Minha sobrinha e a melhor amiga dela 3
Esclarecimento
A história não é minha, mas amei e achei muito boa a parada.
Desta vez, minha sobrinha me pede ajuda pra chantagear e dominar a Jenny, uma putinha da sala dela, que tava vendo minha sobrinha ganhar popularidade no colégio por rejeitar os caras e ter um tratamento mais "carinhoso" com a Olivia, a melhor amiga dela. E minha sobrinha faz alguma coisa errada, que eu tenho que castigar ela.
Recebi um vídeo da Verônica, minha sobrinha, onde mostrava a Sonia chupando a bucetinha dela e apalpando os peitões dela, no banheiro do colégio. Eu tava em Madri, por uns treinamentos, e esse era o joguinho dela pra me foder, me mandar vídeos delas se pegando. Minha pica pulou reclamando, e ainda faltavam três dias.
Na última noite, ela me mandou um vídeo, onde mostrava uma loirinha chupando um cara de uns quarenta, dentro de um carro. O cara tava segurando ela pelos cabelos e metendo na boca dela sem piedade. Gozou rápido e a mina, olhando em volta, saiu do carro pegando um papel que o cara entregou pra ela.
- Que porra é essa? Quem é? - perguntei pra minha sobrinha.
- É a vagabunda da Jenny, a putinha da minha sala. Ela me enche o saco toda vez que pode, mas a gente pegou ela sem querer perto da sua casa, com o professor de química. Certeza que é pra passar nas provas ou conseguir os exames pra fazer negócio, e agora a gente vai foder ela.
- E por que você não dá um soco na cara dela quando ela te enche o saco? - perguntei.
- Porque iam me expulsar, e ela sempre me fode pelas costas inventando um monte de merda e fazendo fofoca. Ela tá com inveja porque eu não dou bola pros caras do colégio e porque me dou tão bem com a Sonia - ela me contou.
- E o que você quer que eu faça, meu bem? - perguntei, já temendo a mente doida da minha sobrinha.
- Quero foder ela direito, e pensei que você pode me ajudar. - ela respondeu.
- Tu me assusta - falei.
A gente continuou conversando e ela me contou o plano. Queria chantagear a mina, com a minha ajuda, e gravar enquanto a gente dominava ela. Achei loucura, e falei que a gente via quando eu voltasse pra Barcelona.
Quando saí do avião, vi as duas com um cartaz que dizia "TITIO" com corações e colorido. Tavam lindonas com vestidos estampados de saia. Corta, sem sutiã e com calcinha fio dental. As duas me viram e se jogaram em cima de mim, me beijando toda feliz.
— Hahaha, que doidas vocês são! — falei pra elas.
Pegaram minha mochila e bolsa, e fomos pegar um táxi.
O taxista, enquanto dirigia, não tirava os olhos das duas gazelas me apalpando e beijando o caminho inteiro. O coitado deve ter ficado de pau duro. E eu saí do carro durasso, me escondendo como dava.
— Deixo as coisas e vamos comer, né? — perguntei.
— Eu tenho que ir, minha mãe tá me esperando pra ir na casa da minha tia — falou a Sonia, tristonha.
— Mas a gente dorme aqui hoje, as duas — completou, me olhando com cara de safada.
— Espera que a gente te leva, e assim eu movo o carro — falei, indo pro estacionamento.
— Valeu! Melhor, assim vão me estuprar no caminho — ela disse, se olhando, e todo mundo riu.
— Tô adorando como vocês tão, já não parecem mais umas pirralhas de quebrada, porra — falei, admirando elas.
Elas se pegaram pela mão e se viraram uma pra outra, se mostrando. Meu pau já tava resmungando, mas feliz. Uns velhinhos e nem tão velhos assim também admiraram elas. Que vício que essas duas gazelas têm, pensei.
Joguei as tralhas no porta-malas e, depois de algumas tentativas, liguei furioso minha “Land cruiser 92”. As minas comemoraram, e minha sobrinha colocou música enquanto subíamos a rampa. Ela me olhou com carinho, acariciando minha perna, e disse:
— Você tá mais gostoso, digo, mais moreno.
As duas riram.
— Valeu, bombom, vocês tão cada vez mais tesudas, e parece que tão bem relaxadas — respondi.
— Hahaha! Claro, cê não gostou dos vídeos? — perguntou a Sonia, safada.
— Foi ideia sua? — perguntei, surpreso.
E ela assentiu com cara de safada.
— Olha a magrinha como se solta — falei, provocando mais risadas.
Chegamos na porta da Sonia, e olhando em volta, ela me deu um beijo longo e disse:
— Bem-vindo, à noite a gente se vê. E você, putinha, não deixa ele muito seco — falou pra minha sobrinha.
Rimos e voltamos pra casa.
— Vamos comer fora, ou cê tem algo pra fazer?
— Tenho, mas pode vir em casa comer e foder você. Muda pra hoje à noite.
Minha sobrinha não sabia que a mãe dela tava doida pra eu comer ela, mas mesmo assim ia servir pra esvaziar meus ovos e aproveitar melhor dela.
— Espera um pouco. Acho que falta algo seu aqui — falei, lembrando.
— Porra! — ela murmurou entre os dentes, revirando a bolsa. Tirou uma cadernetinha do colégio e me entregou de cabeça baixa.
Abri, olhando sério, e vi as notas do bimestre. Aí entendi por que a Olivia tinha sumido. As notas eram boas, quase tudo nota azul e vermelha, mas em duas matérias tinha só um "suficiente". E nosso trato era no mínimo nota azul.
— Parece que o boom da Sonia te distraiu — falei puto.
— Que nada, tio, foram provas mais difíceis, e algumas de surpresa — ela se desculpou.
— Por isso que tem que estudar, pra estar preparado — falei num tom de deboche.
Ela não respondeu, sabia que ia piorar, e que não tinha desculpa.
— Porra! Que recepção do caralho — falei alto, pra mim mesmo.
Na hora já soube qual seria o castigo dela, e com certeza ela não esperava.
Chegamos em silêncio na casa dela, e ela foi pro quarto. Tinha quebrado nosso trato, e não sabia como ia pagar.
— Oi, Pender. Como cê tá? Cansado, né? Toma alguma coisa, se serve do que quiser — minha cunhada falou, me dando dois beijos bem efusivos.
— O que que a menina tem que nem cumprimenta? — ela perguntou.
— Notas ruins — falei seco.
— Mas se ela passou em tudo — ela disse, estranhando.
— Um "suficiente" não é passar, é relaxo, e depois acaba reprovando — respondi sério.
Minha cunhada ficou viúva muito nova, com minha sobrinha de oito anos, e sempre me tratou como substituto do pai dela. Sabia que eu cobrava muito dela sempre, mas ultimamente via que tinha melhorado muito nas notas, e agora sabia que era por minha causa, que de algum jeito eu tinha feito ela estudar mais. Então, antes de falar mais nada, mudou de assunto.
— Cê vai ficar pra almoçar? Tem comida sobrando — ela perguntou.
— Valeu — respondi com um sorriso.
Ela saiu pra cozinha e eu... Servi o resto do café que tinha sobrado da manhã e acendi um cigarro. Minha cunhada foi falar com a Verônica, e eu esbocei um sorriso pensando no castigo que tinha preparado pra ela. Mas não podia fazer aquilo se não visse minha cunhada "disposta a me ajudar" sem saber.
—Nada, que ela tá puta, que vai estudar, e que não vai nem comer— minha cunhada disse entrando na cozinha.
Eu não falei nada, não ia discutir, terminei o cigarro e comecei a lavar os trambolhos grandes da pia. Minha cunhada me olhava de canto e depois de um tempo falou:
—Tá mais moreno, cara, que inveja.
—Bom, cê não ia querer pegar esse moreno do jeito que eu peguei— respondi, e a gente riu junto.
