Fala, galera! A história que vou contar é real, então, por segurança, só posso dar nomes e descrever a gente como a gente é. Minha mãe (Abigail) tem uns 1,75, é moreninha, cabelo liso, magrinha, tem uma bunda enorme e olhos castanhos. Eu (Angel) tenho 1,83, sou loiro, mas não daqueles branquelos não, meu cabelo também é liso, sou magro e tenho olhos castanhos também.
Minha história começa na escola, uns meses antes da covid. Eu tinha um amigo que, às vezes, exagerava nas mentiras. Tinha uma mina que eu achava muito gostosa, pra ser sincero. Ela tinha chegado de transferência ou algo assim, nunca soube por que veio, mas do mesmo jeito que chegou, foi embora. Aí, um dia, meu amigo Diego me perguntou se eu tava afim da Mia. Eu falei que não. Ele insistiu, mas minha resposta foi não.
Passou uma semana depois que ela foi embora. Ele chegou na sala dizendo que a Mia era uma putinha, mostrando uma calcinha fio dental que era dela. Vários colegas se juntaram nele e perguntaram como foi e como ela era. Eu parei de falar com o Diego por uma semana, até que ele veio e me perguntou:
Diego: "E aí, bro, cê tá bem? Não quero que você pense que eu realmente fiquei com a Mia. Sabe, ela não é meu tipo, me dá agonia usar óculos e, além disso, o que é essa porra de pintar o cabelo de loiro? Ela é burra ou o quê? Hahaha."
Eu só continuei andando e não dei bola. Na saída, ele veio me ver de novo.
Diego: "Foi mal, Angel, pelo que falei sobre a Mia. Mas é que você disse que não gostava dela, então por isso fiz o que fiz."
Eu: "Vamos ver: se você realmente não ficou com a Mia, então de quem era aquela parada?"
Diego: "A calcinha fio dental? Vou te contar, mas nunca conta pra ninguém, ok? E tô falando sério, nunca pra ninguém."
Eu: "É, tanto faz, não vou contar pra ninguém."
Diego: "Naquela noite, minha mãe chegou bêbada. Ela tava até com a saia levantada e usava aquela calcinha fio dental. Meu plano não era vê-la assim, mas quando fui pro meu quarto, ela tava lá, dormindo, com a calcinha vestida. Aí eu tirei a saia e a calcinha dela e guardei comigo."
Eu: "... Sério? Na verdade, não acredito em você.
D - Juro por tudo, mas a única coisa que fiz foi esfregar meu pau na buceta e no cu dela, até na boca, depois fingi que não vi nada e agi como se tivesse dormido em outro quarto pra meu pai não desconfiar. Ele me mostrou fotos da mãe dele pelada enquanto dormia, e aí acreditei.
D - Agora acredita em mim?
A - Sim, mas fala sério, você não comeu ela, né?
D - Não, mas... Tô tentando embebedar os dois pra meu pai ficar dormindo e minha mãe também, aí vou aproveitar os peitões dela e a boquinha.
A - Ah... Mas por que você tá me contando tudo isso?
D - Só pra você ver que sou sincero com você, e mais, toma, te dou essa calcinha nova que tirei da minha mãe.
Depois disso veio a covid e a gente não parou de se falar, vieram as aulas online e tudo mais, e eu esqueci que tinha a calcinha lá. Chegou a ceia do dia 25 de dezembro, nessa época eu só ficava jogando e sem falar com ninguém. Aí teve a ceia e vieram primos, primas, tios e tias, mesmo sendo proibido. Tudo normal, foram embora e nisso lembrei da calcinha, fui lá e deixei no quarto da minha mãe, pensando que ela ia achar que era da minha tia. Minha mãe demorou, mas subiu e eu fui junto.
M - Ah! Caramba, olha, o Anjo deixou, deve ser da sua tia. Mas acho que não é dela nem da Alexa. Talvez sua tia tenha deixado, olha, tem essa coisinha aqui, mas não tem etiqueta, não vê por aí?
A - Não, não vejo nada, mãe.
M - Ai, mas eu não gosto de tanga, parece que tão me violentando, mas enfim, Anjo, cê acha que ficaria bem em mim?
A - Sei lá.
Minha mãe depois disso riu e eu fui pro meu quarto. Passaram mais uns dias e fiquei curioso com o que ela disse, então naquela semana eu andava estranho.
