Deram na bunda da minha esposa

A empresa onde eu trabalho como vendedor estava lançando um produto novo e todos os diretores das filiais do mundo iam comparecer, então era impossível faltar. O lugar era espetacular, um salão imponente de um hotel de prestígio na cidade, com uma decoração magnífica e dividido em umas 30 mesas para dez pessoas cada, uma pista de dança no centro e um palco numa ponta. A mesa que nos coube não era das melhores, já que ficava no outro extremo do palco e atrás de uma coluna que atrapalhava a visão. Também não tivemos a sorte de dividir a mesa com conhecidos. Ficamos com outros quatro vendedores e suas respectivas esposas de filiais do interior do país. Como vocês podem imaginar, minha esposa desde o começo foi alvo de olhares de todos os homens do lugar, e quando digo todos, é todos mesmo, os jovens e os mais velhos devoravam ela com os olhos. Aquele vestido longo preto, justinho na cintura e no quadril, com as costas de fora, ficava uma maravilha nela, e principalmente os saltos altos destacavam a bunda gostosa dela em pé, que, como de costume, a Marce exibia sem vergonha nenhuma. A noite começou com um discurso chato do Diretor Geral da empresa e os aplausos de sempre no final. Serviram o jantar e rolou uma conversa fiada sobre trabalho com os colegas de mesa. A festa ia rolando e não tinha nada de divertido, pelo contrário, era bem tediosa e nada fazia pensar que a gente fosse se divertir em algum momento. Por sorte, depois que terminaram o primeiro prato, colocaram música pra dançar e isso animou mais o clima. — Vamos dançar? — pediu a Marce. Peguei ela pela mão e fomos pra pista, que, por não ser muito grande, estava bem cheia. A sensualidade com que minha esposa se mexia aumentou os olhares de todos os caras ao nosso redor e também dos que estavam sentados. Em especial observe que numa mesa que dava pra pista tinha alguém olhando bem fixo pra ela, melhor dizendo, olhando bem fixo pra Booty dela. Era um homem mais velho, uns 65 anos, grisalho e vestido bem elegante, com roupas finas, o que mostrava que era algum executivo da empresa. Era impressionante vê-lo parado, quase sem se mexer, só seguindo com o olhar a Booty que minha mulher rebolava no ritmo da música. Naquele momento, senti o quanto o velho tava desejando aquela bunda e, sinceramente, isso me agradou. Finalmente a noite tinha começado a ficar divertida, pensei. Considerei que alguém que admira a Booty da sua esposa daquele jeito merecia um agradecimento, e que melhor forma de fazer isso do que aproximar ela pra ele contemplar em toda sua expressão. Como as mesas estavam quase na borda da pista, foi fácil. Dançando e bem devagar, pra Marce não perceber, fui levando ela praquele lado até deixar a Booty linda dela quase colada na cara do cara. Imaginei que nessa posição o velho ia se fazer de distraído pra eu não notar a atitude dele, mas não, ele continuou com os olhos cravados no corpo da minha mulher, na mesma posição e sem nenhum disfarce. A situação já tinha me dado um princípio de ereção, e talvez por isso tive coragem de seguir em frente na provocação. Aproximei ela de mim, segurando pela Booty com as duas mãos, e dei um beijo profundo nela. Ela me olhou surpresa, sem desconfiar de nada. Eu sorri pra ela e continuamos dançando. Observei o velho e notei que ele tava me encarando. Senti como se ele perguntasse se aquilo tinha sido pra ele. Fiz um gesto com a cabeça que podia ser interpretado como um cumprimento, mas também como uma confirmação. Ele repetiu meu gesto e imediatamente baixou o olhar de novo pra bunda da Marce. Nessa hora, as luzes acenderam e a música parou. Confesso que voltar pra nossa mesa e sentar foi um alívio, já tava difícil disfarçar o meu Ereção.
—O que foi aquele beijo? —ela me perguntou.
—Nada, tive vontade de te beijar —respondi.
—Você foi muito efusivo e tinha um monte de gente olhando —disse ela.
—Ninguém nos viu —respondi.
Ela não disse nada, só riu. Enquanto comíamos o segundo prato, não conseguia parar de observar o velho. Ele estava sentado perto de um grupo de três homens e três mulheres com idades parecidas com a dele. Conversava e ria sem parar, e me surpreendeu que ele nunca olhou na nossa direção. Fiquei decepcionado, teria adorado que ele continuasse babando pela bunda da minha mulher.

A conversa entre os outros na nossa mesa era bem chata, o que fez a imagem dos olhos do velho cravados na raba da minha esposa voltar à minha cabeça. O episódio me excitava e eu já estava com uma ereção que, por sorte, sentado dava pra esconder. Enquanto isso, a Marce continuava conversando com uma das mulheres da mesa, sem suspeitar dos meus pensamentos.

As luzes se apagaram de novo e a música começou.
—Vamos? —Marce pediu, pegando na minha mão.
—Daqui a pouco —respondi.
Era impossível levantar, antes precisava baixar a tensão dentro da minha calça.
—Se importa se eu tirar ela pra dançar? —perguntou um colega de mesa.
—Não, de jeito nenhum —respondi.

