Como me cojio el amigo de mi hijo!!

Olá, meu nome é Mônica, tenho 62 anos e estou em um relacionamento há 35. Meu marido é um cara incrível, nós dois moramos em Buenos Aires, mas eu tenho um filho que vive em Mendoza há alguns anos. Ele está trabalhando para uma empresa de mineração e se mudou pra lá. Ele se chama Pablo, tem 24 anos e é meu filho mais novo.

A questão é que em junho deste ano vou visitar meu filho e vou ficar no apartamento dele com ele por algumas semanas. Geralmente, quando viajo, aproveito pra ficar e curtir a visita. Ele está namorando uma garota de 26 anos chamada Pamela, mas ainda não moram juntos.

Uma tarde, meu filho me manda um WhatsApp e diz: "VELHA, HOJE À NOITE VEM UM AMIGO PRA COMER E VER UM FILME, DÁ PRA FAZER ALGUMA COISA GOSTOSA PRA JANTAR?" Eu amo cozinhar, então na hora saí pra fazer umas compras e preparar tudo.

O garoto em questão se chama Julián, tem 22 anos, é um rapaz normal, sem nada que chame muito a atenção. É alto, a única coisa que tem é que é super extrovertido e muito tarado. Isso eu descobri depois, até aquele momento não o conhecia.

Naquela noite, optei por vestir uma legging cinza claro bem justa com uma tanga bem pequena pra não marcar muito, e um moletom fininho mas quentinho que marcava bem meus peitos. O dia ajudava, já que estava bem frio, mas por sorte o forno me aquecia enquanto eu preparava umas pizzas caseiras.

Umas 21h15 bateram na porta, e era esse garoto. Quando abro e vejo ele, ele me olha meio surpreso e diz: "A SENHORA É A MÃE DO PABLO?" Eu sorrio e respondo: "SIM, SOU EU". Ele avança e me pega pela cintura pra me dar um beijo, e sinto a mão dele pousar bem no começo das minhas nádegas, bem abaixo da minha cintura, e ao mesmo tempo sinto claramente como ele passa um dedo contornando a tanguinha que eu estava usando. Puta, naquele instante ela me diz: QUE PERFUME GOSTOSO VOCÊ TEM, isso me surpreendeu e ali já ganhou um ponto. Faço ele entrar e ele, sem disfarçar, olha pros meus peitos e sorri. Vai lá e senta no sofá. Eu passo na frente dele e vou chamar meu filho, que tava tomando banho, e ele me diz: "MÃE, DÁ ALGO PRA ELE BEBER, PRA ELE ESPERAR UM POUCO, POR FAVOR". Volto pra sala e pergunto: "O que você quer beber?" Ele me olha e responde: "Cerveja?" Então vou na geladeira e trago uma latinha. Ele não parava de olhar pra minha virilha, que com essa legging tava bem marcada. Aí eu abro uma cerveja pra mim também e sento com ele pra bater um papo. Gostava que ele me olhasse, era uma sensação que me fazia sentir rejuvenescida — um guri de 22 olhando pra uma veterana de 62.

A gente tava conversando e ele me pergunta: "Como é seu Instagram?" Falo como ele podia me achar, e ele diz: "VOU TE ADICIONAR COM UMA CONTA ALTERNATIVA PORQUE O PABLO VAI FICAR COM CIÚMES". E me adiciona com um perfil que não era o dele. Aí ele fala: "TINDER VOCÊ NÃO TEM, NÉ?" Eu rio e respondo: "Como vou ter TINDER se sou casada?" E ele: "E DAÍ? ISSO NÃO TEM NADA A VER?" Ele pega e começa a olhar minhas fotos do Instagram, quase todas normais, mas tem algumas mais ousadas, e umas do verão de biquíni. Vai nessas e dá LIKE, e pergunta: "Posso comentar alguma coisa ou seu marido enche o saco?" Eu falo: "Não tem problema, ele não tem Instagram." Ouvindo isso, ele ri e mete uns comentários meio safados. Eu só ria.

