Cielo Riveros percebia tudo isso, mas também não se atrevia a fazer um escândalo ou botar ele no lugar dela, porque sabia que depois quem ia pagar o pato era a pobre senhora e também o namorado dela. O negócio é que, com o passar do tempo, a menina inocente já estava começando a se acostumar com as palavras doces e elogiosas que o Dom Severiano fazia pra ela, o que se misturava com a secura de pica que o Dom Pedro tinha deixado nela, a ponto de não conseguir mais negar pra si mesma que até gostava, às vezes, que um velho tão odioso e machista como o primeiro falasse aquilo, mas esse outro sem precisar chamar ela de puta igual o Dom Pedro fazia.Dom Severiano, por sua vez, media muito bem o terreno onde estava pisando. Embora tivesse provas contundentes pra chantagear a noiva do enteado, ele queria que o dia em que comesse ela fosse na boa e com o total consentimento dela. Em outras palavras, o que o velho tarado queria era roubar a noiva do enteado de forma limpa, e se realmente conseguisse, tava disposto até a mandar Rodrigo e a dona Maria embora de casa, só pra ficar morando como marido e mulher com um pedaço de mulher tão tremendo e jovial. Mas a situação que perturbava ele um pouco era que não tinha certeza se, na oportunidade em que ele mesmo foi testemunha quando viu ela dando no pelo num beco público abandonado, ainda não sabia se tinham estuprado ela ou se ela tinha deixado foder por vontade própria. Por mais que ele assistisse e estudasse a gravação que tinha feito enquanto um velho comia ela e batia nela, não conseguia tomar uma decisão. Já eram inúmeras as punhetas que ele tinha batido olhando aquelas imagens enlouquecedoras onde fodia ela jogada num colchão imundo e miserável.
Cielo Riveros, como já foi dito antes, sem perceber, nesse curto tempo, foi se acostumando a ver Dom Severiano, já que eram várias as oportunidades em que O namorado dela convidava ela pra ir na casa dele, e claro, desde que o tarado do padrasto tinha conhecido a gostosa namorada do filho, ele dava um jeito de ficar o máximo de tempo possível em casa. Além disso, com o que ele sabia sobre Cielo Riveros, ele pressentia que talvez não fosse tão difícil transar com ela, mas escolheu o caminho mais difícil: tentaria seduzi-la a qualquer custo. Isso o excitava e enlouquecia até a insanidade.
A ingênua novinha não percebia nada, ou melhor, já tinha se acostumado que o futuro sogro, toda vez que ela ia na casa dele, tratava ela como uma verdadeira rainha. De como, sempre que sentavam à mesa, era ele quem se sentava do lado dela, e Rodrigo com a mãe tinham que ocupar a outra ponta da mesa. A situação já tinha virado costume, além das inúmeras vezes em que, quando ela e Rodrigo queriam sentar no sofá da sala pra conversar, o velho dava um jeito de mandar o moleque comprar cerveja ou qualquer outra coisa só pra ser ele quem ocupava o lugar ao lado da gata. Situações que deixavam Rodrigo puto, porque quando ele voltava do recado, encontrava o padrasto enfiado em qualquer tipo de conversa com a namorada dele. E Cielo Riveros, que já via o velho com mais confiança, só ria das saídas que o coroa usava pra se aproximar dela, sem perceber nem um pouco dos desejos carnais obscuros que dominavam a mente tarada do padrasto do namorado dela.
Foi num sábado daquele mesmo mês que seu Severiano comemorava seu aniversário de 58 anos. Ele andava de um lado pro outro como um bicho enjaulado, mesmo estando num clima bem festivo no meio de quase toda a parentada, incluindo amigos. A parte de dentro da casa e o jardim dos fundos, onde tinha a pista de dança que o próprio anfitrião tinha preparado, estavam enfeitados com várias guirlandas coloridas e berrantes. As mesas, com toalhas chamativas, estavam cheias de petiscos. e jarras com pulque e águas frescas, outras com vinho branco e fruta picada, sem deixar de lado as inúmeras garrafas de Tequila e Mezcal, e pra coroar, várias garrafas de Jim Beam, pros de garganta mais refinada.
Já fazia um tempão que os convidados tinham começado a chegar, quase todos eram velhos brutos cinquentões vestidos com ternos puídos de paletó e gravata, que vinham acompanhados das suas mulheres, todas velhas gordas e feias, que vestiam seus melhores trapos pra não destoar na festança rolando. As rancheiras e cumbias já animavam o ambiente há um bom tempo, mas o velhote só pensava naquele imbecil do seu enteado que já tinha ido buscar a Cielo Riveros há mais de duas horas e ainda não tinha trazido ela. Nessas condições, o velho tarado não conseguia relaxar nem aproveitar o dia dele.
Cada vez que a porta da casa se abria, o irado Dom Severiano, com um copo de pulque na mão, levava o olhar pra entrada pra ver se o estúpido do Rodrigo aparecia com a mulher que ele já praticamente considerava propriedade dele. A esposa dele, naqueles momentos alheia aos sentimentos perversos do marido, só se esforçava pra atender as visitas e garantir que ninguém ficasse sem nada, porque se algo desse errado, ela sabia que o marido era capaz de surrá-la na frente de todo mundo, igual já tinha feito em outras reuniões de família.
Até que, finalmente, os olhos antipáticos de Dom Severiano puderam ver o que ele tanto esperava: a porta se abriu e, como num passe de mágica, entrou nos aposentos a jovem gostosa que o tinha enlouquecido com uma calentura insana e animalesca. Ele viu que ela vinha entre envergonhada e risonha, de mãos dadas com o enteado.
O que Dom Severiano, os parentes homens e os amigos dele viram no momento em que a garota irrompeu quase caiu num estado letárgico de admiração tarada pelo que estavam vendo naquela hora: a mulherão que acabava de entrar pela soleira da porta. Era um verdadeiro monumento esculpido em homenagem à feminilidade, aquela jovem e linda deusa feita mulher se apresentava diante deles com um vestido preto de uma peça só, meio justo na cintura, que marcava de forma deliciosa as curvas do seu quadril. A parte de baixo daquela roupa soberba que a gostosa usava era mais solta, o vestido que ela exibia chegava até um pouco acima das suas coxas deliciosas e apetitosas. Os velhos estavam morrendo, porque viram que aquela jovem curvilínea tinha um rostinho lindo: metade mulher, metade menina, com uns olhos verdes intensos e preciosos, pele morena, o cabelo liso, longo e escuro penteado para um lado da carinha. Uns 1,70 de altura, pelo menos, pensavam consigo mesmos, com umas bundas enormes e bem empinadas que eram de excitar uma cidade inteira, avaliavam com olhos cheios de tesão. Umas tetas enormes de bom tamanho, que pareciam sedosas e duras. Toda essa combinação de atributos físicos e femininos deliciosos mostrava que aquela mina tinha um corpaço mais bem dotado do que qualquer modelo dessas que aparecem na TV. Dava pra ver uma pele macia como a de uma bebê de verdade, as pernas lisas e as coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre de tão bem formadas que eram. Resumindo, a garota já era mais que gostosa, era o que, em uníssono, pensava a matilha de velhos que, bobos, a percorriam com os olhos e a devoravam.
