- Anita! – exclamou Tara, surpresa, me derrubando de uma vez. Ela se cobriu como pôde com os lençóis da cama, escondendo dos peitos pra baixo. Anita fez uma careta de “merda, fui pega” e se arrastou um pouco na nossa direção, ainda fraca. Tara, recuperada do susto, começou a gritar com ela da cama. - Que pussy, cara! Mas o que cê tá fazendo aí?! Cê é louca, não? Cê acha bonito ficar nos espiando, lady? Como…? – e aí ela se virou pra mim, a compreensão iluminando de repente a cara dela –. Isso também é coisa sua, né? Bom, ela puxou as habilidades dedutivas da nossa mãe. Mas também não era tão difícil juntar dois mais dois. Eu olhei pra ela tentando manter uma cara séria, mas ao ver ela tão puta, não consegui e soltei uma risada nervosa. - Qual é, não fica brava. É que ela tava tão animada… Tara mastigou aquela revelação com frieza. Depois de um silêncio, ela fixou os olhos gelados na pirralha e foi direto pra machucar: - Bom… então vamos ver se você aprendeu alguma coisa, Anita. Não gosto de dar show pra ninguém, mas fica sabendo, é assim que se desvirgina um cara – disse, arrogante. Nossa irmãzinha olhou pra mim de baixo, erguendo as sobrancelhas, e tentou segurar o riso. - É… Tara, hmm… foi fantástico, mas… não foi minha primeira vez. - O quê? Ela se virou pra mim, com uma expressão de incredulidade no rosto. E aí, entendendo, se voltou pra nossa irmãzinha. - Você… Lá no chão, meio prostrada, a pequenininha sorria de orelha a orelha, balançando a cabeça com entusiasmo. Ela mordeu o lábio. - Desculpa, Tara, hmm… a gente não se segurou – começou ela, se remexendo inquieta com um prazer culpado –. É que eu vi a rola dele e era bem maior do que você disse…! - Você mesma falou antes, Anita é uma Promiscuous – ajudei eu –. O que você queria que eu fizesse? Você se fez de difícil e ela não me deu problema nenhum. Depois eu fiquei meio sem graça de te contar… Tara olhou pra nós dois, Entre incrédula e puta da vida. Mas mais do que se sentir realmente magoada, era ter subestimado nossa depravação que a chocava.
— Vocês… seus… seus… Porcos! Nojentos! Tarados!
E correu pra me atacar, fazendo cócegas com as mãos nas minhas costelas. Era meu ponto fraco, então não consegui segurar o riso; mas tentei tomar o controle e fazer o mesmo com ela. Sabia que bem debaixo das axilas ela era vulnerável, e parti pra lá, enquanto os dois rolávamos pelados pela cama.
— Eu também quero! — disse Anita, se jogando naquela bagunça de carne exposta, sem roupa da cintura pra baixo. Ela e eu formamos time pra achar os pontos sensíveis da nossa irmã mais velha, que estava como eu, totalmente pelada, e conseguimos virar o jogo. Graças à nossa combinação expert de dedos ágeis, entre risadas, sacudidas, tapas e mudanças de posição, conseguimos quebrar a resistência dela. Entre gritos de “Chega!”, “Parem!”, “Respeito com a irmã mais velha!” ela começou a pedir clemência e foi aos poucos se transformando numa massa suspirante e sorridente, completamente imóvel, deitada de barriga pra cima na cama, respirando muito rápido. Aos poucos, paramos de rir e, gradualmente, uma certa tensão voltou a tomar o quarto. Afinal, estávamos os três pelados (ou quase) juntos na cama.
— Sabe que é uma pestinha muito safada, né? — disse Tara pra Anita, acariciando o colar no pescoço dela com carinho — Ah… Também não consigo ficar brava com você. Mas vai ser uma verdadeira gostosa daqui a alguns anos, com o quanto você gosta dessas coisas.
— Bom, e daí? Por mim, já sou, tô nem aí — disse Anita, pegando a mão dela entre as suas e esfregando a bochecha contra ela — Olha o Rami, que é igual a mim ou pior. E você também não fica muito atrás…
— Tamos todos muito tarados pra nosso próprio bem — intervim — No fundo, não é tão estranho… somos família, deve ser normal. Acho que papai e mamãe não têm a nossa libido, né? – Tara entrou na conversa.
- Bom, e você sabe lá o quê? Eles tiveram três filhos, e já me disseram que eu não estava nos planos. Tara ficou sem reação e levantou as sobrancelhas, reconhecendo que a Anita tinha razão.
- Touché.
- Não, isso é um touché – falei, plantando uma mão provocativamente num peito da Tara.
- Olha só o Mamoncete, até que não é tão ruim no francês…
- Mas você é muito melhor – falei, brincando com o duplo sentido. – Vai me chupar a pica de novo?
No meio de toda a brincadeira e de nos esfregarmos umas nas outras, eu tinha ficado duro. Sabia que minhas irmãs não tinham perdido isso, porque eu estava enfiando a pica na lateral da Tara e a Anita não parava de dar umas olhadas de soslaio.
- Na frente dela? – perguntou Tara, se apoiando nos cotovelos e olhando pra Anita. Aquele movimento fez com que os peitos bonitos dela balançassem de um jeito sugestivo.
- Qual é o problema? Ela acabou de nos ver fode…
- Sei lá…
Ela perdeu o olhar enquanto começava a pensar direitinho na proposta, embora de vez em quando desse uma espiada no meu pau duro, cheio de vontade de guerra. A Anita, vendo que a gente falava dela como se ela não estivesse ali, resolveu se fazer notar.
