Olá, todo mundo! Hoje quero contar minha primeira experiência com um homem. Isso aconteceu quando eu era moleque (tinha catorze anos), morava com meus pais e, como é natural, já tinha despertado aquela putaria clássica de adolescente. Mas sempre tinha olhado pra minas, tinha uma colega na escola que eu curtia, era um futuro hétero comum e normal. Até que um dia tudo mudou.
Eu tava na casa do meu melhor amigo, com a mãe dele, uma mulher muito gostosa, com um corpo lindo. Sempre tinha fantasiado com ela, mas naquele dia rolou algo diferente que me marcou. Em vez de me imaginar comendo ela, comecei a fantasiar vendo o pai dela por cima, metendo com a cintura. Foi aí que entrou na minha cabeça uma ideia: eu queria sentir o que ela sentia, um homem por cima de mim. Isso foi o começo.
A partir daí, quando pensava nisso, ficava louco fantasiando com o pai do meu amigo (chama Daniel). E sem perceber, nas minhas fantasias começaram a aparecer mais homens maduros do que mulheres. Ficava doido com a ideia de ter um homem por cima de mim, queria saber qual era a sensação de levar por trás. Tudo isso sendo tão novo, não entendia direito o que tava rolando comigo.
A partir daí, comecei a sentir um monte de coisa, e de noite, quando todo mundo em casa dormia, eu fantasiava com o Dani. Foi aí que surgiu minha segunda fantasia, que nunca me largou: queria me vestir de menina. Ficava maluco com tudo relacionado a roupa e maquiagem. Desde aquele dia, roubava maquiagem da minha mãe, da minha irmã e das minhas tias, e quando ficava sozinho, me trancava no banheiro. Adorava aquilo, mesmo sem ter feito a conexão entre isso e minha atração por homens maduros. Tudo isso começou a acontecer quando eu tinha uns dez anos, mais ou menos.
Bom, a vida seguiu sem muito mais rolar. Já tinha vestido alguma calcinha da minha irmã, mas não tinha passado disso. Agora que vocês têm uma ideia do que tava rolando comigo, posso contar minha primeira vez. Eu tinha feito catorze anos, meus pais são médicos, então tinham ido pra um congresso no litoral. que estava sob os cuidados da minha avó. No segundo dia sozinhos com ela, aproveitando o sono profundo dela, fui até o guarda-roupa da minha irmã e peguei a roupa que sempre roubava dela: era uma calcinha de renda bem pequenininha, umas meias pretas que iam até acima do joelho e uma saia tipo tubinho. Não era a primeira vez que usava esse visual, mas sempre com pressa e com medo de alguém aparecer. Mas hoje eu estava sozinho, então me dei ao luxo de pegar meu tempo, vesti aquela roupa e fui até o espelho do banheiro me olhar. Fui pegar o batom que tinha roubado e, me olhando no espelho, tentei pintar a boca o melhor que pude. Naquele dia, durante toda a longa soneca da minha avó, passei o tempo todo no banheiro com aquela roupinha, me admirando com a boca pintada. Eu amava aquilo.
No terceiro dia foi quando tudo mudou e eu tive uma experiência dos meus sonhos. É aí que entra meu vizinho Raul, um senhor de 64 anos na época, alto, bem moreno, com uma barriguinha e um rosto bem sério. Ele sempre foi meu vizinho, era encanador, e a gente nunca teve muita conversa. Naquele dia, minha avó tinha chamado o Raul pra consertar um vazamento na cozinha, mas em nenhum momento me avisou que ele vinha. Questão: ele chega, minha avó deixa ele entrar e ele começa a trabalhar na cozinha. Foi então que aconteceu: minha avó sai pra fazer compras e eu penso que fiquei sozinho, sem saber que tinha ficado com o Raul. Então, como sempre fazia, coloquei as meias 7/8, a calcinha fio dental e a saia de sempre, com uma camiseta preta que, como ficava meio pequena, marcava com a saia e parecia um vestidinho. Óbvio, fui ao banheiro e, como sempre, peguei meu batom, que eu sempre escondia — um vermelho maravilhoso — e pintei os lábios tentando imitar o que minha irmã fazia quando se maquiava. Então, estava no banheiro com roupa da minha irmã e lábios pintados, sem imaginar que não estava sozinho. Quando terminei de me olhar no espelho, saí do banheiro. Eu adorava dar uma voltinha pela casa vestido assim. Aí tive a ideia de ir até a... Cozinha, abro a porta e pra minha surpresa o Raul estava lá. Quando ele ouve que eu entro, sai de baixo da pia do chuveiro onde tava trabalhando e me vê. Eu queria morrer, não queria que ninguém soubesse o que eu fazia e de repente meu vizinho tava me descobrindo. Foram uns segundos que ele não falou nada e do nada me cumprimenta como se nada tivesse acontecido: "Oi Sebas, como cê tá?" "Bem", respondo eu sem conseguir falar muito. "Bom demais", ele responde. "Já terminei o serviço, avisa sua avó que depois passo pra cobrar". E assim, como se não tivesse visto nada, foi embora. Eu tava apavorado, não queria que ninguém soubesse e pensei em nunca mais fazer nada daquilo. Por uns dias escondi a roupa e o batom e evitei pensar no que tinha acontecido.
