Vida Dupla (18)

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Vida dupla (18)Natalia começou a se vestir e já estava indo pro quarto dela quando eu a segurei.       O que você acha de tudo isso? – perguntei       Do quê?       Do papai, acho que a gente tem ele na mão – falei.       Sim, acho que sim – disse agora se esquivando       Qual é o seu problema, Naty?       Nada, nada       É por causa do que eu falei sobre a porra do pai?       Não repete isso, por favor" – ela me implorou.
Era óbvio que, quando a putaria baixava, minha irmã começava a se sentir culpada. Tinha que deixar ela esfriar e não tocar mais no assunto.       Vai dormir e fica tranquila.       Não fico tranquila, mas tchau.       Te quero – falei feito um otário.       Quêêêê?" – ela me olhou espantada.       Nada, tchau.       Tchau – ela me disse e fechou a porta.
No dia seguinte, tivemos a sorte de não trombar com o pai, nenhum de nós dois. Ele saiu cedo pra trabalhar, a Natália foi pra faculdade na correria e eu saí pra pedalar mais cedo que todo mundo. Quando voltei, só tinha a mãe, que também tava saindo.       Parabéns, Juan" – ela me disse ao me ver voltar com a bicicleta.       Por quê?       Você está fazendo muitas mudanças e muito positivas.       Valeu, véi       Ele me deu um beijo carinhoso na bochecha e foi embora.
Fiquei sozinho em casa e aproveitei pra começar a trabalhar depois de alongar um pouco. Quando já tinham passado alguns minutos e meu corpo tinha esfriado, fui tomar um banho. O banho foi bem relaxante, saí e fui trabalhar.

Depois de um tempo trabalhando, recebi uma mensagem de um cliente chamado Carlos Rosetti, que me surpreendeu. Depois de uma conversa longa, ele concluiu me oferecendo 80% a mais de salário se eu fosse trabalhar com ele. Não soube como reagir e fiquei muito nervoso. Sentia que seria uma traição ao Ricardo, meu chefe, se eu fosse embora, mas 80% a mais de salário era muito dinheiro. Isso me permitiria projetar outras coisas, como ir morar sozinho, por exemplo. Pedi pra ele me deixar pensar e que daria uma resposta na semana seguinte. Por outro lado, Rosetti era um cliente que eu atendia, e se eu fosse com ele, causaria um prejuízo pro meu chefe atual, que confiava cegamente em mim.

Lembro que trabalhei pra caramba pra não pensar nisso e terminei o dia exausto, mas, mesmo assim, tive muita dificuldade pra dormir.

