Confissões Ardentes. Capítulo XI

Te amoCapítulo 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/5023614/Confesiones-ardientes.htmlCapítulo anterior:http://www.poringa.net/posts/relatos/5142121/Confesiones-ardientes-Capitulo-X.htmlA brisa do vento mexia as folhas devagar, criando uma melodia relaxante, que contrastava com a situação que eu tava vivendo naqueles segundos. Tudo ficou mais lento pra mim, eu olhava pro rosto incerto da Bella, enquanto ouvia os saltos da minha irmã batendo nas lajotas. A silhueta da Teresa foi aparecendo devagar atrás do Richie. No rosto dela, um sorriso se abria de orelha a orelha, e antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ela se jogou nos meus braços.–“Te…”–Consegui balbuciar, enquanto ela me abraçava com força.Alex, você não faz ideia do quanto senti sua faltadisse, emocionada.–“A-Te-Teresa? E-ela… Ela é… Aquela Teresa?”-Bella gaguejava, tentando entender a situação.Você tinha me dito que tinha virado um cara sério e rabugento, mas isso não vale pra mim, né, irmão?perguntou Teresa, me dando um beijo esquimó. Sentir aquele leve roçar dos nossos narizes me trouxe tantas lembranças, mas eu já não queria mais ficar preso no passado.

Não, naquele instante eu tinha virado a página daquele capítulo chamado Teresa e começava a escrever um novo sob o nome de Bella. Mas será que eu seria capaz de dizer algo assim pra minha irmã, se ela estava ali por mim? Por mais que eu pensasse naqueles minutos, não ia encontrar uma resposta.—Te-Teresa… O que cê tá fazendo aqui?Me afastei, tentando me distanciar dela e evitar que o cheiro dela entrasse pelos meus poros e me embriagasse. Minha irmã não estava percebendo a presença da Bella, ou simplesmente estava ignorando ela.—Estou aqui por vários motivos, mano. Por exemplo, pra conhecer sua casa. Pra ser sincera, não esperava que você tivesse uma.manifestou com um sorriso. A gostosa se grudou em mim, me agarrando pelo braço e segurando minha mão. Teresa finalmente percebeu a presença da minha amiga, ficou pasma ao olhar pra ela, as pálpebras se ergueram e ela não tirou os olhos de cima a baixo.–“Nossa… Quem é ela?”-perguntou, aproximando-se lentamente de Bella.–"M-meu nome é Bella, sou amiga do Alexander e moro com ele"–afirmou minha amiga, meio nervosa e ainda curiosa sobre minha irmã. Teresa riu e depois abraçou a Bella de um jeito amigável, apoiando o rosto nos peitos da minha amiga.—"Que mina mais adorável, você é uma gracinha"—Disse minha irmã, sem parar de esfregar o rosto naquela dianteira. Engoli seco e balancei a cabeça de um lado pro outro, porque por uns segundos, minha mente depravada imaginou as duas em cada um dos meus braços.

Bella ficou vermelha com as palavras que Teresa disse, embora também começasse a se sentir meio sufocada e excitada, do jeito que minha irmã afundava a cara nos peitos dela e as mãos desciam sutilmente pros glúteos. Minha amiga suspirou de um jeito doce, quando Teresa começou a apalpar a bunda dela.Caralho, tu não tem só uns peitões, mas uma bunda boa também, gata. Com certeza, meu irmão arrebenta essa buceta toda noite.minha irmã comentou vulgarmente.—"Teresa!"—Gritei, envergonhado, tentando afastá-la da pobre Bella, que estava indefesa diante da minha irmã. Teresa estava adorando aquele momento, nunca a tinha visto tão brincalhona com uma mulher próxima a mim, sempre apareciam os ciúmes dela. Lembro que da Lucy ela praticamente ignorou, mas com a Bella era diferente, como se estivesse feliz por mim, mesmo ela tendo dito que era minha amiga, minha irmã já dava como certo que entre nós tinha algo a mais, acho que pelo meu passado.

Teresa: Desculpa, não queria ser tão safada, mas não consegui me controlar.

Disse, ainda alucinando com a figura da minha amiga.

Teresa: Você é um filho da puta, irmão. Com certeza você se aproveita da inocência dessa guria pra satisfazer seus desejos mais obscenos.

Eu: Teresa, por favor, já chega. Se comporta.

Teresa: (Rindo) Já vi, você finge ser maduro. Sempre soube que você queria ser o irmão mais velho e por isso agora arrumou uma mais nova que você.

Eu: Mas o que você tá dizendo? Melhor a gente entrar, porque você tá fazendo um verdadeiro show aqui fora e não quero que os vizinhos pensem mal de mim.

Empurrava minha irmã suavemente pra dentro de casa, enquanto ela não parava de rir. Uma Bella confusa caminhava atrás da gente.

Teresa: Sabe, acho muito engraçado te ver agindo tão maduro e responsável. Você sempre foi na sua, vivendo na sua bolha, fazendo o que a mamãe mandava. E mesmo assim, eu adorava sua sensibilidade, o jeito que você olhava pro mundo e tentava se opor sutilmente às regras da mamãe.

Eu: Não sei do que você tá falando, nunca me opus à Carolina naquela época.

Teresa: Ah, não? Pra mim, você querer tocar piano já era um ato de rebeldia. Era uma coisa tão simples, mas te fazia diferente de todos os homens da família, te fazia especial e, além disso, nenhum garoto que eu conhecia naquela época conseguia arrancar um sorriso de mim como você fazia com sua música.

Tava sendo bem chato cair na melancolia de uma época que Achava que tinha deixado trancada quando saí da casa dos meus pais.

Teresa: No final, você realmente se mostrou diferente de todo mundo na família. Sua saída de casa me deu coragem pra querer me divorciar e recomeçar, sem a sombra da mamãe, tomando cada uma das minhas decisões sozinha.

Comentou minha irmã, sentando no sofá e me convidando pra sentar do lado dela. Hesitei por uns segundos, porque não queria que o clima ficasse ainda mais estranho do que já estava. Mas ela me puxou de uma vez e apoiou a cabeça no meu peito.

Teresa: Durante os cinco anos que a gente não se viu, eu sempre pensei em você, Alex. Sempre me perguntei: o que você tá fazendo? Como você tá encarando o mundo? Você aceita o dinheiro que o papai deposita pra gente?

Dava pra perceber nas palavras da minha irmã uma admiração por mim. Algo que não tô acostumado, mas que naquele momento me fazia sorrir de felicidade. Por outro lado, quando olhei pra Bella, aquele sorriso sumiu na hora, porque ela parecia chateada e triste.—“Tem alguma coisa, Bella?”perguntei, apontando pra ela sentada do outro lado de mim.—"Não, nadaEla respondeu friamente, sentando na cadeira de balanço que tínhamos. De lá, me olhou por alguns segundos com melancolia e depois baixou a cabeça.

Teresa: Eu também tenho uma dessas na minha casa, sabia? Mas é meu cachorro que usa, na verdade.

