Olá! Vendo que vários curtiram meu relato anterior, vou contar outra história que aconteceu nessa mesma viagem, mas antes quero esclarecer umas coisas que no meu primeiro relato não deixei bem claras desde o início. Eu e Laura tínhamos uma história espetacular, nos conhecemos uns dois anos antes dessa viagem e vivíamos o sexo intensamente em todo seu esplendor, a gente trepava de todas as formas que você puder imaginar, ela me deu o cu desde o começo e tomava toda a porra como a boa putinha que era. Sobre a questão de fazer ménage, troca de casais ou ser de mente aberta, a gente não tinha tocado no assunto direito. Nos nossos encontros, fantasiávamos descrevendo como seria foder com outro, com outra ou até com travestis, deixamos claro que um dia poderíamos concretizar algo, mas nunca procuramos nada nessa viagem. Eu já tinha dito a ela que adoraria ver ela sendo comida, mas nunca tinha rolado de verdade.
Bom, como vocês leram no meu relato anterior, ela levou muito a sério a parada de foder com outro, mas nunca me contou, nem me incluiu nesse encontro, pelo menos pra eu ver. Depois disso, não tive coragem de mencionar que a tinha visto e ficou tudo como se ela tivesse conseguido o que queria e me traído com o negão.
Os dias continuaram, a gente fodendo igual loucos, uma coisa que o calor faz e nessas praias que te dão vontade de transar o tempo todo.
Bom, é aqui que começa essa nova história. Passaram uns dias daquela trepada do negão na minha mina e continuávamos nos divertindo pra caralho lá. Um dia, decidimos fazer uma excursão de dia inteiro para a Ilha Saona (é uma ilha comprida e pequenina onde filmaram Piratas do Caribe). A excursão começou de ônibus, viajamos do hotel até outra ponta da ilha, onde de lá saímos em uns barcos grandes até chegar na Ilha Saona, onde íamos comer e depois passar o dia nas praias incríveis que ela tem. Ficamos debaixo de um coqueiro com Nossas cadeiras de praia, e de vez em quando a gente as arrastava pra pegar sol ou ia na água, que tava bem quentinha. Numa dessas, voltando pra cadeira, percebo um casal perto. Ela tava de topless (peitos impressionantes) e ele de sunga (marcando uma porra gigante). Os dois deviam ter uns 40 anos, a gente 30 — eu e Laura, ela com 31 na época. Passamos do lado deles e eles sorriem pra gente, a gente respondeu do mesmo jeito. Chegamos na cadeira, que tava uns 10 metros de distância, e deitamos. Dali dava pra ver eles, já que a gente tava mais atrás, e ficamos pegando sol. Claro que meu olho não conseguia desviar daqueles peitões, e Laura não parava de olhar a porra do cara, e de vez em quando dava uma espiada nas tetas da gostosa. Numa dessas, ela levanta e eu admiro os peitos bem durinhos no sol. Ela olha pra gente e pergunta: "Ouvi vocês falando em espanhol um tempinho atrás, de onde são?" "Da Argentina", responde a Laura. Ela fala que são do Chile, que tão passando uns dias em outro hotel, bem do lado do nosso, e que essa era a segunda vez que vinham pra essa ilha. Perguntam nossos nomes e falam que é bom encontrar gente que fala espanhol e é gente boa, porque a maioria era de outros países e quem falava espanhol era da Espanha, e não costumava querer fazer amizade com ninguém. Perguntaram se podiam sentar nas cadeiras do lado da gente. A gente topou, e em pouco tempo já tava batendo papo sobre tudo: trabalho, família (eles tinham dois filhos). A gente contou que tava junto há uns anos, mas sem filhos ainda. Em questão de horas, já nos tratávamos como amigos de longa data. Eles se chamavam Manuel e Fernanda. Eu de vez em quando olhava pra Laura e percebia que ela não conseguia tirar os olhos daquela porra marcada na sunga. Numa dessas, o Manuel fala: "Vou dar um mergulho. Um tempo depois, tá um calorão e ficar no sol tá me matando, começo a andar em direção à água e a Laura fala: "espera, vou um pouquinho também". Ela vira e me diz: "já volto, love". Falo: "vai, se refresca". Fiquei sentado batendo papo com a Fernanda, enquanto não tirava o olho da Laura de lá.