No dia seguinte, me conectei e meu chefe perguntou se eu tinha um minuto pra conversar com ele. Que estranho, pensei. Ligamos as câmeras e começamos a conversar. Como se soubesse da oferta desse cliente, ele começou dizendo que estava muito feliz com meu desempenho e que queria me dar um novo espaço na empresa.       Espera aí – falei pra ela       O que foi?" – ele me disse, preocupado.       Antes de você continuar, quero te contar que um cliente me chamou pra trabalhar pra ele e não quero que você siga em frente sem saber disso.       E aí, já falou pra ele que vai com ele?       Nãããão, isso foi ontem. Não sei o que fazer, tô te falando a verdade – me abri.       Agradeço sua sinceridade, isso me mostra que posso confiar em você.       Valeu – falei pra ela       Bom, resumindo, minha ideia é ir morar nos EUA e montar algo enquanto mantenho o que tenho aqui, mas preciso que você seja meu parceiro na Argentina.       Não teria a menor ideia de como fazer isso – confessei de novo       Eu vou te ensinar tudo       Me dá medo, vou te falar a verdade.       Você não precisa ter medo, se se animar, pode ser muito benéfico pra você.       É que       Não sei o que a Roseti te ofereceu, mas te garanto que isso aqui é melhor.       Como é que você sabe que é o Rosetti? Eu não te falei quem era.       Não é difícil perceber quem podia ser.       Olha, faz o seguinte: amanhã vem aqui que eu te explico tudo nos detalhes e você pode decidir com calma.
Cortamos a comunicação e eu me senti com uma alegria que me atordoava. Não cabia em mim de tanta felicidade. Seja qual fosse meu futuro a médio prazo, economicamente eu ia ter uma melhora danada. Terminei uns trabalhos, um deles pro Rosetti, e fui comprar roupa. Tava saindo quando cruzei com a Natalia.
Na hora ela reconheceu minha cara de alegria.       Pra onde você vai tão contente?       Comprar uma roupa pra mim.       Quer que eu te acompanhe? – ela me disse.       Sim – eu disse.
Achei que era uma boa ideia. Ela tinha bom gosto, era mais nova e mais moderna. A assessoria dela ia me fazer muito bem.
Pegamos o carro e fomos pro shopping Abasto. Assim que entramos no carro, ela começou a perguntar o motivo da minha alegria, e eu contei com detalhes os dois projetos. Então você tem que ir muito bem apresentado amanhã, ela disse. Sim, concluí, e enquanto descíamos pela av. Almafuerte, passamos pelo hospital Churruca, depois pegamos a 24 de novembro e por fim a Anchorena até o Abasto. No caminho, fomos relaxando. Ela colocou música e me perguntou quanto era meu orçamento. Falei que não tinha problema com isso, mas que não queria comprar muita coisa porque pretendia perder mais 10 quilos. Você já está perfeito assim, ela me dizia.
Andamos pelo shopping e ela realmente me aconselhou muito bem. Me fez comprar uma calça chino (não sabia que chamavam assim, pra mim era social), uma camisa e um tênis bem estiloso. Passamos por uma loja de roupas femininas bem cara, e ela olhava sem empolgação. Eu disse, olhando fixamente pra ela:       Quero te dar um presente.       Não, aqui tudo é muito caro.       Não tô nem aí, posso – deixei claro pra ela       Não, não       Beleza, vamos entrar – peguei ela pela mão e não soltei mais.
Olhamos juntos e ela escolheu um vestidinho pra experimentar. A vendedora me olhou e senti um frio na barriga, porque não foi um olhar qualquer. Achei que era coisa da minha cabeça até ela falar: vai ficar muito lindo na sua namorada. Não é minha namorada, é minha irmã, falei na hora.       Vem cá, Juan, olha como fica em mim – ouvi a Natalia de dentro do provador.       Vamos ver
Ela abriu a porta e a filha da puta tinha tirado o sutiã pra experimentar. A vendedora se colocou atrás de mim pra olhar e encostou descaradamente uma teta nas minhas costas.       Tá gostando?" – minha irmã dizia.       Ficou perfeito em você.       Sim, sua irmã tem um corpo pequenininho, mas perfeito – disse a vendedora.       Como é que você sabe que eu sou irmã dela?" – quis saber a Naty.       Ele acabou de me contar isso" – disparou a garota
Eu pude ver o brilho do ciúme nos olhos da minha irmã. Ela olhou pra vendedora com ódio e me pegou pela mão, me enfiando com ela no provador. Eu não sabia que podiam existir provadores tão grandes, fiquei impressionada com o tamanho       Ajuda aqui a abrir meu zíper" – ela disse.       Sim, Naty       Você gosta da vendedora?       Tá muito bom, né?       Por isso você se apressou em falar que sou sua irmã?
A Natália tirou o vestido e ficou na minha frente dentro do provador só de calcinha. A situação era das mais excitantes e, pra piorar, ela sentou no banquinho e começou a abaixar o zíper da minha calça.       Para! O que cê tá fazendo?! – eu falei       Quero chupar sua pica aqui" – ela me disse, puxando-a rapidamente.       Espera a gente chegar em casa       Vai estar a mamãe ou o papai       Com licença – ouviu-se e a vendedora entrou no provador.
Instintivamente me afastei da Natalia e elas se olharam nos olhos, como que se medindo. Um silêncio constrangedor se instalou por alguns segundos. Natalia não disse nada e voltou a tirar minha rola pra fora da calça e a chupar. A vendedora ficou olhando. Eu não entendia o que tava rolando no shopping, mas tinha certeza de que voltaria ao Abasto em algum momento, e naquela loja específica. Não soube o que fazer, mas entendi que não teríamos muito tempo. A vendedora sacou a mesma coisa. Desabotoou a calça e, pegando minha mão, enfiou dentro da calcinha dela pra eu bater uma siririca nela ali mesmo.       Pajeia pra mim – ele ordenou no meu ouvido       Mmmmm siiiim – eu disse       Vai que eu gozo já – disse ela       Mmmmm – A Natalia chupava e olhava pra gente.       Aghhh ahhh ahhhhh já gozei, continua – dizia a garota que parecia ser muito prática na hora de sentir prazer.       Mmmmm que delícia – eu dizia enquanto me dedicava a aproveitar o boquete da minha irmã.       Mmmmm – A Natália se surpreendeu quando a mina abriu a porta e saiu rapidão.       Este provador está travado – disse e colocou uma placa       Mmmmm, goza na minha boca – ela disse, a Natalia.       Aghhhh aghhh siiiim – três jatos potentes jorraram dentro da boca da minha irmã, que não parava de chupar e chupar.
Em segundos, me recomponho e saio.
A mina me esperava lá fora com um sorriso. Ela deu um grito pra dentro:       E aí, como é que ficou?       Muito bem – gritou a Naty lá de dentro e saiu com o vestido na mão.       Você tá levando?       No vestido? Sim – disse minha irmã       E ele?" – disse ela, apontando pra mim.       Além disso, é meu irmão – disse Naty bem decidida.       Não acredito em vocês       Você vai nos cobrar?" – perguntou Natália.       Sim       Olha meu documento e o dele – e ela puxou o dela.
Eu, atrás dela, entreguei o meu e o cartão de crédito, e ela, conferindo, ficou nos olhando uma hora sem acreditar. Paguei e já tava indo embora quando a mina fala pra gente:       Nunca tinha visto uma irmã fazendo essas coisas no irmão dela.       Viu? E as coisas que a gente faz que você nem imagina – disse minha irmãzinha com um sorriso, e me pegando pela mão, saímos do lugar.

