Todo mundo é diferente e cada um tem que aproveitar suas qualidades. Isso é algo que sempre nos ensinaram como um mantra nas escolas ou famílias. E é verdade, eu tenho uma pequena qualidade que com o tempo descobri que não são muitos que têm. Aqui vou contar um pouco sobre ela.
Como descobri que conseguia fazer isso? Bem, um dia à tarde eu trabalhava numa loja comum quando uma cliente veio com o marido e... minha nossa. Era uma senhora com um par de peitos muito gostosos, quase enormes, e ainda usava um decote bem cavado. Pra mim, que na época era só um garoto começando a explorar o sexo, olhar aquilo foi impressionante. Fiquei com a imagem dela gravada na memória pra fazer uma punheta gostosa quando chegasse em casa.
Assim que entrei em casa já tava com a pica dura de tanto pensar nos peitos da cliente, sem enrolação fui tomar banho e, pra ser sincero, antes da água esquentar eu já tava batendo uma. Eu adorava bater punheta com a água caindo na minha cueca, brincar com ela assim dentro da calcinha e depois tirar. Naquele dia não foi diferente.
Tava com a pica duríssima. Sentia os puxões, apertões, torções mais gostosos que dava nela. Quando tirei a cueca e peguei um pouco de sabão pra esfregar, ele caiu no chão e, ao me abaixar pra pegar, notei que tava com a pica bem ereta e vi que ela tava bem perto do meu rosto. Quase como se eu pudesse lamber minha própria pica... tentei e consegui!
Aquilo me impressionou demais e não sabia se era bom ou ruim, mas não conseguia parar de pensar na sensação de: como será chupar a própria pica? Nunca ninguém tinha me feito um boquete e de repente eu tava na possibilidade de fazer um em mim mesmo... aquilo era um tesão dobrado. E pra aumentar o êxtase, não parava de lembrar dos peitos da senhora.
Peguei minha pica e aproximei a língua, passei ela por toda a cabeça, empurrei um pouco mais e consegui enfiar um parte na minha boca. Chupei enquanto brincava com a língua e, quando senti que ia gozar, me retirei. Parte daquela carga explosiva caiu no meu rosto.
Era putaria pura.
Fiz isso por mais alguns dias e notei que era uma delícia, mas comecei a ter dúvidas se aquilo era certo ou não, se eu estava tendo um desvio anormal, se não era meio gay, etc. Então parei de fazer e, por alguns anos, até esqueci daquela habilidade pessoal.
Um belo dia, vendo pornografia e conversando com uma amiga, comecei a ficar muito, muito excitado. Ela não sabia o que eu estava fazendo e, na verdade, estávamos falando de coisas da escola. Mas ela, de certa forma, me lembrou da senhora peituda por quem eu tinha descoberto que conseguia lamber o próprio pau. Dessa vez, eu estava sentado numa cadeira e, enquanto via pornô e falava com minha amiga, me surgiu a dúvida se ainda conseguiria fazer aquilo... me curvei quase me dobrando sobre mim mesmo e descobri, com prazer, que ainda conseguia lamber meu próprio pau. A sensação era indescritível.
Então continuei vendo pornô de boquetes e fiquei com vontade de um boquete gostoso da minha amiga. Queria ver os peitos dela. Com um pouco de habilidade, desviei a conversa e perguntei se ela nunca tinha feito nada por webcam, e a resposta foi que não. Ela era safadinha, eu a conhecia bem, então ela mesma me perguntou se eu estava tentando propor algo, que eu dissesse na confiança e que ficava entre nós.
Falei que estava me masturbando enquanto via pornô, e ela na hora disse que se eu deixava ela me olhar.
Meu plano era que ela me visse me masturbando e, quem sabe, me mostrasse os peitos. O que aconteceu depois escapou completamente do meu controle e, suponho, do dela também.
Ela fez a chamada, e eu só mostrava meu torso ainda com a camiseta vestida; ela mostrava a boca e parte do pescoço e decote.
- Vai, não seja tímido e me deixa ver você batendo uma.