Daí, não sei como, de repente me toquei que, enquanto olhava pra Laura, a Fernanda me perguntava umas coisas que eu respondia no automático, coisas que iam ficando mais quentes, até chegar num ponto que percebi que ela tava me perguntando coisas íntimas da gente, tipo se a gente já tinha aberto o relacionamento e qual era nossa preferência sexual.
Quando me liguei no que ela tava perguntando, me concentrei naqueles peitos, olhando ela com mais detalhe. A verdade é que ela era linda, olhos castanhos, cabelo preto bem comprido, os peitos terminavam em ponta, tipo cone, sempre fui fascinado por esses. Num momento ela me fala: "como você tá olhando pros meus peitos, gostou?" Fiquei vermelho, falo: "são lindos". Aí ela diz: "são naturais, só dei uma ajustada pra não caírem. Toca neles pra sentir." Fiquei uns segundos encarando ela, até que criei coragem e peguei, cada peito numa mão, apertando de leve, e era uma delícia. Falei: "você tem a pele muito macia e eles são gostosos demais". Aí, sem me responder, ela pergunta: "ela gosta de garotas?" Falo: "nunca ficou com uma garota" (coisa que até então eu achava que era verdade, mas depois descobri que ela tinha tido umas experiências com a prima aos 13 anos). Ela diz: "que pena, sua namorada é uma gostosa, sabe como eu comeria ela? Eu adoro, sou bi, curto tudo e aproveito a vida ao máximo."
Nessa hora, pergunto: "o Manuel é bi?" Ela responde: "sim, ele curte tudo igual a mim. A gente já teve várias experiências com outros, inclusive aqui mesmo com um casal parecido com vocês e também fizemos um menage com um moreno que trabalhava no hotel."
Aí eu me soltei de vez, já que a conversa tava tão aberta e sem frescura, conto o encontro da Laura com o negão, e ela diz, que bom, ela matou a vontade com um pauzão. Falo, é, reconheço que tenho uma boa rola, mas não é a daquele preto de pau grande. Nessa hora, a Fernanda me fala, deixa eu ver, tira ela e me mostra. Vejo que você tá duro por causa da nossa conversa, mostra pra mim que quero ver como tá. Aí fiquei na dúvida, ela diz, o que foi, tá com vergonha? Tem medo de sermos vistos? Olha a Laura lá com o Manuel, ele tá metendo nela debaixo d'água. Viro a cabeça e, de fato, eles estavam submersos até o peito, mas dava pra ver que ele estava atrás dela enfiando a rola na água. Olho de novo pra Fernanda e falo, tá bom. Abaixo a bermuda e ela sai apontada pro céu. Ela olha e diz, que linda, é circuncidado, é judeu? Falo, não, operei quando tinha 20 anos, mas não sou judeu. Ela aproxima a mão, segura na base e me bate uma punheta. Que rola linda você tem, parece limpinha e branquinha. Olha, eu chupava ela aqui mesmo, enfiava na boca até o fundo. Mas tem outras pessoas por perto e vejo que tão vindo pra cá agora. Viro e vejo eles a uns 50 metros, conversando e caminhando na nossa direção. Tiro a mão dela e subo a sunga. Ela dá uma risadinha e, quando chegam, cumprimentamos. Nessa hora, Fernanda fala pra eles, que água gostosa, hein? O Manuel riu, a Laura ficou meio pensativa. Bom, a tarde seguiu com conversa e troca de ideias, mas nada demais. Trocamos os celulares e cada casal voltou pro hotel. De noite, a Fernanda me manda mensagem: falei com o Manuel, ele disse que gosta da Laura, então podemos fazer o seguinte: você fala que vai buscar uns piñas coladas e vem pro meu quarto, e o Manuel vai pro seu quarto pra ficar com a Laura. O que acha? Podemos tentar assim e depois vemos de organizar algo nós quatro juntos. Falo, beleza, me dá um tempo e te mando o número do nosso quarto, e você me manda o de vocês. Jantamos com a Laura e, depois de um tempo, falo pra ela. podia ir pegar uns piñas coladas e uma comida pra cama, né? Ela fala "pode ir, te espero vendo TV, tão passando um filme". Beleza, saio e mando mensagem pra Laura, ela me passa a info, a distância até o hotel onde eles tão é quase a mesma que até o bar, então bora caminhar, tinha um mapa que deram quando a gente chegou com todas as localizações e o hotel deles tava ali do lado.