Ela falou rindo, e depois se aproximou da minha amiga.

Teresa: Ei, não fica com ciúmes. Se o Alexander e eu temos um vínculo especial, sei que você é muito importante pra ele, só precisei de um segundo pra perceber isso.

Bella: N-não... Não tô com ciúmes.

Teresa: Não mente, claro que tá. Você deve estar acostumada a ser a única mulher aqui e o Alex te mimar. Porque com certeza você é filha única, né?

Bella: Sim.

Teresa: (Sorri) Sabia. Por isso tenho uma oferta especial pra você. Se quiser, posso ser sua irmã mais velha.

Bella: Hã? Ir-irmã mais velha? Ma-mas se eu tenho...

Teresa: Sssshhh... Não precisa ter vergonha. Eu sempre quis ter uma irmãzinha, aliás, por isso brigava com o Alexander quando éramos crianças, pedia pra ele virar mulher pra poder brincar.

Minha irmã tinha jurado que a Bella era uma garota de vinte e poucos anos e que eu era o sugar daddy dela. Uma ideia das mais loucas, mas típica dela. Quando a Bella confessou que tinha 30 anos, ela quase desmaiou ali mesmo de vergonha. Não só minha amiga era mais velha que eu, mas também mais velha que ela. Corada, pediu desculpas por tratá-la como uma novinha. A Bella soltou uma risadinha, dizendo que ela não precisava se desculpar por um erro tão pequeno e bobo.

O clima tenso que teve no começo foi sumindo e, sem que eu percebesse, a Bella e a Teresa interagiam como se fossem amigas de infância. Ter essas duas tão perto podia ser perigoso, afinal, morar com duas minas era algo que eu não tava acostumado. Mas o que poderia dar errado?, foi minha pergunta, enquanto me divertia com as duas, preparando o jantar. Não tinha motivo pra me preocupar, já que elas se davam tão bem. Beleza.
Claro, tudo isso tava rolando porque minha amiga não fazia a menor ideia de que minha irmã foi meu primeiro amor e com quem eu passei dos limites da moral. Se ela soubesse disso, tenho certeza de que a relação dela com a Teresa seria mais distante e o clima ficaria uma merda, difícil de conviver. Então, era melhor esconder isso da Bella? Sinceramente, depois daquele dia corrido que eu tive, a resposta era sim. No dia seguinte, eu contaria toda a verdade.

Pelo menos foi o que pensei, porque no dia seguinte nunca tive uma chance de ficar a sós com minha ruiva favorita. Minha irmã tava sempre do nosso lado, e a presença dela não incomodava nada, pelo contrário, era até bem agradável. No fim do dia, de novo não contei a verdade pra minha amiga. E os dias foram passando assim, eu prometendo toda hora que no dia seguinte ia confessar tudo pra Bella. Esse dia nunca chegou, porque duas semanas depois, quando finalmente fiquei sozinho com minha amiga, não quis tocar no assunto. Ela tava tão feliz falando da minha irmã que não quis estragar a amizade que tava florescendo entre elas.

Não sei se tava sendo um covarde ou não, só sei que elas se deram super bem. Tanto que uma noite saíram pra beber juntas. Fazia um tempão que a Bella não tinha uma noite de garotas, acho que a última foi quando ela ainda tava noiva. Eu achava foda ela sair pra se divertir, ainda mais com a minha irmã, mas ao mesmo tempo sentia um medo do caralho, porque não sabia como a verdade ia afetar a Bella quando eu contasse.

Tudo era uma incógnita que me perturbava cada vez mais quando eu parava pra pensar. Naquela noite, não consegui dormir, me perguntando: o que eu devo fazer? O que é certo pra nós três? Tava me sufocando, então pensei em tomar um calmante, mas no fim decidi levantar, tomar um copo de leite e fumar um cigarro. Tinha conseguido... pegar no sono, mas meu descanso não ia durar muito, porque de repente ouvi alguém abrir minha porta.

Ainda de olhos fechados, comecei a sentir os passos sorrateiros de alguém, que se enfiou entre meus lençóis e, com suas mãos finas, tocou meu rosto, enquanto se aproximava de mim, devagar. Queria abrir os olhos, mas eles pareciam estar colados; também tentei me mexer, mas sentia o corpo pesado. Pelo jeito que acariciava meu rosto e pela doce fragrância que exalava, achei que fosse minha irmã. Meu coração acelerava, eu não conseguia imaginar o que faria se ela me beijasse.

Por fim, abri os olhos e tentei me afastar dela, mas então descobri que era a Bella, que ficou me olhando de um jeito meigo e inocente.–“Be-Bella…”-murmurou, enquanto ela se colava ao meu corpo. O nariz dela encostou no meu e os lábios roçaram nos meus. Nos olhos dela, eu via a fera que sempre esteve me observando de longe, esperando eu baixar a guarda. E ali estava eu, sem resistência, pronto pra fazer o que ela quisesse.

Por anos me segurei pra não fazer nenhuma loucura, porque não tinha certeza dos meus sentimentos, mas desde que ficamos na casa dos meus pais, eu só queria ficar a sós com ela.—"Alexander...sussurrou, e mesmo que o hálito dela fedesse a álcool, eu queria morder aqueles lábios e enroscar minha língua na dela.–“Eu te amo…”-acrescentou, me hipnotizando com sua doçura. Queria dizer o mesmo, confessar que também a amava, mas aí ela soluçou.

Bella estava bêbada demais, sem os cinco sentidos naquele momento; por mais que eu confessasse meus sentimentos, ela não ia lembrar no dia seguinte. Se lembrasse, acho que seria algo bem triste e até ofensivo pra ela, porque ela merecia ouvir isso nas melhores condições. Aquela vontade de beijá-la e não resistir ao que ela quisesse desapareceu, e eu a abracei, dizendo pra ela dormir.—"Dohmi? Hic… Sho, não consigo dohmi…disse, tentando se afastar dos meus braços.Bella… Só fecha os olhos e prontoSussurrei para ela, acariciando a nuca dela e tentando convencê-la.Não, não, não... Hic... Shhhhôôô... Tô bêbado, jogaMiava, me dando tapinhas no peito.–“Juhega… gonmiho, bor fhavo…”–acrescentou, roçando perigosamente o joelho na minha virilha. Eu não estava duro, mas deu uma leve tensão ao vê-la e tê-la tão perto. Se ela ficasse esfregando o joelho no meu pau, ele obviamente ia acabar acordando.Fica quieta, Bella, fica quietaSussurro pra ela. Por um segundo, achei que tinha conseguido fazer ela ficar quieta, mas na real ela só me deu uma folguinha. Minha amiga, deixando o lado safado sair por causa do álcool, começou a morder meu pescoço. Sentir os dentes dela mastigando minha pele, os lábios tocando e a língua passando, me deixava com o tesão lá em cima. Mordi meus lábios pra não soltar um gemido e ela perceber que eu tava adorando o que ela tava fazendo.–“Pa-pa… Pa-ra…”-Gaguejei, com o tom de voz meio trêmulo. Mas ela não ligou e, feito uma gatinha, continuou beijando meu pescoço. Aos poucos, nos beijos dela, foi incluindo umas carícias incríveis. Os arranhões dela no meu peito estavam me enfeitiçando e fazendo minhas mãos trêmulas descerem pelas costas retas dela, querendo amassar aquela bundinha apertada e firme.—“Aaaahhh!”—Bella gemeu quando minhas mãos apertaram suas nádegas.
Fazia tanto tempo desde a última vez que toquei a pele de uma mulher, que eu tinha esquecido que precisava ser carinhoso e gentil. Seus olhos cinzentos se cruzaram com os meus e nossas bocas se desejavam. Devia continuar ou parar por ali? Foi a pergunta que rondou minha cabeça, enquanto ela aproximava seus lábios finos. Voltando a respirar ofegante, ela me despertou daquele feitiço quente em que me mantinha.Bella, para. A gente não pode.falei, me afastando dela.

