Boa noite, hoje trago uma nova fantasia de uma usuária com quem já converso há um tempão e ela me contou essa novidade. No final do relato, como sempre, deixo umas fotos que ela me mandou. Sem mais delongas, aqui vai minha humilde contribuição, muito obrigado por lerem.
Depois de várias semanas trocando ideia sobre nossa vida sexual e compartilhando fantasias, finalmente combinamos de nos conhecer. Embora não houvesse segredos sexualmente falando, a gente nunca tinha se visto até aquele dia. Decidimos nos encontrar num café bem conhecido de CABA. Cada um chegou na hora certa e pedimos algo pra beber. No começo, claro, foi meio estranho, mas depois de uns minutos começamos a soltar. Em pouco tempo já estávamos rindo e trocando olhares cúmplices — sorrisinhos safados da parte dela e olhares cheios de tesão da minha. Como evitar? Ela tava vestida com uma calça jeans apertada que marcava a bunda redonda dela e uma camisa branca que deixava transparecer o sutiã. Eu já tinha visto ela de calcinha e sutiã nas fotos, mas vê-la vestida, sabendo do corpo que escondia, me deixava ainda mais excitado.
Infelizmente, um tempo depois tive que pedir a conta. Ela precisava voltar pra casa pra não levantar suspeitas do marido, e eu, embora tivesse um pouco mais de tempo, decidi ir também. Morávamos a 30 minutos de distância, então me ofereci pra levar ela. Já mais à vontade, ela entrou no meu carro sem problemas e foi me indicando o caminho. Depois de várias voltas, idas e vindas por causa do trânsito e dos bloqueios, ela começou a perceber que estávamos nos afastando da área que conhecia. "Por aqui não é, a gente se desviou muito", ela disse. "Fica tranquila que a gente vai bem", respondi num tom calmo enquanto dirigia. Dava pra ver o rosto dela passando de felicidade pra preocupação, então acelerei até chegar na entrada de uma garagem que se abriu automaticamente e entrei. Nessa hora, ela já não falava nada além de "Me leva pra casa!" e "O que a gente tá fazendo aqui?". Olhei bem nos olhos dela e respondi: "Vou te dar o que você merece. O que você quer, vou te foder como uma puta." De repente, a porta do seu lado se abriu e uma mão grande te pegou pelo braço com força e te obrigou a descer... Eu, por minha vez, desliguei o carro e desci, vi como um amigo meu te segurava pelos braços, de costas para mim. "Vamos entrar e ficar confortáveis", falei num tom amigável. Pela garagem entramos na casa, eu ia abrindo as portas e atrás de mim meu amigo caminhava te levando quase que arrastada. Depois de passar por alguns cômodos, chegamos a um quarto, entrei e, fazendo uma reverência para você, indiquei que se sentasse na cama. "O que vocês vão fazer comigo? Era tudo mentira. Não façam nada comigo", você disse com a voz trêmula. "Vero, há muito tempo você queria isso e com meu amigo Diego nós vamos realizar", respondi. "Eram só fantasias, não quero nada", você tentou me convencer. Mas já era tarde, quisesse ou não, você tinha plantado em mim uma excitação e um desejo que eu não ia controlar. Eu ia usar seu corpo com todas as fantasias que a gente tanto conversava. Diego foi o primeiro a dar um passo à frente, ele não era particularmente grande, mas tinha bastante força, então não teve problemas em segurar suas duas mãos, deitar você na cama e começar a beijar seu pescoço, levantar sua blusa até deixar o sutiã à mostra e tirá-la pela cabeça... Essa mesma blusa ele usou para amarrar seus pulsos para que você não pudesse bater nele nem arranhá-lo, algo que você tentou sem nenhum resultado. Diego estava em cima de você te obrigando a ficar deitada na cama, enquanto eu, vendo como se reproduzia tudo aquilo que sempre pensei, comecei a acariciar meu pau por cima da calça, e depois colocando minha mão dentro da cueca. Essa era sua fantasia que tantas vezes você tinha comentado, e com a qual você se excitava até não aguentar mais... Mas não dessa forma, aquela situação era um pesadelo, estavam abusando de você e com certeza iam te estuprar. Você se debateu tentando escapar, mas tudo foi em vão. Diego te segurava firme. agarrada, então com uma habilidade incrível eu desabotoo sua calça e começo a puxar pra baixo, foi um pouco difícil