
Enquanto isso, Cláudia, já entediada de ficar na fila dos banheiros lotados, viu finalmente que estava perto de entrar pra aliviar a bexiga cheia, que reclamava com dores por que ela não esvaziava o conteúdo.
— Uffffff, finalmente não aguento mais a vontade de mijar, pensava consigo mesma sem imaginar a situação pela qual sua amiga Cielo Riveros estava passando naquele momento.
Enquanto isso, lá num lugar afastado e quase na penumbra da feira, só iluminado pela lua cheia que majestosa aparecia naquela noite estrelada, nossa linda protagonista tava passando por uma situação angustiante, tendo que aguentar o velho degenerado do seu Pedro, que tava fascinado e quase babando pelas redondezas enormes da jovem escultural e por aquele ar de ingenuidade e inocência que vinha dela.
Ela tava bem agarrada por aquela cintura fina e firme que tava de fora, onde dava pra ver a barriga chapada sem um pingo de gordura e coroada pelo umbigo sexy que prendia a atenção hipnoticamente.
O sátiro devorava ela com os olhos enquanto a mente dele maquinava ideias perversas pra cima da gostosa.
—Eu… eu… preci… preciso ir embora, por favor, me solta — implorava a mãezona gostosa com aquela voz deliciosa, melosa e inocente.
—Não... coisinha gostosa, até acabar a rodada, minha rainha.
O velho degenerado, aproveitando a passividade da jovenzinha que estava deitada, apertava ela contra si, fazendo-a sentir sua ereção dura no meio das pernas da gostosona.
Pra acabar de fuder com tudo, a sequência de baladas românticas parecia não ter fim, pra desespero de Cielo Riveros e deleite do velho e seus comparsas, que seguravam a pica, esfregando ela por cima do macacão, ao ver o chefe ficando cada vez mais ousado com a gostosa novinha com quem dançava.
Depois o velho disse, sem tirar os olhos dos peitos mamáveis da novinha, com toda a morbidez.
—Que mulher infernal que você é, gostosa! Desde que você chegou, a gente tá te seguindo, não penso em outra coisa a não ser meter meu pau nessa bunda divina—tudo isso sem parar de apertar ela contra ele, sentindo ela a pica dura.O velho ficava babando diante das duas peitudas enormes da garota que, ao tê-las tão perto, ficava enlouquecido com aqueles peitos empinados e volumosos que prometiam um sem-fim de prazer e gozo para quem os tivesse.
Só de ouvir as palavras do velho se abrindo sem vergonha sobre suas intenções sujas com aquela linguagem vulgar, o corpo da garota se retesou e ela sentiu uma sensação de medo, quase de terror, crescendo dentro dela sem controle.
—Por favor… seu Pedro, não me falte com respeito, eu não te dei motivo pra falar essas vulgaridades — disse a jovem gostosa e curvilínea com voz suave e tensa ao mesmo tempo.
O velho soltou uma gargalhada assustadora ao ouvir ela, o arrepio foi total, o medo era insuportável, os comentários tarados dele assustavam ela mais a cada segundo que passava, ela não sabia o que fazer, aquele velho tinha ela bem agarrada sem soltar nem um segundo, não tinha muitas opções.
Dono da situação, o velho nojento disse pra ela.
— Mas se você, sua mamãe gostosa, nos deu entrada pra gente te desrespeitar, sua foxy piranha!
Ela, desconcertada pela afirmação do velho e cada vez mais assustada com a situação quente, respondeu.
—Não… não… não sei do que o senhor está falando — disse com uma voz bem baixinha.
—Ah, não?... Sua puta gostosa, cê não sabe? E quando você e aquelas vadias das suas amigas pararam no meio da ponte, mostrando tudo pra gente, sem deixar nada pra imaginação, isso não é provocar e dizer que querem uma boa pica de macho? Cê me deixou com tesão desde que te vimos em cima da ponte, mostrando tudo, minha rainha. Me diz, isso não é provocar, sua gostosa?
Cielo Riveros sentiu o rosto queimar ao ouvir essas palavras do velho, ao mesmo tempo que o coração deu um pulo, as palavras chocantes do velho nojento foram como um balde de água fria, o que ela poderia argumentar a seu favor? Dissesse o que dissesse, aqueles velhos horríveis não acreditariam nela, o velho tinha razão, a ação dela na ponte a condenava.
E não aguentando ver a cara de tesão e vitória do velho ao perceber que ela não tinha argumentos de defesa, a escultural novinha baixou o olhar, abaixando a cabeça, e suas lindas bochechas ficaram vermelhas.
E se sentindo cada vez mais excitado e no controle da situação ao ver a passividade dela, suas mãos sujas acariciavam a pele macia e lisa da cintura, fazendo círculos cada vez maiores, abrangendo mais daquela pele deliciosa e suave, enquanto perguntava.
—Qual é, putinha, não vai me responder?
Ela, só com a voz bem baixinha, visivelmente nervosa, murmurou: — Tô a-qui, tô. Os olhos verdes lindos e grandes dela piscavam bem rápido, mostrando o medão que a mina tava sentindo.
O velho tarado levantou a voz com força, assustando ainda mais a novinha.
—Queeeee não te ouço, sua puta, me diz se eu tenho razão ou não, vagabunda, tarada por pica!
Só o silêncio daquela gostosa novinha já foi mais que óbvio que ela não sabia, que não precisava responder nada — todas as provas contundentes já a condenavam.
O velho nojento do seu Pedro, mais que satisfeito com a reação dela, falou pra ela
—Quem cala consente, minha rainha. Segurando seu queixo, a obriguei a levantar o olhar, dizendo: "então vamos aproveitar essa bundona e esses peitões, que já tô doido pra chupar essas tetas, gostosa.
Ao levantar o queixo da jovem escultural, o velho notou um par de lágrimas nos olhos dela e uma expressão de muito medo no rostinho dela, o que só excitava ainda mais o degenerado do seu Pedro.
A menina via com horror que tudo começava a escapar do seu controle, não via como sairia daquela situação quente. Sabia por experiência própria de outras situações parecidas pelas quais já tinha passado que aqueles degenerados não parariam até conseguir o que queriam.
