Esclarecimento: A história não é minha, mas amei e achei a história muito boa.
Minha sobrinha sabe o que quer e eu explico o que quero dela.
Depois daquela noite na cozinha dela, tudo fluiu como eu esperava. Ela sabia que eu tava de olho nela há tempos e parecia que ela tinha curiosidade por um homem mais velho. Me mandou um zap com o link do TikTok dela — algo que sempre tinha se recusado a fazer, porque tinha vergonha. Abri e o que vi já deixou meu pau duro na hora. Aparecia sozinha em alguns, na maioria, e em outros com amigas, mas quase sempre uma que parecia uns 5 anos mais nova. Depois tinha outra que era de molhar o pão. Mas aparecia menos e em intervalos maiores. Respondi que valeu, já era hora, e mandei um emoji de olhos com corações. Ela perguntou se eu tinha visto a dedicatória. Mas eu falei que não, que como tinha tantos, ia ver por ordem de postagem. E ia dar tempo. Parece que ela posta vídeo quase todo dia. Mas claro, só ia ver os com menos roupa, haha. Ela disse pra eu ver o de dois dias atrás, ou seja, o do dia seguinte ao da cozinha. E foi o que fiz. Coloquei pra rodar e no começo aparecia com uns cartazes e com a mesma roupa daquele dia. Nos cartazes, explicava que a partir de agora todas as danças eram dedicadas a alguém que a segurou pra ela não cair. Fiquei alucinado e senti a alegria do sucesso, e minhas bolas se remexendo esquentando, depois de tanto correr atrás dela, mas sempre com tato, claro. A dança era uma música lenta no começo que ela tinha gravado na cozinha. Ela se mexia pra caralho, e os peitões e a bunda dela pulavam no ritmo. A verdade é que a putinha sabe se mexer. Deixou meu pau duro pra caralho. O problema é que eu sabia que a mãe dela olhava o celular dela. E claro, não sabia do que podia falar com ela sem a gente se foder. Então falei isso. Perguntei que horas ela saía da escola e pra apagar a conversa depois de gozar e a gente se encontrar. Ela saía às 3 por causa do horário de verão, e como voltava sozinha, não tinha problema. Marquei duas ruas abaixo e esperei ela de moto. Quando vi ela vindo, meus olhos se arregalaram. pratos. Ela vinha correndo, com uns shortinhos de lycra curtos e uma camiseta mostrando a barriga, e a visão foi um escândalo. Os carros diminuíam a velocidade quando a viam, e ela me olhava rindo porque sabia disso. Os peitos e as nádegas balançavam no ritmo da corrida dela. Que puta que é… buuff!! Quando chegou ofegante, me disse:
— Não consegui tirar o sutiã, o banheiro da escola tava cheio. Mas a calcinha eu tirei.
— Já imaginei, querida. Não se preocupa — respondi.
E saímos rumo ao meu antigo point. A verdade é que fazia anos que eu não subia a serra de Collserola até um cantinho que eu tinha pra macetar as minas. Ela subiu na moto e se agarrou firme na minha cintura, esmagando os peitões nas minhas costas. Chegamos e vi que o lugar continuava igual. Selvagem e escondido, mas eu sabia por onde enfiar as rodas da moto. Tinham sido muitas visitas àquele pequeno oásis escondido estrategicamente…
Mandei ela descer, ajudando-a segurando na cintura e segurando a vontade de aproveitar aquele corpaço, coloquei a moto no cavalete e fiz ela sentar onde vinha sentada. Como era uma scooter grande, eu me sentei de frente também e alisei o cabelo dela. Ela olhava em volta, vendo como o lugar era bonito. Um pequeno platô ao lado da estrada, mas de onde ninguém podia te ver. Tem um pedaço de chão plano com grama e ao redor é tudo vegetação densa. Pra entrar, você faz uma curva, por isso não dá pra ver da estrada a menos que saiba que existe.
— Que sexy o lugar, aqui dá pra fazer uma cabana — ela soltou.
— A gente precisa conversar, querida — eu disse.
— Claro — respondeu com cara de sabichona. Sempre teve muito gênio. Algo que me excitava também, claro.
