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![Meu Vizinho Superdotado[09]A gostosa do meu professor[/09] Meu Vizinho Superdotado[09]A gostosa do meu professor[/09]](//s2.poringa.net/images/space.gif)
Capítulo 09.
O Despertar de Sônia.
Ao sair do apartamento, a Silvana trombou com uma das vizinhas dela.
—Oi, Sônia, o que cê tá fazendo acordada tão cedo?
— E aí, Silvana? Queria dar uma voltinha pra caminhar um pouco.
—Sete da manhã? —Perguntou enquanto andavam pelo corredor.
—Sim, por que não? O dia tá bonito e as ruas já tão cheias de gente, porque todo mundo tá entrando no trabalho. Só queria dar uma volta no parque Rivadavia. É que tô com problemas pra dormir. Talvez isso me ajude a clarear a mente um pouco. E você, já vai trabalhar?
—Não, tô de licença. Mas por costume acordo nesse horário. Vou na padaria, quero comprar um negócio pro café da manhã…
A porta do elevador se abriu de repente e as duas mulheres se depararam com uma cena que parecia o sonho de uma produtora pornô. Malik estava de pé, com seu enorme pau à mostra. Duro, cheio de veias e imponente. Tirou o ar de Sonia num instante. Mas o senegalês não estava sozinho. Na frente dele, tinha uma loirinha muito gostosa… completamente nua. Nem uma tanguinha cobria a buceta dela. A garota estava agachada na "posição de sapo", com os joelhos dobrados e as pernas bem abertas, com uma mão acariciando a própria buceta e com a outra segurando o pau de Malik, enquanto se esforçava pra engolir ele inteiro. Era óbvio que ela não ia conseguir colocar aquele pedaço de carne preta na boca, mas isso não impedia ela de continuar tentando com toda a vontade.
Malik viu as duas mulheres no corredor e ficou de boca aberta, com os olhos arregalados, sem saber o que dizer. Naquele momento, o pau dele começou a jorrar grandes golfadas de líquido branco, que encheram a boca da loira. Ela teve que tirar o pau, e o excesso de porra escorreu pelo corpo dela. As próximas descargas, com uma potência que a Silvana só tinha visto em filmes pornô, acertaram o rosto inteiro da garota, cobrindo quase tudo.
—Ai, pelo amor de Deus! —exclamou a Sônia ao ver aquele ato sexual tão explícito e sujo.
Isso fez a loira jovem pular de pé, mostrando que não só o rosto dela, mas também boa parte do corpo, tinha ficado todo respingado com o esperma do Malik. Pra conseguir falar, primeiro ela teve que engolir a porra que tava na boca, e depois só conseguiu dizer:
—Ai, desculpa… não vi vocês…
Um silêncio constrangedor se formou, enquanto a mente das mulheres no corredor trabalhava pra processar toda essa informação. Finalmente, Silvana falou:
—Malik! Cê acha certo usar o elevador do prédio pras suas brincadeirinhas sexuais?
Reconheceu a loira pelas fotos que a Paulina mandou. Era a Belém, mesmo com toda a porra na cara, conseguiu identificar ela. Não falou nada porque não queria que essa merda toda afetasse a Paulina.
—Peço mil desculpas. Achamos que era uma brincadeira inocente, que ninguém ia nos descobrir a essa hora da manhã… e nos enganamos. Prometo que não vai se repetir. —Uma frase que, pra Silvana, já tinha virado clichê do Malik—. Vou fazer de tudo pra compensar vocês por esse mau momento que fiz vocês passarem. Minhas mais sinceras desculpas.
—Antes de pedir desculpa —disse Sônia—. Você devia se vestir… não quero mais ver sua… sua coisa. E você, gatinha… devia ter vergonha de se comportar desse jeito. —A garota pegou algo do chão, parecia ser o vestido dela—. Como você vai deixar um homem te… te fazer isso, te deixar assim, toda cheia de… daquilo, você sabe. Ai, meu Deus… é que nem consigo olhar pra você. Por favor, se cobre com alguma coisa.
—Com licença —disse a garota, parecia assustada.
Não se cobriu, mas passou rápido entre as duas mulheres e esperou Malik perto da porta. O senegalês não conseguiu enfiar o pau dentro da calça, porque ainda tava duro. Passou de cabeça baixa entre as duas mulheres repetindo "desculpa" uma e outra vez. Depois entrou no apartamento dele, acompanhado pela amante.
—Não acredito! —exclamou a Sônia—. Isso é a coisa mais vergonhosa e nojenta que já vi nesse prédio. Achava que o Malik era um homem mais… respeitoso, mas já tô vendo que ele precisa aprender modos e regras de convivência. Vou ter que contar isso pro Osvaldo.
—Emm… é, pode ser. Vamos ter que avisar ela.
Silvana não queria que o Malik se ferrasse. Embora não curtisse ter que ver esse tipo de cena, sentia que o senegalês podia aprender na boa. Mas não dava pra segurar a Sonia. Ela tava no direito dela de reclamar.
——------
Por sorte pra Silvana, a Sonia ficou tão atordoada com a cena do elevador que nem tocaram no assunto. Mas nem tudo podia dar certo naquele dia. Como ela já imaginava, ficou entediada pra caralho. Ficou rodando pela casa, tentando se distrair com qualquer coisa: séries, filmes, música, livros… até tentou jogar.Liga das LendasNão entendeu porra nenhuma e desistiu depois de três partidas. Os outros jogadores xingaram ela várias vezes. Por sorte, usou a conta do namorado, então ninguém descobriu quem ela era de verdade. Ficou se perguntando se isso ia afetar o jogo do Renzo de alguma forma, porque muitas das reclamações vieram por ela estar jogando muito mal em "partidas classificatórias". Já tinha ouvido o namorado usar esse termo várias vezes, mas não fazia ideia do que significava.
Mesmo que pra ela parecesse que os ponteiros do relógio tinham parado, o tempo passou. Anoiteceu e o cansaço começou a vencer ela. Foi se deitar, na esperança de dormir até a manhã do dia seguinte. Mas o vizinho dela tinha outros planos.
—A puta que pariu —disse Silvana, ao acordar.
Tava mergulhada num sono profundo quando começou aquele barulhinho já conhecido. "Paf, paf, paf, paf". Subindo e descendo de intensidade. Podia ter deixado pra lá, já que no dia seguinte não precisava trabalhar. Mas o Malik já tinha uma mancha no currículo depois daquela cena no elevador. A Silvana não queria passar mais uma noite sem conseguir dormir em paz. Olhou o relógio, eram duas da madrugada.
—Se esse cara acha que pode fazer barulho a essa hora e eu não vou falar nada, então ele tá muito enganado.
Silvana saiu da cama feito uma fera, nem ligou que só tava usando um top branco bem decotado (que marcava pra caralho os bicos dos peitos) e uma calcinha fio dental de algodão, também branca. A bunda dela balançava com a raiva dos passos.
Chegou no corredor e enfiou o dedo na campainha do senegalês. Deu toques intermitentes até ouvir o Malik lá de dentro falando: "Tá aberto".
Silvana se perguntou se Malik estaria esperando outra das suas amantes. Mesmo assim, ela abriu a porta.
Na sala não tinha ninguém, estava tudo perfeitamente arrumado. Parece que o vizinho dela realmente tem um bom senso de organização, e isso agradou ela. A única coisa estranha naquela cena eram os gemidos femininos que vinham de um dos quartos. Silvana seguiu a origem daquele barulho inconfundível e, ao espiar dentro do quarto, viu Malik, de pé atrás da cama, metendo forte numa garota que estava de quatro na frente dele. A garota gemia como se estivesse sendo torturada, e o pau bombava com força dentro da pussy dela. Silvana ficou estupefata ao ver como aquela buceta era capaz de aguentar um membro tão largo… e tão comprido. Mas ficou ainda mais surpresa ao reconhecer a garota:
—Paulina! —Ela exclamou—. Sua puta do caralho, mina… dá pra parar de foder um pouco? Quero dormir.
—Ai, oi Silvana —Paulina começou a rir, claramente achando a situação muito engraçada—. Cê tá louca? Olha se eu vou parar de foder agora… Malik tá me dando a trepada da minha vida… e hoje ele vai meter tudo no meu cu.
— O quê? Pelo cu? Quem tá maluca é você, Paulina… como é que você acha que tudo isso vai entrar no seu cu? Pode te machucar.
—Fica tranquila, Silvana… sei o que tô fazendo —garantiu Malik—. Já tenho muita experiência com sexo anal, principalmente com mulheres de primeira viagem.
—É isso aí… —disse Paulina—. O Belén já arrombou a buceta dela e me disse: “Amiga, você tem que experimentar, é uma maravilha absoluta”.
—Sobre sua amiga Belém também tenho reclamações. De manhã, vi ela chupando a rola do Malik… no elevador.
—Sim, ela me contou isso também. Quase morreu de vergonha… mas ao mesmo tempo achou muito excitante. Não seja tão careta, Silvana… vem, senta… mesmo que não queira transar com o Malik, pode olhar como ele mete em mim. Ia gostar muito que você olhasse.
Não, Paulina — os olhos de Silvana estavam fixos naquele pau largo e cheio de veias que entrava e saía daquela buceta que parecia esticada até o limite. — Não tenho interesse em ver vocês transando, e muito menos quero ver sexo anal. Tenho medo que ele te machuque. Por favor, parem de fazer barulho… só quero dormir.
—Ai, Silvi… você devia se divertir um pouco mais —disse Paulina entre risadinhas—. E não se faça de sonsa com sexo anal. Com essa rabuda que você tem, já devem ter passado várias picas por aí…
—Não, nada a ver…
—Ei, Malik… que tal se a gente der um presentinho pra Silvana? A gente pode dar o que eu tava usando agora há pouco…
— Tem certeza?
—Sim, com toda certeza… confia em mim… e se ele ficar puto, que fique puto comigo.
—Tá bom —Malik pegou alguma coisa da cama, Silvana não conseguiu ver o que era, depois se aproximou dela com um sorrisão que mostrava os dentes brancos perfeitos—. Desculpa… é ordem da Paulina.
Malik abraçou a Silvana. Ela não conseguiu recuar, os braços fortes do senegalês a prenderam. Com horror, percebeu que ele puxou um pouco a parte de trás da tanga e, antes que pudesse protestar, sentiu algo duro entrando no cu dela.
—Ai, não… não… me solta…
—Não solta ela —ordenou Paulina—. Enfia até onde couber… e se ele não quiser ficar olhando, que volte pra casa dele.
—Ai… não, Malik… tá doendo.
A bunda dela tava ardendo, mas por sorte o objeto tava bem lubrificado, então a ponta conseguiu entrar. Silvana sacou na hora que era um daqueles dildos anais com vários "níveis" de grossura. A ponta era mais fina, depois vinha uma parte um pouco mais larga, e em seguida uma terceira, ainda mais grossa que as outras duas.