- Tá com vontade? - perguntei
- Sim, sempre tive curiosidade de como você tem a pica.
- Ah, é? Por que, só a minha ou a de todo mundo?
- Acontece quase só com você, me dá tesão porque você é baixinho e acho que tem um belo pacote.
- Olha... — falei e abaixei um pouco a câmera. Pra isso eu tinha colocado minha cueca de novo, porque não queria que ela visse a pica de cara. Queria ir esquentando ela aos poucos.
- Hummm, parece boa. Vejo que já tá dura — ela disse — tira ela, docinho.
Aí eu levantei e fui descendo a cueca devagar, deixando a pica se esticar conforme a cueca descia pra fazer uma contra-pressão. Isso me deixava duro. Ela lambeu os lábios.
- Tira, tira... — ela falou e eu fiz isso. A pica saltou pra fora e ela exclamou — uuuy!
- Gostou? — perguntei.
- Adorei, vai, bate uma pra mim... — ela disse.
Comecei a bater umas punhetas normais e ela ficava lambendo os lábios. Tava muito tarado.
- Me dá vontade de chupar ela, lamber ela toda e chupar suas bolas — ela falou.
- Ei — falei — você já viu alguém que chupa a própria pica?
- Não... isso é possível?
- Sim.
- Não me diga que você consegue? Se fizer isso, me deixa muito, muito excitado, safado...
- Sim — falei — quer ver?
- AI SIM, QUERO VEEER
Ouvi ela muito, muito excitada, quase na hora em que me abaixei pra lamber a pica, ouvi algo no microfone dela e virei pra tela. Ela tava se despindo.
- Uffff, papai — ela disse — faz de novo, vou gozar.
Então repeti, passei a língua suavemente tentando olhar a tela, mas era desconfortável. Ela já tava tirando o sutiã.
- Tenta colocar na boca... faz isso, safadinho.
Aí fiz e a sensação foi incrível. Chupei, lambi e suguei enquanto batia uma até gozar na minha própria boca. Minha amiga também deu uma gozada daquelas.
- Uai, gostoso, isso eu adoraria ver ao vivo... um dia desses a gente tem que combinar, não consigo imaginar o gostoso que vai ser.
J2023
Como descobri que conseguia fazer isso? Bem, um dia à tarde eu trabalhava numa loja comum quando uma cliente veio com o marido e... minha nossa. Era uma senhora com um par de peitos muito gostosos, quase enormes, e ainda usava um decote bem cavado. Pra mim, que na época era só um garoto começando a explorar o sexo, olhar aquilo foi impressionante. Fiquei com a imagem dela gravada na memória pra fazer uma punheta gostosa quando chegasse em casa.
Assim que entrei em casa já tava com a pica dura de tanto pensar nos peitos da cliente, sem enrolação fui tomar banho e, pra ser sincero, antes da água esquentar eu já tava batendo uma. Eu adorava bater punheta com a água caindo na minha cueca, brincar com ela assim dentro da calcinha e depois tirar. Naquele dia não foi diferente.
Tava com a pica duríssima. Sentia os puxões, apertões, torções mais gostosos que dava nela. Quando tirei a cueca e peguei um pouco de sabão pra esfregar, ele caiu no chão e, ao me abaixar pra pegar, notei que tava com a pica bem ereta e vi que ela tava bem perto do meu rosto. Quase como se eu pudesse lamber minha própria pica... tentei e consegui!
Aquilo me impressionou demais e não sabia se era bom ou ruim, mas não conseguia parar de pensar na sensação de: como será chupar a própria pica? Nunca ninguém tinha me feito um boquete e de repente eu tava na possibilidade de fazer um em mim mesmo... aquilo era um tesão dobrado. E pra aumentar o êxtase, não parava de lembrar dos peitos da senhora.
Peguei minha pica e aproximei a língua, passei ela por toda a cabeça, empurrei um pouco mais e consegui enfiar um parte na minha boca. Chupei enquanto brincava com a língua e, quando senti que ia gozar, me retirei. Parte daquela carga explosiva caiu no meu rosto.
Era putaria pura.