Tava muito tensa e nervosa, sentia que cada vez mais se afundava num buraco fundo e nada nem ninguém podia salvar ela.
A deliciosa novinha, numa última tentativa de consertar todo aquele mal-entendido, implorou ao sátiro velho, muito angustiada.
—Nãooo, seu Pedro, a parada da ponte foi um engano, deixa eu explicar.
Mas o velho, ao saber que tinha ao seu alcance aquele corpo exuberante, fresco e juvenil da adolescente, já não a ouvia e sucumbiu ao seu desejo incontrolável de possuí-la, sem se importar se para isso precisaria forçá-la.
A guria, ao mesmo tempo, tentava se soltar dele, mas de repente um medo do caralho tomou conta da novinha, quando sentiu que as mãos que apertavam sua cintura desceram pra sua bunda redonda e empinada e agarraram com força; como o tecido da mini saia era fininho, ela sentia claramente os dedos dele se enterrando nas nádegas duras e a pressão era tanta que a pica do velho parecia ainda maior na pélvis dela.
Paralisada de medo, só pensava lá no fundo dela.
— Cielo Riveros Meu Deus… ele… tá… me tocando. O que eu faço?
O velho acariciava as curvas majestosas da bunda com as duas mãos, enfiou suas mãos enrugadas por baixo da minissaia, a pele áspera e grossa dos seus dedos velhos não lembrava de ter tocado em algo tão macio, tão delicado quanto a pele daquela criatura.
—Puta merda, mas que rabão que tu tem, gostosa, tu é uma deusa— as mãos do velho não paravam de apertar as bundonas da garota, massageando com as palmas calejadas por baixo da minissaia, sentindo a pele deliciosa, nua e macia da menina.
Cielo Riveros, reagindo, dava porradas no peito do velho tentando fazer ele soltar, mas pro tarado e bruto sexagenário aqueles tapas eram carícias e ele continuava apalpando a raba monstra da colegial, a saia curta pra caralho e por ser daquelas de pano leve facilitava demais o apalpação do velho.
Aproveitava pra passar a mão nas coxas lisas e grossas, acariciava a pele macia e quentinha daquelas pernas até chegar na redondeza da bunda dela e, sentindo a firmeza daquela carne macia e tão gostosa, embriagado pelo perfume que aquela criatura exalava, tinha que se segurar pra não gozar.
– Cielo Riveros - Nããããoooooo me solteeeeem pelo amor de Deeeeus, não faaaça issso.
Mas o velho tava enfeitiçado por aquela bunda formidável, macia, dura, redonda.
—Que rabão gostoso você tem, gostosa, pra meter a pica uma e outra vez.
Ela se sentia impotente, indefesa, estava nas garras daquele velho tarado, não podia fazer nada, ele tinha muito mais força que ela.
Ela olhava nos olhos dele, implorando com o olhar que parasse, mas o velho continuava se deliciando com aquelas nalgas espetaculares; estava fascinado com a redondeza e a textura daquele par de nalgas jovens e soberbas.
Então as mãos enrugadas e ressecadas começaram a deslizar devagar pra cima, chegando logo na cintura fina e nua da menina, mas não pararam por ali e seguiram aquela viagem deliciosa pela pele macia da garota, com a intenção clara de alcançar os peitinhos redondos da novinha; a cara do velho tava com uma expressão doentia, os olhos dele ficando vidrados e até babando, e não era pra menos, imagina só ficar meses em jejum de sexo e de repente ter na mão uma novinha gostosa pra caralho.
.. Cielo Riveros."
"N-não... n-não… e-espera... n-não... não...
A colegial assustada então segurou os pulsos do velho, parando por um momento o avanço quente dele na altura das costelas, numa reação natural de defesa, mas para o velho bruto isso não era nada, já que ele era muito mais forte que ela. Pra ele, aquilo não era obstáculo, muito pelo contrário, era carinho sentir as mãos macias da garota nos pulsos dele.
Aí, o velho inclinou a cara enrugada e barbuda no pescoço da moça, colando a boca nojenta, fedendo a cerveja e cigarro, no pescoço fino e bem sensível da guria; deu uma sugada com os lábios, enfiou a língua nojenta pra fora e passou ela no pescoço bem sensível da gostosa jovenzinha, que fechou os olhos com as sensações deliciosas que tomaram conta dela, sentindo todos os pelinhos do corpo arrepiarem.
O velho sentiu claramente essa reação na pele da garota, porque as mãos dele continuavam sobre os lados da menina e ele esboçou um meio sorriso sinistro, sabia que tava no caminho certo com aquela gostosa de novinha e continuou com mais ênfase chupando o pescoço sensível de Cielo Riveros, enchendo ela de vários arrepios.
– Cielo Riveros - Aaai… Nããão… aaaaaiii… seu Pedro, pelo amor de Deus, para.
A mamasota gostosa implorava, sabendo que aquelas sensações que começavam a dominar ela não levariam a nada bom; agora que ainda não estava entregue àqueles prazeres, ela se conhecia muito bem e sabia aonde tudo aquilo ia levar se despertasse seu temperamento ardente, sentia horror só de se imaginar numa cama trepando com aquele velho nojento e seus comparsas.
—Você é muito gostosa, mamasota, e dá pra ver que você adora uma pica. Agora você resiste, mas daqui a pouco vai estar gritando de prazer igual uma cadela no cio.
E aí ele partiu de novo pro pescoço sensível da menina, fazendo ela sentir arrepios e sensações gostosas, aquela língua e aquela barba atacando o pescoço dela sem parar.
A mina sentia cada vez mais que aquele velho ia conseguir o que queria, já que ela tava em desvantagem. Ela lutava contra aquele velho que forçava ela e contra o próprio corpo, que aos poucos ia aceitando as investidas daquele velho nojento. Percebia que o nojo e a rejeição por aquele degenerado diminuíam, e no lugar vinha uma sensação gostosa de prazer tomando conta do corpo dela, que nem uma droga, lutando pra dominar a vontade dela.