No meio do caminho, cruzo com o Manuel, ele me olha cúmplice e pergunta "como que a Laura tá me esperando?" Falo "deitada de calcinha vendo um filme", ele solta um "uff", peço por favor se ele pode gravar e tirar fotos, quero ver depois como ela é macetada, ele fala "vou tentar, espero que ela deixe".
Beleza, chego no quarto deles, bato e a Fernanda atende com uma toalha, acabou de sair do banho, ela fala "entra", assim que entro, ela deixa a toalha cair e vejo ela toda pelada, deusa demais! Ela se ajoelha e me abaixa a bermuda e a cueca juntos, pega e começa a chupar que nem louca, enquanto chupa passa a língua e enfia tudo de novo, eu seguro o cabelo molhado dela e a cabeça e aperto mais no meu pau.
Ela tira e fala "me arrebenta em 4 que você me deixa mal desde cedo", sobe na cama que nem uma puta no cio e fica de quatro com a raba pra cima, fico atrás e enfio até o fundo, dava pra ver que ela tava toda molhada, entrei de uma vez.
Ficamos um tempão assim, ela gritava que nem louca, nunca tinha estado com uma mulher que gritasse tanto, ainda mais com aquele sotaque chileno que esquentava demais, ela pede no cu, enfio lá também, como ela gostava do pau, meu deus, enquanto eu macetava a puta, ela falava coisas tipo "imagina quando eu comer a buceta da sua namorada, vou enfiar a língua pra chupar bem, vou chupar toda porque ela é muito gostosa" e um monte de coisa assim, me deixava louco, imaginem eu metendo com tudo, os dois super suados e ela falando como ia comer minha namorada, acabei gozando gostoso dentro. Cu, enchi ele de porra, ela dizia que porra quentinha, na próxima você me dá que eu adoro engolir toda a porra, ficamos exaustos jogados na cama, ela levanta e me mostra o que tem numa mala, olha o que tenho pra dar pra vocês, olho e era um arnês com um pau de borracha médio, falo, você quer dizer dar pra Laura, ela fala não, dar pra vocês dois, porque você daqui não volta pro seu quarto se eu não te comer com isso, falo, você é louca, não curto muito isso, ela fala claro que você vai gostar, todos os homens que me comem, eu fodo eles e dito isso começa a colocar o arnês com aquele pau médio estranho, que tinha dois lados diferentes, depois descobri como funciona, já que me empurrou na cama, começou a chupar minha rola e falou papai, deixa eu meter, você vai gostar, fica entre nós, ela tava chupando tão gostoso que falei bom, tenta, mas se não gostar paramos, assim como estava, passou lubrificante nas duas pontas e enterrou uma na própria buceta e a outra encostou no meu cu, levantou minhas duas pernas e colocou nos ombros dela, dito isso, encostou a cabeça do pau, fala é de tamanho médio pra pequeno, não vai doer, começou a meter e de vez em quando parava pra meu cu assimilar e continuava metendo, depois que meteu, começou a meter e tirar rápido, falando de tudo, você é meu, como eu gosto de meter em você e outras coisas, me comeu assim por um tempo, depois me colocou de quatro e continuou me dando enquanto de vez em quando passava a mão e me batia uma punheta gostosa, eu naquele momento esqueci de tudo, nem lembrava que a Laura provavelmente tava sendo fodida pra caralho, só vivia o momento quente com a chilena, me fez gozar me comendo e me punhetando com a mão dela, soltei o dobro de porra, que caiu boa parte na cama e na mão dela, e a da mão ela engoliu tudo passando a língua e falando que porra gostosa. Ficamos jogados os dois, já não tinha nem força pra levantar, ela olha o celular e me fala, Manuel Acabou de me escrever, já terminaram também, vai ficar mais 15 minutinhos e vem pra cá, que tal eu chupar você mais um pouco e você voltar pra Laura, beleza?
