Mi prima, mi novia por 10 días

Fala, galera! O que vou contar aqui foi algo real, tudo começou como uma brincadeira, mas se realizou. Minha prima, vamos chamar ela de Maria, 24 anos, morena, pele branca, rostinho bonito, gordinha, mas maravilhosa — um par de peitões e uma raba que sempre me deixou louco, além de um carisma foda. Desde moleca (eu sou 10 anos mais velho), a gente sempre falou muito de sexo; eu ensinei segredos e coisas que os caras curtem. Chegamos a trocar umas fotos, e tinha tanta confiança que ela deixava eu apalpar a bunda dela às vezes, e aqueles peitões gigantes, até que em alguns momentos ela se deixava levar e eu chupava eles. Mas só até aí, porque ela tinha muito respeito pela minha esposa. Sempre parávamos por ali, mas eu sabia que ela era mulher e tava tão tesuda quanto eu.

Umas vezes eu brincava de a gente viajar juntos, só nós dois, mas como se fosse namorados, e ela entrava na onda: "Hmm, que delícia seria", "Claro, ué, ninguém nos conhece, a gente transa em todo lugar, toda hora, mata a vontade e depois volta à vida normal". Sempre alimentando essa fantasia.

Por circunstâncias da vida, entrei em crise com minha esposa e acabei separando — não de vez, mas enfim. Foi aí que aproveitei e comprei duas passagens pro Brasil, na baixa temporada, e decidi surpreender ela. No começo, ela falou que eu era maluco, mas expliquei que não tava bem e queria que ela fosse comigo. Ela tinha um namorado, um cara bem otário, e disse pra ele que ia viajar a trabalho, e no fim topou.

Chegou o dia, combinamos tudo sobre as malas e tal, mas como primos. Já no caminho pro aeroporto, resolvi parar o carro e a gente se pegou de boca... "Bem-vinda às nossas férias." "Você é muito doido, hein?" — ela repetiu. Subimos no avião abraçados ou de mãos dadas, feito casal. Além disso, ela não tava acostumada com um homem carinhoso que tratasse ela bem; o namorado dela era muito frio e muito idiota, vivia jogando no PC. Chegamos no destino: um apartamento perto da avenida principal em Camboriú. E dali a gente se mandava pra vários lugares. Passeamos pelo centro, fomos em umas lojas onde compramos cervejas pra deixar no apê e aproveitei pra dar um biquíni pra ela, além de lingerie, uns conjuntinhos que me deixavam de água na boca. Comemos num restaurante e fomos pro apê... não queria ir direto ao ponto pra ela se sentir bem à vontade e solta. Tomamos umas brejas, colocamos uma música animada, dançamos e rimos pra caralho. Ela foi se trocar pra ir pra praia, meio sem graça, e eu falei que ia pegar uma jarra de caipirinha pra ela se trocar sossegada (tava doido pra comer ela, mas como eu disse, queria que ela se sentisse confortável). "Já volto", falei dando um beijo apaixonado nela. Ela me olhou e me agradeceu. Voltei com a jarra, vesti minha sunga e fomos com a bolsa térmica, uma caixinha de som e uma barraca de praia daquelas. Na praia, a gente se divertiu pra caramba, fizemos amizade com outros casais de argentinos. Bebemos drinks de todas as cores, dançamos, foi foda. Entrava na água como se fôssemos namorados, nos beijávamos e nos tocávamos muito, já não tinha como esconder a ereção. Passávamos protetor solar e eu aproveitava pra passar a mão nela toda, ela tava super quente. A tarde passou e voltamos meio bêbados os dois. Agora sim, peguei mais cerveja, bebemos e falei que ia tomar um banho. Abri o chuveiro e em dois minutos ouvi a porta: "Primo, posso fazer xixi?" "Pode, gorda", respondi... Ela foi mijar, eu espiei pelo box e ela tava tirando o biquíni. O corpo dela queimado de sol, linda demais, os peitos e a bunda dela, tudo pra mim... Ela entrou no chuveiro comigo, a gente se beijou e ela se abaixou e falou: "Quanto tempo eu tô desejando essa pica." Ela me chupava com uma puta desesperação, agora sim dava pra ver que ela tava solta. Virei ela e enfiei com tudo, ela gemia que nem uma puta e falava: "Sim, meu amor, te amo, te amo, porra, por que você é meu primo?" Virei ela, coloquei uma perna dela no bidê e continuei. Eu já tava doido pra encher ela de porra, então diminuí o ritmo, a gente se enxaguou um pouco e fomos pra cama. Agora sim, ela era toda minha. Deitei ela e comecei a... comer ela toda, os peitos, os bicos estavam bem durinhos. Fui descendo devagar até chegar na bucetinha gordinha dela, bem depilada e bem molhadinha... Fiquei um tempão mostrando pra ela tudo o que eu sempre contava que fazia com a minha patroa. Ela gritava de tesão até que senti que ela queria se soltar, e foi aí que eu meti mais língua ainda, e ela gozou feito uma putinha. Na volta, coloquei ela de quatro e comecei a meter devagar, enquanto segurava um dos melões dela e com a outra mão apertava a bunda dela. ISSO CONTINUA com mais aventuras e mais surpresas....

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