O nojento velho arregalou os olhos ao ouvir essas palavras da menina. A cara dele tinha uma careta mórbida de triunfo, e, dando um gole na cerveja que bebia, deixando o bigode escorrendo do líquido espumoso, sentia a pica endurecer porque não era uma puta barata de rua que ele tinha, mas sim uma gostosa escultural de 18 anos, dona de um corpaço como poucas. Sentado na cama com os pés no chão, começou a tirar o short, ficando nojento e nu, aquele corpo enrugado e seboso. Em seguida, agarrou a pica meia dura que emergia de um mato sujo de pelos e começou a bater uma com a mão. A menina abriu mais seus lindos olhos verdes e cravou eles no aparelho do velho. Ele, quanto mais olhava pra ela, mais se excitava, e uma infinidade de pensamentos quentes chegavam na cabeça dele sobre o que fazer com ela. Ele lambia os lábios pensando no que ia fazer com a colegial. Em seguida, mancando devagar, se aproximou da menina, que por instinto andou pra trás até bater na parede. Não tinha escapatória. Era um monte de nervos. Via com horror como aquele ser horrível se aproximava dela, com um olhar cheio de desejo. Ele parecia assustador ao andar, mancando, e aquela barriga sebosa se mexendo como gelatina. O velho levava as coisas com muita calma, se sentindo dono da situação. Ao chegar na frente da menina, disse: "Então, mamacita, vamos dar uma pegada no gostoso." Ele olhava fixamente pra cara dela, com os olhos totalmente fora das órbitas e uma cara de depravação total. O velho começou a se encostar no corpo escultural da garota, e ela apoiava as mãos nos pelos do peito do velho, fazendo força pra tentar se afastar, enquanto ele fazia força pra puxar ela pra perto. O velho tinha mais força que ela e venceu. As mãos sujas e encardidas dele agarraram a cinturinha dela, acariciando a pele macia devagar, enquanto o rosto horrível e enrugado dele se aproximava da boca da garota, tentando saborear aqueles lábios grossos e perfeitos. da menina e dizendo "me dá um beijinho, gostosa", enquanto a envolvia com os braços e aproximava o rosto da garota assustada, ela virou o rosto de lado, colando a bochecha na parede, tentando evitar que o velho manchasse seus lábios, sentia nojo do cheiro dele de suor e cerveja, o velho sorriu sabendo do asco que causava na colegial.Em seguida, se apossou da orelha e do pescoço dela, adorava sentir aquele aroma atraente de juventude, de feminilidade, de higiene impecável da menina, isso esquentava ainda mais o degenerado, ele estava subjugado por aquele monumento de garota, enquanto as mãos começaram a descer para percorrer aquele par redondo e carnudo de bundas da menina, o velho sentia um tesão danado ao apalpar a dureza daquelas bundonas e sentir o biquíni por baixo da minissaia da garota "você é uma puta deliciosa, me encanta, que biquíni gostoso você tá usando, vagabunda", dizia o velho que não parava de morder a orelhinha dela e percorrer com a nojenta língua o pescoço jovem da menina, uma grande perturbação despertou dentro da jovem, ela sentia que aquele hálito quente percorrendo seu pescoço sensível lhe causava arrepios e apenas murmurava, tentando inutilmente que o filho da puta parasse "por favorrr, parem... por favorrr... nãooooo", mas isso esquentava ainda mais o velho que a cada segundo que passava ficava mais excitado e com mais tesão, vê-la ali na frente e saber que estava totalmente submissa.
As mãos enrugadas e ásperas do tarado do zelador acariciavam a pele lisa e macia das costas da menina, causando-lhe cócegas, para em seguida deslizá-las lentamente para baixo rumo àquele par de bundonas carnudas e redondas, o tarado filho da puta sentia em suas mãos, ao ir descendo lentamente das costas da garota, como surgiam deliciosamente ao toque aqueles enormes montes de carne, que eram o sonho de muitos caras, o horrível velho, sendo viúvo e há muitos anos sem uma mulher nos braços, sentia um tesão como Fazia anos que não pegava uma dessas. Ele se deliciava espremendo aquelas bundonas perfeitas e enlouquecedoras por cima do tecido fininho da minissaia da garota, acariciava, apertava, sentindo deliciosamente nas mãos calejadas como a menina tremia com os amassos, sentia a dureza e a redondeza saborosa daquele par de bundonas soberbas. A garota só se contorcia feito cobra com os apalpões do velho. Nisso, as duas mãos se enfiaram por baixo da minissaia da menina, sentindo e tocando a maciez da pele nua, tocava e acariciava aquelas pernonas lisas e macias pra logo em seguida amassar as bundonas, só cobertas pela calcinha fio dental. Ele acariciava, apertava aquelas bundonas abundantes e duras.
A garota começou a balançar a cabeça de um lado pro outro por causa das lambidas no pescoço do velho. O velho tarado destravou o botão da saia da garota e abaixou lentamente o zíper pra em seguida deslizar a minissaia do uniforme escolar pra baixo. Cielo Riveros estava tão alucinada com as lambidas do velho safado no pescoço e na orelha que nem sentiu quando a minissaia escolar caiu no chão, ficando só de calcinha fio dental. O velho chegou perto do ouvido dela e disse: "que gostosa você é, mamasota", pra em seguida levantar a blusa deslizando pela cabeça, deixando a colegialão só de lingerie. A vista era espetacular, com a lingerie sexy, minúscula e bem provocante, fazendo aquelas carnes fabulosas se destacarem ainda mais. O sutiãzinho segurando aquelas montanhas de carne e a calcinha fio dental que na parte de trás se perdia naquele par de bundonas. Parecia uma deusa virada mulher. O velho deu um passo pra trás pra admirar melhor, saboreando aquele tesão que tinha à disposição. "Por favooor, parem... por favor" era a única coisa que a colegial escultural conseguia falar.
O velho não parava de olhar extasiado aquela bunda deliciosa de calcinha fio dental. Era linda, redonda, empinada, gostosíssima. Os dois continuavam frente a frente, bem pertinho um do outro. Outra: a garota encostada na parede, com a cabeça virada de lado, e o velho quase em cima dela. Ela sentia o bafo da boca do velho, fedendo a tabaco e cerveja, e via aquela cara horrível cheia de luxúria, cheia de desejo, com os olhos arregalados por ter um tesão daqueles na frente. O velho se divertia vendo o pavor na carinha angelical dela. A garota estava paralisada, sentia os braços e as pernas pesando uma tonelada por causa da tensão do momento. A mente dela se recusava a aceitar a realidade e se enganava, pensando que era um pesadelo e que a qualquer momento acordaria na cama dela. Nisso, o velho partiu pra cima de novo, pegou ela pela cintura fina, aproximou a boca e disse: "Que gostosa você tá, mamacita, me dá um beijo". Aproveitando a passividade momentânea da garota, ele se apossou daqueles lábios deliciosos, carnudos, frescos e saborosos. A língua nojenta e fedorenta dele entrou toda na boca da colegial, e só se ouviam gemidos abafados: "Uuuhhhhmmm... uuuhhhhmmm..." Com o beijo violento que quase a deixava sem ar, o velho chupava e saboreava aquela boca deliciosa, com aqueles lábios grossos da menina, que era uma excitação sentir.
