Eu era um cara como qualquer outro, magrinho, baixinho 1,61, cabelo loiro comprido, fazia sucesso com as minas, mas sempre tive atração por roupa de mulher. Várias vezes me vesti escondido em casa com a roupa da minha irmã. Com 24 anos, fui morar com minha namorada num apartamento dos meus pais. Embora não fizesse muito, de vez em quando me vestia com a roupa dela — até os sapatos serviam, eu calço 37 e ela um número a mais. Depois de três anos morando juntos, a coisa não deu certo e decidimos terminar. Fiquei morando sozinho lá, não queria voltar pra casa dos meus pais com quase 28 anos, e como o apê era deles, acabei ficando. Comecei a ler contos na internet e, lendo histórias de feminização, acabei entrando em fóruns e redes sociais sobre o assunto. Aí me deu uma certa curiosidade de ser feminizado por uma mulher e ser usado como uma servinha submissa. Depois de vários meses fuçando esses lugares e comentando em alguma rede social, recebo uma mensagem.
— Oi Joel, me chamo Maria e, pelo que li, você gostaria de ser uma submissa feminizada.
— Oi Maria, sim, é uma fantasia que tenho.
— Posso realizar ela pra você, se quiser. Tenho experiência com submissos, tenho um em propriedade, mas nunca feminizei nenhum. O que me diz?
— Sei lá, agora tô com vergonha.
— Pensa com calma. Sua Ama Maria vai estar esperando.
— Sim, Ama Maria, vou pensar.
— Começamos bem, já me chamou de Ama. Amanhã te escrevo pra ver o que me diz, Margarida.
— Sim, Ama Maria. Margarida?
— Isso, Margarida. Esse vai ser seu nome de submissa se aceitar.
— Tá bem, Ama.
— Até amanhã, Margarida.
— Até amanhã, Ama.
Naquela noite, quase não consegui dormir pensando naquela proposta. O trabalho foi um suplício — na frente do computador 8 horas, morrendo de sono. Quando cheguei em casa, a primeira coisa que fiz foi ver se tinha alguma mensagem, e não tinha nada. Logo depois de jantar, olhei de novo e já tinha uma mensagem.
— Oi, Margarida, já pensou?
— Sim, Ama Maria, decidi aceitar sua proposta.
— Me alegro Margarita, mas primeiro eu queria ver uma foto sua e, se possível, marcar de te conhecer. - sim, ama, como você quiser. Mandei uma foto e ela demorou um pouco pra responder. - você vai ser uma submissa muito linda, posso fazer um ótimo trabalho com você, sabia? Nessa foto de menino já dá pra ver que você é bem feminina. - a senhora acha, ama? - sim, acho. - bom, não sei o que dizer. - você trabalha, quando folga, de manhã ou de tarde? - de tarde, Ama. - que tal a gente se ver na quarta? - está bem, ama. - então quarta às 19:00 te espero na Bershka do shopping. - está bem, Ama. - você tem calcinhas em casa? - sim, algumas que minha ex deixou lá. - então escolhe umas e vem com elas vestidas. Na minha presença, a partir de hoje, você sempre vai se apresentar de calcinha. Pra mim, você já é a Margarita, minha servinha submissa. - fico com vergonha de sair de calcinha, ama, e se acontecer algo comigo? - se você for me encher o saco, a gente para por aqui. - está bem, ama. - assim que você deve ser, uma garota obediente. Então quarta te espero lá. - sim, Ama Maria. - até quarta, Margarita. Chegou o dia e, entre as poucas calcinhas que minha ex deixou lá, que eram as que ela não usava, escolhi uma azul claro de renda e vesti. Saí nervoso, com medo de que alguém notasse, de que vissem. Tinha a sensação de que minha calça ia ficar transparente e iam ver, e ao mesmo tempo sentia uma excitação porque cruzava com garotas e eu estava de calcinha igual a elas naquele momento. Cheguei dez minutos antes e fiquei esperando na porta, e ela não demorou a chegar. - oi, Margarita, como você está? - bem, Ama Maria, um pouco nervoso. - nervosa, Margarita, se acostume a falar no feminino comigo. - sim, Ama Maria. - me segue, quero conferir se você está mesmo de calcinha. - sim, Ama, estou. - tenho certeza, mas quero ver. Ela entrou na loja e eu a segui. Ela pegou várias saias curtas e me fez segui-la até os provadores. - tira a calça, quero que experimente essas minissaias. Com vergonha, eu... Tirei as calças. — Margarita, que calcinhas lindas você está usando. Experimentei quatro saias curtas, meu nervosismo e excitação estavam no limite, podiam me ver pelos buracos que ficavam nas laterais das cortinas. — O que você acha, Margarita, se ficar com essas duas? Essa jeans e essa rosa, que ficam bem justinhas e curtas. — Como a senhora quiser, Ama. — Então pega, leva elas, são suas. Saímos do provador e ela deu as outras duas para a moça que estava na entrada. — Ela vai ficar com essas duas. A moça me olhou sorrindo, meu rosto ficou vermelho na hora. Fomos ao caixa e eu paguei. — Agora você precisa de umas roupas íntimas, porque roupa para você eu tenho umas, mas minha lingerie não vou te dar, você tem que comprar as suas, isso é muito íntimo. — Sim, Ama. Ela me fez comprar três conjuntos: rosa, preto e vermelho. — Bom, Margarita, por hoje já chega de compras, o resto eu coloco. — Sim, Ama, como a senhora quiser. Fomos a um bar e ela me convidou para comer e explicou as regras que eu deveria seguir. — Você me causou uma boa impressão, Margarita. Tem um rostinho de boneca, com esse cabelo loiro comprido, corpo magrinho, posso fazer de você uma mulherzinha bem submissa. Embora você já tenha isso no sangue, é bem submissa, não é? — Sim, Ama, eu sou. — Pois quando estiver tudo bem, podemos começar seu treinamento. — Só estou livre nos fins de semana. — Que tal esta sexta? Você vem à tarde para minha casa e dorme lá, se quiser fica até domingo. — Combinado, Ama. — Então vou te dar umas condições: quando chegar na minha casa, sempre vai se apresentar de calcinha e sutiã por baixo da roupa. Assim que eu abrir a porta, você tira a roupa e se apresenta para mim só de lingerie. Vai direto para o meu quarto, lá eu vou te vestir e te maquiar. Depois, vai me servir como empregada, fazer tudo que eu pedir. Vou te dar aulas de maquiagem e de comportamento feminino. Você concorda, Margarita? — Sim, Ama Maria. — Uma última coisa: como está sua situação financeira? — Bem, Ama. — As primeiras seis semanas que Venha, você me dará 100 euros. Vou guardando. Se depois dessas 6 semanas você for uma boa submissa e não se recusar a fazer nada que eu pedir, devolvo o dinheiro. Você concorda?
- Sim, ama. Aceito o desafio.
- Na sexta, te espero na minha casa.
Ela me passou o endereço, nos despedimos, e na sexta me apresentei na casa dela de calcinha rosa rendada. Assim que cheguei, ela me levou pro quarto.
- Tira essa roupa, Margarita.
- Sim, ama.
- Você tem bom gosto pra lingerie, gostosa.
- Sim, ama.
Eu estava no quarto com ela quando outra mulher entrou.
- Essa é a Andrea, minha namorada. Nós duas vamos te transformar numa mocinha bem feminina e submissa.
Primeiro, ela colocou uma gaiolinha rosa em volta do meu pau. Disse que eu teria que usar sempre na presença dela e que isso me faria fazer xixi sentada, igual qualquer mulher. Depois, me vestiram com a mini saia rosa que ela me mandou comprar, uma blusa branca, sapatos de salto, e começaram a me maquiar. Maquiaram até minhas sobrancelhas. Meu cabelo comprido foi penteado de um jeito mais feminino, e me fizeram desfilar. Foi aí que começaram minhas aulas de comportamento feminino: como andar, como sentar, diferentes poses. Fiquei um tempão nisso.
Me mandaram sair do quarto, e fomos pra fora da casa. Tinha um jardim pequeno e, nos fundos, uma horta onde um cara trabalhava.
- Oi, Miguel. Vem, vou te apresentar a Margarita, minha nova submissa.
Ela fez as apresentações, e eu tive que dar dois beijos nele. Foi super constrangedor pra mim — não era a mesma coisa ser vista por uma mulher e por um homem tão feminizada.
- Margarita, agora você conhece o Miguel, meu submisso. Ele cuida da horta e da comida. Se precisar de algo dele, ele vai te ajudar, mas lembre-se: mesmo sendo submisso, ele está acima de você. Você é uma submissa feminizada e deve obedecer ele.
- Sim, ama.
O primeiro dia foi assim. Jantamos os quatro juntos, e me deram um quarto pra dormir enquanto estivesse lá. No sábado... Pela manhã, minha Ama me mostrou onde estavam os utensílios de limpeza da casa, já que essas seriam minhas tarefas como empregada. Da comida, quem cuidava era o Miguel, que era cozinheiro, e eu tinha que ajudá-lo na cozinha no que ele pedisse. Depois, a limpeza dos utensílios e pratos já era por minha conta. O fim de semana passou rápido; além das tarefas, tive momentos de relaxamento com minha Ama. Voltei pra casa no domingo à noite, combinando de voltar na sexta seguinte, quando continuei com minhas aulas de comportamento feminino. No sábado à noite, fiz minha primeira saída vestida de mulher, andando pelo condomínio. No fim de semana seguinte, continuei evoluindo como criada, e no sábado à tarde já fiz minha primeira saída pra fazer compras com minha Ama e o Miguel. Fiquei muito nervosa; o shopping estava lotado e eu ainda não estava acostumada a andar de salto alto e minissaia, mas passei no teste. E assim foi até chegar o sexto fim de semana.
