Um raio de luz que entrava pela janela e batia direto na minha cara me acordou. Virei de costas pra janela pra tentar dormir mais. Abri um olho pra ver a Sandra, mas a cama tava vazia. Peguei o celular e vi que eram 8 da manhã. Ontem à noite a gente caiu duro depois de transar. Finalmente consegui comer a Sandra e tirei meu tempo pra aproveitar. Gozei quatro vezes e nós dois apagamos na cama depois daquela sessão intensa.
Sentei na cama, ainda meio grogue, me perguntando onde a Sandra tava. Talvez tivesse ido no banheiro. Depois de lembrar um pouco do que rolou de noite, já tava começando a ficar duro e comecei a pensar em pegar a Sandra quando ela voltasse do banheiro e meter de novo nela.
Perdido nos meus pensamentos, mal percebi que umas vozes femininas entravam pela porta entreaberta do meu quarto. Levantei, vesti a sunga antes e fui pra sala de jantar na maciota. Da cozinha vinham as vozes da minha irmã e da Sandra. Pelo tom, minha irmã parecia bem alterada. Cheguei devagar na porta da cozinha pra sacar o que tava rolando, embora já desconfiasse.
- Fala mais baixo, senão ele vai acordar.
- Não entendo como você tá tão calma depois do que aconteceu ontem. - disse minha irmã, dando uma segurada no tom.
- A gente perdeu um pouco a mão, admito.
- Perdeu muito a mão. Não só você comeu ele a noite toda, mas o que a gente fez... ele e eu... - a voz dela falhou e ela não conseguiu terminar.
- Olha, amiga. Também não vi você reclamando muito ontem à noite ou se recusando quando ele lambeu sua buceta.
Minha irmã ficou muda, de olhos arregalados. A boca dela abria e fechava como se tentasse falar, mas nenhum som saía. No fim, ela fechou a boca e baixou a cabeça.
- Eu tava bêbada e magoada. Não tava pensando direito.
- Claro. - disse Sandra com um tom condescendente. - Mas você gozou. Graças ao seu irmão, né?
- Eu...
- Você devia se soltar e aproveitar mais. Desde a história do Joaquín você não é a mesma, fica deprimida o dia todo. Ontem você se divertiu pela primeira vez em muito tempo. Que diferença faz ser seu irmão? Além disso, vocês não fizeram tanta coisa, só se comeram um ao outro.
- Tá, sim. Gozei graças a ele, mas ainda acho estranho. E ainda por cima, com a putaria que vocês aprontaram de noite, mal consegui dormir. Ainda sonhei com ele.
- Com seu irmão? Teve um sonho molhado com seu irmão?
- Sim. – ela disse quase num sussurro, como se estivesse arrependida de admitir. – Agora tô com um pouco de medo de ele querer repetir.
- E daí? Para com esse remorso. Esse tabu de transar com irmão é só preconceito e convenção social de gente mente fechada.
- Sei lá. É estranho.
- Olha, não tem nada demais em dar uma trepada com seu irmão de vez em quando. Não é como se vocês fossem casar ou ter filhos.
- Eca. Nem louca.
- Viu, não tem problema.
- Mas e se ele achar que sou estranha por querer dormir com ele? Ou se ele não quiser fazer comigo? A gente mora na mesma casa, teria que ver ele todo dia. Morreria de vergonha.
- Não se preocupa, tenho certeza que seu irmão não vai te rejeitar.
Minha irmã saiu da cozinha e quase trombei com ela. Ao me ver ali parado, baixou os olhos pro chão e ficou vermelha. Com um murmúrio, que entendi como um bom dia, se mandou rapidinho pro quarto dela. Atrás dela saiu a Sandra, que veio na minha direção e me deu um beijo na boca como único cumprimento.
- Do que vocês estavam falando? – perguntei quando ela se afastou da minha boca.
- Da noite passada. – respondeu na sinceridade, sei lá por que pensei que não fosse me contar. – Ela tá com uns remorsos, mas gostou, gostou pra caralho. O que você tem que fazer agora é continuar na mesma, se mostrar confiante com ela e com o que rolou ontem. Deixar ela ver que você não se arrepende nem nada.
- Sei lá sim...
—Olha, faz o que eu tô falando. — ela me interrompeu na hora que eu comecei a falar. — Sua irmã precisa disso pra se animar. Deixa rolar e todo mundo vai se divertir.
Com outro sorrisão no rosto, me beijou de novo e foi pro quarto. Ainda pensando nas palavras dela, fui na cozinha fazer um café. Agora, pensando sóbrio, o negócio de ontem à noite com minha irmã parecia estranho, nunca tinha visto ela como mulher. Não dava pra negar que ela tinha um corpão, e desde o dia que voltaram bêbadas e eu vi ela pelada, não consegui tirar os peitos dela da cabeça. Tentei evitar bater uma pensando na minha irmã, na verdade só consegui graças à Sara, mas a real é que minha irmã me esquentava. Seja o corpo dela, ou o tesão da situação, a verdade é que pensar nela me deixava com o pau duro.
Quando já tava terminando o café, a Sandra saiu do quarto, vestindo o micro biquíni, e sentou do meu lado no sofá. Ela se deitou no braço do sofá e subiu as pernas em cima de mim. Por instinto, comecei a acariciar as panturrilhas e os pés da Sandra enquanto continuava pensando em tudo que tinha rolado com minha irmã. A pressão das pernas dela no meu pau me fez perceber que tava duro.
Minha irmã saiu do quarto enquanto a Sandra continuava brincando com os pés no meu volume. Ela esticou as pernas, escondendo um pouco minha ereção. Minha irmã tava de biquíni, não tão pequeno quanto o da Sandra, mas menor que o que ela tinha usado ontem. Quando veio na nossa direção, pude notar o volume dos mamilos dela no tecido e um brilho nos olhos.
— Tô afim de aproveitar o dia. Que tal irmos pra praia de ontem?
Nem eu nem a Sandra reagimos por uns segundos. Tava morrendo de vontade de voltar pra calheta e ver as duas peladas, mas não esperava que fosse minha irmã quem sugerisse. A Sandra devia estar pensando a mesma coisa, com certeza.