—Hahaha! Não, não, de jeito nenhum— ela disse.
Terminei, sequei as mãos e fui falar com a Verônica. Encontrei ela no escritório com um livro, fazendo anotações, toda aplicada. Fiquei atrás dela um tempão observando. Ela tava puta, respirando furiosa, fazendo os peitões dela subirem e descerem, soltos sem sutiã, marcando duas listras na camiseta com os bicos.
—Espera 15 minutos e vem comer— ordenei.
—Sim, amo— ela respondeu, submissa.
Já tava mais puta por não saber o castigo do que por estar com raiva.
A gente já tava comendo melão de sobremesa, eu e minha cunhada, quando a filha dela apareceu e foi na cozinha pegar um prato. Passou feito um fantasma sem falar nada. Minha cunhada me olhou e agradeceu baixinho.
Ela voltou com o prato e sentou bem perto de mim. Queria encostar a perna dela na minha, e eu sabia. Quando senti, levantei e recolhi os pratos perguntando pra minha cunhada:
—Quer o café agora ou mais tarde?
—Daqui a pouco, obrigada, Pender— ela respondeu.
E fui pra cozinha, deixando ela na busca pelo meu calor. Fiz café e fumei meu cigarro enquanto mãe e filha discutiam sussurrando.
A Verônica foi pro quarto dela continuar quebrando a cabeça, e a mãe dela trouxe o que sobrou na mesa pra cozinha. Ficou mexendo nos trem, ligou a lava-louças, com umas poses, o Mais gostosa do que podia, nunca tinha sido boa, mas se achava a tal, e depois da surra que eu dei nela da última vez, tava esperançosa de que eu enfiasse nela. Eu olhava pra ela e meu pau confirmava que não tava afim, mas eu precisava dela pra castigar minha sobrinha. Ela fechou a lava-louças bufando, se apoiou nela e acendeu um cigarro me encarando.
— Se quiser relaxar um pouco, vai pra minha cama. Troquei os lençóis — falou desesperada.
— Não, dormi no avião, não tô cansado. E tenho um monte de trabalho pendente. Mas valeu — respondi sorrindo.
— Como quiser. Vou fazer compras e uns corres — explicou.
Peguei meu celular e mandei mensagem pra Verônica. Ordenei que ela viesse até a cozinha em 20 minutos, sem fazer barulho. Levantei a vista e falei pra minha cunhada:
— E o teu estresse, como é que tá?
Ela ficou sem reação por uns segundos, sem entender minha pergunta, e aí caiu a ficha.
— Ah, esse estresse! Hahaha! Não tava sacando — falou rindo.
— Tô na mesma. Não tenho tempo, nem oportunidade. Bom, um pai da escola parece que tava me olhando, mas não se jogou, e ficou por isso — explicou meio nervosa.
— Deve ter vídeo no YouTube pra aprender a ser puta — falei zoando.
— Já olhei, mas são coisas básicas — respondeu, me deixando de queixo caído.
— Então explora teus atributos. Mostra mais a mercadoria — falei.
Ela agarrou os peitos pequenos, levantou eles e disse:
— É que não tem muito o que mostrar.
— Então sem sutiã — falei.
— Pô, sei não, já não tenho mais idade, né? — perguntou.
— Vê se tira — falei.
Sem pensar duas vezes, tirou a camiseta e arrancou o sutiã. Me olhou sorrindo, e vestiu a camiseta de novo. Eram duas laranjas grandes, meio caídas. Mas tavam boas.
Ela ajeitou a camiseta e perguntou:
— Que tal? Se tiver friozinho, vai ser um espetáculo — falou rindo.
— Balança elas um pouco pra ver como fica — falei, com meu pau também na expectativa.
Ela se mexeu e os peitos balançaram soltos por baixo da camiseta. Já dava pra ver os bicos mais durinhos. Enfiei o rabo na cara dura e ajeitei ele, dizendo:
— Muito melhor, tia, já vai ver como não demora pra te pegarem.
Já tô vendo, já. Parece que seu amiguinho também gostou do que viu — respondeu rindo e se aproximando. Ela se mexeu de novo pra balançar os peitos e, se virando, mostrando a bunda, falou:
— Então vocês gostam delas soltinhas?
— Antigamente era coisa de putinha, mas hoje em dia é até moderno, de feminista louca — falei rindo e colocando a mão na bunda dela, apertando uma nádega.
— E se de vez em quando você der uma animada, melhor ainda — falei pegando um mamilo e torcendo ele de leve.
— Mmmh! Ei, que não sou de pedra. Se a menina nos ver, fodeu — disse ela se colando em mim.
Eu continuava torcendo os mamilos dela, agora um em cada mão, e ela grudada em mim sem ousar mais. E falei:
— Não, é que tenho que ir, não tenho muito tempo. A menina, pode ficar tranquila que vai passar uns dias de cara nos livros — falei já amassando os peitos dela com força.
No final, com o tesão, ela se decidiu e pegou meu zíper, abaixando ele e buscando meu pau já durasso. Ela puxou ele pra fora e arregalou os olhos, dizendo:
— Nossa, Pender! Que beleza!
— Vai, já que me deixou desse jeito, esvazia minhas bolas, que tô há três semanas sem ordenhar elas. Eu fico de olho, por via das dúvidas — falei.
Ela deu um sorriso safado e, se abaixando, disse:
— Claro, cunhado, eu ordenho você quando quiser. Cê já sabe disso, seu safado.
E enfiou o que deu na boca, que senti ardendo de tanto tesão que a coitada tava. Começou a chupar com gosto. Fiquei confortável, acendi outro cigarro e tomei um gole de café, enquanto minha cunhada, já com as duas mãos, me mamava com gana. Ela ainda lembrava como se fazia e tava adorando.
— Mmmh! Muito bem, cunhada! Oooj! Assim, continua, continua! Mmmh! — falei.
Minha sobrinha foi esperta e se posicionou onde só via a mãe de joelhos, toda dedicada no meu pau e de olhos fechados. Mas eu via ela pelo reflexo da moldura de um quadro. Não podia acreditar no que via, ela nos tratava como dois irmãos ou algo assim. Nunca pensei que a gente fosse se pegar. Tava furiosa e prometeu a si mesma tirar notas melhores, só pra me deixar contente e aproveitar a pica que a mãe dela tinha agora na boca.
Depois de um tempo, e sem prática, minha cunhada já tava chupando menos e me batendo uma mais, com a boca cansada. Peguei ela pelos sovacos, levantei ela e subi a camiseta, chupando um peito enquanto desafivelava a calça dela e puxava pra baixo da bunda. Ela segurava minha cabeça agradecida e continuava me batendo uma. Chupei o outro peito com força e ela gemeu de prazer:
- Mmmh! Porra, quanto tempo! Mmmh! Continua, continua mais um pouco, por favor, Mmmmh! - pediu.
Fiz o que ela queria, e enquanto chupava os peitos dela, comecei a esfregar a bucetinha molhada. Ela deu um pulinho quando sentiu minha mão, e logo abriu um pouco as pernas.
- Aaaah! Minha nossa, que delícia! Mmmmh! Porra! Mmmmh! Isso, assim, continua! Mmmh!
Ela se arqueou enquanto eu continuava mordendo os mamilos dela, enfiando quase o peito inteiro na boca, e vi a Verônica. Ela abriu os olhos quando me viu, e tinha uma cara de pena e raiva. Sorri pra ela e virei a mãe dela, girando ela, e coloquei um pano de cozinha na boca dela, que ela mordeu na hora. Esfreguei a pica umas duas vezes e empurrei devagar na buceta molhada dela, fazendo ela gritar com o pano na boca. Enfiei o que dava e ela começou a gritar mais. Parei e comecei a foder ela.
- Mmh! Mmh! Mmh! Aaj! Aaj! Mmmmh! Mmmmh! - ela gemia forte.