porque estava tão apertada na sua bunda que quase precisei soltar você pra usar as duas mãos, nessa hora comecei a ajudar, tirando suas botinhas e deslizando o jeans pelas suas coxas, que vista gostosa você nos deu ao ver essas pernas finas, essa bunda redonda e trabalhada emoldurada por uma fio dental vermelha... "viu que queria festa, senão por que se preparou com essa fio dental?" falei com cara de quem descobre um mentiroso. Viramos você pra ficar de bruços, com sua bunda de frente pra gente, apoiamos sua cabeça num travesseiro e abrimos suas pernas, eu sabia que você ficava louca por sexo anal então não demorei a passar um óleo na sua bunda que tinha preparado no criado-mudo. Joguei um jato daquele lubrificante e o Diego com os dedos começou a espalhar por toda a redondeza da sua bunda, fazendo questão de focar na sua racha, enfiando aos poucos os dedos no seu cu. Você começou a sentir o óleo lubrificante esquentar suas partes, e dilatar seu ânus, deixando o Diego começar a enfiar os dedos devagar... Começou com uma falange timidamente, mas com o passar dos minutos, seu cu foi se abrindo involuntariamente dando passagem praquele cara enfiar o que pareciam 4 dedos inteiros, um cálculo difícil porque a mão dele começou a se mover frenética entrando e saindo do seu cu, enquanto ele se segurava na sua nádega pra ter mais força no movimento. De tudo isso eu garanti guardar lembranças, então peguei o celular e comecei a filmar, de vez em quando também tirava fotos da sua cara vermelha pela punheta anal que você tava levando, do seu corpo pelado e do seu cu vermelho com os dedos do Diego lá dentro. Até que depois de uns minutos te vi morder o travesseiro, quando virei o olhar, o Diego já tava te penetrando, não aguentou mais de tesão, sem avisar nada, sem usar Camisinha e sem nenhuma delicadeza, ele enfiou o pau dentro do seu cu e começou a te foder. Naquele momento, eu me aproximei e te peguei pelo cabelo, levantando sua cabeça do travesseiro que você mordia com força. "Era isso que você queria, puta?" sussurrei no seu ouvido. "Você é um filho da puta", você respondeu com raiva. Você conseguiu sentir a diferença de tamanho entre a mão do Diego e o pau dele; este último era menor, mas ao mesmo tempo mais comprido, então chegava muito mais fundo dentro de você, batendo com a cabeça no fundo do seu reto, quase dava pra sentir na altura do seu umbigo. Diego se erguia atrás de você, apoiando as mãos na sua cintura pra poder te penetrar usando o peso do corpo; isso tava te arrebentando, fazia sua cintura doer de tanta porrada e do esforço que você tava fazendo pra não sucumbir à força dele. Aquele moleque era incansável, as estocadas dele duraram vários minutos que pareceram uma eternidade, e, acima de tudo, o que você mais odiava era me ver, sentado com o celular gravando cada momento, cada careta, cada grito de dor. Tudo isso enquanto eu exibia o pau duro, como quem espera a vez. "Já é hora de eu entrar", falei olhando pro Diego. Peguei numa gaveta do criado-mudo uma coleira com guia, que coloquei em você enquanto ainda tinha a cabeça grudada no travesseiro. "Vem cá, putinha, que tenho outra surpresa pra você", falei terminando de prender a guia. Diego saiu de cima de você, tirando o pau cheio de um líquido, mistura de lubrificante e porra pré-gozo. Automaticamente você quis se deitar pra descansar, mas com um puxão na coleira te forcei a olhar pra mim; fiz um gesto pra você me seguir e, com um puxão ainda mais forte, te obriguei a descer da cama. "De quatro, quero que você vá, putinha", falei com voz de comando. A verdade é que você se sentia cansada e dolorida, não tinha outra opção senão me obedecer, então se ajoelhou e me seguiu de quatro até outro quarto. "Olha, puta, o que preparei pra você. disse, apontando pra algo que parecia uma corda pendurada. Depois de dar uma olhada melhor, você percebeu que era um arreio pendurado num suporte no teto. "O que vão fazer comigo agora? filhos da puta", perguntou quase sem querer saber a resposta. "Vamos te pendurar e arrebentar teu cu como você sempre quis", respondi. Pedi ajuda pro Diego pra colocar o arreio em você e depois te levantar no ar até ficar na altura das