Quando falei com o Emilio, ele mesmo me confessou que depois daquele dia e por muito tempo, ele repassava detalhe por detalhe do que aconteceu, prolongando a excitação que sentia e, por outro lado, aguentando as putas crises de consciência moral que isso causava ao me ver gozar nos braços de outro homem, transando sem tabus, ciúmes ou ressentimentos. Como já mencionei antes, grande parte dessa história foi escrita pelo meu marido e não quis mudar nada. Só adicionei algumas linhas. Não é muito fácil pra uma mulher chegar e escrever sobre sua vida sexual sem ser chamada de puta, vagabunda, por todas as barreiras de tabus sociais impostos na nossa sociedade. Ainda mais sendo casada e com família. Realmente, meu estilo de vida não é muito aceito na sociedade – repito, não é bem visto uma mãe aceitar viver em amasiato com o amante e as filhas. Muitos podem pensar que sou louca, doente ou uma pervertida. Por isso mantive escondida essa forma de viver e, de certa forma, contar isso talvez foi como uma válvula de escape. Sei que muitos vão se perguntar por que o Brando e não outro homem – tentamos conhecer alguns outros caras e ver se conseguíamos dar o passo com eles, mas nunca tivemos os resultados esperados. É muito difícil confiar e abrir as portas da sua casa pra um desconhecido. No entanto, toda essa experiência de conhecer esses homens nos ajudou quando tomamos a decisão final de que fosse o Brando o macho alfa da casa, o homem da família. Eu tinha um passado com ele e, de certa forma, conhecia o jeito dele, e isso me ajudou a tomar a decisão final. São muitas sensações que passam pela mente naquele momento, mas chega um ponto em que você fica nublada e se entrega ao prazer sem limites. Quando estava com o Brandon, esquecia do Emilio, não queria pensar em nada, só me sentir penetrada. Nas vezes que ele me fez dele na frente do Emilio, em cima da cama de casal – eu abria as pernas pra recebê-lo, quando ele me penetrou, não consegui evitar de gritar ao sentir como minhas carnes íntimas se abriam pra dar passagem pro pau dele – soltei um gemido longo e levantei a bunda pra receber ele por completo, e ele me enfiou até as bolas, me causando dor e prazer ao me sentir totalmente empalada. Ele ficou dentro do meu corpo me penetrando com força – com fúria, as metidas dele me faziam gritar – e eu mexia minha bacia como uma louca, buscando que ele me penetrasse até o fundo. Rolamos pela cama, subi em cima dele, ele me colocou de bruços, de lado, me comeu de um jeito que me fez sentir mulher – me fez sentir viva de novo – Senti ele gozar, começou a pulsar forte, enquanto o esperma quente inundava minha buceta – meu corpo se contorceu, percebi que estava gritando. Só naquele momento tomei consciência do meu arrebato passional, foi aquela primeira vez que entendi que ele era o homem certo pra minha vida. Era o homem que eu tinha procurado pra ser mãe de novo, eu e minhas filhas.. Era o macho que eu buscava e que nos mantivesse unidas a ele por um laço de sangue. Foi naquele momento que entendi que minha vida ia dar uma virada, Emílio me confessava que sentia ciúme e raiva, mas mesmo assim, algo dentro da mudança tinha conhecido o lado voyeur dele, o lado dele de ser um homem cuck, apesar de ser um estigma difícil de aceitar, ele aceitava. A história de Emílio. Depois de permitir que minha mulher transasse com Brandon, nossa vida continuou normal. Foi uma experiência e uma excitação enorme poder ver ela gemer e gritar nos braços de outro homem. Brandon passou a fazer parte da nossa vida, começamos a nos ver em praças e restaurantes e depois ele começou a frequentar a casa, e minha esposa começou a trepar com ele na cama de casal. Numa ocasião, saímos pra um bar e Brandon levou ela pra dançar. Então tive que ficar olhando eles, como ele a segurava pela cintura, acariciando a bunda dela e beijando ela. Quando a música acabou, Gaby foi pro banheiro e eu fiquei com Brandon na mesa – Não sabia o que dizer, até que finalmente o gelo quebrou. – Não É fácil estar com o cara que come sua mulher na