Seu Severiano, que já estava com a alma e o coração saindo pela boca de tão excitado que ficou com aquela visão, rapidamente pegou uma bandeja com copos servidos e foi até onde os recém-chegados estavam. Estrategicamente, passou a bandeja com os copos para o enteado e avisou:
— Assume isso, seu idiota… serve pros meus convidados tudo que eles precisarem e depois ajuda sua mãe no que for necessário. Eu vou cuidar de apresentar sua namorada pra família, hahaha… E sem esperar resposta. Por parte do jovem, ele simplesmente colocou uma das mãos peludas na cintura de Cielo Riveros para levá-la e fazer as apresentações, principalmente com os amigos dele.
Um pouco antes, no momento em que o velho a cumprimentou, deu um beijo no rosto dela bem perto dos lábios. Rodrigo não percebeu isso, e Cielo Riveros, que notou, achou que foi pura coincidência.
Rodrigo, enfurecido pela forma egoísta como foi recebido pelo padrasto, começou a ajudar a mãe em todas as tarefas necessárias para o bom andamento do aniversário de seu Severiano, enquanto via que o velho não largava a namorada dele por nada. Cielo Riveros, por sua vez, também se sentia incomodada com a situação. Em duas ocasiões, ela se afastou do velho para ir até Rodrigo e ajudar ele e a mãe dele, mas o velho astuto, depois de dar uns 15 minutos para não ficar tão na cara, ia até onde Cielo Riveros estava com Rodrigo e, com qualquer desculpa esfarrapada, levava ela embora para exibi-la para os amigos, como se a garota tivesse algo a ver com ele e não com o enteado.
Pouco depois, Rodrigo lavava uns copos, puto da vida e cheio de raiva. Embora estivesse seguro dos sentimentos de Cielo Riveros, ele se via preso pelo ciúme enquanto a garota conversava animadamente com o padrasto e uns amigos dele. Situação que seu Severiano notava: quando o olhar dele cruzava com o do rapaz, ele aproveitava para colocar a mão na cintura fina da garota e falar qualquer besteira, sempre olhando para o rapaz para que ela risse e assim deixar o namorado ciumento puto. Isso divertia o velho e também o excitava, enquanto Rodrigo presenciava tudo com um nó doloroso no estômago e uma sensação de impotência.
Assim os acontecimentos iam se desenrolando, e a música alta convidava todos os convidados a dar uma dançadinha. A atitude festiva de seu Severiano estava dando resultado, já que com isso a inocente A mocinha já não achava ele tão antipático, o futuro sogro estava sendo muito atencioso com ela e, a cada copo de bebida que o astuto velhote tomava, não perdia tempo em encher o dela de novo, situação que fazia a garotinha tonta se sentir bem. O que a incomodava naquela hora era estar se divertindo tanto enquanto o pobre do namorado quase não tinha tempo de curtir a festa. Nisso, o sogrão aproveitou pra continuar diminuindo a distância entre ele e ela.
— Senhorita Cielo Riveros… a senhorita me daria a honra de dançar comigo? — perguntou o velho safado, enquanto, sem nenhum pudor, a examinava dos pés à cabeça.
— Ah, seu Severiano… de verdade que eu até gostaria, mas acho que não seria certo eu sair dançando enquanto o Rodrigo tá tão ocupadinho — respondeu a docinha, que de jeito nenhum queria dançar com o velho. Até que agora ela o via com mais confiança, mas sabia que não era certo, além de não querer criar um climão com Rodrigo por causa disso.
— Ué, ele tá ocupado ajudando a mãe dele, e a gente só vai dançar… vai, vai ser só uma dançadinha — insistiu o velho, todo empolgado. Naquele momento, tocava uma rancheira mexicana daquelas que têm que dançar bem coladinho.
— É que não sei se é certo, seu Seve… além do mais, além do Rodrigo, a esposa da senhora tá por aí, o que será que ela pensaria de mim?… Podia ficar brava se nos visse dançando…
— Ela não vai falar nada… nessa casa quem manda sou eu! — disse o velhote, que já tava com o tesão saindo pelos olhos ao perceber que a colegial ia acabar cedendo a uma dança na frente de toda a família e amigos, que já tinham notado há um tempão que o velho não largava por nada um centímetro da noiva do enteado. — Tô te falando, docinho, nessa casa se faz tudo que eu mando, além do mais a gente já é quase família, hahaha — repetiu o velho exaltado, tentando manter a calma pra não assustar a moça.
Cielo Riveros observava como o padrasto do Rodrigo falava com ela. álcool na mente dela fazia ela se sentir estimulada, sentia que nessas circunstâncias talvez adorasse ser apalpada por qualquer um dos velhos ali presentes, mas sem que o Rodrigo percebesse, inconscientemente a menina tava desejando uma pica aos berros, e a culpa de se sentir naquele estado era do mecânico, pensava a jovenzinha ao lembrar da fedida vergalhona que ele metia nela sem nem pedir permissão, se perguntava por que o Dom Pedro ainda não tinha ligado se já tava quase na data que ele disse que apareceria, de vez em quando quase desejava que o velho ligasse naquele exato momento confirmando a vinda dele e ela junto com passar pra buscar a Cláudia se mandar com ela pro lugar que ele dissesse e fazer todas aquelas putarias que o velho tinha jurado. Com esses pensamentos Cielo Riveros voltava à realidade observando os bigodes do Dom Severiano que queriam ser italianos, eles se mexiam no ritmo em que o velhote insistia que eles fossem dançar, Dom Severiano era um pouco mais baixo que ela e tava vestido com calças pretas e camisa da mesma cor, essa tava abotoada só até o botão que dava início à tremenda pança de cerveja dele, os olhos verdes de Cielo Riveros viam bem de perto um emaranhado grosso de pelos grisalhos que o velho tinha no peito, por alguns segundos sentiu uma puta vontade de enfiar as mãozinhas brancas dela no meio daqueles pelos grossos e grisalhos e senti-los entre os dedinhos, olhou pra sala e viu que o Rodrigo com uma bandeja vazia conversava animado com uns velhinhos que pareciam ser os avós dele, depois olhou pro velho e disse, — Cielo Riveros — Tá bem… vamos dançar mas só um pouquinho… Dom Severiano que não cabia em si de alegria virou o copo dele de um gole só, e agarrou a jovem pela cintura pra levar ela até a varanda onde tava a pista de dança improvisada na qual já tinha vários casais dançando animadamente. No caminho em que se deslocavam pra dançar, o velhote fez sinal pro homem que tava cuidando da música, que era outro vagabundo que trabalhava na mesma coisa no restaurante comum que era do dono Severiano, e de repente a sequência de rancheiras mudou pra uma leva de baladas mexicanas, começando com a música "Si nos dejan" do Alejandro Fernández, e depois outras do mesmo estilo, mas agora do Marco Antonio Solís.
Já na pista de dança, o velho pegou ela firme pela cintura esbelta pra colar ela no corpo dele, a guria nervosa, enquanto sentia pela primeira vez o corpo do dono Severiano tão perto dela, olhava pra todo lado tentando ver onde o Rodrigo tava e se ele já tinha percebido que ela tava dançando com o padrasto, mas o jovem, alheio a isso, já tava na cozinha ajudando a mãe dele e umas outras velhas que se preparavam pra botar os pratos na mesa, já que tava chegando a hora da janta.