Malik deixou o dildo no cu dela, sem enfiar completamente. Ficou preso pela mesma pressão que a calcinha fio dental fazia… pressão que Silvana conseguia sentir, assim como sentia algo gostoso dentro do cu lutando pra sair. Aí, sem dar tempo pra nada, Malik levou ela até a saída, deixou ela no corredor e bateu a porta na cara dela logo depois de falar:
—Desculpa pelo barulho, Silvana… e espero que não fique brava comigo. A ideia foi da Paulina.
Silvana se sentiu humilhada, mas não queria estragar a amizade com a Paulina, então tentou levar a situação na brincadeira. Na cabeça dela, a frase já tava formada: “Você vai me pagar essa, sua puta”. Ela até chegou a rir… mas a dor no cu fez ela voltar pra realidade. Queria ver o tamanho da parte do dildo que tinha entrado e o quanto ainda tava pra fora. Não dava pra fazer isso no corredor, então deu dois passos desconfortáveis até o apartamento dela… e uma porta se abriu.
Assustada, a Silvana virou de costas pra parede, na intenção de esconder o dildo. Quem apareceu foi a própria Sonia. A mulher tava usando uma camisola, mas não mostrava nenhum sinal de que tivesse dormido.
—Silvana? O que cê tá fazendo na rua a essa hora… e só de calcinha e sutiã?
—Eh… ah… oi, Sônia. Desculpa se te acordei… é que… o Malik tava fazendo um barulhão, pedi pra ele me deixar dormir em paz, pelo menos por uma noite.
— E você pediu com essa roupa? Neném, tá aparecendo tudo.
—Sim, eu sei… foi uma imprudência da minha parte —Nossa, como minha buceta tá doendo, pensou enquanto tentava segurar o dildo fazendo pressão contra a parede. Funcionou; também serviu pra que o cuzinho dela se adaptasse melhor à penetração e dilatasse mais—. É que fiquei puta com o barulho e saí sem nem prestar atenção em como tava vestida. E você? O que cê tá fazendo acordada a essa hora? Não me diga que foi por minha culpa.
—Não, não se preocupa. Ainda tô com uns probleminhas pra dormir. —Silvana tentou manter a compostura, mas tava suando pra caralho, e a respiração ofegante fazia as tetas dela subirem e descerem. Ia agradecer se tivesse um decote menos revelador, porque tava no limite dos bicos dos peitos pularem pra fora. O pior de tudo é que a tanga tava entrando nos lábios da buceta por causa da pressão que o dildo fazia, então a melhor tática era… enfiar mais pra dentro. Ela apertou, rangeu os dentes, mantendo o olhar bem fixo na Sonia e bufando pelo nariz. Era um processo lento e doloroso, mas já dava pra sentir o dildo se firmando melhor no cu dela… embora por enquanto só tivesse a parte mais estreita lá dentro—. Não quer entrar pra tomar um chá com gozo? A gente bate um papo rapidinho…
—Ah… não sei, Sônia, o que acontece é que…
—Ah, se não puder, não esquenta. Perguntei porque você disse que tá de licença, se amanhã não precisa trabalhar, então não tem problema se você virar a noite um pouquinho.
—Hmm… sim, sim… isso é verdade.
Silvana pensou numa boa desculpa, tinha que ficar bem parada, com o dildo apertado contra a parede. Morria de medo de dar um passo e ele cair. Não saberia como explicar pra vizinha que tava com um dildo enfiado no cu. Provavelmente ia ficar parecendo uma depravada.
—Vai, vai ser só um pouquinho. —Sonia pegou na mão dela bem na hora em que Silvana ia dizer: “Tá bom, mas antes vou vestir uma calça.”
Pra evitar que o consolo caísse, ela tentou não fazer movimentos bruscos. A melhor saída foi acompanhar a Sonia até dentro do apartamento dela. A mulher fechou a porta e a Silvana ficou de pé, usando de novo a técnica de segurar o consolo contra a parede. Por sorte pra ela, a Sonia começou a soltar um monólogo sobre os vizinhos que não respeitam as regras de convivência do prédio e foi preparando tudo pro chá com porra, completando: “Tomar um chá com porra bem quente sempre me ajudou a dormir melhor.”
Enquanto isso, Silvana apertava mais a bunda contra a parede numa tentativa desesperada de encaixar direito aquele maldito dildo, porque ela nem sequer tinha um bolso pra esconder… e não podia deixar ele largado em qualquer canto da casa da vizinha. Mas pra encaixar melhor, precisava enfiar mais pra dentro, pelo menos até a metade. Pra isso, o cu dela tinha que se abrir mais do que já tava.
—Tá bem, Silvana? Tá sentindo alguma dor? Cê tá suando…
—Ah, é que… ultimamente tô meio febril, por isso tô de licença. E fica tranquilo, sei que não é covid. Ufa… só tô com uma dorzinha de cabeça, nada mais…
Teve que falar rangendo os dentes, enquanto o dildo ia abrindo mais e mais o cu dela. Não achava que ia aguentar.
—Ah, entendi… bom, o chazinho vai te fazer bem. Aliás, já avisei o Osvaldo sobre o comportamento inadequado do Malik. Sinto muito por ele, porque parece um cara legal, mas não podemos deixar ele transar no elevador do prédio.
—Sim, sim… muito verdade.
Silvana não tava prestando muita atenção, toda a energia dela tava focada em pressionar contra o dildo pra que a bunda dela, de uma vez por todas, conseguisse a dilatação certa. O segundo segmento do dildo parecia bem mais largo que o primeiro, mais do que ela tinha planejado.
—De qualquer forma, o que mais me surpreendeu foi… bom, você já sabe… não precisa fingir sobre isso. Eu não sabia que um homem podia ter um pau desse tamanho. E você? Já tinha visto algo assim antes?
—Hmm… não, nunca… embora não seja a primeira vez que vejo o Malik pelado.
—Ah, não é?
—O que acontece é que ele é nudista, por um costume cultural. Ele vem de uma criação onde andar sem roupa é algo natural. Então, às vezes ele tem dificuldade de se adaptar aos nossos costumes.
—Isso eu posso respeitar… mas vai me matar de um infarto se mostrar essa coisa de novo. Parece uma anaconda. Dá até medo. Nem quero imaginar como aquela coitada deve ter sofrido se depois fizeram algo mais. Cê acha que eles fizeram algo mais?
—Tô certa disso…
—Mas… como assim? —Sônia olhou pra ela, parecia confusa—. É impossível uma coisa tão grande entrar… sabe… lá embaixo —apontou pra sua virilha.
—Eu pensava a mesma coisa… ufa… — tava conseguindo, a parte mais larga do segundo segmento tava entrando—. Mas dei uma olhada em uns sites —Não quis mencionar que eram fotos que a Paulina mandou—, e descobri que cabe sim.
—Nossa… sério mesmo? Agora fiquei curiosa… e olha, não pensa que eu… com o Malik, não, nada disso… é que…
—É que surgem dúvidas, eu sei bem disso, Sônia. Pra mim, a rola do Malik não é atraente, na verdade… me dá medo. É grande demais.
—É, isso mesmo… eu, nem louca, ficaria com um homem que tem uma parada dessas. Nunca fui de me importar com tamanho.
Silvana se perguntou se a vizinha dela já tinha tido um amante, porque apesar de ser uma mulher bem gostosa, nunca viu ela acompanhada de ninguém. A Sonia tava sempre sozinha.
—Eu também não —garantiu Silvana—. Ia doer só de imaginar a situação…
E a dor ficou ainda mais intensa quando ele finalmente conseguiu enfiar o segundo segmento do consolo. Foi um pico forte de dor aguda seguido de um alívio imediato, porque cada segmento do consolo era como uma bola alongada. Assim que aquela parte larga entrou, o resto afundou no cu dele com a maior facilidade. Só ficou pra fora o terceiro segmento, o mais largo de todos.
—Sim… e além disso… puta merda, que nojo dessa mina, a loirinha. Deixar fazerem aquilo na cara dela. Puta merda, foi igual ver uma mangueira de bombeiro só jorrando…
—Porra?
—É, isso… que nojo. Juro que foi isso que mais me impressionou. Eu teria muito nojo de ficar com um homem que goza desse jeito. Nunca tive tolerância pra esse tipo de coisa.
—Nem eu também — respondeu Silvana, automaticamente.
Com a maior parte do consolo enfiado no cu dela, conseguiu dar uns passos sem tanto medo do brinquedo cair no chão. A fio dental dela segurava ele lá, bem firme. Ela se mexeu devagar e apoiou as mãos na mesa.
—Senta, Silvana… fica à vontade. Daqui a pouquinho o chazinho já vai estar pronto.
—Hmm… sim, não tô com pressa, pode ir tranquila.
Na verdade, ela ficou impaciente, porque sabia que precisava fazer alguma coisa. Não podia ficar sentada com um terço do dildo saindo do cu dela, nem podia tirá-lo. "O que eu faço? O que eu faço?", pensou. Percebeu que não tinha outra alternativa: tinha que enfiar tudo. Mas pra fazer isso, precisava se concentrar mais na tarefa.
—E você disse que o Malik não te deixa dormir porque tá transando com alguém… coitadinha da garota, deve estar sofrendo pra caralho.
—Hmm… acho que na real ela tá se divertindo. Não compartilho dos gostos dela, mas me parece que já não dói tanto. A buceta consegue se alargar mais do que a gente imagina.
—Pode ser… mesmo assim, seria um martírio pra mim.
— Sônia, posso ir ao banheiro?
—Sim, sim… claro. No fundo daquele corredor.
Silvana teve que andar devagar até o corredor, tentando esconder a protuberância que aparecia na sua calcinha fio dental. Aproveitou o segundo que teve quando a Sonia virou as costas pra sumir de vista. Depois acelerou o passo, foi desconfortável andar com aquilo enfiado na bunda, mas pelo menos conseguiu chegar no banheiro.
Uma vez lá dentro, longe do olhar inquisidor da vizinha, ela tirou a tanga e puxou o dildo para fora. Suspirou de alívio. Sentia a bunda pulsando pela pressão que tinha sofrido. Olhou pro dildo — à primeira vista, não parecia tão grosso, talvez a bunda dela tivesse exagerado um pouco. Mas como fazia tempo que não colocava nada naquele buraco, a falta de prática tornou a tarefa mais complicada.
Não é nada demais, Silvana —pensou ela—. Durante a pandemia, você enfiou uma parada tão grande quanto isso no cu".
Uma cena que ela inventou dentro da própria cabeça voltou a se mostrar na memória dela tão vívida quanto naqueles dias de isolamento obrigatório.