— Claro, acho perfeito, mas vocês vão ter que me dar um tempo. — respondi.
Afastei As pernas da Sandra saíram de cima de mim, me levantei e fui pro banheiro sem nem tentar esconder a ereção. Tomei um banho rápido e vesti uma sunga limpa enquanto elas juntavam as coisas pra levar pra praia. Logo estávamos os três no carro a caminho da enseada.
Quando chegamos na enseada, só tinha dois casais lá. Os dois casais estavam bem separados um do outro, curtindo um pouco de privacidade e intimidade. A gente foi pro mesmo lugar do dia anterior.
Dessa vez, a gente tirou a roupa rápido, como se tivesse pressa de ficar pelado. Ver aqueles dois corpos nus quase me deu uma ereção na hora. A Sandra veio até mim com o vidro de protetor solar.
— E se a gente passar creme no seu irmão e depois ele passar na gente? — falou com um sorrisão no rosto.
— Acho perfeito. — respondeu minha irmã, se aproximando por trás de mim.
As duas começaram a espalhar o protetor solar pelo meu corpo todo. Começaram pelas minhas pernas, subindo devagar. Quando olhei pra baixo, a Sandra estava agachada na minha frente, com meu pau a centímetros do rosto dela. Ela levantou o olhar e piscou pra mim enquanto continuava subindo as mãos pelas minhas pernas.
Daí pularam pros braços. Minha irmã levantou um dos meus braços e enfiou entre os peitos dela, que estavam encharcados de protetor solar. A Sandra passou creme no meu rosto, fazendo eu fechar os olhos e perder de vista o show que minha irmã tava me dando.
Depois dos braços e do rosto, a Sandra começou pelo meu peito e minha irmã se jogou em cima de mim, esfregando os peitos besuntados nas minhas costas. Foram descendo, espalhando o creme com as mãos e os peitos até chegar na minha bunda e no meu pau, que já tava durasso graças a elas.
Minha irmã começou a espalhar o creme na minha bunda e passou a mão entre minhas pernas até minhas bolas. Com uma mão, ela ficou tava passando a mão quando Sandra começou a subir e descer as mãos no meu pau. Não precisou de muito mais pra me levar à beira da gozada e, quando tava quase gozando, elas se afastaram de mim, me deixando com o pau duro e brilhando de creme.
- Pronto, agora já não vai se queimar. - disse Sandra com um sorriso safado no rosto.
- Tem certeza? Porque eu tô me sentindo bem quente.
As duas riram da minha piada e se deitaram nas toalhas, esperando a vez delas agora. Passando bastante creme nas mãos, fico do lado da Sandra e começo pelas pernas dela. Rapidamente passo pros braços e logo tô sentado nas coxas dela, acariciando as costas. Minha irmã, deitada do lado, não perde nenhum dos meus movimentos, especialmente os do meu pau, que ficou encostado na bunda da Sandra e sobe e desce acompanhando os movimentos que faço nas costas dela.
Desci as mãos até a bunda dela e, com os dois polegares apertando, afundo mais meu pau entre as nádegas dela. Sinto o calor e a umidade que sai da buceta dela nas minhas bolas enquanto continuo passando o pau na bunda dela. Num momento, desci demais, alinhando a ponta do meu pau com a buceta dela, e ao subir sinto a pouca resistência que a buceta dela faz pra ser penetrada. Com um leve movimento de quadril, levanto meu pau, que desliza de novo pela bunda dela sem chegar a entrar. Com um tapa na nádega, aviso que terminei com ela e me levanto pra ficar do lado da minha irmã.
Comecei pelas pernas dela, subindo devagar e garantindo que espalhava bem o protetor solar. Quando minhas mãos chegaram nas coxas dela, ela abriu um pouco mais as pernas, me deixando espaço pra minhas mãos alcançarem bem todos os lugares. Olhei um pouco e vi uns fiozinhos de umidade entre a buceta e as coxas. Parece que ela tinha esquentado um pouco com toda a pegação de antes e me vendo com a Sandra.
Pulei a bunda dela e fui direto pros braços, pra depois ir descendo pelas costas. Quando minhas mãos chegavam na parte baixa das costas, a Lúcia mexia um pouco o quadril, como se estivesse pedindo pra eu tocar ali. Quis provocar um pouco e continuei nas costas dela mais tempo do que o necessário. Bem no momento em que ela vira o rosto pra me olhar, plantei as duas mãos na bunda dela. Fazendo movimentos circulares, juntava e separava as nádegas sem tirar os olhos do furinho estriado do cu dela e da buceta, que também se abria um pouco quando eu separava as nádegas.
Com um tapa na bunda, igual fiz com a Sandra, avisei que tinha terminado. Minha irmã se virou, ficando deitada de barriga pra cima e me disse com uma voz super erótica:
— Ainda falta a parte da frente, maninho.
— Tá bom.
Sem mais enrolação, comecei a passar o creme na parte da frente das coxas e na barriga dela. Fui subindo devagar até minhas mãos encontrarem os peitos dela. Comecei a acariciar de baixo pra cima, envolvendo eles com as mãos até chegar nos bicos, onde me demorei um pouco acariciando e beliscando eles.
Minha irmã fechou os olhos e deixou escapar um gemidinho. Desci a mão devagar, acariciando toda a barriga no caminho. Cheguei na virilha dela, onde espalhei o creme que ainda tinha na mão e continuei descendo em direção à buceta dela. Meus dedos passaram pelos lados, só roçando os lábios maiores. Quando se encontraram no períneo, fui subindo e fazendo um pouco de pressão. A buceta dela irradiava calor e umidade. Tava tão molhada que, mesmo se meus dedos estivessem secos, não teriam dificuldade nenhuma pra deslizar entre os lábios. Cheguei no clitóris dela, que senti inchado, e fiquei acariciando ele por alguns segundos, enquanto a outra mão continuava beliscando um mamilo.
Minha irmã tentava segurar os gemidos, sem muito sucesso. Ela levantou o quadril pra se esfregar ainda mais nos meus dedos. Nessa hora, tirei as mãos do corpo dela e me levantei. Minha irmã abriu os olhos, me olhando com uma mistura de desejo e vergonha. Ela abriu a boca, acho que pra reclamar de eu ter parado ou pedir pra continuar, mas fechou sem dizer nada.