Na semana seguinte, meus pais já estavam em casa e tudo tava normal. Aí um dia, voltando da escola, encontro o Raul na porta da casa dele. Cumprimento ele, ele me cumprimenta sorrindo e quando vou passar, ele me chama: "Vem cá, Sebas, como cê tá? Posso te perguntar uma coisa?" Eu, toda vez que via ele, lembrava que ele sabia meu segredo. "Tudo bem, tudo bem", respondo. "Pode sim, pergunta o que quiser". Então ele baixa a voz e me diz: "Aquilo que cê tava fazendo outro dia quando fui na sua casa... cê tinha se vestido e pintado igual uma menina. Cê gosta disso?" Eu, já muito nervoso, respondo: "Não, não, tava só brincando". Ele ri e me fala: "Bom, pra quem tava brincando, ficou muito bom em você". Aí eu fico vermelho de nervoso sem saber o que dizer. Ele completa: "Na sua casa cê não pode brincar assim sempre porque sua família tá, né?" "É", digo. "Quando tô sozinho, às vezes brinco com isso". Me olhando fixo, ele diz: "Bom, se quiser, na minha casa cê pode fazer o que quiser. Quando você quiser, cê vem e brinca na minha casa o quanto quiser". Eu fiquei mudo, não sabia o que dizer. Naquela noite, não parei de pensar no Raul e em ir na casa dele brincar como ele falou. Passaram uns dias até que eu me animei. Naquele dia, antes da escola, guardei minha roupinha e meu único batom na mochila e fui. Quando saí da escola naquele dia... Já tinha decidido tocar a campainha do Raul, e foi o que fiz. Cheguei na porta dele, toquei a campainha e ele saiu. Ele me cumprimenta, eu fico calado sem saber o que dizer. Então ele sorri e pergunta: "Você veio brincar?" Eu respondo que sim com a cabeça e ele me convida pra entrar. A casa dele era humilde, mas muito bonita. Ele me diz pra ficar tranquilo, que ali eu podia fazer o que quisesse, mas completa: "Se você tiver aquela roupinha que vestiu da outra vez, melhor." Peço pra ir ao banheiro e vou com minha mochila pra me trocar. Naquele momento, não imaginava o que ia acontecer. Coloco minhas meias, minha saia e, claro, pinto meus lábios. Nessa altura, já tinha mais prática, minha boca ficava incrível. Quando me animei, saí do banheiro e fui até a sala. O Raul estava sentado. Vejo aquele senhor maduro me olhando de cima a baixo e ele diz: "Sim, como eu lembrava, essa roupa te cai muito bem. E essa boca assim... Vamos brincar que você desfila pra mim?" Ele fala. Eu, óbvio, digo que sim, e ele vai me dando instruções de como andar e como me posicionar. Eu já me sentia super à vontade. Ele começa a me perguntar se eu me imaginava como uma menina quando estava assim. Respondo que sim, e ele levanta, vai até o quarto e volta com uma caixa. "Olha, Seba, tenho isso que quero te dar de presente, se você me deixar ver como fica em você." Abro a caixa: uns saltos altos pretos divinos. Ele pede pra eu experimentar. Ficam geniais. Pratico andar um pouco enquanto o Raul me olha. "Ficaram lindos em você", ele diz. "Agora, se você está brincando de ser menina de verdade..." Então ele se aproxima e, sem dizer uma palavra, me dá um beijo na boca. Sinto a língua dele na minha boca. Ele se afasta e pergunta se eu gostei. Digo que sim. Então ele segura meu rosto e me beija com força. Eu estava nervoso, mas amava o que estava acontecendo. Depois daquele beijo, ele diz: "Bom, agora você está começando a brincar de verdade." Eu continuo mudo. "Olha, seu batom borrou tudo. Por que você não vai e arruma de novo? Porque eu adoro como fica em você." Claro, obedeço e vou. Quando volto, o Raul estava no sofá e tinha colocado um filme pornô na TV. Me aproximo e começo a olhar. Nunca tinha visto pornô antes, então fiquei impressionado. Era uma cena onde uma garota estava de joelhos chupando um cara. Fico olhando, e ele me diz: "Gostou? Se imagina sendo o homem ou gostaria de ser a mulher?" Eu não conseguia parar de olhar como aquela loira metia a pica na boca dela. Não respondi nada. Então ele se levanta e me diz: "Você teria que experimentar pra saber se gosta. Se me deixar, eu te ensino." E sem eu responder nada, ele coloca a mão nas minhas costas, começa a descer e, antes de chegar na minha bunda, pergunta: "Posso acariciar sua buceta?" Eu aceno com a cabeça, e ele coloca a mão enorme na minha bunda e começa a amassar um pouco forte. De repente, ele me vira, passa o braço e me agarra firme pela cintura, me empurrando contra ele. Então coloca o polegar nos meus lábios e diz: "Vamos ver como você se sai." Abro um pouco a boquinha, e ele começa a meter o dedo na minha boca enquanto dizia: "Vamos, chupa um pouquinho." Eu estava com uma mão segurando minha bunda e o dedo dele na minha boca. Quando já tinha entendido o que ele queria, imaginava que o dedo dele era a pica do filme pornô e tentava imitar a loira. Depois de alguns minutos brincando assim, ele me agarra forte e fala no meu ouvido: "Você se sai muito bem pra ser sua primeira vez brincando de garotinha." Enquanto isso, no filme já estavam transando de quatro. A loira estava ajoelhada no chão com os braços apoiados num sofá. Raul olha a cena e me diz: "Se imagina fazendo isso comigo?" Nessa altura, eu já estava entregue e, como resposta, me aproximo como se fosse beijá-lo. Ele me beija bem suave e me diz: "Agora você tem que me obedecer em tudo, e vai adorar." Levanta minha saia e me dá um