— Você já sabe que me deixa louco há um tempo, desde que virou mulher. E eu preciso te explicar o que quero da gente, mas antes quero saber o que você quer de mim.
Ela parou pra pensar, suspirou fundo e me disse:
— Quero ser sua, quero que me ensine e que faça o que quiser comigo, sei o que Você faz aquilo na sua tia e minha mãe alucina toda vez que fala com ela tomando café — ela disse, ficando vermelha que nem um tomate, mas olhando nos meus olhos.
— Mas que fofoqueira você é! — falei, beliscando um peitão dela.
— hahaha, o que você quer? Tô no meu quarto estudando e dá pra ouvir tudo que vocês falam. E ainda vejo como você me olha toda vez que a gente se vê e, claro… — ela respondeu.
— Olha, eu quero ser seu dono e isso vem com umas regras que precisam ser seguidas — falei.
— Claro, já sei, já manjo do assunto dono-submissa. E é o que eu te falei antes, tio, não se preocupa, que eu sei o que quero e o que você quer dizer, e sei que você nunca faria algo que eu não quisesse — ela disse, toda séria.
Não dava pra acreditar como as adolescentes de hoje em dia são sabidas. Achava que ia ser mais complicado de explicar, ou que ela não ia me entender. No meu tempo, qualquer uma teria mijado na calcinha só de me ouvir.
— Então, a única coisa que peço é que você estude e busque um futuro bom pra você. Essa vai ser sua missão até você se formar ou conseguir um diploma decente. Não vou deixar você virar uma “Maria” ou uma “Jéssica” e desperdiçar sua vida. Você vai ser minha e vamos nos divertir pra caralho, mas vou respeitar sua virgindade. Porque você vai se apaixonar, com certeza vai, e aí poderá dar. Embora eu saiba que às vezes vai ser um saco por causa do tesão. Mas tem muitos jeitos de gozar que não envolvem foder o coelhinho — e a gente caiu na risada por causa do som da palavra depois de umas frases tão sérias.
— Mas por que você não vai me desvirgar? Quero que você me desvirgue, tio, você vai fazer direito. A maioria das minhas amigas fala de como foi ruim e da decepção na primeira vez — ela disse.
— Porque amanhã você pode não ver a mesma coisa entre a gente, pode ficar traumatizada ou vão te fazer achar que foi um abuso. E pelo menos não quero tirar isso de você. Sei que os caras da sua idade não vão te desvirgar direito, mas se você estiver apaixonada pelo cara, e ele por você, vai ser algo que você vai lembrar pra sempre, mesmo que seja uma merda.
— Buuff! Mas se na minha sala só sobraram 4 virgens e quase todas já fizeram Louquinhas de amor e depois se arrependeram" — ela me disse.
"Risos, nem te conto como vocês estão" — respondi.
O clima entre nossos corpos já estava pegando fogo. Nossas camisetas começavam a grudar na pele. E eu podia sentir o cheirinho da bucetinha dela subindo entre nós dois.
"Claro, tio, me fode logo, tô morrendo de vontade" — ela disse, pegando no meu volume sem aviso. Porque eu não tava olhando pra ela, tava admirando. Aquele corpo perfeito, durinho, todo curvilíneo e suado.
"Mh, mmh" — eu fiz, segurando a mão dela, negando.
"Tô vendo que você esqueceu quem manda" — falei.
E empurrei ela pra trás, apoiando na caixa da moto, e levantei a camiseta dela, tirando. Passei a mão nas costas dela procurando o fecho do sutiã, soltei e tirei. Tirei minha camiseta e parei um segundo, dizendo:
"Minha nossa, que peitões!"
"Risos" — ela riu.
Comecei a chupar eles.
"Mmmmmh, isso, isso, tio!" — ela gemeu.
Enchi a boca com os peitos grandes e durinhos dela, deixando os bicos durinhos. Enquanto minhas mãos acariciavam o pescoço e a bunda dela. Olhei pra ela e vi a cara vermelha de tesão. Ela também tava passando a mão nas minhas costas e no meu cabelo, gemendo.
"Isso, mmmh, chupa, chupa, tio!"
"Tira a calça" — falei.