ver os olhinhos dela cheios de lágrima me fez sentir mal, porque não queria fazer ela chorar, muito menos fazer ela acreditar que eu não tava afim, porque na real eu queria mesmo satisfazer ela, mas não dava pra fazer isso se ela tivesse bêbada. Tava sendo talvez contraditório, já que queria fazer, mas ao mesmo tempo me negava, e é que pra mim, a primeira vez que ia fazer com a Bella, queria que ela estivesse sóbria e a gente gravasse na memória aquela arte que a gente ia fazer com nossos corpos.

ia falar, quando de repente senti umas unhas nas minhas costas e um suspiro descendo pelo meu pescoço. Foi tão gelado que me fez tremer inteiro.–“Que maho ereh hemahito”Escuta, enquanto virava meu pescoço e olhava pra minha irmã atrás de mim.–"Te-Te-Te… Teresa… O que você tá fazendo aqui?consultou assustado.–“Bues… Hine a aboyha pra minha amiga… hic”–respondeu, colando o rosto no meu. O bafo dela cheirava a álcool igual, conhecendo ela, tinha tomado os drinks mais fortes e a Bella, com toda a ingenuidade dela, foi atrás.

Tentei me afastar dela, mas quando fiz isso, minhas costas bateram no peitão da minha amiga. Sentir aqueles globos macios de carne me deixou nervoso. Não tinha saída, tava encurralado entre as duas, que não hesitaram em me tocar. As mãos delas percorriam meu corpo, entrando por baixo do tecido da minha pijama, acariciando minha pele, arranhando com as unhas compridas e tatuando os lábios no meu pescoço. Tentei acalmá-las, mas nenhuma me ouvia, pareciam dominadas por uns súcubos.

Durante esses cinco anos, aprendi a controlar meus impulsos, então muitas vezes escapei de cair na sedução de uma mulher. Mas naquele minuto, era impossível resistir à tentação de ter minha irmã e a garota que eu gostava me estimulando. Eu era um ser humano, afinal, um homem simples que queria uma vida normal e tranquila, mas me vi envolvido num jogo perverso de dois súcubos, que conseguiram o objetivo delas: deixar meu pau duro.

Teresa riu ao notar que meu pau tava ereto, as mãos dela foram direto pra ele e, mesmo sem baixar minha calça, sentir os dedos dela acariciando meu pau foi uma delícia completa.–“Pa… Pa… Parem”balbuciava em vão, porque elas não me ouviam. Minha irmã continuava me punhetando com as mãos e beijava meu peito, enquanto minha amiga não parava de beijar meu pescoço e acariciar meu abdômen. Num dado momento, o dedo mindinho da Bella começou a roçar a ponta do meu pau.

Só o roçar me fez dar um pulo, e ela também, mas, em vez de parar, ela se excitou ainda mais do que já estava. Rindo, ela se grudou mais e, sem nenhuma timidez, agarrou meu tronco com as duas mãos, tirando-o da minha irmã. Os lábios dela passaram a brincar com minha orelha, ela mordia meu lóbulo, enquanto me masturbava. Minha irmã riu e, perigosamente, foi descendo até que a boca dela ficasse na altura do meu membro. Eu tinha medo do que ela podia fazer, mas ela só tocou minha glande com o dedo indicador e depois riu de novo.

Eu precisava de um minuto de calma para evitar gozar nas minhas calças, algo que naquele momento parecia totalmente impossível. Teresa de repente perguntou pra Bella se ela não tinha se impressionado com o tamanho do meu pacote. Embora a pergunta me deixasse desconfortável, eu também queria saber a resposta da minha querida amiga, que, rindo, confessou que não, porque já tinha visto. Essa resposta me deixou confuso, porque não lembrava de nenhuma ocasião em que a Bella tivesse podido ver meu pau, mas então ela explicou como fez.

Acontece que uma noite, quando ela ainda estava noiva, eu fiquei na casa dela pra dormir. Basicamente porque ela estava sozinha e eu ajudava a cuidar da avó doente dela. Depois de ficar o dia todo com a avózinha, fui me deitar na cama, dormindo profundamente com a roupa no corpo. Ela foi me ver e, ao me encontrar assim, quis me cobrir com um lençol, mas então notou que na minha calça se destacava um volume enorme.

Ela se sentiu tentada a tocar e, sutilmente, com o dedo, fez isso; depois, envergonhada, me cobriu com o lençol e foi embora. Devo admitir que fiquei surpreso com a confissão dela, jamais imaginei que ela pudesse ter feito algo assim. É isso. Enquanto minha irmã se preparava pra fazer o próximo movimento, um que eu não esperava, igual ao que minha amiga tinha contado. Antes que eu pudesse reagir, ouvi ela dizer:—"Quero, dar uma broxadinha…, seus lábios prenderam minha cabecinha e a língua dela deslizou sobre ela.

Mesmo com a calça vestida, sentir a língua molhada e quente dela, encharcando o tecido com a saliva, foi maravilhoso e excitante. Aos poucos, ela começou a pintar meu pau, deixando tudo molhado, como se estivesse me chupando sem que o pano ficasse entre a língua dela e meu membro.–“Que diiiiiiiito”minha irmã disse, enquanto a Bela pegava no meu pau de novo e reclamava que era dela. A Teresa riu, enquanto se sentava na cama e, olhando fixamente pra gente, propôs fazer um menage.

Era uma loucura o que minha irmã tinha dito, mas ela parecia totalmente convicta e lúcida quando falou. Não sei se era por causa da bebida, mas a Bela não pareceu gostar da proposta da minha irmã e, pra ser sincero, eu também não. Ficamos em silêncio por uns minutos, o suficiente pra minha rola acalmar. Sentei na cama e falei que já deu, que fossem pros quartos delas, o que foi uma péssima escolha de palavras, porque elas, ainda com tesão e cheias de marra, começaram a me torturar de novo.

