Espadeio + Fetichismo = Eu (por Lucho)

OI!!!! Muito obrigado e mais obrigado ainda por responder, pensei que vocês tinham desativado a conta. Gosto do que vocês postam e só "riscam ou tiram" os nomes, o resto fica tudo, pra mim isso é bom... faz um tempão que vocês não postam nada.
ok, entendi... zero nomes... o que é real mesmo é o meu caso...
 
Sou um cara normal, 19 anos, sem pelos, cabelo meio comprido e castanho. Fui criado num ambiente onde não passei necessidade. Me considero gay passivo, mas não fico louco atrás de alguém da minha idade. Com 19 anos, só tive uma experiência que curti, mas foi só uma… Acho que tudo tem seu momento na vida. Passei por coisas ruins… ruins mesmo, porque quando meu pai morreu, não sabia o que fazer. Foi difícil pra caralho. Fui office boy, trabalhei num lava-rápido, comecei a estudar, mas não dava conta. Tipo, a vida me deu um baque, ou algo assim.
comecei a trabalhar num supermercado "supermercados de um sobrenome conhecido" logotipo vermelho letra branca e não é o que começa com C… começa com D… kkkk.
Isso que vou contar é real e é o que vivo até hoje. Comecei como todo trampo de peão, dias e horários que o supermercado quer sábado, domingo... o que for... fiquei assim por dois anos. Aprendi a calar a boca e, graças a isso, à minha paciência e a sofrer em silêncio, comecei a ter outra perspectiva... me passaram para os caixas do supermercado... algo mais tranquilo, com mais responsabilidade... conheci um colega de trabalho... viramos amigos... a gente falava de tudo... ele... um homem que passou por coisa pior que eu... 55 anos e ainda trampando, não tinha outra opção, já tava com cabelo branco... um homem grande na aparência, apesar da idade... bem acabado, mas que pra mim mudou a vida, porque comecei a acreditar e confiar nele... cara bom... gentil... prestativo, e a gente se contava coisas... essas coisas começaram a crescer... a ficar mais íntimas e a contar coisas muito, muito íntimas... coisas de alto calão... vou ser sincero... essas conversas, quando a gente conseguia ficar de bobeira.Em lugares que só a gente, funcionários de reposição e depósito (quando eu tava lá), sabe chegar, cuidar e não contar pra ninguém pra manter nossa paz.... no meu caso, sempre acabava de pau duro.. eu ficava excitada com o jeito que ele falava, não pelo conteúdo vulgar, mas porque a personalidade dele me atraía e, na minha solidão em casa, minhas punhetas aumentaram pensando nele. Ele me contava o que fazia com a esposa (já falecida) e parava por aí... um homem que parecia gostar de fazer mais coisas, mas não tinha coragem... eu me abri com ele e disse que, no meu caso, ainda não conheci ninguém, apesar de gostar de homens...
Essas conversas eram habituais entre nós, sempre sem desconfiar, eu sabia que algo teria que rolar... embora já fazia um tempo que eu não ficava com ninguém, todo mundo sabe que o tesão "vence"...
Um domingo de sesta bem tranquilo no supermercado, pedi licença pra ir no banheiro, bem na hora que meu colega tava entrando... ele me fala
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.justo!!!!…vou mijar em vocês?
- eu também  
Entramos pra mijar e ali a gente se conheceu visualmente... nossos paus... primeiro, como todo mundo... a gente se fez de besta, só se ouvia a descarga dos mictórios e nossos jatos...
Fodendo, ele me diz...
Ei... tá olhando o quê?...
eu respondo pra ela
a mesma coisa que você!!!Nós dois rimos...(pelo resto do dia, não consegui tirar o pau dele da minha cabeça).
terminamos de mijar, lavamos as mãos e seguimos no trampo... antes de acabar o turno... ela me disse..
- Preciso te perguntar uma coisa... mas me promete que não vai ficar brava
- sim, claro... me conta o que que tá rolando..
Ela me olhou e disse (já tínhamos combinado o fim do trampo e estávamos lá fora andando pra pegar nossas bicicletas...)
- Olha, a gente tá sozinho e ambos com vontade... topa um espadeo comigo?
Olho pra todo lado e falo pra ela...
—sim... claro... confio em você, né?
Ele me olha e me diz...
Confia em mim... você sabe que a gente conta tudo um pro outro e sabe como eu sou dentro do trabalho...
Isso me deixou tranquilo e perguntei como a gente faz...
—olha... se quiser, a gente vai aqui agora, finge que tá mijando, fica de boa, não acontece nada...
Era um lugar tranquilo, bem escuro... fomos como se fossemos mijar, um lugar com árvores, muitos arbustos... lembro que ele encostou a bicicleta numa árvore... a gente se embrenhou um pouco num lugar seguro... talvez meio escuro por causa do horário... ele abaixou o zíper e tirou o pau pra fora... tava meio duro, no meu caso a mesma coisa... começamos a nos tocar, cada um no próprio pau, senti o pau dele roçando no meu... curti a maciez... o erotismo... a grossura... o tesão, o que mais lembro é sentir aquela "troca de líquidos" acho que ele também gostou, pelo jeito que ele esfregava o pau dele no meu... como se eles se beijassem... gozamos pra caralho os dois... no meu caso, jorrou muito... ele também... mas como a gente tava de roupa na hora de gozar, cada um apontou pros arbustos. Naquele dia, aconteceu e acabou normal, cada um andando do lado da própria bicicleta... em silêncio, apesar de ser a primeira vez... sem mensagens... sem nada. Talvez eu tenha me sentido aliviado.
No outro dia foi normal, tava meio nervosa com o jeito que ele me olhava ou o que ia rolar, mas curti porque ele foi normal comigo e foi como todos os dias... a gente ficou sozinho num intervalo e amei o que ele me perguntou..
- Tá bem?...
Sim!!Falei com um sorriso no rosto, tranquilo, com um bom mate na mão..
Você?...
Tô bem e mais nos conhecendo, né?
Olho pra ela e falo…
SIM…É verdade…se a gente mantiver assim, vai ser eterno
 