tapa na bunda. "Agora você tem que se ajoelhar." Então veio meu primeiro boquete. Me ajoelho, ele afrouxa o cinto, abre a calça e tira da cueca. Uff, inesquecível aquela imagem. A pica estava meio dormindo e já era enorme, de cor bem escura, alguns pelos e umas veias marcadas. Ele me diz: "Antes de começar... Você tem que se ajeitar. Então ele me ajeita bem pra eu botar a raba pra fora, e ele explica: "Sempre tem que empinar a raba pra eu ver bem, e olha nos meus olhos sempre." Aí ele me olha. "Agora experimenta pra ver se você gosta." Eu, de nervoso, congelei. "Não tem problema, eu te ensino. Abre a boquinha." Eu abro. Ele pega o pau dele e mete um pouco na minha boca, tira, passa nos meus lábios e um pouco no meu rosto. "E aí? O que você acha? Gostou da sensação? Continuo?" Eu abro a boca bem grande e meto sozinho na boca. Começo a chupar igual fiz com o dedo dele, e sinto o Raul começar a gemer. Sinto e vejo aquele pau começar a crescer até ficar totalmente duro. 18x5, tranquilamente. Não consegui medir, mas a grossura que era, nunca esqueço. Comecei a enfiar mais pro fundo, e ele explicava: "Enfia até onde conseguir. Tira, brinca com a língua na cabeça, e de novo pra dentro." Ele me mostra no pornô a parte do boquete e fala: "Viu? Assim que você tem que fazer." Eu, com um olho na TV e o pau dele na boca, ele senta no sofá e eu me ajeito na frente dele. Ele me ajeita a raba bem empinada de novo e, enquanto eu tava com o pau na boca, me dá um tapão bem forte na bunda e me faz gritar — que com o pau na boca, sai como um gemido abafado. "Viu como a mina faz no filme? Viu que ela geme e fala coisas enquanto chupa? Faz um pouco disso." Eu pergunto: "Fala o quê?" Ele responde: "Fala que adora meu pau, me olha e fala que quer toda a porra." Eu meto o pau na boca e, com ele quase fora, falo tudo. Enquanto gemo e faço barulho quando ele enfia bem fundo. Nisso, vejo que no filme tavam fazendo uma garganta profunda, e embora o pau do filme fosse menor, eu olho pra ele e falo: "Não sei como fazem isso, não entra assim." E ele: "Pra isso entrar, você tem que praticar, mas eu te ensino." Então ele se levanta, faz eu levantar bem a cabeça e, de cima, mete o pau na minha boca. "Agora respira pelo nariz." E começa a afundar na minha boca, primeiro os dez centímetros que já tinham entrado. entrei e de repente ele empurra e sinto como passa da minha boca pra minha garganta, eu engasgo, ele tira e diz: "vai mais uma vez até o fundo". mete de novo e dessa vez sinto como abre minha garganta e sinto os ovos dele encostando no meu queixo. uma vez lá dentro, ele começou a se mexer um pouco, isso me engasgava muito, mas aguentei. quando ele tirou, saiu toda enrolada em saliva que escorreu no meu rosto, meus olhos cheios de lágrimas. "muito bem, é assim que as meninas boas fazem". eu, feliz com o que ele me dizia. "se você continuar mais um pouco, vai provar a porra, quer? sabe como é? quando você chupar bem, vai sair bastante porra e você tem que engolir tudo. quando sentir que a porra vem, enfia bem no fundo e depois saboreia bem." ele se senta de novo e me pega pela nuca, mete na minha boca e com a mão me guiava e fazia mais força pra entrar mais. enquanto eu tava com meio pau na boca, Raul começa a gemer mais forte e a se mexer. imaginei que era a hora e enfiei o mais fundo que pude e mexia a mão no tronco como ele me ensinou. então senti contrações no pau todo dele. "continua assim, gata, você é incrível, continua assim e vai provar a porra na boca." depois de cinco minutos assim sem parar, já com a boca calejada, sinto de novo espasmos no pau dele e de repente minha boca encheu de porra. não imaginava a quantidade, encheu minha boca de repente e escapou bastante pela borda, escorrendo no pau dele e no meu peito. ele coloca o dedo nos meus lábios como pedindo silêncio. "você tem que engolir tudo, mas sente bem o gosto. você gosta toda quentinha?" engoli tudo e com os dedos dele junta o que tinha caído e vai colocando na minha boca, eu chupo e chupo o dedo dele. "agora chupa mais um pouco, mas bem devagar, como se fosse um sorvete." quando deixo o pau dele bem limpo, ele me levanta do chão, me senta no colo dele e me beija com força. "você gostou?" "sim." "pode me chamar de papai sempre?" "sim, claro." "sim, o quê?" "sim, papai, adorei." "bom, agora já sabemos que você gosta de chupar e tomar a porra. Você já é quase uma menina, por que quase perguntei? Ela faz um sinal pra eu olhar a TV. Tava a mesma loira, mas agora ela tava de pé encostada numa barra e iam meter no cu dela. Viu isso? É o que te falta, mas fica tranquila, se você quiser eu te ensino tudo. Já quando me chamou no feminino, adorei. Sim, papai, quero aprender tudo. Bom, vai se arrumar um pouco a boca (tava com a cara cheia de lágrimas do boquete que tinha feito e os lábios pintados estavam borrados por toda a minha cara). Vou andando com os saltos que o Raul tinha me dado, já tava super craque naqueles saltinhos. Ele me traz um espelhinho. Olha, menina, sempre que terminarmos de brincar, você tem que ir se arrumar. Gosto que minha menina esteja arrumada. Obedeço, volto a me pintar e enquanto conversamos, ele me diz que adoraria me ver com outras roupas. Passaram cinco minutos e eu, de repente, coloco