Fiz isso por mais alguns dias e notei que era uma delícia, mas comecei a ter dúvidas se aquilo era certo ou não, se eu estava tendo um desvio anormal, se não era meio gay, etc. Então parei de fazer e, por alguns anos, até esqueci daquela habilidade pessoal.
Um belo dia, vendo pornografia e conversando com uma amiga, comecei a ficar muito, muito excitado. Ela não sabia o que eu estava fazendo e, na verdade, estávamos falando de coisas da escola. Mas ela, de certa forma, me lembrou da senhora peituda por quem eu tinha descoberto que conseguia lamber o próprio pau. Dessa vez, eu estava sentado numa cadeira e, enquanto via pornô e falava com minha amiga, me surgiu a dúvida se ainda conseguiria fazer aquilo... me curvei quase me dobrando sobre mim mesmo e descobri, com prazer, que ainda conseguia lamber meu próprio pau. A sensação era indescritível.
Então continuei vendo pornô de boquetes e fiquei com vontade de um boquete gostoso da minha amiga. Queria ver os peitos dela. Com um pouco de habilidade, desviei a conversa e perguntei se ela nunca tinha feito nada por webcam, e a resposta foi que não. Ela era safadinha, eu a conhecia bem, então ela mesma me perguntou se eu estava tentando propor algo, que eu dissesse na confiança e que ficava entre nós.
Falei que estava me masturbando enquanto via pornô, e ela na hora disse que se eu deixava ela me olhar.
Meu plano era que ela me visse me masturbando e, quem sabe, me mostrasse os peitos. O que aconteceu depois escapou completamente do meu controle e, suponho, do dela também.
Ela fez a chamada, e eu só mostrava meu torso ainda com a camiseta vestida; ela mostrava a boca e parte do pescoço e decote.
- Vai, não seja tímido e me deixa ver você batendo uma.
- Tá com vontade? - perguntei
- Sim, sempre tive curiosidade de como você tem a pica.
- Ah, é? Por que, só a minha ou a de todo mundo?
- Acontece quase só com você, me dá tesão porque você é baixinho e acho que tem um belo pacote.
- Olha... — falei e abaixei um pouco a câmera. Pra isso eu tinha colocado minha cueca de novo, porque não queria que ela visse a pica de cara. Queria ir esquentando ela aos poucos.
- Hummm, parece boa. Vejo que já tá dura — ela disse — tira ela, docinho.
Aí eu levantei e fui descendo a cueca devagar, deixando a pica se esticar conforme a cueca descia pra fazer uma contra-pressão. Isso me deixava duro. Ela lambeu os lábios.
- Tira, tira... — ela falou e eu fiz isso. A pica saltou pra fora e ela exclamou — uuuy!
- Gostou? — perguntei.
- Adorei, vai, bate uma pra mim... — ela disse.
Comecei a bater umas punhetas normais e ela ficava lambendo os lábios. Tava muito tarado.
- Me dá vontade de chupar ela, lamber ela toda e chupar suas bolas — ela falou.
- Ei — falei — você já viu alguém que chupa a própria pica?
- Não... isso é possível?
- Sim.
- Não me diga que você consegue? Se fizer isso, me deixa muito, muito excitado, safado...
- Sim — falei — quer ver?
- AI SIM, QUERO VEEER
Ouvi ela muito, muito excitada, quase na hora em que me abaixei pra lamber a pica, ouvi algo no microfone dela e virei pra tela. Ela tava se despindo.
- Uffff, papai — ela disse — faz de novo, vou gozar.
Então repeti, passei a língua suavemente tentando olhar a tela, mas era desconfortável. Ela já tava tirando o sutiã.
- Tenta colocar na boca... faz isso, safadinho.
Aí fiz e a sensação foi incrível. Chupei, lambi e suguei enquanto batia uma até gozar na minha própria boca. Minha amiga também deu uma gozada daquelas.
- Uai, gostoso, isso eu adoraria ver ao vivo... um dia desses a gente tem que combinar, não consigo imaginar o gostoso que vai ser.
J2023
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