Todos foram dançar e eu fiquei sozinho na mesa, então aproveitei pra trocar de cadeira e ter uma visão mais ampla da pista. Minha esposa dançava no mesmo lugar que tinha dançado comigo, mas o velho não estava na cadeira dele. Deve estar dançando, pensei, enquanto tomava um gole de vinho.
—Posso sentar? —ouvi atrás de mim.
—Claro —respondi. Era ele.
—Eu já não aguento mais esse pique, mas que estranho o senhor não dançar —disse ele.
—Daqui a pouco —respondi, tentando me recuperar da surpresa.
—Me chamo Marcos Acuña —disse, estendendo a mão.
—Jorge Prieto, prazer —apertei a dele.
—Em que seção da empresa o senhor está? —perguntou.
—Em vendas. E o senhor?
—Eu estou no conselho.
—Mas não se intimide, meu Amigo, aqui todo mundo é igual, ele riu.
— Nada disso, eu disse enquanto sorria.
— Além disso, eu tô sozinho e você tá com uma mulher gostosa, então são dois contra um, ele riu de novo.
— É sua namorada?
— Não, minha esposa.
— Ela é realmente muito gostosa e sabe disso, ele disse, enquanto apontava pra pista onde ela se contorcia sensual no ritmo da música.
— É sim, eu ri nervoso. Ele tinha ido direto ao ponto. Percebi que ele se sentia seguro, suspeitava que o show de antes tinha sido pra ele. A situação me deixava desconfortável, mas ao mesmo tempo me deixava com muito tesão.
— Esse vestido cai superbem nela, não acha?, ele me perguntou.
— Sim, respondi meio inquieto.
— Falo porque pude ver bem de pertinho há pouco, enquanto vocês dançavam.
— O quê?, olhei pra ele.
— O vestido, o que você pensou?, ele riu.
— Nada, nada, respondi ainda mais tenso.
— Posso te fazer uma pergunta sem você ficar ofendido?
Não respondi, só fiz um gesto afirmativo. Eu tava visivelmente nervoso.
— Você sabe se sua esposa tá de calcinha?
— Como?, perguntei com cara de desgosto.
— Desculpa se te deixei desconfortável com minha pergunta, não era minha intenção, ele se desculpou pela minha reação.
— Pergunto porque esses vestidos tão justos deixam ver as marcas das calcinhas, e fiquei observando um bom tempo a raba da sua esposa e não vi marca nenhuma, ele continuou.
O nervosismo se transformou em excitação. O velho tinha passado do ponto, mas em vez de ficar puto, o joguinho me animou, afinal, eu tinha começado tudo.
— A verdade é que não sei, respondi.
— Talvez ela esteja usando uma fio dental pequenininha que entra na raba e não aparece, falei de propósito.
— Talvez, ele disse.
Eu esperava que a resposta o deixasse desconfortável, mas ele não reagiu.
— Descobre pra mim, eu gostaria de saber, continuou enquanto me deu a mão e foi embora, voltando pra mesa dele.
É uma raposa velha, pensei, ele passou a bola pra mim pra ver se eu queria continuar o jogo. Lamentei que ele tivesse ido embora, aquele papo me deixou com muito tesão. Continuei seguindo com o olhar. Ela sentou de costas pra Marce, sem olhar pra ela, e continuou a conversa animada com os colegas de mesa. Eu fiquei sozinho de novo, mais excitado do que antes e sem ter certeza se queria continuar com aquela diversão perigosa. Pouco depois, a música parou e todo mundo voltou pra mesa. — O que houve, por que não veio? — Marce perguntou. — Tava com vontade de te ver daqui — respondi sorrindo. Ela riu e me deu um beijo. — E o que viu? — Vi que não aparece marca de roupa íntima em você — sussurrei no ouvido dela. — Percebeu, né? — ela riu. — Com esses vestidos não dá pra usar — respondeu com voz safada. — Nada de nada? — perguntei. — Nada de nada — respondeu sorrindo. — Te incomoda? — continuou. — Não, de jeito nenhum — falei. Os garçons vieram servir a sobremesa e a conversa foi interrompida. Reconheço que tava excitado demais com a situação e isso não me deixou pensar direito. — Vou ao banheiro, já volto — falei. Tive que fazer um esforço pra andar por causa da ereção que tava. Por sorte não tinha muita luz, então consegui disfarçar bem. Fui direto pra mesa do velho e, ao passar por ele, me aproximei e falei no ouvido: — O senhor tava certo. Ele só me olhou, e eu segui pro banheiro. Entrei num cubículo e baixei a calça, já não aguentava mais a pressão no meu pau. Como a ereção tava total, aproveitei pra bater uma, lembrando do olhar do velho na bunda da minha mulher. — Sr. Prieto, o senhor tá aí? — ouvi enquanto a água de uma torneira corria. Ele tinha me seguido até o banheiro, era lógico, mas mesmo assim me deixou meio excitado. — Tô — respondi. — Me desculpe incomodar, mas queria ter certeza se entendi direito. — O senhor quis dizer que sua esposa tá pelada por baixo do vestido? — perguntou. — Completamente — falei enquanto batia uma freneticamente. — Ah, olha só. — Me diga, o senhor acha que sua esposa vai querer comigo? Um arrepio frio desceu pela minha espinha, fiquei em silêncio. — Dançar, quero dizer. — Tería que perguntar a ela — falei, já muito Agitado.
—O senhor não teria problemas, né?
—Não, foi a única coisa que saiu da minha boca.
—OK, depois vejo você.

