Outra das razões pra ir pra Veracruz, e a mais importante, foi rever a Lizbeth, a pequena evangélica, uma putinha de 19 anos que adora sexo pra caralho. De vez em quando a gente troca umas fotos quentes ou até vídeos, seja dela se tocando, dançando ou fotos de lingerie e pelada. Ela tem um corpinho bom pra idade dela e adora me agradar. Como a família dela é muito rígida, ela não pode sair com quem quiser, então sofre pra isso e guarda esse lado quente dela. A avó é muito religiosa e no menor vacilo já briga com ela. A mãe trabalha na polícia, então não fica muito em casa. Eu me dou bem com a família e, como mostro pouco interesse nela, eles deixam eu me aproximar ou até sair com ela, mas tenho que fingir. Se elas soubessem a verdade e que já comi ela em todos os buracos, não deixariam eu chegar perto. Então fui vê-la, aproveitando a viagem, já que não sei quando posso voltar. Como sempre, ela linda. Ela sabia que eu tava em Veracruz, então não se surpreendeu, mas adorou me ver, correu pra me abraçar.
L: Que bom que você tá aqui, tô muito feliz em te ver, pai.
J: Eu também, pequena. Como cê tá?
L: Cê não tá vendo? Tô gostosa, sim.
Ela tem esse toque sensual e divertido. Já era tarde, ela ia pro cinema. Aquele filme da Barbie bombou. Ela me convidou pra ir com ela, aceitei. Ela foi com um vestido rosa de uma peça só, mostrando as pernas bem torneadas. Sinceramente, não vi nada do filme, fiquei passando a mão nela o tempo todo. Ela tava visivelmente agitada, queria aproveitar minhas mãos, mas queria ver o filme. Ela se deixava fazer. Eu, por outro lado, me esbaldava nas pernas dela, tocava perto da bucetinha e apalpava os peitos, metia a mão. Ela só se deixava. Quando o filme acabou, ela foi no banheiro e depois me encarou.
L: Caralho, cê é safado, meter a mão em mim assim, me deixou toda molhada.
J: Isso se resolve.
L: Sim. só porque eu realmente queria ver aquele filme, senão a gente transava na sala. J: acredito em você, mas agora a gente pode ir pra outro lugar. Nisso ela pega minha mão e coloca algo nela, tava molhado. L: não olha até a gente chegar na caminhonete. Intrigado, fui andando, quando cheguei na caminhonete já pude ver o que era, ela tinha tirado a calcinha fio-dental preta dela e me dado, tava bem molhada, igual ela, dava pra ver uma carinha de menina safada e satisfeita, a gente ia pra casa dela, a avó tinha saído numa viagem com a igreja e a mãe ia trabalhar até tarde, então fomos. No caminho foi a vez dela me tocar, mas eu quis mais, tirei a rola pra fora, ela começou a bater uma primeiro, depois enfiou na boca dela, durante todo o caminho ela foi chupando, com uns buracos e lombadas na estrada ia mais fundo na garganta, dava uns engasgos, mas ela tentava. Chegamos na casa dela e ela se ajeitou, não queria que vissem ela saindo com saliva ou algo mais. Entramos normal na casa, mas assim que fechamos a porta fomos correndo pro quarto dela. L: agora sim, papai, já foi muita provocação, agora quero entrar em ação. Rapidão tirei a roupa, ela fez o mesmo, peguei ela no colo, carreguei e fui enfiando, tava com ela no colo, segurava na bunda dela e ia deixando ela descer na minha rola, ela tinha os braços em volta do meu pescoço, tentava não gritar. L: que gostoso, papai, já tava com saudade de você me comer assim, adoro sua rola, papai. Essa menina sabe como me deixar louco, eu levantava ela o máximo que podia e descia de novo, fui me aproximando da cama, aí me deixei cair enterrando mais ainda minha rola nela. L: aaaaaaahhhhhhh, queee delíciaaaa papaiiiii. Peguei as pernas dela e abri, e dava umas estocadas fortes, eram secas e duras, tirando quase toda minha rola, só deixando a cabeça dentro pra enfiar de novo com força, ela tava suando e gemendo baixinho, numa vez que tirei minha rola toda, não calculei direito e de uma vez entrou toda minha rola Seu cu, ela deu um grito desgarrador e começou a chorar. L: papai malvado, você acabou de arrebentar meu cu. Não me mexi, deixei assim dentro dela por mais um tempo, ela continuava chorando, puta que doeu, até em mim doeu, já tinha enfiado no cu dela, melhor continuar metendo pelo ânus, devagar tirei pra enfiar de novo do mesmo jeito, agora devagar e lento, o que na primeira vez foi dor, depois foi só prazer, ela gostava. L: assim papai, devagarinho. Ela soltava vários gemidos e gritos, tentando não fazer muito barulho, comecei a aumentar as estocadas com força, até sentir que ia gozar, deixei todo o leite nos intestinos dela, ao tirar meu pau, tinha restos de cocô e um pouco de sangue, também do cu dela saía meu gozo e sangue. L: puta que me arrebentou, mas eu gostei, papai. Meu telegram é Jonathanferro se quiserem mandar mensagem. Agradeço se deixarem pontos e comentarem o post.



