Tres días en el paraíso - 3 de 3 -

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TRES DIAS EN EL PARAISO

Parte 3 de 3





Decidimos improvisar de escaladores de montañas, en verdad eran solo unos cerros de poca altura, pero nos habían comentado que el pueblo se veía muy bonito desde arriba y ahí fuimos.

La aventura no resultaría del todo bien, a medio camino nos dimos cuenta de que nos habíamos embarcado en un proyecto demasiado ambicioso, en especial para mí, que arrastraba una lesión de por vida de mis días de jugadora amateur de jockey en mi rodilla izquierda, así que solo decidimos parar y conformarnos con lo que habíamos conseguido, nos sentamos a descansar en un paraje, sacamos unas fotos de recuerdo y bajamos más rápido de lo que subimos.

Volvimos al departamento, descartamos la opción de pasear en bicicleta, mi rodilla no lo permitiría, así que fuimos otra vez por un plan B, nos cambiamos, sacamos el coche y fuimos nuevamente a recorrer el pequeño casco céntrico, vimos vidrieras, compré algunas cosas que se me antojaron y terminamos sin querer en las puertas del restaurante que nos habían recomendado el primer día.



El destino nos llevó a almorzar, Arturo pidió unas carnes asadas a la parrilla y yo fui por un plato de arroz y vegetales, se nos agotaba el tiempo. Un flan con dulce por mi parte y una torta helada por la suya oficiaron de postres, y cerca de las tres de la tarde con un café concluíamos con la panza llena y el corazón contento

Le sugerí a mi esposo volver al complejo, a tomar sol y meternos en la piscina, el día estaba hermoso a pesar del viento que había crecido en intensidad, pero yo, entre tantas cosas, me había comprado un nuevo traje de baño bastante audaz para mi edad, quería que él me viera, aunque con honestidad diré que, por algún tonto motivo al comprarlo, había pensado en esa chica y en las fantasías que me despertaba.


Tres días en el paraíso - 3 de 3 -Chegamos, Arturo me observava à distância enquanto eu colocava o que ele tinha comprado para mim, cavado demais, pequeno demais, chamativo demais. Meu marido tinha ficado excitado só de me ver, mas eu estava pensando na Clara.

Descemos, dessa vez eu realmente mergulhei e nadamos juntos, trocamos uns carinhos com discrição e saímos para pegar um sol, sentando lado a lado.

O vento na minha pele molhada fazia meus mamilos ficarem marcados como dois botões chamativos, e de forma consciente eu buscava a atenção daquela garota, mas naquela tarde, enquanto eu buscava prazer, ela estava com a cabeça enfiada no trabalho e quase passei despercebida aos olhos dela.

O pôr do sol no horizonte marcava para nós o começo do fim. Meu marido tinha deixado para aquela última noite fazer um churrasco na grelha do térreo, algo que era sempre muito gostoso e que ele fazia para mim.

Minha vez era preparar o acompanhamento, e enquanto descascava alguns legumes na cozinha, sentia o crepitar incipiente das lenhas no fogo junto com aquela fumaça característica e aquele aroma adocicado que entrava pela janela que dava para o sul.

Ao mesmo tempo, minha atenção estava no celular que estava a uma curta distância, sobre a mesa principal, e naquele celular eu lembrava de ter agendado de manhã o número da Clara, e isso me dava muita vontade de ligar para ela.

Era curioso, mas naturalmente meu marido deveria ter sido o de propor brincar com aquela jovem, mas para ele ela era um tanto indiferente, segundo suas palavras era um tanto insolente, um tanto desrespeitosa e ele só via nela um par de peitos, mas minha curiosidade de estar uma vez na vida com outra mulher era terrivelmente excitante e eu ficava toda molhada só de pensar nisso.

Sem que ele soubesse, me animei a ligar para ela, conversamos em privado e deixei saber de forma indireta o quão intrigante ela era para mim, palavras foram, palavras vieram, cumplicidade feminina e tudo foi como tinha imaginado.