Ela se levantou na moto e tirou. Era uma visão linda demais, ver ela em pé de onde eu tava, com os peitos molhados balançando e a bucetinha brilhando, toda molhada de tão tarada. Peguei ela pelas coxas pra ela abrir as pernas e comecei a beijar e lamber desde os tornozelos até a virilha.
"Mmmh, isso, tio, isso, aiii!" — ela disse.
E cheguei na bucetinha dela. Ela é uma garota grandona, mas tem uma bucetinha pequena pro tamanho dela, e tava toda molhada. Chupei e lambi desde o clitóris até a entrada. Metia a língua e sugava sem pena. Tinha o gosto da juventude, que me lembrava épocas naquele mesmo lugar, mas sem a experiência de agora. E me arrancava um sorriso pela lembrança e pelo prêmio que eu tava saboreando agora. Ela gemia, segurando minha cabeça e empurrando com a cintura, buscando ainda mais prazer. instinto.
—Siii, porra, seu gostoso... como você me come, tito... siii... continua, continua... come... que saudade que eu tava disso! — ela dizia.
E eu comecei a meter dois dedos até onde vi que ela tinha o hímen. Mas ela não aguentou mais. Quando eu meti, torcendo os dedos, ela começou a gozar igual uma puta.
— Continua, continua! Siii, tito, siii! Aaah, vou gozar, porra, sim, siiiii! Aaah! Mmmmhh!
Ela se contorcia, empurrando minha cabeça pra dentro da buceta encharcada dela e gozava igual uma puta.
— Mmmh, que delícia! Porra, tito! Mmmmh... para, para... aaaah — ela disse, tremendo igual um pudim.
Mas eu não parei. Sabia que ela aguentava outro orgasmo e continuei devagar com os dedos enquanto subia com minha língua da bucetinha dela, até o monte de Vênus, o umbigo, a barriguinha dura igual aço, até os peitos dela de novo. Ela gemia e resfolegava, se recuperando do orgasmo e recebendo meus dedos e minha boca nos peitos dela.
— Malvado! Mmmmh, mmmh, porra, como você sabe, tito! Aaaah! — ela dizia.
Ela começou a mexer o quadril, tentando enfiar mais os dedos, mas não entrava mais. Ali estava o hímen dela e, vendo que ela não parava de empurrar, coloquei um dedo no cuzinho dela. Empurrei e ela parou de repente de tentar enfiar os dedos mais fundo. E eu falei no ouvido dela:
— Não vou te desvirginar, mas esse cu... — e empurrei um pouco mais.
— Vou foder toda vez que a gente se ver. Ela me olhou com os olhos azuis que tem, e o rosto e os peitões brilhando de suor e minha saliva, e disse:
— Ufa, ainda bem! — e empurrou o quadril pra enfiar mais o dedo no cu. E foi o que eu fiz. Empurrei mais forte, mas com cuidado, o dedo até o fundo.
— Aaaah! Porra! Porra! Dói! Mmmmh! — ela gritou.
— Mmmmh! Aaah! Aaah! — ela gemia enquanto eu começava a tirar e meter devagar, mas aumentando a velocidade.
— Tá bom, tá bom, siii... assim, tito, assim! — ela dizia, segurando minha cabeça.
E eu continuava chupando os peitões dela, fodendo o cu dela com meu dedo, e o dedão no clitóris dela, que ajudava bastante com a dor. Já que ela começou a se mover no ritmo, acariciando minha cabeça e apertando ela contra ela com raiva. Quando tava doendo. Quando vi que o dedo já tava solto, ia meter outro, mas ela não aguentou, comecei a enfiar, mas ela começou a tremer de novo gozando.
- Aaaaiii! Aaagghh! - engolia saliva e cuspia enquanto falava.
- Mmmmhh! Porra! Porra, tito, para, para! Mmmmhh! Aaaiii! Que vou mijar, caralho!
E eu soltei ela, mas ela não segurou o mijo naquele orgasmo. Me afastei e saiu um jorro enquanto ela se equilibrava na moto, gozando e mijando igual uma puta. Molhou todo o guidão da moto, os controles e o banco. Mas a visão de ver ela assim... Se contorcendo e tremendo de prazer com os peitões e a bucetinha encharcados era sem igual. Quando ela terminou de mijar, comecei a chupar a bucetinha dela e ela pegou na minha cabeça. Chupei um pouco, mas ela pediu pra parar, que tava muito sensível. Olhei pra ela sorrindo e mostrei meu pau brilhando de tanto líquido pré-seminal que tinha soltado. Ela me olhou sorrindo com cara de puta safada e desceu da moto. Subi eu e ela enfiou na boca toda a rola que conseguiu.