Falei beleza, a pica tava doendo, o cu tava doendo, mas quando senti a língua da Fernanda na minha cabeça, fechei os olhos e curti.
Quando voltei, no caminho não cruzei com o Manuel, talvez ele foi por outro lado, sei lá, mas quando cheguei, a Laura tava sozinha, pelada na cama me esperando. Ela disse: "O Manuel veio, me comeu pra caralho e disse que você também tava comendo a Fernanda na mesma hora. Por que não me contou nada? Vocês estavam combinando tudo e escondendo de mim?" Ela começou a rir e falou: "Esses chilenos são uns putos."
Continuamos conversando, contei que a Fernanda quer comer ela, falei do cinto, ela ficou surpresa. Falei: "Gostei muito, ela tem muita experiência." Laura disse que o Manuel contou que a Fernanda é bi e que fantasiava com ela. Falei: "Agora querem um encontro entre os quatro, não sei se casais separados ou trocando entre os quatro." Aí Laura respondeu: "Adoraria isso." Aí me abri e falei: "Por que não conversamos tudo isso antes?" Contei que vi ela com o negão, ela congelou na hora. Falei: "Sem drama, vi você toda no encontro com o negão e me excitou, gosto que outros te comam e podemos viver o sexo de outras formas." Ela disse: "Que bom que você viu, sentia um peso em esconder e queria te contar, mas não sabia como." Naquela noite nos abraçamos, nos beijamos e nem eu nem ela conseguimos transar de tão bom que tinha sido antes com nossos respectivos amantes. Mas posso contar que na manhã seguinte, Laura me acordou com um matinal espetacular, que terminou num 69 bem babado.
Na próxima, conto o encontro final dos quatro com todos os detalhes e também o que a Laura me contou do encontro com o Manuel.
Abraços
1ª parte http://www.poringa.net/posts/relatos/5165021/Engano-de-mi-novia-en-un-viaje-a-Republica-Dominicana.html
3ª Parte: http://www.poringa.net/posts/relatos/5169435/Ultima-parte-de-nuestro-viaje-en-Dominicana.html
Bom, como vocês leram no meu relato anterior, ela levou muito a sério a parada de foder com outro, mas nunca me contou, nem me incluiu nesse encontro, pelo menos pra eu ver. Depois disso, não tive coragem de mencionar que a tinha visto e ficou tudo como se ela tivesse conseguido o que queria e me traído com o negão.
Os dias continuaram, a gente fodendo igual loucos, uma coisa que o calor faz e nessas praias que te dão vontade de transar o tempo todo.