Conseguiu enfiar tudo no cu, Silvana? Não imaginava que você fosse dessas que curte meter coisas no rabo. Com certeza você deve ser daquelas putas que se submetem ao sexo anal sem hesitar.
Aquela voz irritante era a da Vanina Marchetti. Ainda era um tormento ter que cruzar com ela no ambiente de trabalho. Um dos seus maiores pesadelos era que Vanina fizesse esse tipo de abordagem com ela. Ela se sentia em desvantagem com a Vanina. Vanina conhecia um dos seus segredos mais humilhantes: ela tinha comprado um bom dildo para enfiar inteiro no cu… e conseguiu. Durante os meses de quarentena, ela se submeteu a várias sessões de "castigo anal". Sessões que ela preferia apagar da mente para sempre, fingir que nunca tinham acontecido… mas que agora estavam mais vivas e presentes do que nunca. O brinquedo que o Malik enfiou nela despertou todas essas lembranças.
E agora eu tinha que reviver essa experiência por causa da "brincadeirinha" da Paulina.
Puta de merda, você vai me pagar", pensou Silvana… mas não com rancor. No fundo, a situação até que era engraçada, mesmo que ela tivesse que se esforçar um pouco mais do que o normal pra achar essa graça.
Mesmo assim, ela morria de medo de que a Sonia visse ela com aquele dildo anal.
Vai ter que enfiar tudo, Silvi… não tem outro jeito. Você consegue, já sabe que consegue.
Mesmo que pra ela fosse humilhante submeter a bunda a esse tipo de brincadeira, ela pegou o dildo anal e começou a empurrar pra dentro de novo. Dessa vez, deu pra se ajudar com a mão, o que deixou meter e tirar várias vezes. Uma técnica já manjada que facilitava a dilatação do cu. Meter o primeiro pedaço foi de boa, o segundo já doeu, como se avisasse que ela ainda não tava pronta pra uma parada tão grossa… mas tinha que ficar.
Silvana conhece bem o próprio corpo e suas reações. Durante a quarentena, aprendeu que para enfiar um dildo no cu, precisa estar com um certo tesão, senão é impossível. Se sentiu humilhada por ter que se masturbar no banheiro da vizinha enquanto se castigava o cu com um dildo; mas a situação tinha deixado ela sem saída.
Vamos, vamos… forte… mais forte", ela se encorajou.
Meter e tirar o dildo com uma mão enquanto com a outra ela esfregava a buceta era uma prática desconfortável, especialmente pra fazer de pé. Na cama dela teria sido bem mais fácil.
Para que o nível de tesão dela aumentasse mais rápido, ela enfiou dois dedos na buceta, depois tirou e pressionou o clitóris com eles. Essa pressão sempre a fazia gemer, e dessa vez ela não conseguiu evitar.
—Silvana… Cê tá bem? —Perguntou a Sonia, que tava parada do outro lado da porta.
—Hmm… sim. Tô lavando o rosto, já vou sair.
—Okis… o chá com porra vai estar pronto quando você sair. Te espero.
—Tá bom, já vou…
A puta da mãe", pensou.
Doía, mas mesmo assim ela conseguia sentir a bunda dela se abrindo cada vez mais. A parte boa é que o dildo não tinha base, o que ia deixar ela enfiar ele inteiro e deixar lá. A parte ruim é que o terceiro segmento era largo demais. Nas vezes que ela enfiou o próprio dildo no cu, ela fez isso com calma, se dando o tempo necessário pra conseguir uma boa dilatação. Agora não tinha tempo…
Assim… isso… mais fundo, já quase conseguiu… entra, sua puta… entra de uma vez
Apertou os dentes pra não gritar e bufou pelo nariz. Se masturbou bem mais rápido e castigou a bunda com o dildo até que… zaz! O brinquedo foi pra dentro.
Mais uma vez aquela dor aguda a invadiu, fazendo ela dobrar as pernas e gritar em silêncio; mas depois veio o alívio… acompanhado da satisfação de ter conseguido.
Meu coração tava batendo muito forte e a cara toda suada. Um dos peitos dela tinha resolvido pular pra liberdade. Ela colocou ele de volta dentro do top decotado e foi correndo lavar o rosto. Depois de se secar, vestiu a fio dental e saiu do banheiro.
O primeiro passo pra fora foi estranho, eu sentia que, a qualquer momento, o dildo ia escapar e eu ia passar um baita vexame.
Devagar, Silvana… você só precisa chegar até a sala de jantar.
Ela andou com as pernas bem juntinhas e se encontrou com a Sonia de novo. Fez força pra dar um sorriso.
—Desculpa pela espera, já me sinto melhor — disse ao vê-la.
E naquele momento, ela soube que talvez devesse ter ficado em silêncio por alguns segundos. A Sônia estava agachada, procurando alguma coisa embaixo da pia, e a camisola dela tinha subido. Ele conseguiu ver a calcinha da mulher, com pelos pubianos aparecendo pelos lados.
—Ah… tá… beleza, fico feliz —disse Sonia, completamente vermelha de vergonha—. É… hum… caiu uma colherzinha. Não consegui achar. Enfim, não importa, pego outra da gaveta. Senta aí, por favor.
Silvana sentou e sentiu o consolo enfiar ainda mais fundo. Aguentou, mas ao mesmo tempo agradeceu. Agora não tinha chance de escapar, só tinha que aguentar ele lá dentro até terminar de tomar o chá de porra.
Sônia sentou na frente dela e começou a encher as duas xícaras. Silvana percebeu a preocupação na cara da vizinha.
—Tá bem? —Perguntou pra ela.
—Hmm… sim. Acontece que… deu pra ver muito?
—Ai, Sônia —Silvana sorriu com simpatia—. Você nem precisa se preocupar com isso. Por acaso esqueceu que eu tô literalmente de fio dental? E ainda é uma daquelas calcinhas pequenininhas.
—Sim, sim… eu sei… mas eu não tenho o corpo que você tem.
—Você tem um corpaço, Sônia.
—Quer dizer "pra minha idade".
—Não, tô falando que tu tem um corpo foda, e pronto. Cê é uma mulher bem voluptuosa e gostosa — chegou perto pra falar baixinho —. Sei que muita gente no prédio queria estar no meu lugar naquela hora e te ver de quatro, ia alegrar o dia deles.
Sônia começou a rir.
—Ai, obrigada… com isso você alegrou minha semana. Mas, sendo honestas, elas iam se deliciar mais te vendo de fio dental. Até posso me considerar uma privilegiada. Não deve ser todo mundo que te vê com essa roupa.
—A verdade é que não costumo andar assim.
—Sei muito bem que tem gente no prédio que fica de olho no teu corpo… e no jeito que você se veste. Nunca pensou em usar roupas mais discretas? Tipo… pra não te encherem o saco.
—Não. Tô pouco me lixando pro que os outros pensam disso —Silvana deu um gole no chá—. Além disso, já conversei com meu namorado, e ele não se importa que eu use esse tipo de roupa.
—Tudo bem, é tua decisão. Só acho que tu devia considerar o impacto que teu próprio corpo pode causar. É que… tu tem uns peitos de arrasar… e nem vou falar da tua raba. São tipo ímãs pros olhares de todo mundo.
—Acho que não é tudo isso. Além disso, hoje em dia somos muitas as mulheres que procuram se vestir assim.
—Isso é muito verdade…
Continuaram tomando chá e mudaram para assuntos mais banais, como a administração do prédio e algumas coisas que talvez precisassem de manutenção ou uma mão de tinta. Embora a Silvana tenha achado um pouco desconfortável ficar sentada ali com o dildo enfiado inteiro no cu, pelo menos ela agradeceu que ele não tivesse espaço pra sair.
Silvana sentiu um alívio enorme quando o ritual do chá noturno finalmente acabou. Ficou tão feliz de poder ir embora que se ofereceu pra ajudar a arrumar a mesa. Andando com todo cuidado, levou as xícaras até a pia.
—Ai, Silvi —disse Sônia—. Com essa tanga, você pode causar um infarto em mais de um… ou mais de uma. Tô falando no bom sentido. Dá pra ver que você malha pra caralho… pra ter a raba tão durinha precisa de duas coisas: exercício e juventude.
—Valeu, Sônia. Não malho com a intenção de definir minha bunda… digamos que é uma consequência de me manter em boa forma.
Ela ficou com medo de que a vizinha notasse alguma coisa estranha saindo na parte de trás, então se apressou pra encarar ela de novo, deixando a bunda encostada na mesa.
—Espera —disse Sônia—. O que é isso aí?
Ai, a puta da mãe… ela viu
—Do que você tá falando?
—Aí… cê tem uma parada, não sei o que é…
Para surpresa de Silvana, Sônia se ajoelhou na frente dela e olhou bem de perto a região da buceta.
—Isso… O que é? Não me diga que você é daquelas que usam piercing no clitóris…
Silvana conseguiu respirar aliviada. A vizinha dela não tinha visto o dildo, só tava curiosa com aquela pequena protuberância na calcinha justa.
—Ai, não… não é um piercing, Sônia —soltou uma risadinha divertida—. É meu clitóris.
—O quê? Sério mesmo?
O dildo começou a sair do seu esconderijo e, com medo de ficar exposta, a Silvana sentou na mesa. O brinquedo sexual se enterrou de novo inteiro na bunda dela e uma sensação forte tomou conta, que o corpo dela interpretou como prazer.
Uf… isso foi inesperado.
O coração dela disparou de novo e o eco da punheta no banheiro veio à tona. A excitação deixou os bicos dos peitos durinhos.
—Olha, Sônia… até porque estamos entre mulheres, e em confiança. Não é nenhum piercing… meu clitóris é um pouquinho maior que o normal. Não muito, mas o suficiente pra aparecer se eu usar roupa muito justa.
Sônia aproximou uma mão trêmula com o dedo indicador esticado e o apoiou suavemente naquela pequena protuberância na calcinha fio dental. Silvana sentiu outra descarga de prazer e, instintivamente, abriu mais as pernas.
—Nossa… sim… dá pra sentir… tá durinho. —Ela passou o dedo em círculos sobre o clitóris—. E não te irrita? Tipo… com o atrito da calcinha.
—Não, não… na real não me dá muito problema. Só tenho que tomar cuidado quando uso legging muito apertada, aí sim pode aparecer.
—Sim, claro… imagino, e não é uma imagem digna de uma dama. Você não devia sair na rua com o clitóris marcado na legging. É de mau gosto. — Continuou movendo o dedo em círculos —. É impressionante, nunca tinha visto um clitóris assim… — aproximou mais o rosto, como se quisesse analisá-lo a nível microscópico. Ficou tão perto que Silvana sentiu a respiração de Sonia contra a sua buceta —. Sua calcinha tá molhada…
E como não ter... tenho um dildo enorme invadindo meu cu", disse a voz da consciência de Silvana.