Mas ela continuava lutando, mesmo estando em desvantagem. Levantou as mãos e as colocou no peito do velho, tentando fazer força para se afastar dele. Ele curtia a briga que a garota queria dar, e isso deixou as mãos do velho livres. Sem perder tempo, ele agarrou a cintura fina dela sem nenhum cuidado e se grudou de novo no corpo voluptuoso da menina, enquanto ela sentia o pau duro do velho na sua entreperna.
O velho, sorrindo, olhava pra carinha assustada dela e, vendo aqueles lábios grossos e carnudos, sentiu uma vontade danada de beijá-los. Então, agarrando a cintura da colegial, tentou alcançar aquela boquinha deliciosa com a língua nojenta dele.
– Cielo Riveros -Nããão, me solta...nããão...- seu velho...tarado...-- ela lutava, se debatendo
mexendo a cabeça para os dois lados, tentando evitar que o velho nojento roubasse um beijo dos seus lábios frescos.
Ela, assim dominada como estava, só conseguia virar o rosto de um lado pro outro tentando evitar um beijo tão nojento.
—Mamacita, você é muito gostosa e eu tô muito tarado, deixa eu te dar um beijo.
Cielo Riveros –-Nããão….me solta….seu Pedro….me solta-- mas o velho apertava mais a cintura dela e tentava avidamente roubar um beijo daquela adolescente gostosa.
Enquanto isso, o mestre Túlio e o foda-se João passeavam pelos estandes onde os jovens se reuniam e se enfiavam no meio deles, procurando entre a multidão de jovens que dançavam e se embebedavam, a escultural Céu Riveros. Esse par de degenerados saiu de um dos últimos estandes de jovens sem nenhum resultado da gostosona.
— Parece que a terra engoliu a foxy, dizia o mestre Túlio
—É isso mesmo, mestre. As luzes da gostosa apagaram, e olha, a gente rastreou ela igual cachorro e nada, tava falando o foda-se João.
— Já vimos todos esses puteiros onde chegam moleques e não tá, vamos agora pros jogos, dar uma volta e de lá a gente vai pra onde tá o touro mecânico, porque temos que achar ela, temos que achar, disse o mestre Túlio e pra lá eles foram.
Cielo Riveros sentia uma impotência tão grande; o velho era forte demais pra ela e o fedor de cerveja que vinha do bafo dele era insuportável, a língua nojenta dele, num momento da luta, lambeu os lábios da garota, que ela mantinha bem apertados pra evitar que o velho metesse aquela língua nojenta entre eles.
Cielo Riveros –Deejeemeepooor faavooor seu Pedro– e então aconteceu o impensável, o velho bêbado cansou da briga e soltou ela por um momento, tentando pegar ar; isso porque eles tinham trabalhado muito montando os brinquedos e quase não tinham descansado, além de estarem bebendo cerveja desde cedo sem parar um minuto, e tudo isso veio à tona naquele momento da briga com a colegial gostosa.
A mina ficou sem graça quando sentiu que o velho de repente soltou ela e, tentando se afastar dele, foi dando passinhos pra trás enquanto abaixava e arrumava a minissaia, que com o apalpamento do velho tinha subido até a cintura, até que esbarrou na mesa de madeira onde tinha ficado encostada quando chegou.
O velho, ao notar isso, se aproximou dela de novo, não querendo que a presa gostosa escapasse, e colocou as duas mãos sujas e peludas na mesa, dos dois lados da garota, deixando ela presa entre os braços, sem espaço pra se mexer; ele ofegava, tentando pegar ar.
–- uffff uffff--respirava todo ofegante, tava longe de acabar a situação quente, era só uma pausa rápida.
Os outros velhos, se divertindo com tudo que tava rolando, falavam debochando.
–-Já já jacompadre, a pombinha ficou respondona, hahahaha já te cansou, se quiser a gente te ajuda, já tá véio pra esses trotes.
Ferido no orgulho, o degenerado dom Pedro respondeu pra elas.
—Tão ligados, manos… agora vocês vão ver que eu dou conta dessa gostosa e de outras que colocarem na minha frente.
A menina, enquanto isso, ao ver que o velho a tinha encurralada com os dois braços peludos e suados de cada lado da mesa, virou-se de costas pra ele, pra ele não ver que ela se sentia presa. Erro fatal. Ela ficou parada, petrificada, mal respirava — o medo a deixou travada.
O degenerado velho sentiu o sangue ferver de desejo e novas forças serem reinjetadas no seu corpo seboso ao sentir o quanto estava perto da colegial e ver as desprotegidas e enormes bundonas indefesas a só alguns centímetros dele, era só questão de dar um passinho bem curto para sentir essas bundonas soberbas no seu pau duro, essa visão espetacular lhe deu forças renovadas para continuar seu ataque à indefesa jovenzinha.
Dava pra ver o velho como aquelas bundonas voluptuosas tremiam pelo medão que a mina sentia, ela tava com as duas mãos no rosto e soluçava baixinho, se tremelicando toda.
O degenerado velho olhava com luxúria como a mini saia curta se levantava por causa da bunda enorme e empinada da adolescente, que mal conseguia cobrir. A pica dele ficou dura que nem ferro ao contemplar as curvas suculentas da gostosa.
E eu pensava, seu degenerado — quando é que eu ia ter uma mulher tão gostosa assim? Pelo menos na boa, nunca.
O velho aos poucos recuperava as forças e, curvado, segurando a mesa com as duas mãos, não tirava os olhos daquele rabão gostoso da menina.
Isso deixou ele muito excitado ao ter a visão daquelas carnes pecaminosas, onde dava pra ver claramente o pequeno e sexy biquíni que lutava se esticando ao máximo e que fazia destacar ainda mais as duras e redondas bundas.
Dom Pedro tava com a pica no fogo e sentia os ovo pulsando de tesão por ter aquela visão maravilhosa.
—Que rabão gostosa! Agora você vai sentir a pica de um macho tarado — disse o velho abusado com a voz rouca.
