Cielo River: Minhas aventuras sexuais com coroas 11-2


Cielo River: Minhas aventuras sexuais com coroas 11-2

Ao sexagenário professor, só de estar deitado nu com uma das suas alunas mais gostosas e bonitas, e pela emoção e tesão que a proposta descarada que estava prestes a fazer pra curvilínea Claudia lhe causava, o pau já estava começando a endurecer de novo. Então, sem pensar duas vezes, tratou de explicar qual seria o preço pelo segundo documento em questão.

— Me escuta bem, novinha, agora vou te falar qual é o preço do que você tá me pedindo. Isso tem várias condições… você vai ter que pensar bem, porque senão paramos por aqui. Claro que, antes de eu ir embora, seja qual for sua resposta, vou te dar mais uma fodida, hehehe. Claudia ouvia atentamente. — Já que você é tão gostosa e boa de cama… quero que, nesses 5 meses que faltam pra acabar o ano letivo, a gente continue transando pelo menos dois dias por semana.

Claudia, ao ouvir a sacanagem que o professor tava querendo, quase que automaticamente se afastou do corpo seboso de seu Tulio. Esse velho filho da puta tava exagerando no preço, pensava a agora aflita garota. Uma coisa era ela ter ficado com tesão por causa da bebida e do interesse de arrancar os certificados de notas dele, custe o que custar, transando com ele. Outra bem diferente era ela continuar se deixando foder como se fossem namorados, além de ele ser nojento e feio pra caralho.

— Nãooo!!… Eu não vou continuar transando com o senhor!! Quer dizer… o trato era só por hoje!!! — exclamou Claudia, que, diante de um pedido tão sem vergonha, voltou à sanidade na hora.

O professor degenerado, ao perceber que a aluna mostrava que não queria aceitar o que ele tava pedindo, se adiantou e puxou ela de volta pro corpo dele, apertando os peitos macios de Claudia contra o peito peludo e grisalho dele…

— Tá bom — respondeu o velhote. — Se não quiser, sem problema… mas isso não vai impedir que eu te coma de novo antes de ir, hehehe… Na segunda-feira você pode passar pra pegar seu certificado. Mas o outro, infelizmente, não posso te dar. Isso eu dizia com a única intenção de tentar tocar a parte interessada da mente da garota. Depois, começou a dar uma série de nojentas lambidas no rosto viçoso da Cláudia. A colegial agora sentia nojo de estar naquela situação com um velho de cara de réptil, quase sessenta anos, e pra completar, tê-lo deitado nu na própria cama dela, com ela nas mesmas condições.

A Cláudia pensava, bem na dela, que a trepada anterior com o professor não tinha adiantado muito. Até já tinha o certificado do primeiro semestre, mas isso não valia de nada se não conseguisse o segundo. Só que o preço que aquele nojento de olhos inchados estava cobrando era alto demais. Ela não se via dormindo duas vezes por semana com aquele velho pervertido e degenerado. Sabia que o homem já estava se preparando pra meter de novo, então a estudante de 18 anos já se ajeitava psicologicamente pra mais uma transa. Tinha aceitado que teria que dar de novo pro professor.

Já fazia vários minutos que o velho a provocava, fazendo movimentos como se já estivesse comendo ela. A cama já rangia gostoso, também se preparando pro que vinha.

O velho, com uma das mãos, apertava as mandíbulas dela, fazendo com que ela abrisse a boca pra ele enfiar a língua mórbida e pegajosa, e depois soltava. Por baixo das cobertas, ele passeava à vontade as mãos sebosas, percorrendo as maciez do corpo jovem e feminino que tinha ao alcance. A loira colegial sentia na barriga lisa a barriga suada e mole do velho se mexendo pra todo lado, na ânsia do dono de ficar o mais grudado possível nela. E no momento em que sentiu a ponta dura e quente da pica do amante ocasional entrar pela metade na buceta virgem dela, e ser novamente ajeitada de costas pra dar início ao acasalamento, disse pra si mesma: ... que tal sacrifício valeria a pena, já não tinha nada a perder e sim um certificado a ganhar...
— Aceito!! Ela soltou de uma vez e claramente.
O velho ficou paralisado por uns momentos diante da palavra mágica da garota descarada e interesseira...
— Jejeje... mas olha que interesseira você saiu, sua putinha malcriada... o velho continuava enterrado com só um quarto do pau na buceta dourada e apertada da Clau, — Mas você vai ver quando me interrompeu ainda agora eu não tinha terminado de te dizer qual é o preço... ainda faltava a outra metade e a mais importante, lindinha... tem certeza que vai dar conta do que eu pedir?
— Vou dar conta, professor... mas é que tenho medo... de engravidar, disse ela com sinceridade e entrecortado, enquanto ia abrindo as pernas pra ele montar mais confortável, a loira continuou... — A verdade... é que preciso do segundo certificado... mas me diga... qual é a segunda parte do trato?, perguntava com os olhos fechados e as lindas pernas abertas sentindo o delicioso formigamento que causava ter enfiado pela metade aquela tranca grossa de macho.
— Pois... se você tem medo de eu te engravidar... toda semana vou te dar um dinheirinho pra você comprar pílulas, jejeje viu?, tudo tem solução nessa vida... agora vou te dizer a segunda parte das minhas condições, sua putinha..., o velho enfiou as mãos por baixo dos ombros da Claudia pra segurá-la melhor, e mediu bem as palavras pra aluna aceitar o novo pedido... — Pelo que sei você é muito amiga da Cielo Riveros...
— Sim... mas... o que a minha amiga Cielo Riveros tem a ver com isso? Claudia sentia como o pau grosso do professor abria a boceta dela, já que ele tava ficando ainda mais duro e rígido do que na foda anterior, não queria se desconcentrar daquele estado gostoso, e era lógico se o velho se excitava até não poder mais só de pronunciar o nome Cielo Riveros.
— Por mais que você não acredite, sua amiga tem que ver em tudo isso, o velho enfiou mais um pouco, --Ohhhh mas que quentinha é sua buceta por dentro, coisinha gostosa!!!!
Claudia sentiu a leve entrada da pica, mas ainda não estava totalmente quente, embora já estivesse se sentindo muito gostosa. Seu professor a deixava intrigada, ela ainda se perguntava o que Cielo Riveros tinha a ver com tudo aquilo.
--Mas vamos... me diga!... o que você quer saber sobre ela?, repetiu Claudia, já meio empalada...
--Quero... que você me ajude a... comê-laaaaa!!, ao dizer isso, o velhote empurrou com força o já entregue corpo da jovem estudante, que recebeu e abrigou em sua vagina a pica do mestre Tulio em toda sua grossura e comprimento.
Claudia ficou chocada com tamanha solicitação, mil ideias passavam por sua mente, enquanto sentia o velho professor se deitar sobre seu corpo e começar a se mover lentamente, enfiando e tirando de forma oleosa e compassada, tentando aproveitar e sentir ao máximo as sensações gratificantes que sua pica provocava dentro da buceta da loira colegial.
A estudante empalada tentava de todas as formas organizar as ideias, se perguntava por que aquele velho tarado fazia tal pedido. Cielo Riveros era sua melhor amiga e por nada neste mundo ela faria uma barbaridade do calibre que aquele mesmo velhote, que naquele momento tinha a pica enfiada até o fundo do seu ser, estava pedindo.
As ideias voavam como borboletas loucas em sua mente, ela meditava sobre a vileza do pedido, ao mesmo tempo em que via imagens difusas de sua amiga do coração nua e empalada na pica daquele homem tão feio e degenerado. Não soube por que motivo, só de imaginá-la naquelas condições, sentiu uma vontade desesperada de abrir ainda mais as pernas, para que seu professor enfiasse ainda mais fundo do que já estava enfiado, e para poder sentir ainda mais gostoso do que já estava sentindo.
Por sua vez, o professor Túlio, montando e serrando o corpaço febril e curvilíneo da Clau, percebia que a garota aos poucos se perdia nas constelações do tesão. Sabia que o silêncio da loira era por algum motivo — se ela tivesse recusado a segunda leva de pedidos, teria feito na hora, pensava sem parar de empurrar o pau pra dentro. Viu ela de olhos fechados e lábios semiabertos, aproximou lentamente a boca nojenta de réptil da dele até os lábios da gostosa e meio quente garota. Ela não se mexeu, só abriu os lábios, e as duas bocas se uniram. As línguas se procuraram até se enroscar uma na outra. Assim, foram minutos deliciosos se agarrando e transando apaixonadamente, como se a última cláusula do contrato entre os dois já estivesse assinada.