- Mmmmhh, isso, porra! - gritei.
E ela começou a chupar que nem a puta que era. Não sabia, mas tinha visto filmes suficientes pra saber como fazer direito. E fazia mesmo... Engolia o que dava, subindo e descendo rápido. E soltava pra meter os ovos na boca, depois lamber e subir com a língua brincando, apertando forte com as duas mãos até em cima e engolindo de novo mais rápido.
- Mmmhh! Isso, assim mesmo, puta - falei.
Mas eu já tava de olho na bunda dela. Queria fazer ela gritar de prazer enquanto metia. Mas sabia que ainda não dava, sem machucar de verdade. Então, enquanto ela me chupava, passei a mão nos peitos, acariciei as costas, e fui descendo até a bunda e depois pra buceta já irritada.
- Mmmmhh, não, por favor! - ela gritou.
Mas eu queria o suco dela pra bunda. Molhei dois dedos devagar, sem machucar muito, e subi até lá.
- Mmmmmhh, aaaaiii, que filho da puta, tito! - ela gritou.
E comecei a empurrar os dois dedos devagar, só até a metade.
- Aaaah, aaaaiii, dói, dói. Tito! Gritou
— Cala a boca, vagabunda, que já tive bastante tato — falei
— Essa bunda é minha e quanto mais cedo estiver pronta, mais cedo a gente aproveita. Já entravam e saíam os dois dedos sem problema, e ela me disse:
— Valeu, tito, se mmmhh aaaaah porra!! Tô gostando!!
Eu tirava e colocava fácil. E eu não aguentei mais. Separei ela e virei de costas.
— Fica tranquila que hoje é só a pontinha — falei
E meti com cuidado a cabeça toda. Entrou com dificuldade e eu adoraria ter empurrado mais. Mas me limitei a dar umas estocadas enquanto beliscava os bicos dos peitos. Sentia a bunda dela queimando. Continuei assim uns minutos.
— Mete tudo, tito!! mmmmh tudo, vai!! ooooh — ela disse empurrando pra trás.
Mas não era a hora e ela não sabia o quanto ia doer. Não aguentei mais, ainda mais depois dela pedir mais vara. Isso me deixou mais tarado, se é que dava pra ficar. Porque eu tava louco.
Comecei a gozar...
— Oooojj!! mmmh!! porra, tô gozando, amor!! — gritei
— Aaah, Aaah, sim, tito, sim. Tô sentindo, tô sentindo!! mmmhh!! — ela disse.
Ficamos parados. Ela com medo de eu meter mais, já que gozando eu tinha empurrado um pouco mais pra dentro e ela percebeu porque eu não queria meter tudo. Tinha soltado porra pra pintar um apartamento inteiro de branco de tanta vontade que tava da minha sobrinha. Levantamos e nos vestimos trocando olhares e sorrindo. Demos uns beijos apaixonados, nos abraçamos forte. Demos outro beijo apaixonado e falei:
— Mmmmh, melhor a gente ir.
— Siiim — ela disse suspirando.
Pegamos o caminho de volta pro bairro dela.
No caminho, num pare que não tinha ninguém, ela agarrou meu pacote e disse:
— Isso aqui é meu e da tia, né? — se certificando que não tinha outras mulheres
— Jajaja!! Claro, amor. Mais seu do que da tia. Ela já não liga tanto pra sexo como antes. — falei
— Então melhor pra mim — ela disse — E os dois rimos.
Chegamos no bairro dela e ela, ao me dar o capacete, disse:
— Como a gente se fala?
— Se você não esquecer de apagar as conversas, não tem problema. Mas tem que ir com cuidado. cuidado. Lembra da palavra "Tramposa" em maiúsculas, e você responde "vale", assim vou saber que é você falando comigo — expliquei.
— Vale — ela me disse, me dando um beijo na boca. E saiu correndo de novo.