Minha Ama disse que eu tinha que me apresentar naquela sexta de lingerie rosa. Assim que cheguei, ela me fez vestir minha saia rosa e um top também rosa, incluindo saltos da mesma cor. Como toda sexta, jantamos juntos: minha Ama, a namorada dela, o Miguel e eu. Depois de jantar: — Vamos, Margarita, pro seu quarto, tenho um presente pra você. — Sim, Ama. Eu a segui, junto com a parceira dela. O Miguel ficou na sala de jantar. — Tira a saia e o top e vai vestindo isso. Ela me passou umas meias rosadas, uma cinta-liga e um baby doll. Depois de vestida: — Ajoelha-se entre nós duas, de frente pra porta. — Sim, Ama. Ela começou a acariciar minha cabeça. — Você gosta da vida que eu faço você levar, Margarita? — Sim, Ama. — Você gosta de ser submissa? — Sim, Ama. — Este é o sexto fim de semana. Sabe que se passar no último teste, eu devolvo os 600 euros. — Sim, Ama. — Hoje vou ser um pouco mais permissiva com você. É um teste complicado. Se passar, devolvo o dinheiro hoje mesmo. Você está preparada? — Sim, minha Ama. — Quanto tempo sem transar? — Nove meses, desde que me separei. — Miguel, vem aqui. quarto. Miguel entrou só de cueca. — O que você acha do Miguel? Além de ser seu parceiro de submissão, você nunca o viu como homem. — Não, Ama. — Pois agora quero que você o olhe com olhos de mulher. O que você acha do Miguel? — Ama, não sei, a senhora sabe que eu não gosto de homens. — Se concentre e entre no seu papel, você sabe fazer isso. Olhe para ele como mulher. Você acha ele gostoso? — Sim, Ama, diria que sim. — Miguel, o que você acha da Margarida? Você gosta dela? — Sim, senhora, ela é uma garota bonita. — Chega mais perto, Miguel. Miguel ficou bem na minha frente, e minha Ama pegou minha mão e a levantou até tocar o peito dele, e foi me fazendo acariciá-lo. Foi descendo até colocar minha mão em cima do volume coberto pela cueca e apertou minha mão ali. Eu estava paralisada, não sabia reagir e me deixava levar. — O que você quer não é verdade, Margarida. Você está morrendo de vontade de colocar ele na sua boca. — Não, Ama, não quero fazer isso. — Eu te disse que vou ser permissiva com você. É um passo difícil de dar, mas se você chupar ele, recupera 200 euros. — Mas, Ama, me entenda. Enquanto me dizia isso, minha Ama abaixou a cueca do Miguel, e o pau dele saltou como uma mola, batendo no meu queixo. — Vamos, Margarida, não resista. Minha Ama pegou o pau do Miguel, e a ponta ficou a poucos centímetros da minha boca. Eu quis me levantar e sair correndo dali, mas não consegui. Fiquei submissamente olhando para aquele pau duro na minha frente, e minha Ama me pegou pela cabeça e me aproximou dele, encostando ele nos meus lábios. — Vamos, Margarida, abre essa boquinha e chupa. Ao sentir a ponta nos meus lábios, minha boca se abriu sozinha, e minha Ama empurrou minha cabeça para frente, enfiando a ponta na minha boca. — Assim, Margarida, você é uma garota obediente. Agora chupa a ponta, isso, neném, assim você está indo bem. No começo, senti um gosto desagradável, mas depois de chupar um pouco, não tinha mais gosto de nada, e minha boca foi se enchendo de um líquido viscoso e escorregadio. — Eu te prometi, Miguel, que conseguiria uma putinha sissy para você, e agora você já tem uma bem submissa aos seus pés. Você vai ter uma boa putinha. Submissa, você está indo muito bem, Margarita. Agora passa a língua no pau dele de cima a baixo, isso, assim mesmo, muito bem. Chupa as bolas do seu macho, enfia elas na boca. Muito bem, agora sobe de novo e enfia ele na boca até o fundo, dentro, fora, dentro, fora, muito bem. Quanto tempo sem gozar, Miguel? — Um mês, senhora, desde que a senhora me proibiu. — Ela vai ficar cheia de porra gostosa e quentinha pra alimentar sua putinha, né, Miguel? — Sim, senhora. — Ouviu, Margarita? Ele tá carregado de porra pra você. Eu só escutava, não conseguia falar, tinha a boca cheia de pau. — Miguel, quando for gozar, avisa. Não quero que a primeira descarga seja na boca, não quero que você afogue ela. — Sim, senhora. Dona Maria controlava meu boquete com a mão na minha cabeça até que Miguel disse que ia gozar. Minha Ama tirou o pau da minha boca e mandou Miguel se masturbar. Ele não demorou a gozar na minha cara e, logo depois da primeira descarga, enfiou de novo na minha boca. — Agora você, Margarita, enfia até o fundo e mete e tira com rapidez. Minha boca foi enchendo de porra, e eu ia engolindo como podia, com uns engasgos aqui e ali. O pau de Miguel perdeu a rigidez. — Pronto, senhora, descarreguei tudo. — Sabe, Margarita, você está linda com sêmen na cara, mas a porra de macho não se desperdiça. Ela e a namorada foram tirando a porra da minha cara e enfiando na minha boca. — E então, Margarita, o que achou? — Estou surpresa, nunca passou isso pela minha cabeça, muito menos que eu conseguisse fazer. — Sempre tem uma primeira vez. Eu sabia que você faria. Te aceitei como submissa com esse propósito. E um homem que quer ser submisso é porque não é homem, mesmo que não saiba. Vocês são sissys, desejando um dia ter um macho que coloque vocês no devido lugar. — Nunca passou pela minha cabeça, Ama. — Toma, sou mulher de palavra, seus 200 euros. Sabe o que vem agora, né? Você vai ser desflorada pelo Miguel. Vai entregar sua virgindade pra ele. Tá pronta? — Minha Ama, acho que não tô preparada pra isso. Ninguém está preparada pra primeira vez, mas um dia chega. Fica de pé, Margarita, sobe na cama e fica de quatro. Obedeci minha Senhora e me posicionei como ela mandou. — Miguel, é toda sua. Miguel começou a tocar minha bunda, eu tava nervosa. Ele afastou minha calcinha de lado e começou a chupar meu cu. — Você tá molhada, Margarita. Minha Senhora me olhou e perguntou: — Você gozou, Margarita? — Sim, minha Senhora, enquanto chupava ele. — Isso é muito lindo, garota, você gozou como uma mulher sem se tocar e só com uma mamada. Agora continua aproveitando. Enquanto Miguel chupava meu cu, eu soltei vários gemidos, nunca tinham feito isso comigo e eu tava adorando. — Bom, Miguel, acho que é hora de você foder a buceta da sua mulher. Ele parou de chupar, minha Senhora lubrificou minha buceta como ela tinha chamado, enquanto Miguel colocava uma camisinha, que minha Senhora também passou lubrificante. — Você tá preparada, Margarita? — Não, Senhora, não. — Relaxa, você vai ver que vai gostar. Senti algo empurrando no meu cu, ou na minha buceta, e uma pressão quando foi entrando. Comecei a sentir dor na hora. — Por favor, para, tá doendo muito. — Calma, garota, é normal doer, relaxa que logo vai passar. — Tá doendo muito, minha Senhora. — Pra aproveitar, tem que sofrer. A piroca do Miguel continuava entrando, eu aguentava a dor como podia. — E agora, Margarita, como você tá? — Tá doendo, Senhora, e sinto muita pressão. — Normal sentir pressão, você já tem 18 centímetros enfiados na buceta, já meteu tudo. Vamos, Miguel, agora devagar, fode sua mulher, não quero que você machuque ela. Miguel começou a meter e tirar devagar, me segurando pelas cadeiras. Em pouco tempo, foi aumentando o ritmo e a dor virou prazer, me fazia gemer bem feminino. — Parece que você já gostou, Margarita, né? — Siiim, Senhora, ufffff, ahhhhh. — Te falei que ia gostar. Me avisa quando for gozar, Margarita. — Sim, Senhora. Miguel continuou com a metida e tirada, cada vez mais rápido e mais forte, eu tava morrendo de prazer. - aiiii, mãe, vou gozar. - isso, Margarita, vai, agora você é toda uma gostosa e goza como tal. - sim, mãe. Antes do Miguel gozar, eu gozei mais duas vezes. Quando ele terminou, deixou dentro por um momento e depois me empurrou na cama, onde fiquei extasiada, deitada. - e aí, Margarita, gostou? - sim, mãe. - só falta um último passo pra certificar a união de vocês como casal. Devia ter sido o primeiro, mas deixei pro final. Abraça o pescoço do Miguel e se beijem com paixão até eu mandar parar. Me agarrei no pescoço dele e começamos a nos beijar, línguas entrelaçadas. Foi aí que me senti toda uma menina sendo segurada por ele, me senti tão frágil nos braços dele e tão feminina, até a mãe Maria mandar a gente parar. - bom, você ganhou os outros 400 euros, mas agora é uma gostosa e vai ter novas regras. - que regras, mãe? - como a sissy gostosa que agora é do Miguel, ele quer que você use calcinha todo dia, né Miguel? - sim, senhora. - tem algum problema com isso, Margarita? - bom, não sei, no trabalho... - pelo que eu saiba, você não precisa se trocar lá no escritório, usa roupa de rua. - sim, mãe. E se acontecer alguma coisa comigo? - são danos colaterais, neném, não tem problema. Além disso, na frente de um computador, o que pode acontecer? Então sem desculpas, vai trabalhar de calcinha. - sim, mãe. - segunda regra: quando ele te foder, não vai tirar sua calcinha, só vai puxar pro lado. Assim, quando você gozar, vai molhar ela e vai andar sempre úmida. Pode se limpar depois, mas vai ficar molhada graças a você, macho. Tá bom pra você? - sim, mãe. - a partir de hoje, quando vier no fim de semana, vai dormir com ele, vai obedecer sempre e vai estar sempre pronta pras necessidades sexuais dele, como o macho que é. Você concorda? - sim, mãe. - e por último, amanhã vocês estão de folga. Vão passear de manhã como casal, se conhecer bem, de mãos dadas ou abraçados, um bom almoço, e à tarde, já que você ganhou 600 euros, vai fazer compras. Com ele, a primeira coisa que você precisa comprar são umas calcinhas, porque agora você vai precisar. Como uma sissy submissa, você deve pedir a opinião do Miguel e comprar as que ele disser. Depois, pode comprar umas roupas: saias curtas, vestidos, uns sapatos bonitos. Você concorda, Margarida? — Sim, Ama. — Amanhã vou ligar pra uma amiga encomendar maquiagem pra você, e você passa pra pegar com o Miguel. Agora que tem um namorado, é hora de ter sua própria maquiagem e aprender a se maquiar pra ele. — Como a senhora quiser, Ama. — Então está tudo dito. Agora vou deixar vocês a sós no quarto, tenho certeza de que vão querer aproveitar. Elas saíram do quarto, ela e a namorada, e nos deixaram sozinhos. — Bem, e agora, Margarida? Aposto que você quer isso. — Não sei, Miguel, tô confusa, não esperava por isso. — E por que você fez isso? — Não sei, já te disse, tô confusa. — Mas você gostou? — Sim, e tô surpresa, nunca pensei nisso. Ele falou comigo sempre olhando nos meus olhos e, depois dessa minha última resposta, me beijou na boca. Minha reação foi agarrar o pescoço dele e me deixar beijar. Um beijo longo. As mãos fortes dele percorreram meu corpo, especialmente minha bunda. As minhas começaram a se mexer, acariciando o peito dele, até que uma pegou no pau dele e começou a masturbar. — Miguel, nunca pensei que faria isso. — Não? E você gosta, gatinha? — Sim. Enquanto continuávamos nos beijando e eu masturbava ele, minha mente só pensava no que eu tinha na mão. E, sem pensar duas vezes, comecei a descer, chupando o peito dele até ficar de joelhos, mamando de novo no pau dele. Ficar assim me deixava com muito tesão e entendi que aquele era meu lugar: ser uma boa sissy submissa e passiva. Fiquei um bom tempo saboreando e curtindo o pau do meu macho. — Gatinha, vou gozar. Acelerei os movimentos com a boca. Aquela porra eu queria toda pra mim, saborear e degustar, e que fosse direto pro meu estômago. A porra de um macho não se deve desperdiçar, é nosso prêmio pelo nosso trabalho. Minha boca foi se enchendo e eu engolia tudo. que podia o que não saía pela comissura dos meus lábios, quando deixei ela bem limpinha, me deitei na cama de barriga pra cima, ele percorreu meu corpo com as mãos, pegou o lubrificante, me lubrificou bem e se meteu entre minhas pernas, enquanto a gente se olhava nos olhos, ele começou a me penetrar devagarinho, meu olhar às vezes ia pra minha entreperna e eu via como aquele pedaço de pau ia entrando até que vi que tava toda dentro, ainda doeu um pouco, mas nada comparado com antes, ele começou a meter e tirar, me fazia gemer de prazer e me deixava muito cachorra me vendo de pernas abertas com a calcinha rosa tampando minha gaiolinha e sendo possuída pelo Miguel, não demorei pra gozar duas vezes, ele me mudou de posição e começou a me foder de conchinha um tempo até ficar de quatro como uma putinha até ele gozar, tirou a camisinha e pediu pra eu chupar de novo, fiz com gosto até deixar bem limpinha, ele se deitou do meu lado e eu dormi enquanto ele me segurava colada nele, acordei com ele dormindo de barriga pra cima e eu colada nele com um braço e a mão no peito