Já pra garota, era uma tortura sentir na boca fina aquele fedor de tabaco e cerveja, mas ela aguentava firme toda aquela sarração, tudo pra recuperar o precioso diário dela. Ficaram longos segundos se beijando até que se separaram por um momento, e a garota implorou de novo pra ele deixar ela: "Por favor, seu João, tô me afogando, pelo amor de Deus, me solta". Mas o velho, já mais tarado, longe de dar ouvidos, partiu pra cima de novo: "Que linda você tá, mamãe, que gostosa, quantas vezes sonhei com isso, sempre te desejei, você é uma delícia". E tomou de novo aquela boquinha gostosa. A garota, contra a vontade, se deixava levar, resignada a tudo que aquele velho quisesse fazer com ela. A menina pensava na situação morbosa: aquele velho gordo, foda-se, e sujo, tinha uma mina de 18 anos no quarto imundo dele, à disposição. Ela se sentia meio excitada com tanto assédio e começou a responder aos nojentos beijos dele, as duas línguas se entrelaçavam, trocando saliva, era um beijo longuíssimo. A língua do velho explorava todo o interior da boca da menina, lambendo os dentes e os lábios sensuais da garota. Ao mesmo tempo, as mãos suadas e ásperas deslizavam pela pele sensível e macia da menina, que, estando seminua, sentia a pele enrugada e flácida do velho queimar seu corpo jovem e escultural. As mãos suadas do velho percorriam as formas perfeitas da menina, amassando e apertando aquela bundona com as duas mãos, fazendo com que a menina sentisse o pau duro dele no baixo-ventre. O porteiro tarado sentia naquele momento como a menina tremia.
Cielo Riveros se sentia cheia de angústia e medo, ela abria e fechava os olhos vendo e sentindo como o nojento porteiro a beijava e apalpava como um possesso. Cielo Riveros era uma garotinha deliciosa, sua pele macia, quente, cheirava a flores, a ternura, a lar doce, e o velho babava na boca dela e amassava a bundona dela com avareza e desespero. O porteiro safado a beijava com voraz ansiedade. Em seguida, o velho desceu para o pescoço da colegial e começou a chupá-lo, fazendo a menina ter arrepios por todo o seu corpo escultural. A respiração da menina se agitava porque o velho não parava de chupar com aquela boca quente o pescoço dela, ela sentia que a barba e o bigode do velho, ao deslizar pelo seu pescoço sensível, aumentavam as sensações de arrepios. Ao mesmo tempo, as mãos do velho não paravam de apertar a bundona da garota contra ele, que já estava metida dentro do biquíni dela, sentindo a suavidade, a redondeza e a dureza daquele par de bundão. A colegial estava perturbada, o par de melões que tinha por peitos subia e descia devido à respiração ofegante. "Mmmmmmmm, yummy mmmmmm", dizia o porteiro tarado. "Nãooooo, por favor, nãooooo", dizia Cielo Riveros entre Soluços. Com as últimas forças de vontade que lhe restavam, tentava de todo jeito não se entregar, não sentir prazer.
O velho, sem parar de chupar o pescoço dela, foi atrás do fecho do sutiã da garota, daqueles que abrem pela frente, destravando e liberando aquele par de melões, os maravilhosos peitos de Cielo Riveros, redondos, empinados, firmes, com uns mamilos escuros inchados de tesão que se destacavam nas auréolas. Era maravilhosa a visão daquele corpo esplêndido.
— "Por favor, me deixa, por favor" — dizia a garota.
— "Por favor, não, não, não, por favor, me deixa, me deixa" — falou com voz trêmula.
O velho pegou um peito com cada mão e começou a apertá-los, juntando e separando, e dizendo: "Mas que par de melões você tem."
Cielo Riveros tinha os olhos fechados e o rosto virado de lado, com a bochecha colada na parede, e os braços grudados no corpo, sentindo como aquelas mãos brutas apertavam com gana seus durões melões. O velho continuou: "Ah, que peitão gostoso, morria de vontade de apertar e chupar." Pegou os braços da garota e passou por trás da nuca dela, para em seguida se atirar sobre os melões desprotegidos da menina e começar a mamar neles com uma força desgraçada, fazendo Cielo Riveros sentir um choque elétrico que percorria todo o corpo, provocando um prazer indescritível. A garota tinha sentimentos contraditórios, lutava com todas as forças para que aquele homem nojento não fizesse ela sentir prazer, mas depois de meio minuto chupando os peitos com a boca, fechou os olhos e sucumbiu. Sentia morrer de prazer, a língua áspera fazendo as delícias dos seus mamilos duríssimos.
O corpo dela se arqueou e a cintura ficou totalmente curvada, os dedos instintivamente se enfiaram entre os cabelos grisalhos do velho e começaram a acariciar a cabeça dele, enquanto ele apertava um peito com uma mão e o outro peito devorava com a boca violentamente. O velho fazia círculos com a língua por toda a auréola. Em seguida, espremer com os lábios e a língua o mamilo hipersensível da garota.
"Aaahhhhhh... me deixa, me deixa, Dom Juan... uyyyyyyyyy... pelo amorrr... me solta... nhg" dizia a garota, sabendo que o velho não ia soltar, mas sentia muito prazer em falar aquilo e ver que ele não parava.
A colegial, a cada lambida e chupada do velho guloso nos peitos dela, reagia arqueando o corpo. Sentia a língua dele chupando e engolindo seus peitos e mamilos, e ondas de arrepios se espalhavam pelo corpo todo. Ela fechava os olhos e mordia os lábios, não conseguia parar de ofegar, presa de uma excitação incontrolável. Se contorcia, gritava e ofegava, as costas arqueando ao máximo. A garota começou a gemer como uma puta qualquer e a se entregar às caricias sujas e chupadas do velho.
Cielo Riveros: "Aaahhhhhh, Dom Juan... uuuuyyyy... por favor aaahhhh" gemia a garota.