nossas cinturas, com as pernas bem abertas, as mãos amarradas atrás das costas, umas cordas apertando seus peitos e, de sobremesa, uma bola na sua boca pra você não conseguir gritar. Você ficou pendurada, sem poder fazer nada, como um pedaço de carne, como uma boneca sexual a serviço dos seus donos, que podiam usar seus buracos quando quisessem. Dessa vez, o primeiro a passar fui eu. Parei na sua frente, entre suas pernas, sem camisinha e sem nenhum cuidado, finalmente meti meu pau na sua buceta. Peguei seus peitos, que já começavam a ficar roxos de tão amarrados, e usei eles pra te balançar, fazendo meu pau entrar e sair da sua xota com mais força. Te segurei pelo pescoço e apertei até você ficar vermelha, depois soltei. "Não vou só arrebentar toda sua buceta, mas também vou te deixar grávida, vou te engravidar como a puta que você é", falei, te segurando pelas pernas e te dando uma fodida rápida e feroz. Você podia ver minha cara de tesão, como uma besta raivosa mexendo meus quadris. Depois de várias semanas, eu tava penetrando a mulher que tantas fantasias me contou, que tantas vezes me masturbei com as fotos dela. Agora tava comendo ela e prestes a gozar dentro da buceta dela. Mas de repente parei. Eu sabia qual era o maior desejo dela, então tirei meu pau pulsando de excitação e aproximei da entrada do seu cu. Ainda tava aberto pela fodida que o Diego tinha te dado, o que facilitou deslizar pra dentro. Então, quase sem esforço, enfiei. Introduzi de novo. Diego, sem ficar pra trás, também se aproximou, mas dessa vez por trás de você, te puxando pelo cabelo. Ele começou a meter o pau dele junto com o meu, os dois abusando do seu cu, te dando a dupla penetração que você sempre mencionava nas suas fantasias. Talvez não fosse exatamente como você queria, mas já não importava mais. Diego e eu estávamos no auge da putaria, te ter pendurada ali, servindo como objeto de prazer, comendo essa bunda como se fosse uma puta, era mais do que eu tinha imaginado na minha cabeça. Você, por sua vez, não tentava pedir socorro, só saíam uns sons abafados de dor. Dois paus era demais pro seu cu, tava tudo queimando por dentro. Você tava longe de sentir qualquer prazer enquanto aqueles estupradores abusavam sem parar do seu corpo, e como se não bastasse, Diego, antes de entrar na cena, tinha deixado o celular dele gravando tudo. Durou vários minutos, apertando seus peitos, sua bunda e seu pescoço. Te mordiam, beijavam e babavam o corpo inteiro... Parecia que não aguentavam mais fisicamente, mas a excitação tinha tirado eles do sério e fazia eles continuarem imersos nos instintos mais baixos. Você já quase não sentia os membros de tanto tempo amarrada, quando uma pressão enorme nos seus peitos e um puxão no cabelo te fizeram recobrar um pouco a consciência. Aqueles dois homens que estavam te abusando começaram a se mover mais devagar, até parar e tirar os paus de dentro de você. Ao fazerem isso, você sentiu uma quantidade enorme de líquido escorrendo do seu cu. O chão debaixo de você ficou completamente cheio de porra, produto da gozada daqueles homens, que agora escorria de dentro de você. Já cansados do ato que tinham acabado de consumar, sem dizer nada, se viraram e foram embora, te deixando pendurada sem entender o que mais podia acontecer. Alguns minutos depois, eles voltaram, já trocados e limpos. "Agora vamos te descer e você vai se vestir rápido", falei apressado. "Mas você vai levar isso de lembrança", continuei. Tirei do meu... Coloquei no seu bolso um plug anal de tamanho médio, que introduzi na sua buceta quase sem problemas. "Você vai sair com isso enfiado", falei, colocando ele como um tampão, pra evitar que mais porra escorresse. "E espero que não tire até chegar em casa, senão vou mostrar seus vídeos pro seu marido e pro pessoal do seu trabalho", falei ameaçador. Você já não tinha mais vontade de responder nem se defender, então só balançou a cabeça e deixou aquele objeto no seu cu. Depois de se trocar, entrou no carro em silêncio e eu dirigi até deixar você quase na porta da sua casa. Quando parei, você desceu correndo e entrou sem olhar pra trás, mas ainda levando o plug e o nosso gozo dentro de você.