- Como seus mamilos são lindos, Tara…
E, com toda a naturalidade, esticou a mão pra pousar no outro peito que a irmã mais velha tinha livre. Começou a mexer nas bolinhas de metal do piercing e a acariciar o mamilo que ficava entre elas. Não tinha nenhuma suavidade, mas eu sabia que a Tara adorava isso.
Atônita com aquela ousadia no corpo dela, a mais velha fez uma careta que não soube dizer se era de dor ou prazer, mas não tirou a mão da caçula.
- Mhmm… cuidado onde toca, menina. Eles são muito sensíveis…
- Eu também quero colocar um piercing nos meus!
- Então vai ter que esperar fazer dezoito anos, pirralha. Até lá, não deixam.
— Ah, não é justo — disse Anita, juntando a outra mão e começando a apalpar sem vergonha nenhuma o peito de Tara, amassando com força. — Pra tudo que é bom tem que ser maior de idade. Não vale…
Eu estava ficando ainda mais duro com aquele teatrinho todo casual entre minhas irmãs, que rapidamente ganhava um tom homoerótico. Por enquanto, Tara se deixava fazer sem incentivar, mas também não dava sinais de reclamar. Anita parecia bem empolgada explorando os peitos da nossa irmã mais velha, então resolvi me afastar um pouco e soltar o peito que eu segurava. Ela cobriu com as duas mãos os seios de Tara e começou a esfregá-los sem cerimônia, sem nenhum disfarce.
— E você acha que eu vou ter algum problema? Os meus são maiores que os seus…
— Sua piranha… — respondeu Tara entre os dentes. — Não, com certeza não vai ter problema nenhum. Eles têm experiência com todos os tamanhos.
— Tem certeza? — falei, resolvendo entrar na conversa. Queria participar de alguma forma. — Mas você deu uma boa olhada neles? Vai ser médico, melhor dar uma conferida… não vá que eles criem caso…
E dizendo isso, me aproximei por trás de Anita, peguei a barra da camiseta dela e comecei a levantar, reparando que ela não usava sutiã. Ela percebeu e levantou os braços pra me ajudar: em um segundo eu tinha tirado a roupa pelos ombros e pela cabeça, deixando minha irmãzinha tão pelada quanto Tara e eu, exceto pelo colar preto que ela usava no pescoço.
— Tá, todo mundo aqui tá tarado mesmo… — disse Tara enquanto admirava os peitos da irmã.
— O quê? Alguma imperfeição? — falei, tocando os seios de Anita por trás. Minha irmãzinha soltou um gemidinho, mas se apressou em se inclinar de novo e continuar o exame mamário com Tara.
— Tá bom, admito que você tem os peitos maiores que os meus, anã. Tá feliz?
— Mmm… não, não totalmente. Posso…? Deixou a pergunta no ar, embora quando vi onde ela queria chegar, tive que segurar um gemido de prazer. Sem esperar uma resposta de verdade, Anita se jogou de cabeça pra lamber um dos mamilos da admirada irmã mais velha. — Ah! Ei! Quem te deu permissão pra…? Oh… Tara se viu completamente dominada por aquele ataque. A pequena estava se dedicando de verdade: chupava, mordia, tocava e esfregava o rosto nos peitos de Tara. Num certo ponto, ela chegou a esticar a língua e movê-la pra cima e pra baixo naqueles mamilos e nos piercings deles, dando batidinhas delicadas e molhadas. Nossa irmã mais velha tinha fechado os olhos e mordia o lábio inferior. Levantou a mão pra segurar a cabeça da irmãzinha enquanto ela chupava suas tetas, igual a Anita tinha feito quando eu fiz aquilo dias atrás. Aquela cena abertamente lésbica me deixou com tanto tesão que não consegui ficar parado. Me posicionei sobre a cara de Tara e deixei cair com todo o peso meu sabre enorme nos lábios dela. Ela abriu os olhos e me olhou com uma cara séria que parecia dizer "olha o que você fez, no final conseguiu o que queria". Sem soltar Anita do peito, agarrou meu pau com a mão livre e engoliu de uma vez. Começou a me olhar enquanto me chupava com aquela cara de "não deixa subir à cabeça… eu chupo seu pau porque no fundo adoro". Eu gemi de prazer. Minha irmã mais velha me chupando enquanto nossa irmãzinha chupava as tetas dela parecia uma cena tirada direto de um filme pornô, mas eu tava ocupado demais aproveitando aquela visão pra questionar como a gente tinha chegado ali. Todos nós estávamos com muito tesão, e era inevitável. Eu afastava o cabelo do rosto da minha irmã pra ela ter caminho livre no boquete enquanto, com a outra mão, tentava tocar as tetas dela. O que a Anita deixava, de qualquer forma, já que ela parecia muito possessiva naqueles momentos. As próprias mamas dela se espalhavam de forma Obscena sobre a barriga lisa da Tara e, vendo que minha irmãzinha não me deixava tirar os brinquedos dela, passei a pegar os dela, tão grandes e macios que eram como um sonho. Quando comecei a beliscar os mamilos dela com cuidado, ela começou a gemer. Vi que a Tara, que seguia meus movimentos com o olhar sem parar de lamber meu pau, começava a esfregar uma coxa na outra, num sinal de tesão. No final, a Anita não aguentou mais e se separou da Tara, me olhando com vontade enquanto mordia o lábio inferior. - Mmmhmff... – protestou a Tara, de boca cheia. A Anita segurou minhas bolas com a mãozinha e depois olhou pra Tara, estudando se fazia ou não. Finalmente, empurrou o rosto dela pro lado até que meu pau pulou pro ar livre, momento que