Virei pra Sandra, que tinha virado de barriga pra cima, e joguei um bom jato de protetor na barriga dela. Com as duas mãos, comecei a espalhar o creme.
— Vou dar um mergulho. — disse minha irmã, levantando da toalha e indo em direção à água.
Com minha irmã eu tinha me segurado um pouco mais, mas com Sandra fui direto pros peitos e pra buceta dela. Ela tava tão molhada quanto minha irmã tinha estado há pouco. Meus dedos começaram a brincar entre os lábios dela, tentando entrar. Comecei a masturbá-la e, quando ficou claro que ela não ia aguentar os gemidos, dei um beijo nela pra calar a boca. Com uma mão, ela agarrou meu cabelo, me apertando ainda mais contra ela. Nossas línguas se encontraram enquanto meus dedos entravam nela. Com um empurrãozinho firme, ela se afastou, separando nossos lábios.
— Vai falar com sua irmã, vai. A gente já tem tempo pra isso mais tarde.
— Como quiser.
Levantei, com o pau completamente duro depois de toda a sessão, e vi que o casal mais perto da gente tava nos olhando com um sorriso no rosto. O casal era mais velho que a gente, devia ter quase 40 anos. A mulher, reclinada na nossa direção com o parceiro atrás, tinha a mão no pau dele e tava passando a mão com um pouco de disfarce. Logo ela se virou, deu um beijo no parceiro e continuou batendo uma pra ele devagar.
Fui pra água e não foi difícil encontrar minha irmã. Ela tinha ido pra um lado da baía, bem perto dos penhascos de pedra. A água batia quase nos ombros dela, então achei que ela tinha se agachado ou tava sentada. Quando me aproximei, ouvi uns gemidos leves e vi o braço dela se mexendo de leve, apontando pra virilha. Tossi pra ela perceber que eu tava ali. Com um sustinho, ela olhou por cima do ombro sem tirar a mão de entre as pernas.
— Me — Assustou. — ela disse com um leve tom de reprovação.
— Desculpa, queria tomar um banho e também ver como você estava.
— Eu... — hesitou por um segundo, mas logo completou com voz firme. — Tô bem.
— Tem certeza? Depois de tudo que aconteceu ontem... e o de antes.
— É, foi uma puta loucura. E você, o que achou? — perguntou enquanto um leve rubor subia no rosto dela.
— Vou ser sincero, curti pra caralho. Tipo, nunca te vi desse jeito, mas a real é que você é muito gostosa e ontem, com toda a bebida e tal, então...
Minha irmã se levantou, ficando com a água na altura da cintura. Meus olhos foram atraídos na hora pras tetas dela. Fios de água escorriam pela pele, arrepiando ela e deixando os bicos duros. Ela se aproximou de mim devagar. Os olhos dela tinham um brilho especial, excitação, desejo, safadeza.
— E como você me vê agora? — perguntou com um tom de voz que indicava que só tinha uma resposta possível.
Me aproximei mais dela e a envolvi com um braço. Levantando o queixo dela com a outra mão, minha boca buscou a dela, se encontrando num beijo leve que virou um amasso de verdade. Minha língua invadiu a boca dela e a mão dela agarrou meu pau, dando umas carícias lentas. Depois de alguns segundos, ela se separou de mim e, ainda segurando meu pau, me levou até o penhasco.
Entre as pedras, encontramos um buraco onde cabíamos os dois. O chão era mais alto que a água e ninguém nos veria da praia. Ajudei ela a subir empurrando pela bunda, aproveitando pra continuar passando a mão, e subi atrás. Ela me encostou nas pedras, de costas pra onde ficava a praia, e se ajoelhou na minha frente.
— Fica de olho pra ninguém ver a gente. — disse enquanto jogava o cabelo pra trás.
Ela segurou meu pau pela base e deu uma lambida de baixo até a cabeça. Chegando lá, meteu na boca e começou a chupar. Começou um vai e vem leve na cabeça, engolindo cada vez mais do meu pau até um Pouco mais da metade. Umas duas vezes ela teve que parar porque o cabelo entrava na boca dela. Na terceira vez que isso aconteceu, segurei o cabelo dela com uma mão, mas aí não dava pra continuar tão bem com o boquete.
Minha irmã ficou parada e me olhou, ainda com a cabeça da minha pica na boca aberta dela. Segurei a cabeça dela com as duas mãos e comecei a mexer a cabeça dela como se estivesse fodendo ela. No começo, não metia muito fundo pra não machucar, mas vi nos olhos dela a excitação e um olhar que parecia me desafiar a foder a boca dela com mais força. Aos poucos, fui aumentando a velocidade das penetradas, metendo e tirando minha pica da boca dela cada vez mais rápido e mais fundo até que cheguei a tocar a campainha dela. Minha irmã se remexeu um pouco na hora, mas não teve ânsia. Vendo que ela aguentava bem, continuei metendo cada vez mais pra dentro, embora sem enfiar completamente na boca dela ainda.
Os sons molhados que saíam da boca dela toda vez que eu chegava na garganta dela me excitavam cada vez mais. A baba que ela tava produzindo sem controle escorria pela minha pica até minhas bolas, onde ficava pendurada até cair na pedra em gotas pesadas. Continuei assim por mais um tempo até que parei e tirei quase toda a pica da boca dela. Olhei nos olhos dela e comecei a enfiar devagar, me ajudando com a pressão das minhas mãos na cabeça dela. Quando tinha mais de três quartos da minha pica dentro, senti como se tivesse um limite.
Minha irmã virou os olhos e eu senti a garganta dela se mexer como se ela estivesse engolindo. Uma onda de prazer subiu pela minha espinha ao sentir os apertões da garganta dela na cabeça da minha pica. Aí percebi que aquele limite cedeu e, aos poucos, minha pica foi se enfiando mais na boca dela até que ela engoliu tudo por completo. Minha irmã deu um jeito de esticar a língua e lamber minhas bolas enquanto continuava apertando a ponta da minha pica com a garganta dela.