A menina continuava de costas, encurralada, soluçando. Aí o velho começou a se levantar e, sem tirar os olhos daquele rabão enorme que tinha na frente, foi tirando o macacão, que caiu no chão, deixando à mostra uma cueca nojenta que um dia foi branca e cobria as partes nojentas daquele homem repugnante.
Dava pra ver como a cueca na frente marcava a grande ereção que o velho tarado tinha, parecia uma barraca de circo, o tecido da cueca dava pra ver claramente manchas de umidade, com certeza líquido pré-seminal que o sem-vergonha tinha secretado ao ficar apalpando a gostosa colegial e sentir suas curvas deliciosas e carnes firmes.
Sniff... sniff... snifff... soluçava a colegial, com espasmos alternados, ao imaginar o que viria a seguir. As intenções daqueles velhos eram claramente óbvias, depois de ter recebido o primeiro ataque do velho Pedro. Consciente da sua situação, suas mãos finas, que estavam em seu lindo rosto, começaram a tremer de medo. Os batimentos do seu coração aceleraram e sua mente a colocava numa terrível realidade: não havia saída. Totalmente afastada das pessoas, naquele lugar solitário, quase escuro e perdido, não havia ninguém que pudesse resgatá-la daqueles degenerados.
Salvando a curta distância que o separava da garotinha e, sem conseguir esperar mais, o velho se atirou sobre ela, apoiando seu pau imensamente ereto nas nádegas redondas e duras da garotinha.
Depois de se livrar do macacão grosso de jeans e ficar só de cueca, as percepções das sensações gostosas ao se apertar contra o corpo curvilíneo daquela delícia de mina aumentaram 300%, para a alegria do tarado.
Sentindo no pau, o contato com aquela bundona, uma sensação gostosa que tomou conta dele como nunca antes, umas bundas gostosas e duras que, de tão empinadas, pareciam algo completamente alucinante.
As mãos calejadas e sujas dele rodearam a cintura fina e curta daquele abdômen liso quase perfeito, apertando ela contra ele e acariciando a barriga macia, percorrendo tudo, enquanto o pau duro afundava na bunda enorme da Cielo Riveros.
Ela, ao sentir que o velho se aproximou e encostou o pau pulsante nela, arregalou os olhos e deu um pulo de susto com a ação do velho abusado.
– Cielo Riveros -Aaaaahhh, ahhhhhhh paaaaara com isso doon dooon Pee Peedroo, nooo o que cê tá fazendo? me solta.
—Já não aguento mais, gostosa, você me deixou louco de tesão, não resiste mais e aproveita.
Ela baixou as mãos e colocou por cima das mãos do velho, que, além de se deliciar com as nádegas redondas, beliscando-as e esfregando o pau ereto, curtia a pele macia e lisa do abdômen gostoso da garota. A menina pôs as mãos por cima das mãos do velho, tentando parar aquelas carícias mórbidas no corpo jovem, mas as mãos finas dela eram arrastadas pelas mãos quentes e ásperas do velho, que não paravam de percorrer a pele lisinha da garota, enquanto a bunda dela levava uma porrada atrás da outra do velho.
Dizer que era uma delícia seria pouco, era uma coisa maravilhosa, sentir aquele corpo fabuloso ali, forçando contra a vontade dela e abusando dela.
A Cláudia finalmente saiu do banheiro público e foi pro lugar onde tinha combinado de se encontrar com a amiga, enquanto ligava do celular pra avisar que já tava indo pra lá.
— Que estranho, não me atende, pensava a escultural Cláudia ao mesmo tempo que deduzia que por causa da música ela não ouvia o celular e, sem mais preocupações, se dirigiu até o touro mecânico.
O velho tava com uma ereção tão forte que parecia que ia rasgar a cueca, o pau dele tava todo agitado, urrando pra entrar naquelas carnes exuberantes.
– Cielo Riveros -Nããão, nããão- murmurava Cielo Riveros com aquela voz de menininha, tentando se afastar enquanto contorcia aquele rabão, num desespero só pra parar os avanços do velho, mas só conseguindo deixar o coroa ainda mais excitado com aquele movimento.
E colocando a boca bem perto da orelha direita da garota, ele disse.
–-Aaahh, gostosa, vou te comer, vou te estuprar, vou te levar comigo e ninguém vai te achar, você vai ser minha mulher, puta que esquenta pica, até eu me cansar de você.
A garota, totalmente apavorada com as palavras do velho, murmurava.
– Cielo Riveros -funfa funfa... pelo amor de deus... não, pelo amor... p...o...r......f...a......v...o......rrr....nããããooo, implorava desesperada.
No meio de toda essa confusão, a garota ouvia o celular dela tocando sem parar e pensava.
—Ai, meu Deus, com certeza é a Clau, deve estar preocupada comigo e eu aqui sem conseguir escapar desses velhos— isso a deixava muito triste, porque já se imaginava sendo sequestrada por aqueles velhos nojentos e estuprada até eles se cansarem. E mais triste ainda ficava pela mãe, que com certeza morreria de desgosto se nunca mais soubesse dela. E se perguntava por que tinha que passar por aquilo, por que sempre sofrer abusos dos homens.
Dom Pedro continuava investindo implacavelmente com seu pau duro nas bundonas firmes da garota, enquanto atacava com sua boca barbuda o ombro quase nu da menina, lambendo-o e percorrendo-o com sua língua áspera até o pescoço e a orelha, para logo voltar de novo ao ombro nu dela, num vai e vem que enchia de arrepios e exasperava a menina.
– Cielo Riveros -Nãaaaaaaaaaao……paaaaaraaaa……seuuuuu….Peeeedrooo.
O velho continuava se deliciando com a novinha, sentindo no pau duro a desgraçada firmeza e curvatura daquele rabão jovem, enquanto a boca fedorenta dele não parava de lamber os ombros quase nus dela, já que a blusa que a Cielo Riveros usava, sendo quase um top e nos ombros só duas alças fininhas, deixava ela toda desprotegida.