Bom, é aqui que começa essa nova história. Passaram uns dias daquela trepada do negão na minha mina e continuávamos nos divertindo pra caralho lá. Um dia, decidimos fazer uma excursão de dia inteiro para a Ilha Saona (é uma ilha comprida e pequenina onde filmaram Piratas do Caribe). A excursão começou de ônibus, viajamos do hotel até outra ponta da ilha, onde de lá saímos em uns barcos grandes até chegar na Ilha Saona, onde íamos comer e depois passar o dia nas praias incríveis que ela tem. Ficamos debaixo de um coqueiro com Nossas cadeiras de praia, e de vez em quando a gente as arrastava pra pegar sol ou ia na água, que tava bem quentinha. Numa dessas, voltando pra cadeira, percebo um casal perto. Ela tava de topless (peitos impressionantes) e ele de sunga (marcando uma porra gigante). Os dois deviam ter uns 40 anos, a gente 30 — eu e Laura, ela com 31 na época. Passamos do lado deles e eles sorriem pra gente, a gente respondeu do mesmo jeito. Chegamos na cadeira, que tava uns 10 metros de distância, e deitamos. Dali dava pra ver eles, já que a gente tava mais atrás, e ficamos pegando sol. Claro que meu olho não conseguia desviar daqueles peitões, e Laura não parava de olhar a porra do cara, e de vez em quando dava uma espiada nas tetas da gostosa. Numa dessas, ela levanta e eu admiro os peitos bem durinhos no sol. Ela olha pra gente e pergunta: "Ouvi vocês falando em espanhol um tempinho atrás, de onde são?" "Da Argentina", responde a Laura. Ela fala que são do Chile, que tão passando uns dias em outro hotel, bem do lado do nosso, e que essa era a segunda vez que vinham pra essa ilha. Perguntam nossos nomes e falam que é bom encontrar gente que fala espanhol e é gente boa, porque a maioria era de outros países e quem falava espanhol era da Espanha, e não costumava querer fazer amizade com ninguém. Perguntaram se podiam sentar nas cadeiras do lado da gente. A gente topou, e em pouco tempo já tava batendo papo sobre tudo: trabalho, família (eles tinham dois filhos). A gente contou que tava junto há uns anos, mas sem filhos ainda. Em questão de horas, já nos tratávamos como amigos de longa data. Eles se chamavam Manuel e Fernanda. Eu de vez em quando olhava pra Laura e percebia que ela não conseguia tirar os olhos daquela porra marcada na sunga. Numa dessas, o Manuel fala: "Vou dar um mergulho. Um tempo depois, tá um calorão e ficar no sol tá me matando, começo a andar em direção à água e a Laura fala: "espera, vou um pouquinho também". Ela vira e me diz: "já volto, love". Falo: "vai, se refresca". Fiquei sentado batendo papo com a Fernanda, enquanto não tirava o olho da Laura de lá.
Daí, não sei como, de repente me toquei que, enquanto olhava pra Laura, a Fernanda me perguntava umas coisas que eu respondia no automático, coisas que iam ficando mais quentes, até chegar num ponto que percebi que ela tava me perguntando coisas íntimas da gente, tipo se a gente já tinha aberto o relacionamento e qual era nossa preferência sexual.
Quando me liguei no que ela tava perguntando, me concentrei naqueles peitos, olhando ela com mais detalhe. A verdade é que ela era linda, olhos castanhos, cabelo preto bem comprido, os peitos terminavam em ponta, tipo cone, sempre fui fascinado por esses. Num momento ela me fala: "como você tá olhando pros meus peitos, gostou?" Fiquei vermelho, falo: "são lindos". Aí ela diz: "são naturais, só dei uma ajustada pra não caírem. Toca neles pra sentir." Fiquei uns segundos encarando ela, até que criei coragem e peguei, cada peito numa mão, apertando de leve, e era uma delícia. Falei: "você tem a pele muito macia e eles são gostosos demais". Aí, sem me responder, ela pergunta: "ela gosta de garotas?" Falo: "nunca ficou com uma garota" (coisa que até então eu achava que era verdade, mas depois descobri que ela tinha tido umas experiências com a prima aos 13 anos). Ela diz: "que pena, sua namorada é uma gostosa, sabe como eu comeria ela? Eu adoro, sou bi, curto tudo e aproveito a vida ao máximo."
Nessa hora, pergunto: "o Manuel é bi?" Ela responde: "sim, ele curte tudo igual a mim. A gente já teve várias experiências com outros, inclusive aqui mesmo com um casal parecido com vocês e também fizemos um menage com um moreno que trabalhava no hotel."