O prazer que ela tava me dando Isso quase fez minhas pernas bambear e eu cair no chão. Tão focado eu estava nas sensações que ela tava me causando que nem vi o rosto dela ficar vermelho nem percebi as tentativas dela de virar a cabeça e tirar meu pau da boca dela. Umas palmadas na coxa me tiraram do meu estado de êxtase e eu percebi que minha irmã tava ficando sem ar. Tirei as mãos da cabeça dela e, na hora, ela se afastou do meu pau tossindo e cuspindo saliva.
- Quase me mata, filho da puta. - disse ela enquanto tentava recuperar o fôlego.
- Desculpa, você chupa tão bem que eu nem percebi.
- Um pau desse não merece menos. - disse ela enquanto levantava ele, como admirando.
- Você também não fica atrás, tem um corpaço.
- Eu sei. - disse ela enquanto começava a me bater uma lentamente.
Com uma mão amassando minhas bolas e a outra batendo uma pra mim, minha irmã se inclinou de novo na minha direção, enfiando a cabeça do meu pau na boca dela. A língua dela se movia envolvendo ele por completo e não parava de chupar. Uns minutos assim e logo senti uma vontade irresistível de gozar.
- Vou gozar. Lucia, vou gozar.
A única reação dela aos meus avisos foi apertar um pouco mais minhas bolas, aumentar a velocidade da outra mão e chupar ainda mais forte. Sem conseguir aguentar mais, gozei na boca dela. Nem naquele momento minha irmã se afastou. Vi as bochechas dela incharem conforme meu leite saía na boca dela. Quando terminei de gozar, ela olhou nos meus olhos, engoliu tudo e abriu a boca me mostrando que não tinha sobrado nada do meu sêmen nela.
- Ontem não consegui provar direito. Tem um gosto delicioso. - disse ela com uma voz brincalhona enquanto se levantava.
Tinha sido tanto prazer naquela gozada que eu não tive palavras pra responder. Minha irmã me afastou, trocando de posição comigo, e se deitou contra a pedra.
- Agora é sua vez. - disse ela apontando pra buceta dela, perfeitamente depilada.
- Tô morrendo de vontade.
Me ajoelhei na frente dela e ela levantou uma das Pernas no meu ombro, me dando mais espaço pra manobrar. Deslizei meus dedos entre os lábios dela, sentindo o calor e o quanto ela tava molhada. Minha irmã soltou uns gemidos leves quando meus dedos entraram um pouquinho nela. Primeiro coloquei um, e depois de perceber como deslizava fácil dentro dela, coloquei um segundo.
Me aproximei e comecei a beijar e lamber a virilha dela. Fui descendo pela parte interna das coxas, sem chegar na buceta dela, deixando ela ainda mais excitada. Dava pra sentir na mão todos os fluidos que saíam dela. No fim, lambi os lábios dela, separando eles com a língua até chegar no clitóris. Ali fiquei vidrado, chupando e acariciando com a língua enquanto enfiava e tirava os dedos dentro dela.
Os gemidos dela tavam cada vez mais altos, comecei a me preocupar que ouvissem na praia. Minha irmã tava de olhos fechados e cabeça jogada pra trás, aproveitando. Num momento que ia me afastar da buceta dela, as mãos dela seguraram meu cabelo e me empurraram de volta pra ela. Sem conseguir tirar a cabeça, continuei lambendo e chupando tudo que tava ao meu alcance. Ela subiu uma das mãos pra acariciar um peito enquanto a outra mão mantinha a presa na minha cabeça.
Tão focados que estávamos no momento e nas sensações que não ouvimos a água se mexer, sinal de que alguém tava chegando.
- Já tava achando estranho não ver vocês em lugar nenhum.
A voz da Sandra assustou nós dois, mas minha irmã logo voltou a puxar minha cabeça pra buceta dela.
- Fica de olho pra não vir ninguém. - disse minha irmã enquanto eu retomava minha tarefa de lamber e morder os lábios e o clitóris dela.
- Vocês me deixam de fora disso e ainda me pedem pra vigiar?
- Por favor... - respondeu ela, se cortando no meio da palavra por causa de um gemido.
- Tá bom, mas você me deve uma.
- Sim. O que você quiser. Deus, continua assim, assim...
Não sei bem se isso foi dito pra ela ou pra mim. A Sandra passou mais tempo olhando pra gente do que vigiando, mas tivemos sorte e ninguém mais apareceu por lá. Minha Minha irmã fazia de tudo pra não gritar, mas uns gemidos escapavam de vez em quando. Acelerei as lambidas que tava dando no clitóris dela e senti as paredes da buceta se contraindo, apertando meus dedos. Com um gemido longo, ela apertou minha cabeça contra ela e gozou na minha boca. Quando me afastei, ela se deitou contra a pedra, recuperando o fôlego.
- Agora é minha vez. - disse a Sandra com um sorrisão e voz animada.
- Melhor a gente não chamar mais atenção. Vamos voltar pra praia. - respondi, descendo da pedra e entrando na água.
A Sandra fez biquinho, igual criança, e quando abriu a boca pra me responder, cortei antes que falasse qualquer coisa.
- Te compenso depois em casa, ok?
- Tá bom, mas vai ter que ralar pra valer, viu? - ela falou depois de uns segundos.
Voltamos os três pra areia juntos, e o casal de antes ainda tava nas toalhas. Não estavam mais se pegando como antes, mas a mina olhava pra gente meio divertida. Não sei se viu ou ouviu alguma coisa, mas com certeza, no mínimo, desconfiava.
Deitamos nas toalhas pra pegar um sol e, antes que a gente percebesse, já era quase meio-dia. Com uma boa estrada de volta pela frente, juntamos as coisas e fomos pro carro. Antes de sair de lá, virei pra dar uma última olhada na nossa vizinha de toalha e vi que ela tava nos seguindo com o olhar enquanto a gente ia embora.
Na volta pra casa, minha irmã e a Sandra ficaram conversando sobre o que fazer à tarde. A ideia que tava ganhando era fazer outra festa privada igual à de ontem. A Sandra mandou umas indiretas, falando pra eu fazer bastante comida, que ia precisar de energia pra mais tarde.