No exato momento em que o velhote se preparava para se separar daquele beijo nojento de língua, com a clara intenção de continuar pressionando Claudia pra ela ajudar a concretizar um estupro com a doce Cielo Riveros — e que a resposta mais certa naquele momento mórbido e erótico seria um categórico sim —, o zumbido forte da vibração do celular da loirinha tirou o casal daquele estado prazeroso de excitação doentia.

Claudia, apesar do quanto estava sendo gostosamente comida, esticou a mão até o criado-mudo como pôde. Tinha que ver a mensagem que chegava, porque podiam ser os pais dela. De jeito nenhum queria ser pega na cama com o professor mais feio que existia no colégio. De má vontade, pegou o celular e conferiu, enquanto o velho não parava de empurrar firme pra dentro da buceta dela. A surpresa foi grande assim que leu a mensagem: era de Cielo Riveros, dizendo que chegava em 30 minutos na casa dela. Essa situação fez o tesão e o gostoso que ela tinha sentido sumirem na hora.

— Professor!… Sai!! A mensagem é da Cielo Riveros… e ela diz que chega a qualquer momento!!!…

O professor Túlio Teria dado a vida para não sair do corpo gostoso da Claudia, mas só de ouvir o nome Cielo Riveros reagiu com a pica já na mente e achou que seria o melhor momento pra convencer a interessada colegial a ajudar nos seus planos sujos.
Enquanto o estranho casal de amantes se vestia rápido na escuridão do quarto da Claudia, foi o homem quem começou a conversa…
— E aí, loirinha?… agora que a outra guria já tá chegando… vai me ajudar a convencer ou forçar ela a dar pra mim?, kkkk…
— Não seja cara de pau, seu velho porco!… não vou forçar minha amiga a fazer o que ela não quer… se não fosse porque preciso daqueles certificados, nunca teria feito isso com o senhor, disse ela enquanto dava os últimos ajustes no vestido preto curto,
— Kkkkkk… mas apesar das suas palavras, você gozou igual uma porca, até engoliu todo o meu ranho… hahahaha!!!
— Tava bêbada… só fiz por isso… agora me acompanhe até o jardim da frente pra esperar ela…
Depois de se posicionarem e ambos fumando no jardim da frente da casa, o tarado velhote do seu Tulio continuava na tentativa de convencer a estudante no seu pedido sem coração…
— Olha… vamos fazer um trato, guria…, dizia ele enquanto dava uma baita tragada no cigarro, — Se me ajudar a convencer ela e a gente conseguir… prometo que ainda esta semana te dou os dois certificados, e você se livra de ter que transar comigo pelo resto do ano… e se não der certo, a gente continua como está, ou seja, não vou mais pedir sua ajuda com a Cielo Riveros, mas isso sim, a gente se encontra pra foder duas vezes por semana como te falei agora pouco… o que acha? é um trato justo…
— Mmmm… não sei… acho que a Cielo Riveros não vai querer fazer isso com o senhor. Além disso, ela tem pouca experiência nessas coisas, dizia Claudia enquanto levantava o olhar pra todos os lados pra ver se a amiga aparecia…
— Então… Vamos tentar, gostosa... pensa bem!! São seus boletins de notas, assim você só teria que esperar o ano passar sem precisar se preocupar com provas e toda essa merda que te entedia tanto... hehehe. O velho professor era um degenerado de verdade, por algo era tão amigo do fuck you Juan, se ele quisesse poderia estuprar as duas juntas, mas essas meninas eram muito conhecidas na escola, e não estavam em situação de vulnerabilidade, como outras que ele simplesmente estuprava e batia à vontade, além de que o fuck you tinha tido sorte de pegar o diário da Cielo Riveros, mas ele não tinha nada para pressioná-la, ou como outras alunas que por um pouco de droga ou dinheiro deixavam fazer de tudo.
Claudia não parava de pensar no excelente acordo que o professor Túlio lhe propunha, mas era sua amiga de infância, ela não poderia fazer esse tipo de sacanagem, sabia que Cielo Riveros não era como ela, ou como suas outras amigas, enquanto continuava olhando para o canto do fundo, ouvia os constantes pedidos do professor degenerado para que ela intercedesse em suas intenções quentes de pegar o corpo da amiga de infância, pensou que se Cielo Riveros pelo menos fosse diferente, talvez tivesse aceitado, mas ela a conhecia bem, sabia que não aceitaria de jeito nenhum sair transando com qualquer um, ainda mais com um velho tão nojento, mas talvez fosse exatamente isso que faltava na sua amiga, despertar um pouco da sua personalidade ingênua, quem sabe até conseguisse tirar algo benéfico para ela nisso tudo, e fazer com que visse que a vida é cheia de oportunidades e situações para se aproveitar.
Esses pensamentos errados, somados à ganância da jovem, fizeram com que sua lealdade à amiga vacilasse um pouco,
— Vou tentar... mas não prometo nada, disse finalmente ao professor.
— Hehehehe... sabia que você aceitaria, já que é um acordo excelente, respondeu ele. respondo o degenerado de forma animada. O velhinho, só de pensar que talvez estivesse a minutos de se deitar com Cielo Riveros, já tava com a pica dura igual aço, só faltava a danada da garota chegar de uma vez, agora sim que não ia escapar, ele prometia, e já se imaginava que, se a situação fosse favorável, podia facilmente se deitar com as duas juntas, até já esfregava as mãos de tanta sorte.
— Eu falei que só vou tentar… ainda acho que a Cielo Riveros não vai querer fazer isso…
— Você só fala bem de mim pra ela, que eu cuido do resto… vamos fazer uma festinha de boas-vindas, cê tem algum licor aí?
— No armário tem outra garrafa de tequila fechada…
Seu Túlio lembrou claramente como a loira tinha ficado toda excitada com os tequilas que tomaram na feira, ele com o fuck you, e na mente dele vieram nítidas as palavras proféticas do fuck you João: “se a gente der de beber o tequila mais barato, esse par de putas não vai saber nem da foxy!!”…
— Escuta aqui, loirinha… quero te perguntar uma coisa, hehehe… sua amiga gosta de uns golinhos de tequila?
— Ufffff… ela ama… e eu também!! Não vai me dizer que vai preparar uns golinhos com sal? jijiji…
— Pois é exatamente isso que tô pensando, lindeza, e não se esforce muito com sua amiga, se ela não quiser, o que é que a gente vai fazer, disse o sortudo professor pra confundir a linda aluna…
Já eram três da madrugada quando a Cláudia viu um carro todo caindo aos pedaços estacionar na esquina da casa dela, seu Túlio tinha ido pra cozinha há alguns minutos cortar limões e preparar os copos, depois de um tempão viu que dentro do latão tinha um casal de namorados se beijando apaixonadamente, mas não conseguia ver os rostos, de longe via que o casal tava bem entretido fazendo sei lá o quê, finalmente viu que a mulher que tinha acompanhada de um homem cujo rosto ela não conseguiu ver, descia do veículo, e pela mesma janela do carona se despediam com outro beijo romântico de namorados, então viu que o carro velho deu a volta na mesma esquina onde tinha estacionado, até desaparecer algumas quadras abaixo, só aí percebeu que era a própria Cielo Riveros em carne e osso que tinham vindo deixar naquele carro caindo aos pedaços.
(Minutos antes no calhambeque do seu Pedro)
— Chegamos, putinha, hahahaha!!! Não pode negar que lá na oficina a gente se divertiu pra caralho, gostosa…
Cielo Riveros, por sua vez, só pegou suas coisas e já se preparava para sair do carro, quando foi agarrada com força pelo braço pelo velho,
— E que modos são esses, sua putinha de merda?! Acha que vai embora assim, sem se despedir do seu macho?!
— Seu Pedro… pelo amor de Deus… minha amiga está lá fora e não quero que ela me veja com o senhor, pode desconfiar de algo…
— Tá com vergonha, é, sua piranha de pau duro?! Lembra que desde hoje sou seu marido… sou eu quem te come!!! E mesmo que não goste, você é minha mulher!!! Então se despede direito… me dá um beijo de língua bem gostoso, senão sou capaz de te tirar do carro e te foder na frente da sua amiga e de todos os vizinhos que quiserem ver o show, então me convence que sou seu marido!!!
A colegial, sabendo que seu Pedro era capaz de fazer todas aquelas atrocidades que estava dizendo, aproximou sua boca fresca da do velhote, que ao recebê-la começou literalmente a devorá-la, praticamente chupando e tentando sugar tudo que ela tinha dentro do corpo, enquanto a jovem só se deixava levar. Depois daquele beijo nojento, finalmente poderia ir para a casa da Cláudia e esquecer as experiências traumáticas vividas naquela horrível noite de feira.
O beijo babado continuava, o velhote não queria se separar de sua jovem deusa que ele mesmo tinha se encarregado de estrear sexualmente pela buceta dela, queria ver o que ia rolar agora que tinha praticamente intimidado a colegial que tava de cama, mas na mente da pirralha de 18 anos já tava passando de tudo, Cielo Riveros se perguntava como ela era capaz de estar se beijando com aquele ordinário babaca, lembrou como o corpo dela tinha feito ela se sentir tão gostosa depois que o velhote tinha enfiado o pau na sua bucetinha virgem, e de fato naquele exato momento já sentia no meio das pernas aquele formigamento gostoso que prometia prazeres ainda maiores.
O nojento beijo foi aumentando de intensidade e ansiedade, as mãos do mecânico foram ganhando uma confiança descarada no corpanzil curvilíneo da tenra colegial, enquanto as línguas já se enroscavam uma na outra, o velhote já tinha passado ela pro banco dele e tava montada no colo, até já tinha levantado o vestido dela até a cintura, a garota tava muito nervosa porque tava sem calcinha, que tinha ficado destruída no lixo da oficina, sentia como o velhote agora, depois de soltar a boca dela, beijava o pescoço dela misturando com chupadas babadas na orelha.
Cielo Riveros tava paralisada porque percebia que o velho ordinário não tinha nenhuma intenção de soltar ela, e tava preocupada que a Claudia tivesse vendo tudo.
Por sua vez, o sem-vergonha do seu Pedro percebia como a técnica dele aos poucos fazia a tenra colegial, que ele mesmo tinha feito mulher há pouco tempo, ceder, sentia como a pele macia de Cielo Riveros se arrepiava, o toque e a suavidade eram incomparáveis, tudo nela era perfeito, a pele lisa e fina era um verdadeiro banquete pros Deuses, banquete que ele já tinha se servido sem convidar ninguém, o pau dele já tava pronto pra batalha de novo.
Cielo Riveros tava muito nervosa e agitada, sentia o armamento do mecânico duro e ereto, pensava que o velho a qualquer No momento em que ia meter, já que há alguns minutos não parava de esfregar o pau na buceta dela, muito a contragosto ela sentia aquela rola deliciosa que tinha estreado a vagina dela pela primeira vez, mas mesmo assim não ia permitir que aquele miserável homem manchasse o corpo dela de novo, ainda mais dentro de um carro velho e imundo.