A Teresa me abraçou por trás e começou a falar um monte de besteira, enquanto com as mãos pegava no meu pau de novo. A Bela se ajoelhou e tentava, atrapalhada, tirar a roupa e deixar as tetas leitosas à mostra. Eu, inutilmente, pedia pra elas se acalmarem. A Bela foi se aproximando devagar, até ficar a centímetros da minha rola, mordendo os lábios e dizendo que queria provar meu gozo. A Teresa, apontando pro rosto da minha amiga, pediu pra eu gozar na boca dela.

Eu tava totalmente dominado por elas, meu pau pulsava igual um louco, querendo gozar depois de tantos anos. Dava pra sentir o esperma subindo pelo meu pau e eu tava prestes a explodir, quando, de repente, a porta abre e eu vejo o Richie.–“O que está rolando aqui?”–perguntou, confuso. Bella, envergonhada, se escondeu entre os lençóis enquanto Teresa ria, ao mesmo tempo que soltava meu pau. Suspirei aliviado e depois pedi ajuda ao Richie para me ajudar a controlar minha irmã.

Ele mandou a Teresa para o quarto dela, e ela obedeceu de má vontade. Foi assim que tive paz, embora já fosse tarde demais para dormir. Tomei um banho rápido e depois saí para correr, com a clara intenção de esquecer o que tinha acontecido no meu quarto. Algo que, sem dúvida, seria difícil, porque no fundo, eu teria gostado de me entregar às garras da luxúria e compartilhar com minha irmã e amiga uma noite inesquecível. Depois de correr, tomei outro banho e fui preparar o café da manhã, me perguntando como olharia nos olhos daquelas duas.

Essa pergunta ficou rondando minha mente por uns bons minutos. Considerei a opção de ignorar o assunto, desde que elas também ignorassem, mas conhecendo minha irmã, estava convencido de que isso não ia rolar. Abri levemente as janelas para entrar um pouco de ar e me sentei à mesa para comer. Ao dar um gole no meu café, lembrei do meu primeiro dia naquela casa e do vazio que ela transmitia, com tons de amargura e melancolia nas paredes, era gelada e até meio sinistra.

Agora, ao contrário, tinha cores vivas, o ambiente era acolhedor e dava vontade de voltar pra casa, fazer coisas ou convidar alguém. Se alguém tivesse me perguntado isso cinco anos atrás, acho que minha resposta seria que isso nunca aconteceria. Não estava nos meus planos, nem nos dias mais otimistas daquela época eu teria imaginado algo assim. Tudo começou a mudar por causa da Bella, desde o primeiro instante em que ela pisou na minha casa, deu brilho ao lugar e me motivou a torná-lo habitável.

Antes, eu só tinha uma cama, um copo e um prato. Costumava beber e fumar o dia inteiro, pedia comida delivery e dormia. Desde que conheci a Bella, algo me impulsionou a querer aprender a cozinhar, a voltar a ter uma dieta equilibrada, a diminuir o cigarro e o álcool, que limpasse a bagunça onde eu estava vivendo. É impressionante como uma mulher pode mudar seu estilo de vida e ao mesmo tempo pode destruí-lo. Parando de refletir sobre o passado, olhou para as escadas e a vejo descendo.

Seus olhos cinzentos não demoraram a fazer contato com os meus, seu sorriso nervosinho desabrochou e lentamente foi se aproximando de mim, enquanto procurava as palavras que não fizessem menção ao que aconteceu ontem à noite. Aquele minuto de paz que tivemos foi tão fugaz que não deixou ninguém se preparar para o turbilhão de Teresa, que desceu fazendo muito barulho, reclamando da ressaca e fazendo promessas falsas de que nunca mais ia beber uma gota de álcool.

Quando se aproximou de nós, nos encarou e perguntou o que tinha acontecido ontem à noite, que não lembrava absolutamente nada, depois de ter começado uma partida de dardos. Devia ter imaginado que o motivo pelo qual ambas chegaram tão bêbadas foi por uma estupidez da Teresa, tipo tomar um gole de tequila cada vez que uma delas perdia a partida. Bella tentou disfarçar a situação, dizendo que depois voltaram juntas e a levou até o quarto dela para dormir.

Por um instante, minha irmã acreditou nessa história, e eu pensei que nunca mais teria que lembrar o que realmente aconteceu. No entanto, sua memória confusa reagiu com a voz do Richie, que tinha ido fazer umas compras. Ela nos olhou, querendo uma explicação, minha amiga suspirou antes de esclarecer tudo, com as bochechas vermelhas, disse:—"Bom, na verdade a gente invadiu o quarto do Alexander e quase estupraram eleconfessou, deixando Teresa chocada.–“O quê?”–exclamou, procurando em mim, que negava o que Bella tinha dito.—"Ok… Só vou dizer que você se ofereceu pra fazer um menageFalei, fazendo com que a boca dela ficasse aberta de espanto e depois, por vergonha, ela cobriu o rosto, sem acreditar no que tinha feito. A reação dela sinceramente me surpreendeu, porque eu imaginava ela rindo da situação. Depois de tirar as mãos do rosto, perguntou se não tinha feito mais nada. Eu e Bella nos olhamos, sem saber se contávamos tudo o que aconteceu ou ficávamos de boca fechada.

Teresa: Ah, vamos lá, gente, não me deixem na curiosidade. Preciso saber se fiz alguma merda.

Bella: Sério que você não lembra de nada?

Teresa: Não.

Eu: Nada mesmo?

Teresa: Nada mesmo! Por isso que tô perguntando.

Ela falou, bem frustrada.

Eu: (Suspiro) Hmm... Não, além de me beijar o pescoço e o peito, passar as mãos no meu torso todo e me bater uma punheta, você não fez nada mais grave.

Falei, tentando acalmar ela.

Teresa: Jura?

Eu: J-juro... Juro. Mas me diz, por que você tá tão preocupada com o que pode ter feito?

Perguntei, porque achei a reação dela exagerada. Minha irmã baixou o olhar e fez uma pausa, e de repente começou a rir de um jeito estranho, me lembrando que ela sempre fazia isso quando era criança, depois de aprontar alguma.

Teresa: Irmão, não fica bravo.

Eu: Bravo? Por que eu ficaria?

Teresa: É que eu vim aqui pra te contar uma coisa.

Ela disse, brincando com o cabelo.

Eu: O quê?

Teresa: Eu devia ter te falado assim que cheguei, mas com as brincadeiras acabei esquecendo.

Eu: Vai, Teresa, solta logo.

Teresa: (Suspira e fecha os olhos) Vou casar, Alex.