minha mão no pau dele de novo e começo a acariciar. O que foi? Ficou com vontade ou gostou tanto dessa? Sem dizer nada, meto ele de novo na boca. Dessa vez tinha gosto de porra seca e mais cheiro, coisa que adorei. Você não chupou mais pra baixo ainda. Começo a descer pelo tronco até a base e ele diz: mais pra baixo. Me pega pelo cabelo e leva minhas bolas pra boca. Chupo elas como se fosse o pirulito mais gostoso. Vem, sobe no sofá, fica de quatro de lado. Faço isso. Ele me guia pra continuar chupando, mas agora acaricia minha bunda, levanta minha saia e começa a tocar meu cu bem perto do buraquinho. Eu já gemia de prazer. Ele puxa minha calcinha fio dental, me pega pelo cabelo, tira o pau da boca e, enfiando os dedos na minha boca, diz: molha bem eles que são pra sua bunda. Encho eles de saliva. Ele tira os dedos e me leva de volta pro pau dele. Então começa a brincar com os dedos molhados na minha bunda, primeiro bem devagar, mas de repente empurra forte e enfia o dedo inteiro pra dentro. Gim um pouco e arqueio as costas. Ele abaixa e diz: você sempre com a bunda pra cima. Continua com o dedo lá dentro. Não doía, só era estranho, mas eu tava ocupada demais. chupando ela, já no segundo boquete eu tava mais experiente, ela tira o dedo e enfia na minha boca, mas quando volta, mete dois dedos juntos, aí eu grito um pouco e tiro ela da boca, então ela me puxa pelo cabelo pra eu olhar na cara dela e, enquanto me encara, começa a enfiar e tirar os dedos, eu grito, "cê gosta? Tem que estrear essa bunda, não acha?" Não muito segura se queria, eu digo que sim entre gemidos, mas depois de uns minutos já relaxo e volto a cuidar da pica dela com a boca, quando levanto o olho, me vejo no espelhinho, com a pica grossa na boca e meus lábios vermelhos envolvendo ela, adorei. "Beleza, gata, agora é sua vez", ela me faz levantar e me encosta na parede, se ajoelha e começo a sentir ela beijando minha bunda até que chega, abre minhas nádegas e começa a chupar meu cu, eu gemia de prazer. "Se toca um pouco, mas não goza", eu não aguentava mais, peço pra ela continuar, ela me vira e me beija forte. "Vai doer um pouco na primeira vez, mas relaxa", me leva pro sofá e me coloca de joelhos no banco com os braços apoiados no sofá, se aproxima e enfia a pica bem na minha boca. "Agora molha bem ela", e enquanto eu tenho ela na boca, me pergunta: "cê gosta de brincar de putinha comigo? Dá pra ver que você adora pica, adoro! Quer experimentar ter ela dentro?" Aí ela tira a pica da minha boca e fica atrás de mim, me agarra forte pela cintura e encosta a ponta no meu cu e empurra com força, o que doeu pra caralho e eu gritei, então ela tapa minha boca e fala: "calma, relaxa que vai entrar toda", e enquanto falava, eu sentia aquela pica grossa entrando no meu cu, gritei muito forte quando senti o quadril dela bater no meu, e sentia aquela pica tão fundo como nunca tinha sentido nada. "Cê tem a pica toda na bunda, gata, cê gosta?" Sem eu responder nada, ela tira inteira e enfia de novo toda, e começa a entrar e sair cada vez mais rápido, eu sentia dor mas também sentia a pica dela e todo o peso dela em cima de mim, isso me deixou louca. Ela continuava me comendo bem suave, mas era tão grande que continuava Doendo bastante. Quando comecei a me acostumar com a sensação, comecei a gemer. Isso deixou ele doido e ele começou a meter mais forte. Eu gritava, aí ele colocou um travesseiro no meu rosto e falou: "Morde, putinha. Se tá doendo, morde." Mordi o travesseiro com tudo e aí ele começou a me foder bem forte. Tirava tudo e metia de novo. Eu chorava, mas não queria que parasse. Assim ficou um tempão fazendo com meu cu o que queria, até que ele fala: "A neném quer o leite onde? Quer que eu encha essa rabeta ou quer tomar tudo de novo?" "Quero tomar de novo", falei enquanto me segurava forte e empurrava bem fundo. De repente, ele tirou de uma vez, me pegou pelo cabelo e meteu na minha boca. Começou a fazer a mesma coisa que tava fazendo no meu cu, mas na minha boca. Metia bem no fundo, tirava, batia no meu rosto e metia de novo. Assim até que ele gozou, mas não deu na minha boca. Jorrou na minha cara toda. Meu rosto ficou banhado de porra e com a rola ele juntava e metia na minha boca. Quando terminei com a última gota, comecei a beijar a rola dele. Da cabeça, passando pelo tronco, até as bolas. Levantei, ele me beijou na boca. "Você é uma neném linda", ele falou. "Isso é nosso segredo. Agora pode vir quando quiser brincar comigo." Já era tarde, então me troquei, tirei o batom e fui me despedir pra ir embora. Ele me acompanhou até a porta, me beijou e acariciou minha rabeta. Eu ia pegar a maçaneta, mas em vez de levar a mão nela, fui direto na calça dele. Comecei a acariciar por cima. "Você vai se despedir direito?" Me ajoelhei, desabotoei e quando ia meter na boca, ele me parou. "Não assim, não. Minha neném chupa a rola com a boca pintada ou não?" Então peguei minha mochila, passei batom de novo e, de joelhos ao lado da porta, chupei ele até que ele encheu minha boca de porra de novo. Fui pra casa com aquele gosto na boca. Depois disso, continuei visitando ele por muitos anos. Antes de voltar pra casa depois da escola, passava na casa do Raul e tomava o leite antes de chegar em casa.
