Este 17 de janeiro de 2023 foi uma noite quente na cidade de Neuquén. Verônica assistia à gala do Big Brother com o mesmo calor que fazia em toda a cidade, apesar de ter o ar-condicionado a 22 graus. Mas era um calor diferente: seu corpo ardia de desejo, seus mamilos estavam duros e doíam. Sua buceta escorria enquanto o marido dormia. Ele tinha ido deitar cedo, já que no dia seguinte um transporte ia buscá-lo para trabalhar a 400 km, num poço de petróleo, e eles não se veriam por 15 dias.
Ela não aguentava esperar, nem queria se tocar. Então decidiu apagar as luzes do apartamento e foi até o quarto onde o marido, Rafael, dormia de barriga pra cima, com o torso nu e descoberto. Ele não tinha um físico privilegiado, só uma barriguinha mesmo, mas comparado à mulherão que era a Verônica (aquela potra era um inferno), tinha uma desvantagem: vários homens a devoravam com os olhos e gritavam um monte de obscenidades quando ela andava pelas ruas da cidade. Continua...
Ela não aguentava esperar, nem queria se tocar. Então decidiu apagar as luzes do apartamento e foi até o quarto onde o marido, Rafael, dormia de barriga pra cima, com o torso nu e descoberto. Ele não tinha um físico privilegiado, só uma barriguinha mesmo, mas comparado à mulherão que era a Verônica (aquela potra era um inferno), tinha uma desvantagem: vários homens a devoravam com os olhos e gritavam um monte de obscenidades quando ela andava pelas ruas da cidade. Continua...
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