mesma mesa e não se sentir um otário ou um idiota na frente dele. — Escutei a voz do Brandon me dizer: não se sinta mal, não te julgo, você não é um trouxa, é um homem inteligente. Se você não consegue dar prazer a ela, deixa eu aproveitar ela. Sei que você adora ver como eu como sua mulher. — Sabe, hoje à noite vou arrebentar o cu dela. Ele tocou meu ombro com a mão e olhou nos meus olhos — Emilio, ontem eu estava conversando com a Gaby sobre as meninas, quando ouvi o nome delas, meu coração quase parou, e não vou mentir pra você, suas filhas querem sexo, estão loucas pra experimentar, e eu tenho uma vontade enorme de “descabaçá-las”. Não soube o que responder. Quando a Gaby voltou, ela me pegou pela mão pra gente ir embora. — No caminho pra saída, mais de um virou pra olhar a bunda dela, que se destacava no vestido justo que ela usava naquela noite. Coloquei minhas mãos na cintura dela, ela me puxou pra perto e murmurou no meu ouvido: tô com tesão, não consigo evitar. — Começamos a conversar e ela disse, baixando o olhar: o Brandon quer me comer por ali, você já sabe por onde. — Como eu respondi: “então ele quer me comer no anal!” — Pelo cu, falei sem rodeios. — Ela me perguntou: “e se você me comer por lá e eu disser que não? Que nunca deixei você nem ninguém?” Sei que vai doer, mas quero tentar, é uma excitação enorme que sinto quando tô com o Brandon. — Sei que ele pode me machucar e que vou passar muito mal, que talvez me arrependa — mas quero tentar, não quero mentir pra você, tô excitada só de pensar nele. — Ouvir essas palavras da minha mulher me deixou louco, como um demente, preso num sentimento e numa excitação enorme. Eu sabia que tinha que parar com aquilo, mas já não conseguia mais, o prazer que sentia ao vê-la gozar era imenso. Chegamos, estacionei o carro e vi os dois entrarem em casa. Não teve preâmbulo: minha mulher tinha se transformado numa mulher desconhecida pra mim, começou a esfregar a bunda nele. pau procurando a reação do macho. – Observei cada passo desde que desabotoei e comecei a baixar o vestido dela até deixá-la nua. Ele se despiu rápido, olhei pro pau dele inchado, duro, ereto. Comecei a suar e tentei me acalmar, não queria que minha pressão caísse.
---Me sentia incrédulo – não conseguia acreditar que minha mulher aceitasse dar o cu. Olhei pra minha mulher, ela estava disposta a tudo, Brandon pegou a rola dele com as mãos e colocou na boca dela pra chupar, quase não cabia, vi o esforço que minha mulher fazia pra abrir toda a boca e chupar – ele segurou a cabeça dela e empurrava pra dentro, fazendo ela quase tossir de tanto esforço. Levou ela pra mesa, minha mulher abriu as pernas e Brandon se colocou na frente dela, enfiou entre as pernas e imediatamente empurrou e começou a meter, penetrou ela com força, o prazer me cegou e comecei a me masturbar, enquanto Brandon beijava minha mulher na boca. Entrava e saía da buceta dela uma vez e outra, roçando o clitóris e deixando ela cada vez mais louca. Pouco tempo depois, ouvi ela gritar, gemer, e ela gozou com uns gemidos tão fortes que quase gritei de prazer só de ouvir. Foi então que da boca de Brandon saíram as palavras que vou lembrar pra sempre: “Vira” – ele disse pra minha mulher, eu sabia o que aquilo significava e as consequências, então ouvi minha mulher dizer: “Tô com medo de você me machucar, mas enfia. Faz isso ou vou me arrepender”. Naquele momento, pensei nos 93 quilos dele e na rola grossa e grande dentro da bundinha pequena da minha mulher de 48 quilos, só pensava se ela aguentaria aquela penetração, além disso, sempre achei que sexo anal fosse algo sujo e doloroso. Olhei pra minha mulher naquele momento, ela parecia não pensar no sujo nem na dor, só queria gozar, ser penetrada até o fundo do intestino, sem se importar com o que sofresse, sem se importar se partisse ela no meio. Ele pegou ela pela mão e levou pro sofá, onde pediu que ela deitasse de bruços, colocou uma almofada debaixo da cintura e fiquei com a bunda empinada. Separei as nádegas dela e deixei o cu da minha mulher