Horas depois, tivemos o último jantar romântico antes da volta, com luz baixa, um vinho gostoso, carnes grelhadas, uma mistura de legumes e a intimidade de um casal adulto que havia compartilhado muitos anos de vida.

Terminado o jantar, Arturo tinha ficado romântico, mas eu tinha outros planos. Sugeri um último passeio, o tempo tinha mudado de novo e não havia mais ameaça de chuva, era hora de dividir um último sorvete no 'Pingüino'. Ele aceitou e eu me troquei para ele, bem safadinha e um tanto provocante.

Ele ficou surpreso quando peguei as chaves do carro e disse que eu ia dirigir, era parte do meu plano.

O destino era outro, o apartamento da Clara, e ele não entendia nada. Só parei o carro no endereço dela, pedi que me acompanhasse, e quando ela abriu a porta do outro lado, tudo ficou claro demais.

Clara estava irresistível, com os cabelos presos num grande coque, nos olhando através da armação de uns óculos de grau com lentes grossas e armação preta, onde seus olhos azuis ficavam intrigantes num rosto lindo demais. Mais abaixo, um decote enorme para mostrar seus peitões, e era verdade, ela não tinha muitos quadris nem uma bunda chamativa, mas também não precisava.

Arturo balançou a cabeça rindo, das minhas loucuras, da minha surpresa, e ela nos convidou a entrar e sentar numa mesa redonda meio antiga que era o centro da pequena sala principal.

Então ela foi à geladeira e trouxe um pote de sorvete, serviu três taças generosas, deixou uma onde estava meu marido, outra para mim e depois sentou com a dela à minha direita, ao meu lado, me deixando no meio.

Tudo estava indo conforme havíamos planejado. O sorvete derretia na minha boca e nossos olhares diziam demais. Ela o saboreava de um jeito provocante, brincando com a colher entre os lábios e a língua. Em algum momento, ela disse:

"Olha! Você se sujou, dá licença..."

Ela esticou a mão e passou um dedo. delicadamente pelo canto da minha boca, passaram alguns segundos, nos olhamos nos olhos, lambi o dedo dele, gostei de fazer isso, estava nervosa, ansiosa, excitada, com tesão, tudo ao mesmo tempo

Deixei passar alguns segundos e disse

Que boba, você também se sujou...peitaoMas me aproximei e, em vez de um dedo, passei meus lábios perto dos dela, e mais um pouquinho, e outro pouco, até terminarmos fundidos num beijo quente, prolongado e apaixonado, no qual meu marido era apenas um espectador VIP do que acontecia. Nos separamos, fomos por outra colherada, então ela disse:

"Ops! Que tonta eu sou! Me sujei de novo!!!"

Dessa vez, ela tinha derrubado creme nos peitos, e pouco a pouco derretia e escorria pela pele dela. Me senti molhada, respirei com cadência, deixei o que estava fazendo para me ajoelhar entre as pernas dela, seus enormes seios estavam a centímetros do meu rosto, apenas fechei os olhos para passar minha língua por onde estavam manchados, e outra vez, e mais uma, pouco tempo depois já estavam limpos, mas eu só os beijava e lambia com devoção, eram tão grandes, tão invejavelmente perfeitos, abaixei a regata decotada que ela usava, não usava sutiã, e seus mamilos pontiagudos machucavam como adaga.

Ela respirava ofegante, notava em seu peito, aspirando, exalando, enchia minhas mãos com eles, a boca, os acariciava e beijava como eu gostava que fizessem comigo.

Abri os olhos e, para minha surpresa, meu marido estava ao lado dela, nu, e ela chupava seu pau lindo, gostei, e apenas continuei no meu jogo.

Depois, comecei a subir com meus beijos por seu peito alto, por seu pescoço, por seu rosto, busquei seus lábios, mas um pau gostoso se interpunha em nossos beijos, mas não em nossos olhares.