Só quando ouvi a porta principal do banheiro se fechar é que relaxei. Ajeitei minha roupa, lavei as mãos e o rosto tentando me refrescar um pouco e voltei pro salão. Quando passei pela mesa dele, o velho nem me olhou.

—Como demorou, — disse a Marce.
—É que alguma coisa que comi não caiu bem, — falei como justificativa.
—Tá visível que você tá muito vermelho, quer ir embora? — ela perguntou.
—Não, por enquanto aguento, qualquer coisa te aviso.

Eu continuava explodindo de tesão, queria que aquela festa nunca terminasse. Tava adorando esse jogo sem minha esposa saber e com a vantagem de terminar quando quisesse.

Quando a música começou de novo, todo mundo da nossa mesa foi dançar.
—Ainda tá se sentindo mal? — ela perguntou.
—Verdade, não tô muito bem, mas vai dançar se quiser.
—Se o senhor quiser, pode dançar comigo, — ouvi atrás de nós.
—Meu nome é Marcos, prazer, — ele continuou, estendendo a mão pra Marce.
—Marcela Prieto, prazer, — ela disse.
—Com seu marido já nos conhecemos, não é?
—Sim, claro, e com certeza eu empresto ela, — falei com um sorriso.
—Não te incomoda, amor? — ela perguntou com cara de confusa.
—De jeito nenhum, vai, enquanto eu me recupero um pouco.

Ela me deu um beijo e foram, ela na frente e ele atrás com o olhar cravado na bunda dela.

De novo troquei de cadeira pra poder apreciar melhor os dois, tinha certeza que a Marce, com o quanto ela gosta de provocar os caras, ia enlouquecer o velho.

Não me enganei. Depois de um tempo dançando de frente, ela se virou e começou a rebolando a bunda, o velho sem disfarçar cravou os olhos naquele rabo de novo, olhou pra mim e falou algo no ouvido dela. A Marce me olhou e riu, se posicionando de novo de frente pra ele.

Eles se aproximavam, cochichavam algo, riam e continuavam dançando. Já a ereção tava me causando dor, precisava fazer alguma coisa. Como a zona de... As mesas estavam escuras, me cobri com uma parte da toalha, abri o zíper da calça e tirei o pau daquela prisão. Me masturbava devagar pra ninguém perceber nada. Tava realmente na esperança de que rolasse algo mais, mas não foi assim, o velho se comportou como um cavalheiro, só continuaram dançando e, quando a música acabou, ele acompanhou ela até minha mesa, se despedindo dela e de mim com um obrigado. Pensei que tudo tinha acabado ali; ledo engano. —Vi que você se divertiu, falei. —Sim, Marcos é muito simpático, ela respondeu. —E ainda tem um perfume muito gostoso, continuou. —E também deixou ele louco, falei sorrindo. —Sim, ele deu a entender, ela riu. —É? Como? —Num momento, virei de costas pra ele e ele sussurrou no meu ouvido pra eu me virar, que era velho mas não de ferro e que você tava me vigiando, disse com cara safada. —Vi sim, e vi que você se virou na hora. —Te prometi que ia me comportar, né. —Eu cumpro minhas promessas, sorriu. —O velho te deixou com tesão?, quis saber. —Eu cumpro minhas promessas, repetiu sorrindo e me deu um beijo carinhoso. Os olhos dela diziam tudo, ela tinha adorado provocar o velho, dava pra ver que tava excitada. Não me surpreendi, eu sabia o quanto ela gostava daquilo. —Vou no banheiro, já volto, falou. Segui ela com o olhar, quando passou do lado do velho, arrebitou mais a bunda, apostaria que faria isso, e continuou andando. O velho não conseguiu desviar o olhar, cravou os olhos naquela raba empinada até ela sumir atrás da porta do banheiro. Depois me olhou, se levantou e se aproximou. —Peço desculpas, ele disse. —Por quê?, perguntei. —Por não conseguir parar de olhar pra raba da sua esposa, falou num tom calmo. —Espero que me entenda, na minha idade, só saber que essa bunda linda tá nua por baixo do vestido já me excita, continuou. —Não esquenta, isso acontece comigo direto, respondi. —Aliás, me lisonjeia que admirem minha mulher, continuei. —Fico feliz que não se importe. —Acha que ela se importaria?, perguntou. —Com o quê? —Mostra essa bucetinha pra mim. —Já mostrou na pista, falei. —Ele não entendeu, perguntou se ela se importaria de mostrar a bucetinha sem o vestido, disse bem seguro. Um suor escorreu pelas minhas costas, meu nível de excitação já não me deixava pensar direito. Não respondi, meu silêncio deu espaço pra ele continuar. —Não acha que seria excitante pra você ver sua esposa mostrando a bunda nua pra um velho como eu?, prosseguiu. Não soltei palavra, só olhava a pista, enquanto ele continuava falando comigo discretamente. —Vou deixar você pensar, se achar possível me avise, disse, e começou a caminhar de volta pra mesa dele. Não só achava possível, como queria que acontecesse, pensei. Tava certo que não ia ser difícil convencer a Marce, ela adora essas coisas. Se não fosse pela educação e compostura do velho, talvez tivesse deixado passar a oportunidade, mas aquilo e o fato de eu estar com o pau duro falaram mais alto e eu tava disposto a fazer. —Você não sabe quanta gente tinha no banheiro, a Marce me disse quando voltou. —É claro, vão todas juntas, falei, como pra disfarçar meus pensamentos. —Tá se sentindo melhor?, ela perguntou. —Na verdade não, tava pensando em te falar pra gente ir embora, respondi. —É? Que pena, ela disse. —Bom, vamos, sem problema, continuou. —O Marcos pediu pra gente dar uma carona até a casa dele, te incomoda?, perguntei. —Você acha? Não te vejo bem, ela disse. —Fica no caminho e ele é um diretor, não posso dizer não, comentei. —OK, vou pegar os casacos no guarda-roupa, já volto, ela disse. —Vou avisar o velho, falei. Cheguei na mesa dele, ele se virou pra me dar atenção. —A gente já vai, nos acompanha?, perguntei nervoso. —Claro, me respondeu com um sorriso. —Esperamos na porta, falei e me retirei. Nos sentamos no meu carro, o velho no banco de trás e partimos. —Que perfume gostoso, foi a primeira coisa que minha mulher comentou, enquanto o aroma tomava conta do carro inteiro. —Obrigado, ele respondeu. —Fico feliz que tenha gostado, continuou. —O — O seu também é muito bonito e sugestivo — disse ele.
— Obrigada — respondeu ela com um sorriso.
— Vocês moram longe?
— Não, aqui a umas dez quadras — respondi.
— Pena que você esteja se sentindo mal, eu adoraria continuar conversando com um casal tão simpático — disse o velho enquanto me observava pelo retrovisor.
— Outro dia a gente te convida pra jantar — falou a Marce.
— Não estou tão mal assim, não é pra tanto. Você gostaria de entrar pra tomar um café? — perguntei.
— Se sua esposa não se importar, adoraria.
— Não, por favor, como vou me importar? — disse ela, me olhando desconcertada.