Seu Pedro continuava beijando o pescoço dela e arranhando com a barba por fazer, de sei lá quantos dias. Cielo Riveros sentia nas próprias narinas o fedor de corpo sujo misturado com cheiros de graxa e óleo de mecânico, e isso, junto com os arrepios que o velho provocava com as lambidas, era uma verdadeira bomba-relógio. A pele dela não parava de se arrepiar. O mecânico foi descendo devagar as gengivas banguelas até chegar na altura dos peitões dela, que começou a beijar que nem um sem-vergonha por cima do vestido. A tesão do homem só aumentava.

Cielo Riveros mal participava do que estavam fazendo com ela, só ficava de olhos fechados, tentando mandar a mente parar de fazer ela se sentir tão gostosa. Já tava claro o que ia rolar se ela não controlasse a situação, mas ela se deixava levar. Sentia o velho mecânico beijando ela na boca e no pescoço, onde encontrava uma receptividade especial, já que aquela parte erógena do corpo dela era a que mais fazia ela se sentir gostosa no começo.

Enquanto as mãos calejadas do mecânico bruto subiam devagar pelas coxas dela, sentindo e acariciando por completo aquela pele maravilhosa e sedosa até chegar naquele pedaço majestoso e enorme de rabo, ele não aguentou a vontade de dar uma palmada firme e forte. Levantou a mão pra pegar impulso e de repente acertou ela – Plaaaffffff!!!!! A palmada forte ecoou abafada dentro do carro. Cielo Riveros só se jogou no ombro dele, aguentando a dor da pancada na carne. O cabelo preto e sedoso dela se enroscou nos fios grisalhos e crespos que ele tinha. O velho atrás das orelhas dela, longe de assustá-la, só a deixava mais excitada.
O velho começou a beijá-la na boca de novo, alternando com chupões nos peitos, e conforme a intensidade dos beijos indecentes aumentava, a participação de Cielo Riveros também crescia, principalmente nos carinhos — ela apertava a cabeça de seu Pedro contra os peitões dela. O carro inteiro já cheirava a cachaça e sexo do bom, o cheiro de buceta adolescente e pau de velho tomava conta de tudo.

O melhor de Cielo Riveros para seu Pedro naquele momento era o olhar dela — os olhos verdes brilhavam na semi-escuridão do carro velho, semi-cerrados, parecendo implorar pro velho continuar com tudo que ele tava fazendo. Mas o mecânico agora só olhava pra ela com aquele sorriso debochado (muito parecido com o do irmão dele, Cipriano, aliás). Cielo Riveros pensou que o homem esperava que ela tomasse a iniciativa. Muito humilhada e querendo que o que o nojento do velho queria acontecesse o mais rápido possível, foi abaixando o zíper do macacão até a altura do pau dele, olhando pro teto do carro como sinal de verdadeiro suplício, e começou a pegar na vara dele pra bater uma antes da invasão. Mas no exato momento em que apalpou pra tirar o pau do esconderijo, o velho deu um tapa forte na cara dela, jogando-a no banco do lado.

— Kkkkk, e quem te deu permissão pra pegar no meu pau, putinha?! Kkkkk! — ria o miserável de puro prazer em humilhar ela daquele jeito. — Tá vendo como você é uma putona mesmo pra essas coisas?! Kkkkk! Ia adorar meter o pau em você de novo, mas tenho que voltar pro trabalho. Então, como a outra vagabunda já tá te esperando, cai fora daqui agora… sai do meu carro, seu pedaço de puta!!!