Ela falou, sem mais enrolação. No começo eu ri, achando que era uma piada, que ela queria zoar com a minha cara, mas depois de alguns segundos, o rosto dela continuava sério, me fazendo entender que não era brincadeira. Confuso, me aproximei dela e pedi pra ela explicar tudo, porque parecia inacreditável o que ela tava me dizendo. A Teresa custou a olhar nos meus olhos, eu sentia o nervosismo tomando conta dela aos poucos. pouco o corpo dela e era difícil falar sobre o assunto.
Não sei se eu estava pressionando demais ou se era só um sinal de que ela tinha caído nas garras da Carolina de novo. Resolvi me afastar dela, dar o espaço dela e também o tempo necessário pra que ela criasse coragem e me contasse sobre esse casamento. A Bela interpretou que estava sobrando naquela cena, que esse assunto envolvia só eu e a Teresa. Sem mais ninguém na cozinha, minha irmã quebra o gelo, mas não do jeito que eu esperava.—"Alexander, me diz. Se existisse uma chance de a gente ficar junto, você toparia ou não?declarou, me deixando perplexo e desnorteado. De onde vinha aquela pergunta?, o que a Teresa queria com ela?, não sabia o que responder, porque não entendia. Ela foi diminuindo a distância entre nós, pegou minhas mãos e me olhou fixamente.—"Se eu te propor pra fugirmos, você topa?consultei, como se realmente pudesse responder algo assim de forma tão simples, sabendo o que ela significou pra mim.

A resposta estava ali, quanto mais eu pensava que minha irmã tinha perdido um parafuso e que as perguntas dela não faziam sentido. No fundo do meu coração, a resposta estava clara.—"Nãorespondi na seca,—"Não faria não. Talvez se tivesse me pedido cinco anos atrás, eu teria dito que sim, mas hoje não. Porque faz três anos que meu coração deixou de ser teu e desde então ele bate por outra, bate pela Bella.Adicionei, com toda sinceridade.

Minha irmã sorriu pra mim e depois me abraçou. Enquanto me segurava nos braços dela, sussurrou que tava feliz por eu ter encontrado o amor em outra pessoa.—"Não se engana, não tô magoada. Bom, um pouco, mas na real tô feliz por você, irmão. Te desejo tudo de bom com a Bella, dá pra ver que vocês são feitos um pro outro, mesmo que você seja muito devagar com ela.acrescentou. Teresa se afastou de mim e, pegando o celular dela, me mostrou uma foto em que ela aparecia com um rapaz, abraçados e de mãos dadas.

Ele era Santiago, o noivo dela, tinham a mesma idade e ela o conheceu há dois anos, quando teve que fazer uma viagem de negócios com a amiga. Desde o primeiro momento em que cruzaram olhares, se entenderam. Minha irmã, assim como eu, buscava um jeito de me esquecer e encontrou naquele homem a forma de me tirar do coração dela e começar definitivamente, do zero, a vida dela. Fiquei agradavelmente surpreso com a história dela, não nego que doía um pouco ter que fechar de vez a minha história com a minha irmã, mas ao mesmo tempo estava feliz.

Nós dois tínhamos encontrado o amor, um amor que por um breve momento compartilhamos entre nós e que, talvez, se tivéssemos sido corajosos na época, hoje estaríamos juntos. No entanto, as coisas não aconteceram desse jeito, não tivemos um final como o Axel e a Vanessa. Ainda assim, estávamos contentes com as novas pessoas que caminhavam ao nosso lado, que davam sentido às nossas vidas e que faziam brotar o melhor de nós.

Depois daquela conversa, minha irmã passou o último dia dela em casa conosco. Ela só tinha vindo por 3 dias e acabou ficando quase um mês. Quando chegou a hora de acompanhá-la até o aeroporto, muitas lembranças vieram à cabeça, desde quando éramos crianças inocentes até agora. Ninguém acreditaria em tudo que passamos, muito menos que, depois de termos nos amado, podíamos ser amigos e irmãos normais.

Ao voltar para casa, fui percebendo que a Bella foi se distanciando de mim. Tinha dias em que não nos falávamos, não sei se era uma estratégia dela ou um truque da minha irmã, para que eu agisse de uma vez e confessasse meus sentimentos. Por mais que visse a meta na minha frente, não ousava dar o último passo. O passo que daria início à minha vida de casal com quem foi minha melhor amiga por tanto tempo. Não sei o que me segurava e, cada vez mais Era irritante não conseguir cruzar aquela linha que estava tão perto de mim.

Comecei a me preocupar, porque um dia, quando esperava por ela na saída do hospital, vi ela saindo acompanhada por um cara todo sorridente. Quando chegou até mim, ela me apresentou o sujeito: era um ex-colega de faculdade que tinha começado a trabalhar no hospital naquele mesmo dia. Fiquei com ciúmes, principalmente porque notei que ele olhava pra ela com muita luxúria, a desejava como um lobo que espreita cuidadosamente a presa. Sabia que, se não agisse rápido, mais cedo ou mais tarde, ia perdê-la por burrice.

Depois daquele dia, tentei abrir meu coração pra Bella, preparando um jantar romântico com a ajuda da Teresa. Não sou nada bom nessas coisas, então chamei minha irmã pra me dar conselhos, e foi assim que montei tudo. Quando voltei pra casa com minha amiga, depois de buscá-la, senti o coração disparar sem jeito e a língua travar. Bella ficou impressionada e até diria que se emocionou — tinha certeza de que ela não esperava algo assim de mim.

Jantamos, conversamos um pouco e aí veio um silêncio constrangedor, daqueles em que eu tinha que me confessar e pedir pra ela ser minha namorada. Mas por mais que tentasse, não consegui articular as palavras, me sentindo um inútil e um completo fracassado. Bella, com um sorriso safado, caminhou até onde eu estava, sentou no meu colo e encostou o rosto no meu. Ela estava me passando coragem, sabia que tinha feito tudo aquilo pra eu ser sincero sobre meus sentimentos, e mesmo assim eu não conseguia confessá-los.

Sem jeito, acabei chamando ela de Lucia, estragando todo o clima. Aflito, pedi desculpas. Tinha desperdiçado a melhor chance de dizer que a amava; começava a acreditar que o melhor pra Bella era ficar com outro cara, porque eu era só um idiota covarde. No dia seguinte, deitado na minha cama, me perguntava se ela ia agir como se nada daquela noite tivesse acontecido. Era o melhor pra nós dois, mas... Ao sair do meu quarto e dar de cara com ela, revivi aquela cena lamentável de chamar ela de Lucia, uma e outra vez.

A Bella saiu pra trabalhar e eu fiquei em casa, deitado na minha cama, me lamentando por ser tão patético. Naquele dia, era o turno da manhã, então lá pelas 16 horas ela já estaria de volta em casa. Ficar com ela a tarde inteira começava a parecer uma tortura, porque eu não sabia como olhar pra ela nem puxar assunto. Foi quando pensei em ligar pro Tomás; já fazia um tempão desde a última vez que a gente tinha batido um papo. Eu tinha tanta coisa pra contar que, depois daquela conversa, talvez eu criasse coragem pra fazer minha confissão.

Eu tava com o celular na mão, procurando o número dele entre meus contatos, quando de repente o bicho começa a vibrar. Curiosamente, quem tava me ligando era meu psicólogo; talvez fosse um sinal do destino. Atendi sem hesitar, mas quando ouvi a voz dele, percebi que dessa vez era ele quem precisava de ajuda e tava recorrendo a mim, na esperança de sair do buraco onde tinha se metido. Esperei ele do lado de fora de casa, fumando um cigarro, e fiquei pasmo ao ver ele chegar de moto e vestido de forma informal.