bem na frente da língua dele, chupou e lambeu sem nojo uma vez e outra, até dilatar. Minha mulher tava de olhos fechados, de quatro, com a bunda no ar e ele atrás dela metendo a língua naquele rabo sem parar. Ele foi até a bolsa da minha mulher, pegou um pote de creme, passou num dos dedos e foi até ela, começou a enfiar devagar, sem querer machucar — "vai, relaxa", ele dizia — "solta o corpo — tenho que te dilatar, não quero te machucar e você tem que me ajudar". Ele enfiava os dedos devagar no cu dela. Aproximou o rosto na buceta dela e começou a chupar, foi como se minha mulher levasse um choque, começou a se mexer, a gritar, e com a força que se agitou, tirou o dedo que ele tinha enfiado no cu dela. Ele meteu dois dedos e eu vi o cu da minha mulher se abrindo aos poucos com a pressão deles — ouvi ela dizer "Ah, para, por favor, você me mata de prazer. Mete logo. Faz isso ou vou me arrepender". Brandon levantou, pegou o creme e passou no pau inteiro, ergueu o olhar sabendo que eu tava olhando — "devagar, devagar", minha mulher dizia. Ele tentou uma vez e outra sem conseguir vencer a resistência do buraco, parecia impossível que o pau dele entrasse sem machucar ela — "não aguento mais, tenho que meter ou vou ficar louco". Passou mais creme, segurou minha mulher pelos quadris com força e apontou a cabeça do pau pro furinho do cu dela. Ele mandava ela relaxar, e... de repente ouvi... O grito dela. Vi ela fazer força com a mão, apertar os dentes, morder os lábios, tentando aliviar a dor, mas escapou um gritinho quando sentiu ele rasgando o cu dela. Os segundos de penetração pareciam minutos, pensei "ele vai rasgar o cu dela". Não reconheci minha mulher, ela tava tão tesuda que não ligava de desmaiar de dor, só queria que ele arrebentasse o cu dela e ponto. Pra provar pra ele, ela disse: "Vai, não para não". E ele continuou empurrando bem devagar, às vezes tirava e colocava de novo, mas cada vez um pouco mais fundo, penetrando ela com muito cuidado. Fechei meus olhos, pra ser sincero, e ouvi um gemido da Gaby quando a cabeça da pica do BRANDON começou a entrar, vencendo a resistência do cu dela. Ele segurou ela firme, impedindo que minha mulher escapasse da pica dele. Olhei minha mulher mordendo os lábios pra não gritar — chorar —, não queria pensar que ela sabia que tavam olhando e por isso evitava gritar, mas era óbvio que tava doendo, a cara dela, as feições mostravam claramente que tava doendo. Até que ela não aguentou mais e começou a gritar com força quando Brandon começou a penetrar ela. Ela se dobrou toda — e tentou se levantar pra evitar que ele continuasse enfiando, mas não conseguiu. Brandon tava tenso, suado, pelo esforço que fez, mas nunca deixou minha mulher escapar da pica dele. Quando conseguiu enfiar tudo, manteve ela firme, colada na pica dele. Ficou parado, dentro do cu da minha mulher, grudado na bunda dela, sem dar chance pra ela se mexer e evitar o contato da pica dele com o reto dela. Começou a se mover, a enfiar nela, e aos poucos minha mulher começou a gemer, a reclamar cada vez mais baixo. Ele acariciava a buceta dela com os dedos — vi a Gaby girar o quadril, rebolando a bunda pra encontrar a pica — fazia isso devagar —, foi aí que ele aproveitou pra meter tudo. Ela arranhou o sofá ao se sentir completamente empalada — se dobrou toda e começou a falar pro cara: "Tô sentindo que você vai me partir". Ele começou o vai e vem, entrando e saindo do cu dela com força, segurando firme nos quadris dela. Cada vez que enfiava, jogava ela contra o sofá — com força. Ele colocou ela de pé e sentou ela na pica dele, começou a furar ela, a gozar dela, e minha mulher a gemer. Quando cansou, deitou ela no sofá, sempre de barriga pra baixo — e começou. de novo enfiando no reto dela até o fundo dos intestinos dela – tirou merda mas não ligou e continuou penetrando ela. Olhei minha mulher desfalecida – com o cu aberto – desflorado. – e banhei os intestinos dela com meu esperma pra rolar pro lado bufando igual besta, agitado, suado. – essa primeira vez da minha mulher nunca