Apertei um mamilo dela, segurando ela pelo quadril, e falei:
- Sssshh! Cala a boca, escandalosa.
Ela segurou minha mão no peito e parou de gemer tão alto. Mas minha intenção era o contrário, queria fazer ela gritar, pra foder com a filha dela. E como também tava com pressa, aumentei o ritmo cada vez mais.
- Mmmh! Mmmh! Aaaaaaaj! Aaaaj! Mmmmh! Aaaaj! - ela gemia de novo alto, sem conseguir evitar. Era demais pra ela depois de tanto tempo. Ela começou a gozar, me empurrando pra se afastar, e caiu de joelhos. Eu continuei na minha, olhando pra Verónica e fodendo ela sem piedade. Ela já tava começando a ficar vermelhinha e os bicos dos peitos apontavam pra mim, suplicantes. Ela olhava pro meu pau entrando e saindo rápido, e pra mãe dela como uma boneca nos meus braços.
— Já tô quase! Aguenta, puta, que já tô quase! Mmmh! Aaaaj! Isso, assim, aguenta, aguenta! Aaaajj! — eu falava pra minha pobre cunhada, que se segurava no chão de olhos virados com o segundo orgasmo já, babando de prazer.
— Agora! Agora! Vem, chupa! Engole tudo, puta! — falei pra minha cunhada, tirando o pau dela e virando ela pra mim.
Ela reagiu, tirou o pano de prato da boca e se jogou no meu pau, começando a ordenhar bem na hora.
— Aaaaj! Mmmmh! Assim, engole, engole tudo, puta! Mmmmh! Como você faz bem! Aaaaj! — eu falava, acompanhando com a mão na cabeça dela.
Ela chupou e sorveu com gosto, levantou o olhar e sorriu pra mim. Devolvi o sorriso e, quando já tava bem seco, fechei de vez a porta de correr da cozinha e falei, separando ela:
— Acho que ela vem!
Ela deu o último gole no meu pau, meio triste, e se levantou, arrumando a roupa. Eu guardei o pau na calça, me virei, peguei o café, acendi um cigarro, e a Verónica entrou bem na hora de não pegar a mãe dela.
Ela me olhou cúmplice, segurando o riso, e perguntou:
— Que cheiro é esse? Tá estranho.
A mãe dela, nervosa, respondeu:
— Os vizinhos, devem estar cozinhando alguma coisa esquisita.
Eu, segurando o riso, já que acho que a mãe dela achava que a filha não sabia o cheiro do sexo num lugar fechado, falei:
— É verdade, entra por aqui. — me referindo à janela.
Minha cunhada, coitada, começou a manchar a calça de sangue e eu fiz sinal com o olhar. Ela se olhou e foi pro quarto dela disfarçando.
A Verónica fechou a porta de novo e, se aproximando de mim cabisbaixa, falou:
— Já fui castigada, ou tem mais?
Ela queria sexo, mesmo que fosse pesado, mas ia ter que aguentar até o dia antes da próxima prova. E eu respondi:
— Quando é que você tem alguma prova? — perguntei, tirando o cabelo do rosto dela. — Quinta-feira — respondeu ela.
— Bom, são dois dias. Quarta-feira à noite seu castigo acaba — falei.
— Porra, dois dias?! — reclamou, puxando minha calça na direção dela.
— Quer que eu venha amanhã e coma a bunda dela? Você vai ouvir os gritos dela até com fone de ouvido — ameacei.
— Não, amor, não quero. Aceito meu castigo — respondeu, encostando a cabeça no meu peito.
Com ela, fico tarado em segundos. E ela estava colada em mim, com os peitos duros na minha barriga, e meu pau começou a acordar de novo. Ela sentiu na hora e começou a rir.
— Pobre Sônia, hahaha — disse, rindo e se afastando pra ver meu pau.
Eu também ri e falei:
— Vou te mandar vídeo, não sofre não.
— Ha ha, que engraçado — respondeu com sarcasmo, puxando minha calça de novo na direção dela, mas com raiva.
— Vou embora agora, que essa aí não entende de castigo e tenho muito trabalho.
Não ia levá-la comigo, fazia parte do castigo. Mas a mãe dela não sabia de nada disso e apareceu dizendo:
— Filha, já arrumou tudo? Vamos, que seu tio tem trabalho.
Verônica, me dando um sorriso malicioso, respondeu:
— Sim, mãe, já tô pronta.
E saiu pra pegar as coisas, rebolando a bucetuda pra mim, triunfante.
No caminho, quase não conversamos, e ela ainda tentava processar como eu a tinha castigado usando a mãe dela. Tinha uma dúvida e, sem conseguir evitar, perguntou:
— Você já tinha comido ela antes, ou foi na hora?
Sorri e, parando num semáforo, olhei pra ela e falei:
— Querida, sua mãe já tava querendo que eu comesse ela desde o primeiro dia que a Noemi nos apresentou.
— Porra, nunca imaginei, vocês pareciam irmãos. Foi nojento ver vocês fodendo.
E eu caí na risada, dizendo:
— Pois suas gêmeas ainda tão felizes desde que você nos viu — e apertei um peito dela.
— Buuf! Cala a boca, tô com um tesão danado. Que trepada a minha mãe levou, coitada — falou, meio triste.
— Hahaha! A coitada andava muito sem vergonha ultimamente. Acho que sentia o cheiro do nosso sexo na sua roupa, ou algo assim, e tava me assediando cada vez mais. —Porra, se ela se pendurar em você, vai ver o que é bom. — pensou minha sobrinha em voz alta. E eu ri de novo.
Chegamos em casa, ela ficou à vontade, de camiseta e calcinha, e foi estudar. Eu fiz o mesmo e passamos a tarde até a Sonia me mandar mensagem pra eu buscá-la.
— Vou pegar a Sonia. Pede a janta e descansa um pouco. — falei pra minha sobrinha, dando um beijo nela na despedida.
Fui de moto, é mais rápido, e adoro ter uns peitões encostados nas minhas costas. Ela me acenou quando me viu chegar, e lá estava minha magrinha, com um top justinho, sem sutiã que não deixava nada pra imaginação, e umas legging cortada bem colada.
— Oi, gostosa, quer uma carona?
— Oi, morenão, me leva pra onde quiser. — respondeu, me beijando pelo buraco do capacete.
Guardei a mochila dela e peguei o capacete. Ela subiu e se grudou em mim, sabendo que eu adoro.
— Já castigou ela? — perguntou no caminho.
— Mais ou menos, mas ela vai ter que estudar ou fazer contigo até quarta à noite.
— Hahaha! Coitadinha, vai sofrer. — respondeu.
Estávamos chegando e a Sonia gritou:
— Para, para! Espera um pouco, que aquele é o carro do professor de química.
— O da boquete? — perguntei.
— Sim, segue ele. Certeza que estaciona atrás.
Segui ele, e foi isso. Ele parou atrás do meu prédio, que é uma rua de serviço, bem escura.
Ficamos três carros atrás e esperamos. A Sonia estava com frio e eu falei:
— Desce, vou te dar uma jaqueta que tenho aqui.
Ela desceu e nessa hora a Jenny passou com passo firme, sem reconhecer a Sonia de capacete. Dei a jaqueta pra ela, ela vestiu e me abraçou, se apoiando na moto.
— Vamos esperar um pouco e eu gravo ela de novo. — falou.
Sentei na moto e ela ficou entre minhas pernas, de pé no chão. Não dava pra tirar os capacetes, mas ela enfiou as mãos geladas debaixo da minha jaqueta e eu falei:
— Porra, você tá congelada! Já sabe, da próxima vez veste uma jaqueta. — falei enquanto ela passava a mão no meu corpo, rindo.
Ela começou a brincar com meus mamilos, duros por causa do frio das mãos dela, e eu passei a mão na bunda dela. de pedra. Esperamos um pouco e ela me disse:
— Já volto. — e foi pro carro dela mexendo no celular.
