Haitiana gostosa migrante

Ela é uma mulher negona parecida com a modelo pornô americana Ivy Bleau (procura na web e no Twitter com esse nome), ou seja, uma afroamericana toda gostosa com peitões, cabelo afro, pernudas e um rabão enorme (o que é normal na maioria das mulheres negras, o difícil é achar negras de peitos grandes), é uma das tantas e tantas migrantes que foram deslocadas do seu país de origem por causa dos vários problemas que tem lá. Ela morava num abrigo temporário em Tuxtla Gutiérrez, Chiapas, com a família, que incluía duas meninas lindas e a irmã dela. Faz meses que a encontrei pedindo esmola nos semáforos, dando pena, tirando dinheiro do que desse (claro, ainda não tava usando os atributos enormes dela).

Foi num dia qualquer que, saindo cedo do trabalho à 1 da tarde, encontrei ela num semáforo lavando parabrisas, vestindo uma camiseta decotada e um short jeans (em Tuxtla, muitas mulheres andam assim por causa do calor, eu não tava acostumado, por ser de uma cidade perto de Toluca, Estado do México, onde por causa do frio de alta montanha é raro ver mulheres tão peladas, a não ser na primavera ou verão). Já tinha de olho nas curvas dela dias antes de decidir falar com ela, acho que não fui o único que quis aproveitar aquele corpo gostoso e carnudo. Naquele dia, quando ela tava com essa roupa, criei coragem e falei com ela.

Eu sou um fuckboy qualquer, que só busca uma chance de enfiar uma pica média de 15 cm e uma polegada de grossura numa buceta, moreno de altura média, magro mas largado, mais um office boy de muitos que não têm muito tempo nem dinheiro pra gastar à toa na vida. Trabalho pro governo fazendo trâmites pra um chefe ingrato, como a maioria deles. Meu salário dá pra alguns gastos extras, meu aluguel e viajar toda semana pra casa, embora às vezes, por causa das minhas putarias, viajo a cada 15 dias. Essa mulher fez com que fosse assim. Me chamo Kevin, isso, Kevin, não tenho minha Kimberly ainda, mas vou ter (piada mexicana).

K: e aí, amiga, qual é o seu nome?

Ela: Rosa.

K: só isso? Rosa?

R: Rosaline.

K: ah, que nome bonito.

R: o senhor quer que eu lave o vidro do carro? (com sotaque haitiano parecido com francês).

K: tenho uma proposta melhor pra você, te dou 100 conto se lavar ele inteiro lá onde eu moro.

R: eu só trabalho aqui.

K: vai fundo, é vantagem pra você, e ainda te ofereço uma comida das que eu trouxe aqui.

R: não te conheço, não sou daqui.

K: ok, ok, já sei que você não é daqui, dá pra perceber, olha, pra você confiar em mim, me segue a pé, ali onde você vê o portão preto, é onde eu moro, vou deixar o portão aberto, se quiser, vamos, você ganha 100 conto em menos de meia hora e ainda vou te dar de comer, sei que você deve estar com fome.

R: eu vou seguir o senhor.

K: muito bem, Rosita, me segue.

Mandei o carro pra casa que alugo e pelos espelhos vi que ela se apressou pra pegar as coisas dela e depois me seguir. Terminei de estacionar e ela não demorou pra chegar com as coisas, enquanto eu tirava os materiais pra ela fazer uma limpeza completa. Pra vocês saberem, leitores, pelo menos em Tuxtla, os lava-rápidos costumam cobrar em média 50 conto, então eu tava oferecendo o triplo, já que uma comida, por mais barata que seja, você não encontra completa por menos de 50 pesos mexicanos.

R: é aqui sua casa?

K: isso, alugada, mas moro aqui.

R: o senhor não é daqui?

K: não, Rosita, sou de outro estado.

R: é, não parece o pessoal daqui.

K: você percebeu?

R: sim, senhor.

K: que história é essa de senhor? Onde você vê aliança no meu dedo? Ou filhos?

R: desculpa, moço.

K: me trata de você, tudo bem? Não se importa se eu te tratar de você também?

R: me chame como quiser, senhor, desculpa, moço, eh, qual é seu nome?

K: Kevin, minha lady.

R: uau, moço Kevin.

K: e você, é uma senhora? Tem filhos?

R: sim, era casada, meu marido morreu há meses e me deixou com 2 filhos.

K: ah, que merda. Caramba, Rosita, desculpa perguntar, meus pêsames.

R: Sem problema, na real ele quem procurou.

Com fome e tudo, a gente tava conversando.

K: Que tal se, pra gente continuar batendo papo, a gente come e depois começa a limpar (e olha que meu carro tava precisando de uma limpeza depois de duas semanas).

R: Como o se... como você quiser, Kevin.

