3 assaltantes entram em casa por engano e descontam na minha mãe. Naquela noite, nada parecia indicar que toda a nossa vida mudaria de repente em poucas horas. Minha irmã tinha saído com o namorado e, como era de se esperar, ia dormir na casa dele. Como eu não tinha planos, fiquei em casa vendo TV com meus pais. Meu pai se chama José, igual a mim, e minha mãe se chama Isabel. Os dois têm a mesma idade, 42 anos, embora minha mãe não aparente a idade tanto quanto meu pai, que tem uma barriga bem grande e já está meio careca há alguns anos. Já minha mãe se conserva muito bem, em parte por causa do trabalho dela, que exige um certo exercício físico.
Era 1h da manhã quando nós três fomos dormir. Era sexta-feira e a TV naquela hora estava bem chata. Acho que não demorei muito para pegar no sono, mas sei que acordei por volta das 2h30 da manhã ouvindo umas vozes que eu não reconhecia. "Pô, você é um idiota mesmo. Dá uma volta pela casa que com certeza deve ter mais alguém." Eu não entendia muito bem o que estava rolando até que vi entrar no meu quarto um cara bem magro, mas muito alto. Ele era preto como carvão e, antes que eu fizesse qualquer coisa, ele se jogou em cima de mim. Ele estava com um rolo de fita isolante na mão, me amordaçou e tapou minha boca. Depois, me pegou no colo e me levou para a sala. Aquele cara, mesmo magro, era bem forte. Com meus 17 anos, não consegui fazer nada para evitar que ele me amordaçasse, e ele não parecia ter nenhum problema em carregar meus 65 quilos.
Quando chegamos na sala, ele me jogou no sofá onde meus pais já estavam nas mesmas condições que eu. Na nossa frente, havia outros dois caras negros: um baixinho e meio gordinho, e outro bem alto e forte. Esse parecia ser o líder e foi o primeiro a falar. "Senhores, desculpem o transtorno. É uma merda ter uma banda tão incompetente que pensava que não tinha ninguém em casa e vocês estavam aqui, os três. Mas fazer o quê, agora já era. Pode ser assim, vamos ser rápidos e isso vai ter sido só um pesadelo pra vocês. Agora vou tirar a mordaça da boca de vocês, não gritem, porque não quero ficar puto." Dito isso, ele deixou uma pistola em cima da TV como ameaça e depois tirou a mordaça da nossa boca. Ele disse pro meu pai que sabia que ele trabalhava pra uma empresa de componentes de informática e que sabia que ele tinha muita grana em casa. Mandou ele contar onde estava o dinheiro e tudo ficaria bem. Como eu entendi, aqueles caras tinham se fodido bonito, e meu pai também falou isso. "Pelo amor de Deus, vocês se enganaram. Eu tenho uma locadora de vídeo. Vocês estão falando do nosso vizinho, que mora no 36, e aqui é o 26." O preto não acreditou, subiu pro quarto dos meus pais e viu na carteira o RG. Na hora ele percebeu que tava procurando o Fernando, o vizinho mais gostoso do condomínio, e não o meu pai. O preto ficou puto da vida, deu vários tapas nos homens dele, que claramente morriam de medo dele. Chamou eles de tudo quanto é nome, e a situação até podia ter sido engraçada se eu e meus pais não estivéssemos amarrados de pés e mãos. "Tá bom, tá bom, vamos nos acalmar. Já era, não tem mais conserto, então o melhor é você me dar o que tem e a gente vazar daqui." Como eu já sabia, meu pai falou que não tínhamos dinheiro em casa, o que era verdade. O homem deu um tapa na cara do meu pai, tipo um aviso de que não queria brincadeira, mas meu pai repetiu que não tínhamos dinheiro em casa. Aí o homem mandou os capangas procurarem alguma grana, e não demorou nem 5 minutos pra eles revirarem tudo e verem que só tinha 100 reais na casa toda. "Porra, porra, tô ficando de muito mau humor. Não vamos sair daqui com 100 putos reais." Nessa hora, o homem que tinha me pegado virou pro chefe dele e disse que já que estavam ali, podiam se pagar com a dona, que era bem gostosa. Obviamente, aquela mulher bem gostosa era a minha mãe, e o chefe achou uma boa ideia. A melhor ideia que o idiota do parceiro dele podia ter, e ainda por cima com uma certa gozação, falou pro meu pai. "A culpa é sua, cavalheiro, se o senhor tivesse dinheiro em casa já tínhamos vazado daqui, mas assim não dá pra ir embora, então sua mulher vai ter que pagar pelo nosso tempo perdido." Minha mãe começou a implorar pra não fazerem mal a gente, choramingando desesperada, sabendo o que ia cair em cima dela, mas aquele homem, que parecia tão educado, falou bem calmamente pra minha mãe. "Olha, senhora, isso é muito simples, sou um cara tranquilo, mas gosto que as pessoas façam o que eu mando. Se a senhora não se comportar direito com a gente, vamos dar um tiro no seu filho e no seu marido, e depois vamos estuprar a senhora. Como pode ver, é melhor a senhora participar do que a gente ter