consegui esquecer – o difícil foi começar, uma vez que ele conseguiu pegar ela pelo cu e vencer a resistência da minha mulher, ele enfiava à vontade no cu dela – – me levantei, minhas pernas tremiam e a sala cheirava a excremento, a merda, olhei as almofadas do sofá manchadas, sujas de sangue, merda e esperma. Foi uma eternidade pra mim, sentia meu coração bater num nível desproporcional, sentia minha boca seca, pastosa, e me sentei no chão respirando calmo. Olhei a Gaby nua, desfalecida, cansada, deitada de bruços, sabia que tinha sido uma experiência que seria difícil de esquecer pra ela. Nunca imaginei ver minha mulher gozar e gritar daquele jeito, e menos ainda fodendo como ela fez. Ajudei ela a ir ao banheiro se trocar, ficamos sentados na sala da nossa casa, ela com o cu arrombado e eu com um sentimento de desejo, tesão e culpa. No dia seguinte ela acordou tarde, quando entrou no banheiro pra cagar, ouvi ela gritar e ela teve que morder uma toalha pra os gritos não serem ouvidos em casa. De noite o Brandon voltou e pegou ela de novo pelo cu na minha casa, eu, o marido dela, a poucos passos deles. Foi assim que minha mulher virou amante do Brandon, tinha aceitado meu lado voyeur, meu lado cuck, e o Brandon fazia ela feliz na cama. Minhas filhas notaram a mudança que teve em casa, conheceram o Brandon – Eu me sentia feliz, mas também sabia que tava brincando com fogo. Conversei com minha mulher e falei que não tinha problema ela transar com o Brandon, mas que era diferente ela estar decidindo o despertar sexual das nossas meninas, entramos em discussão, não quero fazer algo que depois me arrependa pra sempre. vida. Comentei com ela. — E não sei se vou aguentar tudo que envolve deixar elas fazerem sexo com o Brandon. — Sem me arrepender do que faço. E tenho medo que machuquem elas, elas nunca estiveram com um homem — são moças direitas. Naquela noite não dormi pensando, não queria aceitar que no fundo me dava tesão e excitação pensar no assunto. Voltava de fazer umas compras e encontrei minha mulher arrumada pra sair, aonde vamos, perguntei. — Volto em três ou duas horas, vou sair com as meninas, combinei de encontrar o Brandon na praça, vamos conversar. — Quando chegaram, senti cheiro de vinho e cerveja em cada uma delas — ficaram conversando — ai, meus peitos doem! ouvi a Lorena dizer, é que ele mordeu os seus, a Laura respondeu — bom, meninas, dormir, amanhã vemos o que fazer — o importante é que já estão decididas — e convencidas — minha mulher disse. Quando ficamos a sós, ouvi a voz dela, Emílio “Quero que vocês iniciem as meninas” — fiquei paralisado, frio, feito um idiota, que porra, você tá louca, mulher? Sabe o problema que podemos arrumar, deixa nossas meninas descobrirem o sexo sozinhas, você só orienta. Peguei as mãos dela e falei, Gaby — as meninas são moças direitas, vamos deixar que elas mesmas decidam o caminho delas pro sexo. No fim, acabei cedendo — entendi que minhas meninas sabiam que o Brandon transava com a mãe delas e era lógico que elas sentissem curiosidade de saber por que a mãe — gemia e gritava tanto quando o Brandon tava com ela. Minha mulher me pegou pela mão e me levou pro quarto onde guardava umas fotos, me mostrou algumas e disse, olha pra elas, tão mais que à vontade, me diz se você vê vergonha ou medo nelas por estarem quase peladas. — verdade, né. Fiquei calado, olhando as fotos onde elas, sem nenhum pudor ou vergonha que aparecesse na cara delas. Tinham tirado uma foto delas. Mas o que mais me chamou a atenção foi ver as fotos delas, com uma dedicatória: “Não sei o que tá acontecendo comigo, sei que você vai pensar” que é uma loucura, mas eu te desejo. Sou mocinha e sei que você vai me machucar, mas não me importo, tô disposta a tudo com você. Que você seja o primeiro na minha vida. Do jeito que você quiser... De tudo. Laura”
Naquele momento entendi que não tinha mais volta. — Fiquei pensando, precisava ouvir um conselho. Mas quem você procura? Pra quem você conta que deixa outro comer sua mulher sem ser chamado de otário ou corno?