Enquanto isso rolava na cozinha, Cielo Riveros com o dono Severiano dançavam bem coladinhos um no outro, e não porque a guria queria, mas porque o velho tarado tava agarrando ela com força, as mãos suadas dele tavam bem no limite da cintura dela e onde começam as nádegas, o velho já tava doido pra descer elas e apalpar essas bundonas enormes que pela primeira vez tavam quase totalmente à disposição dele.
A menina, na meia-luz do terraço e protegida pelos outros casais que dançavam e que talvez escondiam ela dos olhares do Rodrigo e da dona Maria, sentia a barba por fazer do dono Severiano furando a pele macia das bochechas dela, as mãozinhas trêmulas dela tavam nos ombros do parceiro de dança peculiar, enquanto ele já começava, disfarçado e devagar, a sentir e esfregar essas carnes duras que as mãos dele tavam apalpando, subia e descia sentindo centímetro por centímetro desde a cintura dela até a cintura dela e vice-versa, e o que mais deixava ele excitado era saber que quem ele estava tocando era a própria noiva do filho dele, aquela mulher doce e alegre que o tinha encantado desde o primeiro dia que a viu na casa dele, ainda não se convencia de que era a mesma que ele tinha gravado na mente dando pra outro velho ainda mais nojento que ele mesmo. Dom Severiano quis medir seus avanços,
— Como você dança bem, gatinha… com certeza já te falaram isso antes, o velho sentindo que a ferramenta dele já estava dura como um ferro incandescente falava quase comendo um dos ouvidos perfumados dela, o que fez com que Cielo Riveros sentisse, muito a contragosto, um delicioso arrepio que nascia da própria orelha dela e se espalhava por todas as curvas do corpo dela.
A colegial, que estava meio sem graça e quase aproveitando as delícias daquele arrepio gostoso, não respondeu nada. O velho, por sua vez, achando que tinha ouvido um leve suspiro dos lábios da sua encantadora parceira de dança, puxou ela mais para perto do corpo dele, tomou o cuidado de colocar a altura do pau dele bem na parte do meio da gatinha, queria que ela sentisse como ele estava duro e ereto para ver qual seria a reação dela.
A jovem sentiu a ponta dura da ferramenta do sogro colocada de forma impecável bem na curva da pélvis dela, imaginou que se não estivesse com o vestido e a calcinha, assim como o velho com as calças, eles já estariam prontos para penetrar ela de novo. Assustada, olhou ao redor, mas viu que os outros casais dançavam despreocupados do jeito que ela estava agarrada corporalmente com o aniversariante da festa, e pensando no Rodrigo, quis dar um fim naquela dança atrevida em que Dom Severiano a tinha metido,
— Ai, Dom Seve… acho que já devíamos parar de dançar, daqui a pouco vão servir o jantar…
— Não, gatinha, você dança muito gostoso e não vamos parar até acabar a música, e não se preocupa com o pirralho do meu enteado… ele tá bem ocupado atendendo minhas visitas, hahahaha, e se ele se atrever a te encher o saco porque você dançou comigo, me fala que eu resolvo ele. arranjo, hahahahaha!!!, cê sente como eu te rebolo?, disse o velhote, ao mesmo tempo que dava uma forte e bem disfarçada enfiada pra frente pra menina sentir o quanto dura tava a vara dele.
Cielo Riveros, que entendeu muito bem que o velhote queria que ela sentisse a pica dele, bem envergonhada e com medo, preferiu se fazer de desentendida. Lembrou da vez que o selvagem do Dom Pedro a deixou na mesma situação, resultando numa foda violenta naquela feira. Com essas lembranças, sentiu o coração acelerar e, sem saber o que responder, só disse a primeira coisa que veio à cabeça:
— Seu Severiano… queria agradecer por me convidar pra sua festa de aniversário…
— Não tem nada pra agradecer, princesa, você é a namorada do moleque que eu mesmo criei. Essa é sua casa, e pode vir e fazer tudo o que quiser quando bater a vontade, hahahaha…
A menina, mesmo se sentindo envergonhada por aquele sogro odioso estar enfiando nela no meio da festa e perto do Rodrigo enquanto dançavam, não conseguiu evitar se sentir lisonjeada pelas palavras do sogro. Na mente dela, já predominava a imagem do Dom Pedro mostrando a pica bem dura e brilhante. Ainda nervosa e sem saber bem o que dizer, continuou a conversa…
— Seu Seve… fico te devendo o presente de aniversário… O Rodrigo me avisou tarde e não tive tempo de trazer algo… mais tarde trago alguma coisa, dizia a menina no ouvido do velho. A música alta fazia o casal buscar os ouvidos um do outro pra poder conversar.
O velho, que notava que a garota não tava criando problema pra se afastar, quis continuar avançando pra tentar conseguir algo dela naquela mesma noite. Mas por mais que pensasse, não lhe vinha nada. Se levasse ela pro quarto, seria visto por todos os presentes, além de não ter certeza se a menina ia querer acompanhá-lo a um lugar com cama. E sabendo que tava enfiando nela à vontade, quis continuar esquentando ela pra ver no que dava. passava,
“—Que tal se você me desse de presente sua garota endiabrada… esse é o melhor presente que você poderia me dar, sua puta tarada…”, pensava o velhote para si mesmo depois de ouvir as doces palavras da namorada do seu enteado, situação que o animou a continuar com seu plano,
—Sabe, Cielo Riveros?... você é uma garotinha muito gostosa, eu gosto muito de você… jejeje… então não se preocupe por não ter me trazido um presente, já vai ter tempo pra você me dar um agradinho, jejejeje,
Cielo Riveros, que foi pega de surpresa pelas primeiras palavras do sogro, só conseguiu dizer,
—Ai, seu Seve… que coisa você me fala… me pega de surpresa, não sei o que te dizer…
—Não me diga nada, coisinha gostosa… só continua dançando com esse pobre velho que, na verdade, nunca vai ter uma chance de ficar com uma garotinha tão linda e delicada como você, minha doçura… jejeje…
A colegial ficava cada vez mais nervosa com as coisas que o quase sogro estava dizendo, não encontrava palavras pra responder, se sentia estranha, então respondeu ao velhote,
—Ohhh, seu Severiano, não me diga essas coisas… Você me dá pena, dizia Cielo Riveros, que já tremia toda por saber que praticamente o velhote estava se declarando pra ela, sua respiração aos poucos ficava ofegante, e não porque o velho a atraía, nem de longe, mas sim porque a situação a deixava sem jeito, estar na própria casa dela, onde o namorado e a própria esposa dele estavam a poucos metros preparando o jantar que já vinha, e ela dançando bem colada no velho, sentindo o pau quase enfiado na buceta dela, já que as roupas de ambos eram a única coisa que naquele momento os separava, e pra completar, o velho tarado elogiando e se declarando…
—Não tenha pena não, mamãe… mas é a pura verdade… desde que te vi pela primeira vez que me senti apaixonado por você, queria te dizer tanta coisa que você nem imagina…
—Seu Seve, por favor, não continua que Fico muito nervosa… A menina esperava que o velho continuasse com as palavras dele e, ao perceber que agora ele só respirava pesadamente num dos ouvidos dela, se atreveu a perguntar: — E o que mais você teria pra me dizer? A garota só ria bestamente de puro nervosismo, tentando que o velho não percebesse o estado dela. Seu Severiano, por sua vez, percebia que já estava indo muito bem encaminhado.