que forçar." Aquele homem me dava um medo do caralho, os outros dois pareciam uns idiotas, mas aquele cara tão calmo era muito frio, e eu sentia que ele não piscaria nem um segundo se tivesse que nos matar ali mesmo. O preto gordinho desamarrou minha mãe, que só estava de camisola e calcinha, que transparentava, e os homens sentaram. "Bom, senhora, já imagina o que tem que fazer. Não se preocupe com seu marido ou seu filho, com certeza eles sabem o que é melhor pra eles e não vão abrir a boca pra nada, a não ser que queiram que as coisas fiquem feias." Aquele filho da puta ia nos humilhar, comendo minha mãe na nossa cara, e deixou claro que era melhor a gente não abrir a boca se não quiséssemos ficar lá estirados com um tiro. Mamãe estava muito nervosa, tirou a camisola por cima da cabeça na frente dos homens e, como conseguiu, desabotoou o sutiã. Era a primeira vez que eu via os peitos da minha mãe em muito tempo; pra idade que ela tinha, os peitos dela estavam bem firmes. Depois, ela baixou a calcinha até os tornozelos e mostrou a buceta dela, que, pra minha surpresa, estava bem cuidada e depilada em formato de triângulo. Minha mãe nua se cobria como podia enquanto os homens riam e elogiavam a virtudes do corpo da minha mãe. "Porra, senhora, essa não é a primeira vez que como uma branca, mas tenho que admitir que nunca vi uma buceta tão bonita quanto a sua" "Nem uns peitos como esses, chefe, que vontade de chupar eles, haha" O chefe se levantou e, para nossa surpresa, foi até a cozinha, voltou com um pote de Nutella, outro de chantilly e um de mel, depois se despíram e sentaram de novo na frente da minha mãe. Mamãe não conseguiu evitar abrir a boca ao ver o que vinha pela frente, o mito dos negros parecia se tornar realidade naqueles homens e, sem serem uns paus enormes de impressionar, pareciam passar dos 15 centímetros. O chefe perguntou pra mamãe se ela tinha jantado, mamãe, estranhando, disse que não "Hahaha, então ótimo, porque pelo menos vai comer a sobremesa". Dito isso, pegou o pote de chantilly, passou o mel pra um dos comparsas e a Nutella pro outro. Sacudiu o pote e se lambuzou de chantilly no pau e nas bolas inteiros, os amigos dele fizeram o mesmo com o mel e a Nutella. "Porra, chefe, isso é uma putaria, me sujei todo" "Não se preocupa, piranha, essa senhora vai limpar tudo com a boca dela" "Bom, rapazes (disse olhando pra mim e pro meu pai), agora quero que vocês incentivem essa senhora a chupar nossas bananas, parece que ela tá meio nervosa e precisa de apoio familiar, sejam convincentes, não quero ficar puto" Aquele porco queria que a gente incentivasse mamãe a chupar aqueles paus na nossa frente, o filho da puta queria nos humilhar de verdade, nem eu nem papai falávamos nada até que aquele homem fez menção de pegar a pistola e meu pai disse "Vai, querida, você sempre adorou banana split" "Isso, mãe, chupa tudo, que certeza que você tá com fome" Reconheço que fomos uns covardes por jogar minha mãe pra chupar os paus deles, mas não tivemos outra escolha. Mamãe se aproximou do sofá onde estavam os 3 homens e se ajoelhou, começou pelo chefe, abriu a boca e enfiou o pau daquele cara o mais fundo que conseguiu, começou a lamber o chantilly que decorava o pau aquele porco, ele lambia as bolas dele e papai e eu víamos como a cabeça da mamãe subia e descia conforme a pica daquele homem entrava e saía da boca da minha pobre mãe. Mamãe enfiava a pica na boca sem usar nem as mãos e aquele homem a humilhava fazendo ela falar o que ele achava da pica dele "Adoro sua pica, tem um gosto muito bom e tenho certeza que a dos seus amigos é igualmente gostosa" Mamãe dizia isso com lágrimas nos olhos, depois passou a chupar a pica do cara do Nutella, deixou a pica limpa e brilhando enquanto o cara gritava "Ahh, meu deus, como essa puta mama bem" Na verdade, quando mamãe passou pro cara do mel, percebi que ela chupava aqueles paus com muito empenho, imaginei que ela sabia que precisava fazer assim se quisesse que tudo terminasse bem naquela noite. O chefe disse "A senhora está indo muito bem, mas não está sendo participativa, vamos, peça o que quiser" Mamãe entendeu perfeitamente e sentou no colo daquele homem enquanto dizia "Me chupa as tetas, por favor!" O chefe riu e começou a lamber os peitos da minha mãe igual um cachorro, quando cansou, mandou minha mãe sentar na pica dele de frente pra nós, mamãe olhou pro chão envergonhada quando, de costas pro cara, foi se sentando devagar na estaca daquele homem que apontava orgulhosa pra buceta da minha mãe, mamãe sentiu a ponta daquela pica e parou, mas então o homem agarrou ela pelos ombros e empurrou pra baixo, fazendo minha mãe ficar completamente empalada por