A cena era morbidamente quente. Ver por trás do velho, onde dava pra apreciar como o corpo gordo, flácido e suado do velho literalmente esmagava a exuberante colegial contra a parede, e como a nojenta cabeça cheia de cabelos brancos se mexia com uma ansiedade violenta, enquanto chupava e espremia aqueles dois peitos grandes e duros. O rosto da colegial tinha uma expressão de sofrimento e prazer ao mesmo tempo. Seus lindos olhos verdes estavam fechados e a boca entreaberta, aguentando o ataque lascivo e ansioso do velho ao seu corpo escultural e desejado. O velho sabia bem, por ter lido e relido o diário da garota, que ela, sendo tão sensível em todo o corpo escultural, não aguentaria tanta agarração.
Cielo Riveros estremecia e suspirava, se deixando fazer pelo zelador lascivo, respirando ofegante. Sentia arrepios pelo corpo todo e uma cócega enlouquecedora na sua bucetinha. O velho continuava com seu delicioso trabalho, chupando e sugando os mamilos da garota e espremendo aqueles dois incríveis globos de carne. Cielo Riveros sentia o calor... Respiração do velho safado no peito dela "oohhhhhhh oohhhhhhh" gemia a menina, quase desmaiando de prazer com os olhos fechados. O calor que saía da boca do velho fazia ela tremer. A garota abria e fechava seus lindos olhos verdes, sentindo o corpo começar a se entregar a todo aquele estímulo, perdendo todo o controle sobre ele. Em seguida, o luxurioso e tarado zelador começou a descer sobre a escultural anatomia da colegial, sem tirar a boca daquele corpo delicioso, arrastando suas mãos ansiosas pelas costas da menina, chegando ao umbigo, dando mordidinhas suaves, fazendo a excitada garota fechar os olhos e jogar a cabeça para trás, batendo na parede. Aí ele começou a descer mais, ajoelhando no chão, agarrando com as mãos a bunda da menina, pegou o biquíni e começou a deslizar ele pra baixo devagar, curtindo o espetáculo na frente dos olhos, até tirar tudo, deixando à mostra aquela preciosa e virginal rachadinha, que mal deixava ver um caminho de pelinhos finos. Na mesma hora, ele afundou a cara e começou a chupar a rachadinha, enquanto as mãos dele amassavam aquela bundona. A cara do velho se enfiou literalmente entre as pernas da menina, lambendo a rachadinha virgem dela. A garota curtia, se contorcia e gemia de prazer. Cielo Riveros "Aahhhhahhhhhhh uyyyyyyyyy" gemia deliciosamente a colegial. O velho lambia os lábios da buceta dela e passava a língua no clitóris sensível da menina, fazendo ela tremer com aquela língua áspera e comprida. Os dedos da garota seguravam a cabeça do velho e puxavam os cabelos grisalhos, dominada pelas sensações gostosas que ele dava. O velho então se levantou e ficou uns segundos olhando com os olhos arregalados o corpo escultural da colegial nua: a cintura fina, que se alargava pra dar lugar àquelas nádegas grandes e bem proporcionadas, brancas, sem nenhuma estria ou celulite, completamente limpas e desejáveis. O zelador pensava nos seus Lá dentro, ela não podia acreditar que tinha aquela delícia toda à disposição dela. Tava extasiada, se sentindo num sonho incrível e empolgante que ela achava que não era real. Ali estava ela, uma linda colegial toda entregue, sendo sodomizada pela primeira vez por ele. E ele disse pra garota, que continuava com a cabeça jogada pra trás, encostada na parede: "Que corpaço você tem, mamãe, você é uma deusa". Já o velho era o completo oposto, com o corpo moreno cheio de tatuagens, seboso e enrugado, com uma barrigona consequência do excesso de cerveja, um rosto enrugado com umas verrugas grandes e nojentas no nariz e na bochecha. Além disso, tinha a pouca atenção que ele dava à higiene pessoal. O velho tava ali parado, completamente nu, com uma ereção enorme no pau que saía de uma moita de pelos suja e abundante.
Cielo Riveros observava ele com os olhos semicerrados, sinal claro de como ela tava excitada. Em outras circunstâncias, só de ver o velho pelado daquele jeito, ela teria vomitado com a visão nojenta. O velho, mancando, se aproximou da menina e, estendendo a mão, chamou ela pra perto. Cielo Riveros, nua como estava, se aproximou do velho. Ele, pegando ela pelos ombros, ficou atrás dela, encostando a verga fedorenta, completamente dura e pulsante, nas nádegas nuas da menina. A visão das nádegas redondas era espetacular. O velho acariciava as nádegas dela com o pau. Cielo Riveros começou a respirar forte e a gemer. A garota também sentia a barriga nojenta e suada do velho nas costas dela. As mãos do velho agarraram os peitões da menina, e os dedos pegaram os mamilos inchados da colegial pra dar uma massagem lenta e suave, fazendo a garota jogar a cabeça pra trás enquanto ele cutucava as nádegas dela com o pau e sussurrava no ouvido dela: "Você gosta, né, mamacita? Como você me excita, putinha. Essas tetas me deixam louco". Neném tava com a cabeça jogada pra trás, apoiada no ombro do velho, e ele tava metendo a pica nela cada vez mais forte. Ela jogou os braços pra trás, se agarrando no pescoço do velho pra não cair. O velho tarado, sem parar de meter naquelas bundonas nem de apertar com os dedos os biquinhos que tavam duríssimos e bem empinados, foi levando ela devagar até a cama, e falava baixinho no ouvido dela o que ia fazer com ela na cama. A vontade da colegial tava completamente dominada, ela tava de olhos fechados e se deixava apalpar. O porteiro tarado não parava de meter naquelas bundonhas deliciosas e ao mesmo tempo aspirava o perfume suave que saía do pescoço dela. Quando chegaram perto da cama, o velho se separou dela e guiou a menina pra deitar naquela cama velha de madeira. A menina deitou de barriga pra cima, com uma perna dobrada e os braços segurando o travesseiro na cabeça, deixando todo o corpo escultural desprotegido, tava soberba. O velho tarado foi até uma gaveta, pegou uma corda, segurou as duas mãos da garota e amarrou na cabeceira da cama, deixando ela indefesa. Aí, ele disse pra Cielo Riveros: "Vou te ensinar o que um macho sabe fazer", e subiu na cama. Ela observou por uns segundos e viu que a cara e os olhos dela mostravam resignação, medo da situação. Depois, ele falou: "Você vai saber o que pode sentir, mamacita", e sem mais delongas, o velho pelado se jogou violentamente em cima da garota, deixando cair todo o corpo seboso e suado sobre a colegial, se enfiando entre as pernas dela. Cielo Riveros sentiu no abdômen esbelto aquela pele enrugada e suada esmagando ela, e ele começou a beijar ela violentamente nos lábios, mordendo e puxando com força, fazendo a indefesa menina abrir os olhões de susto com o ataque tão violento na boca dela. Ele apertava os peitos dela com força e os biquinhos ele beliscava com selvageria, fazendo a garota sentir muita dor. Ela começou a gritar e espernear, mas estava indefesa com as mãos bem amarradas na cabeceira da cama diante daquele maníaco sexual. O velho tarado era como um animal selvagem, apertava as tetonas dela com força, machucando, mordia, beliscava os bicos dos peitos selvagemente, depois esticava com a boca e mordia sem piedade. Ela gritava mais de dor do que de prazer, arqueava o corpo desesperada tentando fazer o velho tarado parar, e não parava de chorar e gritar, implorando para o velho parar, mas isso só deixava o porteiro, já fora de si, mais excitado, e ele apertava e mordia mais forte. "Por favooor, para... por favooor... nãooooo", era só o que ela conseguia dizer enquanto se contorcia tentando se soltar, gritava, se contorcia a garota indefesa. O velho dizia: "Isso é só o começo, puta suja, agora vou te mostrar o que é um macho tarado". Dizendo isso, voltou para os peitos dela e começou a morder com fúria os bicos e arredores, ela gritava e o porteiro deu outro tapa na cara dela, e continuou com o castigo mordendo os peitos dela à vontade, e ela só sentia dor e mais dor. A garota gritava com lágrimas nos seus lindos olhos verdes, não podia fazer nada, o velho estava deitado em cima dela, esmagando e apalpando como um selvagem, e a garota indefesa, incapaz de se defender, o velho tinha amarrado ela bem.
