Olá, gente. Isso é parte da minha vida.
Olá a todos, o que vou contar foi quando eu tinha 14 anos. Hoje em dia, falta um ano pra eu fazer 18 e mais um ano de colégio. Moro com minha mãe e minha irmã. Meu irmão mais velho já casou e tem a casa dele. Infelizmente, meu pai foi embora com outra mulher e nos abandonou quando eu tinha 7 anos. Desde então, minha mãe arrumou outro parceiro, que mora com a gente hoje. Chamamos ele de pai Chuki. Ele tem 47 anos e é chaveiro. A oficina dele fica na entrada da cidade, e minha mãe é costureira.
Como já fazia um tempão que eu não via meu pai, fui me acostumando a viver sem ele e me apeguei cada vez mais ao meu padrasto, ou como a gente gosta de chamar, pai Chuki. Ele era divertido, nos tratava bem, vivíamos muito felizes com ele. Quando fiz 14 anos, comecei a perceber que pai Chuki dava mais atenção pra mim do que pra minha irmã. Ele era muito atencioso e carinhoso, me comprava coisas, às vezes me dava dinheiro, adorava me levar pra escola. Até que um dia, quando ele ia me levar pra escola, eu já estava pronta e entrei no carro dele. Notei que ele estava vendo uns filmes pornô. Eu fiquei normal, só olhei pra janela porque tava meio envergonhada e me sentindo desconfortável. Ele dirigindo até minha escola, enquanto puxava conversa sobre a escola, as tarefas e essas coisas. Eu só respondia. Até que chegamos no portão da escola, nos despedimos e eu fui correndo pras aulas. De tarde, minha mãe passava pra me buscar. Da minha parte, não contei nada pra ela sobre o vídeo que pai Chuki colocou. E assim terminou aquele dia.
Nos dias seguintes, foi a mesma coisa. Toda vez que pai Chuki ia me deixar na escola, ele colocava aqueles vídeos. E eu, aos poucos, fui perdendo a vergonha de ver aqueles vídeos. Ele, mais à vontade, ia me explicando o que faziam naqueles vídeos, e eu ficava surpresa com aquelas coisas.
Teve dias em que ele levava algum amigo pro trabalho, e eles também iam vendo aqueles filmes comigo, fazendo piadas com palavras de baixo calão que eu não gostava. ouvir, mas eu aguentava até chegar na minha escola.
E às vezes, quando minha mãe não podia ir me buscar na escola, o pai Chuki ia, ou ele pedia pra um dos amigos dele me pegar, e os amigos dele também colocavam aqueles filmes, alguns deles se tocavam nas partes e eu, tranquila e na minha, eles queriam me tocar, mas eu não deixava.
Tinha uns dias que minha mãe não estava em casa, e o pai Chuki aproveitava pra sair pelado do banheiro e andar assim pela casa. No começo, eu ficava com vergonha de ver ele daquele jeito, mas fui me acostumando, e aí a gente já brincava e tinha mais intimidade. A mesma coisa acontecia quando os amigos dele me levavam pra escola: eles me apalpavam e, de vez em quando, tiravam os paus pra fora e mostravam pra mim. Alguns até gozavam ali mesmo dentro do carro, e isso o pai Chuki não ia gostar.
As coisas já estavam ficando mais intensas pra mim. O pai Chuki e os amigos dele, toda vez que estavam comigo, passavam a mão em mim, levantavam minha saia e me apalpavam, ou tiravam minha calcinha e depois devolviam toda suja, cheia de porra. Muitas vezes estava toda molhada, e eu não tinha outra opção a não ser usar, e assim eu entrava na aula, molhava os bancos e me sentia super desconfortável. E assim os dias foram passando, uns bons, outros insuportáveis.
Até que um dia um dos amigos dele trouxe um vibrador. Eu já tinha 15 anos naquela época e não sabia o que era aquilo. O pai Chuki mandou um dos amigos dele dirigir, e ele e outro amigo foram comigo pro banco de trás do carro. Aí começaram com as apalpadelas e cócegas pra eu ficar animada e me deixar levar. O pai Chuki colocou aquele vibrador na minha buceta, e quando ligou, aquilo começou a vibrar e me deu um tesão tão grande que eu peguei no pau do amigo dele, e o pai Chuki enfiou o pau dele no meu cu. Fiquei tão excitada que comecei a gemer até dar um gritinho, e aí fiquei exausta, sem conseguir me levantar. O pai Chuki também gozou no meu cu, e o amigo dele ainda continuava de pau duro. Mas como já estávamos chegando na minha escola, tive que reagir e me arrumar, e o amigo dele enchendo meu saco, tentando tirar o leite enquanto me tocava, até que chegamos. Eu desci, tentei andar, mas minhas pernas estavam dormentes. Um deles ficou lá com vontade de gozar, não sei se conseguiu. Já de tarde, minha mãe me buscou na escola e assim terminou o dia.
Desde aquela vez, todos começaram a usar aquele vibrador pra ficar comigo sempre que podiam, porque alguns dias o pai Chuki me levava, ou às vezes minha mãe. Mas nas vezes que eu ia com o pai Chuki, quase sempre iam dois ou três amigos dele. E eu, enquanto isso, gostava cada vez mais, já estava virando um costume que não podia faltar.
Na maioria das vezes, a gente fazia no carro, porque em casa quase não dava: ou minha mãe estava, ou minha irmã, ou às vezes meus tios ou meu irmão de visita.
Espero que tenha sido do seu agrado. Em breve trago a continuação — são muitas coisas que já fiz com meu padrasto e os amigos dele.