K: Deixa eu pegar umas cadeiras pra gente comer.

R: Sim, obrigada.

Fui pegar umas cadeiras pra sentar e botar a comida em cima.

K: E aí, Rosita, já tá gostando da comida daqui do México?

R: Sim, mas arde muito às vezes.

K: Relaxa, nessa comida você pode botar pimenta se quiser, e se não quiser, não precisa.

R: Assim é melhor, jo... Kevin.

Comemos e conversamos, ela morrendo de fome e sede, e olha que ela comeu mais da metade da comida, sentou aquele rabo gostoso e apetitoso na cadeira, se abaixou pra pegar a comida mostrando os peitos enormes balançando pela gravidade, era impossível esconder aquelas tetonas.

K: E como foi que você ficou viúva, Rosita?

R: Mataram meu marido, as maras, quando a gente tava entrando nesse país (as maras ou mareros são uma gangue internacional de criminosos que inferniza a América Central, algumas cidades do México e muitas dos Estados Unidos, eles costumam ser especialmente sádicos com os inimigos e com os migrantes que cruzam esses países, já que a maioria tá de conchavo com os governos pra dificultar a vida de quem imigra ilegalmente).

K: Filhos da puta, mas por que você disse que ele quem procurou?

R: Já tinham avisado pra ele nem olhar na direção deles, mas ele não deu bola, era um homem muito teimoso e violento, e também era um bandido lá no meu país, as tatuagens que ele tinha não ajudavam.

K: Imagino que isso também foi um dos motivos pra eles encherem o saco dele.

R: Sim, especialmente com ele foram umas cinco vezes, até que na quinta vez que jogaram coisas na gente, machucaram minha filha mais nova.

K: Malditos vagabundos, e com certeza foi aí que ele... puso.
R: wi, assim que machucaram ela, eu virei pra encarar eles com raiva e eles foram embora, ele encarou eles, virou pra olhar pra eles e virou pra olhar pra nós e falou: corram! e não parem de correr! de longe a gente viu ele enfrentando um que deu um golpe de facão que ele desviou, e tomou o facão dele, derrubou aquele, derrubou outro e, já em cima do trem, vimos ele sendo cercado. Não deu pra ver se mataram ele ou não, mas o mais certo é que sim, porque não vimos ele desde então e não temos como falar com ele.
K: caramba, então, meus pêsames, Rosi, vocês devem sentir muita falta dele, né?
R: verdade, só minhas filhas sentem falta, mas são pequenininhas, vão esquecer.
K: e você? não sente falta?
R: verdade, não. Ele nos dava uma vida ruim, era um bandido que roubava, se drogava, bebia, a gente vivia de casa em casa, porque ele nunca quis trabalhar ganhando pouco. No Haiti, a maioria das pessoas faz justiça com as próprias mãos, e a gente teve que fugir porque não era só a polícia que tava atrás dele.
K: ah, entendi. E suponho que, do jeito que você fala que ele era teimoso e violento, ele batia em vocês?
R: nas meninas nem tanto, quando eu defendia elas, ele descontava em mim. Não tinha semana que ele não me batesse.
K: então, não era um homem bom.
R: não, mas não guardo rancor. No final, tudo acontece por um motivo, e se ele tinha que morrer pra nos proteger e pra gente ter uma vida melhor, por isso eu perdoo tudo que ele fez com a gente.
K: é, esse é um ato heroico, morrer pelos seus entes queridos.
R: wi, além disso, minhas filhas tão crescendo e não deviam mais ver as coisas que ele fazia comigo na frente delas.
K: além de bater em você?
R: wi.
K: ah, entendi.
K: então é, e quantos anos elas têm?
R: dois e quatro anos.
K: ah, então é, são bem pequenininhas. Felizmente, como você disse, elas vão esquecer, e mais ainda como ele era com elas, porque apesar de serem pequenas, essas lembranças ruins ficam.
R: wi.
Ela tinha uma voz bonita, muito suave.
K: você Já te falaram que você tem uma voz bonita?
R: Sim, meu marido Antoine falava, mas com putaria, e muita gente já me disse isso, aqui também, você é tipo a quinta pessoa aqui que me fala (mesmo falando mais ou menos espanhol, ela engolia umas palavras).

K: haha, pois é, sua voz tem um jeito de mulherão mesmo.

R: Merci!

K: de nada, só tô sendo sincero.

R: terminei, essas são as coisas pra lavar? (ela aponta pros utensílios).

K: sim, minha lady, pode começar se quiser, porque acho que já deve estar ficando tarde pra você.

R: sim.

K: e se você tem suas filhas pequenas, com quem você as deixa?

R: com minha irmã, ela veio com a gente, morava com a gente e não tínhamos mais nada ou ninguém lá.