— Olha, que tal a gente ir um pouquinho lá pro fundo do quintal… ali tem uma parte escura…? Só pra gente conversar antes do jantar, não é justo eu ficar te falando essas coisas e seu namorado e minha mulher nos verem…
Cielo Riveros agora sim estava mais nervosa do que antes, o velho queria que fossem pro fundo do quintal, tava claro naquele momento que por nada nesse mundo ela aceitaria, mas também reconhecia que as palavras doces do velhote tinham agradado ela, isso não significava que ela tivesse qualquer intenção de querer algo com ele, mas de verdade que sentia uma vontade imensa de saber o que mais o velho tinha pra dizer, mesmo assim a sanidade predominava no temperamento dela…
— Ah, acho que não, seu Seve… isso não seria certo… mas se o senhor tem mais alguma coisa pra me dizer, pode falar aqui mesmo…
Seu Severiano já tava mais do que tarado e percebia que a garota não devia estar longe desse estado, porque se fosse outra situação ela simplesmente podia deixar ele plantado na pista de dança, mas ali estava ela bem abraçada “dançando” com ele, e pedindo que ele continuasse falando umas putarias elogiosas,
— Vamos lá pro fundo, preciosa… ali naquela parte que tá escura… vai ser só um pouquinho… vou te falar umas coisinhas que quero que você saiba e a gente volta pra jantar, jejejeje…
A garota, que já tava pensando seriamente em se mandar com o velho por alguns minutos pra aquela parte escura que tinha no fundo da casa do velhote, já tava começando a gostar da ideia, mas ainda resistia,
— Mas o que meu namorado e sua esposa pensariam se nos vissem indo pra um Lugar escuro? Isso não ia ficar bom não, a garota dizia tudo isso com o corpo tremendo por uma adrenalina estranha, ela tinha certeza de que se fosse com o velhote pra parte escura do pátio não ia rolar nada entre eles, mas o proibido da situação já tinha deixado ela entre curiosa e excitada.
— Eles não têm por que perceber, além do mais não vamos fazer nada de errado… me escuta, cosita gostosa, agora a gente vai se separar… você, na manha, vai se afastar praquele canto e me espera lá enquanto eu vou pegar uns drinks e meus cigarros pra gente conversar um pouco, te juro que ninguém vai notar…
— Tá bom… a gente vai conversar um pouquinho, mas se demorar muito vou ter que voltar, não quero que o Rodrigo pense mal de mim…
— Não se preocupa, mamãe… eu vou e volto, você só me espera, kkkkk…
O casal se separou no meio da pista de dança, Cielo Riveros viu como seu Severiano saiu disparado pro lado onde tava a maioria dos convidados e o viu sumir no meio deles. Embora ela soubesse que não era certo o que tinha combinado com o velhote, alguma coisa dentro dela empurrava ela a ir pro fundo do pátio, na parte que tava escura. Sem nem pensar no Rodrigo e vendo que cada um naquela festa tava na sua, ela simplesmente, mordendo sem querer o lábio sensual, foi pro fundo do salão sem ser vista por ninguém até que a silhueta dela sumiu na escuridão.
Seu Severiano preparou dois copos de bebida nervosamente, o de Cielo Riveros ele fez com groselha e licor de cereja, uma ideia maldita passou pela cabeça dele já que ele achava que naquele momento tinha chances quase nulas de ter algo a mais com a gostosa da novinha, mas ele queria que a menina ficasse com algo dele no corpinho dela, tremendo de emoção pelo que tinha bolado e depois de olhar pra todos os lados com cara de safado pra confirmar que ninguém dos presentes tava olhando, ele foi pro banheiro com o mesmo. O copo que ele tinha preparado a bebida pra garota, assim que se trancou, se apressou em puxar a pica semi-ereta pra fora e mergulhar no copo pra que o licor ficasse impregnado com os sabores do pau. Sentiu uma vontade insana de se masturbar e adicionar uma boa porção de porra pra mina beber brindando com ele, mas não dava tempo pra isso. Então, uma ideia tão nojenta quanto a primeira se instalou na mente desequilibrada dele e ele botou em prática: apoiou o copo na ponta redonda da rola e fez força até soltar uma boa quantidade de mijo amarelado, enchendo o copo até a metade. Depois de se limpar e guardar a tranca pulsante, saiu de novo e, todo animado, encheu o resto do copo com suco de fruta geladinho, na intenção de que a novinha não notasse nada estranho na hora de beber. Pra ele, só pegou uma cerveja.
Quando Dom Severiano já se preparava pra ir se encontrar com a gata tão gostosa, foi interceptado pelo enteado:
— Ei... o senhor viu a Cielo Riveros? Procurei ela e não acho...
— E por que tá perguntando pra mim, seu idiota? Com certeza deve ter ido pra algum canto com um dos seus primos fazer alguma putaria, já que você claramente não dá conta de uma mulher daquelas, hahahaha...
— Não começa, senhor... só tô perguntando se o senhor viu ela... foi o senhor quem levou ela pra apresentar pros parentes...
— Já te falei que não vi, imbecil! Depois que deixei ela, não vi mais nada.
Rodrigo, nessa hora, se espreguiçava e olhava pra todos os lados. Se tivesse prestado atenção nas mãos do padrasto, teria percebido que o velho talvez escondesse algo, já que ele segurava claramente uma bebida de mulher e uma cerveja, e olha que Dom Severiano não era do tipo que servia nem a própria esposa. Mas o ingênuo garoto ficou mais tranquilo ao saber que a namorada, pelo menos, não estava perto do odioso padrasto...
— Valeu... depois procuro ela... vou pegar mais bebida. pra colocar nas mesas…
—Ei, cara… daqui a quanto tempo vão servir o jantar?
—Acho que em 30 minutos…
—Entendo… quero que coloque sua namorada do meu lado na hora do jantar, é a primeira vez que ela vai jantar com a família, então temos que ser atenciosos com ela…
—Acho que não, senhor… eu estava pensando em jantar ao lado da Cielo Riveros depois que…
—Já te falei, seu idiota…!! Ela vai jantar do meu lado porque eu sou o homenageado… e você aqui está só pra servir junto com sua mãe, ou quer que eu explique isso pros dois juntos de outro jeito!!??
Rodrigo, que entendeu na hora que se não aceitasse o que seu odioso padrasto estava ordenando entre rugidos de novo, as consequências cairiam na mãe dele, então só respondeu:
—Sim, senhor… será como o senhor mandar…
—Tá bom, agora vai ajudar sua mãe… se eu ver a gostosa da sua namorada, vou dizer que você está procurando ela… hahaha!!!
—Obrigado… e com licença, disse o jovem aflito que tinha pensado errado no começo que seu padrasto não ia encher o saco dele essa noite, e que poderia curtir a noite com sua Cielo Riveros, como estava enganado.
Dom Severiano, depois de atravessar a pista de dança e tomando cuidado pra ninguém prestar atenção pra onde ele ia, disfarçadamente e de forma safada, se esgueirou pra trás do quintal, nas sombras, onde a inocente namorada do enteado o esperava. Quando já estava quase chegando no lugar escuro, olhou com um sorriso de malandro pra confirmar que ninguém tava olhando, até que sua figura grossa e bruta também sumiu na penumbra.