Cielo Riveros não sabia o que pensar. Achava que o que o mecânico realmente queria era comer ela de novo, e até reconhecia que Ela tinha se excitado com o velho e por um momento até pensou em querer sentir a pica dele dentro do corpo dela de novo, mas parecia que ele também curtia humilhar ela daquele jeito. Os olhinhos verdes dela se encheram de lágrimas, agora ela odiava ele com toda a alma.

— E tá me olhando com essa cara de puta arrependida?! Falei pra você sair do meu carro agora mesmo!! Cai fora, eu disse!! Vaza daqui ou você quer que eu te bata pra entender?!

Cielo Riveros viu a cara de seu Pedro contraída de raiva, aquele velho era o próprio demônio em pessoa, pensou consigo mesma, tremendo de medo. Desceu com movimentos descoordenados. Assim que ficou do lado de fora, foi o próprio mecânico quem abaixou o vidro do carona, esticou a mão e puxou ela agressivamente pelos cabelos, trazendo ela pra perto.

— Me escuta, puta!!! Você tem que ficar de olho no seu celular porque um desses dias eu vou te ligar pra te estuprar, e se você não atender, vai ter que aguentar as consequências… A sua amiga puta a gente vai usar mais pra frente, tô te falando pra você ir se preparando. E lembra que eu tenho todos os seus dados pessoais, então se você não for onde eu mandar, eu mesmo vou te buscar na sua casa ou na sua escola. Tá clara, princesinha?

Cielo Riveros, com um medo genuíno, concordou com a cabeça. O velho, como despedida, deu três lambidas nojentas no rosto dela e depois cuspiu na cara dela, terminando com:

— Agora some da minha frente, cadela!!!

Cielo Riveros só conseguiu dar alguns passos quando sentiu o carro velho dar partida. Ela viu ele andar só alguns metros e fazer o retorno, cantando pneu, até que finalmente sumiu da vista dela. Ela se sentiu um pouco aliviada, finalmente aquele monstro sumia da vida dela. Pensou que agora, enfim, poderia descansar. Com as duas mãozinhas, limpou o cuspe que o velhote tinha cuspido no rosto dela como despedida, e ainda meio tremendo, começou o caminho até a casa da Cláudia, que ficava a a uma quadra de onde tinham deixado ela.
Enquanto andava, tentava se acalmar, não queria de jeito nenhum que a amiga percebesse o que tinha acontecido, inventaria qualquer situação, já que suas coisas e problemas pessoais ela não compartilhava com ninguém, ainda mais sendo desse tipo.
Cláudia esperava ela sorrindo, nunca imaginou que sua ingênua amiga Céu Riveros tinha fugido com um cara na feira, mas não a julgava, ela teria feito o mesmo, além de conhecer muito bem os gostos da amiga, com certeza o cara devia ser muito bonito, era o que pensava a perdida loira colega de colégio de Céu Riveros.
Quando a colegial enrabada já estava a uns metros da Clau, tentou sorrir pra ela fazer pensar que estava tudo bem, mas na hora de ficarem cara a cara, o temperamento quebrado de Céu Riveros não aguentou mais, só se jogou no choro nos braços da amiga…
— Mas Céu Riveros… o que foi… e por que você tá chorando… me conta, te aconteceu algo? Você devia ter me avisado se ia fugir com algum cara… a gente te procurou pela feira toda. Enquanto Cláudia tentava consolá-la de todo jeito, percebeu que a amiga estava sem as botas, mas com umas sandálias bonitas nos pés, então não deu muita importância pra isso. Céu Riveros soluçava mais engasgada, — Me fala… esse cara te machucou… vamos, me conta, e a gente vai atrás dele… eu tenho uns amigos…
Céu Riveros se abraçava no corpo da amiga, queria contar suas desgraças, de como tinham estuprado ela no cu na parte escura da feira, e como depois a raptaram num carro, pra ser levada a uma oficina velha e suja onde a tinham feito mulher depois de outro estupro, o que a impedia de confessar era só uma coisa, e era que apesar de ter sido cuspida, humilhada, batida e maltratada psicologicamente, ela via que talvez seu Pedro não fosse um homem tão ruim, quem sabe Ele deve ter tido problemas desde criança e por isso a personalidade dele ficou alterada, além disso, depois de ter penetrado ela de forma selvagem, ela tinha sentido tão gostoso, que tinha algo que ela não explicava por que fazia ela se sentir atraída por aquele velho ordinário e vulgar. Ela pensava que talvez ele não fosse tão ruim assim.

Claudia, como pôde, fez ela entrar em casa. O professor Tulio, que já estava pronto e preparado com uma bandeja cheia de copinhos e limões para tomar tequila batida, não entendia por que a garota vinha chorando. Ele fez uns gestos para Claudia explicar o que estava acontecendo, mas a loira só fez sinal para ele esperar. Depois, viu as duas se trancarem no banheiro. Típico de mulher quando tem drama de amor, pensou consigo mesmo.

— Cielo Riveros… me conta tudo — dizia Claudia para a amiga, enquanto ela lavava o rostinho.

— Ehhh, nada… não é nada…

Cielo Riveros lembrava que dom Pedro tinha anunciado a visita dele em qualquer dia da semana. Portanto, ela não queria mais enrolar o assunto, além de saber que já teria tempo para falar de dom Pedro para a amiga, já que ele tinha sido enfático que ela, de algum jeito, teria que levar Claudia até ele. Mas ela achava que ele só dizia isso para assustá-la. Por enquanto, o melhor era deixar as coisas como estavam.

— Como assim nada?! Se você vinha chorando igual uma Madalena!! Quero que me fale agora… o que aquele garoto te fez… o do carro?

— O que acontece é que aquele cara era muito chato… e me falou umas coisas feias… snifff — dizia uma Cielo Riveros já mais recuperada.

— Tem certeza que ele não te machucou?

— De verdade, Clau… ele não me fez nada… deixa eu tomar um banho e, por favor… me empresta um vestido limpo…