Nisso, a gente ouve o chuveiro desligar, e ele fala: "Me passa seu número do WSP porque o Pablo é muito chato e não vai me deixar nem falar com você." Eu não sabia o que fazer, mas acabei dando. Aí ele diz: "BOTA NO SILENCIOSO PRA EU PODER TE ESCREVER AGORA SEM ELE DESCONFIAR." Olhei pra ele surpresa, sem entender direito a parada. Ele ria: "VAI, FAZ ISSO." E pronto, silenciei as notificações dele.

Nisso, o Pablo aparece e eles começam a falar do jogo e de coisas deles. Eram colegas de trabalho: o Julián operava uma máquina viária na cutie e o Pablo dirigia um caminhão, então ficavam bem juntos. Meu filho é mó Com ciúmes de mim, ele não gosta nem de ser provocado, e isso acontece muito porque sou uma mulher muito chamativa, baixinha de corpo, mas com peitões enormes e uma bunda bem redondinha e empinada.
Eu estava parada na cozinha e eles tinham se sentado no sofá pra ver vídeos, mas os dois estavam no celular, meu filho trocando mensagem com a namorada e de repente chega um zap pra mim: "ME TRAZ OUTRA CERVEJINHA, MONI? ASSIM POSSO TE OLHAR ENQUANTO ANDA", eu fiquei surpresa, mas gostei da atitude, então fui até a geladeira e, pro meu filho não desconfiar, levei uma pra cada um. Enquanto andava, olhava fixo pro Juliano e ele olhava fixo pra minha virilha, eu comecei a ficar nervosa, mas era normal pra um garoto da idade dele.
Nisso, meu filho vai pro quarto falar com a namorada por videochamada e o Juliano vem pra cozinha conversar. Na cozinha tinha um varal de roupa, já que é um apartamento, e no varal tinham duas calcinhas fio dental, uma da minha nora, minúscula, e uma minha também bem pequenininha. Ele olha pra elas e fala: "Olha as calcinhas da Pame, que bundinha gostosa a Pamela tem, haja", fazendo referência à bunda da minha nora. Não gostei do comentário, mas também não levei tão a mal, então falei: "NÃO SÃO AS DUAS DA PAME, UMA É MINHA". Ele me olha surpreso e diz: "Uff, o que eu daria pra ver como fica em você". Eu ri e ele falou: "SÉRIO, VOCÊ TEM BUNDA MELHOR QUE A DELA". Eu olhei pra ele com um olhar safado e falei: "BOM, VAMOS PRA SALA LEVAR A COMIDA". O jantar foi bem normal, batendo papo sobre coisas sem importância, e o Julián ficou na dele porque o Pablo é muito ciumento mesmo e não tinha chance de ele falar nada sobre mim ou sobre a irmã dele. Tenho uma filha de 26 anos.

Até aquele momento, eu quase não tinha olhado pro Julián porque, pra ser sincera, tava nervosa e não tinha reparado nele, mas numa hora, quando a gente terminou de jantar e o Pablo tava arrumando o sofá e o filme, eu observei ele indo pro banheiro e vi que ele tava carregando um volume grande debaixo da bermuda fininha branca de futebol, e as pernas eram bem firmes.

O Julián tinha chegado de jogar futebol, então tava bem suado, isso me excitou um pouco mais, ele tinha um cheiro de macho. Quando ele saiu do banheiro, a gente sentou pra ver um filme os três no sofá, eu no meio, meu filho na direita e o Julián na esquerda. Tava tudo normal. Num momento, eu fiquei com frio, então fui pegar uma coberta e a gente se cobriu os três, mas como sempre acontece, em dois minutos todo mundo tava com calor, então decidimos tirar um pouco de roupa. Todo mundo tirou uma camada de cima, e aí meus peitos ficaram muito mais marcados na camiseta. O Julián não parava de olhar pra eles, e eu percebi que por baixo da coberta ele começou a mexer a perna, encostando na minha. Parecia que eu tava encostando num ferro quente. Eu, aos poucos, comecei a relaxar e a curtir o jogo.