—Bom, isso é um pequeno acidente, o que acontece é que eu lubrifico muito, mas muito bem — de repente sentiu que estava tendo uma daquelas conversas peculiares com Osvaldo. Se perguntou se com a Sônia também conseguiria conversar do mesmo jeito… porque se tivesse que escolher entre fazer isso com o porteiro do prédio ou com a vizinha solteirona; preferia mil vezes falar com a Sônia—. Sinto só um pouquinho de pressão e já começo a me molhar. Com você não acontece isso?
—Hã… eu? Não nesse nível… acho que não. É que… parece demais pra mim.
—Pra mim é normal —disse Silvana—. Mas cada corpo é diferente.
—Sim, sim… claro, e não pense que estou te julgando ou criticando. Longe disso. Só falo isso porque me surpreende.
Silvana pensou que talvez Sonia nunca tivesse estado tão perto da buceta de outra mulher. Se perguntou o que a vizinha pensaria se soubesse que Paulina tinha feito oral nela.
—Quer ver melhor? —Perguntou Silvana, já se divertindo com a situação.
—Hã? Você vai me mostrar a...? —Apontou para a virilha—. Ah... não sei. Imagino que muita gente morreria de vontade de ver ela... embora eu sinta um pouco de vergonha. Até me faz sentir um pouco mal. Por que eu teria o privilégio que muitos outros querem e não podem ter?
—Porque pra você eu mostro, sua bobinha… eu escolho quem pode olhar minha pussy e quem não pode.
—Hum… bom, sim… é um jeito bom de dizer. Se não te incomoda, então aceito…
—Muito bem…
Ela afastou o tecido da tanga, sabendo que daquela posição, e enquanto ficasse sentada, não daria pra ver o dildo saindo do cu dela.
Sônia ficou paralisada, com a boca e os olhos bem abertos.
—E aí? O que você acha? — Perguntou Silvana, enquanto sentia uma onda de calor percorrendo seu corpo. Não entendia por que essa situação a excitava tanto.
—É linda… sim, já vi que seu clitóris é maior que o normal… mas é muito… bonito. —O dedo curioso de Sonia pousou de novo naquele botão feminino. Silvana achou engraçado ela fazer aquilo—. O meu é bem menorzinho. Agora fiquei com uma invejinha, queria ter um assim. Tua buceta inteira é linda, Silvana… faz tempo que tava doida pra ver ela. Valeu por me mostrar.
—E por que você tava com tanta vontade de ver minha buceta, Sônia?
A mulher ficou muda, de repente o semblante dela ficou sério e sombrio.
Não, não... por nada. Tô falando besteira, não liga pra mim.
—Ai, não fica assim não. Ninguém tá te julgando. Pergunto por puro interesse, só isso. Qualquer que seja sua resposta, não vai me incomodar, nem vai mudar minha opinião sobre você.
—Mmmm… bom… é que, na verdade, é uma bobagem. Uma besteira. Algo sem importância.
—Fala, Sônia, sem medo.
—O que acontece é que você é uma mulher tão gostosa que até outra mulher percebe… só de olhar pra você. E às vezes te vejo com essas calças tão apertadas que você usa e não consigo parar de pensar “Uf… que corpaço a Silvana tem… como deve ser linda pelada”. Porque, vamos combinar… a gente é bonita vestida, e muito mais bonita pelada. Tô me explicando?
—Com certeza —a Silvana gostou que, enquanto falava, a Sonia continuasse massageando o clitóris dela devagar—. E entendo tudo perfeitamente. Obrigada por me falar isso, me faz sentir muito bem um elogio sincero como o seu.
Sônia abriu a pussy com dois dedos…
—Por dentro também é gostosa… caralho, até parece virgem…
Silvana abriu mais as pernas e mexeu mais a sua calcinha fio dental, pra deixar a Sonia ver tudo sem obstáculos.
—Não sou virgem, pode ficar tranquilo. Só sou bem apertadinha… viu? Eu nunca conseguiria ficar com um cara como o Malik.
—Pois é. Uma pica tão grande ia te destruir… —Silvana percebeu que era a primeira vez que ouvia Sonia usar a palavra “pica”. Resolveu entrar na brincadeira.
—Eu prefiro paus bem menores... porque senão me fazem doer.
—Então isso quer dizer que o Renzo… ih, que ele não descubra que seu vizinho tem uma anaconda entre as pernas, porque ele não vai conseguir dormir em paz nem uma noite. Principalmente sabendo como a namorada dele é gostosa…
—Pode dormir tranquilo. Sabe que eu não daria bola pra um cara como o Malik.
—Eu sei; mas os homens são ciumentos por natureza, Silvana… e costumam competir muito com o tamanho dos seus paus. —Sônia, num ato de total ousadia, enfiou um dedo na buceta—. E aqui dá pra ver que não entra nada muito grande.
A buceta da Silvana apertou pra expulsar o dildo, foi um movimento involuntário, mas por sorte a mesa impediu que saísse. Mas uma nova onda de calor tomou conta dela.
—É isso mesmo, não entraria… mas você viu como eu lubrifico bem? Pra mim isso é uma bênção. Se não fosse por isso, qualquer penetração me doeria.
—Isso mesmo que eu ia te dizer —Sônia se animou a enfiar o dedo mais fundo—. Tá tudo bem molhadinho… dizem que as mulheres que lubrificam melhor são as que mais curtem o sexo.
—Não sei, pode ser… mas eu tenho o probleminha de ser apertada, então fica difícil aproveitar. Olha só, até colocar dois dedos é difícil.
—Ah… hmm… tem certeza, Silvana? Não seria muito… invasivo.
—Fica tranquila, Sonia. Confio que você vai fazer com cuidado… afinal, já tem experiência nisso.
—Do que você tá falando? Cê acha que eu sou… sapatão?
Não, não, desculpa… me expressei mal. Quero dizer que você também é mulher. E… vamos ser sinceras. Mais de uma vez você já deve ter enfiado os dedos.
—Ai… que vergonha —Sônia ficou vermelha e soltou uma risadinha nervosa—. Tá bom… sim… devo admitir que faço isso… com certa regularidade. É que eu não tenho a sua sorte, não tenho parceiro. Não me resta outra alternativa, cê me entende?
—Sim, Sônia… e não se sinta culpada. No seu lugar, eu faria exatamente a mesma coisa. Mesmo tendo namorado, eu bato uma de vez em quando. Só não conta pro Renzo…
—Não, nem louca falo com ele. Imagina se eu tivesse que explicar que enfiei os dedos em você. Um horror. Por favor, não conta nada disso pra ele.
—Fica tranquila, vai ser nosso segredo. Ninguém precisa ficar sabendo de nada.
Silvana abriu mais as pernas, como que convidando ela a entrar. Sonia aceitou o convite e enfiou devagar dois dedos naquela pussy molhada.
—Mm… sim, é bem apertadinha, embora eu imagine que isso seja satisfatório pra muitos homens.
—Depende de quão apressados tão pra meter a buceta.
—Ah sim, é verdade… com uma buceta tão delicada assim, tem que ter paciência. Mas acho que a paciência vale a pena, tratando-se de uma mulher tão gostosa como você.
Silvana fechou os olhos e curtiu os amassos de Sonia. A vizinha era habilidosa e cuidadosa. Num instante, sentiu algo roçando a ponta do clitóris e deu um susto. Não soube o que era. Uma parte do cérebro dela dizia que era uma língua; mas o lado mais racional insistia que devia ser a ponta de um dedo acariciando. O movimento brusco que fez foi o bastante para Sonia se afastar e levantar na hora.
—Bom, acho que já vi o suficiente —disse com uma risadinha nervosa—. Valeu pela confiança, Silvana… e obrigado por tomar chá comigo. Tava há muito tempo sem receber visitas.
Valeu pelo convite, Sônia... agora vou te deixar descansar.
Sim, melhor… porque depois do chá com porra sempre me dá sono. Não tô querendo te expulsar nem nada, mas…
—Entendo, também tô com sono — Silvana percebeu que a vizinha tava tentando se livrar dela o mais rápido possível. Ela também sentiu que era hora de vazar —. Outro dia a gente conversa, com mais calma… e quem sabe num horário mais decente.
—Sim, claro… eu fico quase o dia todo em casa. Quando quiser passar aqui pra me visitar, me avisa.
Silvana ajeitou a fio-dental enquanto Sonia abria a porta.
Beleza, Silvi... essa é sua chance de sair daqui rápido, sem correr o risco do dildo escapar".
—Sônia, me avisa se o corredor tá vazio. Seria estranho me verem saindo de fio dental do teu apê a essa hora…
—Ah, sim, cê tem razão. Não tinha pensado nisso —Sonia olhou pros dois lados do corredor—. Atravessa rápido, agora não tem ninguém. Agora, agora…
Silvana saiu correndo e atravessou o corredor a toda velocidade. O dildo no cu dela nem teve chance de aparecer.
Missão cumprida.
Uma vez dentro do apartamento dela, foi direto pro banheiro e, sem nem pensar, entrou debaixo do chuveiro. Ainda com a roupa no corpo, ajoelhou no chão. Enquanto a água morna escorria pelo corpo, ela se masturbou pra caralho, apertando a bunda pra tirar o dildo. Ele só saiu até onde a calcinha fio-dental deixou. Depois, Silvana enfiou de novo, pensando: "Eu me odeio, que punheteira que eu sou.
Mesmo achando essa prática humilhante, ela não conseguiu parar. Tava excitada demais. A imagem do Malik comendo a Paulina e as mãozadas da Sonia deixaram ela a mil. E o dildo… claro que o dildo anal teve um papel crucial naquela tesão toda.
Decidiu bater uma bronha no banheiro pra não molhar a cama quando gozasse… e pra que seus gemidos potentes não fossem ouvidos. Ali ela pôde se soltar, ofegou, gemeu, se tocou… meteu e tirou o dildo até que sua buceta explodisse. Se saiu ou não algum suco dela, não dá pra garantir, porque tudo foi embora com a água do chuveiro. Do que ela tem certeza é que foi um orgasmo delicioso, o melhor que teve em vários dias.
Exausta e satisfeita, deitou-se pra dormir completamente pelada… mas antes guardou o consolo na mesma gaveta onde tava o outro.
Se eu continuar assim — pensou ela —, vou acabar com uma coleção de coisas que posso enfiar na buceta.
Antes de cair no sono, sentiu medo de que o namorado, ou qualquer outra pessoa, descobrisse aqueles brinquedos humilhantes. Já tinha passado por um momento constrangedor com o Osvaldo, e não queria repetir. Embora a buceta dela pensasse o contrário, porque bastou lembrar da conversa com o zelador do prédio pra ela ficar molhada de novo.