aquela pica, aquilo fez meu pai chorar. Depois o homem mandou ela ficar parada com a pica dele enfiada até o fundo e dizer pro meu pai o que achava da pica dele. Mamãe recusou, mas aquele cara pegou a arma e minha mãe voltou a ser participativa. "Nunca tive uma pica tão grande dentro de mim, adoro sentir ela nas minhas entranhas, sentir como essa pica enorme cresce dentro de mim, quero que esse preto me foda, querido, quero que me foda com a pica enorme dele". "HAHAHA, muito bem mulher, mas a partir de agora eu vou ser seu gostoso e você vai se dirigir ao seu marido como cuck, que é o que ele é desde o momento em que você comeu nossas rolas". Então mamãe gritou: "Me fode, filho da puta, me fode agora, por favor". Aquele homem não se fez de rogado e, pegando mamãe pelos quadris, começou a levantá-la e abaixá-la sobre a pica dele, os peitos de mamãe balançavam pra cima e pra baixo no ritmo das estocadas da pica daquele cara, que enfiava devagar pra depois meter inteira. O cara magro se levantou com a pica na altura da boca de mamãe, que entendeu o que ele queria e começou a chupar a pica daquele cara de novo. O chefe fodia minha mãe com tanta força que a coitada tinha dificuldade pra manter a pica do magricela na boca; mamãe esticou a mão e deu vários tapas na perna do que estava fodendo ela, era como se ela pedisse pra ele ir mais rápido, e o chefe entendeu assim. As estocadas dele eram tão violentas que jogavam mamãe contra a pica do outro homem, fazendo a pica dele chegar até a garganta dela. Mamãe conseguiu tirar a pica da boca por um momento e gritou, pra nossa surpresa: "Ahh, continua, filho da puta, quero ouvir suas bolas batendo em mim". O magricela enfiou de novo na boca dela. Pra nosso nojo, mamãe não aguentava mais, ela estava gozando sem soltar aquela pica da boca, o orgasmo era interminável enquanto o chefe descarregava as bolas dentro da buceta da minha mãe e ela gritava: "Isso, gostoso, inunda minha buceta, me dá seu leite". Antes que mamãe pudesse se recuperar, o magricela começou a gemer que nem um louco e a se contorcer, eu sabia perfeitamente o que vinha: ele agarrou a cabeça de mamãe com força e quatro ou cinco jatos de leite encheram a boca dela, jorros escorriam do queixo de mamãe pro sofá. "Gozei sem nem me tocar, essa mina é foda", disse o magricela enquanto recolhia o sêmen dos lábios de mamãe e enfiava de volta na boca dela. na boca. "Limpa bem pra mim, senhora". Eu e papai já não sabíamos mais se mamãe continuava fazendo o que fazia por obrigação ou porque realmente tava gostando, mas quando os dois que tinham gozado se levantaram, mamãe falou pro gordinho: "Me fode, por favor". Gargalhadas e zoação tomaram conta do quarto, os homens diziam que tinham despertado a puta que minha mãe tinha dentro dela e curtiam a situação de humilhação do meu pai e minha. Mamãe agarrou com uma mão as bolas do gordinho enquanto com a outra sentia a rola dele endurecendo e meteu na boca dela, mamãe chupava igual uma louca. "Olha só a senhora, olha como chupa a mulherzinha de vocês, caras". Quando a rola daquele cara ficou dura o bastante, mamãe ficou de quatro no chão esperando ser fodida pelo preto gordinho, quando o homem não tinha nem colocado metade da rola na buceta da minha mãe, foi ela mesma que se jogou pra trás pra se empalar naquela pica. "Ahhhhh, ahh, me rasga, me rasga". Os peitos de mamãe foram agarrados por aquele cara que começou a meter e tirar devagar, mamãe gritava a cada centímetro, fechava os olhos, o prazer consumia ela, não tinha mais dúvida nenhuma, quando abriu os olhos se deparou com os membros dos outros dois, que começou a alternar na boca dela. Enquanto fazia isso, olhava nos olhos deles: "Cês tão gostando de como eu tô chupando vocês, meninos?" — ela dizia, mais safada do que nunca. Mamãe parecia não reparar na presença do meu pai nem na minha, o fato de pensar em como aqueles homens estavam fodendo ela, de como aquela rola entrava e saía dela, no prazer que ela tava dando com a buceta e com a boca era a única coisa que importava. Não sei como, mas parece que o sexo de sempre com meu pai durante tantos anos de casamento fez com que naquela noite mamãe se sentisse importante, desejada e poderosa, como se a buceta e a boca dela fossem armas capazes de derrubar qualquer homem. O gordinho aumentou a velocidade das estocadas, agarrando ela pelas cadeiras. "Toma, Toma, vagabunda!", ele gritava enquanto sofria uns espasmos do caralho. Mamãe não aguentou mais e gozou de novo que nem uma puta, gritando como se estivesse sendo assassinada: "Ahhhh, ahhh, tô gozando, tô gozando, não para, filho da puta, não para". Ela inundou ele de tal jeito que um monte de líquido grosso escorria de