A questão é que, enquanto o filme carregava, os três estávamos no celular, e eu espiava o que o Julián tava escrevendo do meu lado. Ele devia perceber, ou não, mas eu via que ele tava falando com um amigo e dizia: "NÃO SABE A BUCETA QUE A VELHA DO PABLO TEM". E ao mesmo tempo, vejo ele escrevendo pra namorada do meu filho: "EI, EI, PAMELINHA, QUE CALCINHAS VOCÊ DEIXOU AQUI NA CASA DO PABLINHO HEHE". E ela responde: "NÃO SEJA FILHO DA PUTA HAHA, NÃO CONTA PRA ELE QUE TÁ FALANDO COMIGO, SENÃO ELE ME MATA". Eu não sabia o que fazer nem o que pensar. Aí me levantei, fui pro quarto e troquei a legging, coloquei uma... Vestidinho mais confortável pra ver o filme, quando sentei vi que o Julián continuava trocando mensagem com minha nora e tava falando da minha bunda, e ela dizia pra ele, "não é tão durinha quanto a minha". Na hora fiquei meio puta porque meu filho tava do lado, mas não falei nada. Aí pra cortar a situação falei, "BOM, CHEGA DE CELULAR, VAMOS VER O FILME", e todo mundo largou os celulares em cima da mesa e começamos a ver um de terror.

Depois de uns 20 minutos, meu filho quis deitar de lado colocando os pés numa cadeira, mas falei, "FILHO, ASSIM NÃO CABE". Aí o Julián falou, "É, Moni, DEITA NO MEU COLO E BOTA AS PERNAS DO LADO DO PABLO". Meu filho disse, "VAI LOGO, MÃE, DEITA AÍ EM CIMA DELE E PARA DE ENCHER". Então me ajeitei e deitei, apoiando a cabeça no colo do Julián. Na hora percebi que tinha um travesseiro muito duro e muito grande. Primeiro fiquei nervosa e quis sentar, mas ele me segurou forte, disfarçadamente, pela nuca e me puxou pra baixo, e com a outra mão ajeitou o volume e deixou bem na frente do meu rosto. Era tão grande que eu só conseguia ver a TV com um olho por cima daquela barraca enorme. Dava pra sentir aquele cheiro forte de ovo que os homens têm quando tão meio suados. Ele passava a mão devagar atrás das minhas orelhas e no meu pescoço.