ela aproveitou pra capturar e meter ele na própria boca. - Ei! Que eu tava usando ele! – reclamou nossa irmã. E de repente, a Anita tinha trocado de brinquedo. Toda a dedicação que ela tinha usado nas tetas da irmã, agora tava dando pro manete do irmão: lambidas, beijinhos, chupadas pra cima e pra baixo e, no geral, um ritmo de sucção genuinamente infernal, como se tivesse uma puta pressa de que eu gozasse na boca dela. A falta de técnica ela compensava com muito entusiasmo. Pego de surpresa, apoiei minha outra mão na cabecinha dela pra me estabilizar. Tinha minhas duas irmãs agarradas pelo cangote, enquanto a Anita me chupava a rola e eu via os peitões dela se esmagarem contra os da nossa irmã mais velha até tampar os mamilos e se fundir numa massa informe de carne redonda e macia. - Sua mãe nunca te ensinou a pedir licença? É muito feio tirar as coisas da sua irmã mais velha – bufou a Tara, suspirando forte. A Anita, como resposta, tirou meu pau da boca pra começar a dar batidinhas com ele na língua, enquanto olhava pra nossa irmã mais velha com cara de "tá, e daí?". - E sua mãe não te ensinou que tem que aprender a dividir? Rosnei, sentindo minha cabeça tava rodando de tão bom que aquilo era. Minhas irmãs falando da mamãe, e se pegando como sempre (mas dessa vez, por causa da minha pica) eram lembretes muito imediatos de que a gente tinha passado de um limite muito importante. Tara esmagou a cara da Anita com uma mão e retomou o controle do meu pau, que ela cobriu com a boca enquanto olhava de esguelha pra irmã, pronta pra defender a posse dela com unhas e dentes se precisasse. – Puxa, vejo que não – reclamou Anita em voz alta –. Como sempre, a Dona Perfeita é muito mimada e sempre consegue o que quer… Bom. Ainda bem que pra mim não faz diferença... E, sem tentar tomar da Tara, começou a colaborar com ela num boquete duplo sensacional. Ela lambia minhas bolas peludas se a Tara tinha meu mastro inteiro na boca, sem reclamar nada se engolia um pouco de pelo pubiano. Dava beijinhos de um lado se a Tara tava ocupada com minha glande. Se acabava engolindo ele todo, a Anita continuava dando beijinhos no mesmo lugar, só que dessa vez na bochecha da nossa irmã mais velha, por onde minha ereção imensa fazia volume. No fim, a Tara acabou se rendendo e elas foram se revezando. Uma enfiava ele inteiro na boca e a outra cuidava da periferia, dando pros meus genitais a adoração fraternal que tavam precisando há tempos. Minhas duas irmãs me chupando, uma em cima e outra embaixo, era uma visão celestial. Não sabia quanto tempo ia aguentar assim… – Nós não somos burras – disse a Tara tirando ele da boca com um “plop” –. Sabemos que você tá perto. Suas veias tão pulsando, pelo amor de Deus. – A gente continua chupando mesmo depois que você gozar, tá? – disse a Anita, a voz meio abafada pelo peso das minhas bolas na boca dela. Porra, isso era demais! Continuei curtindo as atenções orais delas enquanto acariciava o cabelo das duas, mas sabia que era questão de pouco tempo. Quando tentaram alternar as bocas na minha pica, acabaram se tocando. Os lábios por acidente, escapou completamente. Comecei a disparar jato após jato de porra, com um vigor impressionante considerando que era minha segunda gozada do dia. Como um vulcão em erupção, aqueles borrões acertaram primeiro a Anita, que estava mais em cima e mais perto da ponta; mas conforme foram perdendo força, o resto caiu por pura gravidade no corpo nu da Tara: na clavícula dela, no pescoço e nos lábios e nariz. — Nham, nham, nham — ela disse pra mim, piscando um olho enquanto esticava a língua pra lamber o borrão de porra. Fiéis à promessa, minhas duas irmãs continuaram chupando e lambendo toda a minha virilha. Na maior parte, os rostos delas estavam manchados pelo meu gozo; o da Anita era uma bagunça total. Mas ambas ignoraram isso na maior parte do tempo. Eram como animais famintos, incapazes de se saciar do meu pau. E eu curtia tudo aquilo, absorto diante de tamanha devoção. Finalmente, desci lentamente do meu clímax e relaxei, aproveitando aquela sensação gostosa das duas me mamando. — Vocês são as melhores irmãs do mundo — falei, precisando agradecer por aquilo. — A gente sabe — disse a Tara, concentrada em lamber meu saco. Ela deu uma lambida boa da base até a ponta e eu gemi de prazer, mas a verdade é que já tava quase mole. — Bom, isso tá muito gostoso e tal — ela acrescentou, se levantando enquanto enfiava os borrões do meu sêmen na boca. — Mas não alimenta muito. Ainda não tomei café… e ainda temos muito dia pela frente. — Pô, e eu? — reclamou a Anita, mas sem largar meu pau. — Você se dedou bem antes, não? — falei, meio cansado. — Enquanto nos olhava. — Sim, mas nenhum dos dois fez nada comigo… Notei o casual daquele pedido, e como a Anita parecia não se importar ou distinguir se era o irmão ou a irmã dela que a fizesse gozar. Provavelmente, era totalmente indiferente pra ela. Só de pensar nisso, me deu uma Pequena descarga e notei como meu pau começava a "despertar" um pouco entre os carinhos que ela tava me dando, mas decidi que era melhor dar mais um tempinho.