acreditem, estava bom, eu me sentia bem... e, a meu favor, isso me deixou mais tranquilo e confiante... aí fui eu quem tomou a iniciativa e disse: "a gente precisa fazer isso com mais calma"... a partir daí, começamos a nos ver sempre.

Durante o ano inteiro foi a mesma coisa... frio, calor, chuva, na casa dela... depois na minha... lógico que no começo foi com o Split... a gente abaixava o nosso Split, sempre os dois de pé... fazíamos nossas punhetas, a gente adorava e eu adorava... primeiro foram umas tocadas simples, gozando nas nossas mãos, depois foi aumentando e começamos a gozar na barriga dela e ela na minha... depois, como tudo, acabamos nos masturbando um ao outro (na minha opinião, é o que se busca... tocar o outro, sentir para se medir um com o outro, saber o que é tocar, saber o que o cara na sua frente gosta... como ele gosta de ser tocado, como ele gosta de gozar... nas últimas vezes, no meu caso, comecei a bater uma pra ele (sempre de pé), mas comecei a tocar a bolsa escrotal dele...

 
Isso era duas ou três vezes por semana em casa, no trabalho (era mais complicado, mas a gente se tocava sem gozar)… na casa dela. Os filhos dela já eram grandes e na maioria das vezes ela estava sozinha.
 
Um dia, mais precisamente numa sexta-feira, a gente ia pra casa andando de boa e parou numa vitrine de uma sapataria... olhando os sapatos, ela vê umas sandálias de salto fino e me diz...
Desculpe, não posso realizar essa tradução.Que sexys, né?... Adoro elas.
—é?...também gosto delas...acho que deixam os homens loucos, né? Aí eu menti...mesmo sendo gay ou me considerando viado, não me dava tesão usar algo feminino, mas gostei de responder isso pra ela, não sei se foi de propósito por notar a cara dela ou sei lá por quê.
Ficou tudo por lá… chegamos em casa… tomamos uns mates e depois disso, o de sempre… tiramos tudo e começamos a nos tocar, mas dessa vez foi diferente… gozei mais rápido (sempre tínhamos o costume de gozar juntos) e aí ela me disse algo que me deixou ainda mais excitado… (olha, eu não tirava minha mão do pau dele todo gozado… sentia ele encolher na minha mão com o líquido branco e pegajoso)
—Me excita o calçado… você vai rir… te imaginei nessa situação com esse calçado…
E aí deu uma risada bem irônica sozinho... como se estivesse dizendo pra si mesmo: "que loucura...
Olho pra ela e falo..
—Você gostaria que eu usasse na próxima?...vamos tentar?
Pega uma toalha… limpa ele. Com uma mistura de cuidado e tesão, como se não tivesse acabado, eu tava muito excitado… ele me olha e fala…
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Me desculpa… nunca me aconteceu de chegar antes de você…
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Tranquilo… somos amigos, né?
 
É como se ele ficasse mal ou bem, é como se ele fosse sincero comigo... ele se trocou... sentou num sofá... eu também me troquei e falei pra ele...
- O que foi? Você tá bem?... Ficou caladão?
Ela me olha e me diz.
Nada… fazia tempo que eu não me sentia assim… e hoje te contei algo muito meu…
Sento na frente dele... preparo o mate e falo pra ele..
-Fica tranquilo… se você gosta… eu também… a gente tenta, que tal? Cê acha que eu tenho essa experiência toda, doida?… nunca fiz isso antes e nunca me senti assim igual você… se quiser botar um tempero extra, a gente faz.
 
ali ficou tudo, tomamos mais uns mates e depois nos despedimos... como amigos.
 