A - Tá bem?
M - Tô, é que meu pé tá doendo, mas não é nada.
Como ela sempre tomava banho às 9 da manhã e 9 da noite, decidi espionar ela. Minha surpresa foi que quando ela saiu do banho, foi pro quarto só de toalha. Abri a porta devagar e dei uma olhada. Minha mãe Tava lá se vestindo, colocando a tanga e ajeitando ela no rabo, mas essa tanga era diferente. Passaram-se dias, e no dia que ela saiu pra comprar, fui no quarto dela e fui direto pras calcinhas dela. Aí, olha só, não era só uma tanga não, ela tinha várias, mas a maioria era nova. Também encontrei uma parada que não sabia o que era até pesquisar, e descobri que era um plug. Arrumei tudo como se nunca tivesse estado lá, saí e esperei ela chegar.
A — O que você foi comprar?
M — Ah, você sabe, comida e umas coisinhas pessoais.
Como eu não falava com nenhuma mulher, comecei a fantasiar com a minha mãe e continuei espiando ela, a ponto de me enfiar no quarto dela e vê-la se trocando. Assim foram mais uns meses.
M — Anjo, você tá se sentindo bem? Faz tempo que te vejo meio triste ou algo assim.
A — Ah... Tô bem sim.
Até que... Não sei se foi o destino, mas fui tomar banho umas 10 da noite e a luz caiu por uns 10 minutos. Não dei importância, entrei no banho. Mas quando terminei, vi que tinha esquecido minha roupa. Achei que minha mãe já tivesse dormindo, então saí com a pica dura e sem vergonha, mas bem na porta tava a minha mãe.
M — Ei! Mas que porra é essa entre as suas pernas?
Senti como se fosse ter um infarto, e até a ereção foi baixando quando vi minha mãe ali. Fiquei congelado.
M — Anjo... Então era isso. Olha, sei que não é certo, mas que tal a gente andar pelado em casa? A verdade é que já te vi batendo uma e sei que você é homem e tem suas necessidades. Não importa se você faz isso na minha frente ou mesmo me olhando. Quero que você não seja tímido como tá ficando agora.
Minha mãe começou a tirar toda a roupa dela e veio me abraçar nua. Minha ereção voltou quando senti os peitos dela no meu peito.
M — Ah, mas que coisa é essa! Pode olhar, mas não pode tocar, nem meter.
No dia seguinte:
M — O que você tá fazendo com roupa? Tira isso.
Minha mãe cumpriu o que disse de andarmos pelados em casa, mas toda vez que eu via a bunda dela, a pica subia. Passaram-se o resto dos meses até que... O ano terminou e andar pelado já era algo normal pra gente. Chegou 2021 e minha mãe tinha pegado mais confiança, a ponto de que, vendo séries ou filmes, ela falava: "Ah, aquele homem, imagina como ele deve ter o pau, queria que ele me arrebentasse a buceta." Às vezes até enfiava os dedos e se tocava. Até que um dia eu me arrisquei e, quando ela estava se tocando, me aproximei com o pau bem duro e perguntei se ela queria que eu metesse. Ao contrário do que pensei que ela diria, fomos pro quarto dela. M - Não conta pra ninguém sobre isso. Ela se jogou na cama com as pernas abertas e comecei a meter. M - HA! HA! HA! QUE GOSTOSO, SIMMMM, UMMMM, AH! HA! HA! Eu peguei nas mãos dela e comecei a lamber os seios dela, o pescoço, até chegar na boca. M - Anjo, com cuidado, mete tudo, mas devagar. Eu fiz o que ela mandou, mas ainda não tinha gozado, então ela me abraçou com as pernas. M - Quero que você aproveite, que tal a gente tentar de quatro? Você gostaria? Ela ficou de quatro e me pediu pra ser mais delicado porque era pelo cu, comecei devagar, ela gemendo de prazer, até que quando senti que ia gozar, meti tudo rápido e gozei dentro. No meio, ela pediu pra eu tirar, falava "Para! Para!" Mas não consegui, gozei dentro do cu dela. Terminei, dei uns tapas na bunda enquanto saía porra do cu dela e as pernas dela estavam tremendo. Depois disso, nada foi igual. Todo sábado e domingo a gente transa, e em ocasiões especiais minha mãe contrata uma puta pra fazer um menage. Ela também queria com minha tia, mas ela não levou a sério e aí a história acaba. Não sei quando vou postar isso, mas escrevi isso em 21 de agosto de 2022.