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Capítulo 09.
O Despertar de Sônia.
Ao sair do apartamento, a Silvana trombou com uma das vizinhas dela.
—Oi, Sônia, o que cê tá fazendo acordada tão cedo?
— E aí, Silvana? Queria dar uma voltinha pra caminhar um pouco.
—Sete da manhã? —Perguntou enquanto andavam pelo corredor.
—Sim, por que não? O dia tá bonito e as ruas já tão cheias de gente, porque todo mundo tá entrando no trabalho. Só queria dar uma volta no parque Rivadavia. É que tô com problemas pra dormir. Talvez isso me ajude a clarear a mente um pouco. E você, já vai trabalhar?
—Não, tô de licença. Mas por costume acordo nesse horário. Vou na padaria, quero comprar um negócio pro café da manhã…
A porta do elevador se abriu de repente e as duas mulheres se depararam com uma cena que parecia o sonho de uma produtora pornô. Malik estava de pé, com seu enorme pau à mostra. Duro, cheio de veias e imponente. Tirou o ar de Sonia num instante. Mas o senegalês não estava sozinho. Na frente dele, tinha uma loirinha muito gostosa… completamente nua. Nem uma tanguinha cobria a buceta dela. A garota estava agachada na "posição de sapo", com os joelhos dobrados e as pernas bem abertas, com uma mão acariciando a própria buceta e com a outra segurando o pau de Malik, enquanto se esforçava pra engolir ele inteiro. Era óbvio que ela não ia conseguir colocar aquele pedaço de carne preta na boca, mas isso não impedia ela de continuar tentando com toda a vontade.
Malik viu as duas mulheres no corredor e ficou de boca aberta, com os olhos arregalados, sem saber o que dizer. Naquele momento, o pau dele começou a jorrar grandes golfadas de líquido branco, que encheram a boca da loira. Ela teve que tirar o pau, e o excesso de porra escorreu pelo corpo dela. As próximas descargas, com uma potência que a Silvana só tinha visto em filmes pornô, acertaram o rosto inteiro da garota, cobrindo quase tudo.
—Ai, pelo amor de Deus! —exclamou a Sônia ao ver aquele ato sexual tão explícito e sujo.
Isso fez a loira jovem pular de pé, mostrando que não só o rosto dela, mas também boa parte do corpo, tinha ficado todo respingado com o esperma do Malik. Pra conseguir falar, primeiro ela teve que engolir a porra que tava na boca, e depois só conseguiu dizer:
—Ai, desculpa… não vi vocês…
Um silêncio constrangedor se formou, enquanto a mente das mulheres no corredor trabalhava pra processar toda essa informação. Finalmente, Silvana falou:
—Malik! Cê acha certo usar o elevador do prédio pras suas brincadeirinhas sexuais?
Reconheceu a loira pelas fotos que a Paulina mandou. Era a Belém, mesmo com toda a porra na cara, conseguiu identificar ela. Não falou nada porque não queria que essa merda toda afetasse a Paulina.
—Peço mil desculpas. Achamos que era uma brincadeira inocente, que ninguém ia nos descobrir a essa hora da manhã… e nos enganamos. Prometo que não vai se repetir. —Uma frase que, pra Silvana, já tinha virado clichê do Malik—. Vou fazer de tudo pra compensar vocês por esse mau momento que fiz vocês passarem. Minhas mais sinceras desculpas.
—Antes de pedir desculpa —disse Sônia—. Você devia se vestir… não quero mais ver sua… sua coisa. E você, gatinha… devia ter vergonha de se comportar desse jeito. —A garota pegou algo do chão, parecia ser o vestido dela—. Como você vai deixar um homem te… te fazer isso, te deixar assim, toda cheia de… daquilo, você sabe. Ai, meu Deus… é que nem consigo olhar pra você. Por favor, se cobre com alguma coisa.
—Com licença —disse a garota, parecia assustada.
Não se cobriu, mas passou rápido entre as duas mulheres e esperou Malik perto da porta. O senegalês não conseguiu enfiar o pau dentro da calça, porque ainda tava duro. Passou de cabeça baixa entre as duas mulheres repetindo "desculpa" uma e outra vez. Depois entrou no apartamento dele, acompanhado pela amante.
—Não acredito! —exclamou a Sônia—. Isso é a coisa mais vergonhosa e nojenta que já vi nesse prédio. Achava que o Malik era um homem mais… respeitoso, mas já tô vendo que ele precisa aprender modos e regras de convivência. Vou ter que contar isso pro Osvaldo.
—Emm… é, pode ser. Vamos ter que avisar ela.
Silvana não queria que o Malik se ferrasse. Embora não curtisse ter que ver esse tipo de cena, sentia que o senegalês podia aprender na boa. Mas não dava pra segurar a Sonia. Ela tava no direito dela de reclamar.
——------
Por sorte pra Silvana, a Sonia ficou tão atordoada com a cena do elevador que nem tocaram no assunto. Mas nem tudo podia dar certo naquele dia. Como ela já imaginava, ficou entediada pra caralho. Ficou rodando pela casa, tentando se distrair com qualquer coisa: séries, filmes, música, livros… até tentou jogar.Liga das LendasNão entendeu porra nenhuma e desistiu depois de três partidas. Os outros jogadores xingaram ela várias vezes. Por sorte, usou a conta do namorado, então ninguém descobriu quem ela era de verdade. Ficou se perguntando se isso ia afetar o jogo do Renzo de alguma forma, porque muitas das reclamações vieram por ela estar jogando muito mal em "partidas classificatórias". Já tinha ouvido o namorado usar esse termo várias vezes, mas não fazia ideia do que significava.
Mesmo que pra ela parecesse que os ponteiros do relógio tinham parado, o tempo passou. Anoiteceu e o cansaço começou a vencer ela. Foi se deitar, na esperança de dormir até a manhã do dia seguinte. Mas o vizinho dela tinha outros planos.
—A puta que pariu —disse Silvana, ao acordar.
Tava mergulhada num sono profundo quando começou aquele barulhinho já conhecido. "Paf, paf, paf, paf". Subindo e descendo de intensidade. Podia ter deixado pra lá, já que no dia seguinte não precisava trabalhar. Mas o Malik já tinha uma mancha no currículo depois daquela cena no elevador. A Silvana não queria passar mais uma noite sem conseguir dormir em paz. Olhou o relógio, eram duas da madrugada.
—Se esse cara acha que pode fazer barulho a essa hora e eu não vou falar nada, então ele tá muito enganado.
Silvana saiu da cama feito uma fera, nem ligou que só tava usando um top branco bem decotado (que marcava pra caralho os bicos dos peitos) e uma calcinha fio dental de algodão, também branca. A bunda dela balançava com a raiva dos passos.
Chegou no corredor e enfiou o dedo na campainha do senegalês. Deu toques intermitentes até ouvir o Malik lá de dentro falando: "Tá aberto".
Silvana se perguntou se Malik estaria esperando outra das suas amantes. Mesmo assim, ela abriu a porta.
Na sala não tinha ninguém, estava tudo perfeitamente arrumado. Parece que o vizinho dela realmente tem um bom senso de organização, e isso agradou ela. A única coisa estranha naquela cena eram os gemidos femininos que vinham de um dos quartos. Silvana seguiu a origem daquele barulho inconfundível e, ao espiar dentro do quarto, viu Malik, de pé atrás da cama, metendo forte numa garota que estava de quatro na frente dele. A garota gemia como se estivesse sendo torturada, e o pau bombava com força dentro da pussy dela. Silvana ficou estupefata ao ver como aquela buceta era capaz de aguentar um membro tão largo… e tão comprido. Mas ficou ainda mais surpresa ao reconhecer a garota:
—Paulina! —Ela exclamou—. Sua puta do caralho, mina… dá pra parar de foder um pouco? Quero dormir.
—Ai, oi Silvana —Paulina começou a rir, claramente achando a situação muito engraçada—. Cê tá louca? Olha se eu vou parar de foder agora… Malik tá me dando a trepada da minha vida… e hoje ele vai meter tudo no meu cu.
— O quê? Pelo cu? Quem tá maluca é você, Paulina… como é que você acha que tudo isso vai entrar no seu cu? Pode te machucar.
—Fica tranquila, Silvana… sei o que tô fazendo —garantiu Malik—. Já tenho muita experiência com sexo anal, principalmente com mulheres de primeira viagem.
—É isso aí… —disse Paulina—. O Belén já arrombou a buceta dela e me disse: “Amiga, você tem que experimentar, é uma maravilha absoluta”.
—Sobre sua amiga Belém também tenho reclamações. De manhã, vi ela chupando a rola do Malik… no elevador.
—Sim, ela me contou isso também. Quase morreu de vergonha… mas ao mesmo tempo achou muito excitante. Não seja tão careta, Silvana… vem, senta… mesmo que não queira transar com o Malik, pode olhar como ele mete em mim. Ia gostar muito que você olhasse.
Não, Paulina — os olhos de Silvana estavam fixos naquele pau largo e cheio de veias que entrava e saía daquela buceta que parecia esticada até o limite. — Não tenho interesse em ver vocês transando, e muito menos quero ver sexo anal. Tenho medo que ele te machuque. Por favor, parem de fazer barulho… só quero dormir.
—Ai, Silvi… você devia se divertir um pouco mais —disse Paulina entre risadinhas—. E não se faça de sonsa com sexo anal. Com essa rabuda que você tem, já devem ter passado várias picas por aí…
—Não, nada a ver…
—Ei, Malik… que tal se a gente der um presentinho pra Silvana? A gente pode dar o que eu tava usando agora há pouco…
— Tem certeza?
—Sim, com toda certeza… confia em mim… e se ele ficar puto, que fique puto comigo.
—Tá bom —Malik pegou alguma coisa da cama, Silvana não conseguiu ver o que era, depois se aproximou dela com um sorrisão que mostrava os dentes brancos perfeitos—. Desculpa… é ordem da Paulina.
Malik abraçou a Silvana. Ela não conseguiu recuar, os braços fortes do senegalês a prenderam. Com horror, percebeu que ele puxou um pouco a parte de trás da tanga e, antes que pudesse protestar, sentiu algo duro entrando no cu dela.
—Ai, não… não… me solta…
—Não solta ela —ordenou Paulina—. Enfia até onde couber… e se ele não quiser ficar olhando, que volte pra casa dele.
—Ai… não, Malik… tá doendo.
A bunda dela tava ardendo, mas por sorte o objeto tava bem lubrificado, então a ponta conseguiu entrar. Silvana sacou na hora que era um daqueles dildos anais com vários "níveis" de grossura. A ponta era mais fina, depois vinha uma parte um pouco mais larga, e em seguida uma terceira, ainda mais grossa que as outras duas.