Aquele sorriso característico dele, que passava confiança, tinha virado uma melancolia. Não era o mesmo cara que eu tinha visto da última vez; ele tava totalmente destruído. Antes de me explicar tudo, ele pegou as espadas de kendo e me pediu um duelo. Me surpreendeu que, com o cuidado que ele sempre tinha, não quisesse usar nenhuma proteção, ainda mais querendo que a gente lutasse como se fosse esgrima. Eu podia ter parado ele e dito que não era certo fazer aquilo, mas a ideia me seduziu e acabei fazendo o que ele pediu.

O duelo era totalmente injusto; ele parecia todo enferrujado e só se defendia, em nenhum momento me atacou, nem quando eu deixava brecha na minha guarda. Não via aquele cara que, uns meses atrás, tinha me humilhado. Ele foi mais ágil do que naquele exato momento. Não fazia sentido prolongar aquilo. luta por mais tempo, então dei um golpe forte nos braços dela, pra soltar a espada.—"Beleza, duelomurmuro, enquanto lágrimas escorriam dos olhos dele.
Não lembrava de ter visto ele chorar antes, muito menos se render tão fácil assim. O espírito de luta dele fazia com que ele se levantasse e enfrentasse qualquer parada. Mas o problema que tava pegando ele tinha levado embora toda essa coragem.–“E aí, Tomás?”–Perguntei, sentando ao lado dela.—"Não quero perder ela, snif… Não aguentaria ela ir embora do meu lado. Vou desmoronar sem minha Princesa, snif…"—declarou, me deixando intrigado.

Eu: O que a April tem?

Tomás: Ela tem câncer.

Ele falou, me lembrando que uns dias atrás a Bella disse que talvez a gente devesse apoiar o Tomás.

Tomás: Snif… Tá num estágio avançado, mas ela se recusa a fazer tratamento porque tá grávida… Snif… Ela não quer que nada afete os bebês…

Não tive palavras pra consolar ele, então abracei ele. O choro desesperado dele me lembrava aquelas noites amargas em que eu chorava pela Lucy. Mesmo que eu não amasse ela, e muito menos com tanta loucura como ele ama a April, eu sabia que a dor de ter que encarar a morte de alguém que você tem carinho é muito, mas muito devastadora. Mas ficar ali chorando não ia resolver nada. Se ele tinha vindo até mim, significava que não queria alguém pra consolar ele, e sim alguém pra lembrar ele como a vida é difícil e que ele ia se arrepender ainda mais por não passar tempo com a mulher que amava.

Foi exatamente isso que eu fiz, lembrei ele que a vida dá golpes duros e inesperados, mas a gente tem que ser corajoso, e ele sempre foi. Depois da conversa, o Tomás tomou uma xícara de chá e se jogou no meu sofá pra recuperar as forças que tinha perdido. Eu fui tomar um banho, quando ouvi a porta abrir, devia ser a Bella voltando do trabalho. Fiquei me perguntando o que ia fazer quando saísse do banho: será que ia falar com ela ou ia evitar?

Não tinha uma resposta clara, mas me colocando no lugar do Tomás, tudo parecia horrível, e só de imaginar que a Bella podia ir embora do meu lado me apavorava. Não podia deixar o medo estragar de novo o que era minha felicidade, então, mais decidido do que nunca, saí com a intenção de conversar com minha amiga e confessar o que sentia. Só me cobri com a toalha, amarrei na cintura e saí do banheiro, encontrando o Tomás e ela conversando.

Não sabia o que meu psicólogo podia ter dito pra ela, mas do que eu tinha certeza certeza que ele tinha voltado a ser o mesmo de antes. O sorriso dele entregava, dava pra sentir aquela confiança e segurança. Ele se despediu da Bella e fez o mesmo comigo, me agradecendo por aquela briga de espadas, mas o filho da puta falou num sentido duplo, que até me arrepiou. Quando olhei pra minha amiga, ela tava com uma blusa bem decotada, não escondia nada das suas enormes bênçãos e eu tinha certeza que mais de um tinha ficado hipnotizado olhando pra ela.–“Gostosa, eu…”-falei, acordando daquele encantamento que os peitos dela tinham me causado.—"Você não precisa explicar nada, Alexandergarantiu com confiança,—"Me surpreende que você goste de brincar de espadada, mas cada um com suas preferências, eu vou te respeitar e amar do mesmo jeito"—acrescentou no comentário dele, me deixando envergonhado. Aquele cuzão do Tomás fez a Bella entender tudo errado. Ela, sem me deixar explicar o que ele quis dizer exatamente, começou a se pelar na minha frente.

Parecia uma piada de mau gosto e, mesmo não querendo desviar o olhar daquele corpo curvilíneo e ardente que se despia na minha frente, eu gritei.–"Pe-pe… Mas o que você tá fazendo, Bella?!exclamei, tentando desviar o olhar, mas meus olhos voltavam pra ela, que tava abaixando a calça. Era um verdadeiro tesão, observar aquelas pernas majestosas, junto com aqueles melões dançantes. Pensei que ela ia ficar só de calcinha, mas não, ela se atreveu a ir mais longe.

Tirando devagar a calcinha dela, foi dizendo que o Tomás tinha proposto dar umaterapia especialque, segundo as próprias palavras da April, era nada menos que sexo. Definitivamente, tudo parecia uma piada de mau gosto, eu começava a me irritar, mas ao mesmo tempo não conseguia parar de ficar besta com aquela figura monumental que se despia na minha frente.—Acho que vou pegar ela, afinal, tô há anos sem dar e já tô de saco cheio de esperar um indeciso, que agora descobri que curte uma espadada.disse de forma zombeteira.

Eu: Aaaa… Ggghhh… Qqqhhffflllllrrreeeeeeee…

Eu era incapaz de formar uma palavra, não sabia o que caralhos estava acontecendo com a Bella, mas aquele comportamento arrogante e promíscuo repentino me excitava. Tive a sensação de que minha alma saiu do corpo quando ela tirou o sutiã e deixou balançar livremente aqueles peitos carnudos, redondos e firmes. Os bicos estavam apontados, me perguntando se eram duros ou molinhos, ela tinha umas auréolas com uma circunferência perfeita, que faziam esses peitos parecerem irresistíveis.

Ela foi se aproximando de mim e me passou a calcinha dela.—"Tá molhadinha, porque o Tomás me mostrou o que vou comer. Já tô ansiosa pra ter esse pauzão dentro de mim.Disse, batendo a porta na minha cara, antes que eu pudesse falar qualquer coisa. Fiquei parado ali por uns segundos, ouvindo a água do chuveiro e ela dando uns suspiros baixinhos, enquanto murmurava o nome do meu psicólogo. Caminhei até a sala, onde eles estavam, não vi nada de anormal, depois olhei pra foto da Lucy que tenho pendurada na parede.