Com uma habilidade que só aparece quando a adrenalina do tesão se injeta no corpo, usando a boca fedorenta e a língua áspera, o velho lutava contra o elástico da alça fininha da blusinha da garota, procurando uma brecha pra enfiar a língua e assim puxar a alça pelos ombros e deslizar pelo braço dela, com a intenção de deixar os peitos da novinha nus, coisa nada fácil já que a blusa, por ser elástica e muito pequena, esticava ao máximo por causa das protuberâncias da menina e as duas alças estavam bem tensionadas.
Esse trabalho não teria sido tão difícil se o velho tivesse a dentadura completa, porque com os dentes ele pegaria o elástico e, com um movimento de cabeça, arrastaria ele até o ombro pra deslizar pra baixo. Mas assim, com a língua, era um trampo complicado — só que isso não importava pro velho, ele tinha paciência, ainda mais que as narinas dele eram inundadas sem parar pelo cheiro gostoso do perfume que saía do pescoço da gostosa.
Enquanto isso, as mãos nojentas, com a pele das palmas horrivelmente descascando, continuavam o trabalho de acariciar aquele abdômen liso com as mãos da garota por cima, arrastando-as sem que ela conseguisse parar, e de vez em quando ele a apertava contra si para sentir ainda mais forte, no pau duro, a pontada que dava na bunda gostosa da garota.
– Cielo Riveros -Me deeeeixa... me deeeeixa, seu Pedrão, paara aaaahhhhh... paara... aaaahhhh-
Cielo Riveros –-Aaaaaaahhhhh….Aaaaaaahhhh-- gemia a colegial a cada nova estocada que o pauzão do velho dava nela, já que sem nenhuma consideração fazia movimentos selvagens com a cintura pra frente e pra trás e metia fundo, sentindo e absorvendo o impacto nas bundas redondas de Cielo Riveros.
O velho, cada vez mais pirado, levou uma das mãos pra cima, tentando agarrar os peitos durinhos da mina. Ela, toda desesperada ao perceber a intenção dele, colocou as duas mãos em cima da mão do velho que subia, fazendo força pra parar a invasora, sabendo que se aquelas mãos chegassem nos peitos redondos dela e, pior ainda, nos biquinhos hipersensíveis, já era.
A reação dela era exatamente o que o velho safado e cheio de manha queria. Num movimento rápido, ele agarrou os dois pulsos da garota, segurando-os com força. Com uma mão só, o velho tinha mais força que a delicada e fina Cielo Riveros, neutralizando as duas mãos dela, deixando-a impotente. Tudo isso só o excitava mais. Ele levou a mão que tinha livre para baixo, o elástico da minissaia da garota não foi obstáculo — entrou fácil, deslizou e desceu um pouco mais, diante do horror e da impotência dela.
Logo em seguida, alcançou a borda superior do minúsculo e sexy biquíni da jovem gostosa que estava na cama e, lentamente, enfiou a mão escamosa por baixo, aplainando-o, para o desespero total da garota.
Cielo Riveros - Nããããããooooo… paaaaaraaa… paaaaaraaa… nããããão… nããão… faaaaz iiiiiisssso.
Enquanto isso, a boca do velho nojento continuava lutando com a alça que não cedia nem um pouco, dificultando pra caralho a tentativa dele de arrancar a blusa da menina.
Nisso o velho sentiu debaixo da boca algo que não tinha percebido, porque o cabelo sedoso e lindo da menina tampava: um botão de pressão na parte de trás da blusa dela, uns 5 centímetros abaixo do ombro nas costas. Ele percebeu que era ali que se prendia a alcinha da blusinha da garota.
Ele então se dedicou a puxar com as gengivas, afanosamente, o botão que não resistiu por muito tempo aos violentos puxões do velho desequilibrado e tarado.
Clique" se ouviu e o elástico esquerdo apertado da blusa, como se fosse uma liga que se estica e solta de repente, disparou e foi parar em cima do peito semidescoberto da novinha.
O velho então foi para cima do outro tirante e com a boca forçava vigorosamente para soltar, mas não cedia, apesar de puxar com afinco, parecia que o botão se recusava a deixar sua dona nua da cintura pra cima.
Enquanto isso, lá embaixo do umbigo da gatinha, outro drama se desenrolava. Os dedos suados e trêmulos do velho, por pura emoção, já estavam dentro do biquíni dela, se mexendo como se fossem uma aranha, procurando a entrada da sua bucetinha. A jovem curvilínea, em total desespero, se remexia angustiada, tentando evitar aquela profanação. O velho continuava segurando as mãos dela pelos pulsos finos, deixando-a indefesa, enquanto a outra mão, com todo o caminho livre e paciência, procurava o clitóris dela.
Cielo Riveros sabia que, se o velho dominasse seu clitóris sensível e perceptivo, então sim, adeus força de vontade e bem-vindo gozo, prazer e deleite de mãos cheias.
Cielo Riveros "P-por favor... para... eu imploro..." suplicava desesperada a gostosona, mas o velho tarado ignorou ela, como se não ouvisse os pedidos dela.
Cielo Riveros Mmmmmh... Por favor... não me toca... aí... aaaah...
Ela contorcia e serpenteava o corpo todo, jogando a bundona pra trás numa tentativa inútil de evitar que aquela mão enrugada cumprisse sua missão quente.
Todo esse rebolado da anatomía voluptuosa da colegial deixava o velho depravado ainda mais excitado, sentindo aquele rabão redondo batendo de novo e de novo no seu pau duro, enchendo ele de delícias e sensações gostosas.
Cielo Riveros - Nããão……nããão…pelo…amor de Deus…nããão…Seu…Peeedrooo…aaaaahhhhh.
- Ssshhhh... se entrega, gatinha... eu sei que você deseja isso... se entrega... aproveita o prazer que vou te dar, gostosa - ele disse e voltou a seguir seu trabalho de desabotoar o botão da blusa com a boca.
A mão dele sentia com muito prazer como a área da virilha da garota estava quase totalmente livre de pelos, só uns pelinhos finos ele percebia. Os dedos logo encontraram a entrada da intimidade da menina e os mais longos se meteram entre os lábios da buceta dela. A guria, ao sentir aquilo, juntou as pernas e prendeu a mão invasora, num último e desesperado ato de defesa, enquanto implorava.