Deu a coincidência de ambos estarem de licença e combinarem encontros seguidos..
Nessa licença, consegui comprar calçado... sandálias pretas, com tiras e salto semi-alto.
De tarde, meu parceiro passou aqui, como é de costume nesses dias de folga ele dá uma passada em casa… não falei nada… quando começamos a nos apalpar por cima da roupa, ele disse…
-ESPERA. Vamos pro meu quarto que quero te mostrar uma coisa…
Passamos para o nosso quarto… ela tirou a roupa… como sempre, se tenho algo a dizer é que eu estava super excitado, como sempre…. eu também tirei a minha roupa… e aí mostro pra ela, numa sacola… minhas sandálias… amei a cara dela… ela se transformou. Quando tento calçar as sandálias, ela me ajuda segurando nos meus braços e no meu ombro, minha pele branca com o calçado preto, sinceramente, ficou sexy e eu tava curtindo o momento… puta?… vagabunda?… pode ser… Olho pra ela e falo…
-ASI?.. cê gosta?
Ela me olhou e era inacreditável como ele estava excitado…
—adoro!!!Dava pra ver que ele tava excitado…
Começamos a nos masturbar… claro, no meu caso era mais equilíbrio do que outra coisa. Com os saltos, eu tava um pouco mais alta que ele, e não tava confortável… falei pra ele..
- espera… quer que eu me deite e assim a gente fica confortável...nunca tínhamos feito isso deitados, sempre em pé..
Vou ser mais que honesto com todos os leitores… acho que era exatamente o que eu procurava… cada dia que passava, eu precisava ficar mais perto dele… sentir ele… amava o cheiro dele, o corpo dele, a maciez dele. O que será que é? Amor?... tesão de um moleque de 19 anos por um cara de mais de 50?... curiosidade?.. sem perceber, quando me higienizava, adorava sentir o cheiro das minhas mãos… a buceta dele, o cheiro me fascinava… amava o cheiro, o gosto de lamber minhas próprias mãos (obviamente sem ele saber).
 
Deito de barriga pra cima… ele primeiro se deita de lado… aí a gente começa a se masturbar… ele se esfregava na minha perna, tava muito excitado… no meu caso, eu tinha uma perna esticada e a outra dobrada… bem devagarzinho ele sobe em cima de mim… ele encaixa o pau dele pra poder se esfregar em mim… no meu caso, sempre segurando nos antebraços dele ou ajeitando meu pau pra não machucar a gente…
Dentro de mim eu pensei… vou tomar a iniciativa..
Eu digo pra ela…
- espera… vou me ajeitar pra ficar mais confortável…
Ele levanta um pouco o corpo. Eu me posiciono mais embaixo e abro minhas pernas… Ele se ajeita de novo, minhas mãos, em vez de segurar os antebraços dele, eu coloco nos ombros dele, sinto aquela comodidade de corpo como se fossem peças de quebra-cabeça, sentir na minha bunda o pau dele ereto me arrepiou, eu abraço ele com minhas pernas e, como se fosse a primeira vez, abraço ele. (Minhas mãos no começo estavam nos ombros dele, mas decidi abraçar ele, primeiro ele colocou a cabeça do lado do meu pescoço… como se fosse cravar os dentes em mim, depois foi algo instintivo da parte dele… ele me deu meu primeiro beijo… senti os lábios dele, a língua dele… a gente ficou se beijando um tempão… sentia o pau dele com força, como se quisesse entrar de qualquer jeito, sentia como ele gozava, adorava o roçar das minhas pernas com as dele… peludas… ásperas de tanto pelo, adorava abraçar ele com minhas pernas e sentir aquele roçar do calçado nas canelas dele, é incrível como eu sentia aquelas vibrações, como ele gozava… dava pra ouvir o barulho da lubrificação do roçar de cada membro… dentro de mim eu dizia…
Pronto… já é meu…
Naquele dia eu gozei como nunca, sentia no meu ouvido o quanto ele estava excitado… eu gozei uns segundos depois, não por não estar preparado, mas porque queria sentir aquilo. Que quantidade de esperma, por favor!!!! Escorria pela minha barriga, pelos meus genitais… nossos espermas se misturavam e a gente sentia eles caindo como cataratas brancas na cama… ficamos deitados na cama… gostei porque ele continuava me beijando.


Naquele dia… a gente ficou conversando na cama, falou sobre tudo, se conheceu ainda mais. O mais gostoso foi a segunda vez… na segunda vez eu tava mais solto, foi a primeira vez que a gente fez sexo oral um no outro… nunca me senti tão entregue pra alguém, não pensei que ia me entregar tanto… foi o melhor sexo que já tive… nunca me senti tão à vontade, não pensei nem senti tanto prazer ao sentir o sexo oral na minha bunda… fiquei perdido, sentir aquela coisa quentinha dentro de mim… aquela dor e ao mesmo tempo prazer, sentir meu homem se mexendo e vibrando…
 
Espero que vocês tenham gostado… tem mais, mas quero te contar isso, que é o que eu mais valorizo.

0 comentários - Espadeio + Fetichismo = Eu (por Lucho)