dele, ele dormiu totalmente pelado e eu com o babydoll rosa com a calcinha combinando, me levantei com cuidado pra não acordar ele e fui fazer xixi sentadinha feito uma mocinha, bom, a gaiolinha me obrigava a isso, com a calcinha abaixada no meio da coxa, fiquei pensando ao ver elas ali, como tantas vezes tinha visto na minha ex-namorada, agora era eu que tava assim e isso me deixou com tesão, quando voltei pro quarto me deitei na cama do lado do Miguel e comecei a acariciar o peito dele, ele acordou, ficou me olhando e a gente acabou se beijando, não demorei pra ter o pau dele nas minhas mãos e quando vi já tava com ele na boca, fiz um boquete bem gostoso até encher minha boca com o café da manhã que ele me presenteou, porra que eu mesma tirei do pacote. - acordou bem gulosa, hein. - sim, Miguel. - por que não prepara o café? - sim, vou. Me levantei e fui pra cozinha preparar café pro meu homem e pra Tudo era minha obrigação como empregada, estava fazendo isso quando a Dona Maria entrou na cozinha. — Bom dia, Margarida. — Bom dia, Dona. — Parece que você teve uma boa noite, ouvi você gemer. — Sim, Dona. — E conta aí, o que você fez? Me conte tudo. — Bem, chupei ele de novo e depois ele me comeu de novo, e agora, quando acordei, chupei ele de novo. — Parece que encontrei uma boa putinha para o Miguel, me diga, é verdade ou não que você ficou bem gostosa? — Sim, Dona. Servi o café e chegou a noiva da minha Dona e do Miguel, tomamos café juntos, recolhi a mesa e minha Dona me levou para o quarto dela. — Sabe, hoje você vai passar o dia com o Miguel, seu homem, e quero que você vá bem feminina, que realce sua feminilidade, então preparei uma roupa bonita para você. Vai, toma um banho e volta. Quando saí do banho, ela já tinha a roupa pronta na cama: uma saia longa branca justa, uma camiseta preta, com uma calcinha fio dental e sutiã de renda, e uns sapatos de salto alto pretos. — Vamos, gata, comece a se arrumar, que um homem não deve esperar. Depois de vestida — aliás, a saia ficou totalmente justa abaixo do joelho e foi difícil colocá-la —, ela disse: — Anda um pouco pra eu te ver. Era muito difícil andar com aquela saia tão justa; a cada passo, minhas pernas eram freadas pela saia, me fazendo dar passos bem curtinhos. — Uff, Dona, é muito difícil andar com essa saia. — Eu sei, Margarida, por isso escolhi ela. Vai te obrigar a dar passos curtinhos, bem femininos, e seu corpo fica muito elegante com essa saia. Senta que vamos começar com a maquiagem. Depois de maquiada, me olhei no espelho e, sinceramente, estava maravilhosa. Minha Dona me ajudou a preparar uma bolsa onde colocou tudo que é essencial para uma mulher: maquiagem, carteira, etc. — Já está pronta, Margarida. Espero que tenha um dia ótimo com o Miguel. Saímos do quarto, o Miguel me esperava na sala e nos preparamos para sair. Quando fui descer as escadas da saída de casa, eu me... conta como ia ser difícil usar aquela saia, tive que descer de lado e precisei pedir ajuda pro Miguel pra me ajudar a descer segurando na mão dele com medo de cair, Miguel me levou até o carro de mãos dadas, abriu a porta do carro pra mim e segunda dificuldade com aquela saia foi difícil sentar no carro e uma vez sentada sentia a pressão na minha bunda e pernas que me fazia sentar de um jeito muito feminino, um tempinho de carro e paramos onde eu tinha que pegar a maquiagem, do carro até a loja tinha uns 200 metros, não tava acostumada com aquela saia tão apertada e meus passos eram curtinhos e eu tinha dificuldade de andar de salto, a Raquel que era o nome da moça tinha preparado todo tipo de maquiagem pra mim e gastei uma boa grana pagando, voltamos pro carro e fomos pra área do porto, e começamos a passear, às vezes de mãos dadas e outras de braço dado na cintura, aos poucos fui me acostumando a andar com a saia e os saltos, cada vez me sentia mais segura e feminina, tava percebendo como é difícil ser mulher com essas roupas e acompanhar o passo de um homem. Sentamos num terraço pra tomar algo e quando vimos já era hora do almoço e comemos ali mesmo, depois de almoçar fomos pro shopping onde eu tinha que cumprir as ordens da minha Dona, entramos primeiro em umas duas lojas e numa delas comprei uma minissaia jeans, ao sair de lá fomos pra loja de lingerie, olhei curiosa toda a roupa íntima e acabei comprando 2 conjuntos de renda e várias calcinhas avulsas, foi aí que percebi que tava agindo normal como uma garota qualquer, pelo meu tom de dava pra perceber que era travesti mas não ligava, me sentia segura e conversei com a vendedora naturalmente, mais tarde tomamos uma cerveja, já era quase 8 da noite e eu tava muito cansada, andar com aquela saia me deixava exausta e a gente ia voltar pra casa da Dona Maria quando recebi uma mensagem dela. - oi Margarida, como foi o dia. - bem Ama, tô muito cansada, por isso com essa saia e esses saltos é difícil andar. — Sim, eu sei, por isso agora que você tá dizendo que tá cansada, pede pro Miguel te levar hoje à noite pra dançar num lugar que vou te falar, vou te mandar a localização agora. — Minha ama, não aguento mais. — Por isso que eu faço isso, Margarita, porque você não aguenta mais, você precisa aprender a ser mulher e aguentar o que a gente aguenta. — Minha ama, sério, não aguento mais. — Aqui quem manda sou eu, então vai dançar um pouco e quando vocês chegarem em casa, cumprir como mulher com seu macho. — Sim, ama, o que a senhora mandar. Ela me mandou a localização do lugar, fomos jantar e depois pro lugar que minha ama tinha escolhido. Era um local escuro, íntimo, só tinha casais, música calma, casais abraçados dançando devagar, pedimos uns cubas-libres, o Miguel me chamou pra dançar, me pegou pela cintura, eu reparei como as garotas seguravam seus homens, abraçadas no pescoço deles, imitei, me agarrei no pescoço do Miguel, rapidinho ele procurou minha boca, começamos a nos beijar, uma das mãos dele já tava acariciando minha bunda, eu sentia como se não tivesse nada, aquela saia tão colada no meu corpo parecia uma segunda pele, eu olhava pros outros casais, via as garotas bem agarradas nos seus caras, se beijando e sendo apalpadas por eles, isso me deixou com muito tesão, pensar que eu era mais uma, me excitei só de pensar nisso e acabei molhando a calcinha, gozei simplesmente assim, depois de três ou quatro músicas. — Miguel, vamos sentar, tô cansada, minhas pernas tão doendo. Ficar sentada também não era muito confortável, a saia me obrigava a sentar com as pernas viradas de lado, bem feminina, depois de um bom tempo, mais um cuba-libre e uns amassos. — O que você acha, Margarita, vamos pra casa? — Sim, Miguel, tô muito cansada. — Então vamos. Chegamos em casa, a Ama Maria ainda tava acordada com a namorada dela, as duas estavam peladas na sala, estavam um pouco bebadas e com tesão. — Olha só, chegou o casalzinho, como foi o dia, Margarita? — Bem, Ama, mas muito... Cansada, minhas pernas e pés estão doendo. — Pois ainda não é hora de descansar, Margarita, agacha na frente do Miguel e chupa ele. Me abaixei na frente dele, a saia apertava minha bunda e minhas pernas, como não conseguia abrir as pernas, tive que colocá-las para o lado. Desabotoei a calça do Miguel, tirei o pau dele e comecei a chupar. — Você gosta de chupar o pau do seu macho, né, Margarita? — Sim, Ama. — Sabia que você seria uma boa puta para ele, e assim você parece tão mulher, devia usar mais essas saias, elas deixam seu corpo tão lindo e feminino. Enquanto minha ama falava, eu continuava chupando até o Miguel gozar na minha boca. — Estou muito orgulhosa de você, Margarita, não me enganei ao te escolher, você é uma excelente empregada, adora estar feminizada, fazer as tarefas femininas, isso está no seu sangue. Você é uma boa submissa, obediente e uma excelente sissy, tem clara sua posição. Além de ser, sabe que deve satisfazer seu macho, olha só você, não parou de mamar até ele gozar na sua boca, e assim deve ser uma boa sissy. E agora vocês podem ir descansar na cama, bom, Miguel primeiro, acho que você quer foder a Margarita. — Sim, senhora. — Então vamos para a cama, casalzinho. Que alívio ao tirar a saia e me deitar na cama, Miguel se deitou ao meu lado e foi direto ao assunto. Pegou o lubrificante, lubrificou bem minha buceta, colocou uma camisinha e se meteu entre minhas pernas na posição tradicional, o missionário, e meteu. Começou a me dar estocadas que rapidamente me fizeram gemer. Enquanto me fodava, eu olhava no rosto dele, isso me fez lembrar da minha ex-namorada, que enquanto eu a fodava, gostava de olhar nos meus olhos. Agora era eu a namorada sendo fodida e olhando nos olhos do meu macho. Quando ele gozou, se deitou ao meu lado e rapidamente pegamos no sono. De manhã, acordei primeiro para preparar o almoço para minha Ama, a namorada dela e meu homem. Depois de almoçar, Miguel foi dar uma olhada na horta e eu fui... Dediquei à limpeza da casa até a hora do almoço, depois de comer tivemos um tempinho de relaxar até que minha Dona começou a beijar a namorada no sofá e a se apalpar mutuamente. — Que isso, Margarita, você não tá beijando o Miguel? Acorda que o dia tá acabando e quero que você volte pra casa bem satisfeita com essa buceta bem comida. A gente começou a se beijar, mas o Miguel rapidamente baixou minha cabeça pra eu chupar a rola dele, coisa que fiz com gosto até que minha Dona mandou eu sentar em cima do Miguel de pernas abertas e enfiar a rola dele até o fundo. Eu mesma comecei a subir e descer cavalgando em cima dele como uma amazona experiente, como sempre gozei primeiro. Minha Dona mandou o Miguel me colocar de quatro. — Vai, Miguel, dá duro nessa sua putinha pra ela ir feliz pra casa. Ele me fez gozar mais duas vezes antes dele gozar. Quando ele gozou, a gente ficou um tempinho relaxada e eu fui direto pro chuveiro. Coloquei minha roupa de homem, mas de calcinha por baixo da calça, e voltei pro meu apartamento. Desde aquele dia, sempre usei calcinhas por baixo da minha roupa de homem, até pra trabalhar no escritório. Durante a semana, usava calcinhas normais tipo slip, geralmente de renda, e nos fins de semana, pra servir minha Dona e ficar com meu macho, usava calcinha fio dental ou tanga. Tenho de várias cores, mas a cor que mais uso e que mais gosto, como uma boa sissy, é rosa. Comecei a praticar maquiagem em casa quando voltava do trabalho. Isso fazia com que em casa eu já me vestisse de mulher pra fazer isso com a pouca roupa que tinha e com coisas que aproveitei que minha ex deixou em casa e roupas que fui comprando pela internet. Meu dia a dia era chegar em casa, me vestir de mulher, me maquiar, fazer a faxina e minha janta assim. À noite, tirava a maquiagem e dormia de calcinha e sutiã segurando meus peitos de silicone, e no começo com duas camisolas que minha ex deixou, e depois comprei algumas e um pijama de mulher. Eu desejava sair do trabalho pra fazer isso. Aliás, eu olhava minhas colegas com inveja, porque elas podiam ir trabalhar de saia e eu só usava calcinha por baixo da calça. Foi assim que comecei a viver como mulher. O primeiro pacote que chegou me pegou vestida e eu não abri a porta; deixaram na casa de uma vizinha. Depois disso, quando esperava um pacote, não me vestia, ficava esperando chegar. Até que um dia fui pega de surpresa e abri a porta toda vestida, e a partir desse dia não tive mais vergonha de abrir assim. Nos fins de semana, continuava servindo minha Ama e passando a noite com o Miguel. Cada dia era mais difícil me vestir de homem para ir trabalhar. E então veio a pandemia do COVID e me vi sozinha, trancada em casa. Comecei a viver 24 horas por dia como mulher, já que estava sozinha. Na primeira semana, muito tédio sozinha; na segunda, comecei a trabalhar de casa, o que me permitiu trabalhar de saia e salto, mas não podia me maquiar e tinha que usar camiseta de homem nas videochamadas de trabalho. Com o Miguel, que falava todo dia por WhatsApp ou videochamada, na segunda semana, como ele não trabalhava, foi colocado em layoff na empresa. Disse a ele se tinha coragem de vir me ver um dia, porque me sentia muito sozinha. Ele veio me ver. Recebi ele de babydoll rosa, cinta-liga, pelada e de salto. Assim que entrou e nos beijamos um pouco, me ajoelhei e presenteei ele com um boquete suculento, e depois levei ele pela mão direto pra cama, onde fiquei de quatro, oferecendo minha buceta desejosa de ser fodida. Passamos a tarde toda transando, e depois preparei o jantar pra nós