— Tô com a Tara… vamos comer alguma coisa. Ainda temos umas horas — falei, acariciando a bochecha da minha irmãzinha. Ela me deu um último beijinho lá embaixo e se levantou.
— Será que… a gente devia se vestir?
— Provavelmente não faz muito sentido a gente fazer isso — disse a Tara enquanto saía pela porta, rebolando aquele rabão atlético dela.
Na cozinha, a Tara começou a preparar umas torradas e esquentar um café. Era meio cômico ver ela fazer isso pelada, mas continuava muito gostosa.
— Cê não tem Nescau? — perguntou a Anita franzindo a testa.
— Não, anã. Isso é coisa de criança — decretou nossa irmã. A verdade é que, com a Anita já sendo tão elétrica e cheia de energia, dava até medo imaginar ela sob efeito de cafeína, mas sentamos os três pra comer ali e recuperar as forças. Ainda bem que tinha almofada nas cadeiras, porque comer pelado era desconfortável. Entre uma coisa e outra, acabamos contando pra Tara como a Anita e eu começamos a explorar nossa sexualidade, além do plano de introduzir nossa irmãzinha mais nova na minha primeira transa com a Tara.
— Vocês são dois diabinhos tarados — ela disse, sorrindo —. Pô, cês não perderam tempo, hein. Fico pensando… se o Mamoncete e eu não tivéssemos começado a correr juntos, talvez vocês teriam acabado fazendo a mesma coisa de qualquer jeito.
— Provavelmente, se não fosse com ele, teria sido com alguém da piscina — falou a Anita sem pensar —. É que eu me sinto muito tesuda há uns meses, Tara.
— São os hormônios e a puberdade, mocinha. É normal — ela disse, minimizando.
— Sua bunda foi o estopim — admiti —. Mas acho que ver a Anita quase pelada com esses peitos durante o verão teria me corrompido do mesmo jeito. É que é uma tentação. E enquanto eu dizia Isso, voltei a tocá-las, e me inclinei um pouco pra lamber e dar um carinho nos bicos dela. Ela largou a torrada e gemeu, toda feliz por finalmente receber um pouco de atenção. Vi pelo canto do olho que a Tara nos olhava com uma curiosidade intensa… tanta, que um pedaço de geleia escorreu da torrada dela e caiu bem no meio do peito dela. Ou… será que ela fez de propósito? — Opa — ela disse, torcendo o rosto —. Bom, ia tomar um banho de qualquer jeito. Entre a corrida e o que a gente fez, tô bem suada. — Não faz isso — pedi, me afastando da Anita por um segundo —. Adoro o cheiro do teu suor. Tem cheiro… de você. — Ah, para, bobo — respondeu com as bochechas vermelhas, dando um sorriso tímido —. Limpinhos é melhor. Senão, vou ficar toda grudenta. Me levantei, me separando da minha irmãzinha, e fui até a Tara. Anita suspirou, insatisfeita. Me ajoelhei na frente da minha irmã mais velha. — Então eu te limpo. E, segurando ela pela cintura, comecei a lamber aquele vale gostoso do peito dela cheio de geleia, desviando quando dava vontade pra cuidar das tetas dela com a boca. Ela se deixou levar entre suspiros. Ouvi uma cadeira sendo arrastada e, segundos depois, tinha a Anita colaborando comigo de novo. — Mmhm… de novo não… ah… Devolvemos toda a gentileza dela pelo café da manhã com novos carinhos nas tetas dela. Tomei cuidado especial pra repetir o que tinha visto a Anita fazer antes com a língua no bico, e percebi que, depois de um tempo, uma mancha de umidade apareceu na almofada onde a Tara tava sentada. Eu, no meio de toda aquela atividade e vendo minha irmãzinha de novo pegando nas tetas da nossa irmã mais velha, tinha ficado duro de novo. Troquei um olhar com a Anita enquanto os dois lambíamos a nossa irmã, e vi a súplica nos olhos dela. Sim, o justo era a Anita receber o dela. Ajudei ela a se levantar comigo. Ela me olhou através de uma névoa de tesão e eu levei ela pela mão até o cama onde tinha fodido com a Tara. — Mas… eh… não vamos continuar tomando café? — gritou a mais velha, desorientada. Imagino que não gostava de ficar no meio, mas era orgulhosa demais pra admitir. — Não tô mais com fome — soltei, enquanto empurrava minha irmãzinha na cama de barriga pra cima. Ela me olhou com os braços esticados pra cima, se deixando levar pela minha dominação. Apoiei meu pau na entrada dela, que já tava molhada, e abri um pouco pra deslizar melhor. Me deixei levar pelo peso, caindo em cima dela, e meti sem nenhuma delicadeza, querendo apressar o prazer que aquela bucetinha tão apertada me dava. — Ah! Seu bruto…! — reclamou ela. — Desculpa — me desculpei, extasiado demais pra falar sério —. Tô te machucando? — É que… você tem ele muito grosso… Passei as mãos por trás dela, agarrando a cabeça e os ombros, e comecei a meter nela feito um animal. Ela se desmanchava em gemidos. De repente, senti uma mão nas costas e um peso do meu lado na cama. — Não pode ser tão bruto, Ramón — disse a Tara —. Não vê que ela tá com dificuldade de se acostumar com seu tamanho? Ainda te falta um pouco de experiência. Uma garota precisa se dilatar aos poucos… — Pra mim parece que ela tá gostando… — falei sem diminuir o ritmo nem um pouco. Anita não conseguia responder, se contorcendo entre suspiros. Fechava os olhos e abria a boca, balançando a cabeça de um lado pro outro. De vez em quando, soltava o ar com algo que pareciam palavras: “Mais”, “Sim”, “Vai”. Qualquer coisa além de uma ou duas sílabas parecia ser muito esforço pra ela. Tara tinha se encostado na cabeceira, do lado da cabeça de Anita, e enfiava os dedos na própria boceta. Não tinha muito ângulo da minha posição pra ver as pernas dela ou a bucetinha, mas percebi a atitude calma e controlada: ela se masturbava metodicamente enquanto nos observava. — Você gozou? — perguntei pra minha irmãzinha, distraído demais com minha excitação pra prestar atenção. - Hã? Ah… ufa, sim… não, sei lá… duas ou três vezes, talvez…
- Ela não sabe o que tá falando – disse Tara, sem parar de se masturbar–. Se for vaginal, um orgasmo pode durar tanto que você nem distingue onde um começa e o outro termina.