Aí eu me soltei de vez, já que a conversa tava tão aberta e sem frescura, conto o encontro da Laura com o negão, e ela diz, que bom, ela matou a vontade com um pauzão. Falo, é, reconheço que tenho uma boa rola, mas não é a daquele preto de pau grande. Nessa hora, a Fernanda me fala, deixa eu ver, tira ela e me mostra. Vejo que você tá duro por causa da nossa conversa, mostra pra mim que quero ver como tá. Aí fiquei na dúvida, ela diz, o que foi, tá com vergonha? Tem medo de sermos vistos? Olha a Laura lá com o Manuel, ele tá metendo nela debaixo d'água. Viro a cabeça e, de fato, eles estavam submersos até o peito, mas dava pra ver que ele estava atrás dela enfiando a rola na água. Olho de novo pra Fernanda e falo, tá bom. Abaixo a bermuda e ela sai apontada pro céu. Ela olha e diz, que linda, é circuncidado, é judeu? Falo, não, operei quando tinha 20 anos, mas não sou judeu. Ela aproxima a mão, segura na base e me bate uma punheta. Que rola linda você tem, parece limpinha e branquinha. Olha, eu chupava ela aqui mesmo, enfiava na boca até o fundo. Mas tem outras pessoas por perto e vejo que tão vindo pra cá agora. Viro e vejo eles a uns 50 metros, conversando e caminhando na nossa direção. Tiro a mão dela e subo a sunga. Ela dá uma risadinha e, quando chegam, cumprimentamos. Nessa hora, Fernanda fala pra eles, que água gostosa, hein? O Manuel riu, a Laura ficou meio pensativa. Bom, a tarde seguiu com conversa e troca de ideias, mas nada demais. Trocamos os celulares e cada casal voltou pro hotel. De noite, a Fernanda me manda mensagem: falei com o Manuel, ele disse que gosta da Laura, então podemos fazer o seguinte: você fala que vai buscar uns piñas coladas e vem pro meu quarto, e o Manuel vai pro seu quarto pra ficar com a Laura. O que acha? Podemos tentar assim e depois vemos de organizar algo nós quatro juntos. Falo, beleza, me dá um tempo e te mando o número do nosso quarto, e você me manda o de vocês. Jantamos com a Laura e, depois de um tempo, falo pra ela. podia ir pegar uns piñas coladas e uma comida pra cama, né? Ela fala "pode ir, te espero vendo TV, tão passando um filme". Beleza, saio e mando mensagem pra Laura, ela me passa a info, a distância até o hotel onde eles tão é quase a mesma que até o bar, então bora caminhar, tinha um mapa que deram quando a gente chegou com todas as localizações e o hotel deles tava ali do lado.
No meio do caminho, cruzo com o Manuel, ele me olha cúmplice e pergunta "como que a Laura tá me esperando?" Falo "deitada de calcinha vendo um filme", ele solta um "uff", peço por favor se ele pode gravar e tirar fotos, quero ver depois como ela é macetada, ele fala "vou tentar, espero que ela deixe".
Beleza, chego no quarto deles, bato e a Fernanda atende com uma toalha, acabou de sair do banho, ela fala "entra", assim que entro, ela deixa a toalha cair e vejo ela toda pelada, deusa demais! Ela se ajoelha e me abaixa a bermuda e a cueca juntos, pega e começa a chupar que nem louca, enquanto chupa passa a língua e enfia tudo de novo, eu seguro o cabelo molhado dela e a cabeça e aperto mais no meu pau.
Ela tira e fala "me arrebenta em 4 que você me deixa mal desde cedo", sobe na cama que nem uma puta no cio e fica de quatro com a raba pra cima, fico atrás e enfio até o fundo, dava pra ver que ela tava toda molhada, entrei de uma vez.