Acelerei o caminho pra casa enquanto meus pensamentos me invadiam. Eu estava muito excitado e queria chegar o mais rápido possível. Guardei o carro na garagem e fomos os três em direção ao elevador. Mais uma vez, o perfume do velho encheu a pequena cabine.

— Você precisa comprar um perfume igual a esse, é muito estimulante — sugeriu a Marce.
— É bonito — falei.
— Acha estimulante? — perguntou ele.
— Muito — respondeu ela.
— E o que te estimula? — continuou ele, olhando pra ela com desejo.
— Ah, tanta coisa — respondeu ela, rindo.

Ele riu. Eu era só um observador daquela conversa de sedução. Convidei ele pra se sentar nuns sofás macios que temos na sala. Eu sentei na frente dele, enquanto a Marce foi pra cozinha preparar o café prometido.

— Sua esposa já sabe? — ele me perguntou.
— Sabe o quê?
— Que você me trouxe pra ela me mostrar a raba.
— Nada disso — respondi, inquieto.
— Acha que vai ser possível? Ela não vai desistir, né? — perguntou com um tom impaciente.
— Você veio pra ver a bunda da minha esposa, e ela vai te mostrar — respondi desafiador.
— Assim que eu gosto — disse ele, se acomodando no sofá.

Ele enfiou a mão no bolso interno do paletó e tirou um comprimido azul. Colocou ele na mesa, na minha frente.

— Se você me permitir, vou tomar esse comprimido. Na minha idade, a gente precisa de uma ajudinha, e com uma bundinha tão gostosa por perto, nunca se sabe — sorriu.