Malik deixou o dildo no cu dela, sem enfiar completamente. Ficou preso pela mesma pressão que a calcinha fio dental fazia… pressão que Silvana conseguia sentir, assim como sentia algo gostoso dentro do cu lutando pra sair. Aí, sem dar tempo pra nada, Malik levou ela até a saída, deixou ela no corredor e bateu a porta na cara dela logo depois de falar:
—Desculpa pelo barulho, Silvana… e espero que não fique brava comigo. A ideia foi da Paulina.
Silvana se sentiu humilhada, mas não queria estragar a amizade com a Paulina, então tentou levar a situação na brincadeira. Na cabeça dela, a frase já tava formada: “Você vai me pagar essa, sua puta”. Ela até chegou a rir… mas a dor no cu fez ela voltar pra realidade. Queria ver o tamanho da parte do dildo que tinha entrado e o quanto ainda tava pra fora. Não dava pra fazer isso no corredor, então deu dois passos desconfortáveis até o apartamento dela… e uma porta se abriu.
Assustada, a Silvana virou de costas pra parede, na intenção de esconder o dildo. Quem apareceu foi a própria Sonia. A mulher tava usando uma camisola, mas não mostrava nenhum sinal de que tivesse dormido.
—Silvana? O que cê tá fazendo na rua a essa hora… e só de calcinha e sutiã?
—Eh… ah… oi, Sônia. Desculpa se te acordei… é que… o Malik tava fazendo um barulhão, pedi pra ele me deixar dormir em paz, pelo menos por uma noite.
— E você pediu com essa roupa? Neném, tá aparecendo tudo.
—Sim, eu sei… foi uma imprudência da minha parte —Nossa, como minha buceta tá doendo, pensou enquanto tentava segurar o dildo fazendo pressão contra a parede. Funcionou; também serviu pra que o cuzinho dela se adaptasse melhor à penetração e dilatasse mais—. É que fiquei puta com o barulho e saí sem nem prestar atenção em como tava vestida. E você? O que cê tá fazendo acordada a essa hora? Não me diga que foi por minha culpa.
—Não, não se preocupa. Ainda tô com uns probleminhas pra dormir. —Silvana tentou manter a compostura, mas tava suando pra caralho, e a respiração ofegante fazia as tetas dela subirem e descerem. Ia agradecer se tivesse um decote menos revelador, porque tava no limite dos bicos dos peitos pularem pra fora. O pior de tudo é que a tanga tava entrando nos lábios da buceta por causa da pressão que o dildo fazia, então a melhor tática era… enfiar mais pra dentro. Ela apertou, rangeu os dentes, mantendo o olhar bem fixo na Sonia e bufando pelo nariz. Era um processo lento e doloroso, mas já dava pra sentir o dildo se firmando melhor no cu dela… embora por enquanto só tivesse a parte mais estreita lá dentro—. Não quer entrar pra tomar um chá com gozo? A gente bate um papo rapidinho…
—Ah… não sei, Sônia, o que acontece é que…
—Ah, se não puder, não esquenta. Perguntei porque você disse que tá de licença, se amanhã não precisa trabalhar, então não tem problema se você virar a noite um pouquinho.
—Hmm… sim, sim… isso é verdade.
Silvana pensou numa boa desculpa, tinha que ficar bem parada, com o dildo apertado contra a parede. Morria de medo de dar um passo e ele cair. Não saberia como explicar pra vizinha que tava com um dildo enfiado no cu. Provavelmente ia ficar parecendo uma depravada.
—Vai, vai ser só um pouquinho. —Sonia pegou na mão dela bem na hora em que Silvana ia dizer: “Tá bom, mas antes vou vestir uma calça.”
Pra evitar que o consolo caísse, ela tentou não fazer movimentos bruscos. A melhor saída foi acompanhar a Sonia até dentro do apartamento dela. A mulher fechou a porta e a Silvana ficou de pé, usando de novo a técnica de segurar o consolo contra a parede. Por sorte pra ela, a Sonia começou a soltar um monólogo sobre os vizinhos que não respeitam as regras de convivência do prédio e foi preparando tudo pro chá com porra, completando: “Tomar um chá com porra bem quente sempre me ajudou a dormir melhor.”
Enquanto isso, Silvana apertava mais a bunda contra a parede numa tentativa desesperada de encaixar direito aquele maldito dildo, porque ela nem sequer tinha um bolso pra esconder… e não podia deixar ele largado em qualquer canto da casa da vizinha. Mas pra encaixar melhor, precisava enfiar mais pra dentro, pelo menos até a metade. Pra isso, o cu dela tinha que se abrir mais do que já tava.
—Tá bem, Silvana? Tá sentindo alguma dor? Cê tá suando…
—Ah, é que… ultimamente tô meio febril, por isso tô de licença. E fica tranquilo, sei que não é covid. Ufa… só tô com uma dorzinha de cabeça, nada mais…
Teve que falar rangendo os dentes, enquanto o dildo ia abrindo mais e mais o cu dela. Não achava que ia aguentar.
—Ah, entendi… bom, o chazinho vai te fazer bem. Aliás, já avisei o Osvaldo sobre o comportamento inadequado do Malik. Sinto muito por ele, porque parece um cara legal, mas não podemos deixar ele transar no elevador do prédio.
—Sim, sim… muito verdade.
Silvana não tava prestando muita atenção, toda a energia dela tava focada em pressionar contra o dildo pra que a bunda dela, de uma vez por todas, conseguisse a dilatação certa. O segundo segmento do dildo parecia bem mais largo que o primeiro, mais do que ela tinha planejado.
—De qualquer forma, o que mais me surpreendeu foi… bom, você já sabe… não precisa fingir sobre isso. Eu não sabia que um homem podia ter um pau desse tamanho. E você? Já tinha visto algo assim antes?
—Hmm… não, nunca… embora não seja a primeira vez que vejo o Malik pelado.
—Ah, não é?
—O que acontece é que ele é nudista, por um costume cultural. Ele vem de uma criação onde andar sem roupa é algo natural. Então, às vezes ele tem dificuldade de se adaptar aos nossos costumes.
—Isso eu posso respeitar… mas vai me matar de um infarto se mostrar essa coisa de novo. Parece uma anaconda. Dá até medo. Nem quero imaginar como aquela coitada deve ter sofrido se depois fizeram algo mais. Cê acha que eles fizeram algo mais?
—Tô certa disso…
—Mas… como assim? —Sônia olhou pra ela, parecia confusa—. É impossível uma coisa tão grande entrar… sabe… lá embaixo —apontou pra sua virilha.
—Eu pensava a mesma coisa… ufa… — tava conseguindo, a parte mais larga do segundo segmento tava entrando—. Mas dei uma olhada em uns sites —Não quis mencionar que eram fotos que a Paulina mandou—, e descobri que cabe sim.
—Nossa… sério mesmo? Agora fiquei curiosa… e olha, não pensa que eu… com o Malik, não, nada disso… é que…
—É que surgem dúvidas, eu sei bem disso, Sônia. Pra mim, a rola do Malik não é atraente, na verdade… me dá medo. É grande demais.
—É, isso mesmo… eu, nem louca, ficaria com um homem que tem uma parada dessas. Nunca fui de me importar com tamanho.
Silvana se perguntou se a vizinha dela já tinha tido um amante, porque apesar de ser uma mulher bem gostosa, nunca viu ela acompanhada de ninguém. A Sonia tava sempre sozinha.
—Eu também não —garantiu Silvana—. Ia doer só de imaginar a situação…
E a dor ficou ainda mais intensa quando ele finalmente conseguiu enfiar o segundo segmento do consolo. Foi um pico forte de dor aguda seguido de um alívio imediato, porque cada segmento do consolo era como uma bola alongada. Assim que aquela parte larga entrou, o resto afundou no cu dele com a maior facilidade. Só ficou pra fora o terceiro segmento, o mais largo de todos.
—Sim… e além disso… puta merda, que nojo dessa mina, a loirinha. Deixar fazerem aquilo na cara dela. Puta merda, foi igual ver uma mangueira de bombeiro só jorrando…
—Porra?
—É, isso… que nojo. Juro que foi isso que mais me impressionou. Eu teria muito nojo de ficar com um homem que goza desse jeito. Nunca tive tolerância pra esse tipo de coisa.
—Nem eu também — respondeu Silvana, automaticamente.
Com a maior parte do consolo enfiado no cu dela, conseguiu dar uns passos sem tanto medo do brinquedo cair no chão. A fio dental dela segurava ele lá, bem firme. Ela se mexeu devagar e apoiou as mãos na mesa.
—Senta, Silvana… fica à vontade. Daqui a pouquinho o chazinho já vai estar pronto.
—Hmm… sim, não tô com pressa, pode ir tranquila.
Na verdade, ela ficou impaciente, porque sabia que precisava fazer alguma coisa. Não podia ficar sentada com um terço do dildo saindo do cu dela, nem podia tirá-lo. "O que eu faço? O que eu faço?", pensou. Percebeu que não tinha outra alternativa: tinha que enfiar tudo. Mas pra fazer isso, precisava se concentrar mais na tarefa.
—E você disse que o Malik não te deixa dormir porque tá transando com alguém… coitadinha da garota, deve estar sofrendo pra caralho.
—Hmm… acho que na real ela tá se divertindo. Não compartilho dos gostos dela, mas me parece que já não dói tanto. A buceta consegue se alargar mais do que a gente imagina.
—Pode ser… mesmo assim, seria um martírio pra mim.
— Sônia, posso ir ao banheiro?
—Sim, sim… claro. No fundo daquele corredor.
Silvana teve que andar devagar até o corredor, tentando esconder a protuberância que aparecia na sua calcinha fio dental. Aproveitou o segundo que teve quando a Sonia virou as costas pra sumir de vista. Depois acelerou o passo, foi desconfortável andar com aquilo enfiado na bunda, mas pelo menos conseguiu chegar no banheiro.
Uma vez lá dentro, longe do olhar inquisidor da vizinha, ela tirou a tanga e puxou o dildo para fora. Suspirou de alívio. Sentia a bunda pulsando pela pressão que tinha sofrido. Olhou pro dildo — à primeira vista, não parecia tão grosso, talvez a bunda dela tivesse exagerado um pouco. Mas como fazia tempo que não colocava nada naquele buraco, a falta de prática tornou a tarefa mais complicada.
Não é nada demais, Silvana —pensou ela—. Durante a pandemia, você enfiou uma parada tão grande quanto isso no cu".
Uma cena que ela inventou dentro da própria cabeça voltou a se mostrar na memória dela tão vívida quanto naqueles dias de isolamento obrigatório.
Conseguiu enfiar tudo no cu, Silvana? Não imaginava que você fosse dessas que curte meter coisas no rabo. Com certeza você deve ser daquelas putas que se submetem ao sexo anal sem hesitar.