— Tá bom… — respondeu Claudia, não muito convencida, enquanto preparava a banheira para a amiga tomar banho. — Bom, como eu tava te falando antes, com o professor Tulio e o auxiliar seu João, a gente te procurou pela feira inteira, mas nunca te Encontramos…
—E o professor Túlio com o dom Juan estão aqui? — perguntou novamente uma assustada Cielo Riveros, lembrando da vez que teve que chupar o pau do professor dentro do escritório dele, por sua vontade infantil de querer ser atriz, e o mais traumático de como o filho da puta do Juan tinha estuprado ela várias vezes no quarto que ficava no subsolo da escola.
—O dom Juan, depois de te procurar por todo lado, preferiu ir pra casa dele, e eu com o professor viemos te esperar… e viu? a gente fez certo… agora vamos tomar uns tequilinhas com o professor… o que você acha da ideia?
Quando a Cláudia percebeu que os olhos de Cielo Riveros se enchiam de lágrimas de novo e ela dizia…
—Ai, Clau, acho que não é uma boa ideia, esse professor é meio estranho, eu não quero…
—Não seja ingrata, Cielo Riveros… a gente andou desesperado com o professor te procurando pela feira toda… e agora que sabemos que você tá bem, você vai tomar um banho, vestir uma roupa e tomar uns drinques com ele, é o mínimo que você pode fazer pra agradecer, não acha?
Cielo Riveros viu o rosto preocupado e irritado da amiga, talvez ela tivesse um pouco de razão, por culpa dela a Cláudia não tinha se divertido na feira, além disso, seriam só uns copos,
—Tá bom… mas você sabe que eu não sou boa de bebida, então vou tomar só um pouco…
—Assim é melhor, amiga… e lembra do que a gente conversou antes de entrar na feira, você precisa se soltar mais e parar de se reprimir… vai ver que a gente vai se divertir…
Na sala, o velhote já estava impaciente pra ficar a sós com aquele par de putas, nem ele acreditava, ia ficar à vontade com as duas alunas mais gostosas do colégio, uma ele já tinha provado, a outra ele tinha convencido uma vez a chupar o pau dele, tava impaciente pra ver como as coisas iam rolar daí pra frente, pensava nisso enquanto tirava rápido do bolso um frasco com um líquido estranho. Pó branco que, rapidinho depois de fazer uma carreira na mesa, ela manda pro nariz, antes de ser pega pelas suas alunas gostosas e yummy.
Claudia deixou a amiga no chuveiro pra ela se sentir mais relaxada e foi pra sala, onde um impaciente Tulio já tava esperando, já soltando os leitinhos dele por causa da foda malograda que ele tinha dado na loira antes de Cielo Riveros anunciar a chegada. As bolas dele tavam cheias de esperma grosso e quente, pronto pra ser depositado no útero de qualquer fécutie, e nesse caso ele queria que fosse o da escultural Cielo Riveros, a aluna com o futuro mais promissor segundo as estatísticas acadêmicas.
— Ela vai tomar um banho e vir tomar uns drinks, eu convenci ela disso… mas não me peça mais nada, agora o resto depende só do senhor. Mas nem pense em forçar ela a fazer algo que não queira, e muito menos em faltar com respeito, porque sou capaz de te expulsar da minha casa na base do chute… me ouviu?
— Como você quiser, lindura — disse o velhote enquanto se aproximava do corpo volumoso da potável loira colegial, pra pegá-la pela cintura e puxá-la contra o peito. — Já te falei que não vou forçar ninguém. No fim, se ela não quiser, a gente tem um trato, e lembra que há pouco a gente deixou um assunto pendente. Então, se a coisa não rolar, a gente deixa ela dormindo no teu quarto e a gente vai pro quarto dos teus pais. O que acha, princesa? Fechamos o trato?
— A gente vê o que acontece, jijiji, e agora me solta que ela pode chegar a qualquer momento, jijiji — dizia uma Claudia excitada, que só de lembrar da potente sentada que tinha dado no seu Tulio antes da Cielo Riveros chegar, já fazia as coxas dela tremerem…
Cielo Riveros já tava quase pronta, a única coisa que incomodava era que o vestido que a amiga emprestou era um pouco mais curto do que o que ela tinha vestido antes, mas esse Tava limpo, por nada nesse mundo ela vestiria de novo a roupa que usou quando foi estuprada, mas o pior era se sentir desprotegida sem calcinha, morria de vergonha de pedir algo emprestado pra Cláudia, que explicação daria? Então, se conformando do jeito que tava, foi pra sala onde estavam esperando ela com uma bandeja cheia de limões, tequilas e música pra animar o ambiente.

Ela viu que o mestre Túlio continuava sentado bem colado no corpo da amiga, que tava conversando com ele dando uma sorrisada safada, já tinham virado uns dois copos de bebida. O velhote, quando viu Céu Riveros saindo com um vestidinho jeans tipo jardineira, bem curto, daqueles com bolsinho dos lados, quase pulou os olhos das bolsas inchadas que ele tinha de pálpebra. Levantou na pressa pra ir cumprimentar a guria que já tava quase virando mulher dele, segundo os planos sujos dele.

— Oi, Céu Riveros, hehehe, deixou a gente preocupado, onde cê tava metida que não dava notícia…

— A verdade, professor, é que não quero falar disso — disse a doce Céu Riveros tentando não mostrar o ódio imenso que sentia por ele ter brincado com os sonhos dela e tirado proveito pessoal às custas disso. O velhote deu um beijo babado na bochecha dela, ainda se atreveu a colocar uma pontinha da língua pra sentir a pele macia do rosto dela. Céu Riveros, percebendo, limpou a bochecha bem disfarçada…

— Um golpezinho? — ofereceu ele, apontando pra bandeja cheia de copos servidos com tequila…

A festa começou, tudo girando em volta de um reggaeton animado e uma porrada de doses de tequila que o próprio professor ia batendo na mesa e oferecendo pras duas novinhas, que nem perceberam que ele praticamente não tava bebendo nada. Elas conversavam sobre umas histórias engraçadas da escola, Cláudia falava enquanto dançava com o amigo imaginário dela. Em poucos minutos, Céu Riveros já estava mais relaxada, até mesmo agora que estavam cantando karaokê, já nem lembrava mais do dom Pedro e do escritório sinistro com cama onde foi estuprada. Também percebeu que o mestre Túlio não era tão aproveitador quanto ela pensava, já que estavam bebendo e se divertindo há um bom tempo e ele não tinha se comportado de forma errada com nenhuma das duas. Até achava ele mais simpático agora, já que contava várias histórias das suas vivências pessoais, e claro, se o velhote, como já foi dito antes, tinha uma lábia dos deuses.

Agora era a Cláudia quem servia os copos com a poção mística, que o dom Túlio queria que fizesse efeito o mais rápido possível, e assim foi. A primeira a cair no chão foi a Cláudia, que no concurso de karaokê esquecia todas as músicas e, por isso, tinha que virar um copo cheio de tequila de uma vez.

Estavam os três morrendo de rir quando, de repente, a Cláudia simplesmente desabou.
— Hehehe, e que merda que essa mina tem? — o velhote se fazia de desentendido, já que era exatamente isso que ele estava esperando: se livrar da Cláudia para poder fazer o que já tinha planejado há um tempão.
— Acho que ela exagerou nos copos — respondeu uma Cielo Riveros sorridente. — Acho que devemos levá-la para o quarto dela. Me ajuda?
— Sai daí, meu amor… eu levo ela.
Cielo Riveros não ligou para o apelido carinhoso com que o mestre Túlio, pela primeira vez na noite, se referia a ela. Talvez o álcool na mente dela tivesse feito baixar a guarda.

Assim que o mestre deixou a Cláudia no quarto dela, voltou para a sala e convidou Cielo Riveros para mais um último copo. Ela, totalmente confiante, aceitou tomar mais um gole com o professor.
— Tá bem, mestre Túlio, vou tomar o último golpezinho e ir para o quarto dos pais da Clau… já são quase cinco da manhã… o senhor vai fazer o quê?
O velhote pensou que já era hora de agir, não tinha nenhum impedimento pra pegar o corpo que há tanto tempo ele desejava, então tirou a máscara de santinho e foi pra ação.
— Pois eu vou ficar aqui com você, meu amorzinho, ou achou que já tinha esquecido de você… lembra que já chupou minha pica uma vez e essa não vai ser exceção, kkkk, além disso quero provar os outros buraquinhos gostosos do seu corpo, kkkkk…
— Como?!… que porra você tá dizendo?!, Cielo Riveros percebeu na hora que o professor tarado e sem-vergonha tinha planejado tudo pra ficar a sós com ela…
O velhote foi rápido e não deu tempo da garota reagir, como um urso caçando a presa, se jogou em cima dela, derrubando ela no sofá e montando no corpo dela. A pobre Cielo Riveros ficou sem fôlego, o velho era pesado pra caralho pra ela, viu de perto as pálpebras inchadas dele e como ele começava a lamber o rosto dela com uma dedicação desesperada.
Cielo Riveros esperneava pra todo lado, na mente dela vieram de repente as imagens do que tinha acontecido só algumas horas atrás: ela tinha sido estuprada no cu e na buceta, e agora era o próprio professor que queria fazer a mesma coisa com ela.
Por causa dos movimentos bruscos que a jovem e apavorada garota fazia, o professor Túlio tava tendo trabalho pra apalpar ela à vontade; o vestido de Cielo Riveros já tinha subido até a cintura por causa dos movimentos desesperados de proteção, até que o professor, perdendo a paciência, segurou ela com uma mão e deu um tapa certeiro na cara dela, quase deixando ela atordoada emocionalmente — era a segunda vez na noite que um homem ousava bater nela.
— Toma!!, disse o velho Túlio, e — Splashhhh!!! O tapa ecoou no rosto dela, — Agora fica quieta, sua puta maldita, ou acha que eu não sei que você já se esfregou com aquele filho da puta do colégio, sua vadia de merda!!!
— Por favor, seu Túlio, não faz isso… me solta!!… implorava enquanto com suas mãozinhas tentava inutilmente tirá-lo de cima…