Cielo Riveros Nããão…pooor…faavorr….aahh…paaaraaa….ahhhhh….aí..nãão
A garota do colégio tava realmente desesperada ao ver que seus esforços não serviam pra nada, sabia que era só questão de tempo até aquela mão tomar conta da sua intimidade.
O velho curtia toda aquela resistência da menina, isso deixava o degenerado ainda mais excitado.
O velho safado deu uma mordida no pescoço dela, fazendo a gata aliviar a pressão que as suas lindas pernas faziam na mão dele.
—Sua bucetinha tá molhada e quente, vagabunda, cê tá gostando, né, piranha — sussurrava no ouvido dela o velho, enquanto os dedos dele dominavam o clitóris bem sensível da colegial.
Cielo Riveros fechava seus lindos olhos verdes e mordia os lábios de lado, sentindo aquele magro começar a incendiar ela sem controle, fazendo-a perder a razão, enlouquecendo-a. O velho alternava as massagens no clitóris cada vez mais inchado com dedadas na buceta virgem, enfiava os dedos até tocar a delicada membrana do hímen da garota, com cuidado para não rompê-lo — queria que esse privilégio fosse para o pau dele.
A menina tentava reprimir as sensações cada vez mais fortes e gostosas que tomavam conta dela a cada segundo que passava, tentando pensar na mãe, na casa, no namorado, etc., mas o velho continuava mexendo habilmente os dedos na buceta dela, que tava pegando fogo.
Ela se sentia sozinha, abandonada e cada vez mais exausta de tanta luta, a vontade dela também muito enfraquecida e com pouca força pra continuar resistindo.
Clik" soou o segundo botão da alça da blusa da garota ao se soltar, voando até o peito da colegial, deixando seus lindos e redondos ombros nus.
Ela já quase sem forças pra lutar, cada vez mais fraca por causa das dedadas que levava, só reclamou bem baixinho.
- Cielo Riveros "Nããão….deeeeixeeeemee….soooolteemee…..- ouviam-se os gemidos da menina, já que apesar de estar numa situação nada agradável, seu corpo curvilíneo começava a reagir às dedadas do cara na buceta dela.
- Cielo Riveros -"Aaaaahhh!...aahhh!...aahhh!...nãooooooo...aahhh...." gemeu suplicante a mamãe gostosa.
P-pare... p-por favor... aaaahhhhh!... mmmgghhh!... aaaahh!... m-m-meu Deus... ela gemia entre gemidos
As tetas redondinhas da garota lutavam pra não ficar nuas, segurando estoicamente a blusinha que mal as cobria, com os bicos se recusando a se mostrar pra esses degenerados.
O velho aproximou seu rosto horrível, enrugado e barbudo do pescoço da jovem, pousando no ombro nu dela, sentindo ela o hálito dele que exalava fogo, enchendo-a de arrepios que o velho suado lhe transmitia.
Ela, ao sentir a cara do velho no ombro redondo e sentir ele chupando o pescoço sensível e o lóbulo da orelha, instintivamente inclinou a cabeça de lado enquanto fechava os olhos, deixando o velho à vontade com toda aquela área do corpo dela; a boca e a barba espessa dele percorriam toda aquela pele deliciosa que subjugava o velho, arrepiando todos os pelinhos do corpo da guria, fazendo ela tremer; a novinha estava realizando as fantasias mais taradas do sexagenário.
A boca inquieta lambia os ombros e a orelha dela, deixando no caminho um rastro de saliva nojenta que escorria, por efeito da gravidade, pros peitos e barriga da menina.
O velho se deliciava com o doce e agradável perfume que emanava da menina, inundando suas narinas, curtindo aquele aroma gostoso que o mergulhava em todo aquele frenesi gostoso e descontrolado, cuja fonte era a safada da garota e a única coisa em que pensava era que tudo aquilo durasse para sempre.
O velho então pôde sentir como a garota afrouxava as mãos que ela mantinha presas, soltando-as, caindo os dois braços pesadamente de cada lado da menina, sem nenhum sinal de querer continuar se opondo aos desejos dele.
Pegando a blusa com a mão livre sem nenhuma dificuldade, tirou dela, despindo-a e deixando as tetas enormes completamente nuas. Do ombro que ele chupava, o velho tinha uma vista espetacular daqueles dois melões redondos à mostra, sem nada pra escondê-los.
Completamente encantado, eu contemplava aqueles peitos espetaculares em toda a sua maravilhosa nudez, eles se erguiam túrgidos, redondos, firmes e provocantes; apesar do tamanho, a gravidade não os afetava, se mostravam totalmente empinados, os bicos de um tom escuro, inchados por toda a agitação e o amasso.
Subiam e desciam as tetas redondas no ritmo da respiração ofegante da garota, pareciam estar ali pra serem chupadas e apertadas pela primeira vez, era impossível não cravar inevitavelmente o olhar naqueles melões maravilhosos. Eram imponentes demais, soberbos demais pra não babar por eles.
—Mamita gostosa… murmurou, no instante em que sua mão livre se apossou do seio túrgido, apalpando primeiro como se não acreditasse no que seus olhos viam, para em seguida apertá-lo e percorrê-lo por todo seu contorno.
Depois, com os dedos, pega o mamilo inchado e começa a dar uma massagem suave na extremidade delicada e hipersensível da garota, enquanto sussurrava no ouvido dela.
—Que peitão gostoso que tu tem, novinha, cê vai ver como vou chupar tudo — e grunhindo igual um bicho selvagem, enfia logo a língua quente e molhada na orelha da colegial, lambendo igual um possesso, enchendo ela de arrepios que deixavam ela toda bagunçada, enquanto apertava uma das tetonas enormes e com a outra mão continuava dedando lá embaixo sem parar, enchendo a colegial, já quase sem vontade, de vários tremores, e instintivamente ela arqueava as costas sentindo um prazer infinito que vinha de dentro dela.
Cielo Riveros sente que o coração dela bate a mil por hora, enquanto entre as pernas também sente a pulsação molhada da sua bucetinha, quente como um vulcão prestes a explodir.