Entendi que ele fez isso pra ver como eu reagiria. Ele estava insinuando que não queria só ver a Marce pelada, mas também queria algo mais. Aceitei o desafio. — Amor, pode trazer um copo d'água que o Sr. Marcos precisa tomar um remédio? — gritei pra Marce me ouvir. Ele sorriu, e mesmo mantendo a compostura, deu pra notar uma expressão de desejo que eu não tinha visto nele a noite toda. Nessa hora ela voltou com o copo na mão. — Já tá esquentando, daqui a pouco fica pronto — disse enquanto entregava o copo pro velho. — A que a senhora se refere? — perguntou ele, engolindo o comprimido. — Ao café, ué, o que cê pensou? — falou rindo. — Cê deve ser bravo mesmo — continuou ela, sentando do meu lado. — Tá falando por causa do que conversei com seu marido? — perguntou ele me olhando. — Que conversa com meu marido? Sei não, ele não me contou. — Ah, desculpa, pensei que ele tinha te contado o que a gente falou na sala. — Não te contou, Prieto? — perguntou ele, se fazendo de desligado. — O que vocês conversaram? — quis saber ela, estranhando. — Só perguntou se cê tava de calcinha e eu respondi que não — respondi, visivelmente excitado. Deu pra ver no rosto dela que aquilo tinha mexido com ela, o brilho nos olhos entregou. O Marcos percebeu e aproveitou pra continuar: — Peço por favor que não fique brava — disse. — A senhora é uma mulher gostosa e é muito excitante pra mim saber que só o tecido fino do seu vestido cobre seu corpo, e especialmente essa raba tão linda — continuou. Ela me olhou e sorriu nervosa. — Seu marido achou excitante que a senhora tirasse o vestido pra mim, e eu realmente adoraria ver seu corpo pelado. A senhora se importaria? — perguntou. O rosto dela ficou vermelho, acho que por uma mistura de tesão e vergonha, não esperava que o velho fosse tão direto. Por uns segundos ficou tudo em silêncio. — Sei lá, cê me pegou de surpresa — disse ela. — Olha, dona Prieto, não fique mal, leva isso só como uma brincadeira. Seu marido vai curtir, eu vou curtir, e com certeza a senhora também vai. Ela vai adorar. Ela olhou pra ele e, timidamente, fez um gesto de concordância e aprovação. — Prieto, queria ver o senhor tirando o vestido dela, pode fazer isso? — perguntou. Eu me levantei, peguei na mão dela e nos afastamos um pouco do sofá. Fiquei de frente pra ela, e ela de costas pro velho. Lamentei que o Marcos não pudesse ver a cara de puta que a Marce tava naquele momento. Ele acompanhava a cena atentamente, sem nenhuma expressão. Devagar, puxei as alças do vestido dela e soltei. Não sei se foi pelo tipo de tecido ou pela maciez da pele da minha mulher, mas o vestido deslizou inteiro e caiu aos pés dela. — O que acha, Marcos? — me animei a perguntar. — Acho que sua esposa tem uma bunda linda — respondeu. — Obrigada — disse ela, virando a cabeça e procurando ele com o olhar. — Tire o vestido, mas deixe os sapatos, por favor — ele me ordenou. Fiz isso. Ela tremia de tesão, e eu, naquela altura, só esperava novas ordens. O velho continuava de terno e gravata bem arrumados, e me surpreendi que ele nem se tocasse por cima da calça. — Sr. Prieto, queria que o senhor mostrasse essa bunda do mesmo jeito que fez quando dançou na festa — disse. A Marce se assustou, mas não falou nada; o tesão dela já não deixava. Comecei a dançar devagar, peguei ela pela cintura e ela começou a se mexer de forma sensual. Bem lentamente, fui levando ela até a posição do velho, até colocar a bunda dela a alguns centímetros do rosto dele. Abaixei minhas mãos até os glúteos dela e repeti a cena do salão, dando um beijo longo. — Sr. Prieto, posso acariciar a bundinha da sua esposa? — perguntou. A Marce fechou os olhos, tava explodindo, eu não disse nada, só aproximei ela um pouco mais, até quase encostar a bunda dela no rosto do velho. Ele entendeu que tinha permissão e começou a apalpar suavemente os glúteos dela, enquanto a Marce empinava mais a bunda. Dei outro beijo nela e me afastei, não queria perder nada da cena. — Que pele linda a senhora tem, Sra. Pietro — disse ele, enquanto acariciava ela com delicadeza. Todo o corpo dela. — Obrigada, mal dá pra ouvi-la. — O senhor realmente tem uma mulher gostosa, Sr. Prieto, continuou dizendo enquanto enfiava a mão entre as pernas da Marce. — Eu sei, falei, enquanto ela nos presenteava com um gemido de prazer. — Ela tá toda molhada, Sra. Prieto, disse ele, olhando pra mão encharcada com os sucos dela. — Vira de costas, por favor, pediu. Ela obedeceu. Primeiro, ele acariciou os peitos dela, que já estavam com os mamilos bem durinhos, depois desceu as mãos pelo umbigo até chegar na buceta totalmente depilada. A Marce estava de olhos fechados e com a respiração ofegante. Eu abaixei o zíper da calça pra aliviar a pressão. — Calma, Sr. Prieto, tenha um pouco de paciência, já já o senhor vai ter tempo de se masturbar, ele sugeriu. Eu obedeci e fechei o zíper de novo. Ele continuou: — Sua esposa tem uma buceta linda, disse, enquanto enfiava os dedos delicadamente nela. — Mas essa buceta tem dono e é o senhor, e eu sou muito respeitoso com isso, falou enquanto tirava os dedos de lá. Eu e a Marce nos olhamos surpresos. — Não se espantem, por respeito ao marido, nunca pediria a buceta de uma mulher casada, continuou. — Agora a raba é diferente, sempre achei que bundas gostosas pertencem a todos os homens, disse enquanto virava a Marce de novo. Isso foi muito excitante pra mim, que tive que fazer um esforço pra não gozar. Também deu pra ver que fez efeito na minha mulher: ela mordeu o lábio inferior e ficou ainda mais corada. Ele colocou uma mão nas costas dela e a empurrou pra frente. Ela ficou de novo com a raba bem empinada a centímetros do rosto dele. — E essa bundinha tá bem a fim, não é, Sr. Prieto? perguntou ele, me olhando fixo, enquanto lambia dois dedos e os enfiava fundo no cuzinho dela. A Marce deu um gritinho de prazer, ele deixou os dedos um tempo lá dentro e depois continuou com movimentos lentos, enfiando e tirando. Deve ter feito umas dez vezes, o suficiente pra minha esposa, que entre gemidos, presenteou ele. O primeiro orgasmo. Tirei os dedos e dei um tapinha nela. —Fica tranquila, Sra. Pietro, ainda falta o melhor — falei