dentro dela pelo pau dele até o sofá. Ele saiu de dentro da mamãe, e ela desabou de prazer. "Muito bem, senhora, muito bem, mas agora, por favor, deixa a gente descansar um pouco, não dá pra te atender como deve ser". Papai e eu ficamos de cara quando vimos a mamãe pelada indo pra cozinha e voltando com umas cervejas que ofereceu pra aqueles homens sem nem olhar na nossa cara. Mamãe nos surpreendeu de novo quando, enquanto os caras bebiam as cervejas deles, ela se ajoelhou e foi de quatro até eles e, com as mãos nas costas, chupou a rola que tava mais perto, a do magrelo. Até os homens se surpreenderam ao ver o tipo de puta que tinham transformado aquela mãe e esposa fiel numa vadia chupa-pau. Era a coisa mais humilhante que eu podia imaginar, mamãe tava morrendo de vontade de chupar aqueles paus e ver eles gozarem no corpo dela, na boca dela. Mamãe chupou os paus do gordinho e do magro, a do chefe na verdade fodeu a boca da minha mãe, papai não conseguia nem acreditar no que tava vendo a mulherzinha dele fazer. Daí o chefe levantou e mandou a mamãe se apoiar nos meus joelhos, mamãe obedeceu sem reclamar, segurou meus joelhos e colocou a bunda pra cima. O chefe enfiou por trás, as estocadas dele eram cada vez mais fortes, e ele disse pra minha mãe que queria que ela me contasse como ela tava se sentindo naquele momento. Mamãe me olhou, eu via os peitos dela pulando a poucos centímetros enquanto o negão fodava ela, e ela me disse sem nenhum pudor: "Como uma puta, como uma puta submissa, continua, filho da puta, fode eu à vontade, quero que vocês gozem dentro, em cima de mim, na minha cara, sou a puta de vocês". Todo mundo riu, mas mamãe tava fora de si, o negão Saiu dela, colocou ela de pé com uma perna de cada lado do corpo, virou a cabeça dela com um tapa e gozou na bochecha dela, no rosto dela. Mamãe esticou a língua e colocou o sêmen dele na boca. "É foda, já tô duro de novo, acabei de gozar e essa branquela me excita tanto que já tô duro outra vez. Senhora, me diz uma coisa, o senhor seu marido e a senhora já fizeram alguma vez pelo cu?" Mamãe respondeu que não e eu já sabia o que aquilo significava. "Isso vai te encantar, quer que a gente meta no seu cu? Vamos ver, quantas picas você quer no seu cu?" Aquele homem queria nos humilhar e sempre conseguia. "Todas que vocês quiserem, quero que vocês arrebentem meu cu", respondeu mamãe. Era impossível que o preto metesse aquela pica enorme no cu virgem da minha mãe, ou pelo menos foi o que pensei quando ele colocou mamãe de quatro no sofá e se posicionou atrás, cuidando pra deixar uma boa visão pro meu pai e pra mim. Ele queria que a gente visse perfeitamente como ele ia enrabar minha mãe, sodomizando ela até a exaustão e ainda por cima com o consentimento da putinha da minha mãe. O homem enfiou a língua no cu de mamãe enquanto os outros olhavam ansiosos, depois um dedo, depois outro, até que se preparou pra meter a pica. Em segundos, enfiou ela toda. A pica daquele preto entrava e saía do cu da minha mãe como um martelo pneumático, uma e outra vez. O cu de mamãe engolia aquele pedaço enorme de carne em barra. Depois de alguns gemidos de dor, mamãe começou a gozar como uma vagabunda e a pedir pra aquele homem arrebentar o cu dela com a pica dele. O preto montava nela puxando meu cabelo quando o gordinho se enfiou debaixo da minha mãe. Eu imaginei o que ia acontecer e pelo que ouvi, mamãe também. "Isso aí, mete ela em mim também, quero duas picas dentro de mim, quero picas, foder porcos, me foder toda." O de baixo enfiou de uma estocada e começou a destruir a buceta da minha mãe. Eles mexiam ela pra cima e pra baixo e riam, mas mamãe estava no paraíso e tentava levantar o olhar e ver como o magrinho que tinha entrado na festa curtia, enfiando e tirando o pau da boca da minha mãe. Eles trocaram de posição e assim minha mãe, que nunca tinha dado o cu, passou a ter 3 paus diferentes passando pelo buraco negro dela. Um por um, foram se ajoelhando atrás e na frente da mamãe, enchendo a boca dela, o cu e a buceta. Já tava bem claro: mamãe era a putinha deles, a submisso, a chupa-rola. Uma porrada de orgasmos invadiu ela enquanto ela agia como a vadiazinha de todo mundo. Depois de uns minutos, todos tinham gozado dentro da mamãe, e ela não conseguiu evitar de gozar de novo e gritar igual uma possessa. Aí o chefe olhou pro relógio e, rindo, falou que já tava tarde demais: "A gente já vai, é melhor ninguém ficar sabendo disso, vai ser nosso segredo, senão eu vou ficar puto pra caralho. Eu saio da cadeia, mas vocês não saem da tumba. Quanto a você, putinha (falou olhando pra mamãe), você foi foda, então a gente se vê de novo." Dito isso, eles vazaram depois de se vestir. Deixaram a gente sentado e a mamãe largada no chão, pelada, banhada de porra, cheirando a sexo. Mamãe nos desamarrou e tentou convencer a gente de que fez tudo por nós. Meu pai acreditou, mas eu não. Vi ela pedir pau pro cu dela com paixão demais e sei que aqueles caras acordaram uma puta na minha mãe.