Eu: Não vou quebrar minha promessa, eu amo ela de verdade e não vou brincar com ela.

Disse, antes de tirar a toalha e ir pro banheiro, pra satisfazer aquela mulher ruiva que muitos desejavam. Tinha acabado aquela indecisão, o medo de formalizar algo, não podia decepcionar minha irmã e deixar aquela mulher escapar. Ao abrir a porta, ela se vira e com um sorriso safado me encara bem nos olhos. Sentia o fogo percorrer cada canto do corpo dela e o olhar de uma gatinha no cio. Me aproximo dela sem dizer absolutamente nada, enquanto os olhos da Bella iam se cravando no meu pau.

Nossas peles se roçavam, tão perto um do outro. Acariciei o rostinho lindo dela e, segurando pelo queixo, fiz ela levantar a vista.—"Você é muito cruel, Bella. Sabe que sou louco por você e mesmo assim me fala essas coisas que machucam.Sussurrei pra ela, antes de beijá-la e cumprir minha promessa daquela noite, em que ela entrou bêbada no meu quarto. Seus lábios de morango me deixaram mais louco, era um manjar que explodia dentro do meu paladar e me enchia de um desejo fogoso.

Devagar, fui tocando com minhas mãos aquela figura maravilhosa e perfeita, até parar na bunda dela. Ela envolveu os braços no meu pescoço e, com as mãos, apertava minha nuca. Quando parei de beijá-la, encostei ela na parede e comecei a esfregar meu pau perto da rachinha dela. Ela tava toda molhada, pronta pra me receber dentro dela e talvez realizar uma daquelas tantas fantasias que ela tinha comigo. Deixei meu pau no meio das coxas dela pra focar naqueles peitos tão deliciosos que ela tinha.

Quando segurei eles nas minhas mãos, percebi que eram meio pesados, mas muito macios, tipo um par de esponjas. Bella soltou um gemido doce e excitante, que me animou a continuar brincando com aqueles melões. Amassei, mordi, beijei, fiz tudo que passava pela minha cabeça, enquanto ela, entre gemidos, pedia pra eu meter. E claro que eu ia meter, mas antes queria conhecer a anatomia perfeita dela e me embriagar com o cheiro de jasmim dela.

Beijava o pescoço dela, os peitos e a boca, enquanto meus dedos exploravam devagar o corpo curvilíneo dela e meu pau se esfregava entre as coxas dela. Sentia como aquela buceta me chamava, me implorava pra eu tomar posse dela de uma vez e ensinar como eu fodia e fazia amor. A voz ofegante da Bella só me deixava mais desesperado na minha viagem lenta que eu fazia com as mãos. Eu sabia que não ia terminar aquela viagem, porque eu também tava ansioso pra mergulhar meu pau naquela bocetinha faminta e abandonada.

Olhei nos olhos dela, enquanto minhas mãos paravam na cintura dela. Ela ofegava forte, esperando meu próximo movimento e iludida porque nossos corpos finalmente iam se unir. Ajeitei meu pau e deixei minha cabeça apontando pra aquela boceta encharcada. Buceta. Só o contato da ponta da minha pica com os lábios da buceta dela já fez ela tremer e enroscar os dedos no cabelo molhado. Deslizei minha cabeça ao longo daquela xota, lambuzando tudo.–“Aaaaaaaiii… Issooo!”–ronronou, arqueando as costas.—“Faz isso, filho da puta! Enfia tudo em mim!”exclamou impaciente. Minhas pernas tremiam de tesão, eu estava tão ansioso quanto na minha primeira vez, a única diferença é que estava confiante de que ia estar à altura das expectativas da Bella. Dei um pequeno suspiro e lentamente fui enterrando meu pau naquela boceta fervente que se abria e se ajustava à minha grossura. Só tinha um pouco mais da ponta mergulhada e minha vara já amava estar ali dentro.

Os gritos da Bella foram ficando mais pausados e longos, cada centímetro que eu cravava era um prazer impressionante.Mais, mais, maaaais...dizia ela, enganchando as pernas na minha cintura.–“Uuuufff… Meu Deus”-Sussurrei, com metade da minha rola enfiada naquela buceta apertada e que abraçava gostoso. Os músculos dela se agarravam no meu pau, apertando com força, e eu amava aquilo. Os peitões dela se esparramavam no meu peito e nossos lábios se tocavam de um jeito safado.

Nossas línguas se roçaram e, mergulhado naquele prazer sem fim que ela tava me dando, parei de pensar em ser cuidadoso e enfiei o resto de uma vez. O corpo inteiro dela tremeu, enquanto soltava um gemido forte e rasgado, que aos poucos foi se misturando com gozo. Nossas bocas se fundiram de novo num beijo apaixonado e gostoso, onde eu tomava conta daquela língua tão brincalhona.–"Era isso que você queria?"–falei, dando umas estocadas fundas nela.

Bella: Uuufff… Siimm…

respondeu ela, apertando meu pau com a buceta apertada dela.

Eu: Cê gosta de como eu te como?

Bella: Aham…

Eu: Como?

Bella: Uuugghh… Q-que sim… Que eu adoro como você me fode, seu safado…

afirmou ela, mordendo meu pescoço.

Eu: Desde quando você tava querendo isso?

Bella: Hhmm… Desde faz tempo…

Eu: Ah, é? Cê queria que eu te comesse até quando tava noiva?

perguntei, curtindo aquele momento tão safado e a buceta molhada dela. Bella demorou uns segundos pra me responder e aquele silêncio rápido entre a gente não atrapalhou, pelo contrário, me deixou ainda mais excitado. Enquanto esperava a resposta dela, que pra mim era óbvia, passei a língua devagar no pescoço dela e depois mordi de leve a pele macia.–“Aaaaahhh”–exclamou baixinho, tentando formar palavras. Eu nem percebia o quanto estava fascinado, perfurando aquela bucetinha vermelha.

Bella: Mmmmhhhgg… Nnnnnhhhhgg… Siimm…

Sussurrou, abrindo os lábios e deles se formando fios de saliva.

Eu: Sim o quê?

Bella: Que te desejei até quando estava noiva.

Disse, colando a boca na minha e aos poucos nossas línguas foram se entrelaçando, como nossos dedos. O gosto doce da boca dela me prendia sem igual, tipo um elixir refrescante que renovava todas as minhas energias. O fogo que me consumia ficava mais intenso e sufocante, a ponto de eu querer perder o controle e meter nela do jeito mais bruto. Sentia como o interior dela se agarrava cada vez mais no meu pau e apertava com as paredes.

Perguntei a mim mesmo como eu tinha me controlado e aguentado tanto com uma mulher tão fogosa como a Bella, ainda mais morando debaixo do mesmo teto. Sentia uma onda libidinosa se espalhando pelo meu corpo, da cabeça até a ponta dos pés, todo o meu ser estava dominado pela luxúria. Entregue ao prazer, continuei metendo forte na Bella, que, feliz e sorrindo, miou no meu ouvido que me amava. Essas palavras me motivaram a continuar, bem na hora em que minhas pernas começavam a fraquejar.