—Fica quietinha, sua puta!! —dizia ele com o punho cerrado e erguido, para depois abraçá-la mais firme contra si—. Hoje você vai ser minha, sua gostosa, e é melhor não fazer nenhuma besteira.

O professor aproximou sua boca nojenta dos doces lábios vermelhos da colegial, ela tentava desviar, mas o velho, assim como tinha feito com a Cláudia, apertou os rostos delas com uma das mãos enormes e começou a beijá-la com força, e depois de alguns segundos babados de beijos não consentidos, disse:

—Por que não começamos a tirar a roupa, minha vida? Será que você não quer fazer isso comigo também? —agarrou-a então pelo pescoço e pegou o vestido dela com a outra mão para começar a puxá-lo para baixo. A primeira coisa que fez foi baixar as duas alças dos ombros, liberando aquelas preciosas montanhas de carne que causavam tanta admiração nos olhos dos homens. O que o velho Túlio via era espetacular. Foi descendo o vestido como podia, via a pele apetitosa dela nua e pensava que estava num sonho. Continuou descendo o vestido, já chegando na altura dos quadris, e num último esforço terminou de tirá-lo de um puxão só. O que viu quase o fez perder a razão. Cielo Riveros estava sem calcinha. O velho ainda não acreditava.

—Você é pior que uma puta vulgar de rua, mamãe!! Quem diria que você gostava de andar pelada, sua gostosa, hehehe!! —o obeso professor de ensino médio não se cansava de olhar para ela com luxúria. Aquele corpo feminino curvilíneo parecia esculpido pelas mãos do melhor artista da época do Renascimento. As formas e curvas que se destacavam na cintura e nos quadris eram hipnotizantes. O velho engolia uma quantidade enorme de saliva, estava realmente chocado—. Você é realmente muito gostosa, meu amorrr —dizia ele, percorrendo com seus olhos de tarado todas as infernais curvas de carne jovem que estavam a apenas centímetros de seu olhar reptiliano…

Cielo Riveros sabia o que O velhinho se adiantou, com os olhinhos cheios de lágrimas, implorou:
—Professor… pelo amor de Deus, não me estupra, snifff, se quiser, eu chupo o senhor até cansar, mas não faça isso, snifff…
—Claro que você vai chupar, coisinha gostosa… mas também vamos foder, hehehe, hoje é meu dia de sorte, acabei de arrebentar o cu da puta que tá dormindo bêbada, e agora é sua vez… o que acha, lindinha?
A pobre Cielo Riveros estava tão assustada e tão cansada que nem conseguia mais se mexer, a respiração dela estava ofegante. O velhinho aproveitou pra apalpar ela à vontade, adorava massagear os peitos dela. A colegial tentou se soltar de novo, mas seu Tulio já tinha ela quase imobilizada. Mas ele não gostou que a garota continuasse resistindo, e pra acalmá-la e fazer ela entender que não tinha escapatória, deu mais dois tapas violentos na cara dela — Plafff — plafff!!! Os tapas ecoaram pela sala, e ele quase gritou no rosto vermelho dela:
—Parece que você não entendeu, puta… não tenta fazer nenhuma das suas safadezas, porque sou capaz de desfigurar sua cara na porrada… entendeu, gostosa fogosa?
Cielo Riveros, com o rosto ardendo de tanto tapa que tinha levado, só balançou a cabecinha já vermelha de tanto bater. Olhou como pôde pro quarto da Cláudia, na esperança de que ela viesse socorrê-la. Até pensou que talvez o mecânico da feira pudesse voltar e salvá-la das garras daquele professor maluco que já tava pronto pra estuprar ela. Pensou até em ir morar de boa com seu Pedro e fazer tudo que ele tinha proposto, só pra ser salva daquela tortura sexual que já era quase certa.
—O mestre Tulio, convencido de que já tinha domado aquela potranca, largou ela largada no sofá. Cielo Riveros já não tinha mais nenhuma intenção de dar problema. Olhou com nojo profundo enquanto ele se despia na frente do olhar verde dela. O velho era muito gordo e feio, e ela observou… ela ficou três vezes mais chocada ao ver como aquele velho tirava das roupas um frasco pequeno e derramava na mesa de centro uma pequena quantidade de pó branco. Aí ela entendeu: o miserável estava se drogando, e viu ele mandar mais uma porção de droga sem se importar que ela estava vendo tudo. O velho Túlio continuava se drogando para, segundo ele, se sentir ainda mais estimulado na hora de meter nela. Céu Riveros chorava deitada no sofá, soluçava baixinho, até que o professor, uma vez ajoelhado ao lado do corpo nu dela, aproximou a cara de cunt da dela. A colegial sentiu ele respirar pesado quase no rosto dela, sentiu um nojo profundo. Depois, sentiu quando ele enfiou a mão entre as coxas dela, pegando a bucetinha quase lisa, e sussurrou no ouvido:

— Mas que bucetinha mais gostosa que a gente tem aqui embaixo… e como é apertadinha!! Vou comer tudinhooo! Vou devorarrrr!! Vou chupar até me cansarrrr!!!

— Seu Túlio… Snifff… não me machuca, por favor… snifff…. sniffff!!

Céu Riveros estava aterrorizada, nunca imaginou que o professor, além de tarado e aproveitador, também era viciado. Ficou parada, imóvel de medo. O velho a pegou pelo braço e fez ela se levantar.

— Já chega, slut. Agora vamos pra lua de mel no quarto matrimonial, jejejeje…

Céu Riveros começou a chorar e implorar de novo enquanto praticamente a arrastavam nua para o quarto dos pais da Cláudia.

— Professor, pelo amor de Deus… não querooo sniffff… quero ir pra casa… me larga!

— Para de besteira, sua foxy nojenta! Vamos nos divertir muito e vai ser bem gostoso… já vai ver!!

Quando entraram no quarto, Céu Riveros ficou olhando a cama aterrorizada. Era ali que iam estuprar ela de novo. O velho a pegou por trás, agarrando os peitos dela, e encostou a cock meio dura nas nádegas duras e frias da jovem assustada. O velho se agarrou nas costas dela, passando a língua atrás da orelha, enquanto apalpava ela como se não houvesse amanhã. Ele adorava passear as mãos nas curvas marcadas do quadril dela, pra depois subir de novo e descer dos peitos, passar pela cintura e chegar até a bucetinha dela, enfeitada só por uns crespos pelinhos pretos e brilhantes. Ele tateava e percorria tudo, passava de novo pelos quadris largos e bem formados, a silhueta bem desenhada e definida dela deixava ele quase louco de tesão.

— Pelo amor de Deus... professor Túlio, não aguento mais!! — ela pedia, quase desmaiando de medo.