Era 1h da manhã quando nós três fomos dormir. Era sexta-feira e a TV naquela hora estava bem chata. Acho que não demorei muito para pegar no sono, mas sei que acordei por volta das 2h30 da manhã ouvindo umas vozes que eu não reconhecia. "Pô, você é um idiota mesmo. Dá uma volta pela casa que com certeza deve ter mais alguém." Eu não entendia muito bem o que estava rolando até que vi entrar no meu quarto um cara bem magro, mas muito alto. Ele era preto como carvão e, antes que eu fizesse qualquer coisa, ele se jogou em cima de mim. Ele estava com um rolo de fita isolante na mão, me amordaçou e tapou minha boca. Depois, me pegou no colo e me levou para a sala. Aquele cara, mesmo magro, era bem forte. Com meus 17 anos, não consegui fazer nada para evitar que ele me amordaçasse, e ele não parecia ter nenhum problema em carregar meus 65 quilos.
Quando chegamos na sala, ele me jogou no sofá onde meus pais já estavam nas mesmas condições que eu. Na nossa frente, havia outros dois caras negros: um baixinho e meio gordinho, e outro bem alto e forte. Esse parecia ser o líder e foi o primeiro a falar. "Senhores, desculpem o transtorno. É uma merda ter uma banda tão incompetente que pensava que não tinha ninguém em casa e vocês estavam aqui, os três. Mas fazer o quê, agora já era. Pode ser assim, vamos ser rápidos e isso vai ter sido só um pesadelo pra vocês. Agora vou tirar a mordaça da boca de vocês, não gritem, porque não quero ficar puto." Dito isso, ele deixou uma pistola em cima da TV como ameaça e depois tirou a mordaça da nossa boca. Ele disse pro meu pai que sabia que ele trabalhava pra uma empresa de componentes de informática e que sabia que ele tinha muita grana em casa. Mandou ele contar onde estava o dinheiro e tudo ficaria bem. Como eu entendi, aqueles caras tinham se fodido bonito, e meu pai também falou isso. "Pelo amor de Deus, vocês se enganaram. Eu tenho uma locadora de vídeo. Vocês estão falando do nosso vizinho, que mora no 36, e aqui é o 26." O preto não acreditou, subiu pro quarto dos meus pais e viu na carteira o RG. Na hora ele percebeu que tava procurando o Fernando, o vizinho mais gostoso do condomínio, e não o meu pai. O preto ficou puto da vida, deu vários tapas nos homens dele, que claramente morriam de medo dele. Chamou eles de tudo quanto é nome, e a situação até podia ter sido engraçada se eu e meus pais não estivéssemos amarrados de pés e mãos. "Tá bom, tá bom, vamos nos acalmar. Já era, não tem mais conserto, então o melhor é você me dar o que tem e a gente vazar daqui." Como eu já sabia, meu pai falou que não tínhamos dinheiro em casa, o que era verdade. O homem deu um tapa na cara do meu pai, tipo um aviso de que não queria brincadeira, mas meu pai repetiu que não tínhamos dinheiro em casa. Aí o homem mandou os capangas procurarem alguma grana, e não demorou nem 5 minutos pra eles revirarem tudo e verem que só tinha 100 reais na casa toda. "Porra, porra, tô ficando de muito mau humor. Não vamos sair daqui com 100 putos reais." Nessa hora, o homem que tinha me pegado virou pro chefe dele e disse que já que estavam ali, podiam se pagar com a dona, que era bem gostosa. Obviamente, aquela mulher bem gostosa era a minha mãe, e o chefe achou uma boa ideia. A melhor ideia que o idiota do parceiro dele podia ter, e ainda por cima com uma certa gozação, falou pro meu pai. "A culpa é sua, cavalheiro, se o senhor tivesse dinheiro em casa já tínhamos vazado daqui, mas assim não dá pra ir embora, então sua mulher vai ter que pagar pelo nosso tempo perdido." Minha mãe começou a implorar pra não fazerem mal a gente, choramingando desesperada, sabendo o que ia cair em cima dela, mas aquele homem, que parecia tão educado, falou bem calmamente pra minha mãe. "Olha, senhora, isso é muito simples, sou um cara tranquilo, mas gosto que as pessoas façam o que eu mando. Se a senhora não se comportar direito com a gente, vamos dar um tiro no seu filho e no seu marido, e depois vamos estuprar a senhora. Como pode ver, é melhor a senhora participar do que a gente ter que forçar." Aquele homem me dava um medo do caralho, os outros dois pareciam uns idiotas, mas aquele cara tão calmo era muito frio, e eu sentia que ele não piscaria nem um segundo se tivesse que nos matar ali mesmo. O preto gordinho desamarrou minha mãe, que só estava de camisola e calcinha, que transparentava, e os homens sentaram. "Bom, senhora, já