Naquele momento, todas as mulheres que o desprezavam e zombavam dele por sua mancada se revelavam para o velho. Ele estava como um verdadeiro louco machucando a garota, descarregando todo seu rancor e excitação sobre a menina, que desesperada se contorcia com o ataque, sentia que o peso do velho a sufocava, ele nu, deitado em cima da garota, babava e apalpava com avareza e desespero. "Ahhh... ahhhh... não... por favor... não... ahhh socorrooooo", gritava a garota. O velho deu dois tapas fortes, fazendo o rosto de Cielo Riveros arder. "Cala a boca, puta, que isso é só o começo". A garota tinha uma... Cara de susto total. "Sniff sniff... por favor, seu Dom Juan, me deixa ir embora", dizia a menininha, choramingando com as mãos bem amarradas na cabeceira da cama. O velho tava com os olhos arregalados, parecia um louco — isso assustava ainda mais a guria. Pegando ela pelos cabelos, puxou com força e sussurrou no ouvido dela: "Cala a boca, puta. Aqui se faz o que eu mando, e eu é que sei quando vou te soltar, entendeu?", disse, dando um tapa forte nela. A menina, ainda mais apavorada, respondeu: "Siiiiim, seu Dom Juan, siiiim."
Em seguida, o velho sentou no peito da garota, sem fazer muita pressão pra não sufocar ela, colocando uma perna de cada lado do corpo dela e a bunda suja dele sobre os peitos da guria. Passou uma das mãos na parte de trás da cabeça dela e fez com que a colegial inclinasse a cabeça pra frente, na direção do pau dele, que ele segurava com a outra mão. Procurou a boca da menina, que, ao ver o que o velho queria, mantinha os lábios fechados. O velho, cheio de malícia, soltou o pau e, com essa mão, pegou o nariz da garota e apertou, impedindo ela de respirar. Na desesperação da colegial, que abriu a boca pra puxar uma golfada de ar, o velho enfiou o pau inteiro na boca dela. Sentiu aqueles lábios carnudos e molhados no pau. O velho tava nas nuvens de tanto prazer que sentia naquela boquinha daquela menina linda, que chupava e chupava o pau grosso dele à força.
Sentindo a língua da Cielo Riveros tentando inutilmente empurrar aquele intruso pra fora da boca, fazendo o velho sentir um delicioso cócegas no pau: "Aaaahhhh, aaaahhhh, assim, vagabunda, chupa a pica do teu macho!" Ela, já resignada, entre soluços, chupava o velho. Era um pau gordo e sujo. O velhote soltou todo tipo de gemidos e sons de satisfação, xingando a adolescente que tava fazendo um boquete por demais prodigioso. O velho, com as duas mãos, pegou ela pelos cabelos, marcando o ritmo da chupada. Ela engolia literalmente pela boca, enfiando uma e outra vez aquela porra suja e fedorenta que cheirava a mijo e suor. A garota sentia muito nojo. Ele pegava na cabeça dela e movia do jeito que queria, pra frente, pra trás, pros lados, em círculos, gozando aquela boca como nunca tinha gozado boca nenhuma. O pau dele era tão grande e grosso que ela tinha muita dificuldade pra engolir, mas mesmo assim tinha que lamber, chupar e mamar na marra. A mina nunca tinha tido algo tão grande na boca dela.
Cada segundo que passava, o porteiro tarado ficava mais excitado. A luxúria tomava conta da mente e do corpo dele, ele se sentia incrivelmente bem vendo aquela putinha gostosa chupando ele, mas, acima de tudo, ficava ainda mais excitado por saber que tava dominando ela e que ela não tinha escolha a não ser obedecer sem reclamar.
A garota sentia que o nojo era insuportável, mas não podia fazer nada, tava à mercê daquele depravado sexual. O velho quase tava sufocando ela com a pica na boca e com o corpo seboso dele sentado no peito dela, perfurando a boca dela sem parar, e ela sem conseguir se defender. A cara do homem era digna de ser emoldurada, porque ao contrário de Cielo Riveros, que parecia prestes a desmaiar, ele se sentia no sétimo céu, a julgar pelos gestos e gemidos dele: "Aaah, puta, que gostosa você é, até que enfim consegui te gozar, sua cachorra; ah, ah, ahaaaaahhhhhh". Ele agarrava a cabeça dela e fazia ela engolir bem aquela pica fedorenta. Quando a mina sentiu que o nojo já era insuportável, veio mais ainda. Ele segurou firme a cabeça dela e acelerou o ritmo das estocadas, quando de repente parou, segurou a cabeça da jovem com força, com a ponta do pau na boca dela, e disparou a primeira descarga de porra. O velho tarado descarregou o leite naquela boquinha de princesa de um jeito que ela quase se engasgou. A boca de Cielo Riveros encheu de porra completamente, tanto que pelo canto dos lábios dela escorreu um pouco daquele líquido. Ela sentiu toda a Boceta quente por aquele líquido viril, ao mesmo tempo aquele sabor agridoce. "Aaahhh... assim, assim, mamita, engole todo o gozo do teu macho", dizia o velho, enquanto tapava o nariz dela, forçando a menina a engolir tudo.
