Pedreiros e Esposa e Filhas 1

Esta história é sobre uma família de camponeses composta por 4 membros: o marido, chamado Alexis, de 38 anos, 1,71m, moreno claro, magro; Karen, de 35 anos, 1,62m, branca como leite, peitões enormes — tinha um par de melancias gigantes com mamilos pequenos — e uma bundinha não muito grande, mas empinada; Susan, de 18 anos, 1,64m, branca igual à mãe, cabelo preto, peitos do tamanho de uma laranja, mas com uma bundona enorme e empinada; e Bárbara, de 19 anos, 1,65m, cabelo castanho, branca como a mãe também, com peitos que pareciam um par de melões e uma bundona quase tão grande quanto a da irmã. As mulheres dessa família viveram a vida toda no campo, e o único contato com um homem que tiveram foi com Alexis. As meninas estudam em casa, então não são muito espertas, bem inocentes, assim como a mãe. Alexis trabalha na cidade para sustentar a família, e recentemente foi promovido a um cargo grande com um salário espetacular. Por isso, decidiu comprar uma casa e trazer a família para a cidade. Essa foi uma grande mudança para as garotas — agora elas tinham que estudar numa escola. Por sua vez, Alexis, embora feliz por estar sempre com a família agora, não estava contente com a casa, já que só tinha 2 quartos, mas havia espaço para reformar e construir. Então, ele colocou a mão na massa e contratou dois pedreiros da sua empresa que conhecia bem e em quem podia confiar: David, de 58 anos, 1,85m, pele negra, mãos enormes e corpo definido; e Henry, de 55 anos, 1,87m, pele morena, um pouco barrigudo, careca, mas com uns braços enormes. Esses pedreiros contratariam mais alguém para vir 3 vezes por semana ajudar: Jesus, de 24 anos, 1,81m, moreno, bem atraente. Alexis comprou os materiais, instruiu que precisava fazer mais 3 quartos e reformar a cozinha. Já com os materiais em casa, Alexis disse à esposa para ficar de olho nos senhores para o que precisassem. já que você os conhece e pode confiar neles, Karen, não muito convencida, aceitou, pois não estava acostumada a lidar com outros homens, e suas filhas menos ainda, mas não teve outra escolha. No dia seguinte, Alexis recebe os senhores e chama Karen para apresentá-los. Assim que os vê, ela fica impressionada com o quanto são altos e grandes. Por outro lado, os pedreiros não esperavam que Alexis tivesse uma esposa com tantos peitos; ficaram realmente impressionados. Alexis foi trabalhar e os pedreiros foram cuidar da deles. Já Karen e as meninas sentiam muita curiosidade por esses senhores — eram os primeiros homens que conheciam, e eram totalmente diferentes de Alexis. Karen ia servir água e fazer comida para eles. Os pedreiros, por sua vez, conheceram as filhas de Alexis e não podiam acreditar como eram lindas e gostosas. Conforme os dias passavam, as meninas espiavam os pedreiros, não por algo sexual, só sentiam muita curiosidade, assim como a mãe. Já os pedreiros começaram a perceber como elas eram bobas e inocentes, coisa que obviamente iriam aproveitar. No dia seguinte, Jesus veio trabalhar, e as meninas, ao verem aquele moreno jovem, ficaram apaixonadas as duas. Jesus percebeu na hora. No outro dia, os dois pedreiros estavam conversando com Karen.

David: Uff, que calor.
Henry: Insuportável, compadre.
Karen: Mas se quiserem, podem tirar as camisas pra ficar mais frescos.
David: Adoraríamos, mas fazer isso sozinhos não dá.
Henry: É sim, se a senhora nos acompanhar — não se despindo, claro — mas usando talvez um sutiã menor sem camiseta, isso seria um grande gesto de solidariedade entre amigos.
David: É sim, porque a gente considera a senhora e suas filhas nossas amigas.
Karen: Sei não... acho que não consigo.
David: Bom, a gente entende. Pensávamos que éramos amigos. Não se preocupe, a gente aguenta o calor (disse triste).
Karen: Bom, até daria, mas é que não tenho sutiãs pequenos.
Henry: Se quiser, amanhã a gente pode dar um presente pra senhora e suas filhas. filhas
David: siii, um presente de amizade
Karen: tá bom

David e Henry, felizes, tiraram a camisa e Karen não conseguiu disfarçar ao ver aqueles corpos morenos e másculos. Depois foi pro quarto dela e, um tempo depois, a Susan chegou. Os pedreiros começaram a conversar com ela, dizendo que eram amigos dela, e ela ficou toda contente por ter dois amigos. Depois fizeram a mesma coisa com a Bárbara, que ficou encantada, e elas ainda aproveitaram pra olhar aqueles corpos suados por mais tempo. O dia dos pedreiros acabou, e eles foram pro centro fazer umas compras. No dia seguinte, quando a Alexis saiu, eles aproveitaram pra tirar as camisetas de novo, e a Karen veio falar com eles.