O final já está escrito e é o próximo capítulo, mas só será publicado se este post chegar nos 4 dígitos de pontos. Saudações.
— Vocês… seus… seus… Porcos! Nojentos! Tarados!
E correu pra me atacar, fazendo cócegas com as mãos nas minhas costelas. Era meu ponto fraco, então não consegui segurar o riso; mas tentei tomar o controle e fazer o mesmo com ela. Sabia que bem debaixo das axilas ela era vulnerável, e parti pra lá, enquanto os dois rolávamos pelados pela cama.
— Eu também quero! — disse Anita, se jogando naquela bagunça de carne exposta, sem roupa da cintura pra baixo. Ela e eu formamos time pra achar os pontos sensíveis da nossa irmã mais velha, que estava como eu, totalmente pelada, e conseguimos virar o jogo. Graças à nossa combinação expert de dedos ágeis, entre risadas, sacudidas, tapas e mudanças de posição, conseguimos quebrar a resistência dela. Entre gritos de “Chega!”, “Parem!”, “Respeito com a irmã mais velha!” ela começou a pedir clemência e foi aos poucos se transformando numa massa suspirante e sorridente, completamente imóvel, deitada de barriga pra cima na cama, respirando muito rápido. Aos poucos, paramos de rir e, gradualmente, uma certa tensão voltou a tomar o quarto. Afinal, estávamos os três pelados (ou quase) juntos na cama.
— Sabe que é uma pestinha muito safada, né? — disse Tara pra Anita, acariciando o colar no pescoço dela com carinho — Ah… Também não consigo ficar brava com você. Mas vai ser uma verdadeira gostosa daqui a alguns anos, com o quanto você gosta dessas coisas.
— Bom, e daí? Por mim, já sou, tô nem aí — disse Anita, pegando a mão dela entre as suas e esfregando a bochecha contra ela — Olha o Rami, que é igual a mim ou pior. E você também não fica muito atrás…
— Tamos todos muito tarados pra nosso próprio bem — intervim — No fundo, não é tão estranho… somos família, deve ser normal. Acho que papai e mamãe não têm a nossa libido, né? – Tara entrou na conversa.
- Bom, e você sabe lá o quê? Eles tiveram três filhos, e já me disseram que eu não estava nos planos. Tara ficou sem reação e levantou as sobrancelhas, reconhecendo que a Anita tinha razão.
- Touché.
- Não, isso é um touché – falei, plantando uma mão provocativamente num peito da Tara.
- Olha só o Mamoncete, até que não é tão ruim no francês…
- Mas você é muito melhor – falei, brincando com o duplo sentido. – Vai me chupar a pica de novo?
No meio de toda a brincadeira e de nos esfregarmos umas nas outras, eu tinha ficado duro. Sabia que minhas irmãs não tinham perdido isso, porque eu estava enfiando a pica na lateral da Tara e a Anita não parava de dar umas olhadas de soslaio.
- Na frente dela? – perguntou Tara, se apoiando nos cotovelos e olhando pra Anita. Aquele movimento fez com que os peitos bonitos dela balançassem de um jeito sugestivo.
- Qual é o problema? Ela acabou de nos ver fode…
- Sei lá…
Ela perdeu o olhar enquanto começava a pensar direitinho na proposta, embora de vez em quando desse uma espiada no meu pau duro, cheio de vontade de guerra. A Anita, vendo que a gente falava dela como se ela não estivesse ali, resolveu se fazer notar.
- Como seus mamilos são lindos, Tara…
E, com toda a naturalidade, esticou a mão pra pousar no outro peito que a irmã mais velha tinha livre. Começou a mexer nas bolinhas de metal do piercing e a acariciar o mamilo que ficava entre elas. Não tinha nenhuma suavidade, mas eu sabia que a Tara adorava isso.
Atônita com aquela ousadia no corpo dela, a mais velha fez uma careta que não soube dizer se era de dor ou prazer, mas não tirou a mão da caçula.
- Mhmm… cuidado onde toca, menina. Eles são muito sensíveis…
- Eu também quero colocar um piercing nos meus!
- Então vai ter que esperar fazer dezoito anos, pirralha. Até lá, não deixam.
— Ah, não é justo — disse Anita, juntando a outra mão e começando a apalpar sem vergonha nenhuma o peito de Tara, amassando com força. — Pra tudo que é bom tem que ser maior de idade. Não vale…
Eu estava ficando ainda mais duro com aquele teatrinho todo casual entre minhas irmãs, que rapidamente ganhava um tom homoerótico. Por enquanto, Tara se deixava fazer sem incentivar, mas também não dava sinais de reclamar. Anita parecia bem empolgada explorando os peitos da nossa irmã mais velha, então resolvi me afastar um pouco e soltar o peito que eu segurava. Ela cobriu com as duas mãos os seios de Tara e começou a esfregá-los sem cerimônia, sem nenhum disfarce.