Quando chegamos em casa, tinha um carro estacionado na calçada, o carro do meu pai.patreone acessar meus contos algumas semanas antes, além de sugerir ideias para futuras histórias.
Sentei na cama, ainda meio grogue, me perguntando onde a Sandra tava. Talvez tivesse ido no banheiro. Depois de lembrar um pouco do que rolou de noite, já tava começando a ficar duro e comecei a pensar em pegar a Sandra quando ela voltasse do banheiro e meter de novo nela.
Perdido nos meus pensamentos, mal percebi que umas vozes femininas entravam pela porta entreaberta do meu quarto. Levantei, vesti a sunga antes e fui pra sala de jantar na maciota. Da cozinha vinham as vozes da minha irmã e da Sandra. Pelo tom, minha irmã parecia bem alterada. Cheguei devagar na porta da cozinha pra sacar o que tava rolando, embora já desconfiasse.
- Fala mais baixo, senão ele vai acordar.
- Não entendo como você tá tão calma depois do que aconteceu ontem. - disse minha irmã, dando uma segurada no tom.
- A gente perdeu um pouco a mão, admito.
- Perdeu muito a mão. Não só você comeu ele a noite toda, mas o que a gente fez... ele e eu... - a voz dela falhou e ela não conseguiu terminar.
- Olha, amiga. Também não vi você reclamando muito ontem à noite ou se recusando quando ele lambeu sua buceta.
Minha irmã ficou muda, de olhos arregalados. A boca dela abria e fechava como se tentasse falar, mas nenhum som saía. No fim, ela fechou a boca e baixou a cabeça.
- Eu tava bêbada e magoada. Não tava pensando direito.
- Claro. - disse Sandra com um tom condescendente. - Mas você gozou. Graças ao seu irmão, né?
- Eu...
- Você devia se soltar e aproveitar mais. Desde a história do Joaquín você não é a mesma, fica deprimida o dia todo. Ontem você se divertiu pela primeira vez em muito tempo. Que diferença faz ser seu irmão? Além disso, vocês não fizeram tanta coisa, só se comeram um ao outro.
- Tá, sim. Gozei graças a ele, mas ainda acho estranho. E ainda por cima, com a putaria que vocês aprontaram de noite, mal consegui dormir. Ainda sonhei com ele.
- Com seu irmão? Teve um sonho molhado com seu irmão?
- Sim. – ela disse quase num sussurro, como se estivesse arrependida de admitir. – Agora tô com um pouco de medo de ele querer repetir.
- E daí? Para com esse remorso. Esse tabu de transar com irmão é só preconceito e convenção social de gente mente fechada.
- Sei lá. É estranho.
- Olha, não tem nada demais em dar uma trepada com seu irmão de vez em quando. Não é como se vocês fossem casar ou ter filhos.
- Eca. Nem louca.
- Viu, não tem problema.
- Mas e se ele achar que sou estranha por querer dormir com ele? Ou se ele não quiser fazer comigo? A gente mora na mesma casa, teria que ver ele todo dia. Morreria de vergonha.
- Não se preocupa, tenho certeza que seu irmão não vai te rejeitar.
Minha irmã saiu da cozinha e quase trombei com ela. Ao me ver ali parado, baixou os olhos pro chão e ficou vermelha. Com um murmúrio, que entendi como um bom dia, se mandou rapidinho pro quarto dela. Atrás dela saiu a Sandra, que veio na minha direção e me deu um beijo na boca como único cumprimento.
- Do que vocês estavam falando? – perguntei quando ela se afastou da minha boca.
- Da noite passada. – respondeu na sinceridade, sei lá por que pensei que não fosse me contar. – Ela tá com uns remorsos, mas gostou, gostou pra caralho. O que você tem que fazer agora é continuar na mesma, se mostrar confiante com ela e com o que rolou ontem. Deixar ela ver que você não se arrepende nem nada.
- Sei lá sim...
—Olha, faz o que eu tô falando. — ela me interrompeu na hora que eu comecei a falar. — Sua irmã precisa disso pra se animar. Deixa rolar e todo mundo vai se divertir.
Com outro sorrisão no rosto, me beijou de novo e foi pro quarto. Ainda pensando nas palavras dela, fui na cozinha fazer um café. Agora, pensando sóbrio, o negócio de ontem à noite com minha irmã parecia estranho, nunca tinha visto ela como mulher. Não dava pra negar que ela tinha um corpão, e desde o dia que voltaram bêbadas e eu vi ela pelada, não consegui tirar os peitos dela da cabeça. Tentei evitar bater uma pensando na minha irmã, na verdade só consegui graças à Sara, mas a real é que minha irmã me esquentava. Seja o corpo dela, ou o tesão da situação, a verdade é que pensar nela me deixava com o pau duro.
Quando já tava terminando o café, a Sandra saiu do quarto, vestindo o micro biquíni, e sentou do meu lado no sofá. Ela se deitou no braço do sofá e subiu as pernas em cima de mim. Por instinto, comecei a acariciar as panturrilhas e os pés da Sandra enquanto continuava pensando em tudo que tinha rolado com minha irmã. A pressão das pernas dela no meu pau me fez perceber que tava duro.
Minha irmã saiu do quarto enquanto a Sandra continuava brincando com os pés no meu volume. Ela esticou as pernas, escondendo um pouco minha ereção. Minha irmã tava de biquíni, não tão pequeno quanto o da Sandra, mas menor que o que ela tinha usado ontem. Quando veio na nossa direção, pude notar o volume dos mamilos dela no tecido e um brilho nos olhos.
— Tô afim de aproveitar o dia. Que tal irmos pra praia de ontem?
Nem eu nem a Sandra reagimos por uns segundos. Tava morrendo de vontade de voltar pra calheta e ver as duas peladas, mas não esperava que fosse minha irmã quem sugerisse. A Sandra devia estar pensando a mesma coisa, com certeza.
— Claro, acho perfeito, mas vocês vão ter que me dar um tempo. — respondi.
Afastei As pernas da Sandra saíram de cima de mim, me levantei e fui pro banheiro sem nem tentar esconder a ereção. Tomei um banho rápido e vesti uma sunga limpa enquanto elas juntavam as coisas pra levar pra praia. Logo estávamos os três no carro a caminho da enseada.