Depois daquela noite na cozinha dela, tudo fluiu como eu esperava. Ela sabia que eu tava de olho nela há tempos e parecia que ela tinha curiosidade por um homem mais velho. Me mandou um zap com o link do TikTok dela — algo que sempre tinha se recusado a fazer, porque tinha vergonha. Abri e o que vi já deixou meu pau duro na hora. Aparecia sozinha em alguns, na maioria, e em outros com amigas, mas quase sempre uma que parecia uns 5 anos mais nova. Depois tinha outra que era de molhar o pão. Mas aparecia menos e em intervalos maiores. Respondi que valeu, já era hora, e mandei um emoji de olhos com corações. Ela perguntou se eu tinha visto a dedicatória. Mas eu falei que não, que como tinha tantos, ia ver por ordem de postagem. E ia dar tempo. Parece que ela posta vídeo quase todo dia. Mas claro, só ia ver os com menos roupa, haha. Ela disse pra eu ver o de dois dias atrás, ou seja, o do dia seguinte ao da cozinha. E foi o que fiz. Coloquei pra rodar e no começo aparecia com uns cartazes e com a mesma roupa daquele dia. Nos cartazes, explicava que a partir de agora todas as danças eram dedicadas a alguém que a segurou pra ela não cair. Fiquei alucinado e senti a alegria do sucesso, e minhas bolas se remexendo esquentando, depois de tanto correr atrás dela, mas sempre com tato, claro. A dança era uma música lenta no começo que ela tinha gravado na cozinha. Ela se mexia pra caralho, e os peitões e a bunda dela pulavam no ritmo. A verdade é que a putinha sabe se mexer. Deixou meu pau duro pra caralho. O problema é que eu sabia que a mãe dela olhava o celular dela. E claro, não sabia do que podia falar com ela sem a gente se foder. Então falei isso. Perguntei que horas ela saía da escola e pra apagar a conversa depois de gozar e a gente se encontrar. Ela saía às 3 por causa do horário de verão, e como voltava sozinha, não tinha problema. Marquei duas ruas abaixo e esperei ela de moto. Quando vi ela vindo, meus olhos se arregalaram. pratos. Ela vinha correndo, com uns shortinhos de lycra curtos e uma camiseta mostrando a barriga, e a visão foi um escândalo. Os carros diminuíam a velocidade quando a viam, e ela me olhava rindo porque sabia disso. Os peitos e as nádegas balançavam no ritmo da corrida dela. Que puta que é… buuff!! Quando chegou ofegante, me disse:
— Não consegui tirar o sutiã, o banheiro da escola tava cheio. Mas a calcinha eu tirei.
— Já imaginei, querida. Não se preocupa — respondi.
E saímos rumo ao meu antigo point. A verdade é que fazia anos que eu não subia a serra de Collserola até um cantinho que eu tinha pra macetar as minas. Ela subiu na moto e se agarrou firme na minha cintura, esmagando os peitões nas minhas costas. Chegamos e vi que o lugar continuava igual. Selvagem e escondido, mas eu sabia por onde enfiar as rodas da moto. Tinham sido muitas visitas àquele pequeno oásis escondido estrategicamente…
Mandei ela descer, ajudando-a segurando na cintura e segurando a vontade de aproveitar aquele corpaço, coloquei a moto no cavalete e fiz ela sentar onde vinha sentada. Como era uma scooter grande, eu me sentei de frente também e alisei o cabelo dela. Ela olhava em volta, vendo como o lugar era bonito. Um pequeno platô ao lado da estrada, mas de onde ninguém podia te ver. Tem um pedaço de chão plano com grama e ao redor é tudo vegetação densa. Pra entrar, você faz uma curva, por isso não dá pra ver da estrada a menos que saiba que existe.
— Que sexy o lugar, aqui dá pra fazer uma cabana — ela soltou.
— A gente precisa conversar, querida — eu disse.
— Claro — respondeu com cara de sabichona. Sempre teve muito gênio. Algo que me excitava também, claro.
— Você já sabe que me deixa louco há um tempo, desde que virou mulher. E eu preciso te explicar o que quero da gente, mas antes quero saber o que você quer de mim.