Eu tava na casa do meu melhor amigo, com a mãe dele, uma mulher muito gostosa, com um corpo lindo. Sempre tinha fantasiado com ela, mas naquele dia rolou algo diferente que me marcou. Em vez de me imaginar comendo ela, comecei a fantasiar vendo o pai dela por cima, metendo com a cintura. Foi aí que entrou na minha cabeça uma ideia: eu queria sentir o que ela sentia, um homem por cima de mim. Isso foi o começo.
A partir daí, quando pensava nisso, ficava louco fantasiando com o pai do meu amigo (chama Daniel). E sem perceber, nas minhas fantasias começaram a aparecer mais homens maduros do que mulheres. Ficava doido com a ideia de ter um homem por cima de mim, queria saber qual era a sensação de levar por trás. Tudo isso sendo tão novo, não entendia direito o que tava rolando comigo.
A partir daí, comecei a sentir um monte de coisa, e de noite, quando todo mundo em casa dormia, eu fantasiava com o Dani. Foi aí que surgiu minha segunda fantasia, que nunca me largou: queria me vestir de menina. Ficava maluco com tudo relacionado a roupa e maquiagem. Desde aquele dia, roubava maquiagem da minha mãe, da minha irmã e das minhas tias, e quando ficava sozinho, me trancava no banheiro. Adorava aquilo, mesmo sem ter feito a conexão entre isso e minha atração por homens maduros. Tudo isso começou a acontecer quando eu tinha uns dez anos, mais ou menos.
Bom, a vida seguiu sem muito mais rolar. Já tinha vestido alguma calcinha da minha irmã, mas não tinha passado disso. Agora que vocês têm uma ideia do que tava rolando comigo, posso contar minha primeira vez. Eu tinha feito catorze anos, meus pais são médicos, então tinham ido pra um congresso no litoral. que estava sob os cuidados da minha avó. No segundo dia sozinhos com ela, aproveitando o sono profundo dela, fui até o guarda-roupa da minha irmã e peguei a roupa que sempre roubava dela: era uma calcinha de renda bem pequenininha, umas meias pretas que iam até acima do joelho e uma saia tipo tubinho. Não era a primeira vez que usava esse visual, mas sempre com pressa e com medo de alguém aparecer. Mas hoje eu estava sozinho, então me dei ao luxo de pegar meu tempo, vesti aquela roupa e fui até o espelho do banheiro me olhar. Fui pegar o batom que tinha roubado e, me olhando no espelho, tentei pintar a boca o melhor que pude. Naquele dia, durante toda a longa soneca da minha avó, passei o tempo todo no banheiro com aquela roupinha, me admirando com a boca pintada. Eu amava aquilo.
No terceiro dia foi quando tudo mudou e eu tive uma experiência dos meus sonhos. É aí que entra meu vizinho Raul, um senhor de 64 anos na época, alto, bem moreno, com uma barriguinha e um rosto bem sério. Ele sempre foi meu vizinho, era encanador, e a gente nunca teve muita conversa. Naquele dia, minha avó tinha chamado o Raul pra consertar um vazamento na cozinha, mas em nenhum momento me avisou que ele vinha. Questão: ele chega, minha avó deixa ele entrar e ele começa a trabalhar na cozinha. Foi então que aconteceu: minha avó sai pra fazer compras e eu penso que fiquei sozinho, sem saber que tinha ficado com o Raul. Então, como sempre fazia, coloquei as meias 7/8, a calcinha fio dental e a saia de sempre, com uma camiseta preta que, como ficava meio pequena, marcava com a saia e parecia um vestidinho. Óbvio, fui ao banheiro e, como sempre, peguei meu batom, que eu sempre escondia — um vermelho maravilhoso — e pintei os lábios tentando imitar o que minha irmã fazia quando se maquiava. Então, estava no banheiro com roupa da minha irmã e lábios pintados, sem imaginar que não estava sozinho. Quando terminei de me olhar no espelho, saí do banheiro. Eu adorava dar uma voltinha pela casa vestido assim. Aí tive a ideia de ir até a... Cozinha, abro a porta e pra minha surpresa o Raul estava lá. Quando ele ouve que eu entro, sai de baixo da pia do chuveiro onde tava trabalhando e me vê. Eu queria morrer, não queria que ninguém soubesse o que eu fazia e de repente meu vizinho tava me descobrindo. Foram uns segundos que ele não falou nada e do nada me cumprimenta como se nada tivesse acontecido: "Oi Sebas, como cê tá?" "Bem", respondo eu sem conseguir falar muito. "Bom demais", ele responde. "Já terminei o serviço, avisa sua avó que depois passo pra cobrar". E assim, como se não tivesse visto nada, foi embora. Eu tava apavorado, não queria que ninguém soubesse e pensei em nunca mais fazer nada daquilo. Por uns dias escondi a roupa e o batom e evitei pensar no que tinha acontecido.
