eram os limites ou as regras da nossa relação, e como não colocamos nenhuma, eu disse que só tinha que avisar você toda vez que fosse transar com ele. Continuamos bebendo e ele disse que você era louco, que como podia fazer isso, mas que na verdade não ia desperdiçar uma oportunidade dessas. E ele reforçou que seria muito complicado fazer isso na sua frente, eu disse que não tinha problema, e a partir daquele momento, já com a cerveja e a comida, ficamos com tesão e começamos a nos beijar, e ele a passar a mão em mim ali mesmo no restaurante.
Essa última parte me deu outra mordida de ciúmes e tesão, porque eles não tinham ido muito longe, então qualquer conhecido nosso (vizinhos, e até parentes, já que moramos bem perto de uns tios dela) podia ter visto; mas de novo o tesão falou mais alto e não falei nada. Perguntei se ele beijava bem e se ela gostava de amassar com ele.
Hay love (e pela primeira vez a vi corada), a verdade é que já beijei bocas melhores, mas o jeito que ela me toca enquanto me beija é muito bom e excitante; enquanto a gente se beijava, ela me perguntou se eu tinha falado contigo sobre aquele detalhezinho da minha virgindade anal, respondi que sim e que você não tinha problema em ceder a primeira vez pela bunda pequena da sua esposa se isso a deixasse muito feliz, uf, isso deixou ele muito, mas muito excitado, tanto que ele disse pra gente pagar e ir pro apartamento dele; então aceitei porque também estava muito, mas muito excitada.
Você tava mesmo muito ansiosa pra eu te desvirginar o cu? Perguntei, ainda incrédulo com o que tava ouvindo.
Claro, amor, sabe que desde que a gente era namorado eu sempre tive uma puta curiosidade de fazer isso por aí, mas nunca tinha dado certo. Falei pra ele tomar cuidado porque a gente já tinha tentado várias vezes, mas simplesmente não rolava. Ele começou a rir e disse pra eu não me preocupar, que já tinha desvirginado a bunda de uma ex-namorada dele e metido no cuzinho de outras minas que já eram desvirgadas, então ele sabia o que tava fazendo. Aí a gente foi embora depois de pagar a conta.
Nesse ponto eu já tava muito excitado e minha esposa percebeu, a boa notícia é que a gente tinha terminado de jantar, e ela falou pra subirmos, que o resto ela queria me contar enquanto eu dava prazer oral nela. Então, quando subimos pro nosso quarto, ela tirou toda a roupa (de novo tava cheia de marcas de chupão e hematomas, então imaginei que foi mais um sexo bem pesado), assim que ficou pelada, se deitou de barriga pra cima, abriu as pernas e disse: “olha, amor, como ele deixou minha buceta, bem aberta pra um marido cuck e corno como você, vem e chupa”. Na hora eu me despi e fui direto pro trabalho (bem, língua no trabalho, hehe).
Ficamos nos pegando no carro, mas ele não deixou eu chupar ele de novo, disse que queria guardar tudo pra foda, eu tava explodindo de tesão, mas segurei. Assim que chegamos no apê dele, ele já começou agressivo de novo, me pegou pelo pescoço e começou a me dar tapas, me chamando de puta de buceta fácil. Eu já sabia a dinâmica, então respondi também, e assim entre brincadeiras e porradas chegamos no quarto dele enquanto íamos tirando a roupa. Ele me segurou pelos pulsos, mas por trás, enquanto me xingava, dizendo que ia me arrebentar, que eu era uma puta faminta de pica e um monte de coisa assim. Ele me imobilizou, então tive que falar que já tava bom, que faria tudo que ele quisesse. Ele acabou mandando eu deitar de barriga pra cima com a cabeça na borda da cama, aí apontou a pica enorme dele pra minha boca e começou uma metida e tirada brutal enquanto me batia nos peitos. Eu sentia que tava me afogando porque as bolas dele tampavam meu nariz, mas de novo eu tava me molhando como nunca por causa desse tratamento tão bruto. Depois disso, ele mandou eu cavalgar ele como a puta rabuda que eu era. Eu já sabia como ele gostava, então tentei fazer ainda mais forte se pudesse, mas ele tava adorando e nem uma vez a pica saiu, diferente de você, corno. Ele me deixou um tempão sentando naquela vara enorme dele, tentei aguentar o máximo que pude, mesmo que não tenha sido muito mais que da outra vez. De novo ele falou que eu tinha que aprender a montar como a puta de rabo fácil que eu era e me deu uns tapas. Daí ele falou que agora vinha o prato principal. Eu me inclinei pra ficar de quatro, mas ele disse que não, que ele ia fazer diferente. Aí eu falei que na minha bolsa tinha lubrificante que meu marido tinha comprado. Ele meio que não ouviu, mas foi pegar enquanto me mandava deitar de barriga pra cima e abrir as pernas. Fiquei esperando ele. Quando ele chegou, falou que ia fazer bem devagar no começo pra eu ir me