Aquela voz irritante era a da Vanina Marchetti. Ainda era um tormento ter que cruzar com ela no ambiente de trabalho. Um dos seus maiores pesadelos era que Vanina fizesse esse tipo de abordagem com ela. Ela se sentia em desvantagem com a Vanina. Vanina conhecia um dos seus segredos mais humilhantes: ela tinha comprado um bom dildo para enfiar inteiro no cu… e conseguiu. Durante os meses de quarentena, ela se submeteu a várias sessões de "castigo anal". Sessões que ela preferia apagar da mente para sempre, fingir que nunca tinham acontecido… mas que agora estavam mais vivas e presentes do que nunca. O brinquedo que o Malik enfiou nela despertou todas essas lembranças.
E agora eu tinha que reviver essa experiência por causa da "brincadeirinha" da Paulina.
Puta de merda, você vai me pagar", pensou Silvana… mas não com rancor. No fundo, a situação até que era engraçada, mesmo que ela tivesse que se esforçar um pouco mais do que o normal pra achar essa graça.
Mesmo assim, ela morria de medo de que a Sonia visse ela com aquele dildo anal.
Vai ter que enfiar tudo, Silvi… não tem outro jeito. Você consegue, já sabe que consegue.
Mesmo que pra ela fosse humilhante submeter a bunda a esse tipo de brincadeira, ela pegou o dildo anal e começou a empurrar pra dentro de novo. Dessa vez, deu pra se ajudar com a mão, o que deixou meter e tirar várias vezes. Uma técnica já manjada que facilitava a dilatação do cu. Meter o primeiro pedaço foi de boa, o segundo já doeu, como se avisasse que ela ainda não tava pronta pra uma parada tão grossa… mas tinha que ficar.
Silvana conhece bem o próprio corpo e suas reações. Durante a quarentena, aprendeu que para enfiar um dildo no cu, precisa estar com um certo tesão, senão é impossível. Se sentiu humilhada por ter que se masturbar no banheiro da vizinha enquanto se castigava o cu com um dildo; mas a situação tinha deixado ela sem saída.
Vamos, vamos… forte… mais forte", ela se encorajou.
Meter e tirar o dildo com uma mão enquanto com a outra ela esfregava a buceta era uma prática desconfortável, especialmente pra fazer de pé. Na cama dela teria sido bem mais fácil.
Para que o nível de tesão dela aumentasse mais rápido, ela enfiou dois dedos na buceta, depois tirou e pressionou o clitóris com eles. Essa pressão sempre a fazia gemer, e dessa vez ela não conseguiu evitar.
—Silvana… Cê tá bem? —Perguntou a Sonia, que tava parada do outro lado da porta.
—Hmm… sim. Tô lavando o rosto, já vou sair.
—Okis… o chá com porra vai estar pronto quando você sair. Te espero.
—Tá bom, já vou…
A puta da mãe", pensou.
Doía, mas mesmo assim ela conseguia sentir a bunda dela se abrindo cada vez mais. A parte boa é que o dildo não tinha base, o que ia deixar ela enfiar ele inteiro e deixar lá. A parte ruim é que o terceiro segmento era largo demais. Nas vezes que ela enfiou o próprio dildo no cu, ela fez isso com calma, se dando o tempo necessário pra conseguir uma boa dilatação. Agora não tinha tempo…
Assim… isso… mais fundo, já quase conseguiu… entra, sua puta… entra de uma vez
Apertou os dentes pra não gritar e bufou pelo nariz. Se masturbou bem mais rápido e castigou a bunda com o dildo até que… zaz! O brinquedo foi pra dentro.
Mais uma vez aquela dor aguda a invadiu, fazendo ela dobrar as pernas e gritar em silêncio; mas depois veio o alívio… acompanhado da satisfação de ter conseguido.
Meu coração tava batendo muito forte e a cara toda suada. Um dos peitos dela tinha resolvido pular pra liberdade. Ela colocou ele de volta dentro do top decotado e foi correndo lavar o rosto. Depois de se secar, vestiu a fio dental e saiu do banheiro.
O primeiro passo pra fora foi estranho, eu sentia que, a qualquer momento, o dildo ia escapar e eu ia passar um baita vexame.
Devagar, Silvana… você só precisa chegar até a sala de jantar.
Ela andou com as pernas bem juntinhas e se encontrou com a Sonia de novo. Fez força pra dar um sorriso.
—Desculpa pela espera, já me sinto melhor — disse ao vê-la.
E naquele momento, ela soube que talvez devesse ter ficado em silêncio por alguns segundos. A Sônia estava agachada, procurando alguma coisa embaixo da pia, e a camisola dela tinha subido. Ele conseguiu ver a calcinha da mulher, com pelos pubianos aparecendo pelos lados.
—Ah… tá… beleza, fico feliz —disse Sonia, completamente vermelha de vergonha—. É… hum… caiu uma colherzinha. Não consegui achar. Enfim, não importa, pego outra da gaveta. Senta aí, por favor.
Silvana sentou e sentiu o consolo enfiar ainda mais fundo. Aguentou, mas ao mesmo tempo agradeceu. Agora não tinha chance de escapar, só tinha que aguentar ele lá dentro até terminar de tomar o chá de porra.
Sônia sentou na frente dela e começou a encher as duas xícaras. Silvana percebeu a preocupação na cara da vizinha.
—Tá bem? —Perguntou pra ela.
—Hmm… sim. Acontece que… deu pra ver muito?
—Ai, Sônia —Silvana sorriu com simpatia—. Você nem precisa se preocupar com isso. Por acaso esqueceu que eu tô literalmente de fio dental? E ainda é uma daquelas calcinhas pequenininhas.
—Sim, sim… eu sei… mas eu não tenho o corpo que você tem.
—Você tem um corpaço, Sônia.
—Quer dizer "pra minha idade".
—Não, tô falando que tu tem um corpo foda, e pronto. Cê é uma mulher bem voluptuosa e gostosa — chegou perto pra falar baixinho —. Sei que muita gente no prédio queria estar no meu lugar naquela hora e te ver de quatro, ia alegrar o dia deles.
Sônia começou a rir.
—Ai, obrigada… com isso você alegrou minha semana. Mas, sendo honestas, elas iam se deliciar mais te vendo de fio dental. Até posso me considerar uma privilegiada. Não deve ser todo mundo que te vê com essa roupa.
—A verdade é que não costumo andar assim.
—Sei muito bem que tem gente no prédio que fica de olho no teu corpo… e no jeito que você se veste. Nunca pensou em usar roupas mais discretas? Tipo… pra não te encherem o saco.
—Não. Tô pouco me lixando pro que os outros pensam disso —Silvana deu um gole no chá—. Além disso, já conversei com meu namorado, e ele não se importa que eu use esse tipo de roupa.
—Tudo bem, é tua decisão. Só acho que tu devia considerar o impacto que teu próprio corpo pode causar. É que… tu tem uns peitos de arrasar… e nem vou falar da tua raba. São tipo ímãs pros olhares de todo mundo.
—Acho que não é tudo isso. Além disso, hoje em dia somos muitas as mulheres que procuram se vestir assim.
—Isso é muito verdade…
Continuaram tomando chá e mudaram para assuntos mais banais, como a administração do prédio e algumas coisas que talvez precisassem de manutenção ou uma mão de tinta. Embora a Silvana tenha achado um pouco desconfortável ficar sentada ali com o dildo enfiado inteiro no cu, pelo menos ela agradeceu que ele não tivesse espaço pra sair.
Silvana sentiu um alívio enorme quando o ritual do chá noturno finalmente acabou. Ficou tão feliz de poder ir embora que se ofereceu pra ajudar a arrumar a mesa. Andando com todo cuidado, levou as xícaras até a pia.
—Ai, Silvi —disse Sônia—. Com essa tanga, você pode causar um infarto em mais de um… ou mais de uma. Tô falando no bom sentido. Dá pra ver que você malha pra caralho… pra ter a raba tão durinha precisa de duas coisas: exercício e juventude.
—Valeu, Sônia. Não malho com a intenção de definir minha bunda… digamos que é uma consequência de me manter em boa forma.
Ela ficou com medo de que a vizinha notasse alguma coisa estranha saindo na parte de trás, então se apressou pra encarar ela de novo, deixando a bunda encostada na mesa.
—Espera —disse Sônia—. O que é isso aí?
Ai, a puta da mãe… ela viu
—Do que você tá falando?
—Aí… cê tem uma parada, não sei o que é…
Para surpresa de Silvana, Sônia se ajoelhou na frente dela e olhou bem de perto a região da buceta.
—Isso… O que é? Não me diga que você é daquelas que usam piercing no clitóris…
Silvana conseguiu respirar aliviada. A vizinha dela não tinha visto o dildo, só tava curiosa com aquela pequena protuberância na calcinha justa.
—Ai, não… não é um piercing, Sônia —soltou uma risadinha divertida—. É meu clitóris.
—O quê? Sério mesmo?
O dildo começou a sair do seu esconderijo e, com medo de ficar exposta, a Silvana sentou na mesa. O brinquedo sexual se enterrou de novo inteiro na bunda dela e uma sensação forte tomou conta, que o corpo dela interpretou como prazer.
Uf… isso foi inesperado.
O coração dela disparou de novo e o eco da punheta no banheiro veio à tona. A excitação deixou os bicos dos peitos durinhos.
—Olha, Sônia… até porque estamos entre mulheres, e em confiança. Não é nenhum piercing… meu clitóris é um pouquinho maior que o normal. Não muito, mas o suficiente pra aparecer se eu usar roupa muito justa.
Sônia aproximou uma mão trêmula com o dedo indicador esticado e o apoiou suavemente naquela pequena protuberância na calcinha fio dental. Silvana sentiu outra descarga de prazer e, instintivamente, abriu mais as pernas.
—Nossa… sim… dá pra sentir… tá durinho. —Ela passou o dedo em círculos sobre o clitóris—. E não te irrita? Tipo… com o atrito da calcinha.
—Não, não… na real não me dá muito problema. Só tenho que tomar cuidado quando uso legging muito apertada, aí sim pode aparecer.
—Sim, claro… imagino, e não é uma imagem digna de uma dama. Você não devia sair na rua com o clitóris marcado na legging. É de mau gosto. — Continuou movendo o dedo em círculos —. É impressionante, nunca tinha visto um clitóris assim… — aproximou mais o rosto, como se quisesse analisá-lo a nível microscópico. Ficou tão perto que Silvana sentiu a respiração de Sonia contra a sua buceta —. Sua calcinha tá molhada…
E como não ter... tenho um dildo enorme invadindo meu cu", disse a voz da consciência de Silvana.