Na semana seguinte, meus pais já estavam em casa e tudo tava normal. Aí um dia, voltando da escola, encontro o Raul na porta da casa dele. Cumprimento ele, ele me cumprimenta sorrindo e quando vou passar, ele me chama: "Vem cá, Sebas, como cê tá? Posso te perguntar uma coisa?" Eu, toda vez que via ele, lembrava que ele sabia meu segredo. "Tudo bem, tudo bem", respondo. "Pode sim, pergunta o que quiser". Então ele baixa a voz e me diz: "Aquilo que cê tava fazendo outro dia quando fui na sua casa... cê tinha se vestido e pintado igual uma menina. Cê gosta disso?" Eu, já muito nervoso, respondo: "Não, não, tava só brincando". Ele ri e me fala: "Bom, pra quem tava brincando, ficou muito bom em você". Aí eu fico vermelho de nervoso sem saber o que dizer. Ele completa: "Na sua casa cê não pode brincar assim sempre porque sua família tá, né?" "É", digo. "Quando tô sozinho, às vezes brinco com isso". Me olhando fixo, ele diz: "Bom, se quiser, na minha casa cê pode fazer o que quiser. Quando você quiser, cê vem e brinca na minha casa o quanto quiser". Eu fiquei mudo, não sabia o que dizer. Naquela noite, não parei de pensar no Raul e em ir na casa dele brincar como ele falou. Passaram uns dias até que eu me animei. Naquele dia, antes da escola, guardei minha roupinha e meu único batom na mochila e fui. Quando saí da escola naquele dia... Já tinha decidido tocar a campainha do Raul, e foi o que fiz. Cheguei na porta dele, toquei a campainha e ele saiu. Ele me cumprimenta, eu fico calado sem saber o que dizer. Então ele sorri e pergunta: "Você veio brincar?" Eu respondo que sim com a cabeça e ele me convida pra entrar. A casa dele era humilde, mas muito bonita. Ele me diz pra ficar tranquilo, que ali eu podia fazer o que quisesse, mas completa: "Se você tiver aquela roupinha que vestiu da outra vez, melhor." Peço pra ir ao banheiro e vou com minha mochila pra me trocar. Naquele momento, não imaginava o que ia acontecer. Coloco minhas meias, minha saia e, claro, pinto meus lábios. Nessa altura, já tinha mais prática, minha boca ficava incrível. Quando me animei, saí do banheiro e fui até a sala. O Raul estava sentado. Vejo aquele senhor maduro me olhando de cima a baixo e ele diz: "Sim, como eu lembrava, essa roupa te cai muito bem. E essa boca assim... Vamos brincar que você desfila pra mim?" Ele fala. Eu, óbvio, digo que sim, e ele vai me dando instruções de como andar e como me posicionar. Eu já me sentia super à vontade. Ele começa a me perguntar se eu me imaginava como uma menina quando estava assim. Respondo que sim, e ele levanta, vai até o quarto e volta com uma caixa. "Olha, Seba, tenho isso que quero te dar de presente, se você me deixar ver como fica em você." Abro a caixa: uns saltos altos pretos divinos. Ele pede pra eu experimentar. Ficam geniais. Pratico andar um pouco enquanto o Raul me olha. "Ficaram lindos em você", ele diz. "Agora, se você está brincando de ser menina de verdade..." Então ele se aproxima e, sem dizer uma palavra, me dá um beijo na boca. Sinto a língua dele na minha boca. Ele se afasta e pergunta se eu gostei. Digo que sim. Então ele segura meu rosto e me beija com força. Eu estava nervoso, mas amava o que estava acontecendo. Depois daquele beijo, ele diz: "Bom, agora você está começando a brincar de verdade." Eu continuo mudo. "Olha, seu batom borrou tudo. Por que você não vai e arruma de novo? Porque eu adoro como fica em você." Claro, obedeço e vou. Quando volto, o Raul estava no sofá e tinha colocado um filme pornô na TV. Me aproximo e começo a olhar. Nunca tinha visto pornô antes, então fiquei impressionado. Era uma cena onde uma garota estava de joelhos chupando um cara. Fico olhando, e ele me diz: "Gostou? Se imagina sendo o homem ou gostaria de ser a mulher?" Eu não conseguia parar de olhar como aquela loira metia a pica na boca dela. Não respondi nada. Então ele se levanta e me diz: "Você teria que experimentar pra saber se gosta. Se me deixar, eu te ensino." E sem eu responder nada, ele coloca a mão nas minhas costas, começa a descer e, antes de chegar na minha bunda, pergunta: "Posso acariciar sua buceta?" Eu aceno com a cabeça, e ele coloca a mão enorme na minha bunda e começa a amassar um pouco forte. De repente, ele me vira, passa o braço e me agarra firme pela cintura, me empurrando contra ele. Então coloca o polegar nos meus lábios e diz: "Vamos ver como você se sai." Abro um pouco a boquinha, e ele começa a meter o dedo na minha boca enquanto dizia: "Vamos, chupa um pouquinho." Eu estava com uma mão segurando minha bunda e o dedo dele na minha boca. Quando já tinha entendido o que ele queria, imaginava que o dedo dele era a pica do filme pornô e tentava imitar a loira. Depois de alguns minutos brincando assim, ele me agarra forte e fala no meu ouvido: "Você se sai muito bem pra ser sua primeira vez brincando de garotinha." Enquanto isso, no filme já estavam transando de quatro. A loira estava ajoelhada no chão com os braços apoiados num sofá. Raul olha a cena e me diz: "Se imagina fazendo isso comigo?" Nessa altura, eu já estava entregue e, como resposta, me aproximo como se fosse beijá-lo. Ele me beija bem suave e me diz: "Agora você tem que me obedecer em tudo, e vai adorar." Levanta minha saia e me dá um tapa na bunda. "Agora