Ela parou pra pensar, suspirou fundo e me disse:
— Quero ser sua, quero que me ensine e que faça o que quiser comigo, sei o que Você faz aquilo na sua tia e minha mãe alucina toda vez que fala com ela tomando café — ela disse, ficando vermelha que nem um tomate, mas olhando nos meus olhos.
— Mas que fofoqueira você é! — falei, beliscando um peitão dela.
— hahaha, o que você quer? Tô no meu quarto estudando e dá pra ouvir tudo que vocês falam. E ainda vejo como você me olha toda vez que a gente se vê e, claro… — ela respondeu.
— Olha, eu quero ser seu dono e isso vem com umas regras que precisam ser seguidas — falei.
— Claro, já sei, já manjo do assunto dono-submissa. E é o que eu te falei antes, tio, não se preocupa, que eu sei o que quero e o que você quer dizer, e sei que você nunca faria algo que eu não quisesse — ela disse, toda séria.
Não dava pra acreditar como as adolescentes de hoje em dia são sabidas. Achava que ia ser mais complicado de explicar, ou que ela não ia me entender. No meu tempo, qualquer uma teria mijado na calcinha só de me ouvir.
— Então, a única coisa que peço é que você estude e busque um futuro bom pra você. Essa vai ser sua missão até você se formar ou conseguir um diploma decente. Não vou deixar você virar uma “Maria” ou uma “Jéssica” e desperdiçar sua vida. Você vai ser minha e vamos nos divertir pra caralho, mas vou respeitar sua virgindade. Porque você vai se apaixonar, com certeza vai, e aí poderá dar. Embora eu saiba que às vezes vai ser um saco por causa do tesão. Mas tem muitos jeitos de gozar que não envolvem foder o coelhinho — e a gente caiu na risada por causa do som da palavra depois de umas frases tão sérias.
— Mas por que você não vai me desvirgar? Quero que você me desvirgue, tio, você vai fazer direito. A maioria das minhas amigas fala de como foi ruim e da decepção na primeira vez — ela disse.
— Porque amanhã você pode não ver a mesma coisa entre a gente, pode ficar traumatizada ou vão te fazer achar que foi um abuso. E pelo menos não quero tirar isso de você. Sei que os caras da sua idade não vão te desvirgar direito, mas se você estiver apaixonada pelo cara, e ele por você, vai ser algo que você vai lembrar pra sempre, mesmo que seja uma merda.
— Buuff! Mas se na minha sala só sobraram 4 virgens e quase todas já fizeram Louquinhas de amor e depois se arrependeram" — ela me disse.
"Risos, nem te conto como vocês estão" — respondi.
O clima entre nossos corpos já estava pegando fogo. Nossas camisetas começavam a grudar na pele. E eu podia sentir o cheirinho da bucetinha dela subindo entre nós dois.
"Claro, tio, me fode logo, tô morrendo de vontade" — ela disse, pegando no meu volume sem aviso. Porque eu não tava olhando pra ela, tava admirando. Aquele corpo perfeito, durinho, todo curvilíneo e suado.
"Mh, mmh" — eu fiz, segurando a mão dela, negando.
"Tô vendo que você esqueceu quem manda" — falei.
E empurrei ela pra trás, apoiando na caixa da moto, e levantei a camiseta dela, tirando. Passei a mão nas costas dela procurando o fecho do sutiã, soltei e tirei. Tirei minha camiseta e parei um segundo, dizendo:
"Minha nossa, que peitões!"
"Risos" — ela riu.
Comecei a chupar eles.
"Mmmmmh, isso, isso, tio!" — ela gemeu.
Enchi a boca com os peitos grandes e durinhos dela, deixando os bicos durinhos. Enquanto minhas mãos acariciavam o pescoço e a bunda dela. Olhei pra ela e vi a cara vermelha de tesão. Ela também tava passando a mão nas minhas costas e no meu cabelo, gemendo.
"Isso, mmmh, chupa, chupa, tio!"
"Tira a calça" — falei.
Ela se levantou na moto e tirou. Era uma visão linda demais, ver ela em pé de onde eu tava, com os peitos molhados balançando e a bucetinha brilhando, toda molhada de tão tarada. Peguei ela pelas coxas pra ela abrir as pernas e comecei a beijar e lamber desde os tornozelos até a virilha.