L: Que bom que você tá aqui, tô muito feliz em te ver, pai.
J: Eu também, pequena. Como cê tá?
L: Cê não tá vendo? Tô gostosa, sim.
Ela tem esse toque sensual e divertido. Já era tarde, ela ia pro cinema. Aquele filme da Barbie bombou. Ela me convidou pra ir com ela, aceitei. Ela foi com um vestido rosa de uma peça só, mostrando as pernas bem torneadas. Sinceramente, não vi nada do filme, fiquei passando a mão nela o tempo todo. Ela tava visivelmente agitada, queria aproveitar minhas mãos, mas queria ver o filme. Ela se deixava fazer. Eu, por outro lado, me esbaldava nas pernas dela, tocava perto da bucetinha e apalpava os peitos, metia a mão. Ela só se deixava. Quando o filme acabou, ela foi no banheiro e depois me encarou.
L: Caralho, cê é safado, meter a mão em mim assim, me deixou toda molhada.
J: Isso se resolve.
L: Sim. só porque eu realmente queria ver aquele filme, senão a gente transava na sala. J: acredito em você, mas agora a gente pode ir pra outro lugar. Nisso ela pega minha mão e coloca algo nela, tava molhado. L: não olha até a gente chegar na caminhonete. Intrigado, fui andando, quando cheguei na caminhonete já pude ver o que era, ela tinha tirado a calcinha fio-dental preta dela e me dado, tava bem molhada, igual ela, dava pra ver uma carinha de menina safada e satisfeita, a gente ia pra casa dela, a avó tinha saído numa viagem com a igreja e a mãe ia trabalhar até tarde, então fomos. No caminho foi a vez dela me tocar, mas eu quis mais, tirei a rola pra fora, ela começou a bater uma primeiro, depois enfiou na boca dela, durante todo o caminho ela foi chupando, com uns buracos e lombadas na estrada ia mais fundo na garganta, dava uns engasgos, mas ela tentava. Chegamos na casa dela e ela se ajeitou, não queria que vissem ela saindo com saliva ou algo mais. Entramos normal na casa, mas assim que fechamos a porta fomos correndo pro quarto dela. L: agora sim, papai, já foi muita provocação, agora quero entrar em ação. Rapidão tirei a roupa, ela fez o mesmo, peguei ela no colo, carreguei e fui enfiando, tava com ela no colo, segurava na bunda dela e ia deixando ela descer na minha rola, ela tinha os braços em volta do meu pescoço, tentava não gritar. L: que gostoso, papai, já tava com saudade de você me comer assim, adoro sua rola, papai. Essa menina sabe como me deixar louco, eu levantava ela o máximo que podia e descia de novo, fui me aproximando da cama, aí me deixei cair enterrando mais ainda minha rola nela. L: aaaaaaahhhhhhh, queee delíciaaaa papaiiiii. Peguei as pernas dela e abri, e dava umas estocadas fortes, eram secas e duras, tirando quase toda minha rola, só deixando a cabeça dentro pra enfiar de novo com força, ela tava suando e gemendo baixinho, numa vez que tirei minha rola toda, não calculei direito e de uma vez entrou toda minha rola Seu cu, ela deu um grito desgarrador e começou a chorar. L: papai malvado, você acabou de arrebentar meu cu. Não me mexi, deixei assim dentro dela por mais um tempo, ela continuava chorando, puta que doeu, até em mim doeu, já tinha enfiado no cu dela, melhor continuar metendo pelo ânus, devagar tirei pra enfiar de novo do mesmo jeito, agora devagar e lento, o que na primeira vez foi dor, depois foi só prazer, ela gostava. L: assim papai, devagarinho. Ela soltava vários gemidos e gritos, tentando não fazer muito barulho, comecei a aumentar as estocadas com força, até sentir que ia gozar, deixei todo o leite nos intestinos dela, ao tirar meu pau, tinha restos de cocô e um pouco de sangue, também do cu dela saía meu gozo e sangue. L: puta que me arrebentou, mas eu gostei, papai. Meu telegram é Jonathanferro se quiserem mandar mensagem. Agradeço se deixarem pontos e comentarem o post.




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