você tem que se ajoelhar." Então veio meu primeiro boquete. Me ajoelho, ele afrouxa o cinto, abre a calça e tira da cueca. Uff, inesquecível aquela imagem. A pica estava meio dormindo e já era enorme, de cor bem escura, alguns pelos e umas veias marcadas. Ele me diz: "Antes de começar... Você tem que se ajeitar. Então ele me ajeita bem pra eu botar a raba pra fora, e ele explica: "Sempre tem que empinar a raba pra eu ver bem, e olha nos meus olhos sempre." Aí ele me olha. "Agora experimenta pra ver se você gosta." Eu, de nervoso, congelei. "Não tem problema, eu te ensino. Abre a boquinha." Eu abro. Ele pega o pau dele e mete um pouco na minha boca, tira, passa nos meus lábios e um pouco no meu rosto. "E aí? O que você acha? Gostou da sensação? Continuo?" Eu abro a boca bem grande e meto sozinho na boca. Começo a chupar igual fiz com o dedo dele, e sinto o Raul começar a gemer. Sinto e vejo aquele pau começar a crescer até ficar totalmente duro. 18x5, tranquilamente. Não consegui medir, mas a grossura que era, nunca esqueço. Comecei a enfiar mais pro fundo, e ele explicava: "Enfia até onde conseguir. Tira, brinca com a língua na cabeça, e de novo pra dentro." Ele me mostra no pornô a parte do boquete e fala: "Viu? Assim que você tem que fazer." Eu, com um olho na TV e o pau dele na boca, ele senta no sofá e eu me ajeito na frente dele. Ele me ajeita a raba bem empinada de novo e, enquanto eu tava com o pau na boca, me dá um tapão bem forte na bunda e me faz gritar — que com o pau na boca, sai como um gemido abafado. "Viu como a mina faz no filme? Viu que ela geme e fala coisas enquanto chupa? Faz um pouco disso." Eu pergunto: "Fala o quê?" Ele responde: "Fala que adora meu pau, me olha e fala que quer toda a porra." Eu meto o pau na boca e, com ele quase fora, falo tudo. Enquanto gemo e faço barulho quando ele enfia bem fundo. Nisso, vejo que no filme tavam fazendo uma garganta profunda, e embora o pau do filme fosse menor, eu olho pra ele e falo: "Não sei como fazem isso, não entra assim." E ele: "Pra isso entrar, você tem que praticar, mas eu te ensino." Então ele se levanta, faz eu levantar bem a cabeça e, de cima, mete o pau na minha boca. "Agora respira pelo nariz." E começa a afundar na minha boca, primeiro os dez centímetros que já tinham entrado. entrei e de repente ele empurra e sinto como passa da minha boca pra minha garganta, eu engasgo, ele tira e diz: "vai mais uma vez até o fundo". mete de novo e dessa vez sinto como abre minha garganta e sinto os ovos dele encostando no meu queixo. uma vez lá dentro, ele começou a se mexer um pouco, isso me engasgava muito, mas aguentei. quando ele tirou, saiu toda enrolada em saliva que escorreu no meu rosto, meus olhos cheios de lágrimas. "muito bem, é assim que as meninas boas fazem". eu, feliz com o que ele me dizia. "se você continuar mais um pouco, vai provar a porra, quer? sabe como é? quando você chupar bem, vai sair bastante porra e você tem que engolir tudo. quando sentir que a porra vem, enfia bem no fundo e depois saboreia bem." ele se senta de novo e me pega pela nuca, mete na minha boca e com a mão me guiava e fazia mais força pra entrar mais. enquanto eu tava com meio pau na boca, Raul começa a gemer mais forte e a se mexer. imaginei que era a hora e enfiei o mais fundo que pude e mexia a mão no tronco como ele me ensinou. então senti contrações no pau todo dele. "continua assim, gata, você é incrível, continua assim e vai provar a porra na boca." depois de cinco minutos assim sem parar, já com a boca calejada, sinto de novo espasmos no pau dele e de repente minha boca encheu de porra. não imaginava a quantidade, encheu minha boca de repente e escapou bastante pela borda, escorrendo no pau dele e no meu peito. ele coloca o dedo nos meus lábios como pedindo silêncio. "você tem que engolir tudo, mas sente bem o gosto. você gosta toda quentinha?" engoli tudo e com os dedos dele junta o que tinha caído e vai colocando na minha boca, eu chupo e chupo o dedo dele. "agora chupa mais um pouco, mas bem devagar, como se fosse um sorvete." quando deixo o pau dele bem limpo, ele me levanta do chão, me senta no colo dele e me beija com força. "você gostou?" "sim." "pode me chamar de papai sempre?" "sim, claro." "sim, o quê?" "sim, papai, adorei." "bom, agora já sabemos que você gosta de chupar e tomar a porra. Você já é quase uma menina, por que quase perguntei? Ela faz um sinal pra eu olhar a TV. Tava a mesma loira, mas agora ela tava de pé encostada numa barra e iam meter no cu dela. Viu isso? É o que te falta, mas fica tranquila, se você quiser eu te ensino tudo. Já quando me chamou no feminino, adorei. Sim, papai, quero aprender tudo. Bom, vai se arrumar um pouco a boca (tava com a cara cheia de lágrimas do boquete que tinha feito e os lábios pintados estavam borrados por toda a minha cara). Vou andando com os saltos que o Raul tinha me dado, já tava super craque naqueles saltinhos. Ele me traz um espelhinho. Olha, menina, sempre que terminarmos de brincar, você tem que ir se arrumar. Gosto que minha menina esteja arrumada. Obedeço, volto a me pintar e enquanto conversamos, ele me diz que adoraria me ver com outras roupas. Passaram cinco minutos e eu, de repente, coloco minha mão no pau dele de novo e começo