— E você acha que eu vou ter algum problema? Os meus são maiores que os seus…
— Sua piranha… — respondeu Tara entre os dentes. — Não, com certeza não vai ter problema nenhum. Eles têm experiência com todos os tamanhos.
— Tem certeza? — falei, resolvendo entrar na conversa. Queria participar de alguma forma. — Mas você deu uma boa olhada neles? Vai ser médico, melhor dar uma conferida… não vá que eles criem caso…
E dizendo isso, me aproximei por trás de Anita, peguei a barra da camiseta dela e comecei a levantar, reparando que ela não usava sutiã. Ela percebeu e levantou os braços pra me ajudar: em um segundo eu tinha tirado a roupa pelos ombros e pela cabeça, deixando minha irmãzinha tão pelada quanto Tara e eu, exceto pelo colar preto que ela usava no pescoço.
— Tá, todo mundo aqui tá tarado mesmo… — disse Tara enquanto admirava os peitos da irmã.
— O quê? Alguma imperfeição? — falei, tocando os seios de Anita por trás. Minha irmãzinha soltou um gemidinho, mas se apressou em se inclinar de novo e continuar o exame mamário com Tara.
— Tá bom, admito que você tem os peitos maiores que os meus, anã. Tá feliz?
— Mmm… não, não totalmente. Posso…? Deixou a pergunta no ar, embora quando vi onde ela queria chegar, tive que segurar um gemido de prazer. Sem esperar uma resposta de verdade, Anita se jogou de cabeça pra lamber um dos mamilos da admirada irmã mais velha. — Ah! Ei! Quem te deu permissão pra…? Oh… Tara se viu completamente dominada por aquele ataque. A pequena estava se dedicando de verdade: chupava, mordia, tocava e esfregava o rosto nos peitos de Tara. Num certo ponto, ela chegou a esticar a língua e movê-la pra cima e pra baixo naqueles mamilos e nos piercings deles, dando batidinhas delicadas e molhadas. Nossa irmã mais velha tinha fechado os olhos e mordia o lábio inferior. Levantou a mão pra segurar a cabeça da irmãzinha enquanto ela chupava suas tetas, igual a Anita tinha feito quando eu fiz aquilo dias atrás. Aquela cena abertamente lésbica me deixou com tanto tesão que não consegui ficar parado. Me posicionei sobre a cara de Tara e deixei cair com todo o peso meu sabre enorme nos lábios dela. Ela abriu os olhos e me olhou com uma cara séria que parecia dizer "olha o que você fez, no final conseguiu o que queria". Sem soltar Anita do peito, agarrou meu pau com a mão livre e engoliu de uma vez. Começou a me olhar enquanto me chupava com aquela cara de "não deixa subir à cabeça… eu chupo seu pau porque no fundo adoro". Eu gemi de prazer. Minha irmã mais velha me chupando enquanto nossa irmãzinha chupava as tetas dela parecia uma cena tirada direto de um filme pornô, mas eu tava ocupado demais aproveitando aquela visão pra questionar como a gente tinha chegado ali. Todos nós estávamos com muito tesão, e era inevitável. Eu afastava o cabelo do rosto da minha irmã pra ela ter caminho livre no boquete enquanto, com a outra mão, tentava tocar as tetas dela. O que a Anita deixava, de qualquer forma, já que ela parecia muito possessiva naqueles momentos. As próprias mamas dela se espalhavam de forma Obscena sobre a barriga lisa da Tara e, vendo que minha irmãzinha não me deixava tirar os brinquedos dela, passei a pegar os dela, tão grandes e macios que eram como um sonho. Quando comecei a beliscar os mamilos dela com cuidado, ela começou a gemer. Vi que a Tara, que seguia meus movimentos com o olhar sem parar de lamber meu pau, começava a esfregar uma coxa na outra, num sinal de tesão. No final, a Anita não aguentou mais e se separou da Tara, me olhando com vontade enquanto mordia o lábio inferior. - Mmmhmff... – protestou a Tara, de boca cheia. A Anita segurou minhas bolas com a mãozinha e depois olhou pra Tara, estudando se fazia ou não. Finalmente, empurrou o rosto dela pro lado até que meu pau pulou pro ar livre, momento que ela aproveitou pra capturar e meter ele na própria boca. - Ei! Que eu tava usando ele! – reclamou nossa irmã. E de repente, a Anita tinha trocado de brinquedo. Toda a dedicação que ela tinha usado nas tetas da irmã, agora tava dando pro manete do irmão: lambidas, beijinhos, chupadas pra cima e pra baixo e, no geral, um ritmo de sucção genuinamente infernal, como se tivesse uma puta pressa de que eu gozasse na boca dela. A falta de técnica ela compensava com muito entusiasmo. Pego de surpresa, apoiei minha outra mão na cabecinha dela pra me estabilizar. Tinha minhas duas irmãs agarradas pelo cangote, enquanto a Anita me chupava a rola e eu via os peitões dela se esmagarem contra os da nossa irmã mais velha até tampar os mamilos e se fundir numa massa informe de carne redonda e macia. - Sua mãe nunca te ensinou a pedir licença? É muito feio tirar as coisas da sua irmã mais velha – bufou a Tara, suspirando forte. A Anita, como resposta, tirou meu pau da boca pra começar a dar batidinhas com ele na língua, enquanto olhava pra nossa irmã mais velha com cara de "tá, e daí?". - E sua mãe não te ensinou que tem que aprender a dividir? Rosnei, sentindo minha cabeça tava rodando