Cielo Riveros engolia o sêmen do velho desesperada, porque quase não conseguia respirar, já que o velho tapou o nariz dela com a mão para obrigá-la a engolir todo o líquido seminal. O velho gozava na boca da menina tanto gozo que ela se engasgava e escapavam pelos cantos dos lábios fios daquele líquido viril. O velho tarado continuava sentado sobre o peito da menina e com a pica dura dentro da boca da escultural jovem, curtindo os gemidos desesperados da garota, porque o velho não soltava o nariz dela, impedindo que respirasse, e com a vara na boca, além do peso do porteiro no peito dela, era pouco o ar que conseguia puxar para os pulmões. Os lindos olhos verdes dela olhavam para o velho implorando piedade, ela batia as pernas no colchão desesperada pela falta de ar. O filho da puta do Juan, sádico como era, curtia todo o desespero da menina e dizia:
"Aaahhh... que boquinha gostosa você tem, putinha, tirou bastante gozo de mim, mas ainda tenho mais para você, mamita, ainda falta o melhor."
Em seguida, o velho desceu da garota e tirou a vara da boca dela. A menina respirava desesperada, puxando ar para os pulmões castigados. O filho da puta do Juan sentou na beira da cama, pegou a cerveja dele, deu um gole e arrotou. Depois, acariciou as pernas da menina enquanto dava mais goles na cerveja. A menina continuava bem amarrada na cabeceira da cama, completamente nua, tossindo porque tinha vários pelos pubianos presos na garganta e não tinha jeito de tirá-los dali.
A vozinha rouca dela estava à beira do choro, com o rosto desfigurado e restos de sêmen escorrendo pelos cantos dos lábios, a boca aberta e as pupilas enormemente dilatadas, olhando para Velho com uma expressão desesperada de terror, sabendo que ela estava ali nua, trancada naquele quarto, com aquele velho maníaco sexual e bem amarrada, ele diz.
"Cof cof... por favor, seu João, me solta, já me deixa ir, olha tudo o que o senhor me fez, cof cof, eu imploro."
"Je jeje" — ria o velho sem parar de passar as mãos pelas pernonas da menina devagar, sentindo a maciez suave da pele dela e dizendo: "Por que você quer ir embora, mamãe, se ainda falta o melhor? Você vai ver que daqui a pouco vai gritar de tão gostoso que vamos estar passando" — sorrindo com aquela cara de sádico e mostrando toda aquela dentadura cheia de cáries, levantando-se o velho, dando um último arroto, disse: "Vamos continuar com nosso assunto, mamãe, que isso ainda tem muito chão pela frente, hahahahaha" — diante dos olhos aterrorizados da escultural colegial, vendo indefesa como o velho nu separava as pernas dela.
"Não, não... o que o senhor vai fazer comigo, o que o senhor vai fazer comigo?" — dizia a menina ao mesmo tempo que tentava fechar as coxas, mas o velho já tinha se metido entre elas, no meio das duas pernas dela, e deixando cair todo o peso dele em cima dela, começou a babar na boca dela e apertava e amassava os peitos dela com avareza e desespero, mordia-os sem piedade, fazendo a menina sentir todo o sadismo daquele velho tarado.
Cielo Riveros
Chegaaaa... ahhhhh... ahhhhh... pelo amor de Deeeeeus... aaahhhhhh... pareeeee... chegaaaaaa
"Slut, como você me excita, esses peitões me deixam louco" — dizia o velho devorando os seios dela com desespero, mordia-os com força, deixando todos marcados. Ela só chorava e reclamava, indefesa como estava amarrada. Para o velho, era muito gostoso sentir a maciez, a lisura da pele da garota, o aroma que exalava juventude, aquela juventude que o velho tinha perdido há muitos anos.
A menina sentia aquele corpo gordo esmagando ela, inundando-a com o suor dele, e como a pica do velho se esfregava sobre o ventre dela, pressionando-se contra ela. Ela tinha uma cara de medo e entre... Soluços, ela pedia pro velho parar, que tava doendo.
Com lágrimas no rostinho, mas isso só esquentava mais o velho, que com selvageria
mordia os peitos dela e puxava o biquinho com os dentes sem piedade.
"Aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhh..... nãoooooooooooooo.... pelo amor de Deeeeeeeeus..... chegaaaaaaaa."
"Faz tempo que queria te ter assim, putinha, putinha maldita, não sabe quantas vezes sonhei com esse momento" ele tava igual um verdadeiro louco, fazendo ela sofrer, mordendo
e apertando com selvageria, sentindo descarregar todo o rancor e a excitação dele naquela menina. "Pelo amor de Deus, para... pelo amor... nãooooo", era só o que a garotinha conseguia falar
enquanto se contorcia inutilmente tentando tirar o velho de cima dela. "Siiiiim, você é a putinha mais gostosa que já vi"
"Nãooooo, nãooooo" gemia a menina. "Como que não, vou te comer, vou meter o pau em você" dizia o velho desequilibrado
que percorria o corpo suado da garotinha, massageava os peitos brilhantes de suor, esfregava nela como um louco. Ficaram assim um bom tempo
até que o velho parou e, saindo de cima da menina exausta, disse:
"Bom, princesa, agora vamos fazer um 69 gostoso pra eu chupar sua bucetinha" dando uns goles na cerveja, a menina.
A menina, sem tirar os olhos do corpo do velho, que tinha um monte de gotas de suor escorrendo pela barriga, e vendo aquele pauzão comprido, grosso e cheio de veias pulsantes
que surgia de uma moita de pelos abundante e nada higiênica, dizia toda assustada:
Cielo Riveros: "Pelo amor... não me estupra... não... não... pelo amor... pelo amor"
As súplicas da menina só faziam o velho esquentar mais, que se levantou, subiu na cama
e colocou as pernas dele dos lados dos braços esticados da garota, que continuava amarrada na cabeceira da cama, só que agora ao contrário de como ele a colocou há alguns momentos, com a intenção de fazer um 69. Ele direcionou
o pau pulsante pra boca da menina, que tentou resistir apertando os lábios. Isso fez o velho dar uns Tapas que deixaram as bochechas dela ardendo, o "fuck you" tava putasso e ele estampou outra tapa na bochecha esquerda dela, deixando as maçãs do rosto num vermelho vivo e, não satisfeito com isso, cuspiu na cara dela, a adolescente recebeu deixando escorrer pelos lábios dela "abre a boca, guria, senão vai ser pior". Não tendo outra escolha, a mina abriu os lábios e engoliu de novo aquela pica fedorenta.