com um sorriso. Ela continuava na mesma posição, bem agitada, um fio de líquido transparente escorrendo pelas pernas trêmulas. —Sr. Prieto, por favor, vá buscar algo pra sua esposa se limpar — ele disse. Saí da sala e fui até o banheiro pegar papel. Foi um alívio pra mim; consegui tirar o pau e me masturbar um pouco, arrumei a roupa e voltei, não queria perder nada. Voltei com um rolo de papel na mão, e lá estavam eles: Marcos parado na frente dela, com uma mão entre os glúteos dela, se beijando com tudo. —Desculpa, Sr. Prieto, mas sua esposa quis sentir meu perfume de perto. —Não é, Sra. Pietro? — ele perguntou. —Sim — ela mal conseguiu responder, e logo a língua do velho estava de novo na boca dela. Nunca tinha visto a Marce beijar outro com tanta paixão, a não ser eu. Dava pra ver as línguas se enroscando e trocando de boca. —Mostra pro seu marido como você gosta do meu perfume — ele dizia, e metia a língua de novo na boca dela. —Você é um homem de sorte, Prieto, sua mulher tem uma boca deliciosa — e voltavam a brincar com as línguas. Ficaram assim uns minutos. A cena era super erótica, e eu já precisava me masturbar e ter meu primeiro orgasmo. Por sorte, ele parou: —Sra. Prieto, preciso falar umas coisas em particular com seu marido, me desculpa um instante — ele disse. Ela concordou, meio confusa, e entrou no banheiro. —Olha, Sr. Prieto, queria agradecer por me deixar admirar e tocar o corpo lindo da sua esposa. —O senhor entende que isso não pode parar por aqui — continuou. Eu só assenti com a cabeça. —Vou comer sua mulher, e queria fazer isso na cama de vocês. O senhor teria alguma objeção? — ele perguntou. —Não — respondi, quase num sussurro. —Mas pode confiar em mim, mesmo essa buceta sendo muito gostosa, como eu disse, por respeito ao senhor, só vou meter no cuzinho dela. —É toda sua Sua, eu disse. — Muito obrigado, ele respondeu. — Outra coisa, Pietro, eu queria passar a noite toda nessa bunda. Você se importaria de dormir aqui no sofá? — perguntou. — Não, de jeito nenhum, respondi com um sorriso nervoso. — Agradeço de novo, disse ele. — Me mostra onde é o quarto de vocês? — pediu. Eu o acompanhei até nosso quarto. — Vai buscar sua esposa e traz ela pra mim, que o comprimido já tá fazendo efeito. Obedeci, fui até o banheiro. Ela tinha vestido um roupão e estava se tocando na frente do espelho. Dava pra ver que ela tava super excitada. — Oi, ela disse. — Oi, tá bem? — perguntei. — Tô, respondeu. — O Marcos quer que eu te leve pro quarto, ele pediu permissão pra comer essa buceta a noite toda. — E o que você respondeu? — perguntou enquanto se masturbava mais rápido. — Falei que essa buceta era toda dele, respondi enquanto enfiava um dedo no buraquinho dela. — Fiz errado? A pele dela se arrepiou, e eu tinha certeza de que não era de frio. Ela me deu um beijo ardente e pediu pra eu levá-la. Quando chegamos no quarto, o velho já estava meio despido, tinha tirado o paletó e a camisa. De novo, o perfume dele tomava conta do ambiente. — Colchão bonito, disse ele enquanto apertava com as duas mãos. — Vamos passar uma noite incrível, não é, dona Pietro? — perguntou. Ela só olhou pra ele com desejo. — Tira o roupão e os sapatos e deita na cama, por favor, continuou. A Marce obedeceu na hora e, completamente nua, se deitou de bruços. Eu me sentei numa cadeira ao lado da cama. O Marcos tirou a calça e a cueca, ficando totalmente nu. O físico dele era compatível com a idade, estava todo depilado e o pau dele, de tamanho considerável, já mostrava uma ereção forte. Ele se deitou de frente pra ela, acariciou as costas e a bunda dela enquanto beijava o pescoço. Ela procurou a boca dele e eles se enroscaram de novo com as línguas. — Viu, Prieto? Dá pra ver que sua esposa não mentiu quando disse que meu perfume excitava ela. — Vem cá, dona Prieto, cheira ele aqui. que costumo colocar mais quantidade, continuou dizendo enquanto guiava a cabeça dele em direção ao torso. Marce começou a beijar os mamilos dele e descendo lentamente até chegar no umbigo, onde enfiou a língua dentro. O velho gemeu pela primeira vez. Eu, que me masturbava freneticamente, não aguentei mais e tive meu primeiro orgasmo. Levantei para ir me lavar. —Aonde vai?, me perguntou Marcos. —Me lavar, falei, enquanto ela continuava brincando com o umbigo dele. —Espera que quero que veja como sua esposa chupa minha pica, disse. Marce virou a cabeça, me olhou e enfiou a rola toda do velho dentro da boca dela. Eu voltei pro meu lugar. —Como ela chupa bem, Sra. Pietro, disse enquanto segurava a cabeça dela com as duas mãos marcando o ritmo. Ficou assim uns minutos, a boca dela subia e descia no pau de Marcos enquanto alternava o olhar entre ele e eu. Num momento foi com a boca pros ovos dele. Deu pra ver que o velho adorou. Pegou no próprio pau e começou a se masturbar enquanto Marce brincava aquela área com a língua. —Que doce que é sua esposa, Sr. Pietro, disse entre suspiros. —Olha só o que mais encontra por aí pra lamber, Sra. Pietro, continuou enquanto abria e levantava as pernas. Ela não hesitou, desceu a língua até encontrar o cu do velho, que lambeu com prazer. —Isso, Sra. Pietro, se entretém com minha bunda, que depois me toca fazer o mesmo com a sua, disse se masturbando violentamente. Ver a cabeça da minha esposa enterrada no cu de Marcos foi tão quente que tive meu segundo orgasmo. —Falei que seu marido ia curtir, disse enquanto me apontava. Ela levantou a cabeça, me olhou com aquela cara de puta que só ela sabe fazer e voltou a enfiar a língua no cu do velho. Dava pra ver que o comprimido tinha feito efeito no Marcos, a rola dele tinha aumentado consideravelmente de tamanho e tava dura como um ferro. Eu tava exausto, precisava descansar um momento, então aproveitei que os dois estavam bem entretidos e fui pro banheiro pra me lavar. Não tinha passado nem cinco minutos e comecei a ouvir minha esposa gemendo feito uma louca. Me apressei pra voltar pro quarto. Lá estava minha mulher sentada em cima do Marcos, com a buceta enfiada até o talo no pau dele, cavalgando num ritmo alucinado. A cena me deu outra ereção total, tirei a calça, voltei pro meu lugar e comecei a bater uma com gosto.