Ficou um tempão gravando e voltou num passo rápido. Liguei a moto e ela subiu ligeira.
— Esse exame saiu mais caro, tava comendo ela de quatro — disse rindo.
— Porra, as meninas do colégio, que perigo que vocês são. — exclamei.
Rimos os dois e, virando a esquina, cheguei na frente do meu prédio e estacionamos. Ela desceu e me devolveu o capacete, arrumando o cabelo no espelho e passando a mão na minha bunda. Entramos no prédio e ela me disse, me empurrando contra a parede:
— Me come aqui.
Olhei pra ela e falei:
— Conheço um lugar melhor, vem.
Levei ela pro quartinho da limpeza, ela levantou o top e eu meti um peitinho inteiro na boca enquanto puxava a legging e a calcinha dela, procurando a bucetinha. Ela puxou minha rola e começou a bater uma rapidão. Troquei de peito e já tava no ponto, a bocetinha dela toda molhada. Dei um beijo nela enquanto virava ela de costas e procurei a entrada quente. Empurrei e fui entrando, ela começou a foder com vontade, dizendo:
— Aaaaah! Três semanas! Aaaaah! Já tava de saco cheio dos dedos! Mmmmh! Que gostoso! Isso, me come!
A gente fodendo no escuro do quartinho, gemendo baixinho e aproveitando.
— Mmmh! Pois é! Mmmh! Também tava com saudade desse corpinho de deusa! Aaaaj! Que bucetinha quente! Mmmmh! Que delícia, amor! — eu dizia.
Rapidão a Olivia chegou no orgasmo, e deixei ela foder do jeito dela enquanto gozava com minhas mãos passando pelo corpo dela.
— Aaaah! Mmmh! Tô gozando! Mmmh! Aaaj! Como eu tava precisando, porra! Ah! Ah! Ah! Mmmmh! Siim! Aaaaaj! — ela falou, diminuindo o ritmo.
Segurei ela pra não cair no chão e fui tirando a rola. Ela se levantou me beijando, e eu subi a legging e a calcinha dela. Levantei ela e comecei a lamber os peitinhos duros, enquanto ela me envolvia com as pernas. Lambia e mordia à vontade, com ela agarrada no meu pescoço, cabeça jogada pra trás, se deliciando. Daí a pouco ela disse:
— Vamos pra casa que vou te encher o saco. Verónica.
Nós dois rimos e eu soltei ela, indo pro elevador. Entramos e, se abaixando, ela tirou meu pau de novo e começou a chupar me sorrindo. Chupava muito rápido e eu tava gozando:
- Mmmmh! Porra, isso! Mmmh! Aaaaj! Muito bom, isso! Mmmh! - falei agradecido.
Parei o elevador e ela engoliu quase toda a pica com força, tirou ela me sorrindo, e guardou de volta na calça como dava. Entramos e minha sobrina continuava estudando. Sonia deu um beijo nela, aproximou o celular, e vimos o vídeo. Sonia esfregava meu pau sem vergonha e eu a bunda dela até a buceta encharcada. Verónica percebeu e suspirou.
- Pobre putinha, cada vez o exame dela sai mais caro - disse Verónica.
- Tem que pensar em como foder ela, e como você vai meter essa pica toda nela, fazer ela gritar e chorar, pra fazer ela sofrer por ser puta. - disse Sonia segurando meu pau com força.
- Mmmmh, é que eu agora não tô a fim de pensar, bom, em meter toda minha pica e fazer gritar, sim - falei louco de tesão, com a bunda dura da Sonia na minha mão e a buceta dela encharcada.
As duas riram.
Ela me empurrou pro meu assento e baixou minha calça e cueca. Tirou a legging e a calcinha com meu pau já na boca. Ia subir e eu virei ela, levantando e dizendo:
- Você pode acalmar minha sobrinha, que já viu sexo demais hoje sem participar.
Minha sobrinha me ouviu, sorriu safada, tirou a camiseta e a calcinha enquanto Sonia enfiava meu pau de novo na bocetinha dela, já mais molhada. Ela se aproximou da Sonia e essa passou a mão no coelhinho dela enquanto enfiava o que dava de um peito na boca. Cavalgava meu pau e batia uma pra minha sobrinha, que me olhava louca de tesão. Eu enfiava dois dedos e esfregava a palma na bocetinha molhada dela, os três gemendo. Eu segurava Sonia pela bunda, amassando e lambendo o pescoço dela, minha sobrina guiava a cabeça de Sonia de um peito pro outro, mexendo a cintura no ritmo com os dedos já encharcados. Ela tirou os dedos e lambeu, mostrando dessa vez três dedos. Minha sobrina, ansiosa, pegou na minha mão e guiou até a bucetinha dela. Aumentou o ritmo da cavalgada e fui descendo a bunda dela devagar, enfiando mais pau. Ela gemia de dor, mas continuava na dela. Minha sobrinha enfiava os dedos com raiva e Sonia mordia os peitos dela.
A primeira foi minha sobrinha, agarrou a cabeça de Sonia e a mão na boceta dela e começou a gozar agradecida:
- Mmmmh! Aaaah! Como você sabe, sua safada! Mmmmh! Que dedinhos você tem! Aaaaj! Tô gozando, porra! Aaaaaj! – falava dando pulinhos porque Sonia mexia os dedos dentro da bucetinha dela, e minha sobrinha tirava e enfiava do jeito que queria, gozando.
Depois Sonia, vendo o que tinha conseguido com a amiga e o quanto de pau já tava entrando, não aguentou muito. Pulava no meu pau com a bunda segura por mim, e minha sobrinha passava a língua nos mamilos dela, enquanto esfregava o clitóris com raiva. Parou, agarrada nos meus joelhos, e eu continuei fodendo ela sem piedade. A bucetinha dela já não era tão pequena, nem tão apertada, mas ardia igual à de uma virgem tarada. Levantou a cabeça e começou a gozar como uma puta:
- Aaaaj! Você me parte, tio! Aaaaj! Tô gozando! Tira um pouco que você me parte, tio! Mmmmmh! Porra, que gostoso! Mmmmh! Sim, assim tá bom! Continua, continua! Mmmmh! Aaaaj! Siiim! – falava entre espasmos. Cravando as unhas nos meus joelhos.
Tive pena dela e tirei um pouco, mas eu já tava quase também, não sei o que dava em mim, mas ver elas se esfregando me deixava a mil. E com Sonia já bem gozada, se beijando com minha sobrinha e se apalpando os peitos uma da outra, comecei a gozar:
- Porra, como vocês me deixam louco, suas safadas! Mmmh! Tô gozando! Aaaaaaj! Mmmmh! Que vício vocês têm! Aaaaj! – falava vendo elas, se esfregando e rindo.
Sonia gemia ao sentir minha porra entrar até o fundo da bucetinha dela e começou a se mexer devagar enquanto eu gozava. Enfiou de novo o quanto pôde de pau e se jogou de costas no meu peito, abraçada com minha sobrinha. Virou e me beijou, enfiando mais pau, e disse:
- Até não entrar tudo, não vou estar desvirgada. Rimos todos.
—Pois melhor pelo cu, querida, por aqui você pode se machucar — falei acariciando as coxas dela.
Ela se mexia devagar e sentia meu pau fodendo ela, doía, mas ela adorava a sensação. Me olhou e, sorrindo, começou a tirá-lo de má vontade. Passou a mão na bunda da minha sobrinha e deu uns tapas, dizendo:
—Pois vai ser pelo cu, igual esse aqui, que já engole ele inteiro.
Caímos na risada de novo.
—Você tá pegando as loucuras do tio — disse minha sobrinha rindo.
—Claro, tanta trepada.