Minutos antes, Cielo Riveros esperava nervosa o padrasto do namorado chegar, até tinha pensado melhor e já cogitava voltar atrás, sabia que dom Pedro não perdoaria se descobrisse o tipo de coisa que ela andava fazendo na ausência dele, mas agora o medo de ser vista por alguém saindo de um lugar escuro a fazia duvidar das próprias intenções. Enquanto a garota aflita se debatia… Qual seria o melhor momento para sair daquela parte sem ser vista por ninguém? Ninguém percebeu que o velhote já vinha com dois copos nas mãos. Quando ele chegou perto dela, viu que ele estendia um copão daqueles de cerveja, só que este vinha com um gole vermelho que parecia delicioso.
— Ai, seu Severiano… acho que eu não deveria estar aqui com o senhor — disse a mocinha no momento em que recebia o copo do velho com sua mãozinha branca.
O velho olhava ela dos pés à cabeça. Na escuridão, via claramente as coxas brilhantes que se destacavam no crepúsculo da noite, e ainda não acreditava que a tinha no fundo do quintal, onde só estavam ele e ela, enquanto toda a família e amigos curtiam a festa. A música continuava tocando alegremente. Até que, sabendo que tinha pelo menos meia hora para tentar algo com ela antes de servirem a mesa e sentirem falta deles, ele partiu pra ação.
— Não precisa se preocupar, minha rainha… daqui a pouco servem o jantar e a gente volta na hora pra onde estão os outros, kkkkk…
— E o que é isso que o senhor queria me falar? — perguntou Cielo Riveros, ao mesmo tempo que levava aos lábios aquele gole especial que o sogro tinha preparado no próprio banheiro da casa dela. Seu Severiano olhava, com o coração batendo a mil por hora, vendo a guria beber inconscientemente uma boa quantidade do próprio mijo dele, até que, tentando se acalmar um pouco, respondeu:
— Ué, daquilo mesmo que eu falei enquanto a gente dançava…
— Do quê? — perguntou a mocinha, fazendo uma cara safada enquanto continuava bebendo o gole gostoso. Queria ouvir de novo a declaração do velhote, embora soubesse que, pelo menos da parte dela, o velho tinha zero chances de conseguir algo, mas a situação a divertia. Além disso, seu Pedro estava fora da cidade e Rodrigo tão ocupado que, se não fosse por seu Seve… ela estaria muito entediada…
—Então toma seu gole primeiro e te conto, gostosa, kkkkk… cê gosta do sabor do seu drink…
—Mmmm, sim… tá uma delícia, mas sinto um amarguinho… que é?, pergunto enquanto passo a língua nos lábios, olhando pro copo e tentando adivinhar o que tem dentro…
—É licor de cereja, fiz ele meio carregado no cherry, por isso cê sente essa doçura amarga, vai, bebe tudinho e se quiser daqui a pouco te faço outro igual…
—Adoraria… mas me diz… aquilo que ia me contar, olha que acho que já temos que ir, não vá alguém nos ver aqui e pensar besteira.
O velho, percebendo que Cielo Riveros já tinha virado o copo com licor e mijo, simplesmente se jogou nela e a pegou desprevenida pela cintura, puxando ela com força contra seu corpo grotesco, fazendo a garota deixar cair o copo vazio.
—Como já te falei antes, menina… a pura verdade é que desde que te vi pela primeira vez, tô doido por você, dizia o velhote com cara de tarado, olhando pros lábios dela enquanto falava.
Cielo Riveros, pega de surpresa, não teve tempo de se salvar; em segundos se viu agarrada por Dom Severiano, que já apertava ela contra seu peitão largo e barriga, com as mãos nas ancas dela, bem pertinho das carnes que davam início à sua bunda linda. O velho já achava que sentia os elásticos da calcinha fina dela por baixo do tecido do vestido.
—Não, Dom Severiano… que isso!? Podem nos ver…!!
O velho na hora percebeu que a garota tava mais preocupada em não serem vistos do que com ele apalpando ela à vontade no fundo do quintal.
—Não se preocupa, piranha… aqui ninguém vai nos ver, kkkkk, e se alguém vier, a gente fala que cê tava passando mal e viemos tomar um ar, kkkkk…
A menina, ao ouvir o padrasto do namorado falando com ela de forma mais vulgar, lembrou da vez em que outro velho tão tarado quanto esse… A mesma tava numa situação mais ou menos parecida, daquela vez tinha sido numa feira de diversões, longe de todo mundo, e agora o próprio quase sogro dela tava na casa dele, no meio de uma festa de aniversário, no cantinho escuro do jardim. Parecia que a vida dela era um ciclo vicioso entre festas, velhos safados e pica fedida. A única diferença que ela notava agora era que, estranhamente, não sentia tanto medo desse velhote, mas tinha muito respeito por ele, além de um certo receio de ser pega pelo namorado ou pela esposa do velho.
— Seu Severiano, pelo amor de Deus, me solta, eu não quero arrumar problema com o Rodrigo… Lembra que ele é seu filho…!
— Esse imbecil não é nada meu…!! — cortou o velho na hora, e continuou com as sacanagens. — E você é mulher pra caralho pra ele, jejejeje, então não vou te soltar não… Imagina que a gente tá dançando igual a gente tava há pouco… é quase a mesma coisa, jejejeje. O velho se esforçava de novo pra fazer ela sentir a pica dele enquanto falava: — Tava pensando, gostosa… naquele negócio do presente que você falou, jejejeje…
— Ai, seu Seve… Melhor me soltar… Já te falei que outro dia eu compro e trago seu presente — a menina já tava começando a se preocupar. O que no começo ela viu como uma brincadeira inocente com o velho já tava virando outra coisa. Já fazia uns bons minutos que eles tavam abraçados à força, pelo menos da parte dela, e o velho não soltava.
— E que tal se você me der um beijinho na boca… Assim a gente fica quite e você não me deve nada — o velho falava tudo isso procurando os lábios rosados e brilhantes dela. A menina, agora assustada, desviava como podia. Os bigodes italianos dele já tavam raspando no rosto dela, e ela já sentia a pica do velho mais dura do que quando tavam dançando.
— Não, seu Seve… O que cê tá fazendo? Me solta… — Cielo Riveros tava caindo na real de novo que em nenhum lugar ela tava a salvo das garras de velhos tarados e degenerados. Supostamente, seu Severiano era o homem. que havia criado o namorado como se fosse filho dela, e não era justo que ela estivesse ali naquelas condições, enquanto em outra parte da mente não parava de pensar como a história se repetia quando ela já estava superando os estupros anteriores.
O velho, por sua vez, se sentia nas nuvens ao sentir aquele corpo majestoso se comprimir contra o dele, mas percebia, com pesar, que a garotinha estava resistindo. Se ela começasse a gritar, chamaria a atenção dos convidados, então tentou acalmá-la de algum jeito.
— Não se preocupa, princesa. Se não quiser me dar um beijo, tudo bem, mas só me deixa te abraçar um pouquinho… é minha única chance de ficar assim com uma gatinha tão gostosa como você — o velho falava com uma voz de quem realmente estivesse sofrendo.