imagina o que tem que fazer. Não se preocupe com seu marido ou seu filho, com certeza eles sabem o que é melhor pra eles e não vão abrir a boca pra nada, a não ser que queiram que as coisas fiquem feias." Aquele filho da puta ia nos humilhar, comendo minha mãe na nossa cara, e deixou claro que era melhor a gente não abrir a boca se não quiséssemos ficar lá estirados com um tiro. Mamãe estava muito nervosa, tirou a camisola por cima da cabeça na frente dos homens e, como conseguiu, desabotoou o sutiã. Era a primeira vez que eu via os peitos da minha mãe em muito tempo; pra idade que ela tinha, os peitos dela estavam bem firmes. Depois, ela baixou a calcinha até os tornozelos e mostrou a buceta dela, que, pra minha surpresa, estava bem cuidada e depilada em formato de triângulo. Minha mãe nua se cobria como podia enquanto os homens riam e elogiavam a virtudes do corpo da minha mãe. "Porra, senhora, essa não é a primeira vez que como uma branca, mas tenho que admitir que nunca vi uma buceta tão bonita quanto a sua" "Nem uns peitos como esses, chefe, que vontade de chupar eles, haha" O chefe se levantou e, para nossa surpresa, foi até a cozinha, voltou com um pote de Nutella, outro de chantilly e um de mel, depois se despíram e sentaram de novo na frente da minha mãe. Mamãe não conseguiu evitar abrir a boca ao ver o que vinha pela frente, o mito dos negros parecia se tornar realidade naqueles homens e, sem serem uns paus enormes de impressionar, pareciam passar dos 15 centímetros. O chefe perguntou pra mamãe se ela tinha jantado, mamãe, estranhando, disse que não "Hahaha, então ótimo, porque pelo menos vai comer a sobremesa". Dito isso, pegou o pote de chantilly, passou o mel pra um dos comparsas e a Nutella pro outro. Sacudiu o pote e se lambuzou de chantilly no pau e nas bolas inteiros, os amigos dele fizeram o mesmo com o mel e a Nutella. "Porra, chefe, isso é uma putaria, me sujei todo" "Não se preocupa, piranha, essa senhora vai limpar tudo com a boca dela" "Bom, rapazes (disse olhando pra mim e pro meu pai), agora quero que vocês incentivem essa senhora a chupar nossas bananas, parece que ela tá meio nervosa e precisa de apoio familiar, sejam convincentes, não quero ficar puto" Aquele porco queria que a gente incentivasse mamãe a chupar aqueles paus na nossa frente, o filho da puta queria nos humilhar de verdade, nem eu nem papai falávamos nada até que aquele homem fez menção de pegar a pistola e meu pai disse "Vai, querida, você sempre adorou banana split" "Isso, mãe, chupa tudo, que certeza que você tá com fome" Reconheço que fomos uns covardes por jogar minha mãe pra chupar os paus deles, mas não tivemos outra escolha. Mamãe se aproximou do sofá onde estavam os 3 homens e se ajoelhou, começou pelo chefe, abriu a boca e enfiou o pau daquele cara o mais fundo que conseguiu, começou a lamber o chantilly que decorava o pau aquele porco, ele lambia as bolas dele e papai e eu víamos como a cabeça da mamãe subia e descia conforme a pica daquele homem entrava e saía da boca da minha pobre mãe. Mamãe enfiava a pica na boca sem usar nem as mãos e aquele homem a humilhava fazendo ela falar o que ele achava da pica dele "Adoro sua pica, tem um gosto muito bom e tenho certeza que a dos seus amigos é igualmente gostosa" Mamãe dizia isso com lágrimas nos olhos, depois passou a chupar a pica do cara do Nutella, deixou a pica limpa e brilhando enquanto o cara gritava "Ahh, meu deus, como essa puta mama bem" Na verdade, quando mamãe passou pro cara do mel, percebi que ela chupava aqueles paus com muito empenho, imaginei que ela sabia que precisava fazer assim se quisesse que tudo terminasse bem naquela noite. O chefe disse "A senhora está indo muito bem, mas não está sendo participativa, vamos, peça o que quiser" Mamãe entendeu perfeitamente e sentou no colo daquele homem enquanto dizia "Me chupa as tetas, por favor!" O chefe riu e começou a lamber os peitos da minha mãe igual um cachorro, quando cansou, mandou minha mãe sentar na pica dele de frente pra nós, mamãe olhou pro chão envergonhada quando, de costas pro cara, foi se sentando devagar na estaca daquele homem que apontava orgulhosa pra buceta da minha mãe, mamãe sentiu a ponta daquela pica e parou, mas então o homem agarrou ela pelos ombros e empurrou pra baixo, fazendo minha mãe ficar completamente empalada por aquela pica, aquilo fez meu pai chorar. Depois o homem mandou ela ficar parada com a pica dele enfiada até o fundo e dizer pro meu pai o que achava da pica dele. Mamãe recusou, mas aquele cara pegou a arma e minha mãe voltou a ser participativa. "Nunca tive uma pica tão grande dentro de mim, adoro sentir ela nas minhas entranhas, sentir como essa