David: ah, dona, olha o presente que trouxemos pra senhora
David tirou uma sacola de presente e entregou pra ela
Henry: vai lá, experimenta, vai gostar

Karen, meio desconfiada, foi pro quarto, se despiu e tirou da sacola uma calcinha fio dental vermelha, um minishort e um sutiã que era só dois triângulos minúsculos. Era a primeira vez que via aquele tipo de roupa íntima, nunca tinha usado fio dental, muito menos um sutiã tão pequeno. Vestiu o fio dental, o minishort deixava aparecer o começo da bundinha dela, e depois colocou o sutiã — meu deus, parecia que ia explodir, os peitos ficavam todos de fora, só tampando os biquinhos pequenos. Ela ficou com vergonha, vestiu uma camiseta do marido e saiu.

Karen: desculpa, gente, não consigo usar esse sutiã, ficou muito pequeno
David: não, esse é o tamanho certo
Henry: isso aí
Karen: não, não dá
Henry: bom, a gente entende. Pensei que éramos seus amigos
Karen: não é isso, gente
David: é, vamos lá, compadre, bora vestir a camisa, embora hoje esteja um calorão e a gente vai suar pra caramba
Karen: não fiquem assim... tá bom, tá bom, vou tirar a camisa
Henry: sério?
Karen: simPedreiros e Esposa e Filhas 1Karen agarrou a camisa por baixo e tirou, deixando suas melancias enormes à mostra. Meu Deus do céu, aquelas tetonas balançavam demais. Henry e David ficaram hipnotizados, o pau deles subiu na hora, e Karen viu aquele volume enorme entre as pernas deles, mas não imaginou que fossem os paus, porque nenhum pau podia ser tão grande assim. O do marido dela media 10 cm e já parecia enorme pra ela.

Henry: Fico feliz que você nos considere amigos mesmo.
Karen: Claro que sim.
David: Aliás, não mostra essa roupa pro seu marido, não. É que os pedreiros da nossa empresa não são amigos dos chefes, é uma regra que tem. E não queremos deixar o senhor Alexis chateado.
Karen: Ah, entendi. Que homens bons vocês são.
Henry: Muitas graças... digo, obrigado. Logo a gente traz mais presentinhos.
Karen: Não precisa, fiquem tranquilos.
David: Mas a gente quer, porque você é nossa amiga.
Karen: Ha ha, tá bom.

Henry e David não acreditavam que tinham a esposa burra do chefe mostrando todas aquelas tetonas enormes. Podiam curtir como aqueles peitos se mexiam pra cima e pra baixo, de um lado pro outro. Um pouco mais tarde, as duas meninas vieram servir água pra eles e conversar um pouco.

David: Que bom que vocês vieram, gurias. Trouxemos uns presentes.
Henry: É, a mãe de vocês já sabe que trouxemos isso porque somos bons amigos.
David: Então peguem e vão vestir.
Henry: Igual a sua mãe fez.

As meninas, empolgadas de ganhar presente, foram pro quarto. Se pelaram e tiraram das sacolas uns microfios pretos, dois minishorts, duas minissaias e umas blusinhas curtas de alcinha. Elas ficaram fascinadas com aquela roupa, nunca tinham visto nada igual. Vestiram os microfios, que obviamente se enfiaram no fundo das bundonas delas. Depois, colocaram os minishorts, que deixavam ver mais da metade das bundas que tinham, e vestiram as blusas sem sutiã, porque os pedreiros disseram que aquelas blusas se usam sem sutiã. A Bárbara, que era a mais peituda... As tetas dela apareciam por baixo, no começo das tetonas dela. Elas saíram animadas pra serem vistas, e os caras, ao verem, ficaram babando. Queriam agarrar elas e meter a pica toda, mas tinham que ser pacientes. Mas o que eles fizeram foi: quando as duas se viraram, ambos deram uma boa palmada na bunda de cada uma. As minas se assustaram, e rapidinho os caras falaram.vadiaDavid: Ah, desculpa, não é o que vocês estão pensando. É que entre pedreiros é muito comum dar uns tapas na bunda pra mostrar que a gente se gosta pra caralho.