O velho, querendo ter o melhor espetáculo da vida dele, acendeu a luz do quarto. Depois, pegou ela de novo pelos cabelos, obrigando ela a ficar de quatro. Céu Riveros obedeceu, meio dolorida.

— Mexe essa raba pra mim, sua gostosa!!
— O quê?
— Mexe essa bunda, sua puta!!! Quero ver como ela se mexe quando você rasteja de quatro pelo quarto inteiro. Quero passar a mão nela enquanto você vai rastejando.

Céu Riveros, toda assustada e nervosa, começou a mexer o corpo. Conforme ela avançava de quatro, dava vontade de agarrar ela e meter logo do jeito que tava. A imagem da menina inocente de quatro, rastejando pelada, era de enlouquecer. E ela fazia isso de um jeito delicioso: cada movimento pra frente, cada rebolado que ela dava com qualquer uma das coxas era um presente só pra reis. Parecia uma verdadeira mulher amazônica caçando a presa.

— Meu Deus do céu!! Mas que tipo de corpo é esse que você tem, sua vagabunda!!! — dizia o professor Túlio, enquanto acendia um cigarro pra curtir o espetáculo erótico que a Céu Riveros tava dando.

O velho seguia fumando o cigarro, observando tudo e apalpando ela enquanto a jovem amazona avançava no percurso. Depois de alguns minutos andando de quatro, a safadeza nojenta e sem vergonha de passar a mão na carne continuava.

— Continua rastejando, putinha. Você não faz ideia do quanto você é gostosa pelada e de quatro, faz uns três anos que eu me masturbo pensando em você, mamacita, e essa noite finalmente vou te provar. A humilhada colegial só fechava os olhos, não queria ver a cara drogada e degenerada daquele professor horrível. Assim que o mestre Tulio terminou de fumar o cigarro dele e se cansou de humilhá-la, ele se ajoelhou ao lado daquele corpo feminino e poderoso, nu, e começou a lamber como se fosse um cachorro. Não sobrou nenhuma parte do corpo de Cielo Riveros que escapasse das lambidas, e ele ficou nessa por uns bons minutos. Tinham horas que o velho parecia notar que a garota ficava com arrepios, e quando isso acontecia, a jovem fazia uns movimentos musculares estranhos, mas ele continuava naquela tarefa de lamber.

A doce colegial só ficava parada e engolia saliva como podia, sabia que um homem sob efeito de drogas era capaz de fazer qualquer coisa com ela. Só tremia, deixando-se lamber onde o velho quisesse. Nessa altura, mesmo sem querer, o corpo dela já estava sendo tomado por arrepios gostosos, principalmente quando o velho passava a língua pelas suas bundonas. Quanto mais perto ele passava a língua do buraquinho dela, mais intensos e deliciosos os arrepios ficavam, mas ela não queria sentir aquilo. Aquele velho miserável tinha embriagado a amiga dela para poder se aproveitar dela à vontade, e ainda por cima estava drogado, mas o corpo poderoso e gostoso dela não dava trégua para a coitada da garota. Os arrepios, aos poucos, iam se transformando em choques elétricos que percorriam o corpo inteiro dela.

Quando o professor degenerado parou de lambê-la, Cielo Riveros soube que já estava quase perdida, o velho ia meter nela, e ficou ainda mais claro quando ele finalmente falou:

— Agora você vai ser uma putinha obediente e gostosa, e vai fazer tudo que eu pedir para eu não ter que te bater!

Cielo Riveros continuava tremendo de medo. trago saliva enquanto balançava a cabeça afirmativamente, se sentia totalmente desamparada naquela casa, continuava pensando que se pelo menos o Dom Pedro estivesse ali pra defendê-la, de repente caiu na real que por que pensava tanto no Dom Pedro se aquele velho tarado também tinha estuprado e batido nela, ela deveria pensar no Rodrigo, era ele quem amava, estando nessas divagações, a voz grave do seu mestre a trouxe de volta à sua triste realidade --slut agora você vai subir na cama e abrir bem as pernas, quero ver seu corpo nu e aberto só pra mim, você vai fazer isso, não é mesmo coisinha yummy?
Cielo Riveros lentamente foi subindo na cama pra ficar de costas, fechou seus lindos olhos verdes e foi abrindo as pernas como o velhote tinha pedido, ele por sua vez se deitou apoiando a cabeça no meio das coxas dela com a única intenção de olhar a buceta dela até se fartar, acendeu outro cigarro pra curtir a vista. Tocava ela com delicadeza, seus dedos grossos brincavam com os poucos pentelhinhos da jovem estudante, acariciava a barriga dela, a pélvis, as coxas abertas, até que decidiu dar um gás a mais na coisa, foi posicionar o cock bem na cara da adolescente nervosa, colocava a tranca dele na frente dos olhos dela pra que ela visse as pulsações rápidas que ele fazia.
A colegial percorria a barriga peluda do seu mestre, foi descendo o olhar até o cock do Dom Tulio, agora observou ele com calma, embora já tivesse chupado ele uma vez, naquela ocasião não tinha prestado atenção em certos detalhes que agora podia ver nitidamente, ele parecia extremamente grosso, dava a impressão de ser esponjoso pensava consigo mesma, a glande era azulada e não sabia por que olhava com tanta atenção o formato dela, e as contínuas saídas de um fiozinho fino de líquido que escorria da ponta e caía nos peitos dela, instintivamente colocou a língua pra fora passando no lábio superior, pra depois morder o lábio inferior, a respiração e a pressão sanguínea dela aceleravam cada vez mais. O velhote, totalmente alheio ao que estava acontecendo com Cielo Riveros, via babado da posição dele as lindas pernas abertas da garota, onde também dava pra ver a fenda deliciosa de carne que se formava no meio delas. Grandes quantidades de babas caíam sobre a cabeleira preta da moça, mas nenhum dos dois percebia isso, já que ambos estavam concentrados no que faziam.

O velhote, muito excitado, saiu daquela abstração paradisíaca em que estava e, bruscamente, pegou ela pelos cabelos e a obrigou a ficar de joelhos… ver ela nua e submissamente ajoelhada diante dele o esquentou até a loucura.

— Chupa minhas bolas — ordenou ele.

— Quê…?

— Que você chupe meus testículos, sua puta!!… Não entendeu, não? — junto com isso, levantou o punho como se fosse bater de novo.

Cielo Riveros, muito assustada, começou a lamber os testículos com desespero, não porque quisesse, mas porque não queria que o velhote deixasse marcas no rosto dela. As lambidas soavam aguadas, a colegial passava a língua alternando entre um testículo e outro, inconscientemente pegou a pica dele e levantou pra poder passar a língua por baixo das bolas peludas do velhote. Ele estava no sétimo céu.

Depois de alguns minutos, o professor, sem dar nenhum aviso, agarrou a pica dele e enfiou de uma vez na boca dela. Empurrou com força até a faringe da garota, que quase vomitou. O membro dele cheirava nojento, a coitada nem lembrava que ele mesmo tinha dito que tinha metido no cu da Clau. Nem preciso dizer que o velhote nem tinha se lavado depois do sexo anal e vaginal que tinha praticado com a loira. E não era que a Claudia não ligasse pra higiene dela, longe disso. A parada é que o velho com cara de boceta era sujo, fedorento e porco por natureza, a coitada. Cielo Riveros não teve outra escolha senão continuar chupando aquele pau por vários minutos, enquanto o velho segurava sua cabeça, empurrando pra frente e pra trás, forçando ela a seguir o ritmo que ele achava necessário pra se satisfazer.

Assim que o velho se saciou do gostoso que a boca de Cielo Riveros fazia ele sentir, a obrigou a se colocar de quatro novamente, com a bunda apontada pra ele.