Cielo Riveros - Oooooooooohhhhhhhhhh oooooooooohhhhhhhhhh aaaaaaaahhhhhhhhhhhh -- os gemidos saíam da boca da garota, ela tentava segurar, mas era impossível parar de gemer, era algo que aos poucos ela perdia o controle.
O depravado chamava ela de gostosa.
–Mamazota, você vai ver que fodas vou te dar, vou te transformar numa puta na cama e vou encher meus bolsos de dinheiro com você, deusa.
Aquele linguajar sujo e vulgar a deixava ainda mais gostosa, e ela subia a calcinha instintivamente pra sentir ainda mais forte a pica que a cutucava, e começou a rebolar o quadril já muito excitada, sentia o sangue fervendo correndo como uma correnteza de águas violentas.
Ela fechava seus lindos olhos verdes, pois o tesão por tudo aquilo só aumentava a cada segundo que passava. As batidas do coração dela aceleravam a cada instante, e sua fresta estreita e virgem ficava molhadinha por ondas. Ela tava com sentimentos confusos, porque queria que tudo aquilo acabasse, mas, por outro lado, desejava que nunca tivesse fim.
Literalmente o velho tava com os 5 sentidos completamente alucinados e fervendo de tesão naquele momento gostoso.
A visão: os olhos dele não paravam de se deliciar com aqueles peitões de concurso e ver aquele rostinho lindo da garota, excitando ele ao saber que tinha aquela gostosura jovem nas garras dele.
Olfato: desde que começou toda a pegação, o nariz dele não parou de se deliciar com aquele cheiro delicioso que sai desse corpo gostoso pra caralho, um cheiro de higiene impecável, um cheiro de corpo jovem, fresco e no auge do desenvolvimento, um cheiro de medo e receio, e um cheiro do perfume delicado original que a garota só usava em ocasiões especiais.
Tato: esse, nem precisa falar, é o que mais tem se deliciado, sentindo aquela pele jovem, viçosa e lisinha, sentindo aquele par de bundão de concurso da gatinha, sentindo como o corpo dela treme a cada arrepio que ele provoca, sentindo a umidade da buceta dela, etc.
Ouvido: seu aparelho auditivo se deliciou desde que a ouviu falar pela primeira vez com aquela voz doce e melodiosa de uma garotinha ingênua e inocente, se deliciou quando ela implorava pra não fazer nada ou parar com os apalpões, e também quando, de repente, escapava um gemido de prazer.
Gosto: esse sentido foi o que menos entrou em ação, mas também vai ter uma boa participação pra alegria do velho. Esse sentido se deliciou ao saborear a pele fresca e jovem da garotinha, lambendo os ombros, o pescoço e as orelhas dela, provando o delicioso sabor que esse corpo jovem e exuberante exala. Aí eu conto quando ele provar os lábios carnudos da boquinha gostosa da menina ou quando chupar e sentir o gosto dos dois peitos da garota.
— Que peitão gostoso, enorme e durinho… dizia o velho babando ao apertá-los e massageá-los alternadamente.
O abusivo e pervertido do seu Pedro sentia como a deliciosa colegial vibrava e se estremecia por tudo que ele fazia, percebendo que a cada segundo que passava a garotinha oferecia menos resistência às suas investidas abusivas.
Cielo Riveros P-por favor…. me-mexe... pelo amor de Deus, Seu Pedro… aaaaaaaahhhhhhh.
Mamasota… tu é a cachorra… mais gostosa desse mundo, vou meter essa pica foxy quente pra caralho.
Logo os dedos intrusos e experientes do degenerado nessas artimanhas entreabriram os lábios vaginais da adolescente, buscando afanosamente o delicado botão do seu clitóris sensível. Ao encontrá-lo, recomeçaram a esfregá-lo, fazendo com que a gostosa jovem se contorcesse e em seu rosto se desenhasse um ricto de prazer.
Aaaaaaahhhhh…p-poorrr…ffoooooo….voooocêêêê…paaaarou..aaaahhh
O velho sentia claramente como a escultural jovenzinha arqueava o corpo por instinto e como aquelas nádegas carnudas e deliciosas se grudavam ainda mais nele, para o enorme prazer do seu pau endurecido que ficava visível por baixo do elástico da cueca. O velhote tinha tirado a rola ereta por cima do elástico da cueca nojenta e enfiava por baixo da minissaia da garota para o seu prazer doentio.
Chegaaa... pooorrraaa... faaavooor... implorava a gostosona entre gemidos
As mãos e a boca bem experientes do velho estavam acabando com os últimos resquícios de resistência da colegial, toda aquela estimulação ao mesmo tempo estava acabando com ela.
A mão direita do velhote já tinha tomado conta total do clitóris dela, massageando aquele cartilagão duro de um jeito que dava um puta prazer. A mão esquerda apertava os dois peitos, um de cada vez, e de vez em quando as pontas dos dedos faziam um carinho suave nos bicos dos peitos, que já estavam duríssimos. A boca sem dentes e a língua do barbudo percorriam sem parar o pescoço inteiro e os ombros nus daquela gostosona jovem, e de repente pegavam o lóbulo da orelha dela, dando umas mordidinhas leves. Ela virava a cabeça de lado pra facilitar o trabalho do velho.
Tudo isso estava matando de prazer a escultural jovenzinha, ela apoiava suas mãos suaves e delicadas sobre os braços peludos e suados do velhote, na altura do pulso dele, mas não para parar as investidas do velho safado, e sim para fechar suas mãos finas e dar apertinhos suaves naquelas mãos sujas que lhe davam carinhos degenerados.
A resistência física dela já tinha ido pro espaço, só de vez em quando, entre gemidos, ela soltava umas palavras pedindo pro velhote parar com aquele abuso todo no corpo escultural dela.
De-deixem-me… aaahhhhhhh… poooor… favor… seu… pedrrooo… saía da boca dela bem fraquinho, só como um sussurro.
-Que gostosinha você é, sua putinha, vou meter meu pau em todos os seus buracos, vadia, você vai gritar de prazer, gostosa, vou te fazer mulher.
