Aqui vai mais uma conversa com meu amigo Carlos.
o tempo passa e a submissão continua, assim como o tesão
de ser um corno manso no extremo
VALEU PELOS PONTOS
E OS COMENTÁRIOS
A comunicação com o Sergio foi ficando mais espaçada, já não era todo dia, só quando a Fer saía e o Carlos achava que ela ia ver ele, aí ele mandava mensagens. Se o Carlos não respondia, era porque tava comendo a Fer em algum hotel ou com ela jantando em algum lugar. Foi assim que um dia ele recebeu uma mensagem do Ricardo, o dono do bar onde tinham arrombado o cu dele.
Ricardo, ontem à noite o Sergio esteve aqui com a sua esposa. Se você tiver interesse em saber o que rolou, te espero hoje à noite. O jantar é por minha conta.
Carlos não conseguiu segurar o tesão que a mensagem causou, queria saber o que Ricardo tinha pra dizer pra ele. Será que o Sergio tinha deixado o Ricardo comer ela? Será que a Fê era tão puta a ponto de dar pro Ricardo e pro Sergio ao mesmo tempo? Os caras só ficaram olhando enquanto comiam a esposa dele? Tentou falar com o Sergio, mas ele não respondia as mensagens, o que só aumentava ainda mais o tesão dele. E nem se ligou que podia ser uma armadilha do Ricardo pra dar uma baita surra de buceta nele, nem pensou nisso. Chegou a noite e ele foi pro bar, sabia que quando voltasse a Fê já estaria dormindo. Entrou e, pelo horário, já tinha pouca gente. Quem recebeu ele foi o Ricardo.
Ricardo: "Fala, Carlos, vem sentar aqui pra jantar. Daqui a pouco eu me livro e a gente conversa. Assim que esses clientes forem embora, fico livre e te conto tudo.
Um dos garçons serviu o jantar pra ele, ele não parava de pensar no que podiam contar pra ele. Em menos de meia hora, o Ricardo chamou ele e levou pro depósito dos fundos, que era um quarto com cama e tudo, além de uma mesinha com um par de cadeiras. Sentou ele numa delas e trouxe um uísque enquanto os garçons fechavam o bar.
Carlos, então o Sérgio esteve com a Fê raca ontem à noite? O que rolou?
Ricardo, calma, corno manso, calma, não fica ansioso. Se ele trouxe ela pra jantar aqui, te digo que é uma mulher muito fina e gostosa, além de culta.
Carlos, isso eu já sei.
Ricardo puxou a rola pra fora e começou a bater uma enquanto continuava falando com o Carlos, que não parava de olhar pra rola do Ricardo.
Ricardo, a real é que não sei o que essa mulher viu em você. O negócio é que o Sérgio me apresentou ela como AMIGA dele e, depois do jantar, trouxe ela pra cá. A gente tomou uns drinks, ela tava muito tensa, mas depois de um tempo já tinha se soltado.
Carlos, você também comeu ela aqui?
Carlos também tinha tirado a pica dele pra fora e tava se masturbando, aí o Ricardo levantou e enfiou o pau na cara dele.
Ricardo, se quiser saber, começa a chupar.
Carlos tinha a pica do Ricardo a centímetros da boca, o tesão falou mais alto, chupou ele, mas dessa vez foi diferente, já não sentia tanto nojo de fazer aquilo e fazia o necessário para dar prazer ao Ricardo, assim ele continuaria contando como o Sergio comia a Fer na frente dele, coisa que o Ricardo fazia aos poucos, bem devagar, até encher a boca dele com porra e mandar ele engolir. Jogou ele na cama de bruços, Carlos já não era o mesmo, não recusava nada, o cu dele já começava a pedir pica, era uma sensação nova que ele estava experimentando e o deixava num grande conflito. Não demorou nada para ser penetrado pelo Ricardo violentamente, enquanto ele descrevia como a esposa se mexia na cama em cima da pica do Sergio e ele via ela gozar atrás da porta semiaberta. No final, acabou enchendo o cu dele de porra, e Carlos achou que tudo tinha acabado, mas não foi assim. Logo percebeu que a noite ia ser muito longa quando ouviu o Ricardo chamar os rapazes.
Ricardo, agora é todo de vocês esse filho da puta. Arrebentem o cu dele.
Carlos tentou se levantar, mas logo estava de novo empurrado pelos peões do Ricardo, que se revezavam pra comer ele e humilhar ele. Já era de madrugada quando eles se saciaram de comer ele e o largaram. Os peões foram embora e o Ricardo terminou de contar o que tinha acontecido com a esposa dele. Eles nunca disseram que conheciam o Carlos, e o segredo dele estaria bem guardado enquanto ele continuasse indo quando o Ricardo chamasse. Sem perceber, Carlos acabou dormindo, exausto daquela comilança que levou e com o cu dolorido. Quando acordou, ainda não tinha amanhecido. Ele se vestiu, subiu no carro e foi embora do bar. Precisava chegar em casa antes da Fê acordar, e conseguiu. Naquela manhã, ele dormiu até tarde, foi pro escritório e trabalhou pra caralho, tentando não pensar no que tinha rolado no bar. Quando chegou em casa, a Fê estava esperando por ele. Naquela noite, eles saíram pra jantar fora e, quando voltaram, transaram como já estavam acostumados. Realmente, tinha sido algo maravilhoso pra ele.
o tempo passa e a submissão continua, assim como o tesão
de ser um corno manso no extremo
VALEU PELOS PONTOS
E OS COMENTÁRIOS
A comunicação com o Sergio foi ficando mais espaçada, já não era todo dia, só quando a Fer saía e o Carlos achava que ela ia ver ele, aí ele mandava mensagens. Se o Carlos não respondia, era porque tava comendo a Fer em algum hotel ou com ela jantando em algum lugar. Foi assim que um dia ele recebeu uma mensagem do Ricardo, o dono do bar onde tinham arrombado o cu dele.