Minha história começa na escola, uns meses antes da covid. Eu tinha um amigo que, às vezes, exagerava nas mentiras. Tinha uma mina que eu achava muito gostosa, pra ser sincero. Ela tinha chegado de transferência ou algo assim, nunca soube por que veio, mas do mesmo jeito que chegou, foi embora. Aí, um dia, meu amigo Diego me perguntou se eu tava afim da Mia. Eu falei que não. Ele insistiu, mas minha resposta foi não.
Passou uma semana depois que ela foi embora. Ele chegou na sala dizendo que a Mia era uma putinha, mostrando uma calcinha fio dental que era dela. Vários colegas se juntaram nele e perguntaram como foi e como ela era. Eu parei de falar com o Diego por uma semana, até que ele veio e me perguntou:
Diego: "E aí, bro, cê tá bem? Não quero que você pense que eu realmente fiquei com a Mia. Sabe, ela não é meu tipo, me dá agonia usar óculos e, além disso, o que é essa porra de pintar o cabelo de loiro? Ela é burra ou o quê? Hahaha."
Eu só continuei andando e não dei bola. Na saída, ele veio me ver de novo.
Diego: "Foi mal, Angel, pelo que falei sobre a Mia. Mas é que você disse que não gostava dela, então por isso fiz o que fiz."
Eu: "Vamos ver: se você realmente não ficou com a Mia, então de quem era aquela parada?"
Diego: "A calcinha fio dental? Vou te contar, mas nunca conta pra ninguém, ok? E tô falando sério, nunca pra ninguém."
Eu: "É, tanto faz, não vou contar pra ninguém."
Diego: "Naquela noite, minha mãe chegou bêbada. Ela tava até com a saia levantada e usava aquela calcinha fio dental. Meu plano não era vê-la assim, mas quando fui pro meu quarto, ela tava lá, dormindo, com a calcinha vestida. Aí eu tirei a saia e a calcinha dela e guardei comigo."
Eu: "... Sério? Na verdade, não acredito em você.
D - Juro por tudo, mas a única coisa que fiz foi esfregar meu pau na buceta e no cu dela, até na boca, depois fingi que não vi nada e agi como se tivesse dormido em outro quarto pra meu pai não desconfiar. Ele me mostrou fotos da mãe dele pelada enquanto dormia, e aí acreditei.
D - Agora acredita em mim?
A - Sim, mas fala sério, você não comeu ela, né?
D - Não, mas... Tô tentando embebedar os dois pra meu pai ficar dormindo e minha mãe também, aí vou aproveitar os peitões dela e a boquinha.
A - Ah... Mas por que você tá me contando tudo isso?
D - Só pra você ver que sou sincero com você, e mais, toma, te dou essa calcinha nova que tirei da minha mãe.
Depois disso veio a covid e a gente não parou de se falar, vieram as aulas online e tudo mais, e eu esqueci que tinha a calcinha lá. Chegou a ceia do dia 25 de dezembro, nessa época eu só ficava jogando e sem falar com ninguém. Aí teve a ceia e vieram primos, primas, tios e tias, mesmo sendo proibido. Tudo normal, foram embora e nisso lembrei da calcinha, fui lá e deixei no quarto da minha mãe, pensando que ela ia achar que era da minha tia. Minha mãe demorou, mas subiu e eu fui junto.
M - Ah! Caramba, olha, o Anjo deixou, deve ser da sua tia. Mas acho que não é dela nem da Alexa. Talvez sua tia tenha deixado, olha, tem essa coisinha aqui, mas não tem etiqueta, não vê por aí?
A - Não, não vejo nada, mãe.
M - Ai, mas eu não gosto de tanga, parece que tão me violentando, mas enfim, Anjo, cê acha que ficaria bem em mim?
A - Sei lá.
Minha mãe depois disso riu e eu fui pro meu quarto. Passaram mais uns dias e fiquei curioso com o que ela disse, então naquela semana eu andava estranho.
A - Tá bem?
M - Tô, é que meu pé tá doendo, mas não é nada.