Fazia muito tempo que não transava, era impossível resistir por tanto tempo, ainda mais com aquela rachinha fogosa que era uma fonte de sucos, apertando cada vez mais meu pau. Queria tirar o pau e banhá-la com minha porra grossa e quente, apreciar o corpo voluptuoso e molhado dela, coberto pelo meu sêmen, que eu acumulava há anos nas minhas bolas, mas ela manteve as pernas firmes em volta da minha cintura. Sem aguentar mais, gozei dentro das entranhas dela, impregnando-a com uma descarga enorme.

Gozar dentro de uma mulher depois de tantos anos foi maravilhoso, reconfortante. Tinha esquecido aquela sensação de prazer que se sente ao chegar ao orgasmo, tudo Meu corpo parecia estar tremendo de prazer, enquanto ela recebia toda minha porra na bucetinha dela. Era tanta carga que eu tinha soltado, que quando tirei meu pau da buceta dela, notei como meu sêmen transbordava da ppk dela e escorria pelas coxas dela. Bella não queria dar aquela jornada por encerrada, então pegou minha pica, que ainda estava dura, e me pediu pra comer ela mais uma vez.

Eu me sentia exausto, mas ao mesmo tempo algo me impulsionava a satisfazer ela, a dar tudo o que ela me pedisse. Fazendo ela se virar e levantar aquela bunda pomposa, comecei a esfregar meu pau entre os glúteos dela. Bella mordia os lábios, enquanto com os dedos safados se tocava na ppk. Ela tava puta que arde, a ponto de eu hesitar se conseguiria estar à altura das expectativas dela, mas não deixei a incerteza me dominar e, confiando nas minhas habilidades, fui enfiando meu membro na bucetinha apertada dela, de novo.

Bella: Hhhhgggggfffff! Meu Deus!

Ela berrou, rebolando o quadril pra me ajudar a penetrar ela mais rápido.

Eu: Uufff… Tu é apertada pra caralho, safada.

Bella: (Rindo) E tu tem um pauzão, safadinho.

Nós dois rimos e trocamos um beijo, enquanto eu começava a meter mais forte. Pensei que depois da minha irmã, a Lúcia era a mulher mais compatível comigo e ninguém mais ia superar ela. Tava completamente enganado, porque a Bella era muito melhor que ela e que a Teresa. Tinha na minha frente a parceira perfeita e que eu não deixaria ir embora por nada. Segurando a cinturinha dela com força, fui cravando meu pau o mais fundo que podia, fazendo ela ronronar do jeito que eu queria.

Cada estocada significava um pulinho dela, os músculos e as entranhas dela se agarravam no meu pau com uma força incrível. Aos poucos, o corpo da Bella começou a tremer, a voz dela foi falhando e a respiração ficou mais intensa. Os gemidos dela eram uma delícia e uma trilha sonora magnífica pros meus ouvidos, queria que ela gritasse meu nome, que me dissesse que desde aquele Dia, ela seria só minha e nenhum homem tocaria o corpo dela do jeito que eu tocava.–“Aaaaiii… Meu Deeeusss”-Ela reclamou de novo, enquanto mordia os lábios e virava pra me olhar com aqueles olhos de gata no cio. Tinha um sorrisão estampado na cara e o olhar dela era tão penetrante e cheio de tesão que automaticamente me forçava a meter mais forte. Não sei o que tava rolando comigo, mas a cada segundo que passava, eu sentia meu corpo sendo totalmente enfeitiçado por aquela mulher. Na minha cabeça, eu me perguntava se já tinha provado uma buceta tão gostosa quanto a da Bella antes.

Por mais que eu tentasse lembrar o quanto era bom transar com a Teresa, meu corpo não reagia, parava de sentir a adrenalina que a Bella me dava. A mesma coisa aconteceu quando tentei recordar as noites que passei com a Lucy ou a Katia, mas não pareciam transas memoráveis, nada como a que eu tava tendo naquele momento com aquela ruivinha. A Bella tinha me enfeitiçado, me deixou viciado nela com só uma foda e apagou da minha memória todas as outras que fizeram parte da minha vida.

Nós dois continuamos naquele vai e vem, até que finalmente chegamos nos nossos limites e gozamos, sem deixar nenhuma lembrança do meu passado pra sentir falta. Depois daquela trepada, sentamos pra comer alguma coisa, e ela me confessou que toda aquela provocação antes tinha sido ideia do Tomás, que disse que se ela não desse o primeiro passo e me fizesse entender que podia perdê-la, eu nunca ia ter coragem de tocar nela. Talvez ele tivesse razão, mas eu não sabia se agradecia ou amaldiçoava ele, porque essas coisas não são brincadeira.

Depois de comer, saí pra tocar num bar e voltei só de madrugada pra casa. Não é que eu quisesse evitar a Bella, mas depois daquela foda no banheiro, não queria repetir naquele dia, e algo me dizia que ela queria mais, por isso esperei até o último minuto pra voltar. Quando cheguei, todas as luzes estavam apagadas, não tinha barulho nenhum, então suspirei aliviado, achando que teria a tranquilidade que queria. Não foi difícil pegar no sono, tava completamente exausto com tudo que tinha vivido.

De manhã Em seguida, assim que abri os olhos, senti minha pica sendo espremida. Não precisei me dar ao trabalho de levantar os lençóis, já que eles tinham sido jogados no chão pela própria Bella, que desenhava com sua língua lasciva sobre meu pau, lambuzando ele todo com sua saliva viscosa. Ela parou de lamber e colocou minha pica entre suas tetas gordas e macias, sorrindo e me disse:Oi, meu amor. Quis te acordar do jeito mais gostoso., não dava pra negar que essa era uma forma muito boa de acordar, mas sei lá, aquilo me dava uma certa agonia.—"Quero que você me dê muita porra, antes do casamento da sua irmã"—Ela sussurrou de forma promíscua, sumindo com minha rola inteira na boca dela. Olhei pro teto e suspirei de prazer, ao mesmo tempo que agradecia a Deus por me dar uma mulher tão gostosa. Parei de me preocupar e só pensei em aproveitar. A Bella tirou minha rola da boca dela, e entre os lábios ficaram uns fios de saliva e porra. Ela se aproximou de mim e perguntou se eu tava sendo muito bruto e indo rápido demais no relacionamento.

Eu sorri, e uns segundos depois soltei uma gargalhada, balançando a cabeça de um lado pro outro.—"Não, você não está indo rápido demais, amor. Você está indo muito bem, tão bem que me faz pensar, por que não fizemos isso antes?respondi, beijando ela com fervor e com minhas mãos acariciando a pele sedosa dela. Desde aquele dia, nossas vidas mudaram pra melhor e pra melhor mesmo, não tem dúvida que somos feitos um pro outro.

0 comentários - Confissões Ardentes. Capítulo XI