— Ah, seu Seve, acho que é melhor me soltar… quero voltar pro Rodrigo, ele deve estar me procurando…
— Só mais um pouquinho, minha bebê… teu corpo é muito gostoso, vai, dá esse gosto pra esse pobre velho, mesmo que seja só no dia do aniversário dele… não seja malvada…
Cielo Riveros estranhava ver como aquele velho, que em outras ocasiões ela vira ser tão selvagem e odioso, agora se comportava como um verdadeiro moleque daqueles do colégio dela. Isso a fez baixar a guarda…
— Seu Severiano, é que eu realmente fico com vergonha de estar assim com o senhor… e o que o Rodrigo ia dizer se descobrisse que o senhor me tem abraçada no quintal dele?!
— Ele não vai saber de nadinha… só me deixa te sentir um pouco e depois a gente vai pra onde estão todos os outros… quer?
Cielo Riveros pensou por um momento e, vendo que o velho não insistia mais em beijá-la, cedeu…
— Tá bom… mas só um pouquinho e só porque é seu ani… ver… sá… rio… de… pois a gen… te vai… pra onde estão seus con… vi… da… dos… — a garotinha falava de forma entrecortada, com as mãozinhas apoiadas entre o peito duro e os ombros do assediador.
— Obrigado, coisinha linda… você não sabe a felicidade que me faz…
Agora a colegial já estava Mais calma, ela prestou atenção na dureza que o velho tinha encostada na barriga dela, e como ele de vez em quando se mexia pra ir encaixando ela na parte mais sensível do corpo, a menina sentia ele por inteiro e tinha vergonha de pedir pro velhote parar de se mexer. Só ficou imaginando o que o velho tava enfiando nela, enquanto tentava esconder dele e mordia os lábios pra não mostrar que já tava começando a gostar daquela delícia que tava sentindo.
A garota, com os olhos semicerrados, tentava ver de onde vinha a música: “pero recuerda nadie es perfecto… y tú lo veras… más de mil cosas mejores tendrás… pero un cariño sincero jamaaaas...”, foi quando sentiu a mão do velhote descendo disfarçadamente, quase roçando uma das nádegas dela. Ela, mesmo sentindo e já sabendo o que o velho queria tocar, não falou nada. Pensou que já tava tudo tão fodido que não ia melhorar nem piorar a situação. Depois de uns minutos daquela situação estranha que tava vivendo, já sentia outros roçares disfarçados de tateio nos montes de carne da bunda dela, até que percebeu que aqueles roçares já não eram mais de tateio: simplesmente, seu Severiano tava com a mão bem agarrada no cu dela, amassando tudo enquanto ela ouvia a música romântica do M. A. Solís.
Cielo Riveros só ficava abraçada no velhote, deixando ele tocar tudo o que quisesse. O álcool na mente dela dizia que talvez aquele fosse o presente de aniversário que ela tava dando pro velho. E, pra completar, a cada apertão que o velho dava com o pau, ela sentia que a buceta dela começava a derreter num mar de líquidos quentinhos. Nessa hora, seu Severiano já tava apertando as nádegas dela com as mãos cheias, saciando e enchendo o tato com a carne da colegial, que já sentia um dedo do velho procurando o cu dela pra dedar.
Aquilo já tava dando muito tesão na menina. A ppk dela já tava toda molhada, enquanto sentia o velho começando a respirar mais pesado. pesadamente, e no momento em que Dom Severiano timidamente colocava o dedo médio na entrada da bunda dela, ela, sem saber os motivos e tentando que o velho não notasse, parou mais o rabo buscando o contato daquele dedo com a entrada do cu dela por cima do vestido, claro. A mão do velhote lentamente rodeou a cintura dela e passou para a frente, girando-a e colando-se nela. Cielo Riveros agora sentia o pau duro dele apertando com bravura contra o meio das nádegas dela, o coração começou a bater forte, os pezinhos dela endureceram como pedras. Em um minuto, Dom Severiano já esfregava o pau como se realmente estivesse comendo ela, enquanto com a mão acariciava a buceta dela por cima do vestido. Cielo Riveros sentia o gostinho do proibido de olhos fechados, aquilo a chamava cada vez mais e ela estava se sentindo muito gostosa, notava como o quase sogro mexia a mãozona na xerequinha dela como se a estivesse masturbando, e era exatamente isso que o velho nojento estava fazendo. Para a gostosa novinha, tudo que estavam fazendo com ela já tinha gosto de delícia. Quando as mãos de Dom Severiano começaram a descer até as coxas dela para depois ir subindo o vestido, a menina não entendia por quê, mas por enquanto deixava o velho se safar, até ela mesma se perguntava como era que não oferecia resistência. O velho já tateava e percorria a pele da barriga dela nua. Ela só se arrepiou, sem saber o que fazer nem o que dizer. O cheiro pesado de tabaco e álcool que Dom Severiano exalava enchia os pulmões dela e ela adorava, sabia que naquele canto da casa ninguém os via. Agora sentiu uma mão do velho se meter por entre a calcinha preta de renda dela para começar a acariciar os poucos e macios pelinhos pretos e brilhantes dela, e logo em seguida descer um dos dedos e desenhar com ele a xerequinha de carne que já estava toda encharcada. A menina, já quase sem medir as consequências
começou a reboltar a bunda contra a pica dura que o velho escondia nas calças.
—Nããão, seu Seveee…rianoooo… não me to…queeeee…, pedia Cielo Riveros pro velhote, entrecortado, com os olhinhos fechados e uma das mãozinhas sobre a mão peluda do velho que esfregava a buceta dela. Mesmo assim, ela também mexia a cintura pra trás, buscando que aquela dureza encostasse nas partes mais sensíveis da sua raba…
—Cê é uma gostosa pra caralho, garota… nem sabe há quanto tempo eu queria sentir teu corpo igual tô sentindo agora… que tal, depois que eu despachar todo mundo, cê me espera na esquina e a gente vai pra um hotel transar? Esse seria o melhor presente de aniversário que cê podia me dar… que cê acha, putinha… topa? Depois dessas últimas palavras, o velho começou a chupar uma das orelhas perfumadas dela. A novinha sentiu a pele toda arrepiar e só mexia a cabeça em círculos, com o ouvido buscando a língua pontuda e babada do velho sem-vergonha. Mesmo sentindo o chamado da loucura, não quis responder ao que o sogrão tinha pedido como presente de aniversário.