dois. Naquela noite dormimos juntos. De manhã ele foi embora, prometendo que voltaria pra passar uns dias comigo. Dois dias depois, apareceu na minha casa com uma mala pra passar uns dias, que acabaram sendo os dois meses e meio que restavam de confinamento. Durante esses dois meses e pouco, aconteceram muitas coisas que mudaram minha vida. Me dediquei de corpo e alma a cuidar dele como uma esposa cuida do seu homem. todo dia preparava a comida pra ele, lavava a roupa dele e tudo que uma mulher pode fazer pelo seu amado, mas enquanto isso, coisas foram acontecendo. De manhã, eu continuava trabalhando de casa, vestida só da cintura pra baixo. Uma tarde, começaram as palmas às 20h pros trabalhadores da saúde, e Miguel me empurrou pra sacada pra aplaudir. Acabei encontrando minhas vizinhas na sacada ao lado, duas irmãs que têm um centro de estética e sou bem amiga delas. Miriam é dois anos mais velha que eu, e Vanessa tem a minha idade. — Oi — cumprimentou o Miguel. — Oi — responderam elas. Foi aí que repararam em mim e se surpreenderam ao me reconhecer vestida de mulher. — Joel!!! — Oi — falei, envergonhada. — O que cê tá fazendo vestido assim? — É longo de explicar. — Bom, a gente tem tempo, tamos presos até sei lá quando. — Agora não é hora. — Bom, depois cê explica, a gente tá meio surpresa e confusa de te ver assim. — Meninas, vou entrar, me desculpem. Entrei envergonhada pra dentro e me sentei no sofá, toda acalorada, mesmo sem fazer calor nenhum. Miguel sentou do meu lado e me abraçou, pedindo desculpa por ter me puxado à força pra sacada. Me deu beijos e chupou meu pescoço, e isso fez o inevitável: me excitei, correspondi aos beijos dele e me entreguei apaixonadamente. Não voltei a sair na sacada, e três dias depois recebi uma mensagem da Miriam. — Oi Joel, como cê tá? — Bem. — Quer vir aqui em casa tomar um café e conversar? Queria saber. — Ok, Miriam, acho que devo uma explicação pra vocês. — Tá bom pra ti às 5? — Ok. Depois de almoçar com o Miguel e ficar um tempo relaxado vendo TV, às 5 fui na casa das minhas vizinhas com uma minissaia jeans e uma camiseta preta de manga longa. Toquei a campainha, coloquei a máscara, e a Miriam abriu. — Oi Joel, entra, mas tira a máscara. — Oi Miriam. Trocamos dois beijos e depois cumprimentei a Vanessa. — Bom, Joel, explica o que é isso. — É longo de explicar. Podem me chamar de Margarita, é meu nome de garota. — Bom, Margarita explica. Contei toda a história e me confortou que elas me entendessem. Passei algumas horas com elas e combinamos de nos encontrar uma tarde para tomar café, já que estávamos confinados e assim podíamos nos distrair. Já estávamos dois meses trancados, Miguel continuava comigo e eu estava cada vez mais à vontade com ele e mais envolvida na minha vida como mulher, me sentindo bem. Uma tarde, tomando café com minhas vizinhas, a Miriam reparou no meu cabelo. — Margarita, seu cabelo tá muito danificado, devia cortar as pontas, tão cheias de pontas duplas. — É, quando isso tudo acabar, passo no salão. — Se quiser, a gente desce pro salão e arruma tudo pra você com as persianas abaixadas, ninguém vai ver a gente. — Tem certeza? — Claro, a gente nem precisa sair na rua, entra pela porta do prédio. Elas tinham o salão lá embaixo, e entrava por uma porta no patamar. — Hoje já é tarde, tenho que preparar o jantar daqui a pouco. — Amanhã é sábado, você tem home office? — Não, amanhã sábado não. — Então amanhã às 10 te espero no salão. — Tá bom. Às 10 bati na porta do salão. — Entra, Margarita, tamos prontas. Você topa se entregar nas nossas mãos? — Vamos ver o que vocês vão fazer comigo. — Fica tranquila, quando o Miguel te ver, ele vai ver a garota dele bem gostosa. — Primeiro, com seu cabelo assim loiro, eu faria umas mechas. — Não vai exagerar. — Fica tranquila. Lavei meu cabelo e ela foi mexendo nele enquanto a Vanessa. — Eu vou arrumar essas unhas pra você, não gostaria de unhas postiças? — Sim, mas se eu tiver que ir comprar, não saio assim. — Tamos trancadas, deixa o Miguel ir comprar. — Bom, tá bem. Não sabia dizer que não, gostava tanto de me sentir feminina que me deixei levar. Duas horas depois, ao me ver no espelho, a Miriam tinha feito muita coisa: cortou as pontas, fez um corte de menina, delineou minhas sobrancelhas bem fininhas e femininas, e minhas unhas com uma manicure francesa e rosa. — Vocês exageraram, segunda-feira como vou fazer videoconferência de trabalho assim? — Sabe de uma coisa? Margarita, você gostou do que fizemos com você e está na hora de se mostrar como você é feliz, por isso te arrumamos assim. — Mas e se minha chefe não me aceitar assim? — Não tenha medo e vai em frente. Miriam tinha razão, já fazia dois meses que eu estava em tempo integral como mulher e era feliz, já tinha passado pela minha cabeça, eu gostava de viver assim e estava muito bem ao lado do Miguel, até tinha pensado que seria bonito ter peitos, então fui subindo pensando nisso até em casa, o Miguel ficou de queixo caído quando me viu. — Nossa, você está demais, a que devo essa mudança? — Coisas da Miriam, você gostou? — Muito, gata. — E se eu te dissesse que quero continuar assim para sempre, e que você fique aqui comigo, com a sua gata. Ele me pegou pela cintura e me deu um beijão que molhou minha calcinha. — Se sente respondida com isso? — Acho que sim, amor, mas não me contento só com o beijo. Peguei bem forte no pau dele por cima da calça. — Agora quero isso. — Tudo seu, gata. Me ajoelhei, tirei a calça e a cueca dele e comecei a chupar olhando nos olhos dele. — Você me enlouquece, Miguel. — Já vi, gata. Passei a língua no pau inteiro dele de cima a baixo, chupei bem as bolas dele, e depois chupei de novo o pau até ficar bem alimentada com a porra que meu macho me deu, me levantei, sentei ele no sofá, chupei de novo até deixar bem duro, e eu mesma afastei minha calcinha de lado e sentei nele, enfiando tudo na minha buceta, cavalgando como uma boa amazona bem puta até ele me encher de porra, era a primeira vez que eu transava sem proteção, mas eu queria, tinha que mostrar que era toda dele, tirei e ajustei minha calcinha, e enquanto nos beijávamos, sentia minha calcinha molhando com a porra dele até ficar bem encharcada, fui direto para o chuveiro, naquela noite transamos de novo. O domingo se apresentava um dia complicado por decisões que tive que tomar, a primeira foi o nome Margarita, não gostava, eu queria me chamar Jessica e aí decidi mudar para Miguel, ele adorou minha escolha. Conversamos com a Ama María e contamos que íamos morar juntos como casal e que ela não levasse a mal, íamos encerrar a relação que tínhamos com ela. Ela aceitou super bem, até a mudança do meu nome. A segunda coisa foi falar com minhas vizinhas e amigas, elas ficaram muito felizes por mim e pela minha decisão difícil de viver como mulher. A mais complicada foi falar com minha chefe e explicar tudo. Não dava pra esconder na segunda-feira na videochamada do trabalho: meu cabelo, minhas sobrancelhas, minha aparência já estava muito feminina. Então, depois de pensar muito, criei coragem, liguei pra ela primeiro e depois fizemos uma videochamada. Ela ficou paralisada, mas não criou nenhum problema com a minha mudança e decisão. A única coisa que pediu foi que, naquele mesmo domingo, ela falaria com meus colegas de trabalho — duas minas e um cara. Agora seríamos três mulheres. Ela marcou uma videochamada com todo mundo pra me apresentar como Jessica e explicar minha transição. Tudo foi perfeito, e na segunda-feira a Jessica já começou a trabalhar de casa como ela mesma. A partir daí, começou uma guerra de sentimentos internos na minha cabeça. Eu queria me ver cada vez mais feminina. A primeira coisa foi a depilação a laser. Quando o confinamento acabou, já estava decidida: queria peitos, queria feminizar minha voz. Marquei consulta com uma endocrinologista e, depois de vários exames, comecei a tomar hormônios. Iniciei os trâmites pra mudar de nome e, em poucos meses, era a Jessica pra todos os efeitos. Minha primeira cirurgia foi no pomo de Adão e nas cordas vocais — consegui uma voz mais feminina. Depois de um ano tomando hormônios, coloquei implantes: 500 gramas de silicone em cada peito. Em setembro de 2021, eu e Miguel nos casamos no civil. Desde então, somos um casal feliz. Adoro exercer o papel de esposa. Por costume, desde que a Ama María colocou minha gaiolinha, me acostumei a fazer xixi sempre sentada. Desde que deixei minha Ama, não usei mais ela, mas continuo fazendo sempre sentada. De vez em quando, sim... Já fiz isso em pé, principalmente fora de casa, mas até na rua eu faço agachada. Levanto um pouco a saia, afasto a calcinha pro lado, tiro pra fora e faço igual uma mulher. No dia 16 de junho de 2023, às 8:30 da manhã, fiz meu último xixi em pé. Tava numa cama do hospital, prestes a entrar no centro cirúrgico pra fazer uma vaginoplastia. Quando acordasse, ia ter que fazer sempre sentada. Foi uma decisão difícil de tomar, mas minha obsessão por ser uma mulher completa me levou até ali.
Depois da operação, fiquei internada por 7 dias. Achei que ia ser uma cirurgia dolorosa, mas sofri mais quando coloquei os peitos. Minha recuperação foi rápida. Vi minha buceta no quinto dia, quando tiraram o curativo. No começo, foi bem estranho olhar pra minha entreperna e ver uma rachinha ali, mas quando coloquei a calcinha, principalmente fio dental, e nada incomodava, me ver tão lisinha me enchia de orgulho. Tinha que usar dilatadores pra manter a profundidade da minha buceta. Todo dia precisava enfiar e deixar uns 20 minutos lá dentro. Tive que ir várias vezes pra revisão. Ontem, dia 18 de agosto, passei pela última revisão, super satisfatória.
Saí de lá feliz pra caralho. Fui direto pra uma loja de lingerie, onde comprei um picardia com fio dental, tudo de renda. Vermelho, amo, acho muito de puta, e eu adoro ser. Falei pro Miguel que tava tudo no caminho certo, que tava tudo bem. De noite, fui pro banheiro, Miguel já tava na cama. Coloquei o que tinha comprado, meus saltos de 12 centímetros, meus lábios bem vermelhos. Saí do banheiro e fui entrando devagar no quarto. Primeiro mostrei uma perna e meu pé de salto, depois meu corpo lentamente. No começo ele não falou nada, quando me viu inteira, aí reagiu: — Nossa, gata, cê tá demais! E essa surpresa, hein? Não falei nada, me aproximei da cama, deitei do lado dele. Ele só tava de cueca. Beijei ele na boca com paixão, enquanto pegava na rola dele. Mano, fui descendo, beijando o peito dela enquanto tirava a cueca, até chegar naquela rola que eu tanto gostava. Comecei a chupar ela e, quando tava bem dura, subi e falei no ouvido dela:
— O médico falou que já tô pronta pra transar, e tô morrendo de vontade de sentir dentro da minha buceta virgem a sua rola linda.
Deitei de barriga pra cima e abri as pernas.
— Sério, amor.
— Sim, meu amor, tô morrendo de vontade, mas quero ver como entra.
Ela se colocou entre minhas pernas, colocou a ponta na minha buceta, afastou a calcinha fio dental pro lado.
— Devagar, amor, que pode doer um pouco.
Fui olhando como ela ia entrando. Me senti estranha de novo por não ver meu antigo pau pendurado ali, mas feliz por saber que, a partir de agora, a única rola que eu veria entre minhas pernas seria a do meu macho.
Ela foi me penetrando devagarzinho, eu olhava como a rola entrava na minha buceta. Soava estranho ainda, mas agora eu tinha uma buceta. Entrou com facilidade, tava bem lubrificada e não senti dor nenhuma. Ela tava toda dentro e começou a me foder, primeiro devagar, um vai e vem suave, vai e vem. Comecei a sentir um prazer que nunca tinha sentido antes, comecei a gemer igual uma mulher.
— Alternava meu olhar entre os olhos dela e minha virilha. — Siimm, assim continua, não para, que gostoso, meu amor. Assim, continua, continua, mmm, tô gostando, ahahah, que gostoso ser mulher.
Ela me olhava sem dizer nada, só sorria enquanto me fodía. Assim por uns 10 minutos.
— Uffff, vou gozar.
— Sim, ahhh, ahhh, sim, amor, goza dentro, quero sentir seu leite na minha buceta.
Ela deu três ou quatro estocadas bem fortes e eu senti o calor do leite dentro de mim. Parou de se mexer, deixou a rola toda dentro e tirou devagar.
— Bufff, que gostoso, meu amor. Te amo muito, querida.
— Eu também te amo, minha menina.
Ela se deitou do meu lado, ajeitou minha calcinha fio dental. Eu sentia uma sensação estranha dentro da minha buceta, cheia de leite. A gente se beijou um tempo.
— Nena, vamos fazer um anal?