de tão bom que aquilo era. Minhas irmãs falando da mamãe, e se pegando como sempre (mas dessa vez, por causa da minha pica) eram lembretes muito imediatos de que a gente tinha passado de um limite muito importante. Tara esmagou a cara da Anita com uma mão e retomou o controle do meu pau, que ela cobriu com a boca enquanto olhava de esguelha pra irmã, pronta pra defender a posse dela com unhas e dentes se precisasse. – Puxa, vejo que não – reclamou Anita em voz alta –. Como sempre, a Dona Perfeita é muito mimada e sempre consegue o que quer… Bom. Ainda bem que pra mim não faz diferença... E, sem tentar tomar da Tara, começou a colaborar com ela num boquete duplo sensacional. Ela lambia minhas bolas peludas se a Tara tinha meu mastro inteiro na boca, sem reclamar nada se engolia um pouco de pelo pubiano. Dava beijinhos de um lado se a Tara tava ocupada com minha glande. Se acabava engolindo ele todo, a Anita continuava dando beijinhos no mesmo lugar, só que dessa vez na bochecha da nossa irmã mais velha, por onde minha ereção imensa fazia volume. No fim, a Tara acabou se rendendo e elas foram se revezando. Uma enfiava ele inteiro na boca e a outra cuidava da periferia, dando pros meus genitais a adoração fraternal que tavam precisando há tempos. Minhas duas irmãs me chupando, uma em cima e outra embaixo, era uma visão celestial. Não sabia quanto tempo ia aguentar assim… – Nós não somos burras – disse a Tara tirando ele da boca com um “plop” –. Sabemos que você tá perto. Suas veias tão pulsando, pelo amor de Deus. – A gente continua chupando mesmo depois que você gozar, tá? – disse a Anita, a voz meio abafada pelo peso das minhas bolas na boca dela. Porra, isso era demais! Continuei curtindo as atenções orais delas enquanto acariciava o cabelo das duas, mas sabia que era questão de pouco tempo. Quando tentaram alternar as bocas na minha pica, acabaram se tocando. Os lábios por acidente, escapou completamente. Comecei a disparar jato após jato de porra, com um vigor impressionante considerando que era minha segunda gozada do dia. Como um vulcão em erupção, aqueles borrões acertaram primeiro a Anita, que estava mais em cima e mais perto da ponta; mas conforme foram perdendo força, o resto caiu por pura gravidade no corpo nu da Tara: na clavícula dela, no pescoço e nos lábios e nariz. — Nham, nham, nham — ela disse pra mim, piscando um olho enquanto esticava a língua pra lamber o borrão de porra. Fiéis à promessa, minhas duas irmãs continuaram chupando e lambendo toda a minha virilha. Na maior parte, os rostos delas estavam manchados pelo meu gozo; o da Anita era uma bagunça total. Mas ambas ignoraram isso na maior parte do tempo. Eram como animais famintos, incapazes de se saciar do meu pau. E eu curtia tudo aquilo, absorto diante de tamanha devoção. Finalmente, desci lentamente do meu clímax e relaxei, aproveitando aquela sensação gostosa das duas me mamando. — Vocês são as melhores irmãs do mundo — falei, precisando agradecer por aquilo. — A gente sabe — disse a Tara, concentrada em lamber meu saco. Ela deu uma lambida boa da base até a ponta e eu gemi de prazer, mas a verdade é que já tava quase mole. — Bom, isso tá muito gostoso e tal — ela acrescentou, se levantando enquanto enfiava os borrões do meu sêmen na boca. — Mas não alimenta muito. Ainda não tomei café… e ainda temos muito dia pela frente. — Pô, e eu? — reclamou a Anita, mas sem largar meu pau. — Você se dedou bem antes, não? — falei, meio cansado. — Enquanto nos olhava. — Sim, mas nenhum dos dois fez nada comigo… Notei o casual daquele pedido, e como a Anita parecia não se importar ou distinguir se era o irmão ou a irmã dela que a fizesse gozar. Provavelmente, era totalmente indiferente pra ela. Só de pensar nisso, me deu uma Pequena descarga e notei como meu pau começava a "despertar" um pouco entre os carinhos que ela tava me dando, mas decidi que era melhor dar mais um tempinho.
— Tô com a Tara… vamos comer alguma coisa. Ainda temos umas horas — falei, acariciando a bochecha da minha irmãzinha. Ela me deu um último beijinho lá embaixo e se levantou.
— Será que… a gente devia se vestir?
— Provavelmente não faz muito sentido a gente fazer isso — disse a Tara enquanto saía pela porta, rebolando aquele rabão atlético dela.
Na cozinha, a Tara começou a preparar umas torradas e esquentar um café. Era meio cômico ver ela fazer isso pelada, mas continuava muito gostosa.
— Cê não tem Nescau? — perguntou a Anita franzindo a testa.
— Não, anã. Isso é coisa de criança — decretou nossa irmã. A verdade é que, com a Anita já sendo tão elétrica e cheia de energia, dava até medo imaginar ela sob efeito de cafeína, mas sentamos os três pra comer ali e recuperar as forças. Ainda bem que tinha almofada nas cadeiras, porque comer pelado era desconfortável. Entre uma coisa e outra, acabamos contando pra Tara como a Anita e eu começamos a explorar nossa sexualidade, além do plano de introduzir nossa irmãzinha mais nova na minha primeira transa com a Tara.