Eu tava super nervosa. Não vou dizer que me senti abusada nem nada, mas era uma sensação estranha: vergonha de um lado, meu filho a centímetros, uma certa raiva porque o cara tava se aproveitando, e por outro lado uma certa excitação com a situação. Pra piorar, aos poucos o Julián começou a me empurrar milímetro por milímetro até minha boca encostar na calça dele, e eu senti o calor da carne e a dureza dela. Ninguém falava nada, todo mundo olhando sério pro filme. Eu me mexia, tava deitada meio de bruços, e ele começou a passar a mão devagar pelas minhas costas, procurando minha... De lado pra chegar nas minhas tetas, o cheiro das bolas dele já tinha me feito ficar toda molhada, mas meu filho ainda conseguia ver muito, ele tava de barriga pra cima e eu bem reta, então isso me deixava nervosa.
Num momento, falo pro meu filho: PABLO, POR QUE VOCÊ NÃO VIRA MAIS DE LADO? QUE EU NÃO TÔ ENTRANDO, assim. Aí ele se ajeita um pouco mais de lado, de um jeito que já não dava pra ver minha cabeça, o próprio corpo dele tampava, junto com o cobertor e tudo que tinha naqueles 2 metros de distância. Isso o Julián interpretou na hora e, em todo o movimento que a gente fez, o nó do cordão do short se desfez, ele me pegou e me levantou mais pra cima, deixando minha cabeça na altura da ponta do volume dele e minhas tetas coladas na perna dele. Eu, naquele momento, não sabia o que fazer. Julián, com uma mão, acariciava meu rosto e meu cabelo, e com a outra começou a percorrer minhas costas devagar, seguindo o contorno do sutiã até meus peitos e voltando pras costas. Eu tava imóvel, minha boca tava totalmente encostada na calça dele, na região da ponta do pau. A mão dele no meu rosto não me deixava afastar nem meio centímetro. Aos poucos, a outra mão dele começou a ir cada vez mais pra baixo até chegar na minha bunda e começou a percorrer minhas nádegas. Eu fechava os olhos e rezava pra que o Pablo não percebesse. Julián percorria minha calcinha fio-dental por todo o contorno, mas não conseguia chegar na minha entreperna. Essa brincadeira continuou por um bom tempo, grande parte do filme, até que num certo momento ele decidiu dar um passo a mais pra ver o que eu faria. Devagar, começou a levantar meu vestido bem suavemente, ia milímetro por milímetro até sentir minha pele. Começou a pegar minha nádega inteira, que cabia perfeitamente na mão dele, mas não conseguia chegar na minha entreperna. Tudo isso ele fazia bem, bem sutil, quase sem se mexer. Pegava minha calcinha fio-dental, esticava e enfiava de novo entre os lábios da minha pussy. Eu fechava os olhos e nem respirava. A outra mão dele cada vez me apertava mais contra a cock, e eu já não via a TV porque ele tampava tudo. caralho, de repente a putaria começou a tomar conta dele e ele, disfarçadamente, puxou a ponta da pica pra fora da calça e começou a esfregar bem devagarinho na minha boca. O cheiro da pica era impressionante e o gosto do líquido pré-seminal era muito forte e salgado. Eu não fazia nada, só ele passando a pica nos meus lábios. Ficamos assim até o filme acabar. Nessa hora, quando comecei a me sentar, sinto o Julião deixar a mão debaixo de mim e me agarrar a buceta inteira com a mão dele. Aí eu pulo de susto, um pouco surpresa, e vou buscar cervejas e palitinhos. O Julião fala: "Bom, põe outro filme, Pablin". Mas meu filho responde: "Não, já deu". E eu falo: "Qual é, Pablo, põe outro, não seja amargo". Meu filho diz: "MAS MÃE, TÔ COM SONO E JÁ TÔ INCOMODADO DE FICAR ASSIM". "Tá bom", fala o Julião, "muda de lado pra mudar de posição". Eu me sento do outro lado, meu filho levanta e vai ao banheiro. Nisso, o Julião pega o celular e me escreve: "TIRA O SUTIÃ E COLOCA A TANGA DA PAMELA". Eu digo: "CÊ TÁ LOUCO? COMO É QUE EU VOU FAZER ISSO?" E ele fala: "VAI LOGO, NÃO SEJA TÍMIDA". Ele vai e me traz a tanga e fala: "Olha", e me mostra uma foto que a namorada do meu filho tinha mandado pra ele do cu dela com aquela tanga. "Fica assim nela. Vamos ver como fica em você." Naquela hora, me deu um ataque de ciúmes, raiva, impotência, e perguntei: "JÁ COMEU ELA?" "AINDA NÃO", ele respondeu. Aí peguei a tanga e, na frente dele, tirei