acostumando. Eu tava nervosa, porque sim, ele tinha um pau maior que o seu. então ele começou a passar lubrificante na minha bucetinha apertada, enquanto com um dedo massageava a entrada do meu cu e com a outra mão me masturbava, verdade seja dita, eu tava no céu, era uma excitação danada, principalmente por causa da masturbação tão foda que ele fazia, porque era devagar, acariciando meu interior, e olha que eu tinha acabado de gozar montada nele; aos poucos foi enfiando um, dois e três dedos na minha bucetinha apertada sem parar de me masturbar, eu gemia e gemia enquanto ele dizia que eu ia gostar pra caralho, que ia fazer com cuidado pra não doer; assim que tira os dedos, coloca a cabeça do pau na minha bucetinha apertada, e empurra bem devagarinho, graças ao tanto de lubrificante que ele passou enquanto enfiava os dedos, a verdade é que eu sentia meio adormecida, quase não sentia nada além do prazer do caralho que ele me dava com os dedos na minha buceta; ele falava, assim gostosa, assim rainha, devagarinho vai entrando meu pau no teu cu, a única vez que doeu foi quando a cabeça inteira entrou, senti como se tivesse rasgando, como se algo se partisse dentro de mim, mas com a habilidade dos dedos dele na minha buceta, essa dor durou muito pouco, quando ele percebeu, Eder falou, já vai ver, é a parte mais chata que você vai sentir, e esperou até eu gemer de prazer de novo, aí continuou enfiando bem devagarinho o pau dele, depois de um tempo que pareceu eterno por causa do nervosismo e porque eu me sentia meio dura e desconfortável, ele disse, olha rainha, já sentiu minhas bolas nas tuas nádegas? Teu cu já engoliu meu pau inteiro, vou parar até teu cu se acostumar e depois vou começar a te comer devagarinho, e me beijou (isso me deixou super com ciúmes, mas eu tava muito ocupado lambendo a bucetinha dela, mas acho que até uma lágrima escorreu) de um jeito muito carinhoso e gentil, me surpreendeu ele ter a capacidade de ser um selvagem e no momento seguinte me fazer sentir tão bem enquanto desvirginava minha bucetinha apertada; de novo foi um intervalo que pareceu eterno, ele continuava me masturbando, então aos poucos Aos poucos, o desconforto foi passando, deixando só espaço pro prazer. Assim que fechei os olhos, o Eder começou com um movimento bem lento, mas firme, enfiando e tirando o pau dentro da minha bucetinha apertada. Foi progressivo, muito, mas muito lento no começo. Se em algum momento eu gritava de dor — porque às vezes doía, mas era tipo uma pontada — ele parava e me beijava de novo. Ele era muito bom nisso, me fez sentir super cuidada, até achei fofo. No fim, as penetrações foram ficando bem profundas. Quando ele percebeu que eu só gemia e já pedia mais, aí mudou de novo. Ele falou: "Agora sim, sua putinha de cu arrombado, acabou o cuidado da desvirginação. Agora vou te foder no cu como a vadia que você é." Depois me colocou de quatro e aí sim ele destruiu minha bucetinha apertada. Ele dizia que sempre sonhou em me comer no cu, que minhas nádegas eram muito gostosas engolindo o pau dele, que eu era bem apertadinha. Eu sentia prazer e dor ao mesmo tempo, mas muito mais prazer do que dor. Nunca tinha sentido tanto prazer, ainda mais combinado com uma dor tão intensa. Era uma sensação nova, mas muito gostosa, tanto que acabei gemendo, gritando e pedindo mais. Ele me comeu no cu por muito tempo, quase desmaiei entre o prazer e a dor. De repente, o Eder começou a gritar e a me dar tapas na bunda como um louco. Só senti no final ele se esvaziando completamente dentro da minha bucetinha apertada.



Depois que ela terminou de me contar, quase gozei na hora, mas me segurei, ainda faltava um tempinho pra ela terminar, então ela pegou na minha cabeça e foi me falando coisas tipo “assim, seu cuck de merda”, “você gosta que sua mulher volte não só bem comida, mas recém-desvirginada pela Booty”, “me faz gozar com a língua, viado”, e um monte de coisa assim; ela gozou num orgasmo escandaloso; no final, não consegui me segurar e perguntei se ela tinha chupado a buceta dela no carro na volta, igual na sexta passada, e ela respondeu.
Claro, amor, ele desvirginou minha bucetinha do melhor jeito possível, me fez gozar com a vara dele no meu cuzinho. Além disso, não se faz de besta, cara. Ele te faz um favor não só de comer a sua mulher, mas ainda de trazer ela de volta pra casa. Ele já sabe de tudo entre a gente, não teria problema nenhum se quando ele terminasse comigo eu te ligasse pra você vir me buscar no apê dele. Então ele merece isso e mais. Até você devia agradecer ele.
Depois de tanta excitação, a gente caiu no sono.
Continua...
6 comentários - Histórias de um Casal Cuck III