— Desculpa, Miguel, hoje não. Esse momento foi muito especial pra mim e quero lembrar dele assim. Sem mais nada. - Tá bom, amor, te entendo. - Valeu. Levantei da cama, fui pro banheiro, abaixei só o necessário da calcinha pra me olhar, tava cheia de porra. Olhei minha buceta, tava com os restos de sêmen do meu homem. Agora tô sentada no sofá, sinto minha calcinha molhada da porra dele, mas não quero trocar ainda. Me excita muito ter minha buceta recém-desvirginada, toda viscosa e bem molhada. Meu homem já tinha me feito mulher.
— Oi Joel, me chamo Maria e, pelo que li, você gostaria de ser uma submissa feminizada.
— Oi Maria, sim, é uma fantasia que tenho.
— Posso realizar ela pra você, se quiser. Tenho experiência com submissos, tenho um em propriedade, mas nunca feminizei nenhum. O que me diz?
— Sei lá, agora tô com vergonha.
— Pensa com calma. Sua Ama Maria vai estar esperando.
— Sim, Ama Maria, vou pensar.
— Começamos bem, já me chamou de Ama. Amanhã te escrevo pra ver o que me diz, Margarida.
— Sim, Ama Maria. Margarida?
— Isso, Margarida. Esse vai ser seu nome de submissa se aceitar.
— Tá bem, Ama.
— Até amanhã, Margarida.
— Até amanhã, Ama.
Naquela noite, quase não consegui dormir pensando naquela proposta. O trabalho foi um suplício — na frente do computador 8 horas, morrendo de sono. Quando cheguei em casa, a primeira coisa que fiz foi ver se tinha alguma mensagem, e não tinha nada. Logo depois de jantar, olhei de novo e já tinha uma mensagem.
— Oi, Margarida, já pensou?
— Sim, Ama Maria, decidi aceitar sua proposta.
— Me alegro Margarita, mas primeiro eu queria ver uma foto sua e, se possível, marcar de te conhecer. - sim, ama, como você quiser. Mandei uma foto e ela demorou um pouco pra responder. - você vai ser uma submissa muito linda, posso fazer um ótimo trabalho com você, sabia? Nessa foto de menino já dá pra ver que você é bem feminina. - a senhora acha, ama? - sim, acho. - bom, não sei o que dizer. - você trabalha, quando folga, de manhã ou de tarde? - de tarde, Ama. - que tal a gente se ver na quarta? - está bem, ama. - então quarta às 19:00 te espero na Bershka do shopping. - está bem, Ama. - você tem calcinhas em casa? - sim, algumas que minha ex deixou lá. - então escolhe umas e vem com elas vestidas. Na minha presença, a partir de hoje, você sempre vai se apresentar de calcinha. Pra mim, você já é a Margarita, minha servinha submissa. - fico com vergonha de sair de calcinha, ama, e se acontecer algo comigo? - se você for me encher o saco, a gente para por aqui. - está bem, ama. - assim que você deve ser, uma garota obediente. Então quarta te espero lá. - sim, Ama Maria. - até quarta, Margarita. Chegou o dia e, entre as poucas calcinhas que minha ex deixou lá, que eram as que ela não usava, escolhi uma azul claro de renda e vesti. Saí nervoso, com medo de que alguém notasse, de que vissem. Tinha a sensação de que minha calça ia ficar transparente e iam ver, e ao mesmo tempo sentia uma excitação porque cruzava com garotas e eu estava de calcinha igual a elas naquele momento. Cheguei dez minutos antes e fiquei esperando na porta, e ela não demorou a chegar. - oi, Margarita, como você está? - bem, Ama Maria, um pouco nervoso. - nervosa, Margarita, se acostume a falar no feminino comigo. - sim, Ama Maria. - me segue, quero conferir se você está mesmo de calcinha. - sim, Ama, estou. - tenho certeza, mas quero ver. Ela entrou na loja e eu a segui. Ela pegou várias saias curtas e me fez segui-la até os provadores. - tira a calça, quero que experimente essas minissaias. Com vergonha, eu... Tirei as calças. — Margarita, que calcinhas lindas você está usando. Experimentei quatro saias curtas, meu nervosismo e excitação estavam no limite, podiam me ver pelos buracos que ficavam nas laterais das cortinas. — O que você acha, Margarita, se ficar com essas duas? Essa jeans e essa rosa, que ficam bem justinhas e curtas. — Como a senhora quiser, Ama. — Então pega, leva elas, são suas. Saímos do provador e ela deu as outras duas para a moça que estava na entrada. — Ela vai ficar com essas duas. A moça me olhou sorrindo, meu rosto ficou vermelho na hora. Fomos ao caixa e eu paguei. — Agora você precisa de umas roupas íntimas, porque roupa para você eu tenho umas, mas minha lingerie não vou te dar, você tem que comprar as suas, isso é muito íntimo. — Sim, Ama. Ela me fez comprar três conjuntos: rosa, preto e vermelho. — Bom, Margarita, por hoje já chega de compras, o resto eu coloco. — Sim, Ama, como a senhora quiser. Fomos a um bar e ela me convidou para comer e explicou as regras que eu deveria seguir. — Você me causou uma boa impressão, Margarita. Tem um rostinho de boneca, com esse cabelo loiro comprido, corpo magrinho, posso fazer de você uma mulherzinha bem submissa. Embora você já tenha isso no sangue, é bem submissa, não é? — Sim, Ama, eu sou. — Pois quando estiver tudo bem, podemos começar seu treinamento. — Só estou livre nos fins de semana. — Que tal esta sexta? Você vem à tarde para minha casa e dorme lá, se quiser fica até domingo. — Combinado, Ama. — Então vou te dar umas condições: quando chegar na minha casa, sempre vai se apresentar de calcinha e sutiã por baixo da roupa. Assim que eu abrir a porta, você tira a roupa e se apresenta para mim só de lingerie. Vai direto para o meu quarto, lá eu vou te vestir e te maquiar. Depois, vai me servir como empregada, fazer tudo que eu pedir. Vou te dar aulas de maquiagem e de comportamento feminino. Você concorda, Margarita? — Sim, Ama Maria. — Uma última coisa: como está sua situação financeira? — Bem, Ama. — As primeiras seis semanas que Venha, você me dará 100 euros. Vou guardando. Se depois dessas 6 semanas você for uma boa submissa e não se recusar a fazer nada que eu pedir, devolvo o dinheiro. Você concorda?
- Sim, ama. Aceito o desafio.
- Na sexta, te espero na minha casa.
Ela me passou o endereço, nos despedimos, e na sexta me apresentei na casa dela de calcinha rosa rendada. Assim que cheguei, ela me levou pro quarto.
- Tira essa roupa, Margarita.
- Sim, ama.
- Você tem bom gosto pra lingerie, gostosa.
- Sim, ama.
Eu estava no quarto com ela quando outra mulher entrou.
- Essa é a Andrea, minha namorada. Nós duas vamos te transformar numa mocinha bem feminina e submissa.
Primeiro, ela colocou uma gaiolinha rosa em volta do meu pau. Disse que eu teria que usar sempre na presença dela e que isso me faria fazer xixi sentada, igual qualquer mulher. Depois, me vestiram com a mini saia rosa que ela me mandou comprar, uma blusa branca, sapatos de salto, e começaram a me maquiar. Maquiaram até minhas sobrancelhas. Meu cabelo comprido foi penteado de um jeito mais feminino, e me fizeram desfilar. Foi aí que começaram minhas aulas de comportamento feminino: como andar, como sentar, diferentes poses. Fiquei um tempão nisso.
Me mandaram sair do quarto, e fomos pra fora da casa. Tinha um jardim pequeno e, nos fundos, uma horta onde um cara trabalhava.
- Oi, Miguel. Vem, vou te apresentar a Margarita, minha nova submissa.
Ela fez as apresentações, e eu tive que dar dois beijos nele. Foi super constrangedor pra mim — não era a mesma coisa ser vista por uma mulher e por um homem tão feminizada.
- Margarita, agora você conhece o Miguel, meu submisso. Ele cuida da horta e da comida. Se precisar de algo dele, ele vai te ajudar, mas lembre-se: mesmo sendo submisso, ele está acima de você. Você é uma submissa feminizada e deve obedecer ele.
- Sim, ama.
O primeiro dia foi assim. Jantamos os quatro juntos, e me deram um quarto pra dormir enquanto estivesse lá. No sábado... Pela manhã, minha Ama me mostrou onde estavam os utensílios de limpeza da casa, já que essas seriam minhas tarefas como empregada. Da comida, quem cuidava era o Miguel, que era cozinheiro, e eu tinha que ajudá-lo na cozinha no que ele pedisse. Depois, a limpeza dos utensílios e pratos já era por minha conta. O fim de semana passou rápido; além das tarefas, tive momentos de relaxamento com minha Ama. Voltei pra casa no domingo à noite, combinando de voltar na sexta seguinte, quando continuei com minhas aulas de comportamento feminino. No sábado à noite, fiz minha primeira saída vestida de mulher, andando pelo condomínio. No fim de semana seguinte, continuei evoluindo como criada, e no sábado à tarde já fiz minha primeira saída pra fazer compras com minha Ama e o Miguel. Fiquei muito nervosa; o shopping estava lotado e eu ainda não estava acostumada a andar de salto alto e minissaia, mas passei no teste. E assim foi até chegar o sexto fim de semana.