Depois de tanta risada e sexo, estávamos com sede. Elas foram se desgrudando, e eu consegui me levantar e ir até a cozinha pegar uma cerveja e um cigarro. Me servi e fiquei sentado no banco enquanto ouvia elas rirem no banheiro.
Continua.
Recebi um vídeo da Verônica, minha sobrinha, onde mostrava a Sonia chupando a bucetinha dela e apalpando os peitões dela, no banheiro do colégio. Eu tava em Madri, por uns treinamentos, e esse era o joguinho dela pra me foder, me mandar vídeos delas se pegando. Minha pica pulou reclamando, e ainda faltavam três dias.
Na última noite, ela me mandou um vídeo, onde mostrava uma loirinha chupando um cara de uns quarenta, dentro de um carro. O cara tava segurando ela pelos cabelos e metendo na boca dela sem piedade. Gozou rápido e a mina, olhando em volta, saiu do carro pegando um papel que o cara entregou pra ela.
- Que porra é essa? Quem é? - perguntei pra minha sobrinha.
- É a vagabunda da Jenny, a putinha da minha sala. Ela me enche o saco toda vez que pode, mas a gente pegou ela sem querer perto da sua casa, com o professor de química. Certeza que é pra passar nas provas ou conseguir os exames pra fazer negócio, e agora a gente vai foder ela.
- E por que você não dá um soco na cara dela quando ela te enche o saco? - perguntei.
- Porque iam me expulsar, e ela sempre me fode pelas costas inventando um monte de merda e fazendo fofoca. Ela tá com inveja porque eu não dou bola pros caras do colégio e porque me dou tão bem com a Sonia - ela me contou.
- E o que você quer que eu faça, meu bem? - perguntei, já temendo a mente doida da minha sobrinha.
- Quero foder ela direito, e pensei que você pode me ajudar. - ela respondeu.
- Tu me assusta - falei.
A gente continuou conversando e ela me contou o plano. Queria chantagear a mina, com a minha ajuda, e gravar enquanto a gente dominava ela. Achei loucura, e falei que a gente via quando eu voltasse pra Barcelona.
Quando saí do avião, vi as duas com um cartaz que dizia "TITIO" com corações e colorido. Tavam lindonas com vestidos estampados de saia. Corta, sem sutiã e com calcinha fio dental. As duas me viram e se jogaram em cima de mim, me beijando toda feliz.
— Hahaha, que doidas vocês são! — falei pra elas.
Pegaram minha mochila e bolsa, e fomos pegar um táxi.
O taxista, enquanto dirigia, não tirava os olhos das duas gazelas me apalpando e beijando o caminho inteiro. O coitado deve ter ficado de pau duro. E eu saí do carro durasso, me escondendo como dava.
— Deixo as coisas e vamos comer, né? — perguntei.
— Eu tenho que ir, minha mãe tá me esperando pra ir na casa da minha tia — falou a Sonia, tristonha.
— Mas a gente dorme aqui hoje, as duas — completou, me olhando com cara de safada.
— Espera que a gente te leva, e assim eu movo o carro — falei, indo pro estacionamento.
— Valeu! Melhor, assim vão me estuprar no caminho — ela disse, se olhando, e todo mundo riu.
— Tô adorando como vocês tão, já não parecem mais umas pirralhas de quebrada, porra — falei, admirando elas.
Elas se pegaram pela mão e se viraram uma pra outra, se mostrando. Meu pau já tava resmungando, mas feliz. Uns velhinhos e nem tão velhos assim também admiraram elas. Que vício que essas duas gazelas têm, pensei.
Joguei as tralhas no porta-malas e, depois de algumas tentativas, liguei furioso minha “Land cruiser 92”. As minas comemoraram, e minha sobrinha colocou música enquanto subíamos a rampa. Ela me olhou com carinho, acariciando minha perna, e disse:
— Você tá mais gostoso, digo, mais moreno.
As duas riram.
— Valeu, bombom, vocês tão cada vez mais tesudas, e parece que tão bem relaxadas — respondi.
— Hahaha! Claro, cê não gostou dos vídeos? — perguntou a Sonia, safada.
— Foi ideia sua? — perguntei, surpreso.
E ela assentiu com cara de safada.
— Olha a magrinha como se solta — falei, provocando mais risadas.
Chegamos na porta da Sonia, e olhando em volta, ela me deu um beijo longo e disse:
— Bem-vindo, à noite a gente se vê. E você, putinha, não deixa ele muito seco — falou pra minha sobrinha.
Rimos e voltamos pra casa.
— Vamos comer fora, ou cê tem algo pra fazer?
— Tenho, mas pode vir em casa comer e foder você. Muda pra hoje à noite.
Minha sobrinha não sabia que a mãe dela tava doida pra eu comer ela, mas mesmo assim ia servir pra esvaziar meus ovos e aproveitar melhor dela.
— Espera um pouco. Acho que falta algo seu aqui — falei, lembrando.
— Porra! — ela murmurou entre os dentes, revirando a bolsa. Tirou uma cadernetinha do colégio e me entregou de cabeça baixa.
Abri, olhando sério, e vi as notas do bimestre. Aí entendi por que a Olivia tinha sumido. As notas eram boas, quase tudo nota azul e vermelha, mas em duas matérias tinha só um "suficiente". E nosso trato era no mínimo nota azul.
— Parece que o boom da Sonia te distraiu — falei puto.
— Que nada, tio, foram provas mais difíceis, e algumas de surpresa — ela se desculpou.
— Por isso que tem que estudar, pra estar preparado — falei num tom de deboche.
Ela não respondeu, sabia que ia piorar, e que não tinha desculpa.
— Porra! Que recepção do caralho — falei alto, pra mim mesmo.
Na hora já soube qual seria o castigo dela, e com certeza ela não esperava.
Chegamos em silêncio na casa dela, e ela foi pro quarto. Tinha quebrado nosso trato, e não sabia como ia pagar.
— Oi, Pender. Como cê tá? Cansado, né? Toma alguma coisa, se serve do que quiser — minha cunhada falou, me dando dois beijos bem efusivos.
— O que que a menina tem que nem cumprimenta? — ela perguntou.
— Notas ruins — falei seco.
— Mas se ela passou em tudo — ela disse, estranhando.
— Um "suficiente" não é passar, é relaxo, e depois acaba reprovando — respondi sério.
Minha cunhada ficou viúva muito nova, com minha sobrinha de oito anos, e sempre me tratou como substituto do pai dela. Sabia que eu cobrava muito dela sempre, mas ultimamente via que tinha melhorado muito nas notas, e agora sabia que era por minha causa, que de algum jeito eu tinha feito ela estudar mais. Então, antes de falar mais nada, mudou de assunto.
— Cê vai ficar pra almoçar? Tem comida sobrando — ela perguntou.
— Valeu — respondi com um sorriso.
Ela saiu pra cozinha e eu... Servi o resto do café que tinha sobrado da manhã e acendi um cigarro. Minha cunhada foi falar com a Verônica, e eu esbocei um sorriso pensando no castigo que tinha preparado pra ela. Mas não podia fazer aquilo se não visse minha cunhada "disposta a me ajudar" sem saber.
—Nada, que ela tá puta, que vai estudar, e que não vai nem comer— minha cunhada disse entrando na cozinha.
Eu não falei nada, não ia discutir, terminei o cigarro e comecei a lavar os trambolhos grandes da pia. Minha cunhada me olhava de canto e depois de um tempo falou:
—Tá mais moreno, cara, que inveja.
—Bom, cê não ia querer pegar esse moreno do jeito que eu peguei— respondi, e a gente riu junto.
—Hahaha! Não, não, de jeito nenhum— ela disse.
Terminei, sequei as mãos e fui falar com a Verônica. Encontrei ela no escritório com um livro, fazendo anotações, toda aplicada. Fiquei atrás dela um tempão observando. Ela tava puta, respirando furiosa, fazendo os peitões dela subirem e descerem, soltos sem sutiã, marcando duas listras na camiseta com os bicos.