—Bom, isso é um pequeno acidente, o que acontece é que eu lubrifico muito, mas muito bem — de repente sentiu que estava tendo uma daquelas conversas peculiares com Osvaldo. Se perguntou se com a Sônia também conseguiria conversar do mesmo jeito… porque se tivesse que escolher entre fazer isso com o porteiro do prédio ou com a vizinha solteirona; preferia mil vezes falar com a Sônia—. Sinto só um pouquinho de pressão e já começo a me molhar. Com você não acontece isso?
—Hã… eu? Não nesse nível… acho que não. É que… parece demais pra mim.
—Pra mim é normal —disse Silvana—. Mas cada corpo é diferente.
—Sim, sim… claro, e não pense que estou te julgando ou criticando. Longe disso. Só falo isso porque me surpreende.
Silvana pensou que talvez Sonia nunca tivesse estado tão perto da buceta de outra mulher. Se perguntou o que a vizinha pensaria se soubesse que Paulina tinha feito oral nela.
—Quer ver melhor? —Perguntou Silvana, já se divertindo com a situação.
—Hã? Você vai me mostrar a...? —Apontou para a virilha—. Ah... não sei. Imagino que muita gente morreria de vontade de ver ela... embora eu sinta um pouco de vergonha. Até me faz sentir um pouco mal. Por que eu teria o privilégio que muitos outros querem e não podem ter?
—Porque pra você eu mostro, sua bobinha… eu escolho quem pode olhar minha pussy e quem não pode.
—Hum… bom, sim… é um jeito bom de dizer. Se não te incomoda, então aceito…
—Muito bem…
Ela afastou o tecido da tanga, sabendo que daquela posição, e enquanto ficasse sentada, não daria pra ver o dildo saindo do cu dela.
Sônia ficou paralisada, com a boca e os olhos bem abertos.
—E aí? O que você acha? — Perguntou Silvana, enquanto sentia uma onda de calor percorrendo seu corpo. Não entendia por que essa situação a excitava tanto.
—É linda… sim, já vi que seu clitóris é maior que o normal… mas é muito… bonito. —O dedo curioso de Sonia pousou de novo naquele botão feminino. Silvana achou engraçado ela fazer aquilo—. O meu é bem menorzinho. Agora fiquei com uma invejinha, queria ter um assim. Tua buceta inteira é linda, Silvana… faz tempo que tava doida pra ver ela. Valeu por me mostrar.
—E por que você tava com tanta vontade de ver minha buceta, Sônia?
A mulher ficou muda, de repente o semblante dela ficou sério e sombrio.
Não, não... por nada. Tô falando besteira, não liga pra mim.
—Ai, não fica assim não. Ninguém tá te julgando. Pergunto por puro interesse, só isso. Qualquer que seja sua resposta, não vai me incomodar, nem vai mudar minha opinião sobre você.
—Mmmm… bom… é que, na verdade, é uma bobagem. Uma besteira. Algo sem importância.
—Fala, Sônia, sem medo.
—O que acontece é que você é uma mulher tão gostosa que até outra mulher percebe… só de olhar pra você. E às vezes te vejo com essas calças tão apertadas que você usa e não consigo parar de pensar “Uf… que corpaço a Silvana tem… como deve ser linda pelada”. Porque, vamos combinar… a gente é bonita vestida, e muito mais bonita pelada. Tô me explicando?
—Com certeza —a Silvana gostou que, enquanto falava, a Sonia continuasse massageando o clitóris dela devagar—. E entendo tudo perfeitamente. Obrigada por me falar isso, me faz sentir muito bem um elogio sincero como o seu.
Sônia abriu a pussy com dois dedos…
—Por dentro também é gostosa… caralho, até parece virgem…
Silvana abriu mais as pernas e mexeu mais a sua calcinha fio dental, pra deixar a Sonia ver tudo sem obstáculos.
—Não sou virgem, pode ficar tranquilo. Só sou bem apertadinha… viu? Eu nunca conseguiria ficar com um cara como o Malik.
—Pois é. Uma pica tão grande ia te destruir… —Silvana percebeu que era a primeira vez que ouvia Sonia usar a palavra “pica”. Resolveu entrar na brincadeira.
—Eu prefiro paus bem menores... porque senão me fazem doer.
—Então isso quer dizer que o Renzo… ih, que ele não descubra que seu vizinho tem uma anaconda entre as pernas, porque ele não vai conseguir dormir em paz nem uma noite. Principalmente sabendo como a namorada dele é gostosa…
—Pode dormir tranquilo. Sabe que eu não daria bola pra um cara como o Malik.
—Eu sei; mas os homens são ciumentos por natureza, Silvana… e costumam competir muito com o tamanho dos seus paus. —Sônia, num ato de total ousadia, enfiou um dedo na buceta—. E aqui dá pra ver que não entra nada muito grande.
A buceta da Silvana apertou pra expulsar o dildo, foi um movimento involuntário, mas por sorte a mesa impediu que saísse. Mas uma nova onda de calor tomou conta dela.
—É isso mesmo, não entraria… mas você viu como eu lubrifico bem? Pra mim isso é uma bênção. Se não fosse por isso, qualquer penetração me doeria.
—Isso mesmo que eu ia te dizer —Sônia se animou a enfiar o dedo mais fundo—. Tá tudo bem molhadinho… dizem que as mulheres que lubrificam melhor são as que mais curtem o sexo.
—Não sei, pode ser… mas eu tenho o probleminha de ser apertada, então fica difícil aproveitar. Olha só, até colocar dois dedos é difícil.
—Ah… hmm… tem certeza, Silvana? Não seria muito… invasivo.
—Fica tranquila, Sonia. Confio que você vai fazer com cuidado… afinal, já tem experiência nisso.
—Do que você tá falando? Cê acha que eu sou… sapatão?
Não, não, desculpa… me expressei mal. Quero dizer que você também é mulher. E… vamos ser sinceras. Mais de uma vez você já deve ter enfiado os dedos.
—Ai… que vergonha —Sônia ficou vermelha e soltou uma risadinha nervosa—. Tá bom… sim… devo admitir que faço isso… com certa regularidade. É que eu não tenho a sua sorte, não tenho parceiro. Não me resta outra alternativa, cê me entende?
—Sim, Sônia… e não se sinta culpada. No seu lugar, eu faria exatamente a mesma coisa. Mesmo tendo namorado, eu bato uma de vez em quando. Só não conta pro Renzo…
—Não, nem louca falo com ele. Imagina se eu tivesse que explicar que enfiei os dedos em você. Um horror. Por favor, não conta nada disso pra ele.
—Fica tranquila, vai ser nosso segredo. Ninguém precisa ficar sabendo de nada.
Silvana abriu mais as pernas, como que convidando ela a entrar. Sonia aceitou o convite e enfiou devagar dois dedos naquela pussy molhada.
—Mm… sim, é bem apertadinha, embora eu imagine que isso seja satisfatório pra muitos homens.
—Depende de quão apressados tão pra meter a buceta.
—Ah sim, é verdade… com uma buceta tão delicada assim, tem que ter paciência. Mas acho que a paciência vale a pena, tratando-se de uma mulher tão gostosa como você.
Silvana fechou os olhos e curtiu os amassos de Sonia. A vizinha era habilidosa e cuidadosa. Num instante, sentiu algo roçando a ponta do clitóris e deu um susto. Não soube o que era. Uma parte do cérebro dela dizia que era uma língua; mas o lado mais racional insistia que devia ser a ponta de um dedo acariciando. O movimento brusco que fez foi o bastante para Sonia se afastar e levantar na hora.
—Bom, acho que já vi o suficiente —disse com uma risadinha nervosa—. Valeu pela confiança, Silvana… e obrigado por tomar chá comigo. Tava há muito tempo sem receber visitas.
Valeu pelo convite, Sônia... agora vou te deixar descansar.
Sim, melhor… porque depois do chá com porra sempre me dá sono. Não tô querendo te expulsar nem nada, mas…
—Entendo, também tô com sono — Silvana percebeu que a vizinha tava tentando se livrar dela o mais rápido possível. Ela também sentiu que era hora de vazar —. Outro dia a gente conversa, com mais calma… e quem sabe num horário mais decente.
—Sim, claro… eu fico quase o dia todo em casa. Quando quiser passar aqui pra me visitar, me avisa.
Silvana ajeitou a fio-dental enquanto Sonia abria a porta.
Beleza, Silvi... essa é sua chance de sair daqui rápido, sem correr o risco do dildo escapar".
—Sônia, me avisa se o corredor tá vazio. Seria estranho me verem saindo de fio dental do teu apê a essa hora…
—Ah, sim, cê tem razão. Não tinha pensado nisso —Sonia olhou pros dois lados do corredor—. Atravessa rápido, agora não tem ninguém. Agora, agora…
Silvana saiu correndo e atravessou o corredor a toda velocidade. O dildo no cu dela nem teve chance de aparecer.
Missão cumprida.
Uma vez dentro do apartamento dela, foi direto pro banheiro e, sem nem pensar, entrou debaixo do chuveiro. Ainda com a roupa no corpo, ajoelhou no chão. Enquanto a água morna escorria pelo corpo, ela se masturbou pra caralho, apertando a bunda pra tirar o dildo. Ele só saiu até onde a calcinha fio-dental deixou. Depois, Silvana enfiou de novo, pensando: "Eu me odeio, que punheteira que eu sou.
Mesmo achando essa prática humilhante, ela não conseguiu parar. Tava excitada demais. A imagem do Malik comendo a Paulina e as mãozadas da Sonia deixaram ela a mil. E o dildo… claro que o dildo anal teve um papel crucial naquela tesão toda.
Decidiu bater uma bronha no banheiro pra não molhar a cama quando gozasse… e pra que seus gemidos potentes não fossem ouvidos. Ali ela pôde se soltar, ofegou, gemeu, se tocou… meteu e tirou o dildo até que sua buceta explodisse. Se saiu ou não algum suco dela, não dá pra garantir, porque tudo foi embora com a água do chuveiro. Do que ela tem certeza é que foi um orgasmo delicioso, o melhor que teve em vários dias.
Exausta e satisfeita, deitou-se pra dormir completamente pelada… mas antes guardou o consolo na mesma gaveta onde tava o outro.
Se eu continuar assim — pensou ela —, vou acabar com uma coleção de coisas que posso enfiar na buceta.
Antes de cair no sono, sentiu medo de que o namorado, ou qualquer outra pessoa, descobrisse aqueles brinquedos humilhantes. Já tinha passado por um momento constrangedor com o Osvaldo, e não queria repetir. Embora a buceta dela pensasse o contrário, porque bastou lembrar da conversa com o zelador do prédio pra ela ficar molhada de novo.
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3 comentários - Meu Vizinho Superdotado[09]A gostosa do meu professor[/09]