O velho, por sua vez, já tava tendo um orgasmo enlouquecedor. Na calça dele já se desenhava uma auréola enorme de umidade, dos líquidos pré-seminais viscosos que a pica dele tava soltando fazia tempo. Mesmo assim, não dava descanso pra atraente Cielo Riveros, continuava comendo a orelha dela como um desesperado, porque percebia que a mina adorava aquilo. Além disso, no momento em que ele tinha levantado o vestido dela até a cintura, pensou que a garota portentosa ia parar, mas só viu ela com os olhos verdes semi-cerrados e mordendo o lábio inferior. O velho simplesmente começou com beijinhos no pescoço dela e na parte de baixo das orelhas, e logo já misturava com as chupadas que tava dando naquele momento. Cielo Riveros só mexia a cabeça no mesmo ritmo. En meio aos chupetões na orelha, ela imaginava a véia esperando o coroa em alguma esquina pra depois ir trepar com ele num hotelzinho vagabundo, isso fazia o corpo todo dela se arrepiar com a sequência de calafrios que seu Severiano tava causando com a proposta dele. A respiração da novinha já tava forte e acelerada, as bochechas dela estavam coradinhas de tão excitada que tavam deixando ela naquele lugar escuro. Ela sentia o dedo do velho percorrendo a buceta dela, roçando o começo da carne lá dentro, mas sem enfiar tudo, a xerequinha dela tava encharcada e escorrendo líquido como se fosse uma fonte. E no exato momento em que ela tava se deixando levar pelo tesão do momento e ia perguntar como que ia ser com Rodrigo se ela topasse ir trepar com ele, chegou aos ouvidos dela a voz rouca do velho fazendo um pedido incomum:
— Tira a calcinha, novinha… já que vejo que não tem coragem de ir se esfregar comigo… quero que me dê de presente de aniversário, kkkkk…
Dessa vez a menina sentiu mesmo a voz grave e autoritária dele, do jeito que ela gostava de ser tratada. A colegial só obedeceu. Do jeito que deu, levou as mãozinhas até os elásticos da lingerie preta minúscula dela, que tavam bem esticados e apertados na altura do quadril, e foi descendo devagar, igual o quase sogro tinha pedido. Com muito esforço, conseguiu fazer deslizar pra baixo enquanto a calcinha enrolava nas coxas dela, passando pelos joelhos gostosos até chegar nos tornozelos. Aí levantou uma perna, depois a outra, e tirou com a mãozinha. Na penumbra do pátio, ofereceu pra seu Severiano. O velho, antes de pegar, falou:
— Diz que tá me dando de presente do meu aniversário de 58 anos, kkkkk…
A novinha, que já tava fora de si e dominada por um tesão estranho misturado com o proibido da situação, disse com a vozinha trêmula:
— Seu Severiano… toma… tô te dando de presente. O aniversário de 58 anos dele... respondeu a novinha gostosa, oferecendo os presentes. O velhote, todo feliz, aceitou e, depois de cheirar, quase sufocou de tanto rir. Guardou os presentes no bolso interno da jaqueta, como se fossem um troféu de verdade, e começou a beijar o pescoço dela de novo. O velho, percebendo como a novinha quase se contorcia de sei lá o quê, foi virando ela devagar até ficar de frente. Sem mais delongas, juntou a boca fedorenta dele com a boquinha fresca dela. Cielo Riveros recebeu o beijo mostrando que já tava doida por ele também, e provou isso subindo uma das coxas até o quadril do velho, empurrando ele por trás com a perna levantada pra deixar o corpinho bem colado. Seu Severiano aproveitou pra passar a mão à vontade naquela curva da coxa levantada, que dava passagem pra toda a curva da bunda macia da novinha. Depois de se cansar de apalpar aquela parte do corpo dela do jeito mais natural do mundo, pegou a mãozinha dela e levou até o volume dele, onde a novinha finalmente pôde sentir por conta própria aquela pica quente que já tava cutucando a bunda dela há um tempão, tentando atravessar a roupa e tudo. A colegial, enquanto ainda era beijada, a cada segundo se entregava mais àquela relação louca com o sogrão. Com a mãozinha, por cima da roupa, ela percorria e apalpava aquela pica nova que Seu Severiano tava mostrando, que não tinha nada a ver com o pau convencional que ela tinha sentido no Rodrigo dias atrás. Dava pra ver que o velho não era o pai biológico dela, pensou a colegial, percebendo que nem com a mão cheia conseguia segurar aquilo tudo, e quando passava a palma, parecia não ter fim. Seu Severiano, vendo como a garota tava animada, simplesmente ordenou:
— Tira ela pra fora, putinha... quero que você se ajoelhe como a gostosa que é e me chupe a pica, hahaha... lembra que hoje é meu aniversário. Meu aniversário, e você é o presente que meu enteado me trouxe, hahaha... o velhote de novo com a mãozona enfiada na buceta da putinha, se masturbando e esquentando ela pra não deixar a garota pensar direito.
Pela primeira vez em todo esse tempo, Cielo Riveros sentiu um toque de raiva do velho, ele não tinha que zoar o Rodrigo pelo que eles estavam fazendo, mesmo assim ela já tava com uma vontade imensa de ver com os próprios olhos o que o Dom Severiano tinha escondido nas calças, enquanto o velho continuava falando putaria pra ela ao mesmo tempo que tirava os dedos molhados da buceta dela pra depois ela mesma ver ele levando os dedos à boca pra lamber e chupar,
— Mmmmsssrrrpsss!!! — soou a bocona do velhote quando terminou de chupar os dedos enquanto avisava ela: — Que sabor gostoso você tem, garota, isso é um verdadeiro manjar só pra Deuses, aposto que o idiota do meu enteado ainda não provou você, hahahaha!!! Você tem um gosto delicioso, sua safada...
Cielo Riveros de pé junto do velhote e tão tarada quanto ele, como conseguiu, começou a desabotoar a calça dele, adorava o jeito arrogante que ele tava começando a tratar ela, e mais ainda a deixava excitada o velho lembrar ela a todo momento que ela era a namorada do enteado dele, só o fato de se sentir ela mesma como o presente de aniversário que o velho tanto esperava fez com que no corpo dela se formasse uma verdadeira bomba-relógio que a qualquer momento ia explodir, já quase sem pensar em nada, com os dedos trêmulos, ela abaixou o zíper dele abrindo tudo, pra depois meter a mão com vontade e agarrar a cobra grossa que o Dom Severiano tinha de pau e depois puxar pra fora na frente dela.
A garota ficou como hipnotizada e apavorada com a imagem absurda da pica que tinha diante dos olhos, tipo, aquilo que ela tava olhando e que a mãozinha branca dela não conseguia rodear não tinha nome, sentiu uma necessidade imensa de soltar aquilo pelo medo que tava sentindo, mas algo na mente dela se opunha a isso, forçando ela a se agarrar naquele venerável instrumento viril, claramente a consciência dela indicava que se das picas que já tinha provado antes a do dom Pedro era a maiorzona, essa aqui parecia que até ganhava dela, e não que o velho mecânico tivesse uma pequena, longe disso, era que simplesmente dom Severiano tinha uma monstruosidade, apesar da escuridão que reinava no lugar onde estavam dava pra ver ela quase em todo o seu esplendor, uma quantidade enorme de bile e saliva se formou debaixo da língua dela, já que ela sentiu instintivamente uma vontade danada de levar aquilo pra boca se é que cabia, como uma possessa foi se ajoelhando sem tirar o olho nem por um segundo daquela massa grotesca de carne que pulsava na frente dela e quando já ia pegar com a outra mãozinha também pra apalpar à vontade, notou que a música parou de tocar e que várias mulheres convidavam os convidados a ir pra mesa porque o jantar estava servido,
--Me levei a pica, vagabundaaa... hahahaha! isso fica pendente, mãezonaaa...!!, dizia dom Seve ao mesmo tempo em que tirava a cock das mãos dela e guardava de novo, e depois continuou, --Eu vou sair por uma porta dos fundos e dar a volta até chegar na frente da casa... vou dizer que tava comprando cigarro... e você se levanta... espera um pouco e sai se fazendo de sonsa pelo mesmo lugar que a gente veio, hahahaha...