Depois de várias semanas trocando ideia sobre nossa vida sexual e compartilhando fantasias, finalmente combinamos de nos conhecer. Embora não houvesse segredos sexualmente falando, a gente nunca tinha se visto até aquele dia. Decidimos nos encontrar num café bem conhecido de CABA. Cada um chegou na hora certa e pedimos algo pra beber. No começo, claro, foi meio estranho, mas depois de uns minutos começamos a soltar. Em pouco tempo já estávamos rindo e trocando olhares cúmplices — sorrisinhos safados da parte dela e olhares cheios de tesão da minha. Como evitar? Ela tava vestida com uma calça jeans apertada que marcava a bunda redonda dela e uma camisa branca que deixava transparecer o sutiã. Eu já tinha visto ela de calcinha e sutiã nas fotos, mas vê-la vestida, sabendo do corpo que escondia, me deixava ainda mais excitado.
Infelizmente, um tempo depois tive que pedir a conta. Ela precisava voltar pra casa pra não levantar suspeitas do marido, e eu, embora tivesse um pouco mais de tempo, decidi ir também. Morávamos a 30 minutos de distância, então me ofereci pra levar ela. Já mais à vontade, ela entrou no meu carro sem problemas e foi me indicando o caminho. Depois de várias voltas, idas e vindas por causa do trânsito e dos bloqueios, ela começou a perceber que estávamos nos afastando da área que conhecia. "Por aqui não é, a gente se desviou muito", ela disse. "Fica tranquila que a gente vai bem", respondi num tom calmo enquanto dirigia. Dava pra ver o rosto dela passando de felicidade pra preocupação, então acelerei até chegar na entrada de uma garagem que se abriu automaticamente e entrei. Nessa hora, ela já não falava nada além de "Me leva pra casa!" e "O que a gente tá fazendo aqui?". Olhei bem nos olhos dela e respondi: "Vou te dar o que você merece. O que você quer, vou te foder como uma puta." De repente, a porta do seu lado se abriu e uma mão grande te pegou pelo braço com força e te obrigou a descer... Eu, por minha vez, desliguei o carro e desci, vi como um amigo meu te segurava pelos braços, de costas para mim. "Vamos entrar e ficar confortáveis", falei num tom amigável. Pela garagem entramos na casa, eu ia abrindo as portas e atrás de mim meu amigo caminhava te levando quase que arrastada. Depois de passar por alguns cômodos, chegamos a um quarto, entrei e, fazendo uma reverência para você, indiquei que se sentasse na cama. "O que vocês vão fazer comigo? Era tudo mentira. Não façam nada comigo", você disse com a voz trêmula. "Vero, há muito tempo você queria isso e com meu amigo Diego nós vamos realizar", respondi. "Eram só fantasias, não quero nada", você tentou me convencer. Mas já era tarde, quisesse ou não, você tinha plantado em mim uma excitação e um desejo que eu não ia controlar. Eu ia usar seu corpo com todas as fantasias que a gente tanto conversava. Diego foi o primeiro a dar um passo à frente, ele não era particularmente grande, mas tinha bastante força, então não teve problemas em segurar suas duas mãos, deitar você na cama e começar a beijar seu pescoço, levantar sua blusa até deixar o sutiã à mostra e tirá-la pela cabeça... Essa mesma blusa ele usou para amarrar seus pulsos para que você não pudesse bater nele nem arranhá-lo, algo que você tentou sem nenhum resultado. Diego estava em cima de você te obrigando a ficar deitada na cama, enquanto eu, vendo como se reproduzia tudo aquilo que sempre pensei, comecei a acariciar meu pau por cima da calça, e depois colocando minha mão dentro da cueca. Essa era sua fantasia que tantas vezes você tinha comentado, e com a qual você se excitava até não aguentar mais... Mas não dessa forma, aquela situação era um pesadelo, estavam abusando de você e com certeza iam te estuprar. Você se debateu tentando escapar, mas tudo foi em vão. Diego te segurava firme. agarrada, então com uma habilidade incrível eu desabotoo sua calça e começo a puxar pra baixo, foi um pouco difícil porque estava tão apertada na sua bunda que quase precisei soltar você pra usar as duas mãos, nessa hora comecei a ajudar, tirando suas botinhas e deslizando o jeans pelas suas coxas, que vista gostosa