Peguei uma das taças de sorvete semi-derretido que tinha ficado sobre a mesa e enfiei o pau nele, para depois compartilharmos entre nós, foi muito quente e muito frio ao mesmo tempo, o melhor de um homem, o melhor de uma mulher, testículos, glande, lábios, línguas, ouvidos, olhares, tudo fundido em um, até que ela sentenciou:

"Sandra, Arturo, vamos para o quarto, quero ver vocês transando"

Ela tomou a dianteira indicando o caminho, eu no meio, deixando meu vestido cair no chão. Caminho e Arturo fechando o trio por trás

E já estávamos deitados sobre um colchão grande, eu deitada com as pernas abertas, ele por cima, entre as minhas, me penetrando muito gostoso, me fazendo gemer, tudo dentro, de novo e de novo, enchendo meus olhos com o amor da minha vida e a garotinha que ao lado estava terminando de se despir e começava a se masturbar lentamente com o que via.

Mas Clara não ficaria muito tempo como espectadora, ela veio para a cama, e se deitou de lado, invertida à minha posição e notei seu rosto muito perto da nossa intimidade, então, meu marido tirou o pau da minha buceta e meteu na boca dela, ela chupava muito gostoso, eu olhava e acariciava seus cabelos, e ele voltou a me comer, e à boca dela, uma vez, outra vez.

Ela foi mudando de posição, como disfarçando, de estar ao meu lado, passou uma perna sobre mim e ficou de quatro, suas intenções eram óbvias, sua buceta estava muito perto da minha boca, seu clitóris inchado estava encharcado pelos seus fluidos e era muito sugestivo

Arturo, que até então só parecia fazer o que a gente queria, assumiu um papel ativo e disse

vadia safada, quero te comer...

Então ele foi com tudo, se posicionou e meteu até o fundo, arrancando dela um gemido de gata, um miado de prazer, e eu só vi o pau enorme do meu marido desaparecendo dentro do sexo daquela garota

Certamente eu não teria outra oportunidade como essa, e não morreria com o arrependimento de não ter tentado, fui com tudo, passei lentamente a língua pelo seu púbis, pelos lábios, pelo clitóris, continuei pelo tronco que entrava e saía e até pelos seus testículos, uma vez, outra vez, e mais uma

Clara abafou os gemidos entre minhas pernas e começou a me fazer sexo oral, e eu respondi na mesma moeda, só me concentrei no clitóris dela, me agarrei a ele e vieram nossos orgasmos, tudo junto, ao mesmo tempo que o sêmen quente do Arturo transbordava de dentro dela e chegava ao meu rosto na minha boca, onde mais uma vez se misturava o melhor de um homem e de uma mulher.

Ele se afastou exausto. Na idade dele, era difícil manter uma ereção, mas naqueles três dias ele tinha se comportado como um touro. Ele disse que era a vez dele de observar, mas na verdade nós também estávamos numa meseta pós-orgasmos. Só nos beijávamos na boca, uma vez, outra vez. Ela acariciava meus peitos pequenos com a enormidade dos dela e tentava, sem sucesso, entrelaçar as pernas para esfregar a sua vulva na minha. Estava sensível demais e sozinha não teria sido prazeroso.

Ao lado, meu marido estava ficando duro como pedra de novo e, mais uma vez tomando a iniciativa, disse:

"Gata, quero te dar no cu."

Ao que ela respondeu:

"Mmmm... se você me arrombar o cu, eu arrombo o da sua mulher. O que acha? Acho justo, né?"

Eu não entendi bem a proposta, mas ela foi até uma gaveta e, entre suas roupas íntimas, pegou uns lubrificantes e um cinto com uma cock branca enorme, tão grande que fazia a do meu marido parecer até ridícula.

Por alguma razão estranha que não consigo explicar, naqueles três dias eu parecia ter o 'não' proibido, e ela mesma parecia dar as diretrizes. Enquanto ela lubrificava a cock de brinquedo, meu marido fazia o mesmo com a dele.

Ele se sentou, ela montou nele, e bastaram algumas tentativas para que o cuzinho da Clara se rendesse à imponente cock do Arturo.