Minha Ama disse que eu tinha que me apresentar naquela sexta de lingerie rosa. Assim que cheguei, ela me fez vestir minha saia rosa e um top também rosa, incluindo saltos da mesma cor. Como toda sexta, jantamos juntos: minha Ama, a namorada dela, o Miguel e eu. Depois de jantar: — Vamos, Margarita, pro seu quarto, tenho um presente pra você. — Sim, Ama. Eu a segui, junto com a parceira dela. O Miguel ficou na sala de jantar. — Tira a saia e o top e vai vestindo isso. Ela me passou umas meias rosadas, uma cinta-liga e um baby doll. Depois de vestida: — Ajoelha-se entre nós duas, de frente pra porta. — Sim, Ama. Ela começou a acariciar minha cabeça. — Você gosta da vida que eu faço você levar, Margarita? — Sim, Ama. — Você gosta de ser submissa? — Sim, Ama. — Este é o sexto fim de semana. Sabe que se passar no último teste, eu devolvo os 600 euros. — Sim, Ama. — Hoje vou ser um pouco mais permissiva com você. É um teste complicado. Se passar, devolvo o dinheiro hoje mesmo. Você está preparada? — Sim, minha Ama. — Quanto tempo sem transar? — Nove meses, desde que me separei. — Miguel, vem aqui. quarto. Miguel entrou só de cueca. — O que você acha do Miguel? Além de ser seu parceiro de submissão, você nunca o viu como homem. — Não, Ama. — Pois agora quero que você o olhe com olhos de mulher. O que você acha do Miguel? — Ama, não sei, a senhora sabe que eu não gosto de homens. — Se concentre e entre no seu papel, você sabe fazer isso. Olhe para ele como mulher. Você acha ele gostoso? — Sim, Ama, diria que sim. — Miguel, o que você acha da Margarida? Você gosta dela? — Sim, senhora, ela é uma garota bonita. — Chega mais perto, Miguel. Miguel ficou bem na minha frente, e minha Ama pegou minha mão e a levantou até tocar o peito dele, e foi me fazendo acariciá-lo. Foi descendo até colocar minha mão em cima do volume coberto pela cueca e apertou minha mão ali. Eu estava paralisada, não sabia reagir e me deixava levar. — O que você quer não é verdade, Margarida. Você está morrendo de vontade de colocar ele na sua boca. — Não, Ama, não quero fazer isso. — Eu te disse que vou ser permissiva com você. É um passo difícil de dar, mas se você chupar ele, recupera 200 euros. — Mas, Ama, me entenda. Enquanto me dizia isso, minha Ama abaixou a cueca do Miguel, e o pau dele saltou como uma mola, batendo no meu queixo. — Vamos, Margarida, não resista. Minha Ama pegou o pau do Miguel, e a ponta ficou a poucos centímetros da minha boca. Eu quis me levantar e sair correndo dali, mas não consegui. Fiquei submissamente olhando para aquele pau duro na minha frente, e minha Ama me pegou pela cabeça e me aproximou dele, encostando ele nos meus lábios. — Vamos, Margarida, abre essa boquinha e chupa. Ao sentir a ponta nos meus lábios, minha boca se abriu sozinha, e minha Ama empurrou minha cabeça para frente, enfiando a ponta na minha boca. — Assim, Margarida, você é uma garota obediente. Agora chupa a ponta, isso, neném, assim você está indo bem. No começo, senti um gosto desagradável, mas depois de chupar um pouco, não tinha mais gosto de nada, e minha boca foi se enchendo de um líquido viscoso e escorregadio. — Eu te prometi, Miguel, que conseguiria uma putinha sissy para você, e agora você já tem uma bem submissa aos seus pés. Você vai ter uma boa putinha. Submissa, você está indo muito bem, Margarita. Agora passa a língua no pau dele de cima a baixo, isso, assim mesmo, muito bem. Chupa as bolas do seu macho, enfia elas na boca. Muito bem, agora sobe de novo e enfia ele na boca até o fundo, dentro, fora, dentro, fora, muito bem. Quanto tempo sem gozar, Miguel? — Um mês, senhora, desde que a senhora me proibiu. — Ela vai ficar cheia de porra gostosa e quentinha pra alimentar sua putinha, né, Miguel? — Sim, senhora. — Ouviu, Margarita? Ele tá carregado de porra pra você. Eu só escutava, não conseguia falar, tinha a boca cheia de pau. — Miguel, quando for gozar, avisa. Não quero que a primeira descarga seja na boca, não quero que você afogue ela. — Sim, senhora. Dona Maria controlava meu boquete com a mão na minha cabeça até que Miguel disse que ia gozar. Minha Ama tirou o pau da minha boca e mandou Miguel se masturbar. Ele não demorou a gozar na minha cara e, logo depois da primeira descarga, enfiou de novo na minha boca. — Agora você, Margarita, enfia até o fundo e mete e tira com rapidez. Minha boca foi enchendo de porra, e eu ia engolindo como podia, com uns engasgos aqui e ali. O pau de Miguel perdeu a rigidez. — Pronto, senhora, descarreguei tudo. — Sabe, Margarita, você está linda com sêmen na cara, mas a porra de macho não se desperdiça. Ela e a namorada foram tirando a porra da minha cara e enfiando na minha boca. — E então, Margarita, o que achou? — Estou surpresa, nunca passou isso pela minha cabeça, muito menos que eu conseguisse fazer. — Sempre tem uma primeira vez. Eu sabia que você faria. Te aceitei como submissa com esse propósito. E um homem que quer ser submisso é porque não é homem, mesmo que não saiba. Vocês são sissys, desejando um dia ter um macho que coloque vocês no devido lugar. — Nunca passou pela minha cabeça, Ama. — Toma, sou mulher de palavra, seus 200 euros. Sabe o que vem agora, né? Você vai ser desflorada pelo Miguel. Vai entregar sua virgindade pra ele. Tá pronta? — Minha Ama, acho que não tô preparada pra isso. Ninguém está preparada pra primeira vez, mas um dia chega. Fica de pé, Margarita, sobe na cama e fica de quatro. Obedeci minha Senhora e me posicionei como ela mandou. — Miguel, é toda sua. Miguel começou a tocar minha bunda, eu tava nervosa. Ele afastou minha calcinha de lado e começou a chupar meu cu. — Você tá molhada, Margarita. Minha Senhora me olhou e perguntou: — Você gozou, Margarita? — Sim, minha Senhora, enquanto chupava ele. — Isso é muito lindo, garota, você gozou como uma mulher sem se tocar e só com uma mamada. Agora continua aproveitando. Enquanto Miguel chupava meu cu, eu soltei vários gemidos, nunca tinham feito isso comigo e eu tava adorando. — Bom, Miguel, acho que é hora de você foder a buceta da sua mulher. Ele parou de chupar, minha Senhora lubrificou minha buceta como ela tinha chamado, enquanto Miguel colocava uma camisinha, que minha Senhora também passou lubrificante. — Você tá preparada, Margarita? — Não, Senhora, não. — Relaxa, você vai ver que vai gostar. Senti algo empurrando no meu cu, ou na minha buceta, e uma pressão quando foi entrando. Comecei a sentir dor na hora. — Por favor, para, tá doendo muito. — Calma, garota, é normal doer, relaxa que logo vai passar. — Tá doendo muito, minha Senhora. — Pra aproveitar, tem que sofrer. A piroca do Miguel continuava entrando, eu aguentava a dor como podia. — E agora, Margarita, como você tá? — Tá doendo, Senhora, e sinto muita pressão. — Normal sentir pressão, você já tem 18 centímetros enfiados na buceta, já meteu tudo. Vamos, Miguel, agora devagar, fode sua mulher, não quero que você machuque ela. Miguel começou a meter e tirar devagar, me segurando pelas cadeiras. Em pouco tempo, foi aumentando o ritmo e a dor virou prazer, me fazia gemer bem feminino. — Parece que você já gostou, Margarita, né? — Siiim, Senhora, ufffff, ahhhhh. — Te falei que ia gostar. Me avisa quando for gozar, Margarita. — Sim, Senhora. Miguel continuou com a metida e tirada, cada vez mais rápido e mais forte, eu tava morrendo de prazer. - aiiii, mãe, vou gozar. - isso, Margarita, vai, agora você é toda uma gostosa e goza como tal. - sim, mãe. Antes do Miguel gozar, eu gozei mais duas vezes. Quando ele terminou, deixou dentro por um momento e depois me empurrou na cama, onde fiquei extasiada, deitada. - e aí, Margarita, gostou? - sim, mãe. - só falta um último passo pra certificar a união de vocês como casal. Devia ter sido o primeiro, mas deixei pro final. Abraça o pescoço do Miguel e se beijem com paixão até eu mandar parar. Me agarrei no pescoço dele e começamos a nos beijar, línguas entrelaçadas. Foi aí que me senti toda uma menina sendo segurada por ele, me senti tão frágil nos braços dele e tão feminina, até a mãe Maria mandar a gente parar. - bom, você ganhou os outros 400 euros, mas agora é uma gostosa e vai ter novas regras. - que regras, mãe? - como a sissy gostosa que agora é do Miguel, ele quer que você use calcinha todo dia, né Miguel? - sim, senhora. - tem algum problema com isso, Margarita? - bom, não sei, no trabalho... - pelo que eu saiba, você não precisa se trocar lá no escritório, usa roupa de rua. - sim, mãe. E se acontecer alguma coisa comigo? - são danos colaterais, neném, não tem problema. Além disso, na frente de um computador, o que pode acontecer? Então sem desculpas, vai trabalhar de calcinha. - sim, mãe. - segunda regra: quando ele te foder, não vai tirar sua calcinha, só vai puxar pro lado. Assim, quando você gozar, vai molhar ela e vai andar sempre úmida. Pode se limpar depois, mas vai ficar molhada graças a você, macho. Tá bom pra você? - sim, mãe. - a partir de hoje, quando vier no fim de semana, vai dormir com ele, vai obedecer sempre e vai estar sempre pronta pras necessidades sexuais dele, como o macho que é. Você concorda? - sim, mãe. - e por último, amanhã vocês estão de folga. Vão passear de manhã como casal, se conhecer bem, de mãos dadas ou abraçados, um bom almoço, e à tarde, já que você ganhou 600 euros, vai fazer compras. Com ele, a primeira coisa que você precisa comprar são umas calcinhas, porque agora você vai precisar. Como uma sissy submissa, você deve pedir a opinião do Miguel e comprar as que ele disser. Depois, pode comprar umas roupas: saias curtas, vestidos, uns sapatos bonitos. Você concorda, Margarida? — Sim, Ama. — Amanhã vou ligar pra uma amiga encomendar maquiagem pra você, e você passa pra pegar com o Miguel. Agora que tem um namorado, é hora de ter sua própria maquiagem e aprender a se maquiar pra ele. — Como a senhora quiser, Ama. — Então está tudo dito. Agora vou deixar vocês a sós no quarto, tenho certeza de que vão querer aproveitar. Elas saíram do quarto, ela e a namorada, e nos deixaram sozinhos. — Bem, e agora, Margarida? Aposto que você quer isso. — Não sei, Miguel, tô confusa, não esperava por isso. — E por que você fez isso? — Não sei, já te disse, tô confusa. — Mas você gostou? — Sim, e tô surpresa, nunca pensei nisso. Ele falou comigo sempre olhando nos meus olhos e, depois dessa minha última resposta, me beijou na boca. Minha reação foi agarrar o pescoço dele e me deixar beijar. Um beijo longo. As mãos fortes dele percorreram meu corpo, especialmente minha bunda. As minhas começaram a se mexer, acariciando o peito dele, até que uma pegou no pau dele e começou a masturbar. — Miguel, nunca pensei que faria isso. — Não? E você gosta, gatinha? — Sim. Enquanto continuávamos nos beijando e eu masturbava ele, minha mente só pensava no que eu tinha na mão. E, sem pensar duas vezes, comecei a descer, chupando o peito dele até ficar de joelhos, mamando de novo no pau dele. Ficar assim me deixava com muito tesão e entendi que aquele era meu lugar: ser uma boa sissy submissa e passiva. Fiquei um bom tempo saboreando e curtindo o pau do meu macho. — Gatinha, vou gozar. Acelerei os movimentos com a boca. Aquela porra eu queria toda pra mim, saborear e degustar, e que fosse direto pro meu estômago. A porra de um macho não se deve desperdiçar, é nosso prêmio pelo nosso trabalho. Minha boca foi se enchendo e eu engolia tudo. que podia o que não saía pela comissura dos meus lábios, quando deixei ela bem limpinha, me deitei na cama de barriga pra cima, ele percorreu meu corpo com as mãos, pegou o lubrificante, me lubrificou bem e se meteu entre minhas pernas, enquanto a gente se olhava nos olhos, ele começou a me penetrar devagarinho, meu olhar às vezes ia pra minha entreperna e eu via como aquele pedaço de pau ia entrando até que vi que tava toda dentro, ainda doeu um pouco, mas nada comparado com antes, ele começou a meter e tirar, me fazia gemer de prazer e me deixava muito cachorra me vendo de pernas abertas com a calcinha rosa tampando minha gaiolinha e sendo possuída pelo Miguel, não demorei pra gozar duas vezes, ele me mudou de posição e começou a me foder de conchinha um tempo até ficar de quatro como uma putinha até ele gozar, tirou a camisinha e pediu pra eu chupar de novo, fiz com gosto até deixar bem limpinha, ele se deitou do meu lado e eu dormi enquanto ele me segurava colada nele, acordei com ele dormindo de barriga pra cima e eu colada nele com um braço e a mão no peito dele, ele dormiu totalmente pelado e eu com o babydoll rosa com a calcinha combinando, me levantei com cuidado pra não acordar ele e fui fazer xixi sentadinha feito uma mocinha, bom, a gaiolinha me