— Que cu arrombado que a sua esposa tem, — disse o velho, quase inaudível por causa dos gritos da Marce.

— E parece que ela adora paus duros, não é, Sra. Pietro? — continuou enquanto apalpava os peitos dela.

Ela só gemia, procurou a boca do Marcos e meteu a língua enquanto continuava rebolando.

— Tô quase gozando, — disse o velho, com a respiração ofegante.

— Posso gozar dentro da buceta da sua mulher? — ele perguntou, olhando pra mim.

— Claro, — respondi com a voz trêmula.

A gente se olhou, eu e a Marce, enquanto o velho, entre gemidos, enchia o cu dela de porra. Foi demais pra nós dois, que gozamos juntos.

Ela ficou deitada em cima do Marcos.

— Gostou, Sra. Pietro? — o Marcos quebrou o silêncio.

— Muito, — ela respondeu, enquanto beijava ele.

— Teve uma boa vista daí, né, Sr. Pietro? — ele sorriu.

— O que você acha? — respondi, mostrando a porra na minha mão.

Nós três rimos. A Marce levantou, me beijou e foi pro banheiro.

— Putz, como sua esposa fode, o senhor é um sortudo, Sr. Pietro.

— Valeu, Marcos, — falei.

— O senhor já tá satisfeito? — ele perguntou.

— Bastante, — respondi com um sorriso.

— Vai descansar um pouco enquanto eu continuo metendo nessa buceta, não te incomoda, né?

— De jeito nenhum, só peço pra não fazer ela gritar muito pra eu conseguir dormir, — respondi com um sorriso.

— Isso não posso prometer, — ele disse, também sorrindo.

No banheiro, ouvi a água do chuveiro caindo.

— Escuta, ela tá deixando a bucetinha limpinha pra você continuar brincando com ela, — falei pra excitar ele.