—Espera 15 minutos e vem comer— ordenei.
—Sim, amo— ela respondeu, submissa.
Já tava mais puta por não saber o castigo do que por estar com raiva.
A gente já tava comendo melão de sobremesa, eu e minha cunhada, quando a filha dela apareceu e foi na cozinha pegar um prato. Passou feito um fantasma sem falar nada. Minha cunhada me olhou e agradeceu baixinho.
Ela voltou com o prato e sentou bem perto de mim. Queria encostar a perna dela na minha, e eu sabia. Quando senti, levantei e recolhi os pratos perguntando pra minha cunhada:
—Quer o café agora ou mais tarde?
—Daqui a pouco, obrigada, Pender— ela respondeu.
E fui pra cozinha, deixando ela na busca pelo meu calor. Fiz café e fumei meu cigarro enquanto mãe e filha discutiam sussurrando.
A Verônica foi pro quarto dela continuar quebrando a cabeça, e a mãe dela trouxe o que sobrou na mesa pra cozinha. Ficou mexendo nos trem, ligou a lava-louças, com umas poses, o Mais gostosa do que podia, nunca tinha sido boa, mas se achava a tal, e depois da surra que eu dei nela da última vez, tava esperançosa de que eu enfiasse nela. Eu olhava pra ela e meu pau confirmava que não tava afim, mas eu precisava dela pra castigar minha sobrinha. Ela fechou a lava-louças bufando, se apoiou nela e acendeu um cigarro me encarando.
— Se quiser relaxar um pouco, vai pra minha cama. Troquei os lençóis — falou desesperada.
— Não, dormi no avião, não tô cansado. E tenho um monte de trabalho pendente. Mas valeu — respondi sorrindo.
— Como quiser. Vou fazer compras e uns corres — explicou.
Peguei meu celular e mandei mensagem pra Verônica. Ordenei que ela viesse até a cozinha em 20 minutos, sem fazer barulho. Levantei a vista e falei pra minha cunhada:
— E o teu estresse, como é que tá?
Ela ficou sem reação por uns segundos, sem entender minha pergunta, e aí caiu a ficha.
— Ah, esse estresse! Hahaha! Não tava sacando — falou rindo.
— Tô na mesma. Não tenho tempo, nem oportunidade. Bom, um pai da escola parece que tava me olhando, mas não se jogou, e ficou por isso — explicou meio nervosa.
— Deve ter vídeo no YouTube pra aprender a ser puta — falei zoando.
— Já olhei, mas são coisas básicas — respondeu, me deixando de queixo caído.
— Então explora teus atributos. Mostra mais a mercadoria — falei.
Ela agarrou os peitos pequenos, levantou eles e disse:
— É que não tem muito o que mostrar.
— Então sem sutiã — falei.
— Pô, sei não, já não tenho mais idade, né? — perguntou.
— Vê se tira — falei.
Sem pensar duas vezes, tirou a camiseta e arrancou o sutiã. Me olhou sorrindo, e vestiu a camiseta de novo. Eram duas laranjas grandes, meio caídas. Mas tavam boas.
Ela ajeitou a camiseta e perguntou:
— Que tal? Se tiver friozinho, vai ser um espetáculo — falou rindo.
— Balança elas um pouco pra ver como fica — falei, com meu pau também na expectativa.
Ela se mexeu e os peitos balançaram soltos por baixo da camiseta. Já dava pra ver os bicos mais durinhos. Enfiei o rabo na cara dura e ajeitei ele, dizendo:
— Muito melhor, tia, já vai ver como não demora pra te pegarem.
Já tô vendo, já. Parece que seu amiguinho também gostou do que viu — respondeu rindo e se aproximando. Ela se mexeu de novo pra balançar os peitos e, se virando, mostrando a bunda, falou:
— Então vocês gostam delas soltinhas?
— Antigamente era coisa de putinha, mas hoje em dia é até moderno, de feminista louca — falei rindo e colocando a mão na bunda dela, apertando uma nádega.
— E se de vez em quando você der uma animada, melhor ainda — falei pegando um mamilo e torcendo ele de leve.
— Mmmh! Ei, que não sou de pedra. Se a menina nos ver, fodeu — disse ela se colando em mim.
Eu continuava torcendo os mamilos dela, agora um em cada mão, e ela grudada em mim sem ousar mais. E falei:
— Não, é que tenho que ir, não tenho muito tempo. A menina, pode ficar tranquila que vai passar uns dias de cara nos livros — falei já amassando os peitos dela com força.
No final, com o tesão, ela se decidiu e pegou meu zíper, abaixando ele e buscando meu pau já durasso. Ela puxou ele pra fora e arregalou os olhos, dizendo:
— Nossa, Pender! Que beleza!
— Vai, já que me deixou desse jeito, esvazia minhas bolas, que tô há três semanas sem ordenhar elas. Eu fico de olho, por via das dúvidas — falei.
Ela deu um sorriso safado e, se abaixando, disse:
— Claro, cunhado, eu ordenho você quando quiser. Cê já sabe disso, seu safado.
E enfiou o que deu na boca, que senti ardendo de tanto tesão que a coitada tava. Começou a chupar com gosto. Fiquei confortável, acendi outro cigarro e tomei um gole de café, enquanto minha cunhada, já com as duas mãos, me mamava com gana. Ela ainda lembrava como se fazia e tava adorando.
— Mmmh! Muito bem, cunhada! Oooj! Assim, continua, continua! Mmmh! — falei.
Minha sobrinha foi esperta e se posicionou onde só via a mãe de joelhos, toda dedicada no meu pau e de olhos fechados. Mas eu via ela pelo reflexo da moldura de um quadro. Não podia acreditar no que via, ela nos tratava como dois irmãos ou algo assim. Nunca pensei que a gente fosse se pegar. Tava furiosa e prometeu a si mesma tirar notas melhores, só pra me deixar contente e aproveitar a pica que a mãe dela tinha agora na boca.
Depois de um tempo, e sem prática, minha cunhada já tava chupando menos e me batendo uma mais, com a boca cansada. Peguei ela pelos sovacos, levantei ela e subi a camiseta, chupando um peito enquanto desafivelava a calça dela e puxava pra baixo da bunda. Ela segurava minha cabeça agradecida e continuava me batendo uma. Chupei o outro peito com força e ela gemeu de prazer:
- Mmmh! Porra, quanto tempo! Mmmh! Continua, continua mais um pouco, por favor, Mmmmh! - pediu.
Fiz o que ela queria, e enquanto chupava os peitos dela, comecei a esfregar a bucetinha molhada. Ela deu um pulinho quando sentiu minha mão, e logo abriu um pouco as pernas.
- Aaaah! Minha nossa, que delícia! Mmmmh! Porra! Mmmmh! Isso, assim, continua! Mmmh!
Ela se arqueou enquanto eu continuava mordendo os mamilos dela, enfiando quase o peito inteiro na boca, e vi a Verônica. Ela abriu os olhos quando me viu, e tinha uma cara de pena e raiva. Sorri pra ela e virei a mãe dela, girando ela, e coloquei um pano de cozinha na boca dela, que ela mordeu na hora. Esfreguei a pica umas duas vezes e empurrei devagar na buceta molhada dela, fazendo ela gritar com o pano na boca. Enfiei o que dava e ela começou a gritar mais. Parei e comecei a foder ela.
- Mmh! Mmh! Mmh! Aaj! Aaj! Mmmmh! Mmmmh! - ela gemia forte.
Apertei um mamilo dela, segurando ela pelo quadril, e falei:
- Sssshh! Cala a boca, escandalosa.
Ela segurou minha mão no peito e parou de gemer tão alto. Mas minha intenção era o contrário, queria fazer ela gritar, pra foder com a filha dela. E como também tava com pressa, aumentei o ritmo cada vez mais.