Henry: Isso aí, e também se abraçar. Como somos amigos, saiu natural.

Barbara: Ah, entendi. Bom, não me incomodo.

Susan: Eu menos ainda. Além disso, tô feliz que a gente seja tão amigo assim, hehe.

Susan abraçou forte o David, e a Barbara, vendo isso, fez o mesmo com o Henry. Esses caras podiam sentir aquelas tetas no peito. Depois se separaram e as duas iam indo embora, quando os dois homens deram um baita tapa na bunda de cada uma. Elas riram e foram embora. David e Henry não acreditavam na sorte deles, tudo estava dando certo pra caralho. No dia seguinte, o Jesus chegou, e David e Henry trataram de colocá-lo a par. Assim que ele viu a dona com aquelas tetonas quase de fora, ficou excitado pra caralho. Depois viu aquelas gurias com aquelas bundonas e quase pirou. David e Henry davam tapas na bunda delas, e ele não ficou atrás. Além disso, como elas estavam apaixonadas pelo Jesus, adoravam que ele desse tapas na bunda ou abraçasse, porque pra elas isso significava que ele gostava delas. Mas Jesus foi além: abraçou as duas ao mesmo tempo, deu um baita tapa na bunda de ambas, agarrou firme aquele rabão sem soltar e disse:infielJesus: isso significa que eu amo vocês e que vou protegê-las sempre
Bárbara: aii que lindo, obrigada
Susan: siiiim

Pobres meninas burras, pensava Jesus na cabeça dele. No dia seguinte, Jesus não ia trabalhar, mas David e Henry tinham um plano naquele dia. Eles tinham notado que a Karen costumava ter umas dorzinhas nas costas, obviamente por causa das tetonas que ela tinha, então bolou um plano pra aproveitar a situação enquanto ela estava com aquele sutiã minúsculo. Ela conversava com eles e dava pra ver que ela tava incomodada com as dores nas costas. Foi aí que o David aproveitou e disse:

David: o que foi, amiga? Tá com dor nas costas?
Karen: ai sim, desde a adolescência eu tenho essas dores e não sei por quê
BURRA! Pelas tetas enormes que você tem, pensou o Henry
Henry: David, por que você não faz uma massagem especial nela? Você é especialista nisso
Karen: sério?
David: bom, não gosto de me gabar, mas tenho um doutorado em massagens, só que ganho mais dinheiro sendo pedreiro
Karen: nossa, não sabia disso. Não vai ser muito incômodo?
David: não, na verdade, saindo daqui do trabalho eu ia dar uma massagem, então já trouxe meu lubrificante pra ter um efeito melhor
Henry: vão vocês, eu vou continuar trabalhando

David e Karen foram pra sala. David primeiro foi ao banheiro e lavou as mãos, voltou, pegou o pote de lubrificante e disse pra Karen:

David: por favor, fica aqui em pé de costas pra mim e tira o sutiã
Karen: mas como? Com as tetas de fora?
David: sim, amiga, sou um profissional, não tem problema. É pra fazer bem o meu trabalho
Karen: tá bom

Karen tirou o sutiã, mas o David não conseguia ver nada porque ela tava de costas, mas isso não importava porque ele tinha um plano. Ele passou lubrificante nas costas dela e começou a massagear. Por sorte do David, a ex-mulher dele adorava massagens e ele aprendeu mais ou menos, então massageou ela por um bom tempo e, de repente, sem aviso, pegou o pote de lubrificante e derramou nas tetas da Karen.cuckKaren: Pe-pero, o que você tá fazendo?
David: Preciso massagear a parte da frente, senão a dor dela vai triplicar e pode causar lesões graves pra vida toda. Já que comecei a sessão, não podemos interromper.
Karen: B-bom, tá bem então.