a minha e coloquei a da minha nora. Ficou perfeita em mim, mal cobria a buceta. Ele pegou a que eu tinha tirado e guardou na mochila dele de lembrança. Bom, aí voltamos pro sofá. O Pablo senta do outro lado e se deita de lado. Dessa vez, o Julião fala: "Deita em cima do Pablo". E ele fica atrás de mim, meio de lado. Mal o filme começou, não esperou nem 1 minuto e tirou a pica da calça. Era enorme, grossa, inacreditável. Eu olhei um segundo e ele se cobriu, virou de ladinho e encostou a pica na minha bunda. Era grande demais pra minha bucetinha. bunda, só nos separava o tecido fino do meu vestido e a fio dental da minha nora, que era mínima. Na posição em que estávamos, não tinha como ela encaixar direito entre minhas nádegas, ia ser muito óbvio, então eu sentia ela apoiada numa das bandas. Não voava uma mosca. Nós, eu e Julián, estávamos pegando fogo, mas imóveis, até que de repente ouvimos Pablo soltar um ronco. Na hora, Julián me agarra, me vira mais de lado, levanta meu vestido e coloca o pau na entrada da minha buceta, pressionando contra a fio dental. Eu olhava pra ele de lado com a cara mais puta que podia, paralisada. Nisso, meu filho meio que acorda e fala: "MÃE, DEIXA EU PASSAR QUE VOU NO BANHEIRO". Quando eu sentei e ele levantou pra ir, senti a mão de Julián passar por cima do meu umbigo, me segurar pela cintura, e a outra mão puxar a fio dental e enterrar aquele pau enorme de uma vez. Senti meu corpo se partir no meio. Senti aquela barra de carne me abrindo por dentro, e uma pontada forte quando bateu no meu útero. Mesmo estando toda molhada, o pau era tão grosso que eu sentia uma ardência intensa na buceta e uma dor na barriga. Um segundo depois, senti o pau do Julián voltar e mais uma pancada forte. A dor era intensa. Ele tirou a mão da minha cintura, me segurou pela nuca e me apoiou no sofá. Fiquei com a bunda bem empinada, ele se ajeitou e me deu duas porradas selvagens. Doía pra caralho, eu ainda não conseguia sentir prazer. Nisso, ele sentou de novo e o pau saiu da minha buceta, e eu sentei do lado também. Meu filho apareceu e sentou do nosso lado, não deitou. Então eu e Julián ficamos fervendo. E meu filho falou: "MÃE, TRAZ UMAS BREJAS AÍ, VAI". Eu estava com a saia acima da cintura e a fio dental virada, então me descobri e pulei de pé pra não dar na vista, enquanto Julián fazia mágica pra esconder aquele pauzão. Eu andava e doía pra caralho a virilha, mas Tive que aguentar, fui, peguei as cervejas e sentei no meio deles, tava que não conseguia fechar as pernas de tanta ardência que tinha, meus peitos estavam com os bicos mais duros que o normal, isso me incomodava um pouco, e pra piorar meu filho tinha super acordado, então ia ser difícil continuar com a atividade esportiva.
O filme acabou e o Julião teve que ir embora, não teve como disfarçar nem esticar mais a noite, mas claro que saiu de casa e começou a me escrever, e me diz: VOCÊ NÃO PODE TER UMA BUÇETA TÃO APERTADA AOS 62 ANOS, QUERO TE FODER ATÉ PARTIR, e eu tava pegando fogo me tocando e falo: bom, vemos amanhã, e ele diz: NEM FODENDO, TÔ COM TESÃO AGORA, OU É VOCÊ OU É A PAMELA, nisso ele me manda um print do chat com minha nora, tinha mandado uma foto da pica dizendo que tinha ficado daquele jeito com a foto da bunda, minha nora topou na hora, falou pra ele ir que tava esperando, naquele momento fiquei com muito ciúme, já não sentia mais raiva do que ele fez. Em relação à noiva do meu filho, não era que eu sentisse ciúmes dela, mas sim de que ela aproveitasse aquela pica e eu não. Então falei pra ele: "Me espera que eu desço em 30 minutos, quando o Pablo dormir". Enquanto isso, ele me pediu uma foto com a calcinha fio dental da minha nora, então tirei uma de quatro e mandei pra ele. Tava louco, eu também. Então esperei um pouco e comecei a ouvir meu filho roncando, me levantei e fui pra fora do apartamento. Assim que entrei no carro, ele já tava com a pica pra fora, toda dura, e não falou uma palavra. Automaticamente me pegou pela nuca e me fez chupar. Não cabia mais que a cabeça na minha boca. O gosto era intenso, dava pra ver que ele não tinha tomado banho. Tentei chupar de algum jeito, me