pica enorme cresce dentro de mim, quero que esse preto me foda, querido, quero que me foda com a pica enorme dele". "HAHAHA, muito bem mulher, mas a partir de agora eu vou ser seu gostoso e você vai se dirigir ao seu marido como cuck, que é o que ele é desde o momento em que você comeu nossas rolas". Então mamãe gritou: "Me fode, filho da puta, me fode agora, por favor". Aquele homem não se fez de rogado e, pegando mamãe pelos quadris, começou a levantá-la e abaixá-la sobre a pica dele, os peitos de mamãe balançavam pra cima e pra baixo no ritmo das estocadas da pica daquele cara, que enfiava devagar pra depois meter inteira. O cara magro se levantou com a pica na altura da boca de mamãe, que entendeu o que ele queria e começou a chupar a pica daquele cara de novo. O chefe fodia minha mãe com tanta força que a coitada tinha dificuldade pra manter a pica do magricela na boca; mamãe esticou a mão e deu vários tapas na perna do que estava fodendo ela, era como se ela pedisse pra ele ir mais rápido, e o chefe entendeu assim. As estocadas dele eram tão violentas que jogavam mamãe contra a pica do outro homem, fazendo a pica dele chegar até a garganta dela. Mamãe conseguiu tirar a pica da boca por um momento e gritou, pra nossa surpresa: "Ahh, continua, filho da puta, quero ouvir suas bolas batendo em mim". O magricela enfiou de novo na boca dela. Pra nosso nojo, mamãe não aguentava mais, ela estava gozando sem soltar aquela pica da boca, o orgasmo era interminável enquanto o chefe descarregava as bolas dentro da buceta da minha mãe e ela gritava: "Isso, gostoso, inunda minha buceta, me dá seu leite". Antes que mamãe pudesse se recuperar, o magricela começou a gemer que nem um louco e a se contorcer, eu sabia perfeitamente o que vinha: ele agarrou a cabeça de mamãe com força e quatro ou cinco jatos de leite encheram a boca dela, jorros escorriam do queixo de mamãe pro sofá. "Gozei sem nem me tocar, essa mina é foda", disse o magricela enquanto recolhia o sêmen dos lábios de mamãe e enfiava de volta na boca dela. na boca. "Limpa bem pra mim, senhora". Eu e papai já não sabíamos mais se mamãe continuava fazendo o que fazia por obrigação ou porque realmente tava gostando, mas quando os dois que tinham gozado se levantaram, mamãe falou pro gordinho: "Me fode, por favor". Gargalhadas e zoação tomaram conta do quarto, os homens diziam que tinham despertado a puta que minha mãe tinha dentro dela e curtiam a situação de humilhação do meu pai e minha. Mamãe agarrou com uma mão as bolas do gordinho enquanto com a outra sentia a rola dele endurecendo e meteu na boca dela, mamãe chupava igual uma louca. "Olha só a senhora, olha como chupa a mulherzinha de vocês, caras". Quando a rola daquele cara ficou dura o bastante, mamãe ficou de quatro no chão esperando ser fodida pelo preto gordinho, quando o homem não tinha nem colocado metade da rola na buceta da minha mãe, foi ela mesma que se jogou pra trás pra se empalar naquela pica. "Ahhhhh, ahh, me rasga, me rasga". Os peitos de mamãe foram agarrados por aquele cara que começou a meter e tirar devagar, mamãe gritava a cada centímetro, fechava os olhos, o prazer consumia ela, não tinha mais dúvida nenhuma, quando abriu os olhos se deparou com os membros dos outros dois, que começou a alternar na boca dela. Enquanto fazia isso, olhava nos olhos deles: "Cês tão gostando de como eu tô chupando vocês, meninos?" — ela dizia, mais safada do que nunca. Mamãe parecia não reparar na presença do meu pai nem na minha, o fato de pensar em como aqueles homens estavam fodendo ela, de como aquela rola entrava e saía dela, no prazer que ela tava dando com a buceta e com a boca era a única coisa que importava. Não sei como, mas parece que o sexo de sempre com meu pai durante tantos anos de casamento fez com que naquela noite mamãe se sentisse importante, desejada e poderosa, como se a buceta e a boca dela fossem armas capazes de derrubar qualquer homem. O gordinho aumentou a velocidade das estocadas, agarrando ela pelas cadeiras. "Toma, Toma, vagabunda!", ele gritava enquanto sofria uns espasmos do caralho. Mamãe não aguentou mais e gozou de novo que nem uma puta, gritando como se estivesse sendo assassinada: "Ahhhh, ahhh, tô gozando, tô gozando, não para, filho da puta, não para". Ela inundou ele de tal jeito que um monte de líquido grosso escorria de dentro dela pelo pau dele até o sofá. Ele saiu de dentro da mamãe, e ela desabou de prazer. "Muito bem, senhora, muito bem, mas agora, por favor, deixa a gente descansar um pouco, não dá pra te atender como deve ser". Papai e eu ficamos de cara quando vimos a mamãe pelada indo pra cozinha e voltando com umas cervejas que ofereceu pra aqueles homens