a acariciar. O que foi? Ficou com vontade ou gostou tanto dessa? Sem dizer nada, meto ele de novo na boca. Dessa vez tinha gosto de porra seca e mais cheiro, coisa que adorei. Você não chupou mais pra baixo ainda. Começo a descer pelo tronco até a base e ele diz: mais pra baixo. Me pega pelo cabelo e leva minhas bolas pra boca. Chupo elas como se fosse o pirulito mais gostoso. Vem, sobe no sofá, fica de quatro de lado. Faço isso. Ele me guia pra continuar chupando, mas agora acaricia minha bunda, levanta minha saia e começa a tocar meu cu bem perto do buraquinho. Eu já gemia de prazer. Ele puxa minha calcinha fio dental, me pega pelo cabelo, tira o pau da boca e, enfiando os dedos na minha boca, diz: molha bem eles que são pra sua bunda. Encho eles de saliva. Ele tira os dedos e me leva de volta pro pau dele. Então começa a brincar com os dedos molhados na minha bunda, primeiro bem devagar, mas de repente empurra forte e enfia o dedo inteiro pra dentro. Gim um pouco e arqueio as costas. Ele abaixa e diz: você sempre com a bunda pra cima. Continua com o dedo lá dentro. Não doía, só era estranho, mas eu tava ocupada demais. chupando ela, já no segundo boquete eu tava mais experiente, ela tira o dedo e enfia na minha boca, mas quando volta, mete dois dedos juntos, aí eu grito um pouco e tiro ela da boca, então ela me puxa pelo cabelo pra eu olhar na cara dela e, enquanto me encara, começa a enfiar e tirar os dedos, eu grito, "cê gosta? Tem que estrear essa bunda, não acha?" Não muito segura se queria, eu digo que sim entre gemidos, mas depois de uns minutos já relaxo e volto a cuidar da pica dela com a boca, quando levanto o olho, me vejo no espelhinho, com a pica grossa na boca e meus lábios vermelhos envolvendo ela, adorei. "Beleza, gata, agora é sua vez", ela me faz levantar e me encosta na parede, se ajoelha e começo a sentir ela beijando minha bunda até que chega, abre minhas nádegas e começa a chupar meu cu, eu gemia de prazer. "Se toca um pouco, mas não goza", eu não aguentava mais, peço pra ela continuar, ela me vira e me beija forte. "Vai doer um pouco na primeira vez, mas relaxa", me leva pro sofá e me coloca de joelhos no banco com os braços apoiados no sofá, se aproxima e enfia a pica bem na minha boca. "Agora molha bem ela", e enquanto eu tenho ela na boca, me pergunta: "cê gosta de brincar de putinha comigo? Dá pra ver que você adora pica, adoro! Quer experimentar ter ela dentro?" Aí ela tira a pica da minha boca e fica atrás de mim, me agarra forte pela cintura e encosta a ponta no meu cu e empurra com força, o que doeu pra caralho e eu gritei, então ela tapa minha boca e fala: "calma, relaxa que vai entrar toda", e enquanto falava, eu sentia aquela pica grossa entrando no meu cu, gritei muito forte quando senti o quadril dela bater no meu, e sentia aquela pica tão fundo como nunca tinha sentido nada. "Cê tem a pica toda na bunda, gata, cê gosta?" Sem eu responder nada, ela tira inteira e enfia de novo toda, e começa a entrar e sair cada vez mais rápido, eu sentia dor mas também sentia a pica dela e todo o peso dela em cima de mim, isso me deixou louca. Ela continuava me comendo bem suave, mas era tão grande que continuava Doendo bastante. Quando comecei a me acostumar com a sensação, comecei a gemer. Isso deixou ele doido e ele começou a meter mais forte. Eu gritava, aí ele colocou um travesseiro no meu rosto e falou: "Morde, putinha. Se tá doendo, morde." Mordi o travesseiro com tudo e aí ele começou a me foder bem forte. Tirava tudo e metia de novo. Eu chorava, mas não queria que parasse. Assim ficou um tempão fazendo com meu cu o que queria, até que ele fala: "A neném quer o leite onde? Quer que eu encha essa rabeta ou quer tomar tudo de novo?" "Quero tomar de novo", falei enquanto me segurava forte e empurrava bem fundo. De repente, ele tirou de uma vez, me pegou pelo cabelo e meteu na minha boca. Começou a fazer a mesma coisa que tava fazendo no meu cu, mas na minha boca. Metia bem no fundo, tirava, batia no meu rosto e metia de novo. Assim até que ele gozou, mas não deu na minha boca. Jorrou na minha cara toda. Meu rosto ficou banhado de porra e com a rola ele juntava e metia na minha boca. Quando terminei com a última gota, comecei a beijar a rola dele. Da cabeça, passando pelo tronco, até as bolas. Levantei, ele me beijou na boca. "Você é uma neném linda", ele falou. "Isso é nosso segredo. Agora pode vir quando quiser brincar comigo." Já era tarde, então me troquei, tirei o batom e fui me despedir pra ir embora. Ele me acompanhou até a porta, me beijou e acariciou minha rabeta. Eu ia pegar a maçaneta, mas em vez de levar a mão nela, fui direto na calça dele. Comecei a acariciar por cima. "Você vai se despedir direito?" Me ajoelhei, desabotoei e quando ia meter na boca, ele me parou. "Não assim, não. Minha neném chupa a rola com a boca pintada ou não?" Então peguei minha mochila, passei batom de novo e, de joelhos ao lado da porta, chupei ele até que ele encheu minha boca de porra de novo. Fui pra casa com aquele gosto na boca. Depois disso, continuei visitando ele por muitos anos. Antes de voltar pra casa depois da escola, passava na casa do Raul e tomava o leite antes de chegar em casa.
2 comentários - Minha primeira vez com o vizinho encanador