Como ela sempre tomava banho às 9 da manhã e 9 da noite, decidi espionar ela. Minha surpresa foi que quando ela saiu do banho, foi pro quarto só de toalha. Abri a porta devagar e dei uma olhada. Minha mãe Tava lá se vestindo, colocando a tanga e ajeitando ela no rabo, mas essa tanga era diferente. Passaram-se dias, e no dia que ela saiu pra comprar, fui no quarto dela e fui direto pras calcinhas dela. Aí, olha só, não era só uma tanga não, ela tinha várias, mas a maioria era nova. Também encontrei uma parada que não sabia o que era até pesquisar, e descobri que era um plug. Arrumei tudo como se nunca tivesse estado lá, saí e esperei ela chegar.
A — O que você foi comprar?
M — Ah, você sabe, comida e umas coisinhas pessoais.
Como eu não falava com nenhuma mulher, comecei a fantasiar com a minha mãe e continuei espiando ela, a ponto de me enfiar no quarto dela e vê-la se trocando. Assim foram mais uns meses.
M — Anjo, você tá se sentindo bem? Faz tempo que te vejo meio triste ou algo assim.
A — Ah... Tô bem sim.
Até que... Não sei se foi o destino, mas fui tomar banho umas 10 da noite e a luz caiu por uns 10 minutos. Não dei importância, entrei no banho. Mas quando terminei, vi que tinha esquecido minha roupa. Achei que minha mãe já tivesse dormindo, então saí com a pica dura e sem vergonha, mas bem na porta tava a minha mãe.
M — Ei! Mas que porra é essa entre as suas pernas?
Senti como se fosse ter um infarto, e até a ereção foi baixando quando vi minha mãe ali. Fiquei congelado.
M — Anjo... Então era isso. Olha, sei que não é certo, mas que tal a gente andar pelado em casa? A verdade é que já te vi batendo uma e sei que você é homem e tem suas necessidades. Não importa se você faz isso na minha frente ou mesmo me olhando. Quero que você não seja tímido como tá ficando agora.
Minha mãe começou a tirar toda a roupa dela e veio me abraçar nua. Minha ereção voltou quando senti os peitos dela no meu peito.
M — Ah, mas que coisa é essa! Pode olhar, mas não pode tocar, nem meter.
No dia seguinte:
M — O que você tá fazendo com roupa? Tira isso.
Minha mãe cumpriu o que disse de andarmos pelados em casa, mas toda vez que eu via a bunda dela, a pica subia. Passaram-se o resto dos meses até que... O ano terminou e andar pelado já era algo normal pra gente. Chegou 2021 e minha mãe tinha pegado mais confiança, a ponto de que, vendo séries ou filmes, ela falava: "Ah, aquele homem, imagina como ele deve ter o pau, queria que ele me arrebentasse a buceta." Às vezes até enfiava os dedos e se tocava. Até que um dia eu me arrisquei e, quando ela estava se tocando, me aproximei com o pau bem duro e perguntei se ela queria que eu metesse. Ao contrário do que pensei que ela diria, fomos pro quarto dela. M - Não conta pra ninguém sobre isso. Ela se jogou na cama com as pernas abertas e comecei a meter. M - HA! HA! HA! QUE GOSTOSO, SIMMMM, UMMMM, AH! HA! HA! Eu peguei nas mãos dela e comecei a lamber os seios dela, o pescoço, até chegar na boca. M - Anjo, com cuidado, mete tudo, mas devagar. Eu fiz o que ela mandou, mas ainda não tinha gozado, então ela me abraçou com as pernas. M - Quero que você aproveite, que tal a gente tentar de quatro? Você gostaria? Ela ficou de quatro e me pediu pra ser mais delicado porque era pelo cu, comecei devagar, ela gemendo de prazer, até que quando senti que ia gozar, meti tudo rápido e gozei dentro. No meio, ela pediu pra eu tirar, falava "Para! Para!" Mas não consegui, gozei dentro do cu dela. Terminei, dei uns tapas na bunda enquanto saía porra do cu dela e as pernas dela estavam tremendo. Depois disso, nada foi igual. Todo sábado e domingo a gente transa, e em ocasiões especiais minha mãe contrata uma puta pra fazer um menage. Ela também queria com minha tia, mas ela não levou a sério e aí a história acaba. Não sei quando vou postar isso, mas escrevi isso em 21 de agosto de 2022.
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