Era minha vez. Eu fiquei por cima dos dois e, com muito esforço, tentei enfiar, mas era grande demais.trioA experiência acabou sendo boa só pra realizar uma fantasia, na verdade estávamos desconfortáveis e parecíamos mais acrobatas de circo do que amantes de motel, lembrei daquelas bobas fitas condicionadas que tinha assistido e só decidimos mudar, e dessa vez seria eu que queria realizar uma última fantasia.

Disse pra ela deitar e fui montar nela, dessa vez sim, na minha buceta gulosa o brinquedo entrou com mais facilidade, peguei com minhas mãos seus pulsos e levei seus braços pra trás, como se estivesse subjugando ela, comecei a me mexer, olhava nos olhos dela, era sexual.

Arturo veio por trás, a outra parte da minha fantasia, e como tantas vezes tinha feito comigo, enfiou tudo no meu cu.

Tinha ela na frente, ele atrás, gritava, era demais, demais dor, demais prazer, beijava ela, beijava ele, tudo era morrer, naufragar.

Meu marido saiu de onde estava quando já não aguentava mais, veio com o pau a ponto de explodir pra interromper um beijo de mulheres, pra impregnar nossos lábios com porra, pra que a gente se desse um beijo compartilhado, pra entrelaçar nossas línguas grudadas e esbranquiçadas com gosto de homem, pra tocar as portas do céu, sem dúvidas, íamos transar a noite toda.

Ao abrir os olhos, notei pela força da luz que entrava pela janela que o sol já estava muito alto, dei algumas piscadas pra minhas pupilas se ajustarem, tentei me localizar no tempo e espaço, meu braço direito estava dormente pela má posição com aquele formigamento tão chato, tentei virar de lado, mas descobri que Clara tinha as pernas entrelaçadas com as minhas, e nesse movimento senti a opulência dos seios dela nas minhas costas.

Com mais alguns movimentos consegui que ela também abrisse os olhos, ao notar minha presença me presenteou com um sorriso, aqueles sorrisos que se dão depois de uma noite de festa.

Me sentei, estava completamente pelada e ela também, e o engraçado é que eu não tinha... Não fazia ideia onde estavam cada uma das peças de roupa com que ela tinha chegado ao nosso apartamento na noite anterior.

Me estiquei, tentando recuperar a sensação normal do meu braço que parecia anestesiado, e foi aí que meu marido chegou ao quarto. Ele já estava vestido, trazia uma bandeja com um par de xícaras de café preto para nós e, com um sorriso, sentenciou:

— Acordaram as princesas?

E ao se aproximar do nosso lado, dirigindo-se a mim num tom já mais severo, continuou:

— Sandra, amor, está ficando tarde. Temos que passar pelo complexo para pegar nossas coisas, e ainda temos a viagem pela frente.

Nos despedimos de Clara num tom amistoso, sem perguntas. Da mesma forma que ela tinha se enfiado entre nós, agora precisava desaparecer. Ficamos com um futuro em aberto, talvez no ano que vem, ou no outro, quem poderia dizer.

Voltamos, fomos ao apartamento e preparamos nossas coisas num piscar de olhos, entregamos as chaves, trocamos as últimas palavras com dona Rosa, nos dirigimos ao carro e Arturo começou o lento retorno.

Meus olhos grudaram no espelho retrovisor do meu lado, onde eu teria as últimas imagens, até mesmo a placa com a inscrição 'Cabanas el Paraíso' refletida de direita para esquerda.

Antes de pegar a estrada, paramos num posto para abastecer. Seria a última imagem daquele povoado afastado de tudo.

E só aconteceu, só passou. Nossa família, nossos amigos, conhecem parte da história, a história do casamento, mas guardamos a imagem de Clara só para nossa intimidade, para nossas fantasias de casal. E mesmo com o passar do tempo, de vez em quando, na minha mente e na de Arturo, a garota de rosto angelical e peitos enormes se faz presente. Dá tesão falar dela, ele fica excitado com meu lado mulher com mulher, e é só bom.

Vamos vê-la de novo? Não sei, duvido, mas a porta sempre fica aberta.

FIM

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