sem nem olhar na nossa cara. Mamãe nos surpreendeu de novo quando, enquanto os caras bebiam as cervejas deles, ela se ajoelhou e foi de quatro até eles e, com as mãos nas costas, chupou a rola que tava mais perto, a do magrelo. Até os homens se surpreenderam ao ver o tipo de puta que tinham transformado aquela mãe e esposa fiel numa vadia chupa-pau. Era a coisa mais humilhante que eu podia imaginar, mamãe tava morrendo de vontade de chupar aqueles paus e ver eles gozarem no corpo dela, na boca dela. Mamãe chupou os paus do gordinho e do magro, a do chefe na verdade fodeu a boca da minha mãe, papai não conseguia nem acreditar no que tava vendo a mulherzinha dele fazer. Daí o chefe levantou e mandou a mamãe se apoiar nos meus joelhos, mamãe obedeceu sem reclamar, segurou meus joelhos e colocou a bunda pra cima. O chefe enfiou por trás, as estocadas dele eram cada vez mais fortes, e ele disse pra minha mãe que queria que ela me contasse como ela tava se sentindo naquele momento. Mamãe me olhou, eu via os peitos dela pulando a poucos centímetros enquanto o negão fodava ela, e ela me disse sem nenhum pudor: "Como uma puta, como uma puta submissa, continua, filho da puta, fode eu à vontade, quero que vocês gozem dentro, em cima de mim, na minha cara, sou a puta de vocês". Todo mundo riu, mas mamãe tava fora de si, o negão Saiu dela, colocou ela de pé com uma perna de cada lado do corpo, virou a cabeça dela com um tapa e gozou na bochecha dela, no rosto dela. Mamãe esticou a língua e colocou o sêmen dele na boca. "É foda, já tô duro de novo, acabei de gozar e essa branquela me excita tanto que já tô duro outra vez. Senhora, me diz uma coisa, o senhor seu marido e a senhora já fizeram alguma vez pelo cu?" Mamãe respondeu que não e eu já sabia o que aquilo significava. "Isso vai te encantar, quer que a gente meta no seu cu? Vamos ver, quantas picas você quer no seu cu?" Aquele homem queria nos humilhar e sempre conseguia. "Todas que vocês quiserem, quero que vocês arrebentem meu cu", respondeu mamãe. Era impossível que o preto metesse aquela pica enorme no cu virgem da minha mãe, ou pelo menos foi o que pensei quando ele colocou mamãe de quatro no sofá e se posicionou atrás, cuidando pra deixar uma boa visão pro meu pai e pra mim. Ele queria que a gente visse perfeitamente como ele ia enrabar minha mãe, sodomizando ela até a exaustão e ainda por cima com o consentimento da putinha da minha mãe. O homem enfiou a língua no cu de mamãe enquanto os outros olhavam ansiosos, depois um dedo, depois outro, até que se preparou pra meter a pica. Em segundos, enfiou ela toda. A pica daquele preto entrava e saía do cu da minha mãe como um martelo pneumático, uma e outra vez. O cu de mamãe engolia aquele pedaço enorme de carne em barra. Depois de alguns gemidos de dor, mamãe começou a gozar como uma vagabunda e a pedir pra aquele homem arrebentar o cu dela com a pica dele. O preto montava nela puxando meu cabelo quando o gordinho se enfiou debaixo da minha mãe. Eu imaginei o que ia acontecer e pelo que ouvi, mamãe também. "Isso aí, mete ela em mim também, quero duas picas dentro de mim, quero picas, foder porcos, me foder toda." O de baixo enfiou de uma estocada e começou a destruir a buceta da minha mãe. Eles mexiam ela pra cima e pra baixo e riam, mas mamãe estava no paraíso e tentava levantar o olhar e ver como o magrinho que tinha entrado na festa curtia, enfiando e tirando o pau da boca da minha mãe. Eles trocaram de posição e assim minha mãe, que nunca tinha dado o cu, passou a ter 3 paus diferentes passando pelo buraco negro dela. Um por um, foram se ajoelhando atrás e na frente da mamãe, enchendo a boca dela, o cu e a buceta. Já tava bem claro: mamãe era a putinha deles, a submisso, a chupa-rola. Uma porrada de orgasmos invadiu ela enquanto ela agia como a vadiazinha de todo mundo. Depois de uns minutos, todos tinham gozado dentro da mamãe, e ela não conseguiu evitar de gozar de novo e gritar igual uma possessa. Aí o chefe olhou pro relógio e, rindo, falou que já tava tarde demais: "A gente já vai, é melhor ninguém ficar sabendo disso, vai ser nosso segredo, senão eu vou ficar puto pra caralho. Eu saio da cadeia, mas vocês não saem da tumba. Quanto a você, putinha (falou olhando pra mamãe), você foi foda, então a gente se vê de novo." Dito isso, eles vazaram depois de se vestir. Deixaram a gente sentado e a mamãe largada no chão, pelada, banhada de porra, cheirando a sexo. Mamãe nos desamarrou e tentou convencer a gente de que fez tudo por nós. Meu pai acreditou, mas eu não. Vi ela pedir pau pro cu dela com paixão demais e sei que aqueles caras acordaram uma puta na minha mãe.
0 comentários - Família dominada por 3 negões