"Mmmh, isso, tio, isso, aiii!" — ela disse.
E cheguei na bucetinha dela. Ela é uma garota grandona, mas tem uma bucetinha pequena pro tamanho dela, e tava toda molhada. Chupei e lambi desde o clitóris até a entrada. Metia a língua e sugava sem pena. Tinha o gosto da juventude, que me lembrava épocas naquele mesmo lugar, mas sem a experiência de agora. E me arrancava um sorriso pela lembrança e pelo prêmio que eu tava saboreando agora. Ela gemia, segurando minha cabeça e empurrando com a cintura, buscando ainda mais prazer. instinto.
—Siii, porra, seu gostoso... como você me come, tito... siii... continua, continua... come... que saudade que eu tava disso! — ela dizia.
E eu comecei a meter dois dedos até onde vi que ela tinha o hímen. Mas ela não aguentou mais. Quando eu meti, torcendo os dedos, ela começou a gozar igual uma puta.
— Continua, continua! Siii, tito, siii! Aaah, vou gozar, porra, sim, siiiii! Aaah! Mmmmhh!
Ela se contorcia, empurrando minha cabeça pra dentro da buceta encharcada dela e gozava igual uma puta.
— Mmmh, que delícia! Porra, tito! Mmmmh... para, para... aaaah — ela disse, tremendo igual um pudim.
Mas eu não parei. Sabia que ela aguentava outro orgasmo e continuei devagar com os dedos enquanto subia com minha língua da bucetinha dela, até o monte de Vênus, o umbigo, a barriguinha dura igual aço, até os peitos dela de novo. Ela gemia e resfolegava, se recuperando do orgasmo e recebendo meus dedos e minha boca nos peitos dela.
— Malvado! Mmmmh, mmmh, porra, como você sabe, tito! Aaaah! — ela dizia.
Ela começou a mexer o quadril, tentando enfiar mais os dedos, mas não entrava mais. Ali estava o hímen dela e, vendo que ela não parava de empurrar, coloquei um dedo no cuzinho dela. Empurrei e ela parou de repente de tentar enfiar os dedos mais fundo. E eu falei no ouvido dela:
— Não vou te desvirginar, mas esse cu... — e empurrei um pouco mais.
— Vou foder toda vez que a gente se ver. Ela me olhou com os olhos azuis que tem, e o rosto e os peitões brilhando de suor e minha saliva, e disse:
— Ufa, ainda bem! — e empurrou o quadril pra enfiar mais o dedo no cu. E foi o que eu fiz. Empurrei mais forte, mas com cuidado, o dedo até o fundo.
— Aaaah! Porra! Porra! Dói! Mmmmh! — ela gritou.
— Mmmmh! Aaah! Aaah! — ela gemia enquanto eu começava a tirar e meter devagar, mas aumentando a velocidade.
— Tá bom, tá bom, siii... assim, tito, assim! — ela dizia, segurando minha cabeça.
E eu continuava chupando os peitões dela, fodendo o cu dela com meu dedo, e o dedão no clitóris dela, que ajudava bastante com a dor. Já que ela começou a se mover no ritmo, acariciando minha cabeça e apertando ela contra ela com raiva. Quando tava doendo. Quando vi que o dedo já tava solto, ia meter outro, mas ela não aguentou, comecei a enfiar, mas ela começou a tremer de novo gozando.
- Aaaaiii! Aaagghh! - engolia saliva e cuspia enquanto falava.
- Mmmmhh! Porra! Porra, tito, para, para! Mmmmhh! Aaaiii! Que vou mijar, caralho!
E eu soltei ela, mas ela não segurou o mijo naquele orgasmo. Me afastei e saiu um jorro enquanto ela se equilibrava na moto, gozando e mijando igual uma puta. Molhou todo o guidão da moto, os controles e o banco. Mas a visão de ver ela assim... Se contorcendo e tremendo de prazer com os peitões e a bucetinha encharcados era sem igual. Quando ela terminou de mijar, comecei a chupar a bucetinha dela e ela pegou na minha cabeça. Chupei um pouco, mas ela pediu pra parar, que tava muito sensível. Olhei pra ela sorrindo e mostrei meu pau brilhando de tanto líquido pré-seminal que tinha soltado. Ela me olhou sorrindo com cara de puta safada e desceu da moto. Subi eu e ela enfiou na boca toda a rola que conseguiu.