O velho em seguida deixou cair todo o peso dele, enfiando a cabeça entre as pernas da colegial, fazendo um 69 perfeito, aparecendo diante dos olhos dele aquela buceta com uns finos pelinhos dourados, os lábios carnudos e rosados, e ele começa a lamber a parte interna das coxas dela pra depois separar os lábios da buceta com os dedos pra poder meter a língua até o fundo da pussy da Evelin, que não podia fazer nada. O velho começou a chupar com vontade o clitóris dela, fazendo a colegial tremer, enquanto o cock dele dava umas bombadas frenéticas na boca dela, fazendo a cabeça da menina quicar uma e outra vez no colchão, entrava e saía da boca dela a pica aguentando as investidas do membro ereto.
A língua do homem continuou dando uma batalha feroz no clitóris da menina enquanto ela, muito a contragosto, sentia um puta prazer, fechava os olhos com força pra aguentar essas sensações, a coisa já tava começando a gostar. Os lábios molhados da mina se apertavam com força em volta daquela pica, ela gemendo diante do ataque sem misericórdia da língua e dos dedos do velho na buceta dela, a menina sentia que o velho deixava cair todo o peso dele sem piedade, a barriga esbelta dela sentia aquele corpo flácido e suado esmagando ela.
As bolas gordas e peludas do zelador, por causa das arremetidas, roçavam na carinha fina dela, a cara dele investia na boca dela, com movimentos rítmicos de quadril fazendo a menina chupar forte e meter bem fundo, até quase tocar as bolas com os lábios. Cielo Riveros sentia como aquela vara penetrava até sua garganta, ela sentia a umidade pegajosa que escorria da ponta.
O velho alternava longas lambidas por toda a rachadinha até o cu pra depois voltar ao clitóris e enfiar a língua nele, agitando-a naquele interior fervente. A menina tinha as pernas completamente abertas, a língua do velho continuava seu trabalho explorando a buceta encharcada de Cielo Riveros, lambendo de ponta a ponta, lambendo o mel que escorre do seu sexo, lambendo gulosamente por dentro o clitóris já inchado da menina. O corpo da menina estremece dos pés à cabeça, e seus gemidos abafados ficam mais intensos.
"Mppphhh....Mpphmm mmmmm... mmmm...mmppmh" gemia Cielo Riveros diante das chupadas intensas que o velho dava, pela pica enorme que tinha na boca e que a empalava sem piedade. O corpo da menina se sacode com violência de mulher. Cielo Riveros chupa com avidez a rola do velho com sua boquinha quente e úmida, sugando desesperada diante do formigamento intenso que a língua ansiosa do velho provocava no seu clitóris. Ela apertava a cabeça dele com as coxas, sentia o corpo convulsionar, o sangue fluía dos pés à cabeça com velocidades e temperaturas indescritíveis. As pernas tremiam, sua bucetinha estava toda molhada e pulsando como se o coração tivesse ido parar lá embaixo. Começou a ficar excitada cada vez mais e mais, sua boca engolia e chupava aquela pica ansiosa do velho, se excitava com o forte sabor de macho que se desprendia da vara do velho, sentindo como ela inchava dentro da sua boca. Suas bochechas vermelhas de excitação involuntária, simplesmente não conseguia evitar que seu corpo respondesse aos ataques e sarradas de um macho no cio. Desesperada, arqueava a cintura completamente excitada.
A língua e a boca do zelador vão insaciáveis do clitóris dela até a bunda, uma e outra vez, sentindo os gemidos e choramingos abafados da colegial, sufocados pelos ataques da pica na boca dela. O homem fazia o que queria. Não só com a buceta da Cielo Riveros, mas também com o cu dela, e as duas partes estavam vermelhas e lubrificadas pelas mordidas fortes e chupadas do velho. A novinha se contorcia e gemia abafado, as costas dela arqueavam ao máximo, os gemidos sufocados da gostosa enchiam o quarto enquanto o corpo dela continuava sentindo aquele calor descontrolado. O corpo dela tremia cada vez que a língua gulosa roçava o clitóris dela. A língua do velho era comprida e ele metia fundo até achar lugares gostosos. A novinha não parava de se contorcer, gemia que nem uma louca, já não aguentava mais. A excitação descontrolava ela, prova disso é que, de repente e sem querer, ela começou a rebolar a bunda contra aquela boca suja e quente, causando mil sensações no velho, que tinha uma cara de puro prazer.
Cielo Riveros se sentia sufocada por causa da respiração ofegante. Ela chupava com força e safadeza a piroca duríssima do velho, os lábios grossos dela apertavam em volta da cabeça vermelha, fazendo o velho sentir que ia gozar. Aquela linguinha da novinha fazia o velho quase esguichar o leite fervendo pra fora. O velho sentiu que não aguentava mais e as primeiras gotas de porra escaparam, e ele chupou com mais voracidade a bucetinha virgem da novinha, fazendo o corpo dela tremer com ondas violentas de prazer. De repente, a novinha sentiu que o corpo não obedecia mais a mente e começou a se contorcer e gemer sem conseguir evitar, estava à beira de um orgasmo. Naquele momento, ela lembrou quando brincava com o clitóris à noite, quando a mãe não estava, e sentiu que isso era ainda melhor do que aquelas noites de prazer. A buceta dela começou a se contrair ritmicamente e os olhos dela se arregalaram. Cielo Riveros parecia sofrer, mas o corpo dela estava completamente possuído pelo prazer que aquele velho dava. "Mppphhh... mpphmm mmmmm... mmmm... mmppmh", gemia Cielo Riveros abafado, sua As pernas dela se enroscaram em volta da cabeça do velho, apertando ela contra a bucetinha dele. O velho enfiava os dedos no cu dela enquanto chupava ela, era um espetáculo bem safado como aquele gordo nojento curtia ela, enquanto o corpo dela continuava sentindo aquele calor descontrolado.
Finalmente, os dois chegaram ao orgasmo inevitável quase ao mesmo tempo. O velho gozou na boquinha da menina, jorros longos de porra quente que ela foi engolindo sem parar de chupar e lamber. A boca sensual dela continuava apertadinha envolvendo a pica, os lábios carnudos e doces dela continuavam sugando ele, a linguinha infantil dela seguia com aquele carinho de mulher na pele da rola do velho, e ele continuava gozando na boca dela sem parar.