Ficamos um tempão assim, ela gritava que nem louca, nunca tinha estado com uma mulher que gritasse tanto, ainda mais com aquele sotaque chileno que esquentava demais, ela pede no cu, enfio lá também, como ela gostava do pau, meu deus, enquanto eu macetava a puta, ela falava coisas tipo "imagina quando eu comer a buceta da sua namorada, vou enfiar a língua pra chupar bem, vou chupar toda porque ela é muito gostosa" e um monte de coisa assim, me deixava louco, imaginem eu metendo com tudo, os dois super suados e ela falando como ia comer minha namorada, acabei gozando gostoso dentro. Cu, enchi ele de porra, ela dizia que porra quentinha, na próxima você me dá que eu adoro engolir toda a porra, ficamos exaustos jogados na cama, ela levanta e me mostra o que tem numa mala, olha o que tenho pra dar pra vocês, olho e era um arnês com um pau de borracha médio, falo, você quer dizer dar pra Laura, ela fala não, dar pra vocês dois, porque você daqui não volta pro seu quarto se eu não te comer com isso, falo, você é louca, não curto muito isso, ela fala claro que você vai gostar, todos os homens que me comem, eu fodo eles e dito isso começa a colocar o arnês com aquele pau médio estranho, que tinha dois lados diferentes, depois descobri como funciona, já que me empurrou na cama, começou a chupar minha rola e falou papai, deixa eu meter, você vai gostar, fica entre nós, ela tava chupando tão gostoso que falei bom, tenta, mas se não gostar paramos, assim como estava, passou lubrificante nas duas pontas e enterrou uma na própria buceta e a outra encostou no meu cu, levantou minhas duas pernas e colocou nos ombros dela, dito isso, encostou a cabeça do pau, fala é de tamanho médio pra pequeno, não vai doer, começou a meter e de vez em quando parava pra meu cu assimilar e continuava metendo, depois que meteu, começou a meter e tirar rápido, falando de tudo, você é meu, como eu gosto de meter em você e outras coisas, me comeu assim por um tempo, depois me colocou de quatro e continuou me dando enquanto de vez em quando passava a mão e me batia uma punheta gostosa, eu naquele momento esqueci de tudo, nem lembrava que a Laura provavelmente tava sendo fodida pra caralho, só vivia o momento quente com a chilena, me fez gozar me comendo e me punhetando com a mão dela, soltei o dobro de porra, que caiu boa parte na cama e na mão dela, e a da mão ela engoliu tudo passando a língua e falando que porra gostosa. Ficamos jogados os dois, já não tinha nem força pra levantar, ela olha o celular e me fala, Manuel Acabou de me escrever, já terminaram também, vai ficar mais 15 minutinhos e vem pra cá, que tal eu chupar você mais um pouco e você voltar pra Laura, beleza?
Falei beleza, a pica tava doendo, o cu tava doendo, mas quando senti a língua da Fernanda na minha cabeça, fechei os olhos e curti.
Quando voltei, no caminho não cruzei com o Manuel, talvez ele foi por outro lado, sei lá, mas quando cheguei, a Laura tava sozinha, pelada na cama me esperando. Ela disse: "O Manuel veio, me comeu pra caralho e disse que você também tava comendo a Fernanda na mesma hora. Por que não me contou nada? Vocês estavam combinando tudo e escondendo de mim?" Ela começou a rir e falou: "Esses chilenos são uns putos."
Continuamos conversando, contei que a Fernanda quer comer ela, falei do cinto, ela ficou surpresa. Falei: "Gostei muito, ela tem muita experiência." Laura disse que o Manuel contou que a Fernanda é bi e que fantasiava com ela. Falei: "Agora querem um encontro entre os quatro, não sei se casais separados ou trocando entre os quatro." Aí Laura respondeu: "Adoraria isso." Aí me abri e falei: "Por que não conversamos tudo isso antes?" Contei que vi ela com o negão, ela congelou na hora. Falei: "Sem drama, vi você toda no encontro com o negão e me excitou, gosto que outros te comam e podemos viver o sexo de outras formas." Ela disse: "Que bom que você viu, sentia um peso em esconder e queria te contar, mas não sabia como." Naquela noite nos abraçamos, nos beijamos e nem eu nem ela conseguimos transar de tão bom que tinha sido antes com nossos respectivos amantes. Mas posso contar que na manhã seguinte, Laura me acordou com um matinal espetacular, que terminou num 69 bem babado.
Na próxima, conto o encontro final dos quatro com todos os detalhes e também o que a Laura me contou do encontro com o Manuel.
Abraços
1ª parte http://www.poringa.net/posts/relatos/5165021/Engano-de-mi-novia-en-un-viaje-a-Republica-Dominicana.html
3ª Parte: http://www.poringa.net/posts/relatos/5169435/Ultima-parte-de-nuestro-viaje-en-Dominicana.html
5 comentários - Encontro com um casal chileno (2ª parte)
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