você nos deu ao ver essas pernas finas, essa bunda redonda e trabalhada emoldurada por uma fio dental vermelha... "viu que queria festa, senão por que se preparou com essa fio dental?" falei com cara de quem descobre um mentiroso. Viramos você pra ficar de bruços, com sua bunda de frente pra gente, apoiamos sua cabeça num travesseiro e abrimos suas pernas, eu sabia que você ficava louca por sexo anal então não demorei a passar um óleo na sua bunda que tinha preparado no criado-mudo. Joguei um jato daquele lubrificante e o Diego com os dedos começou a espalhar por toda a redondeza da sua bunda, fazendo questão de focar na sua racha, enfiando aos poucos os dedos no seu cu. Você começou a sentir o óleo lubrificante esquentar suas partes, e dilatar seu ânus, deixando o Diego começar a enfiar os dedos devagar... Começou com uma falange timidamente, mas com o passar dos minutos, seu cu foi se abrindo involuntariamente dando passagem praquele cara enfiar o que pareciam 4 dedos inteiros, um cálculo difícil porque a mão dele começou a se mover frenética entrando e saindo do seu cu, enquanto ele se segurava na sua nádega pra ter mais força no movimento. De tudo isso eu garanti guardar lembranças, então peguei o celular e comecei a filmar, de vez em quando também tirava fotos da sua cara vermelha pela punheta anal que você tava levando, do seu corpo pelado e do seu cu vermelho com os dedos do Diego lá dentro. Até que depois de uns minutos te vi morder o travesseiro, quando virei o olhar, o Diego já tava te penetrando, não aguentou mais de tesão, sem avisar nada, sem usar Camisinha e sem nenhuma delicadeza, ele enfiou o pau dentro do seu cu e começou a te foder. Naquele momento, eu me aproximei e te peguei pelo cabelo, levantando sua cabeça do travesseiro que você mordia com força. "Era isso que você queria, puta?" sussurrei no seu ouvido. "Você é um filho da puta", você respondeu com raiva. Você conseguiu sentir a diferença de tamanho entre a mão do Diego e o pau dele; este último era menor, mas ao mesmo tempo mais comprido, então chegava muito mais fundo dentro de você, batendo com a cabeça no fundo do seu reto, quase dava pra sentir na altura do seu umbigo. Diego se erguia atrás de você, apoiando as mãos na sua cintura pra poder te penetrar usando o peso do corpo; isso tava te arrebentando, fazia sua cintura doer de tanta porrada e do esforço que você tava fazendo pra não sucumbir à força dele. Aquele moleque era incansável, as estocadas dele duraram vários minutos que pareceram uma eternidade, e, acima de tudo, o que você mais odiava era me ver, sentado com o celular gravando cada momento, cada careta, cada grito de dor. Tudo isso enquanto eu exibia o pau duro, como quem espera a vez. "Já é hora de eu entrar", falei olhando pro Diego. Peguei numa gaveta do criado-mudo uma coleira com guia, que coloquei em você enquanto ainda tinha a cabeça grudada no travesseiro. "Vem cá, putinha, que tenho outra surpresa pra você", falei terminando de prender a guia. Diego saiu de cima de você, tirando o pau cheio de um líquido, mistura de lubrificante e porra pré-gozo. Automaticamente você quis se deitar pra descansar, mas com um puxão na coleira te forcei a olhar pra mim; fiz um gesto pra você me seguir e, com um puxão ainda mais forte, te obriguei a descer da cama. "De quatro, quero que você vá, putinha", falei com voz de comando. A verdade é que você se sentia cansada e dolorida, não tinha outra opção senão me obedecer, então se ajoelhou e me seguiu de quatro até outro quarto. "Olha, puta, o que preparei pra você. disse, apontando pra algo que parecia uma corda pendurada. Depois de dar uma olhada melhor, você percebeu que era um arreio pendurado num suporte no teto. "O que vão fazer comigo agora? filhos da puta", perguntou quase sem querer saber a resposta. "Vamos te pendurar e arrebentar teu cu como você sempre quis", respondi. Pedi ajuda pro Diego pra colocar o arreio em você e depois te levantar no ar até ficar na altura das nossas cinturas, com as pernas bem abertas, as mãos amarradas atrás das costas, umas cordas apertando seus peitos e, de