Fiquei dormindo pensando no cheiro da buceta da minha tia, mas ao mesmo tempo com medo de que isso escalasse pra algo mais sério, familiar ou legal. Mas, na real, aquele calor infernal só me fazia querer molhar o biscoito em qualquer buceta, e a vontade era tanta que nem lembrava da "gripe". Minha tia me chamou perguntando se eu ia tomar café, mas tava com uma atitude mais simpática. Ela disse que a gente precisava conversar porque nenhum dos dois tinha agido direito, e que ela não queria me causar problemas nem que eu causasse pra ela. Pra começar: "Você nunca vai me comer, e me desculpa por ser tão direta. Percebi que você encheu minhas calcinhas de porra, e isso me fez sentir que um homem ainda me acha gostosa." Quando eu ia falar que tava tudo bem, gostosa, ela me calou, dizendo pra deixar ela falar. Ela disse que entendia os jovens adultos, que se sentiu lisonjeada e ao mesmo tempo ofendida pela situação. Que é verdade que tava há tempos sem transar e não conseguiu evitar de provar a porra que deixei na roupa dela, por isso perdeu a cabeça e se masturbou. Mas que, se eu fosse capaz de guardar segredo, ela poderia me dar as calcinhas usadas dela pra eu bater uma, e que eu devolvesse na hora pra ela também se masturbar. E que esse seria nosso segredo, mas que eu não tentasse nada além, porque senão ela me picava toda com o facão. E eu, todo excitado, aceitei, ainda mais vendo que ela não tava de sutiã por baixo daquele vestido branco.
Quando ela aceitou, me disse que ninguém podia saber, porque amava meu tio e não ia estragar 30 anos de casamento por um moleque gostoso e tarado. Disse que aquilo era um jogo entre um jovem tesudo e uma coroa cachorra e insatisfeita, mas quando os outros chegassem, o jogo acabava pra sempre. Eu aceitei e coloquei minhas mãos na cintura dela, mas ela me deu um tapa e disse: sem tocar. Tirou o vestido, subiu na cama, empinou aquela bunda gostosa na minha cara e ficou brincando com a calcinha bem na minha frente.

Quando tirei ela, ela disse que queria me ver batendo uma na frente dela, já que eu tinha visto ela. Então topei e comecei a acariciar o rifle, olhando pra ela pelada no meu quarto, sozinhos. Não foi difícil bater uma, com a calcinha dela no meu pau. Quando gozei, salpiquei a perna dela. Ela se limpou com a mão e chupou os dedos. Falei que agora era a vez dela, e ela respondeu: "Tá de sacanagem? Esse não era o trato." Pegou a calcinha cheia de porra, saiu do quarto catando o vestido e mostrando a buceta. Saiu do quarto rebolando aquela raba — não deu outra, tive que bater mais uma.
Quando ela aceitou, me disse que ninguém podia saber, porque amava meu tio e não ia estragar 30 anos de casamento por um moleque gostoso e tarado. Disse que aquilo era um jogo entre um jovem tesudo e uma coroa cachorra e insatisfeita, mas quando os outros chegassem, o jogo acabava pra sempre. Eu aceitei e coloquei minhas mãos na cintura dela, mas ela me deu um tapa e disse: sem tocar. Tirou o vestido, subiu na cama, empinou aquela bunda gostosa na minha cara e ficou brincando com a calcinha bem na minha frente.

Quando tirei ela, ela disse que queria me ver batendo uma na frente dela, já que eu tinha visto ela. Então topei e comecei a acariciar o rifle, olhando pra ela pelada no meu quarto, sozinhos. Não foi difícil bater uma, com a calcinha dela no meu pau. Quando gozei, salpiquei a perna dela. Ela se limpou com a mão e chupou os dedos. Falei que agora era a vez dela, e ela respondeu: "Tá de sacanagem? Esse não era o trato." Pegou a calcinha cheia de porra, saiu do quarto catando o vestido e mostrando a buceta. Saiu do quarto rebolando aquela raba — não deu outra, tive que bater mais uma.
1 comentários - A tia gostosa do meu tio II