Quando chegamos na enseada, só tinha dois casais lá. Os dois casais estavam bem separados um do outro, curtindo um pouco de privacidade e intimidade. A gente foi pro mesmo lugar do dia anterior.
Dessa vez, a gente tirou a roupa rápido, como se tivesse pressa de ficar pelado. Ver aqueles dois corpos nus quase me deu uma ereção na hora. A Sandra veio até mim com o vidro de protetor solar.
— E se a gente passar creme no seu irmão e depois ele passar na gente? — falou com um sorrisão no rosto.
— Acho perfeito. — respondeu minha irmã, se aproximando por trás de mim.
As duas começaram a espalhar o protetor solar pelo meu corpo todo. Começaram pelas minhas pernas, subindo devagar. Quando olhei pra baixo, a Sandra estava agachada na minha frente, com meu pau a centímetros do rosto dela. Ela levantou o olhar e piscou pra mim enquanto continuava subindo as mãos pelas minhas pernas.
Daí pularam pros braços. Minha irmã levantou um dos meus braços e enfiou entre os peitos dela, que estavam encharcados de protetor solar. A Sandra passou creme no meu rosto, fazendo eu fechar os olhos e perder de vista o show que minha irmã tava me dando.
Depois dos braços e do rosto, a Sandra começou pelo meu peito e minha irmã se jogou em cima de mim, esfregando os peitos besuntados nas minhas costas. Foram descendo, espalhando o creme com as mãos e os peitos até chegar na minha bunda e no meu pau, que já tava durasso graças a elas.
Minha irmã começou a espalhar o creme na minha bunda e passou a mão entre minhas pernas até minhas bolas. Com uma mão, ela ficou tava passando a mão quando Sandra começou a subir e descer as mãos no meu pau. Não precisou de muito mais pra me levar à beira da gozada e, quando tava quase gozando, elas se afastaram de mim, me deixando com o pau duro e brilhando de creme.
- Pronto, agora já não vai se queimar. - disse Sandra com um sorriso safado no rosto.
- Tem certeza? Porque eu tô me sentindo bem quente.
As duas riram da minha piada e se deitaram nas toalhas, esperando a vez delas agora. Passando bastante creme nas mãos, fico do lado da Sandra e começo pelas pernas dela. Rapidamente passo pros braços e logo tô sentado nas coxas dela, acariciando as costas. Minha irmã, deitada do lado, não perde nenhum dos meus movimentos, especialmente os do meu pau, que ficou encostado na bunda da Sandra e sobe e desce acompanhando os movimentos que faço nas costas dela.
Desci as mãos até a bunda dela e, com os dois polegares apertando, afundo mais meu pau entre as nádegas dela. Sinto o calor e a umidade que sai da buceta dela nas minhas bolas enquanto continuo passando o pau na bunda dela. Num momento, desci demais, alinhando a ponta do meu pau com a buceta dela, e ao subir sinto a pouca resistência que a buceta dela faz pra ser penetrada. Com um leve movimento de quadril, levanto meu pau, que desliza de novo pela bunda dela sem chegar a entrar. Com um tapa na nádega, aviso que terminei com ela e me levanto pra ficar do lado da minha irmã.
Comecei pelas pernas dela, subindo devagar e garantindo que espalhava bem o protetor solar. Quando minhas mãos chegaram nas coxas dela, ela abriu um pouco mais as pernas, me deixando espaço pra minhas mãos alcançarem bem todos os lugares. Olhei um pouco e vi uns fiozinhos de umidade entre a buceta e as coxas. Parece que ela tinha esquentado um pouco com toda a pegação de antes e me vendo com a Sandra.
Pulei a bunda dela e fui direto pros braços, pra depois ir descendo pelas costas. Quando minhas mãos chegavam na parte baixa das costas, a Lúcia mexia um pouco o quadril, como se estivesse pedindo pra eu tocar ali. Quis provocar um pouco e continuei nas costas dela mais tempo do que o necessário. Bem no momento em que ela vira o rosto pra me olhar, plantei as duas mãos na bunda dela. Fazendo movimentos circulares, juntava e separava as nádegas sem tirar os olhos do furinho estriado do cu dela e da buceta, que também se abria um pouco quando eu separava as nádegas.
Com um tapa na bunda, igual fiz com a Sandra, avisei que tinha terminado. Minha irmã se virou, ficando deitada de barriga pra cima e me disse com uma voz super erótica:
— Ainda falta a parte da frente, maninho.
— Tá bom.
Sem mais enrolação, comecei a passar o creme na parte da frente das coxas e na barriga dela. Fui subindo devagar até minhas mãos encontrarem os peitos dela. Comecei a acariciar de baixo pra cima, envolvendo eles com as mãos até chegar nos bicos, onde me demorei um pouco acariciando e beliscando eles.
Minha irmã fechou os olhos e deixou escapar um gemidinho. Desci a mão devagar, acariciando toda a barriga no caminho. Cheguei na virilha dela, onde espalhei o creme que ainda tinha na mão e continuei descendo em direção à buceta dela. Meus dedos passaram pelos lados, só roçando os lábios maiores. Quando se encontraram no períneo, fui subindo e fazendo um pouco de pressão. A buceta dela irradiava calor e umidade. Tava tão molhada que, mesmo se meus dedos estivessem secos, não teriam dificuldade nenhuma pra deslizar entre os lábios. Cheguei no clitóris dela, que senti inchado, e fiquei acariciando ele por alguns segundos, enquanto a outra mão continuava beliscando um mamilo.
Minha irmã tentava segurar os gemidos, sem muito sucesso. Ela levantou o quadril pra se esfregar ainda mais nos meus dedos. Nessa hora, tirei as mãos do corpo dela e me levantei. Minha irmã abriu os olhos, me olhando com uma mistura de desejo e vergonha. Ela abriu a boca, acho que pra reclamar de eu ter parado ou pedir pra continuar, mas fechou sem dizer nada.
Virei pra Sandra, que tinha virado de barriga pra cima, e joguei um bom jato de protetor na barriga dela. Com as duas mãos, comecei a espalhar o creme.