Cielo Riveros, que ainda não tinha reagido, viu o velho Severiano desaparecer por uma porta de zinco tosca que ficava atrás do quintal e dava pra rua, rapidamente se levantou e arrumou o vestido, enquanto limpava os joelhos da terra onde tinha ficado ajoelhada, só então caiu na real que tinha acabado de dar a calcinha dela de presente pro padrasto do namorado, e que esteve a segundos de chupar a cock dele.
A colegial, aproveitando que a maioria dos convidados tava preocupada em se acomodar na A mesa que estava dentro da casa conseguiu sair sem chamar atenção, ninguém tinha visto nada mesmo. Totalmente envergonhada e arrependida pelo que ela mesma quase fez, ficou se perguntando como tinha deixado se levar e ser seduzida por aquele velho odioso que, desde que a conheceu, só fazia assediá-la e zoar o namorado dela sempre que podia. E bem na hora que chegava na área do comedor, foi abordada pelo Rodrigo:
— Cielo Riveros... cadê você, porra? Tô te procurando faz um tempão...
— Rodrigo... só tava pegando um ar... de repente me senti meio sufocada, e você tava tão ocupado...
— É, verdade, love — cortou o moleque. — Vou tentar me livrar daqui pra gente ficar um pouco junto.
A garota, que já tava com a cabeça mais fria, sabia que corria um perigo iminente se ficasse na festa do seu Severiano. Então pediu ao namorado:
— Rodrigo, juro que tô muito grata por você ter me convidado, mas acho que já vou pra casa... tô muito cansada...
— Mas, love, depois do jantar eu já vou estar livre... por favor, fica, e te prometo que a gente vai se divertir pra caralho... além disso, seu lugar já tá servido... vai lá comer...
— E onde a gente vai jantar?
— Eu vou comer na cozinha com a minha mãe... você vai naquela cadeira ali — disse o rapaz, apontando pra cadeira que ficava bem do lado do lugar do seu Severiano.
A menina, automaticamente e sem querer dar mais chance pro velho pensar que ela queria algo com ele, só respondeu ao namorado:
— Ah, não, Rodrigo... juro que não tô com fome... melhor eu ir com você pra cozinha...
— Juro que eu adoraria, minha Cielo Riveros... mas seu lugar já tá marcado — disse o namorado, enquanto praticamente arrastava a garota pra sentar do lado do padrasto, já que sabia que se não obedecesse o que o velho tinha dito, o mais certo era ele... se vingou com a mãe dele.
O jovem, embora não gostasse da ideia de sua namorada jantar ao lado do odioso homem com quem sua mãe tinha um relacionamento desde a morte do falecido marido, só queria minimizar os problemas em casa, além de não acreditar que o velho tentasse passar dos limites com a namorada na frente da esposa e de toda a família.
O jantar estava rolando quase normalmente, seu Severiano estava se esbaldando no dia do seu aniversário. A recente investida no quintal dos fundos de casa com a namorada do enteado o deixou num estado delirante de tesão. De soslaio, ele olhava pra mulherão gostoso sentada ao lado dele, e, de forma contínua, já se achando no direito, passava uma das mãozonas nas coxas macias da moça por baixo da mesa. Ela, disfarçadamente e pra não criar uma situação chata, tirava as mãos dele, tentando que ninguém percebesse o que tava rolando debaixo da toalha.
Assim o jantar continuou, onde Cielo Riveros quase não encostou no prato. Ela tava mais preocupada em tirar as mãos do sogro das suas coxas do que com qualquer outra coisa, ainda mais porque a grande maioria dos velhos na mesa tava mais comendo ela com os olhos do que a comida nos pratos. Enquanto isso, seu Severiano alternava os amassos com a vontade real de se enfiar debaixo da mesa, abrir as pernas dela e dar uma boa chupada de boceta ali mesmo, na frente de todo mundo. Ele pensava nisso devorando com os olhos o começo dos peitos dela, que estavam a centímetros de onde ele tava sentado. Se perguntava como tinha sido tão otário de não ter apalpado ou chupado eles, e saber que a garota tava sem calcinha e que ela tava no bolso da jaqueta dele praticamente deixava a situação quente e erotizada.
Até que, enquanto esses acontecimentos libidinosos rolavam, chegou a hora do bolo. Dona Maria, com outra velha que a acompanhava em todas as tarefas, colocou o bolo na frente de seu Severiano. com a velinha colorida com o número 58
já acesa pro velho apagar depois que todo mundo
cantou parabéns pra ele,
— O desejo…! o desejo!!, gritavam os compadres do véio com copo na mão, antes
dele soprar a velinha. O velho, com sua melhor cara de tarado, olhou fundo nos olhos verdes de Cielo
Riveros na hora que a mina olhou pra ele, e mandou telepaticamente que o desejo dele ela tinha no meio
das pernas dela, o que a guria captou na hora, ficando vermelha e
desviando o olhar pra qualquer canto da mesa com uma mãozinha nos lábios.
Quando a assustada e
apalpada novinha finalmente conseguiu se levantar da mesa, foi correndo
procurar o namorado, ia pedir pra ele levar ela em casa, porque as
experiências recentes, somadas à tesão que o seu Severiano tava na festa, e que ela bem sabia,
podiam fazer ela cometer uma loucura. Esse tempo todo sem provar uma boa rola depois
das fodas monstruosas que o velho Pedro tinha dado nela na foxy, e as
enrabadas brutais do mestre Tulio e do fuck you Juan, já tavam
cobrando o preço, ela quase queria que o seu Pedro a pegasse em
qualquer lugar e estuprasse ela na rua mesmo ou em qualquer beco
escuro do jeito que só ele sabia fazer.
Assim que Cielo
Riveros achou o Rodrigo, se acalmou um pouco, porque o jovem disse
que finalmente não precisava mais fazer trabalhos, enquanto o velho
Severiano, por mais que pensasse, não achava o jeito certo de
arrancar do enteado a doce novinha que era a namorada dele e que
umas horas atrás tinha estado a segundos de chupar a rola dele.
— Mas por que você não
quer entrar na festa?, perguntou o moleque pra namorada, já que ela tinha
pedido pra ficarem sentados no jardim da frente da casa,
— É que no meio de
tanta gente eu me sinto sufocada, Além disso, aqui sozinhos a gente pode conversar mais à vontade, mentia Cielo Riveros para o namorado.
Mas a verdade era só uma: embora já tivesse passado, ela reconhecia que há pouco tempo o seu Severiano, o odioso padrasto do namorado, tinha deixado ela mais que excitada. E agora, já mais calma e pensando com prudência, pedia a Deus que o velho não fosse ter a brilhante ideia de contar mentiras para o namorado. Daria um jeito de fazer com que Rodrigo não a convidasse mais para a casa dele. E, antes que o corpo a fizesse cometer alguma besteira, pensou que teria que dar ao seu Rodrigo o que ele tanto queria assim que ele pedisse de novo, não fosse o caso de seu Severiano se adiantar, pensava a confusa garota.
Foram necessários apenas alguns amassos e beijos fogosos para que o apaixonado rapaz começasse com suas insistências febris.—Amor… você já pensou naquilo que eu quero que a gente faça?, disse o moleque em um dos ouvidos perfumados dela.
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