Funcionou, o pau dele cresceu na hora. Peguei um cobertor e um almohada e me retirei pra sala pra montar minha cama praquela noite. Fui no outro banheiro me lavar, ao sair cruzei no corredor com a Marce que saía do dela, enrolada numa toalha e com o cabelo molhado. — Vai que o velho tá te esperando com a pica dura, falei. — Uf, ela disse mordendo o lábio inferior. — Acho que você tem pano pra manga, continuei. — Você não vem?, ela perguntou. — Não, tô exausto, vou dormir na sala, aproveita, respondi. — Valeu, te amo, ela disse. Me beijou e voltou quase correndo pro quarto. Deitei e dormi. Já tava amanhecendo. Não sabia quanto tempo tinha passado, não tinha relógio por perto, então fui ver o da cozinha. Tinha dormido duas horas e me surpreendi que tudo estivesse em silêncio, devem estar dormindo, imaginei. Sem fazer barulho, fui em direção ao quarto, a porta tava fechada, então com muito cuidado pra não acordar eles, abri. O quarto tava iluminado só com a luz da madrugada. Tinha imaginado errado, minha esposa tava de quatro com a cara apoiada no travesseiro e tinha a cara do velho enterrada na buceta dela. O espetáculo me deu uma ereção na hora. Marcos me olhou. — Oi, Prieto, acordamos você?, perguntou, e voltou a lamber sem esperar minha resposta. — Não, respondi. — Oi, love, ela me cumprimentou entre suspiros. — Oi, falei. Fui sentar na minha cadeira, precisava me masturbar de novo. — Não dormiram?, perguntei inocente. — Não me deixou, ela respondeu com cara de satisfeita. — Cê acha que é possível dormir do lado dessa buceta?, ele disse sorrindo. Inacreditavelmente, ele tava com uma ereção daquelas. Ela tava visivelmente cansada, mas feliz. — Mostra pro seu marido como tá a buceta, continuou o velho. Ela se aproximou e me mostrou o buraquinho dela todo dilatado. Nunca tinha visto tão aberto, sem exagero, cabiam quatro dedos sem esforço. — Olha como o Sr. Marcos deixou minha bucetinha, ela disse com cara de puta. — Agradece que ele não me fez doer nada, é muito atento, continuei sabendo que minhas palavras iam me excitar. —Valeu, Marcos, por cuidar da minha esposa, falei. —Por nada, ele respondeu, já entrando nessa conversa quente. —Por que não fica um pouco que agora é a vez da sua mulher, ele sugeriu. —O quê? perguntei. —Vem, Sra. Pietro, mostra pra ele como a gente brinca, ele disse enquanto se ajoelhava de quatro. Ela me deu um beijo e foi direto meter a cara na bunda do Marcos. Lambeu com gosto enquanto se masturbava com dois dedos na buceta. Ele gemia e também se tocava. Eu já tava com o pau doendo de tesão e precisava gozar. —Vem que a porra vai sair de novo, o velho falou. Marce se colocou de novo de quatro com a raba bem empinada, Marcos se posicionou atrás e enfiou a pica até o fundo. Ela deu um grito de prazer. Ele tirava e metia de novo inteira até que, pelo gemido dela, deu pra ver que tinha deixado mais uma carga de porra dentro. Se largaram exaustos e eu bati meu quarto orgasmo da noite. Voltei pra cama completamente moído e dormi. A luz entrando pela janela me acordou; pelo sol, imaginei que fosse meio-dia. Ouvi barulho na cozinha, me levantei e fui até lá. —Oi, dorminhoco, a Marce disse enquanto me dava um beijo gostoso. Tava sozinha, preparando café e umas torradas. Vestia uma camiseta branca que batia no meio da raba e uma calcinha fio dental preta quase aparecendo, e tava descalça. Olhei o relógio: era 13h25. —Oi, tudo bem, falei. —Cadê o velho? perguntei. —Tá no banho, respondeu. —Cê tá com cara de cansada. —Como você quer que eu esteja? Não sei como ele faz, mas o Marcos não parou a noite inteira. —E você adora, né, falei rindo. —Adorei mesmo, fazia tempo que não me comiam assim, ela riu também. —Como vai o casal lindo? ouvi atrás da gente. O velho tava vestindo um roupão meu, com o cabelo molhado. —Espero que não se importe de eu ter pegado um roupão, ele disse. —Por favor, imagina, respondi. —Bom dia, Sra. Pietro. —Como é que tá? — perguntei, e beijei delicadamente os lábios dela.
—Bem, muito bem — disse ela rindo.
—Sentem-se que o café da manhã já está pronto — continuei.
Nós nos acomodamos na mesa da cozinha e ela serviu as xícaras de café e as torradas.
—Linda noite que passamos, não é, Sr. Pietro?
—Muito agradável — respondi.
—Ainda bem que saímos daquela festa chata — continuei.
—Que vitalidade que o Marcos tem — disse ela.
—Sou treinado — ri.
—Com uns amigos da minha idade, a gente faz muito esporte.
—Além disso, costumamos nos divertir com umas bucetas gostosas e isso nos mantém jovens — riu.
—Já percebi — falei rindo.
—A senhora curtiu, não é, Sra. Pietro?
—Muito — respondeu, olhando para ele de forma safada.
—A gente tinha que repetir, não é, Prieto?
—Quando quiser — respondi.
—Gostaria de convidar vocês pra minha casa de campo no próximo fim de semana. Aceitam a ideia?
—Claro — disse ela —, a gente adoraria.
—Anota o endereço — pediu ele.
Marce procurou nos gavetões da cozinha uma agenda e um lápis, e se apoiou na bancada pra anotar. Pela posição, a camiseta dela subiu um pouco, deixando ver quase toda a bunda linda, coberta só pela micro fio-dental.
—Que vista maravilhosa a senhora está nos dando, Sra. Pietro — disse ele, cravando os olhos nela.
Ela olhou pra ele e riu, enquanto empinava a raba um pouco mais.
—Olha como sua esposa me deixa — ele me mostrou, abrindo o roupão.
Tava quase de pau duro.
—Já volto, Prieto — disse ele, tirando o roupão.
Ele se posicionou por trás dela e começou a beijar o pescoço dela. Ela respondeu esfregando a bunda no pau dele. Eu me masturbava de novo.
—Vamos mostrar pro seu marido como você gosta da minha porra? — sussurrou no ouvido dela.
Ela se virou, se ajoelhou e enfiou o pau inteiro do velho na boca. Chupou ele como só ela sabe fazer. Dava pra ver na cara do Marcos que ele não ia aguentar muito.
—Tá vindo — disse ele entre gemidos.
Marce não parou, só continuou metendo e tirando num ritmo frenético, até encher a boca dela de porra. Ele veio até onde eu estava. Ei, eu me olho com tesão e engulo tudo. Eu aproveitei e gozei na cara dela. A gente se lavou, se trocou e foi se despedir do Marcos na porta de entrada do prédio. — Espero vocês no sábado, ele disse. Acenou pra Marce e, quando apertou minha mão, chegou perto e falou no meu ouvido: — Venham de roupa esporte, mas isso sim, tragam ela sem calcinha.Deram na bunda da minha esposa

10 comentários - Deram na bunda da minha esposa

Buenísimo. Ahora el viejo le podría haber dado un ascenso jaja
BimaxM
Es uno de los relatos que mas me gustan, creados por el Usuario Mostrate de la pagina de todosrelatos! Es mi sueño conseguir un viejo asi para mi mujer, que solo quiera su culo, sea educado y se lo rompa 24/7
Ufff... que bueno está.
¿Ustedes no se masturbaron?
Muy excitante historia. Si bien un lector nos imaginó en esa situación, no es de las cosas que haríamos nosotros. Hace poquito estuvimos con un señor de 80 años, pero los 3. No me quedé afuera. El tercero no es mi remplazo. Cada uno tiene su morbo y está bárbaro que lo hayan disfrutado a su manera los protagoniztas de esta trremenda historia!
Dejamos 10!
no me digas que hay material con el abu de 80?
tremendo