Tinha as meninas prestes a perder a virgindade — uma primeira vez que sabia que jamais esqueceriam, porque tinha certeza de que ia comer elas no anal, vaginal e oral.
Talvez seja muito fácil escrever isso pra você, mas viver é como estar sentado no fio da navalha, você sente o coração bater a mil por hora, sente a garganta seca.
— Como mulher e mãe, não me arrependo dessa decisão da minha vida com as meninas e o Brandon.
Formamos uma família, até agora difícil de viver assim numa sociedade machista e moralista.
---Me sentia incrédulo – não conseguia acreditar que minha mulher aceitasse dar o cu. Olhei pra minha mulher, ela estava disposta a tudo, Brandon pegou a rola dele com as mãos e colocou na boca dela pra chupar, quase não cabia, vi o esforço que minha mulher fazia pra abrir toda a boca e chupar – ele segurou a cabeça dela e empurrava pra dentro, fazendo ela quase tossir de tanto esforço. Levou ela pra mesa, minha mulher abriu as pernas e Brandon se colocou na frente dela, enfiou entre as pernas e imediatamente empurrou e começou a meter, penetrou ela com força, o prazer me cegou e comecei a me masturbar, enquanto Brandon beijava minha mulher na boca. Entrava e saía da buceta dela uma vez e outra, roçando o clitóris e deixando ela cada vez mais louca. Pouco tempo depois, ouvi ela gritar, gemer, e ela gozou com uns gemidos tão fortes que quase gritei de prazer só de ouvir. Foi então que da boca de Brandon saíram as palavras que vou lembrar pra sempre: “Vira” – ele disse pra minha mulher, eu sabia o que aquilo significava e as consequências, então ouvi minha mulher dizer: “Tô com medo de você me machucar, mas enfia. Faz isso ou vou me arrepender”. Naquele momento, pensei nos 93 quilos dele e na rola grossa e grande dentro da bundinha pequena da minha mulher de 48 quilos, só pensava se ela aguentaria aquela penetração, além disso, sempre achei que sexo anal fosse algo sujo e doloroso. Olhei pra minha mulher naquele momento, ela parecia não pensar no sujo nem na dor, só queria gozar, ser penetrada até o fundo do intestino, sem se importar com o que sofresse, sem se importar se partisse ela no meio. Ele pegou ela pela mão e levou pro sofá, onde pediu que ela deitasse de bruços, colocou uma almofada debaixo da cintura e fiquei com a bunda empinada. Separei as nádegas dela e deixei o cu da minha mulher bem na frente da língua dele, chupou e lambeu sem nojo uma vez e outra, até dilatar. Minha mulher tava de olhos fechados, de quatro, com a bunda no ar e ele atrás dela metendo a língua naquele rabo sem parar. Ele foi até a bolsa da minha mulher, pegou um pote de creme, passou num dos dedos e foi até ela, começou a enfiar devagar, sem querer machucar — "vai, relaxa", ele dizia — "solta o corpo — tenho que te dilatar, não quero te machucar e você tem que me ajudar". Ele enfiava os dedos devagar no cu dela. Aproximou o rosto na buceta dela e começou a chupar, foi como se minha mulher levasse um choque, começou a se mexer, a gritar, e com a força que se agitou, tirou o dedo que ele tinha enfiado no cu dela. Ele meteu dois dedos e eu vi o cu da minha mulher se abrindo aos poucos com a pressão deles — ouvi ela dizer "Ah, para, por favor, você me mata de prazer. Mete logo. Faz isso ou vou me arrepender". Brandon levantou, pegou o creme e passou no pau inteiro, ergueu o olhar sabendo que eu tava olhando — "devagar, devagar", minha mulher dizia. Ele tentou uma vez e outra sem conseguir vencer a resistência do buraco, parecia impossível que o pau dele entrasse sem machucar ela — "não aguento mais, tenho que meter ou vou ficar louco". Passou mais creme, segurou minha mulher pelos quadris com força e apontou a cabeça