A jovem fechou os olhos como se estivesse implorando, sentiu ele tentando separar suas nádegas duras e firmes, enquanto ajustava o pau na entrada anal da garota assustada, até que sentiu ele começando a empurrar pra dentro — tava metendo no cu dela.

Cielo Riveros sentia na própria pele o professor Túlio enfiando e tirando, como se estivesse tentando achar o jeito certo de meter. O velho tava ficando desesperado, era pra garota já estar aberta pelo cu, segundo o próprio fode essa Juan tinha dito, mas o pau não entrava. Cego pelo tesão e pela ansiedade de estar o mais rápido possível dentro do corpo dela, deu um tapa violento na bunda dela.

— Plaffffff!!! — Você vai ter que me ajudar, puta, vagabunda tarada por pau. Se o maldito do Juan já meteu no seu cu, devia estar mais dilatado. Abre essa bunda você mesma pra eu poder te comer!!! — Plafffffff, outro tapa forte ecoou na carne dura de Cielo Riveros…

Cielo Riveros — Seu Túlio! Pelo amor de Deus, não me bate!! Tá me machucando… Me larga!!!

— Abre esse cu, sua puta de merda!!! Vai, fala que vai me ajudar a te comer! — Dizendo isso, ele levantou as duas mãos e com força deu um tapa duplo na bunda dela — Plafffffffff!!!

Cielo Riveros — Siiiiiiim!!!!!!!!!!!!!, professor, eu vou ajudar o senhor a me comer!!! Mas pelo amor de Deus, não me bate mais!!!! Snifffffsssss!!

Mesmo não querendo, Cielo Riveros levou as duas mãos até a própria bunda, pra que o professor quase enlouquecido não continuasse machucando ela, abrindo bem as nádegas pra que ele… velho, não custava tanto pra ele conseguir enfiar no cu dela, deixou tudo exposto pra ele fazer o que quisesse, já não fazia mais sentido continuar lutando, na mente dela só queria que aquilo acabasse logo.
O professor Túlio ficou de boca aberta, da posição dele via o furinho anal apertado e rosado em toda sua majestade, quase com carinho apontou a ponta da pica gordinha dele na entrada, segurou firme com as duas mãos nas cadeiras duras de Cielo Riveros, e se concentrando na cintura fina da garota, empurrou a pica com decisão, perfurando tudo que aparecesse no caminho…
Cielo Riveros apertou forte os maxilares e os dentes quando sentiu como enfiavam pela terceira vez na noite uma pica no cu dela…
— Ohhhh… Ayyyyyyyy!! Ayyyyyyyyyyyyy!! Deussss! Deusssss!! Tira que tá doendooo!! É muito grossa sua coisaaaa!!! — gritava a novinha com os olhos arregalados, mesmo assim não parava de abrir com força as próprias nádegas…
— Ahhhhh!!! Você é uma putinha muito gostosa, sabia!… Seu cu é quentinho e delicioso, meu amorrrrrr!!! — dizia o velhote de olhos fechados, enquanto enfiava tudo até o talo e dava três estocadas firmes pra ela sentir bem que tava enterrado por completo.
Cielo Riveros — Me solta!… Não se mexe!!… tira isso, velho nojento!!!… chega, que tá doendo demais!!!, tá doendoooo!!!!, ayyyyyyy!!!!!
O velhote, ignorando o que a dolorida Cielo Riveros pedia, não aguentou a vontade enorme de dar tapas na bunda dela, a bunda da colegial se contraía e apertava a pica deliciosamente como se quisesse chupar ela pelo cu…
— Plafff! Plaffff!! Plafffff!!! Plaffffff!!!! — ecoavam no quarto os tapas e palmadas ferozes que o velhote dava na carne dela, enquanto começava a meter e tirar com força, os peitões duros e firmes balançavam rápido e em círculo no mesmo ritmo em que empalavam a dona deles, os Os movimentos de rebolado estavam cada vez mais acelerados, Cielo Riveros lutava mentalmente com o próprio corpo, não queria gemer, mas os arrepios vinham um atrás do outro desde que sentiu a pica enorme se acomodar na entrada do cu dela, agora já quase sem forças, implorava pra ele soltar ela, por favor.
Cielo Riveros — Por fa…vorrr…seu…Tu…liooooo…já…não…aguento…mais…
— Kkkkkk!! Claro que vou continuar, sua piranhaaaa… tô quase certo que você já tá ficando com tesãooo… tomaaaa!!!, ele dizia enquanto se jogava pra frente e começava a meter e tirar mais rápido, Cielo Riveros só murmurava que já chega, mesmo sentindo como se estivessem rasgando a bunda dela brutalmente, não conseguia deixar de achar muito gostoso.
— Cielo Riveros — Nãooooo… já chegaaa… pelo amor… de Deus…!, ela gemia, empurrando a bunda pra trás sem perceber, pra que a penetração fosse ainda mais funda do que já era.
Mas o velho não diminuía o ritmo, apertava o pau contra aquele cu glorioso e apertadíssimo, até que finalmente fez ela soltar um grito terrível de prazer e dor ao mesmo tempo. O velho nem ligava se a Claudia fosse acordar com o escândalo que ele e a Cielo Riveros estavam fazendo no quarto dos pais dela.
Cielo Riveros — Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!, Ufffffffff!!! Ohhhhhh!!! Ohhhhh!!, os gritos foram se transformando aos poucos em gemidos deliciosos de prazer, — Mmmmmmm! Mmmmmmmm!! Mmmmmmmmmmm!!, a garotinha já suspirava quase desesperada de tanto tesão.
Os dois respiravam ofegantes, o cu e a buceta da Cielo Riveros estavam molhados, o corpo dela se arrepiava e se excitava ao máximo, ela ouvia o velho grunhir com cara de safado como se fosse um touro enfurecido, sentiu quando ele puxou o cabelo dela e jogou a cabeça dela pra trás, pra falar um monte de putaria, fruto da sádica excitação dele.
— Você fode muito gostoso, sua vaca de merdaaa! É uma puta autêntica!! — Diz quem é que arrebenta seu cu mais gostoso. ou o fodam-se da grande puta!!?...
Cielo Riveros, que já quase não tinha forças pra resistir a nada que o velho pedisse, esqueceu de tudo, já nem ligava mais que estavam estuprando ela, só queria gozar e que o professor a gozasse do jeito que ele quisesse…
— Responde, puta imunda, quem parte tua buceta mais gostosa, eu ou o fodam-se Juannn!!, Plaffffff, ecoou a porrada violenta que ele deu na bunda dela pra ela reagir…
— Cielo Riveros — O… senhorrrr!!
— Eu, sua piranhaaaa, quero ouvir a frase completaaa, o velho professor, com uma força estranha pra um homem da idade dele, não parava de meter e tirar o pau,
Cielo Riveros — O senhorrr… parte meu cu… mais gostoso que o don Juannnnn!!!, soltou a aluna de forma clara e categórica,
— Kkkkkkk!… assim que eu gosto, putinhhaaaa!!… já tá com tesão, né, vadiaaaa?, o velho, vendo que a linda colegial não respondia, continuou pressionando ela, — Responde, porraaaa, ou quer que eu te mate na porrada por desobedienteeee!!!
Cielo Riveros tava muito com tesão, como pôde respondeu pro macho que naquele momento tava furando ela tão gostosamente…
Cielo Riveros — Siiim, papai! Tô…. Muito…. com tesãooooo!! Ohhhhhh go… stosoooo!!
— Kkkkkkk vou continuar partindo teu cu até você desmaiar de prazer, puta, kkkkkk!!!
Cielo Riveros — Siiiiiiim, meu… amorrrr!! continua me comendo gos…toso

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