obrigava a isso, com a calcinha abaixada no meio da coxa, fiquei pensando ao ver elas ali, como tantas vezes tinha visto na minha ex-namorada, agora era eu que tava assim e isso me deixou com tesão, quando voltei pro quarto me deitei na cama do lado do Miguel e comecei a acariciar o peito dele, ele acordou, ficou me olhando e a gente acabou se beijando, não demorei pra ter o pau dele nas minhas mãos e quando vi já tava com ele na boca, fiz um boquete bem gostoso até encher minha boca com o café da manhã que ele me presenteou, porra que eu mesma tirei do pacote. - acordou bem gulosa, hein. - sim, Miguel. - por que não prepara o café? - sim, vou. Me levantei e fui pra cozinha preparar café pro meu homem e pra Tudo era minha obrigação como empregada, estava fazendo isso quando a Dona Maria entrou na cozinha. — Bom dia, Margarida. — Bom dia, Dona. — Parece que você teve uma boa noite, ouvi você gemer. — Sim, Dona. — E conta aí, o que você fez? Me conte tudo. — Bem, chupei ele de novo e depois ele me comeu de novo, e agora, quando acordei, chupei ele de novo. — Parece que encontrei uma boa putinha para o Miguel, me diga, é verdade ou não que você ficou bem gostosa? — Sim, Dona. Servi o café e chegou a noiva da minha Dona e do Miguel, tomamos café juntos, recolhi a mesa e minha Dona me levou para o quarto dela. — Sabe, hoje você vai passar o dia com o Miguel, seu homem, e quero que você vá bem feminina, que realce sua feminilidade, então preparei uma roupa bonita para você. Vai, toma um banho e volta. Quando saí do banho, ela já tinha a roupa pronta na cama: uma saia longa branca justa, uma camiseta preta, com uma calcinha fio dental e sutiã de renda, e uns sapatos de salto alto pretos. — Vamos, gata, comece a se arrumar, que um homem não deve esperar. Depois de vestida — aliás, a saia ficou totalmente justa abaixo do joelho e foi difícil colocá-la —, ela disse: — Anda um pouco pra eu te ver. Era muito difícil andar com aquela saia tão justa; a cada passo, minhas pernas eram freadas pela saia, me fazendo dar passos bem curtinhos. — Uff, Dona, é muito difícil andar com essa saia. — Eu sei, Margarida, por isso escolhi ela. Vai te obrigar a dar passos curtinhos, bem femininos, e seu corpo fica muito elegante com essa saia. Senta que vamos começar com a maquiagem. Depois de maquiada, me olhei no espelho e, sinceramente, estava maravilhosa. Minha Dona me ajudou a preparar uma bolsa onde colocou tudo que é essencial para uma mulher: maquiagem, carteira, etc. — Já está pronta, Margarida. Espero que tenha um dia ótimo com o Miguel. Saímos do quarto, o Miguel me esperava na sala e nos preparamos para sair. Quando fui descer as escadas da saída de casa, eu me... conta como ia ser difícil usar aquela saia, tive que descer de lado e precisei pedir ajuda pro Miguel pra me ajudar a descer segurando na mão dele com medo de cair, Miguel me levou até o carro de mãos dadas, abriu a porta do carro pra mim e segunda dificuldade com aquela saia foi difícil sentar no carro e uma vez sentada sentia a pressão na minha bunda e pernas que me fazia sentar de um jeito muito feminino, um tempinho de carro e paramos onde eu tinha que pegar a maquiagem, do carro até a loja tinha uns 200 metros, não tava acostumada com aquela saia tão apertada e meus passos eram curtinhos e eu tinha dificuldade de andar de salto, a Raquel que era o nome da moça tinha preparado todo tipo de maquiagem pra mim e gastei uma boa grana pagando, voltamos pro carro e fomos pra área do porto, e começamos a passear, às vezes de mãos dadas e outras de braço dado na cintura, aos poucos fui me acostumando a andar com a saia e os saltos, cada vez me sentia mais segura e feminina, tava percebendo como é difícil ser mulher com essas roupas e acompanhar o passo de um homem. Sentamos num terraço pra tomar algo e quando vimos já era hora do almoço e comemos ali mesmo, depois de almoçar fomos pro shopping onde eu tinha que cumprir as ordens da minha Dona, entramos primeiro em umas duas lojas e numa delas comprei uma minissaia jeans, ao sair de lá fomos pra loja de lingerie, olhei curiosa toda a roupa íntima e acabei comprando 2 conjuntos de renda e várias calcinhas avulsas, foi aí que percebi que tava agindo normal como uma garota qualquer, pelo meu tom de dava pra perceber que era travesti mas não ligava, me sentia segura e conversei com a vendedora naturalmente, mais tarde tomamos uma cerveja, já era quase 8 da noite e eu tava muito cansada, andar com aquela saia me deixava exausta e a gente ia voltar pra casa da Dona Maria quando recebi uma mensagem dela. - oi Margarida, como foi o dia. - bem Ama, tô muito cansada, por isso com essa saia e esses saltos é difícil andar. — Sim, eu sei, por isso agora que você tá dizendo que tá cansada, pede pro Miguel te levar hoje à noite pra dançar num lugar que vou te falar, vou te mandar a localização agora. — Minha ama, não aguento mais. — Por isso que eu faço isso, Margarita, porque você não aguenta mais, você precisa aprender a ser mulher e aguentar o que a gente aguenta. — Minha ama, sério, não aguento mais. — Aqui quem manda sou eu, então vai dançar um pouco e quando vocês chegarem em casa, cumprir como mulher com seu macho. — Sim, ama, o que a senhora mandar. Ela me mandou a localização do lugar, fomos jantar e depois pro lugar que minha ama tinha escolhido. Era um local escuro, íntimo, só tinha casais, música calma, casais abraçados dançando devagar, pedimos uns cubas-libres, o Miguel me chamou pra dançar, me pegou pela cintura, eu reparei como as garotas seguravam seus homens, abraçadas no pescoço deles, imitei, me agarrei no pescoço do Miguel, rapidinho ele procurou minha boca, começamos a nos beijar, uma das mãos dele já tava acariciando minha bunda, eu sentia como se não tivesse nada, aquela saia tão colada no meu corpo parecia uma segunda pele, eu olhava pros outros casais, via as garotas bem agarradas nos seus caras, se beijando e sendo apalpadas por eles, isso me deixou com muito tesão, pensar que eu era mais uma, me excitei só de pensar nisso e acabei molhando a calcinha, gozei simplesmente assim, depois de três ou quatro músicas. — Miguel, vamos sentar, tô cansada, minhas pernas tão doendo. Ficar sentada também não era muito confortável, a saia me obrigava a sentar com as pernas viradas de lado, bem feminina, depois de um bom tempo, mais um cuba-libre e uns amassos. — O que você acha, Margarita, vamos pra casa? — Sim, Miguel, tô muito cansada. — Então vamos. Chegamos em casa, a Ama Maria ainda tava acordada com a namorada dela, as duas estavam peladas na sala, estavam um pouco bebadas e com tesão. — Olha só, chegou o casalzinho, como foi o dia, Margarita? — Bem, Ama, mas muito... Cansada, minhas pernas e pés estão doendo. — Pois ainda não é hora de descansar, Margarita, agacha na frente do Miguel e chupa ele. Me abaixei na frente dele, a saia apertava minha bunda e minhas pernas, como não conseguia abrir as pernas, tive que colocá-las para o lado. Desabotoei a calça do Miguel, tirei o pau dele e comecei a chupar. — Você gosta de chupar o pau do seu macho, né, Margarita? — Sim, Ama. — Sabia que você seria uma boa puta para ele, e assim você parece tão mulher, devia usar mais essas saias, elas deixam seu corpo tão lindo e feminino. Enquanto minha ama falava, eu continuava chupando até o Miguel gozar na minha boca. — Estou muito orgulhosa de você, Margarita, não me enganei ao te escolher, você é uma excelente empregada, adora estar feminizada, fazer as tarefas femininas, isso está no seu sangue. Você é uma boa submissa, obediente e uma excelente sissy, tem clara sua posição. Além de ser, sabe que deve satisfazer seu macho, olha só você, não parou de mamar até ele gozar na sua boca, e assim deve ser uma boa sissy. E agora vocês podem ir descansar na cama, bom, Miguel primeiro, acho que você quer foder a Margarita. — Sim, senhora. — Então vamos para a cama, casalzinho. Que alívio ao tirar a saia e me deitar na cama, Miguel se deitou ao meu lado e foi direto ao assunto. Pegou o lubrificante, lubrificou bem minha buceta, colocou uma camisinha e se meteu entre minhas pernas na posição tradicional, o missionário, e meteu. Começou a me dar estocadas que rapidamente me fizeram gemer. Enquanto me fodava, eu olhava no rosto dele, isso me fez lembrar da minha ex-namorada, que enquanto eu a fodava, gostava de olhar nos meus olhos. Agora era eu a namorada sendo fodida e olhando nos olhos do meu macho. Quando ele gozou, se deitou ao meu lado e rapidamente pegamos no sono. De manhã, acordei primeiro para preparar o almoço para minha Ama, a namorada dela e meu homem. Depois de almoçar, Miguel foi dar uma olhada na horta e eu fui... Dediquei à limpeza da casa até a hora do almoço, depois de comer tivemos um tempinho de relaxar até que minha Dona começou a beijar a namorada no sofá e a se apalpar mutuamente. — Que isso, Margarita, você não tá beijando o Miguel? Acorda que o dia tá acabando e quero que você volte pra casa bem satisfeita com essa buceta bem comida. A gente começou a se beijar, mas o Miguel rapidamente baixou minha cabeça pra eu chupar a rola dele, coisa que fiz com gosto até que minha Dona mandou eu sentar em cima do Miguel de pernas abertas e enfiar a rola dele até o fundo. Eu mesma comecei a subir e descer cavalgando em cima dele como uma amazona experiente, como sempre gozei primeiro. Minha Dona mandou o Miguel me colocar de quatro. — Vai, Miguel, dá duro nessa sua putinha pra ela ir feliz pra casa. Ele me fez gozar mais duas vezes antes dele gozar. Quando ele gozou, a gente ficou um tempinho relaxada e eu fui direto pro chuveiro. Coloquei minha roupa de homem, mas de calcinha por baixo da calça, e voltei pro meu apartamento. Desde aquele dia, sempre usei calcinhas por baixo da minha roupa de homem, até pra trabalhar no escritório. Durante a semana, usava calcinhas normais tipo slip, geralmente de renda, e nos fins de semana, pra servir minha Dona e ficar com meu macho, usava calcinha fio dental ou tanga. Tenho de várias cores, mas a cor que mais uso e que mais gosto, como uma boa sissy, é rosa. Comecei a praticar maquiagem em casa quando voltava do trabalho. Isso fazia com que em casa eu já me vestisse de mulher pra fazer isso com a pouca roupa que tinha e com coisas que aproveitei que minha ex deixou em casa e roupas que fui comprando pela internet. Meu dia a dia era chegar em casa, me vestir de mulher, me maquiar, fazer a faxina e minha janta assim. À noite, tirava a maquiagem e dormia de calcinha e sutiã segurando meus peitos de silicone, e no começo com duas camisolas que minha ex deixou, e depois comprei algumas e um pijama de mulher. Eu desejava sair do trabalho pra fazer isso. Aliás, eu olhava minhas colegas com inveja, porque elas podiam ir trabalhar de saia e eu só usava calcinha por baixo da calça. Foi assim que comecei a viver como mulher. O primeiro pacote que chegou me pegou vestida e eu não abri a porta; deixaram na casa de uma vizinha. Depois disso, quando esperava um pacote, não me vestia, ficava esperando chegar. Até que um dia fui pega de surpresa e abri a porta toda vestida, e a partir desse dia não tive mais vergonha de abrir assim. Nos fins de semana, continuava servindo minha Ama e passando a noite com o Miguel. Cada dia era mais difícil me vestir de homem para ir trabalhar. E então veio a pandemia do COVID e me vi sozinha, trancada em casa. Comecei a viver 24 horas por dia como mulher, já que estava sozinha. Na primeira semana, muito tédio sozinha; na segunda, comecei a trabalhar de casa, o que me permitiu trabalhar de saia e salto, mas não podia me maquiar e tinha que usar camiseta de homem nas videochamadas de trabalho. Com o Miguel, que falava todo dia por WhatsApp ou videochamada, na segunda semana, como ele não trabalhava, foi colocado em layoff na empresa. Disse a ele se tinha coragem de vir me ver um dia, porque me sentia muito sozinha. Ele veio me ver. Recebi ele de babydoll rosa, cinta-liga, pelada e de salto. Assim que entrou e nos beijamos um pouco, me ajoelhei e presenteei ele com um boquete suculento, e depois levei ele pela mão direto pra cama, onde fiquei de quatro, oferecendo minha buceta desejosa de ser fodida. Passamos a tarde toda transando, e depois preparei o jantar pra nós dois. Naquela noite dormimos juntos. De manhã ele foi embora, prometendo que voltaria pra passar uns dias comigo. Dois dias depois, apareceu na minha casa com uma mala pra passar uns dias, que acabaram sendo os dois meses e meio que restavam de confinamento. Durante esses dois meses e pouco, aconteceram muitas coisas que mudaram minha vida. Me dediquei de corpo e alma a cuidar dele como uma esposa cuida