sobremesa, uma bola na sua boca pra você não conseguir gritar. Você ficou pendurada, sem poder fazer nada, como um pedaço de carne, como uma boneca sexual a serviço dos seus donos, que podiam usar seus buracos quando quisessem. Dessa vez, o primeiro a passar fui eu. Parei na sua frente, entre suas pernas, sem camisinha e sem nenhum cuidado, finalmente meti meu pau na sua buceta. Peguei seus peitos, que já começavam a ficar roxos de tão amarrados, e usei eles pra te balançar, fazendo meu pau entrar e sair da sua xota com mais força. Te segurei pelo pescoço e apertei até você ficar vermelha, depois soltei. "Não vou só arrebentar toda sua buceta, mas também vou te deixar grávida, vou te engravidar como a puta que você é", falei, te segurando pelas pernas e te dando uma fodida rápida e feroz. Você podia ver minha cara de tesão, como uma besta raivosa mexendo meus quadris. Depois de várias semanas, eu tava penetrando a mulher que tantas fantasias me contou, que tantas vezes me masturbei com as fotos dela. Agora tava comendo ela e prestes a gozar dentro da buceta dela. Mas de repente parei. Eu sabia qual era o maior desejo dela, então tirei meu pau pulsando de excitação e aproximei da entrada do seu cu. Ainda tava aberto pela fodida que o Diego tinha te dado, o que facilitou deslizar pra dentro. Então, quase sem esforço, enfiei. Introduzi de novo. Diego, sem ficar pra trás, também se aproximou, mas dessa vez por trás de você, te puxando pelo cabelo. Ele começou a meter o pau dele junto com o meu, os dois abusando do seu cu, te dando a dupla penetração que você sempre mencionava nas suas fantasias. Talvez não fosse exatamente como você queria, mas já não importava mais. Diego e eu estávamos no auge da putaria, te ter pendurada ali, servindo como objeto de prazer, comendo essa bunda como se fosse uma puta, era mais do que eu tinha imaginado na minha cabeça. Você, por sua vez, não tentava pedir socorro, só saíam uns sons abafados de dor. Dois paus era demais pro seu cu, tava tudo queimando por dentro. Você tava longe de sentir qualquer prazer enquanto aqueles estupradores abusavam sem parar do seu corpo, e como se não bastasse, Diego, antes de entrar na cena, tinha deixado o celular dele gravando tudo. Durou vários minutos, apertando seus peitos, sua bunda e seu pescoço. Te mordiam, beijavam e babavam o corpo inteiro... Parecia que não aguentavam mais fisicamente, mas a excitação tinha tirado eles do sério e fazia eles continuarem imersos nos instintos mais baixos. Você já quase não sentia os membros de tanto tempo amarrada, quando uma pressão enorme nos seus peitos e um puxão no cabelo te fizeram recobrar um pouco a consciência. Aqueles dois homens que estavam te abusando começaram a se mover mais devagar, até parar e tirar os paus de dentro de você. Ao fazerem isso, você sentiu uma quantidade enorme de líquido escorrendo do seu cu. O chão debaixo de você ficou completamente cheio de porra, produto da gozada daqueles homens, que agora escorria de dentro de você. Já cansados do ato que tinham acabado de consumar, sem dizer nada, se viraram e foram embora, te deixando pendurada sem entender o que mais podia acontecer. Alguns minutos depois, eles voltaram, já trocados e limpos. "Agora vamos te descer e você vai se vestir rápido", falei apressado. "Mas você vai levar isso de lembrança", continuei. Tirei do meu... Coloquei no seu bolso um plug anal de tamanho médio, que introduzi na sua buceta quase sem problemas. "Você vai sair com isso enfiado", falei, colocando ele como um tampão, pra evitar que mais porra escorresse. "E espero que não tire até chegar em casa, senão vou mostrar seus vídeos pro seu marido e pro pessoal do seu trabalho", falei ameaçador. Você já não tinha mais vontade de responder nem se defender, então só balançou a cabeça e deixou aquele objeto no seu cu. Depois de se trocar, entrou no carro em silêncio e eu dirigi até deixar você quase na porta da sua casa. Quando parei, você desceu correndo e entrou sem olhar pra trás, mas ainda levando o plug e o nosso gozo dentro de você.

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