- Mmmmhh, isso, porra! - gritei.
E ela começou a chupar que nem a puta que era. Não sabia, mas tinha visto filmes suficientes pra saber como fazer direito. E fazia mesmo... Engolia o que dava, subindo e descendo rápido. E soltava pra meter os ovos na boca, depois lamber e subir com a língua brincando, apertando forte com as duas mãos até em cima e engolindo de novo mais rápido.
- Mmmhh! Isso, assim mesmo, puta - falei.
Mas eu já tava de olho na bunda dela. Queria fazer ela gritar de prazer enquanto metia. Mas sabia que ainda não dava, sem machucar de verdade. Então, enquanto ela me chupava, passei a mão nos peitos, acariciei as costas, e fui descendo até a bunda e depois pra buceta já irritada.
- Mmmmhh, não, por favor! - ela gritou.
Mas eu queria o suco dela pra bunda. Molhei dois dedos devagar, sem machucar muito, e subi até lá.
- Mmmmmhh, aaaaiii, que filho da puta, tito! - ela gritou.
E comecei a empurrar os dois dedos devagar, só até a metade.
- Aaaah, aaaaiii, dói, dói. Tito! Gritou
— Cala a boca, vagabunda, que já tive bastante tato — falei
— Essa bunda é minha e quanto mais cedo estiver pronta, mais cedo a gente aproveita. Já entravam e saíam os dois dedos sem problema, e ela me disse:
— Valeu, tito, se mmmhh aaaaah porra!! Tô gostando!!
Eu tirava e colocava fácil. E eu não aguentei mais. Separei ela e virei de costas.
— Fica tranquila que hoje é só a pontinha — falei
E meti com cuidado a cabeça toda. Entrou com dificuldade e eu adoraria ter empurrado mais. Mas me limitei a dar umas estocadas enquanto beliscava os bicos dos peitos. Sentia a bunda dela queimando. Continuei assim uns minutos.
— Mete tudo, tito!! mmmmh tudo, vai!! ooooh — ela disse empurrando pra trás.
Mas não era a hora e ela não sabia o quanto ia doer. Não aguentei mais, ainda mais depois dela pedir mais vara. Isso me deixou mais tarado, se é que dava pra ficar. Porque eu tava louco.
Comecei a gozar...
— Oooojj!! mmmh!! porra, tô gozando, amor!! — gritei
— Aaah, Aaah, sim, tito, sim. Tô sentindo, tô sentindo!! mmmhh!! — ela disse.
Ficamos parados. Ela com medo de eu meter mais, já que gozando eu tinha empurrado um pouco mais pra dentro e ela percebeu porque eu não queria meter tudo. Tinha soltado porra pra pintar um apartamento inteiro de branco de tanta vontade que tava da minha sobrinha. Levantamos e nos vestimos trocando olhares e sorrindo. Demos uns beijos apaixonados, nos abraçamos forte. Demos outro beijo apaixonado e falei:
— Mmmmh, melhor a gente ir.
— Siiim — ela disse suspirando.
Pegamos o caminho de volta pro bairro dela.
No caminho, num pare que não tinha ninguém, ela agarrou meu pacote e disse:
— Isso aqui é meu e da tia, né? — se certificando que não tinha outras mulheres
— Jajaja!! Claro, amor. Mais seu do que da tia. Ela já não liga tanto pra sexo como antes. — falei
— Então melhor pra mim — ela disse — E os dois rimos.
Chegamos no bairro dela e ela, ao me dar o capacete, disse:
— Como a gente se fala?
— Se você não esquecer de apagar as conversas, não tem problema. Mas tem que ir com cuidado. cuidado. Lembra da palavra "Tramposa" em maiúsculas, e você responde "vale", assim vou saber que é você falando comigo — expliquei.
— Vale — ela me disse, me dando um beijo na boca. E saiu correndo de novo.
Autor:
CachorroLouco
0 comentários - Minha sobrinha aceita se submeter