- Mmmh! Mmmh! Aaaaaaaj! Aaaaj! Mmmmh! Aaaaj! - ela gemia de novo alto, sem conseguir evitar. Era demais pra ela depois de tanto tempo. Ela começou a gozar, me empurrando pra se afastar, e caiu de joelhos. Eu continuei na minha, olhando pra Verónica e fodendo ela sem piedade. Ela já tava começando a ficar vermelhinha e os bicos dos peitos apontavam pra mim, suplicantes. Ela olhava pro meu pau entrando e saindo rápido, e pra mãe dela como uma boneca nos meus braços.
— Já tô quase! Aguenta, puta, que já tô quase! Mmmh! Aaaaj! Isso, assim, aguenta, aguenta! Aaaajj! — eu falava pra minha pobre cunhada, que se segurava no chão de olhos virados com o segundo orgasmo já, babando de prazer.
— Agora! Agora! Vem, chupa! Engole tudo, puta! — falei pra minha cunhada, tirando o pau dela e virando ela pra mim.
Ela reagiu, tirou o pano de prato da boca e se jogou no meu pau, começando a ordenhar bem na hora.
— Aaaaj! Mmmmh! Assim, engole, engole tudo, puta! Mmmmh! Como você faz bem! Aaaaj! — eu falava, acompanhando com a mão na cabeça dela.
Ela chupou e sorveu com gosto, levantou o olhar e sorriu pra mim. Devolvi o sorriso e, quando já tava bem seco, fechei de vez a porta de correr da cozinha e falei, separando ela:
— Acho que ela vem!
Ela deu o último gole no meu pau, meio triste, e se levantou, arrumando a roupa. Eu guardei o pau na calça, me virei, peguei o café, acendi um cigarro, e a Verónica entrou bem na hora de não pegar a mãe dela.
Ela me olhou cúmplice, segurando o riso, e perguntou:
— Que cheiro é esse? Tá estranho.
A mãe dela, nervosa, respondeu:
— Os vizinhos, devem estar cozinhando alguma coisa esquisita.
Eu, segurando o riso, já que acho que a mãe dela achava que a filha não sabia o cheiro do sexo num lugar fechado, falei:
— É verdade, entra por aqui. — me referindo à janela.
Minha cunhada, coitada, começou a manchar a calça de sangue e eu fiz sinal com o olhar. Ela se olhou e foi pro quarto dela disfarçando.
A Verónica fechou a porta de novo e, se aproximando de mim cabisbaixa, falou:
— Já fui castigada, ou tem mais?
Ela queria sexo, mesmo que fosse pesado, mas ia ter que aguentar até o dia antes da próxima prova. E eu respondi:
— Quando é que você tem alguma prova? — perguntei, tirando o cabelo do rosto dela. — Quinta-feira — respondeu ela.
— Bom, são dois dias. Quarta-feira à noite seu castigo acaba — falei.
— Porra, dois dias?! — reclamou, puxando minha calça na direção dela.
— Quer que eu venha amanhã e coma a bunda dela? Você vai ouvir os gritos dela até com fone de ouvido — ameacei.
— Não, amor, não quero. Aceito meu castigo — respondeu, encostando a cabeça no meu peito.
Com ela, fico tarado em segundos. E ela estava colada em mim, com os peitos duros na minha barriga, e meu pau começou a acordar de novo. Ela sentiu na hora e começou a rir.
— Pobre Sônia, hahaha — disse, rindo e se afastando pra ver meu pau.
Eu também ri e falei:
— Vou te mandar vídeo, não sofre não.
— Ha ha, que engraçado — respondeu com sarcasmo, puxando minha calça de novo na direção dela, mas com raiva.
— Vou embora agora, que essa aí não entende de castigo e tenho muito trabalho.
Não ia levá-la comigo, fazia parte do castigo. Mas a mãe dela não sabia de nada disso e apareceu dizendo:
— Filha, já arrumou tudo? Vamos, que seu tio tem trabalho.
Verônica, me dando um sorriso malicioso, respondeu:
— Sim, mãe, já tô pronta.
E saiu pra pegar as coisas, rebolando a bucetuda pra mim, triunfante.
No caminho, quase não conversamos, e ela ainda tentava processar como eu a tinha castigado usando a mãe dela. Tinha uma dúvida e, sem conseguir evitar, perguntou:
— Você já tinha comido ela antes, ou foi na hora?
Sorri e, parando num semáforo, olhei pra ela e falei:
— Querida, sua mãe já tava querendo que eu comesse ela desde o primeiro dia que a Noemi nos apresentou.
— Porra, nunca imaginei, vocês pareciam irmãos. Foi nojento ver vocês fodendo.
E eu caí na risada, dizendo:
— Pois suas gêmeas ainda tão felizes desde que você nos viu — e apertei um peito dela.
— Buuf! Cala a boca, tô com um tesão danado. Que trepada a minha mãe levou, coitada — falou, meio triste.
— Hahaha! A coitada andava muito sem vergonha ultimamente. Acho que sentia o cheiro do nosso sexo na sua roupa, ou algo assim, e tava me assediando cada vez mais. —Porra, se ela se pendurar em você, vai ver o que é bom. — pensou minha sobrinha em voz alta. E eu ri de novo.
Chegamos em casa, ela ficou à vontade, de camiseta e calcinha, e foi estudar. Eu fiz o mesmo e passamos a tarde até a Sonia me mandar mensagem pra eu buscá-la.
— Vou pegar a Sonia. Pede a janta e descansa um pouco. — falei pra minha sobrinha, dando um beijo nela na despedida.
Fui de moto, é mais rápido, e adoro ter uns peitões encostados nas minhas costas. Ela me acenou quando me viu chegar, e lá estava minha magrinha, com um top justinho, sem sutiã que não deixava nada pra imaginação, e umas legging cortada bem colada.
— Oi, gostosa, quer uma carona?
— Oi, morenão, me leva pra onde quiser. — respondeu, me beijando pelo buraco do capacete.
Guardei a mochila dela e peguei o capacete. Ela subiu e se grudou em mim, sabendo que eu adoro.
— Já castigou ela? — perguntou no caminho.
— Mais ou menos, mas ela vai ter que estudar ou fazer contigo até quarta à noite.
— Hahaha! Coitadinha, vai sofrer. — respondeu.
Estávamos chegando e a Sonia gritou:
— Para, para! Espera um pouco, que aquele é o carro do professor de química.
— O da boquete? — perguntei.
— Sim, segue ele. Certeza que estaciona atrás.
Segui ele, e foi isso. Ele parou atrás do meu prédio, que é uma rua de serviço, bem escura.
Ficamos três carros atrás e esperamos. A Sonia estava com frio e eu falei:
— Desce, vou te dar uma jaqueta que tenho aqui.
Ela desceu e nessa hora a Jenny passou com passo firme, sem reconhecer a Sonia de capacete. Dei a jaqueta pra ela, ela vestiu e me abraçou, se apoiando na moto.
— Vamos esperar um pouco e eu gravo ela de novo. — falou.
Sentei na moto e ela ficou entre minhas pernas, de pé no chão. Não dava pra tirar os capacetes, mas ela enfiou as mãos geladas debaixo da minha jaqueta e eu falei:
— Porra, você tá congelada! Já sabe, da próxima vez veste uma jaqueta. — falei enquanto ela passava a mão no meu corpo, rindo.
Ela começou a brincar com meus mamilos, duros por causa do frio das mãos dela, e eu passei a mão na bunda dela. de pedra. Esperamos um pouco e ela me disse:
— Já volto. — e foi pro carro dela mexendo no celular.
Ficou um tempão gravando e voltou num passo rápido. Liguei a moto e ela subiu ligeira.
— Esse exame saiu mais caro, tava comendo ela de quatro — disse rindo.