Fomos caminhando pelo shopping de mãos dadas feito dois namorados, e quase que a gente era, ou pelo menos parecia, porque não notei nenhum olhar estranho. Comemos na praça de alimentação, ela um hambúrguer e eu uma salada. Já tinha ficado tarde e começamos a descer a escada rolante em direção ao caixa do estacionamento.

Quando a gente vai pagar o estacionamento, ela me para e diz:       Não vamos até o carro deixar a bolsa e depois voltamos pra pagar.       Por quê?" – falei sem entender a lógica.       Porque quero que você me coma no carro, não aguento mais – ela falou com toda a naturalidade.
A piroca começou a subir na hora, e quando chegamos no carro já tava mais que dura. A Natalia não pensou duas vezes e se jogou no banco de trás.       Empurra os bancos pra frente – ele me ordenou       Vem cá – eu disse e abaixei a calça e a cueca juntas       Chupa meus peitos – a Natalia estava solta       Siiiiii       Me deixou com muito tesão chupar sua pica na frente de uma desconhecida.
Em dois segundos ela já tinha tirado a calça e a camiseta e estava montando em mim. Por ser tão pequenininha, ela conseguia se mexer muito bem dentro do carro. Começou a cavalgar em mim e a me foder com uma desespero que me surpreendeu desde o primeiro momento.       Aghhh aghhhh ahhhhh me come, isso isso isso, me come – ela implorava       Aquela vendedora te deixou com ciúmes? – falei pra ela       Sim, quero que sua pica seja só minha – dizia a Naty que cavalgava minha pica sem parar.       Você gostou de chupar minha pica na frente dela?       Siiiiim, pra caralho       E aí, ela vai saber que você era minha irmã?       Adorei, aghhhhh       Vai gozar? – perguntei pra ela       Siiiiiiiiiiihhhh ahhhhh ahhhhhhhhh       Eu queria que as duas me chupassem a pica—falei pra ela.       Aghhhh tô gozandooooooo aghhhhhh ahhhhhhaghhhh       Você vai me chupar com a Maria, sua amiga? – eu falei pra ela       Como você gosta de me perguntar um monte de coisa" – ela me disse enquanto me beijava       Quero saber, sou curioso
O carro não era o lugar mais confortável, então deixei minha porra pendente pra quando chegarmos em casa.
No fim, fiquei na minha e não rolou nada com minha irmã. Minha mãe tava dando voltas por perto e eu queria ir cedo encontrar meu chefe
(continua…)
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6 comentários - Vida Dupla (18)

Que hermana mas cariñosa. Se supera dia a dia
Gracias MilangaC abrazo locoooo
Los lei todos, moooy buenos!!
Gracias Valeeee, te invito a leer todos mis relatos
Gran relato y esa Naty está hecha toda una lokita