Olá a todos, o que vou contar foi quando eu tinha 14 anos. Hoje em dia, falta um ano pra eu fazer 18 e mais um ano de colégio. Moro com minha mãe e minha irmã. Meu irmão mais velho já casou e tem a casa dele. Infelizmente, meu pai foi embora com outra mulher e nos abandonou quando eu tinha 7 anos. Desde então, minha mãe arrumou outro parceiro, que mora com a gente hoje. Chamamos ele de pai Chuki. Ele tem 47 anos e é chaveiro. A oficina dele fica na entrada da cidade, e minha mãe é costureira.
Como já fazia um tempão que eu não via meu pai, fui me acostumando a viver sem ele e me apeguei cada vez mais ao meu padrasto, ou como a gente gosta de chamar, pai Chuki. Ele era divertido, nos tratava bem, vivíamos muito felizes com ele. Quando fiz 14 anos, comecei a perceber que pai Chuki dava mais atenção pra mim do que pra minha irmã. Ele era muito atencioso e carinhoso, me comprava coisas, às vezes me dava dinheiro, adorava me levar pra escola. Até que um dia, quando ele ia me levar pra escola, eu já estava pronta e entrei no carro dele. Notei que ele estava vendo uns filmes pornô. Eu fiquei normal, só olhei pra janela porque tava meio envergonhada e me sentindo desconfortável. Ele dirigindo até minha escola, enquanto puxava conversa sobre a escola, as tarefas e essas coisas. Eu só respondia. Até que chegamos no portão da escola, nos despedimos e eu fui correndo pras aulas. De tarde, minha mãe passava pra me buscar. Da minha parte, não contei nada pra ela sobre o vídeo que pai Chuki colocou. E assim terminou aquele dia.
Nos dias seguintes, foi a mesma coisa. Toda vez que pai Chuki ia me deixar na escola, ele colocava aqueles vídeos. E eu, aos poucos, fui perdendo a vergonha de ver aqueles vídeos. Ele, mais à vontade, ia me explicando o que faziam naqueles vídeos, e eu ficava surpresa com aquelas coisas.
Teve dias em que ele levava algum amigo pro trabalho, e eles também iam vendo aqueles filmes comigo, fazendo piadas com palavras de baixo calão que eu não gostava. ouvir, mas eu aguentava até chegar na minha escola.
E às vezes, quando minha mãe não podia ir me buscar na escola, o pai Chuki ia, ou ele pedia pra um dos amigos dele me pegar, e os amigos dele também colocavam aqueles filmes, alguns deles se tocavam nas partes e eu, tranquila e na minha, eles queriam me tocar, mas eu não deixava.
Tinha uns dias que minha mãe não estava em casa, e o pai Chuki aproveitava pra sair pelado do banheiro e andar assim pela casa. No começo, eu ficava com vergonha de ver ele daquele jeito, mas fui me acostumando, e aí a gente já brincava e tinha mais intimidade. A mesma coisa acontecia quando os amigos dele me levavam pra escola: eles me apalpavam e, de vez em quando, tiravam os paus pra fora e mostravam pra mim. Alguns até gozavam ali mesmo dentro do carro, e isso o pai Chuki não ia gostar.
As coisas já estavam ficando mais intensas pra mim. O pai Chuki e os amigos dele, toda vez que estavam comigo, passavam a mão em mim, levantavam minha saia e me apalpavam, ou tiravam minha calcinha e depois devolviam toda suja, cheia de porra. Muitas vezes estava toda molhada, e eu não tinha outra opção a não ser usar, e assim eu entrava na aula, molhava os bancos e me sentia super desconfortável. E assim os dias foram passando, uns bons, outros insuportáveis.
Até que um dia um dos amigos dele trouxe um vibrador. Eu já tinha 15 anos naquela época e não sabia o que era aquilo. O pai Chuki mandou um dos amigos dele dirigir, e ele e outro amigo foram comigo pro banco de trás do carro. Aí começaram com as apalpadelas e cócegas pra eu ficar animada e me deixar levar. O pai Chuki colocou aquele vibrador na minha buceta, e quando ligou, aquilo começou a vibrar e me deu um tesão tão grande que eu peguei no pau do amigo dele, e o pai Chuki enfiou o pau dele no meu cu. Fiquei tão excitada que comecei a gemer até dar um gritinho, e aí fiquei exausta, sem conseguir me levantar. O pai Chuki também gozou no meu cu, e o amigo dele ainda continuava de pau duro. Mas como já estávamos chegando na minha escola, tive que reagir e me arrumar, e o amigo dele enchendo meu saco, tentando tirar o leite enquanto me tocava, até que chegamos. Eu desci, tentei andar, mas minhas pernas estavam dormentes. Um deles ficou lá com vontade de gozar, não sei se conseguiu. Já de tarde, minha mãe me buscou na escola e assim terminou o dia.
Desde aquela vez, todos começaram a usar aquele vibrador pra ficar comigo sempre que podiam, porque alguns dias o pai Chuki me levava, ou às vezes minha mãe. Mas nas vezes que eu ia com o pai Chuki, quase sempre iam dois ou três amigos dele. E eu, enquanto isso, gostava cada vez mais, já estava virando um costume que não podia faltar.
Na maioria das vezes, a gente fazia no carro, porque em casa quase não dava: ou minha mãe estava, ou minha irmã, ou às vezes meus tios ou meu irmão de visita.
Espero que tenha sido do seu agrado. Em breve trago a continuação — são muitas coisas que já fiz com meu padrasto e os amigos dele.
1 comentários - Sou o brinquedo sexual do meu padrasto