— Porra, as meninas do colégio, que perigo que vocês são. — exclamei.
Rimos os dois e, virando a esquina, cheguei na frente do meu prédio e estacionamos. Ela desceu e me devolveu o capacete, arrumando o cabelo no espelho e passando a mão na minha bunda. Entramos no prédio e ela me disse, me empurrando contra a parede:
— Me come aqui.
Olhei pra ela e falei:
— Conheço um lugar melhor, vem.
Levei ela pro quartinho da limpeza, ela levantou o top e eu meti um peitinho inteiro na boca enquanto puxava a legging e a calcinha dela, procurando a bucetinha. Ela puxou minha rola e começou a bater uma rapidão. Troquei de peito e já tava no ponto, a bocetinha dela toda molhada. Dei um beijo nela enquanto virava ela de costas e procurei a entrada quente. Empurrei e fui entrando, ela começou a foder com vontade, dizendo:
— Aaaaah! Três semanas! Aaaaah! Já tava de saco cheio dos dedos! Mmmmh! Que gostoso! Isso, me come!
A gente fodendo no escuro do quartinho, gemendo baixinho e aproveitando.
— Mmmh! Pois é! Mmmh! Também tava com saudade desse corpinho de deusa! Aaaaj! Que bucetinha quente! Mmmmh! Que delícia, amor! — eu dizia.
Rapidão a Olivia chegou no orgasmo, e deixei ela foder do jeito dela enquanto gozava com minhas mãos passando pelo corpo dela.
— Aaaah! Mmmh! Tô gozando! Mmmh! Aaaj! Como eu tava precisando, porra! Ah! Ah! Ah! Mmmmh! Siim! Aaaaaj! — ela falou, diminuindo o ritmo.
Segurei ela pra não cair no chão e fui tirando a rola. Ela se levantou me beijando, e eu subi a legging e a calcinha dela. Levantei ela e comecei a lamber os peitinhos duros, enquanto ela me envolvia com as pernas. Lambia e mordia à vontade, com ela agarrada no meu pescoço, cabeça jogada pra trás, se deliciando. Daí a pouco ela disse:
— Vamos pra casa que vou te encher o saco. Verónica.
Nós dois rimos e eu soltei ela, indo pro elevador. Entramos e, se abaixando, ela tirou meu pau de novo e começou a chupar me sorrindo. Chupava muito rápido e eu tava gozando:
- Mmmmh! Porra, isso! Mmmh! Aaaaj! Muito bom, isso! Mmmh! - falei agradecido.
Parei o elevador e ela engoliu quase toda a pica com força, tirou ela me sorrindo, e guardou de volta na calça como dava. Entramos e minha sobrina continuava estudando. Sonia deu um beijo nela, aproximou o celular, e vimos o vídeo. Sonia esfregava meu pau sem vergonha e eu a bunda dela até a buceta encharcada. Verónica percebeu e suspirou.
- Pobre putinha, cada vez o exame dela sai mais caro - disse Verónica.
- Tem que pensar em como foder ela, e como você vai meter essa pica toda nela, fazer ela gritar e chorar, pra fazer ela sofrer por ser puta. - disse Sonia segurando meu pau com força.
- Mmmmh, é que eu agora não tô a fim de pensar, bom, em meter toda minha pica e fazer gritar, sim - falei louco de tesão, com a bunda dura da Sonia na minha mão e a buceta dela encharcada.
As duas riram.
Ela me empurrou pro meu assento e baixou minha calça e cueca. Tirou a legging e a calcinha com meu pau já na boca. Ia subir e eu virei ela, levantando e dizendo:
- Você pode acalmar minha sobrinha, que já viu sexo demais hoje sem participar.
Minha sobrinha me ouviu, sorriu safada, tirou a camiseta e a calcinha enquanto Sonia enfiava meu pau de novo na bocetinha dela, já mais molhada. Ela se aproximou da Sonia e essa passou a mão no coelhinho dela enquanto enfiava o que dava de um peito na boca. Cavalgava meu pau e batia uma pra minha sobrinha, que me olhava louca de tesão. Eu enfiava dois dedos e esfregava a palma na bocetinha molhada dela, os três gemendo. Eu segurava Sonia pela bunda, amassando e lambendo o pescoço dela, minha sobrina guiava a cabeça de Sonia de um peito pro outro, mexendo a cintura no ritmo com os dedos já encharcados. Ela tirou os dedos e lambeu, mostrando dessa vez três dedos. Minha sobrina, ansiosa, pegou na minha mão e guiou até a bucetinha dela. Aumentou o ritmo da cavalgada e fui descendo a bunda dela devagar, enfiando mais pau. Ela gemia de dor, mas continuava na dela. Minha sobrinha enfiava os dedos com raiva e Sonia mordia os peitos dela.
A primeira foi minha sobrinha, agarrou a cabeça de Sonia e a mão na boceta dela e começou a gozar agradecida:
- Mmmmh! Aaaah! Como você sabe, sua safada! Mmmmh! Que dedinhos você tem! Aaaaj! Tô gozando, porra! Aaaaaj! – falava dando pulinhos porque Sonia mexia os dedos dentro da bucetinha dela, e minha sobrinha tirava e enfiava do jeito que queria, gozando.
Depois Sonia, vendo o que tinha conseguido com a amiga e o quanto de pau já tava entrando, não aguentou muito. Pulava no meu pau com a bunda segura por mim, e minha sobrinha passava a língua nos mamilos dela, enquanto esfregava o clitóris com raiva. Parou, agarrada nos meus joelhos, e eu continuei fodendo ela sem piedade. A bucetinha dela já não era tão pequena, nem tão apertada, mas ardia igual à de uma virgem tarada. Levantou a cabeça e começou a gozar como uma puta:
- Aaaaj! Você me parte, tio! Aaaaj! Tô gozando! Tira um pouco que você me parte, tio! Mmmmmh! Porra, que gostoso! Mmmmh! Sim, assim tá bom! Continua, continua! Mmmmh! Aaaaj! Siiim! – falava entre espasmos. Cravando as unhas nos meus joelhos.
Tive pena dela e tirei um pouco, mas eu já tava quase também, não sei o que dava em mim, mas ver elas se esfregando me deixava a mil. E com Sonia já bem gozada, se beijando com minha sobrinha e se apalpando os peitos uma da outra, comecei a gozar:
- Porra, como vocês me deixam louco, suas safadas! Mmmh! Tô gozando! Aaaaaaj! Mmmmh! Que vício vocês têm! Aaaaj! – falava vendo elas, se esfregando e rindo.
Sonia gemia ao sentir minha porra entrar até o fundo da bucetinha dela e começou a se mexer devagar enquanto eu gozava. Enfiou de novo o quanto pôde de pau e se jogou de costas no meu peito, abraçada com minha sobrinha. Virou e me beijou, enfiando mais pau, e disse:
- Até não entrar tudo, não vou estar desvirgada. Rimos todos.
—Pois melhor pelo cu, querida, por aqui você pode se machucar — falei acariciando as coxas dela.
Ela se mexia devagar e sentia meu pau fodendo ela, doía, mas ela adorava a sensação. Me olhou e, sorrindo, começou a tirá-lo de má vontade. Passou a mão na bunda da minha sobrinha e deu uns tapas, dizendo:
—Pois vai ser pelo cu, igual esse aqui, que já engole ele inteiro.
Caímos na risada de novo.
—Você tá pegando as loucuras do tio — disse minha sobrinha rindo.
—Claro, tanta trepada.
Depois de tanta risada e sexo, estávamos com sede. Elas foram se desgrudando, e eu consegui me levantar e ir até a cozinha pegar uma cerveja e um cigarro. Me servi e fiquei sentado no banco enquanto ouvia elas rirem no banheiro.
Continua.
Autor:
CachorroLouco
0 comentários - Minha sobrinha e a amiga gostosa 3