— Vou dar um mergulho. — disse minha irmã, levantando da toalha e indo em direção à água.
Com minha irmã eu tinha me segurado um pouco mais, mas com Sandra fui direto pros peitos e pra buceta dela. Ela tava tão molhada quanto minha irmã tinha estado há pouco. Meus dedos começaram a brincar entre os lábios dela, tentando entrar. Comecei a masturbá-la e, quando ficou claro que ela não ia aguentar os gemidos, dei um beijo nela pra calar a boca. Com uma mão, ela agarrou meu cabelo, me apertando ainda mais contra ela. Nossas línguas se encontraram enquanto meus dedos entravam nela. Com um empurrãozinho firme, ela se afastou, separando nossos lábios.
— Vai falar com sua irmã, vai. A gente já tem tempo pra isso mais tarde.
— Como quiser.
Levantei, com o pau completamente duro depois de toda a sessão, e vi que o casal mais perto da gente tava nos olhando com um sorriso no rosto. O casal era mais velho que a gente, devia ter quase 40 anos. A mulher, reclinada na nossa direção com o parceiro atrás, tinha a mão no pau dele e tava passando a mão com um pouco de disfarce. Logo ela se virou, deu um beijo no parceiro e continuou batendo uma pra ele devagar.
Fui pra água e não foi difícil encontrar minha irmã. Ela tinha ido pra um lado da baía, bem perto dos penhascos de pedra. A água batia quase nos ombros dela, então achei que ela tinha se agachado ou tava sentada. Quando me aproximei, ouvi uns gemidos leves e vi o braço dela se mexendo de leve, apontando pra virilha. Tossi pra ela perceber que eu tava ali. Com um sustinho, ela olhou por cima do ombro sem tirar a mão de entre as pernas.
— Me — Assustou. — ela disse com um leve tom de reprovação.
— Desculpa, queria tomar um banho e também ver como você estava.
— Eu... — hesitou por um segundo, mas logo completou com voz firme. — Tô bem.
— Tem certeza? Depois de tudo que aconteceu ontem... e o de antes.
— É, foi uma puta loucura. E você, o que achou? — perguntou enquanto um leve rubor subia no rosto dela.
— Vou ser sincero, curti pra caralho. Tipo, nunca te vi desse jeito, mas a real é que você é muito gostosa e ontem, com toda a bebida e tal, então...
Minha irmã se levantou, ficando com a água na altura da cintura. Meus olhos foram atraídos na hora pras tetas dela. Fios de água escorriam pela pele, arrepiando ela e deixando os bicos duros. Ela se aproximou de mim devagar. Os olhos dela tinham um brilho especial, excitação, desejo, safadeza.
— E como você me vê agora? — perguntou com um tom de voz que indicava que só tinha uma resposta possível.
Me aproximei mais dela e a envolvi com um braço. Levantando o queixo dela com a outra mão, minha boca buscou a dela, se encontrando num beijo leve que virou um amasso de verdade. Minha língua invadiu a boca dela e a mão dela agarrou meu pau, dando umas carícias lentas. Depois de alguns segundos, ela se separou de mim e, ainda segurando meu pau, me levou até o penhasco.
Entre as pedras, encontramos um buraco onde cabíamos os dois. O chão era mais alto que a água e ninguém nos veria da praia. Ajudei ela a subir empurrando pela bunda, aproveitando pra continuar passando a mão, e subi atrás. Ela me encostou nas pedras, de costas pra onde ficava a praia, e se ajoelhou na minha frente.
— Fica de olho pra ninguém ver a gente. — disse enquanto jogava o cabelo pra trás.
Ela segurou meu pau pela base e deu uma lambida de baixo até a cabeça. Chegando lá, meteu na boca e começou a chupar. Começou um vai e vem leve na cabeça, engolindo cada vez mais do meu pau até um Pouco mais da metade. Umas duas vezes ela teve que parar porque o cabelo entrava na boca dela. Na terceira vez que isso aconteceu, segurei o cabelo dela com uma mão, mas aí não dava pra continuar tão bem com o boquete.
Minha irmã ficou parada e me olhou, ainda com a cabeça da minha pica na boca aberta dela. Segurei a cabeça dela com as duas mãos e comecei a mexer a cabeça dela como se estivesse fodendo ela. No começo, não metia muito fundo pra não machucar, mas vi nos olhos dela a excitação e um olhar que parecia me desafiar a foder a boca dela com mais força. Aos poucos, fui aumentando a velocidade das penetradas, metendo e tirando minha pica da boca dela cada vez mais rápido e mais fundo até que cheguei a tocar a campainha dela. Minha irmã se remexeu um pouco na hora, mas não teve ânsia. Vendo que ela aguentava bem, continuei metendo cada vez mais pra dentro, embora sem enfiar completamente na boca dela ainda.
Os sons molhados que saíam da boca dela toda vez que eu chegava na garganta dela me excitavam cada vez mais. A baba que ela tava produzindo sem controle escorria pela minha pica até minhas bolas, onde ficava pendurada até cair na pedra em gotas pesadas. Continuei assim por mais um tempo até que parei e tirei quase toda a pica da boca dela. Olhei nos olhos dela e comecei a enfiar devagar, me ajudando com a pressão das minhas mãos na cabeça dela. Quando tinha mais de três quartos da minha pica dentro, senti como se tivesse um limite.
Minha irmã virou os olhos e eu senti a garganta dela se mexer como se ela estivesse engolindo. Uma onda de prazer subiu pela minha espinha ao sentir os apertões da garganta dela na cabeça da minha pica. Aí percebi que aquele limite cedeu e, aos poucos, minha pica foi se enfiando mais na boca dela até que ela engoliu tudo por completo. Minha irmã deu um jeito de esticar a língua e lamber minhas bolas enquanto continuava apertando a ponta da minha pica com a garganta dela.
O prazer que ela tava me dando Isso quase fez minhas pernas bambear e eu cair no chão. Tão focado eu estava nas sensações que ela tava me causando que nem vi o rosto dela ficar vermelho nem percebi as tentativas dela de virar a cabeça e tirar meu pau da boca dela. Umas palmadas na coxa me tiraram do meu estado de êxtase e eu percebi que minha irmã tava ficando sem ar. Tirei as mãos da cabeça dela e, na hora, ela se afastou do meu pau tossindo e cuspindo saliva.