do seu homem. todo dia preparava a comida pra ele, lavava a roupa dele e tudo que uma mulher pode fazer pelo seu amado, mas enquanto isso, coisas foram acontecendo. De manhã, eu continuava trabalhando de casa, vestida só da cintura pra baixo. Uma tarde, começaram as palmas às 20h pros trabalhadores da saúde, e Miguel me empurrou pra sacada pra aplaudir. Acabei encontrando minhas vizinhas na sacada ao lado, duas irmãs que têm um centro de estética e sou bem amiga delas. Miriam é dois anos mais velha que eu, e Vanessa tem a minha idade. — Oi — cumprimentou o Miguel. — Oi — responderam elas. Foi aí que repararam em mim e se surpreenderam ao me reconhecer vestida de mulher. — Joel!!! — Oi — falei, envergonhada. — O que cê tá fazendo vestido assim? — É longo de explicar. — Bom, a gente tem tempo, tamos presos até sei lá quando. — Agora não é hora. — Bom, depois cê explica, a gente tá meio surpresa e confusa de te ver assim. — Meninas, vou entrar, me desculpem. Entrei envergonhada pra dentro e me sentei no sofá, toda acalorada, mesmo sem fazer calor nenhum. Miguel sentou do meu lado e me abraçou, pedindo desculpa por ter me puxado à força pra sacada. Me deu beijos e chupou meu pescoço, e isso fez o inevitável: me excitei, correspondi aos beijos dele e me entreguei apaixonadamente. Não voltei a sair na sacada, e três dias depois recebi uma mensagem da Miriam. — Oi Joel, como cê tá? — Bem. — Quer vir aqui em casa tomar um café e conversar? Queria saber. — Ok, Miriam, acho que devo uma explicação pra vocês. — Tá bom pra ti às 5? — Ok. Depois de almoçar com o Miguel e ficar um tempo relaxado vendo TV, às 5 fui na casa das minhas vizinhas com uma minissaia jeans e uma camiseta preta de manga longa. Toquei a campainha, coloquei a máscara, e a Miriam abriu. — Oi Joel, entra, mas tira a máscara. — Oi Miriam. Trocamos dois beijos e depois cumprimentei a Vanessa. — Bom, Joel, explica o que é isso. — É longo de explicar. Podem me chamar de Margarita, é meu nome de garota. — Bom, Margarita explica. Contei toda a história e me confortou que elas me entendessem. Passei algumas horas com elas e combinamos de nos encontrar uma tarde para tomar café, já que estávamos confinados e assim podíamos nos distrair. Já estávamos dois meses trancados, Miguel continuava comigo e eu estava cada vez mais à vontade com ele e mais envolvida na minha vida como mulher, me sentindo bem. Uma tarde, tomando café com minhas vizinhas, a Miriam reparou no meu cabelo. — Margarita, seu cabelo tá muito danificado, devia cortar as pontas, tão cheias de pontas duplas. — É, quando isso tudo acabar, passo no salão. — Se quiser, a gente desce pro salão e arruma tudo pra você com as persianas abaixadas, ninguém vai ver a gente. — Tem certeza? — Claro, a gente nem precisa sair na rua, entra pela porta do prédio. Elas tinham o salão lá embaixo, e entrava por uma porta no patamar. — Hoje já é tarde, tenho que preparar o jantar daqui a pouco. — Amanhã é sábado, você tem home office? — Não, amanhã sábado não. — Então amanhã às 10 te espero no salão. — Tá bom. Às 10 bati na porta do salão. — Entra, Margarita, tamos prontas. Você topa se entregar nas nossas mãos? — Vamos ver o que vocês vão fazer comigo. — Fica tranquila, quando o Miguel te ver, ele vai ver a garota dele bem gostosa. — Primeiro, com seu cabelo assim loiro, eu faria umas mechas. — Não vai exagerar. — Fica tranquila. Lavei meu cabelo e ela foi mexendo nele enquanto a Vanessa. — Eu vou arrumar essas unhas pra você, não gostaria de unhas postiças? — Sim, mas se eu tiver que ir comprar, não saio assim. — Tamos trancadas, deixa o Miguel ir comprar. — Bom, tá bem. Não sabia dizer que não, gostava tanto de me sentir feminina que me deixei levar. Duas horas depois, ao me ver no espelho, a Miriam tinha feito muita coisa: cortou as pontas, fez um corte de menina, delineou minhas sobrancelhas bem fininhas e femininas, e minhas unhas com uma manicure francesa e rosa. — Vocês exageraram, segunda-feira como vou fazer videoconferência de trabalho assim? — Sabe de uma coisa? Margarita, você gostou do que fizemos com você e está na hora de se mostrar como você é feliz, por isso te arrumamos assim. — Mas e se minha chefe não me aceitar assim? — Não tenha medo e vai em frente. Miriam tinha razão, já fazia dois meses que eu estava em tempo integral como mulher e era feliz, já tinha passado pela minha cabeça, eu gostava de viver assim e estava muito bem ao lado do Miguel, até tinha pensado que seria bonito ter peitos, então fui subindo pensando nisso até em casa, o Miguel ficou de queixo caído quando me viu. — Nossa, você está demais, a que devo essa mudança? — Coisas da Miriam, você gostou? — Muito, gata. — E se eu te dissesse que quero continuar assim para sempre, e que você fique aqui comigo, com a sua gata. Ele me pegou pela cintura e me deu um beijão que molhou minha calcinha. — Se sente respondida com isso? — Acho que sim, amor, mas não me contento só com o beijo. Peguei bem forte no pau dele por cima da calça. — Agora quero isso. — Tudo seu, gata. Me ajoelhei, tirei a calça e a cueca dele e comecei a chupar olhando nos olhos dele. — Você me enlouquece, Miguel. — Já vi, gata. Passei a língua no pau inteiro dele de cima a baixo, chupei bem as bolas dele, e depois chupei de novo o pau até ficar bem alimentada com a porra que meu macho me deu, me levantei, sentei ele no sofá, chupei de novo até deixar bem duro, e eu mesma afastei minha calcinha de lado e sentei nele, enfiando tudo na minha buceta, cavalgando como uma boa amazona bem puta até ele me encher de porra, era a primeira vez que eu transava sem proteção, mas eu queria, tinha que mostrar que era toda dele, tirei e ajustei minha calcinha, e enquanto nos beijávamos, sentia minha calcinha molhando com a porra dele até ficar bem encharcada, fui direto para o chuveiro, naquela noite transamos de novo. O domingo se apresentava um dia complicado por decisões que tive que tomar, a primeira foi o nome Margarita, não gostava, eu queria me chamar Jessica e aí decidi mudar para Miguel, ele adorou minha escolha. Conversamos com a Ama María e contamos que íamos morar juntos como casal e que ela não levasse a mal, íamos encerrar a relação que tínhamos com ela. Ela aceitou super bem, até a mudança do meu nome. A segunda coisa foi falar com minhas vizinhas e amigas, elas ficaram muito felizes por mim e pela minha decisão difícil de viver como mulher. A mais complicada foi falar com minha chefe e explicar tudo. Não dava pra esconder na segunda-feira na videochamada do trabalho: meu cabelo, minhas sobrancelhas, minha aparência já estava muito feminina. Então, depois de pensar muito, criei coragem, liguei pra ela primeiro e depois fizemos uma videochamada. Ela ficou paralisada, mas não criou nenhum problema com a minha mudança e decisão. A única coisa que pediu foi que, naquele mesmo domingo, ela falaria com meus colegas de trabalho — duas minas e um cara. Agora seríamos três mulheres. Ela marcou uma videochamada com todo mundo pra me apresentar como Jessica e explicar minha transição. Tudo foi perfeito, e na segunda-feira a Jessica já começou a trabalhar de casa como ela mesma. A partir daí, começou uma guerra de sentimentos internos na minha cabeça. Eu queria me ver cada vez mais feminina. A primeira coisa foi a depilação a laser. Quando o confinamento acabou, já estava decidida: queria peitos, queria feminizar minha voz. Marquei consulta com uma endocrinologista e, depois de vários exames, comecei a tomar hormônios. Iniciei os trâmites pra mudar de nome e, em poucos meses, era a Jessica pra todos os efeitos. Minha primeira cirurgia foi no pomo de Adão e nas cordas vocais — consegui uma voz mais feminina. Depois de um ano tomando hormônios, coloquei implantes: 500 gramas de silicone em cada peito. Em setembro de 2021, eu e Miguel nos casamos no civil. Desde então, somos um casal feliz. Adoro exercer o papel de esposa. Por costume, desde que a Ama María colocou minha gaiolinha, me acostumei a fazer xixi sempre sentada. Desde que deixei minha Ama, não usei mais ela, mas continuo fazendo sempre sentada. De vez em quando, sim... Já fiz isso em pé, principalmente fora de casa, mas até na rua eu faço agachada. Levanto um pouco a saia, afasto a calcinha pro lado, tiro pra fora e faço igual uma mulher. No dia 16 de junho de 2023, às 8:30 da manhã, fiz meu último xixi em pé. Tava numa cama do hospital, prestes a entrar no centro cirúrgico pra fazer uma vaginoplastia. Quando acordasse, ia ter que fazer sempre sentada. Foi uma decisão difícil de tomar, mas minha obsessão por ser uma mulher completa me levou até ali.
Depois da operação, fiquei internada por 7 dias. Achei que ia ser uma cirurgia dolorosa, mas sofri mais quando coloquei os peitos. Minha recuperação foi rápida. Vi minha buceta no quinto dia, quando tiraram o curativo. No começo, foi bem estranho olhar pra minha entreperna e ver uma rachinha ali, mas quando coloquei a calcinha, principalmente fio dental, e nada incomodava, me ver tão lisinha me enchia de orgulho. Tinha que usar dilatadores pra manter a profundidade da minha buceta. Todo dia precisava enfiar e deixar uns 20 minutos lá dentro. Tive que ir várias vezes pra revisão. Ontem, dia 18 de agosto, passei pela última revisão, super satisfatória.
Saí de lá feliz pra caralho. Fui direto pra uma loja de lingerie, onde comprei um picardia com fio dental, tudo de renda. Vermelho, amo, acho muito de puta, e eu adoro ser. Falei pro Miguel que tava tudo no caminho certo, que tava tudo bem. De noite, fui pro banheiro, Miguel já tava na cama. Coloquei o que tinha comprado, meus saltos de 12 centímetros, meus lábios bem vermelhos. Saí do banheiro e fui entrando devagar no quarto. Primeiro mostrei uma perna e meu pé de salto, depois meu corpo lentamente. No começo ele não falou nada, quando me viu inteira, aí reagiu: — Nossa, gata, cê tá demais! E essa surpresa, hein? Não falei nada, me aproximei da cama, deitei do lado dele. Ele só tava de cueca. Beijei ele na boca com paixão, enquanto pegava na rola dele. Mano, fui descendo, beijando o peito dela enquanto tirava a cueca, até chegar naquela rola que eu tanto gostava. Comecei a chupar ela e, quando tava bem dura, subi e falei no ouvido dela:
— O médico falou que já tô pronta pra transar, e tô morrendo de vontade de sentir dentro da minha buceta virgem a sua rola linda.
Deitei de barriga pra cima e abri as pernas.
— Sério, amor.
— Sim, meu amor, tô morrendo de vontade, mas quero ver como entra.
Ela se colocou entre minhas pernas, colocou a ponta na minha buceta, afastou a calcinha fio dental pro lado.
— Devagar, amor, que pode doer um pouco.
Fui olhando como ela ia entrando. Me senti estranha de novo por não ver meu antigo pau pendurado ali, mas feliz por saber que, a partir de agora, a única rola que eu veria entre minhas pernas seria a do meu macho.
Ela foi me penetrando devagarzinho, eu olhava como a rola entrava na minha buceta. Soava estranho ainda, mas agora eu tinha uma buceta. Entrou com facilidade, tava bem lubrificada e não senti dor nenhuma. Ela tava toda dentro e começou a me foder, primeiro devagar, um vai e vem suave, vai e vem. Comecei a sentir um prazer que nunca tinha sentido antes, comecei a gemer igual uma mulher.
— Alternava meu olhar entre os olhos dela e minha virilha. — Siimm, assim continua, não para, que gostoso, meu amor. Assim, continua, continua, mmm, tô gostando, ahahah, que gostoso ser mulher.
Ela me olhava sem dizer nada, só sorria enquanto me fodía. Assim por uns 10 minutos.
— Uffff, vou gozar.
— Sim, ahhh, ahhh, sim, amor, goza dentro, quero sentir seu leite na minha buceta.
Ela deu três ou quatro estocadas bem fortes e eu senti o calor do leite dentro de mim. Parou de se mexer, deixou a rola toda dentro e tirou devagar.
— Bufff, que gostoso, meu amor. Te amo muito, querida.
— Eu também te amo, minha menina.
Ela se deitou do meu lado, ajeitou minha calcinha fio dental. Eu sentia uma sensação estranha dentro da minha buceta, cheia de leite. A gente se beijou um tempo.
— Nena, vamos fazer um anal?
— Desculpa, Miguel, hoje não. Esse momento foi muito especial pra mim e quero lembrar dele assim. Sem mais nada. - Tá bom, amor, te entendo. - Valeu. Levantei da cama, fui pro banheiro, abaixei só o necessário da calcinha pra me olhar, tava cheia de porra. Olhei minha buceta, tava com os restos de sêmen do meu homem. Agora tô sentada no sofá, sinto minha calcinha molhada da porra dele, mas não quero trocar ainda. Me excita muito ter minha buceta recém-desvirginada, toda viscosa e bem molhada. Meu homem já tinha me feito mulher.
3 comentários - Margarita submissa feminizada e depois Jessica, a esposa