K: ah ok, acho que ficam num abrigo.

R: sim (enquanto continuamos conversando, ela vira de costas pra começar o serviço, um rabão do caralho, que olhando de frente parecia irreal, operado, mas não, era uma bunda carnuda de negona igual algumas que contratam pra fazer pornô).

K: Rosita.

R: sim?

K: mas apesar de ele te dar uma vida ruim, comida não faltava, você parece muito saudável.

R: hahaha, merci.

K: mas de quê?

R: outros me chamam de outras coisas pelo meu jeito, você é muito educado.

K: pois é, Rosita, é que eu não sou igual aos outros, gosto de elogiar as mulheres sem fazer elas se sentirem ofendidas.

R: Merci!

K: e além disso, eu poderia levar meu carro num lugar que cobra menos, mas prefiro ajudar uma gostosa que precisa de toda ajuda possível.

R: você é muito gentil, a maioria das pessoas se aproveita da gente, por isso em uma semana a gente vai pro Améyummy.

K: a gente já tá no Améyummy, Rosi.

R: bom, pros EUA.

K: em uma semana, hein.

R: sim. Antoine antes de morrer pagou a passagem de todo mundo.

K: ah sim, acho que agora só estão esperando quem leva vocês.

R: sim, estamos juntando dinheiro pra viajar pra Laredo, lá tem uns primos que já passaram (ela subia e descia aquela bunda enorme de acordo com os movimentos que fazia, suas Os peitos dela balançavam cada vez que ela se abaixava, e ela tinha que ajeitar a blusa a cada movimento que fazia. Minha pica tava estourando, eu ajustei a ereção que já dava pra ver na roupa quando ela não tava olhando, e de vez em quando eu tava ali, batendo uma por cima e lambendo os lábios de tão gostosa que ela tava perto de mim.

K: ah, muito bem, tomara que tudo dê certo.

R: merci! Kevin.

K: de nada.

R: e você, parece que tá bem de vida, é uma casa cara pra alugar e esse carro também.

K: olha, vou te falar, não me cobram tanto, é mais porque eu cuido do que pago por essa casa, e o carro, bem, me dão no trabalho, é emprestado (de tanto movimento já dava pra ver os lábios da buceta marcando na frente e atrás, o short quase virou uma calcinha daquelas inteiras que as mulheres mais recatadas usam).

R: então você tem sorte.

K: sim, mas também me esforço, por isso tô onde tô.

R: que bom que você tá bem, moço.

K: quantos anos você tem, Rosita?

R: 35.

K: sério? Você parece ter 28.

R: merci, Kevin! Você é muito gentil.

K: qual gentil, é que é sério, não te dava tantos anos, e com filhas tão pequenas.

R: é que não é meu primeiro casamento, eu tinha outro marido e outro filho, morreram num terremoto há cinco anos.

K: ah, que merda, amiga, pelo visto, desgraça atrás de desgraça.

R: é, só ficamos eu e minha irmã mais nova, minha mãe também morreu, nossas casas foram destruídas, meu irmão foi pra República Dominicana e perdemos o contato, ele também esqueceu da gente, procuramos ele, mas nunca achamos.

K: bom, mas mesmo que tudo que aconteceu te dói, você foi uma mulher muito forte, que soube seguir em frente e apesar de tudo você tá linda e radiante, amiga, de verdade.

R: merci, amigo! Obrigada por me alimentar e pelo que vai me pagar, você me caiu bem, e essa semana vai ser dura, não sei como vou fazer, só posso trabalhar com o que der. Precisa de outra lavada? Pode me encontrar no abrigo do terminal sul.

K: Claro, amiga. Topa limpar essa casa? Se precisar de ajuda, sim. Você sabe cozinhar? Tô cansado de comprar comida, e quase nunca dá pra preparar algo. Hoje foi porque nos deram meio dia, mas isso quase não rola. Então, se quiser, pode me ajudar mais e eu tento te ajudar no que der, gostosa (terminou de lavar o carro).

R: Merci! Vou pensar. Preciso ir, tá ficando tarde e tenho que ver minhas meninas, já devem estar com fome.

K: Então te pago, mas pensa sim, hein. Vou te procurar em breve.

R: Muito obrigada. Você me pareceu um homem bom e educado. Muito obrigada, que Deus te pague.

K: De nada, foi um prazer te ajudar, princesa.

R: Até logo, jo… Kevin.

K: Vai com tudo, linda.

Ela me deu um sorriso e virou as costas, se afastando e rebolando aquela rabuda, aquela bunda preta enorme ia ser minha. Era uma das minhas fantasias e eu tava decidido a realizar, não importava o custo.

Continua…

3 comentários - Haitiana gostosa migrante

Saca las demás partes que están buenisimas