— Vocês são dois diabinhos tarados — ela disse, sorrindo —. Pô, cês não perderam tempo, hein. Fico pensando… se o Mamoncete e eu não tivéssemos começado a correr juntos, talvez vocês teriam acabado fazendo a mesma coisa de qualquer jeito.
— Provavelmente, se não fosse com ele, teria sido com alguém da piscina — falou a Anita sem pensar —. É que eu me sinto muito tesuda há uns meses, Tara.
— São os hormônios e a puberdade, mocinha. É normal — ela disse, minimizando.
— Sua bunda foi o estopim — admiti —. Mas acho que ver a Anita quase pelada com esses peitos durante o verão teria me corrompido do mesmo jeito. É que é uma tentação. E enquanto eu dizia Isso, voltei a tocá-las, e me inclinei um pouco pra lamber e dar um carinho nos bicos dela. Ela largou a torrada e gemeu, toda feliz por finalmente receber um pouco de atenção. Vi pelo canto do olho que a Tara nos olhava com uma curiosidade intensa… tanta, que um pedaço de geleia escorreu da torrada dela e caiu bem no meio do peito dela. Ou… será que ela fez de propósito? — Opa — ela disse, torcendo o rosto —. Bom, ia tomar um banho de qualquer jeito. Entre a corrida e o que a gente fez, tô bem suada. — Não faz isso — pedi, me afastando da Anita por um segundo —. Adoro o cheiro do teu suor. Tem cheiro… de você. — Ah, para, bobo — respondeu com as bochechas vermelhas, dando um sorriso tímido —. Limpinhos é melhor. Senão, vou ficar toda grudenta. Me levantei, me separando da minha irmãzinha, e fui até a Tara. Anita suspirou, insatisfeita. Me ajoelhei na frente da minha irmã mais velha. — Então eu te limpo. E, segurando ela pela cintura, comecei a lamber aquele vale gostoso do peito dela cheio de geleia, desviando quando dava vontade pra cuidar das tetas dela com a boca. Ela se deixou levar entre suspiros. Ouvi uma cadeira sendo arrastada e, segundos depois, tinha a Anita colaborando comigo de novo. — Mmhm… de novo não… ah… Devolvemos toda a gentileza dela pelo café da manhã com novos carinhos nas tetas dela. Tomei cuidado especial pra repetir o que tinha visto a Anita fazer antes com a língua no bico, e percebi que, depois de um tempo, uma mancha de umidade apareceu na almofada onde a Tara tava sentada. Eu, no meio de toda aquela atividade e vendo minha irmãzinha de novo pegando nas tetas da nossa irmã mais velha, tinha ficado duro de novo. Troquei um olhar com a Anita enquanto os dois lambíamos a nossa irmã, e vi a súplica nos olhos dela. Sim, o justo era a Anita receber o dela. Ajudei ela a se levantar comigo. Ela me olhou através de uma névoa de tesão e eu levei ela pela mão até o cama onde tinha fodido com a Tara. — Mas… eh… não vamos continuar tomando café? — gritou a mais velha, desorientada. Imagino que não gostava de ficar no meio, mas era orgulhosa demais pra admitir. — Não tô mais com fome — soltei, enquanto empurrava minha irmãzinha na cama de barriga pra cima. Ela me olhou com os braços esticados pra cima, se deixando levar pela minha dominação. Apoiei meu pau na entrada dela, que já tava molhada, e abri um pouco pra deslizar melhor. Me deixei levar pelo peso, caindo em cima dela, e meti sem nenhuma delicadeza, querendo apressar o prazer que aquela bucetinha tão apertada me dava. — Ah! Seu bruto…! — reclamou ela. — Desculpa — me desculpei, extasiado demais pra falar sério —. Tô te machucando? — É que… você tem ele muito grosso… Passei as mãos por trás dela, agarrando a cabeça e os ombros, e comecei a meter nela feito um animal. Ela se desmanchava em gemidos. De repente, senti uma mão nas costas e um peso do meu lado na cama. — Não pode ser tão bruto, Ramón — disse a Tara —. Não vê que ela tá com dificuldade de se acostumar com seu tamanho? Ainda te falta um pouco de experiência. Uma garota precisa se dilatar aos poucos… — Pra mim parece que ela tá gostando… — falei sem diminuir o ritmo nem um pouco. Anita não conseguia responder, se contorcendo entre suspiros. Fechava os olhos e abria a boca, balançando a cabeça de um lado pro outro. De vez em quando, soltava o ar com algo que pareciam palavras: “Mais”, “Sim”, “Vai”. Qualquer coisa além de uma ou duas sílabas parecia ser muito esforço pra ela. Tara tinha se encostado na cabeceira, do lado da cabeça de Anita, e enfiava os dedos na própria boceta. Não tinha muito ângulo da minha posição pra ver as pernas dela ou a bucetinha, mas percebi a atitude calma e controlada: ela se masturbava metodicamente enquanto nos observava. — Você gozou? — perguntei pra minha irmãzinha, distraído demais com minha excitação pra prestar atenção. - Hã? Ah… ufa, sim… não, sei lá… duas ou três vezes, talvez…
- Ela não sabe o que tá falando – disse Tara, sem parar de se masturbar–. Se for vaginal, um orgasmo pode durar tanto que você nem distingue onde um começa e o outro termina.
O final já está escrito e é o próximo capítulo, mas só será publicado se este post chegar nos 4 dígitos de pontos. Saudações.
5 comentários - Correndo com minhas irmãs gostosas