Cielo Riveros também tava chegando ao orgasmo, o corpo dela era tomado por tremores e se sacudia violentamente, parecia que queria fugir dos braços do velho, e explodiu num orgasmo enorme e prolongado. O velho sugou todo o suco dela, engolindo tudo.
Então, aos poucos, o ritmo das investidas do velho na boca da menina foi ficando mais lento até que, exausto, ele caiu em cima dela.
Depois, o velho ficou um tempão em cima da menina, muito cansado. Aquela garota tava fazendo os instintos mais baixos dele florescerem, ele curtindo como um louco, fazendo o que queria com o corpo e a mente dela, era uma sensação de poder incrivelmente maravilhosa. A garota, em seguida, sentiu a pica do velho ficar mole na boca dela, perdendo a dureza. A menina também tava completamente esgotada. O zelador tarado tava suando igual um porco por causa do calor que fazia e do esforço físico que tinha feito. Os cheiros do suor dele, do sêmen dele e os que já tinham dentro de casa se misturavam. O velho, em seguida, se virou, saindo de cima da menina, deitando do lado dela e falando: "Que boquete gostoso você me deu, minha rainha", e acariciando os peitos dela, continuou: "Você é bem gostosa, mamãe, e ainda falta o melhor". Ela olhou ele de lado. Com os olhos tristes, mas ao mesmo tempo submissos, ela sabia que devia obedecer. Estava dominada pelo medo e pelas ameaças do velho de não devolver o diário dela. O velho observava o rosto e a boca da garota, que fediam a sêmen. Os olhos dela estavam tristes, mas submissos. Ela estava completamente dominada, era um espetáculo fascinante. O velho se levantou da cama e foi pegar sua cerveja, e vendo a garota amarrada na cama, a pica dele endureceu de novo. A garota estava quieta na cama, como um passarinho ferido. Aos poucos, a respiração dela foi se normalizando. A menina tinha o olhar perdido. Ela estava linda amarrada e deitada na cama, o rosto coberto de restos de sêmen que escorriam pelo canto dos lábios. Os peitos dela estavam cheios de hematomas e marcas de mordidas.
"Ahh, minha putinha, que gozada boa você me fez ter. Fazia tempo que não tinha uma tão boa. Por isso você vai provar uma pica de macho quente no seu cu", dizia o zelador. A garota, já mais calma e percebendo a situação, disse: "Por favor, eu imploro, não faz nada comigo. Eu chupo ela de novo, mas por favor, não faz mais nada, não me estupra", falou a menina.
"Ha ha ha ha, isso mesmo, implora, passarinha, que isso me excita ainda mais. De qualquer jeito, essa bunda vai ser minha, ha ha ha ha ha", dizia o velho, que em seguida desamarrou as mãos da garota da cabeceira da cama e, empurrando-a, virou-a de bruços. "Não, deixa", balbuciou a jovem. Ela estava tão cansada, num estado de cansaço tão grande, que era como uma boneca que podia ser manuseada ao bel-prazer de alguém. Por isso, o velho nem a amarrou mais. Ele colocou um travesseiro debaixo da barriga dela, que fez o rabão de Cielo Riveros se levantar ainda mais. O velho se deliciava com a vista: era um par de bundas jovens impressionantes, grandes, redondas, macias e duras. E não aguentando mais, subiu na cama de novo e começou a beijar as costas da garota. Os lábios dele percorriam as costas da menina, chegando até a bunda dela, para a... em seguida, separar as pernas dela e passar a língua pelas bundonas pra depois abrir as nádegas e enfiar a língua até chegar no cu. Ela lambia com a língua desde o cu até a bucetinha dela, fazendo a garota tremer e começar a ofegar. A menina, ainda no meio do tesão, falava pro velho "não, por favor, para, não faz isso, não me faz nada aí, por favor." Isso deixava o velho ainda mais excitado, que continuava no seu trabalho de chupar e apertar com as mãos ansiosas o enorme par de bundas, passava a língua comprida e áspera pela rachinha dela de cima pra baixo, chegando até o cu e voltando de novo rapidamente, dava lambidas, passava e repassava pelo cuzinho fechado devagar, acariciava com a língua fazendo círculos pequenos ao redor, depois enfiava a língua áspera dentro do cu dela. A menina nunca tinha passado por aquilo, e sentia que era uma sensação tão gostosa, o morbidês daquilo tornava tudo ainda mais prazeroso, ela não conseguia resistir a tanto prazer. Cielo Riveros se sentia como nunca, sendo penetrada por aquela língua, sentia a língua dele no clitóris dela, chupando e mordiscando, e só conseguia ofegar e gemer de prazer. Cielo Riveros gemia, mordia os lábios e semicerrava os olhos "ahhh ahhh ahhh assim ahhhhhh ooohhh assim assim oohh", a jovem gemia e o corpo dela ardia enquanto tremia, presa de sensações e de um formigamento por todo o corpo. O velho em seguida se levantou, apoiando-se nas bundonas duras da menina e disse "se prepara, garota, porque vou meter o pau, você vai saber o que é um homem de verdade". Abrindo as nádegas da menina com as mãos, colocou o pau pulsante na entrada daquele cuzinho fechado. Ela respirava fundo e rápido, como tentando se preparar pra uma dor inevitável, sentiu o calor do corpo do homem gostoso. O velho começou a meter o pau devagar e Cielo Riveros soube que estava perdida. Uma empurrada e o pênis entrou uns milímetros mais dentro dela, a segunda empurrada mais forte já ganhou um Uns centímetros a mais, ela respirou fundo.
Sentia como o virgem cu da novinha fazia uma resistência e como ele, ajudado pelo lubrificado que tava o cu, ia vencendo essa resistência até meter a metade daquela pica grande e grossa e aí ficou parado um tempão curtindo as gostosas contrações que o castigado cu da novinha fazia diante da investida daquele intruso.
Cielo Riveros: "Bastaaaaaahhhhh ahhhhh pelo amor de deus aaahhhhhh paraaaaaa bastaaaa" dizia a novinha empalada, sentia que a bunda dela tava se abrindo e como entrava centímetro por centímetro aquela pica poderosa, as lágrimas dela eram mais abundantes "que buceta apertada você tem, garota" disse o velho fazendo força pra penetrar ela totalmente vencendo a resistência do fechado cu da novinha até empalar ela completamente, a pobre Cielo Riveros sentia que tava partindo ela, porque era grossa demais, as bolas enormes e peludas bateram na bunda gostosa dela e ela só gritou de dor, os olhos dela se dilataram como surpresos, a novinha sentia como aquela pica enchia ela totalmente, os olhos dela se abriram de par em par, as mãos dela se crisparam Cielo Riveros: "Não, pelo amor de deus tira, tá doendo muito, não continua aaaaai, tá machucando aaaaai, dói aaaaai" se ouviam os gritos da novinha.