do pau pro furinho do cu dela. Ele mandava ela relaxar, e... de repente ouvi... O grito dela. Vi ela fazer força com a mão, apertar os dentes, morder os lábios, tentando aliviar a dor, mas escapou um gritinho quando sentiu ele rasgando o cu dela. Os segundos de penetração pareciam minutos, pensei "ele vai rasgar o cu dela". Não reconheci minha mulher, ela tava tão tesuda que não ligava de desmaiar de dor, só queria que ele arrebentasse o cu dela e ponto. Pra provar pra ele, ela disse: "Vai, não para não". E ele continuou empurrando bem devagar, às vezes tirava e colocava de novo, mas cada vez um pouco mais fundo, penetrando ela com muito cuidado. Fechei meus olhos, pra ser sincero, e ouvi um gemido da Gaby quando a cabeça da pica do BRANDON começou a entrar, vencendo a resistência do cu dela. Ele segurou ela firme, impedindo que minha mulher escapasse da pica dele. Olhei minha mulher mordendo os lábios pra não gritar — chorar —, não queria pensar que ela sabia que tavam olhando e por isso evitava gritar, mas era óbvio que tava doendo, a cara dela, as feições mostravam claramente que tava doendo. Até que ela não aguentou mais e começou a gritar com força quando Brandon começou a penetrar ela. Ela se dobrou toda — e tentou se levantar pra evitar que ele continuasse enfiando, mas não conseguiu. Brandon tava tenso, suado, pelo esforço que fez, mas nunca deixou minha mulher escapar da pica dele. Quando conseguiu enfiar tudo, manteve ela firme, colada na pica dele. Ficou parado, dentro do cu da minha mulher, grudado na bunda dela, sem dar chance pra ela se mexer e evitar o contato da pica dele com o reto dela. Começou a se mover, a enfiar nela, e aos poucos minha mulher começou a gemer, a reclamar cada vez mais baixo. Ele acariciava a buceta dela com os dedos — vi a Gaby girar o quadril, rebolando a bunda pra encontrar a pica — fazia isso devagar —, foi aí que ele aproveitou pra meter tudo. Ela arranhou o sofá ao se sentir completamente empalada — se dobrou toda e começou a falar pro cara: "Tô sentindo que você vai me partir". Ele começou o vai e vem, entrando e saindo do cu dela com força, segurando firme nos quadris dela. Cada vez que enfiava, jogava ela contra o sofá — com força. Ele colocou ela de pé e sentou ela na pica dele, começou a furar ela, a gozar dela, e minha mulher a gemer. Quando cansou, deitou ela no sofá, sempre de barriga pra baixo — e começou. de novo enfiando no reto dela até o fundo dos intestinos dela – tirou merda mas não ligou e continuou penetrando ela. Olhei minha mulher desfalecida – com o cu aberto – desflorado. – e banhei os intestinos dela com meu esperma pra rolar pro lado bufando igual besta, agitado, suado. – essa primeira vez da minha mulher nunca consegui esquecer – o difícil foi começar, uma vez que ele conseguiu pegar ela pelo cu e vencer a resistência da minha mulher, ele enfiava à vontade no cu dela – – me levantei, minhas pernas tremiam e a sala cheirava a excremento, a merda, olhei as almofadas do sofá manchadas, sujas de sangue, merda e esperma. Foi uma eternidade pra mim, sentia meu coração bater num nível desproporcional, sentia minha boca seca, pastosa, e me sentei no chão respirando calmo. Olhei a Gaby nua, desfalecida, cansada, deitada de bruços, sabia que tinha sido uma experiência que seria difícil de esquecer pra ela. Nunca imaginei ver minha mulher gozar e gritar daquele jeito, e menos ainda fodendo como ela fez. Ajudei ela a ir ao banheiro se trocar, ficamos sentados na sala da nossa casa, ela com o cu arrombado e eu com um sentimento de desejo, tesão e culpa. No dia seguinte ela acordou tarde, quando entrou no banheiro pra cagar, ouvi ela gritar e ela teve