Aquela boca gulosa no pescoço dela, a mão na buceta e a outra apertando o peito estavam enlouquecendo de prazer a garota que, involuntariamente, começava a gostar daquilo. A mente dela sabia que devia resistir, mas o corpo dizia o contrário.
A respiração da mina tava cada vez mais funda, toda presa naquele amasso que enchia ela de ondas de prazer cada vez mais fortes; os arrepios que percorriam o corpo inteiro faziam os pelinhos finos da pele dela ficarem eternamente arrepiados.
Cielo Riveros sentia que o corpo dela começava a pegar fogo sem controle, o tesão danado do corpo dela tava vencendo a batalha contra a mente, que tentava segurar essas sensações. Não tinha como resistir a todos esses estímulos, era demais.
O velho sentia ela vibrar, se arrepiar toda com a sarrada que o velho safado e aproveitador tava dando nela. Ela, com os olhos semicerrados, sentia que já não aguentava mais lutar, o corpo dela tinha vencido.
A novinha não parava de se contorcer, mas já não era tanto pra resistir ao abuso do velho, e sim porque sentia no corpo um delicioso formigamento desde a bucetinha dela, que se espalhava por toda a sua anatomia curvilínea, fazendo ela tremer, enchendo ela de um tremendo prazer e gozo; largando a luta, se entregou totalmente aos desejos lascivos do velho.
Cielo Riveros começou a gemer de prazer, já entregue ao velho pra satisfação nojenta dele.
–-Ahhh ahhh ahhh ahhhhhh asii asiii oohh oohhhhhhhhhhhhhh.
Ao velho, ao perceber sua reação, um sorriso sinistro se desenhou em seus lábios, já imaginando saciar seus instintos mais baixos naquele corpo suculento e gostoso que, naquela hora, já estava no ponto... pronto pra ser possuído, enquanto ele pensava.
- Kekeke... essa arrozinha já cozinhou, vou meter uma pirocada nessa gostosa que ela nunca vai esquecer... kekekeke.
A garota não parava de gemer, já sem nenhum pudor, deixando escapar todo aquele fogo que tentava conter e que queimava por dentro do corpo dela. Ela sentia como tudo aquilo era muito mais do que quando se masturbava na solidão do quarto dela: sentir as mãos que a acariciavam, apertavam, dedavam; sentir aquela boca fedorenta chupando o pescoço e as orelhas dela, enchendo ela de sensações gostosas; sentir o pau duro do velho cutucando a bunda grande dela, excitando ela; sentir aquele membro que tava duro que nem ferro e saber que era por causa dela e, principalmente, sentir o cheiro do suor do velho, aquele aroma de homem, de macho no cio… tudo isso deixava ela com o fogo no cu, não tinha comparação; quando ela se masturbava sozinha, isso aqui era definitivamente muito mais.
Cielo Riveros –-Oohhhhhhhhhhhh……aahhhhhhhhhhhh…….meu deeeeeeus…..mmm,uhmm.
O velho sentia a mão com que a dedava, toda ensopada dos fluidos da gatinha, e sussurrava no ouvido dela:
–-Essa bucetinha tem dono de agora em diante, raposinha.
Cielo Riveros –-Aaaaiiiii… sim, siiiim…… seu …..Pe..Pee…Peeedroo,… Oo… se…nhoor …é… o …me…meeuuuu… soo…onho…., enquanto empurrava a bunda gostosa pra trás pra sentir mais forte as estocadas que o velho tava dando.
O rostinho lindo da garota tinha aqueles olhos verdes lindos meio fechados pelas ondas de prazer que vinham sem parar, uma atrás da outra, e que nublavam a razão dela. Os lábios molhados abertos, gemendo e ofegando, já dominada pelo desejo e pelas sensações gostosas que o velho sátiro dava pra ela. Já não ligava mais pra nada, só queria saciar aquela calentura quase anormal que tomava conta de todo o corpinho escultural dela e que a fazia agir como a maior das putas.
Ver aquela adolescente escultural e gostosa, ingênua e quase inocente gemendo alto de prazer, dava um tesão do caralho pro velho do seu Pedro. Os minutos seguiram com chupadas intensas, carícias, apalpadas e dedadas naquele corpo delicioso e gostoso da colegial.
– Que rabão gostoso você tem, gostosona!! E essas tetonas foram feitas pra me dar prazer, puta barata, foxy!!
—Esses insultos excitavam ainda mais a deliciosa adolescente, enchendo-a de sensações indescritíveis. Ela ficava excitada em se sentir humilhada e nas mãos daquele sátiro, sentia como a piroca dura do velho pulsava nas suas bundonas como se tivesse vida própria. Ela se sentia escrava, putinha, e esse sentimento a fazia vibrar.
O depravado sussurrava roucamente no ouvido dela ao sentir com todos os 5 sentidos como a escultural gostosa se arrepiou.
–-Tá vendo como cê gosta, gostosa?... todas são umas putinhas baratas, primeiro não querem e depois afrouxam sozinhas… vou te foder, gostosona, quer que eu meta a pica?
Como ela adorava ouvir aquele velho safado falando daquele jeito obsceno e vulgar no ouvido dela; como a excitava aquela sensação de estar indefesa, sem saída nas mãos daquele velho tarado.
Cielo Riveros –-Ahhhhhhhhhhhh……siimmm…..seu..Peedroo…..mete em mim…..faz de mim sua mulher.
A CieloRiveros tava irreconhecível, cadê aquela mocinha comportada, limpinha, de bons sentimentos, nada vulgar e que detestava tudo que era pornográfico? Em outras circunstâncias, a Cielo Riveros nunca teria dito aquilo, mas naquele momento o desejo, o tesão, a luxúria tinham tomado conta dela por completo.
O velho então virou ela de frente pra si e ficou olhando, encantado, pra aquela linda novinha já totalmente entregue aos seus desejos mais depravados e sádicos. Os olhos do velho degenerado brilhavam com uma maldade sinistra ao se imaginar já comendo aquele tremendo tesão de novinha...
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