enlouquecia o tamanho daquilo. Ele ligou o carro e começou a dirigir. Era tarde, quase não tinha ninguém na rua. Virou numa esquina e parou na frente de um galpão a duas quadras do apartamento. Tava escuro e ele disse: "Aqui vou te comer". Mandou eu passar pro banco de trás. Ele não conseguia passar entre os bancos, então saiu e entrou atrás. Arriou a calça toda e me fez tirar a roupa. Eu falava: "Pelada não, que pode aparecer alguém", mas era quase a mesma coisa. Por baixo do casaco eu só tinha um vestidinho sem sutiã, então tirei e sentei em cima dele. Ele me agarrou pelas nádegas e encaixou a pica na entrada da minha buceta, me fazendo sentar devagar enquanto chupava meus peitos com violência. Eu sentia aquele pedaço de carne me machucando toda, mas não conseguia parar de me mexer. Quando eu parava um pouco, ele me segurava forte pelo quadril e enfiava tudo. Admito que não sentia prazer porque doía muito, mas a boca dele nos meus peitos me fazia esquecer um pouco da dor. Ficamos assim uns 10 minutos sem parar, até que ele disse: "Chupa". Me fez deitar de lado e comecei de novo a tentar chupar aquela pica que agora tava encharcada dos meus fluidos e com um gosto salgado do suor dele. Eu sentia a pica pulsando e via que ele tava prestes a explodir, mas o filho da puta não gozava. começou a dizer slut, putona, conchuda, e isso começou a me deixar em êxtase, sentia o líquido lubrificante da minha buceta escorrendo pelas minhas pernas, ele me mandou levantar a bunda e com a mão começou a apalpar minha argolinha e começou a passar todo o líquido no meu cu, eu já imaginava o que vinha, mas estava morrendo de medo, até que ele me pegou pelos cabelos com força e me levantou e me deu um beijo terrível na boca e disse, agora vou fazer você nunca esquecer de mim, e me virou de repente usando toda a força dele e me segurou do mesmo jeito que tinha me segurado no sofá, pela cintura com uma mão na barriga e a outra no quadril, e apontou a pica pra entrada do meu cu, eu comecei a falar, para por favor não não, espera, mas de repente e sem que eu pudesse fazer nada ele me enrabou, de uma vez senti que morria de dor, só tinha passado a cabeça mas era como se tivesse queimado com fogo, e só tinha entrado 5% daquela pica destruidora, eu tentava me afastar mas ele me segurou forte pelo pescoço e disse, vou te arrebentar o cu então melhor relaxar, e pegou e apoiou minha cabeça contra o banco e com uma mão na nuca me apertava bem forte, ele se ajeitou atrás, olhou e subiu uma perna no banco e de uma vez enfiou a pica inteira, senti minha pressão cair e por um segundo acho que desmaiei, a dor era insuportável, sentia ele me machucando por dentro, começou uma bombada selvagem, não parava, enfiava inteira, eu sentia uma dor insuportável em toda a área da bunda e da barriga, sentia minha bunda sangrando então relaxei e esperei ele terminar, eu só chorava baixinho e a dor me matava mas não podia fazer nada, ele me segurava tão forte que meu pescoço também doía, eu estava com o cu rasgado, literalmente ele tinha arrebentado, o amigo do meu filho arrebentou meu cu, de repente depois de uns 6 minutos de foda selvagem ele começou a bufar como um touro e começou a gozar, eu sentia o calor nas minhas entranhas Do sêmen, ele foi saindo devagar do meu cu e sentou no banco, me deixando largada com a bunda empinada, sangrando e com a porra começando a escorrer. Aí ele me pegou suave pela cintura, me virou e me deu um beijo na boca. Eu coloquei o vestido de novo, mas ele não deixou eu vestir a calcinha fio-dental da noiva do meu filho, levou ela também. Me enrolei no casaco e comecei a andar como dava até o apê, a dor era absurda. Lavei a rabeta e passei um creme, minha buceta doeu a semana inteira, mas a experiência foi incrível. 
 

10 comentários - Como me cojio el amigo de mi hijo!!

Menos mal que estabas ahi para salvar el honor de tu hijo de ser cornudo por el amigo y la novia una putita. Terrible te dieron, por una semana no pudiste caminar bien, pero te gusta. Van puntos
Tu hijo la tendra chica,tu nuera va a disfrutar de esa poronga ,dejala,que se la trague toda y quede con el culo bien roto.