que morder uma toalha pra os gritos não serem ouvidos em casa. De noite o Brandon voltou e pegou ela de novo pelo cu na minha casa, eu, o marido dela, a poucos passos deles. Foi assim que minha mulher virou amante do Brandon, tinha aceitado meu lado voyeur, meu lado cuck, e o Brandon fazia ela feliz na cama. Minhas filhas notaram a mudança que teve em casa, conheceram o Brandon – Eu me sentia feliz, mas também sabia que tava brincando com fogo. Conversei com minha mulher e falei que não tinha problema ela transar com o Brandon, mas que era diferente ela estar decidindo o despertar sexual das nossas meninas, entramos em discussão, não quero fazer algo que depois me arrependa pra sempre. vida. Comentei com ela. — E não sei se vou aguentar tudo que envolve deixar elas fazerem sexo com o Brandon. — Sem me arrepender do que faço. E tenho medo que machuquem elas, elas nunca estiveram com um homem — são moças direitas. Naquela noite não dormi pensando, não queria aceitar que no fundo me dava tesão e excitação pensar no assunto. Voltava de fazer umas compras e encontrei minha mulher arrumada pra sair, aonde vamos, perguntei. — Volto em três ou duas horas, vou sair com as meninas, combinei de encontrar o Brandon na praça, vamos conversar. — Quando chegaram, senti cheiro de vinho e cerveja em cada uma delas — ficaram conversando — ai, meus peitos doem! ouvi a Lorena dizer, é que ele mordeu os seus, a Laura respondeu — bom, meninas, dormir, amanhã vemos o que fazer — o importante é que já estão decididas — e convencidas — minha mulher disse. Quando ficamos a sós, ouvi a voz dela, Emílio “Quero que vocês iniciem as meninas” — fiquei paralisado, frio, feito um idiota, que porra, você tá louca, mulher? Sabe o problema que podemos arrumar, deixa nossas meninas descobrirem o sexo sozinhas, você só orienta. Peguei as mãos dela e falei, Gaby — as meninas são moças direitas, vamos deixar que elas mesmas decidam o caminho delas pro sexo. No fim, acabei cedendo — entendi que minhas meninas sabiam que o Brandon transava com a mãe delas e era lógico que elas sentissem curiosidade de saber por que a mãe — gemia e gritava tanto quando o Brandon tava com ela. Minha mulher me pegou pela mão e me levou pro quarto onde guardava umas fotos, me mostrou algumas e disse, olha pra elas, tão mais que à vontade, me diz se você vê vergonha ou medo nelas por estarem quase peladas. — verdade, né. Fiquei calado, olhando as fotos onde elas, sem nenhum pudor ou vergonha que aparecesse na cara delas. Tinham tirado uma foto delas. Mas o que mais me chamou a atenção foi ver as fotos delas, com uma dedicatória: “Não sei o que tá acontecendo comigo, sei que você vai pensar” que é uma loucura, mas eu te desejo. Sou mocinha e sei que você vai me machucar, mas não me importo, tô disposta a tudo com você. Que você seja o primeiro na minha vida. Do jeito que você quiser... De tudo. Laura”
Naquele momento entendi que não tinha mais volta. — Fiquei pensando, precisava ouvir um conselho. Mas quem você procura? Pra quem você conta que deixa outro comer sua mulher sem ser chamado de otário ou corno?
Tinha as meninas prestes a perder a virgindade — uma primeira vez que sabia que jamais esqueceriam, porque tinha certeza de que ia comer elas no anal, vaginal e oral.
Talvez seja muito fácil escrever isso pra você, mas viver é como estar sentado no fio da navalha, você sente o coração bater a mil por hora, sente a garganta seca.
— Como mulher e mãe, não me arrependo dessa decisão da minha vida com as meninas e o Brandon.
Formamos uma família, até agora difícil de viver assim numa sociedade machista e moralista.
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