David, com um sorriso de orelha a orelha, passou as mãos em volta de Karen, agarrou aquelas tetonas enormes e colou ela contra ele, enfiando o volume enorme entre as bundinhas dela. David já conseguia ver as tetonas enquanto apertava, espremia, mexia, pegava nos bicos — e esse era o ponto fraco de Karen, mesmo que ela não soubesse. Ali estava o ponto G dela, nos mamilos. Mal David pegou nos bicos e começou a roçar as pontas com os dedos, Karen começou a gemer, o que fez Bárbara sair, porque tava ouvindo uns sons estranhos.cuckoldBárbara: O que tá rolando? Mãe, cê tá com os peitos de fora, que isso?

David: Fica tranquila, tô fazendo uma massagem na sua mãe pra aliviar a dor nas costas dela, tamo no meio da sessão.

Bárbara: Sério? Também tô com dor, sempre posso ser a próxima?

David: Claro, mas melhor falar com meu compadre Henry, ele também é especialista, só não é tão bom quanto eu. Vai lá, fala com ele.

Bárbara foi falar com Henry enquanto Karen não parava de gemer, tava com uma excitação do caralho. David não parava de brincar com os bicos dela enquanto esfregava aquele volume enorme nas nádegas de Karen, e beliscava os bicos dela, depois puxou e apertou com força, fazendo Karen ter um orgasmo violento, um orgasmo super intenso. Ela quase desmaiou, caiu de joelhos, ofegante. Depois de recuperar o fôlego, percebeu que não sentia mais dor nas costas, mas era por causa do orgasmo foda, que pra ela foi o primeiro, mesmo sem saber, já que nunca tinha tido um antes. Ela achou que era pelo trabalho brabo do David.

Karen: Nossa, não tô sentindo nada nas costas.

David: Viu? Que bom que funcionou. Só dura 24 horas, mas posso fazer de graça porque você é minha amiga.

Karen: Sério? Muito obrigada, David.

Ela abraçou ele com os peitos de fora, já que David tava sem camisa, deu pra sentir aqueles peitos diretamente na pele. Além disso, Karen sentiu aquele volume enorme e ficou com uma curiosidade doida.

Karen: Ei, David, posso te perguntar uma coisa?

David: Claro, pode falar.

Karen: Dá pra saber o que é isso aí? (Apontando pro volume dele)

David: Ah, isso? Já te mostro.

David abaixou a calça com a cueca, ficando totalmente pelado, mostrando uma monstruosidade de pau. Media 20 cm de comprimento e 5 de largura, preto, bem preto, cheio de veias, cabeçuda preta arroxeada, com um par de bolas bem gordas, tipo bola de sinuca. Tava bem duro e ereto, parecia desafiar a gravidade, era impressionante. Karen não acreditava, nunca tinha visto outro além do do marido dela, que parecia um dedinho pequeno do lado desse. barra preta
Karen: ai meu deus, o David é enorme
David: é, ele fica assim às vezes, só alivia com um boquete bem dado
Karen: mas não dói?
David: sempre que fica assim, dói pra caralho e o único alívio é receber um boquete, por isso falei
Karen: mas só assim?
David: é, só assim
Karen: quer que eu te ajude?
David: não precisa, já me acostumei com essa dor do caralho
Karen: não, não, você já me ajudou, quero ser uma boa amiga e retribuir o favor
David: bom, tá bemesposa putaKaren se ajoelhou e pegou com as duas mãos, começou a dar lambidas, era algo raro ela fazer boquete, já que quase nunca chupava o marido — no máximo 10 boquetes desde que casaram. Mas David foi instruindo o que ela devia fazer enquanto segurava o cabelo dela. Ela foi enfiando só a cabeça da pica na boca, passava a língua, lambia o tronco da pica sentindo as veias, chupava as bolas enormes enquanto masturbava ele. David não acreditava que estava com aquela gostosa de peitões dando um boquete foda. Não aguentou mais e gozou litros e litros de porra grossa que caíram na boca, cara, cabelo e peitos da Karen, banhando ela por completo. Depois pegou a pica, enfiou na boca da Karen, que chupou um pouco, e aí a ereção baixou — mesmo assim, era muito maior que a do marido dela.namorada vadiaDavid: uff foi incrível, muito obrigado por ser uma amiga tão gostosa
Karen: ah sim, sim, é, vou tomar um banho
Karen estava atordoada, muito excitada com tudo que tinha acontecido, estava banhada em porra de outro homem, e que homem, ela tomou banho e foi deitar, por outro lado

Barbara estava indo até onde henry estava, mas isso já é outra história, vão para a parte 2

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