Avó e o Netinho Doente parte 2

Avó e o Netinho Doente parte 2Depois daquele primeiro banho, minha cabeça não parava de viajar. Toda noite, quando minha avó me cobria, eu fingia dor nas juntas ou coceira na pele só pra ela ficar mais um tempinho do meu lado. Ela, com aquela doçura de viúva solitária, sempre cedia. "Meu pobre Ivan, claro que sim, meu menino", dizia enquanto acariciava meu cabelo. No dia seguinte, durante o banho da tarde, resolvi aumentar a aposta. — Vó... hoje tô mais irritado do que nunca — falei com voz fraca, como se tivesse sofrendo mesmo —. O sabonete de ontem ajudou, mas acho que preciso que você me limpe mais a fundo... principalmente as partes de baixo. Às vezes dói pra caramba. Ela franziu a testa preocupada, os peitões caídos balançando por baixo da blusinha fina enquanto se inclinava sobre mim. — Ai, meu bem... claro. Não quero que você fique desconfortável. Deixa eu tirar a blusa de novo, pra não molhar. Ficou só de sutiã e calcinha branca de algodão, daquelas que marcavam de leve a bunda redonda e firme, mesmo ela sendo magrinha. Ver ela assim, tão perto, com o cabelo loiro pintado caindo nos ombros, me deixava a mil. Meu pau já tava duro igual pedra antes mesmo dela me tocar.peitoesPeguei a esponja, mas eu a segurei suavemente com a pouca mobilidade que tinha nos dedos. —A esponja arranha demais, vó… Pode usar só as mãos? Com sabão, devagar… igual ontem. Me alivia muito. —Claro, meu menino. O que você precisar. As mãos dela, macias e enrugadas pelos anos, se encheram de sabão e envolveram minha piroca dura. Começou a movê-las pra cima e pra baixo com aquela lentidão carinhosa, achando que só estava me lavando. Eu gemia baixinho, fingindo que era de alívio, mas na verdade era puro tesão. Os peitos dela balançavam a cada movimento, quase roçando no meu peito. —Vó… as bolas também… por favor. Tão coçando muito. Sem hesitar, a outra mão dela desceu e começou a massagear minhas bolas com cuidado, ensaboando, apertando de leve. Eu sentia os dedos escorregadios dela, o sabão deixando tudo mais quente e molhado. Minha piroca pulsava no punho dela, inchada, com a veia marcada. Ela não dizia nada, só se concentrava em "cuidar de mim".maduraQuase gozei de novo, mas me segurei. Queria mais. Muito mais. No terceiro dia, fingi uma crise de "coceira insuportável" depois de comer. Minha avó veio correndo, já de roupão leve. Pedi que ela tirasse a roupa de baixo também, argumentando que o sabão respingava muito e não queria que molhasse tudo. —Ai, Ivan… mas eu sou sua avó — disse ela, meio corada, embora a inocência ainda vencesse. —É como quando eu era bebê, né? Só higiene — insisti com voz de coitado. Isso a convenceu. Ela tirou o sutiã e a calcinha. Os peitos grandes e caídos ficaram livres, com mamilos grandes e escuros que endureceram com o ar. A buceta dela estava coberta por uns pelinhos grisalhos, mas as nádegas eram macias e redondas. Meu pau deu um pulo.milfAjoelhou-se ao lado da cama pra me lavar melhor. Os peitos dela balançavam pesados sobre minha coxa enquanto as mãos voltavam a trabalhar no meu pau e nas minhas bolas.incestoO cheiro de sabão misturado com a pele madura dela me deixava louco. — Vó… acho que a coceira tá mais pra dentro… na cabeça. A senhora pode… soprar um arzinho fresco? Ou… sei lá… chegar mais perto com a boca pra não arder tanto o sabão. Ela me olhou estranha por um segundo, mas o instinto de cuidadora falou mais alto. — Coitadinho do meu neto… claro. O que for preciso pra você ficar melhor. Ela se inclinou mais. O rosto dela ficou a poucos centímetros do meu pau pulsando. Senti o hálito quente roçando a glande. Com uma mão, ela continuava me masturbando devagar, e então, sem eu precisar pedir duas vezes, ela aproximou os lábios e soprou suavemente sobre a cabeça inchada, molhada de sabão e porra. O prazer foi brutal. Ver os lábios maduros dela tão perto… — Vó… assim já tá melhor… mas… a senhora pode… encostar os lábios um pouquinho? Tipo um beijinho, pra acalmar o calor. Ela hesitou só um instante. — Tá bom, meu menino… só um pouquinho. Ela abriu a boca e envolveu suavemente a glande com os lábios quentes e molhados. Não chupava forte, só mantinha ali dentro, como se estivesse "acalmando" a irritação. A língua dela, por instinto, roçou a parte de baixo enquanto eu gemia de puro êxtase.amor filialComecei a mexer os quadris o pouco que conseguia, fodendo de leve a boca inocente dela. Ela achava que só tava me ajudando com a "coceira". Os peitos dela se espremiam contra minha perna, os bicos duros roçando em mim. —Mais fundo, vovó… por favor… me alivia muito… Sem entender direito o que tava rolando, ela obedeceu. Meu pau entrou mais fundo na boca quente e molhada dela. Comecei a gozar com força, enchendo a língua dela com jorros grossos e abundantes de porra acumulada por anos. Ela engoliu por reflexo, achando que era coisa do sabão ou da minha "doença".avo e netoQuando terminou, limpou os lábios com as costas da mão e me sorriu com carinho. —Melhor agora, meu bem? —Muito melhor, vó… —respondi ofegante, com um sorriso interno—. Amanhã… acho que vou precisar que você faça por mais tempo. A coceira volta muito rápido. Ela concordou, inocente e disposta, sem imaginar que tinha acabado de se tornar meu alívio sexual secreto.Avó e o Netinho Doente parte 2

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