Ricardo, ontem à noite o Sergio esteve aqui com a sua esposa. Se você tiver interesse em saber o que rolou, te espero hoje à noite. O jantar é por minha conta.
Carlos não conseguiu segurar o tesão que a mensagem causou, queria saber o que Ricardo tinha pra dizer pra ele. Será que o Sergio tinha deixado o Ricardo comer ela? Será que a Fê era tão puta a ponto de dar pro Ricardo e pro Sergio ao mesmo tempo? Os caras só ficaram olhando enquanto comiam a esposa dele? Tentou falar com o Sergio, mas ele não respondia as mensagens, o que só aumentava ainda mais o tesão dele. E nem se ligou que podia ser uma armadilha do Ricardo pra dar uma baita surra de buceta nele, nem pensou nisso. Chegou a noite e ele foi pro bar, sabia que quando voltasse a Fê já estaria dormindo. Entrou e, pelo horário, já tinha pouca gente. Quem recebeu ele foi o Ricardo.
Ricardo: "Fala, Carlos, vem sentar aqui pra jantar. Daqui a pouco eu me livro e a gente conversa. Assim que esses clientes forem embora, fico livre e te conto tudo.
Um dos garçons serviu o jantar pra ele, ele não parava de pensar no que podiam contar pra ele. Em menos de meia hora, o Ricardo chamou ele e levou pro depósito dos fundos, que era um quarto com cama e tudo, além de uma mesinha com um par de cadeiras. Sentou ele numa delas e trouxe um uísque enquanto os garçons fechavam o bar.
Carlos, então o Sérgio esteve com a Fê raca ontem à noite? O que rolou?
Ricardo, calma, corno manso, calma, não fica ansioso. Se ele trouxe ela pra jantar aqui, te digo que é uma mulher muito fina e gostosa, além de culta.
Carlos, isso eu já sei.
Ricardo puxou a rola pra fora e começou a bater uma enquanto continuava falando com o Carlos, que não parava de olhar pra rola do Ricardo.
Ricardo, a real é que não sei o que essa mulher viu em você. O negócio é que o Sérgio me apresentou ela como AMIGA dele e, depois do jantar, trouxe ela pra cá. A gente tomou uns drinks, ela tava muito tensa, mas depois de um tempo já tinha se soltado.
Carlos, você também comeu ela aqui?
Carlos também tinha tirado a pica dele pra fora e tava se masturbando, aí o Ricardo levantou e enfiou o pau na cara dele.
Ricardo, se quiser saber, começa a chupar.
Carlos tinha a pica do Ricardo a centímetros da boca, o tesão falou mais alto, chupou ele, mas dessa vez foi diferente, já não sentia tanto nojo de fazer aquilo e fazia o necessário para dar prazer ao Ricardo, assim ele continuaria contando como o Sergio comia a Fer na frente dele, coisa que o Ricardo fazia aos poucos, bem devagar, até encher a boca dele com porra e mandar ele engolir. Jogou ele na cama de bruços, Carlos já não era o mesmo, não recusava nada, o cu dele já começava a pedir pica, era uma sensação nova que ele estava experimentando e o deixava num grande conflito. Não demorou nada para ser penetrado pelo Ricardo violentamente, enquanto ele descrevia como a esposa se mexia na cama em cima da pica do Sergio e ele via ela gozar atrás da porta semiaberta. No final, acabou enchendo o cu dele de porra, e Carlos achou que tudo tinha acabado, mas não foi assim. Logo percebeu que a noite ia ser muito longa quando ouviu o Ricardo chamar os rapazes.
Ricardo, agora é todo de vocês esse filho da puta. Arrebentem o cu dele.
Carlos tentou se levantar, mas logo estava de novo empurrado pelos peões do Ricardo, que se revezavam pra comer ele e humilhar ele. Já era de madrugada quando eles se saciaram de comer ele e o largaram. Os peões foram embora e o Ricardo terminou de contar o que tinha acontecido com a esposa dele. Eles nunca disseram que conheciam o Carlos, e o segredo dele estaria bem guardado enquanto ele continuasse indo quando o Ricardo chamasse. Sem perceber, Carlos acabou dormindo, exausto daquela comilança que levou e com o cu dolorido. Quando acordou, ainda não tinha amanhecido. Ele se vestiu, subiu no carro e foi embora do bar. Precisava chegar em casa antes da Fê acordar, e conseguiu. Naquela manhã, ele dormiu até tarde, foi pro escritório e trabalhou pra caralho, tentando não pensar no que tinha rolado no bar. Quando chegou em casa, a Fê estava esperando por ele. Naquela noite, eles saíram pra jantar fora e, quando voltaram, transaram como já estavam acostumados. Realmente, tinha sido algo maravilhoso pra ele.
0 comentários - continua contando, meu amigo carlos