- Quase me mata, filho da puta. - disse ela enquanto tentava recuperar o fôlego.
- Desculpa, você chupa tão bem que eu nem percebi.
- Um pau desse não merece menos. - disse ela enquanto levantava ele, como admirando.
- Você também não fica atrás, tem um corpaço.
- Eu sei. - disse ela enquanto começava a me bater uma lentamente.
Com uma mão amassando minhas bolas e a outra batendo uma pra mim, minha irmã se inclinou de novo na minha direção, enfiando a cabeça do meu pau na boca dela. A língua dela se movia envolvendo ele por completo e não parava de chupar. Uns minutos assim e logo senti uma vontade irresistível de gozar.
- Vou gozar. Lucia, vou gozar.
A única reação dela aos meus avisos foi apertar um pouco mais minhas bolas, aumentar a velocidade da outra mão e chupar ainda mais forte. Sem conseguir aguentar mais, gozei na boca dela. Nem naquele momento minha irmã se afastou. Vi as bochechas dela incharem conforme meu leite saía na boca dela. Quando terminei de gozar, ela olhou nos meus olhos, engoliu tudo e abriu a boca me mostrando que não tinha sobrado nada do meu sêmen nela.
- Ontem não consegui provar direito. Tem um gosto delicioso. - disse ela com uma voz brincalhona enquanto se levantava.
Tinha sido tanto prazer naquela gozada que eu não tive palavras pra responder. Minha irmã me afastou, trocando de posição comigo, e se deitou contra a pedra.
- Agora é sua vez. - disse ela apontando pra buceta dela, perfeitamente depilada.
- Tô morrendo de vontade.
Me ajoelhei na frente dela e ela levantou uma das Pernas no meu ombro, me dando mais espaço pra manobrar. Deslizei meus dedos entre os lábios dela, sentindo o calor e o quanto ela tava molhada. Minha irmã soltou uns gemidos leves quando meus dedos entraram um pouquinho nela. Primeiro coloquei um, e depois de perceber como deslizava fácil dentro dela, coloquei um segundo.
Me aproximei e comecei a beijar e lamber a virilha dela. Fui descendo pela parte interna das coxas, sem chegar na buceta dela, deixando ela ainda mais excitada. Dava pra sentir na mão todos os fluidos que saíam dela. No fim, lambi os lábios dela, separando eles com a língua até chegar no clitóris. Ali fiquei vidrado, chupando e acariciando com a língua enquanto enfiava e tirava os dedos dentro dela.
Os gemidos dela tavam cada vez mais altos, comecei a me preocupar que ouvissem na praia. Minha irmã tava de olhos fechados e cabeça jogada pra trás, aproveitando. Num momento que ia me afastar da buceta dela, as mãos dela seguraram meu cabelo e me empurraram de volta pra ela. Sem conseguir tirar a cabeça, continuei lambendo e chupando tudo que tava ao meu alcance. Ela subiu uma das mãos pra acariciar um peito enquanto a outra mão mantinha a presa na minha cabeça.
Tão focados que estávamos no momento e nas sensações que não ouvimos a água se mexer, sinal de que alguém tava chegando.
- Já tava achando estranho não ver vocês em lugar nenhum.
A voz da Sandra assustou nós dois, mas minha irmã logo voltou a puxar minha cabeça pra buceta dela.
- Fica de olho pra não vir ninguém. - disse minha irmã enquanto eu retomava minha tarefa de lamber e morder os lábios e o clitóris dela.
- Vocês me deixam de fora disso e ainda me pedem pra vigiar?
- Por favor... - respondeu ela, se cortando no meio da palavra por causa de um gemido.
- Tá bom, mas você me deve uma.
- Sim. O que você quiser. Deus, continua assim, assim...
Não sei bem se isso foi dito pra ela ou pra mim. A Sandra passou mais tempo olhando pra gente do que vigiando, mas tivemos sorte e ninguém mais apareceu por lá. Minha Minha irmã fazia de tudo pra não gritar, mas uns gemidos escapavam de vez em quando. Acelerei as lambidas que tava dando no clitóris dela e senti as paredes da buceta se contraindo, apertando meus dedos. Com um gemido longo, ela apertou minha cabeça contra ela e gozou na minha boca. Quando me afastei, ela se deitou contra a pedra, recuperando o fôlego.
- Agora é minha vez. - disse a Sandra com um sorrisão e voz animada.
- Melhor a gente não chamar mais atenção. Vamos voltar pra praia. - respondi, descendo da pedra e entrando na água.
A Sandra fez biquinho, igual criança, e quando abriu a boca pra me responder, cortei antes que falasse qualquer coisa.
- Te compenso depois em casa, ok?
- Tá bom, mas vai ter que ralar pra valer, viu? - ela falou depois de uns segundos.
Voltamos os três pra areia juntos, e o casal de antes ainda tava nas toalhas. Não estavam mais se pegando como antes, mas a mina olhava pra gente meio divertida. Não sei se viu ou ouviu alguma coisa, mas com certeza, no mínimo, desconfiava.
Deitamos nas toalhas pra pegar um sol e, antes que a gente percebesse, já era quase meio-dia. Com uma boa estrada de volta pela frente, juntamos as coisas e fomos pro carro. Antes de sair de lá, virei pra dar uma última olhada na nossa vizinha de toalha e vi que ela tava nos seguindo com o olhar enquanto a gente ia embora.
Na volta pra casa, minha irmã e a Sandra ficaram conversando sobre o que fazer à tarde. A ideia que tava ganhando era fazer outra festa privada igual à de ontem. A Sandra mandou umas indiretas, falando pra eu fazer bastante comida, que ia precisar de energia pra mais tarde.
Quando chegamos em casa, tinha um carro estacionado na calçada, o carro do meu pai.patreone acessar meus contos algumas semanas antes, além de sugerir ideias para futuras histórias.
4 comentários - La amiga de mi hermana - Capítulo 4