O velho sem dar bola se deitou em cima dela e começou a foder como um louco, as investidas eram rápidas e potentes fazendo vibrar o corpo da colegial com cada estocada, a novinha quase não tinha mais forças pra resistir "não pelo amor de deus não pelo amor de deus não aguento mais" sussurrou.
"Que cu mais apertado você tem putinha" dizia o velho, o fechado cu da novinha aos poucos foi se adaptando à enorme pica que a violentava e a dor aos poucos foi dando lugar ao prazer, a colegial sentia como a pica do velho deslizava perfeitamente no cu dela provocando um prazer indescritível nunca antes sentido, tavam metendo forte, sentia como entrava e saía, as bolas do velho e o barulho da bunda dela a cada estocada ploc ploc ploc, sentia que a enlouqueciam, já não aguentava mais, "ahhh ahhhh ahhhhhh, ahhhhh ahhhhhhhhhhhhhhhh oooohhh ooohhhhh Cielo Riveros gemia a cada enfiada do velho ao sentir as paredes do cu roçadas por aquele pedaço de carne, a respiração dela era rápida, e tinha um tremor no corpo jovem enquanto o velho a comia como um louco.
Cielo Riveros já não gritava, só ofegava de prazer, gemia mais e mais a cada vez que o velho a enfiava sem piedade, cada vez mais fundo ele a comia com força, com rudeza, louco pela sensação do momento, as enfiadas faziam vibrar as bundonas da garota, ela estava completamente entregue ao velho, sem vontade de resistir, a pica entrava e saía perfurando-a sem contemplações, os ovos do velho faziam barulho contra a bunda dela a cada estocada, ele metia e tirava a pica arrancando gritos de prazer da colegial ao sentir as paredes do cu sendo roçadas por aquela pica, ela tremia, o corpo dela estava transbordando de prazer.
O velho a xingava, dizia "slut, slut, foxy", isso o excitava ainda mais, ele estava curtindo como um louco, ver ela submissa e fodida era algo incrível, ele olhava pra ela com uma cara totalmente descontrolada, a cara de um depravado sexual, e a cada vez, as estocadas dele eram mais selvagens, mais fortes, enquanto gritava que ela era uma slut, ouvir isso excitava a mina de um jeito incrível, ninguém nunca tinha tratado ela assim, e ela começou a suspirar, gozando da enculada selvagem que estava sofrendo, fechava os olhos, apertando os dentes e mordendo os lábios, ela curtia a situação, o velho não parava de dizer "puta grita mais forte como me excita slut como seu cu come minha picaaaa" totalmente fora de si.
Cielo Riveros "Aaaaaaahhhhhhhhhhaaahhhhhhhhhhhhhh uyyyyyyyyyyyyy" gemia a garota desfalecendo de prazer, o zelador continuava metendo forte, dava com tanta força que ao bater na bundona da mina fazia muito barulho, Cielo Riveros estava escorrendo, ele a penetrava tão forte que veio um orgasmo intenso nela. A mina arqueava as costas e empinava a rabeta, querendo que a pica do velho penetrasse mais fundo. A expressão no rosto dela era de dor e prazer ao mesmo tempo, um prazer imenso que ela nunca tinha sentido. A vara tava dando uns orgasmos incontroláveis nela, eu não parava de gemer e me contorcer, os orgasmos iam vindo um atrás do outro no corpo dela. De repente, um orgasmo avassalador, o maior da vida dela, tomou conta naquele momento, e ela gritou como se tivesse possuída pelo demônio: "Aaaahhhhh, ahhhhhhhhh, asiiii, Ahhhh, papiiiii, que riiiiiico, ahhhhhh, papiiiiiiii, uyyyyyyyy", gritava a puta da Cielo Riveros. Os orgasmos atacavam ela um atrás do outro sem piedade, eram tão intensos e seguidos que deixavam ela louca. O velho metia e tirava a tranca com tanta força que cada estocada fazia a novinha gemer, o corpo se contorcia como se fossem espasmos de tanto prazer que ela sentia. O velho deitou de costas e mordia a nuca dela enquanto comia ela, enfiou as mãos por baixo do corpo dela, agarrando as tetonas enormes, e começou a apertar e amassar sem parar de comer ela. Mordia a nuca e o pescoço dela sem dó. A mina tava tão no fogo que não falava nada, só se deixava fazer, só gritava e se contorcia: "Aahhh, ahhh, asiiiiiiii", e empinava mais a rabeta, querendo que a pica do velho cravasse mais fundo. Que foda que o velho dava na Cielo Riveros, ele investia brutal e selvagemente, apertava os peitos e os bicos, e mordia sem dó a nuca e o pescoço. A mina sentia aquela pica enorme enchendo ela toda. O velho ficou quase meia hora arrebentando o cu dela até sentir que ia gozar. Apertou as tetas dela com força e mordeu com gosto o pescoço. A cara da novinha tava totalmente transtornada, com os olhos arregalados. O velho, bufando, gozou em torrentes que inundaram toda a bunda dela, molhando as nádegas e as pernas. Cielo Riveros: "Aaarrrggggghhhhhh", gemeu o velho ao gozar. A mina também teve um orgasmo imenso naquele momento. ao mesmo tempo que eu manifestava através de gritos e gemidos roucos enquanto o corpo dela era tomado por espasmos de prazer e luxúria "aaahhhhh papiiiiiiiuyyyyyyyyyyyyyyy aaahhhhhhhh o orgasmo da menina era interminável, o velho enchia sua bunda macia com bastante porra quente, a menina sentia no cu pela primeira vez o sêmen quente e pegajoso batendo e impregnando as paredes do seu cu e aos poucos enchendo ela com seu fluxo quente. O velho ficou em cima da menina completamente exausto pela puta foda que deu, em seguida o velho Juan tira seu pau ainda duro da bunda da menina e se levantou, a menina ainda com a respiração ofegante olha pra ele sem entender pra onde vai, o velho vai até o abajur e apaga a fraca luminária de mesa deixando o quarto totalmente escuro, não se via nada, era uma escuridão total, e ele subiu de novo na cama pra continuar macetando a gostosa colegial naquela escuridão reinante onde só se ouviam os xingamentos do velho e os gemidos de prazer da menina.
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